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35 respostas ao post “Um argumento republicano”  

  1. 1 1  Didas

    Quando vi aquelas regras todas lá em cima até me esqueci do que ia comentar… mas era qualquer cisa contra a república.

  2. 2 2  Gazeta da Restauração

    O ataque ad hominem é sempre muito fácil. debater o regime é mais complicado…

  3. 3 3  Sebastião Dias

    Alguns dos países mais democráticos da Europa e, talvez até, mais civilizados, tão admirados pela esquerda que tanto gosta de se apelidar de moderna, são monarquias. Holanda, Bélgica, Suécia, Dinamarca, só para dizer alguns. Se a monarquia fosse assim tão má, esses países de tradições democráticas tão enraizadas escolheriam a república, coisa que não acontece.

    Aliás, nesse sentido não podemos considerar um país democrático uma vez que há a impossibilidade de existência de uma monarquia. Se, por hipótese, a monarquia fosse o regime preferido pela maioria dos portugueses, seria impossível que este passasse a ser realidade, uma vez que a nossa constituição não o permite. O mesmo não se passa na maioria das monarquias. Nas monarquias de alguns países do nosrte da Europa, e penso que também na Holanda, a monarquia é regularmente referendada e os súbditos continuam a escolher o mesmo regime.

    Não acha isso estranho, Daniel, sabendo que tanto admira a democracia e o nível de civilização desses países?

    E já agora, Daniel, alguma coisa contra o D. Duarte? Vive à custa da classe trabalhaddora? Já beneficiou de viagens fantasma? Já corrompeu políticos? Anda a oferecer electrodomésticos para ganhar adeptos da momarquia? Já se manifestou contra práticas sexuais alternativas? Anda a fazer campanhas subterrâneas para implantar de novo a monarquia em Portugal?

    É que não simpatizando especialmente com D.Duarte, parece-me uma pessoa digna, bem intencionada e grande defensora de Portugal. Ou não concorda?

  4. 4 4  Daniel Oliveira

    Sebastião, o D. Duarte é simpático. O Câmara Pereira lado também.

    Não fiz nenhum ataque. Basta ouvir o homem para perceber as vantagens de podermos escolher o nosso chefe de Estado. Há democracias monárquicas e algumas das piores ditaduras do mundo também. A questão não é essa. Há democracias onde sobrevivem, por razões históricas, regras antidemocráticas, como a existência de chefes de Estado não eleitos e que o são por consanguinidade. Se alguém me conseguir explicar a justeza de ocupar um lugar porque se é filho de alguém… Mas confesso que acho, em Portugal, o debate muito pouco interessante. A República é um dado adquirido. Felizmente. Gosto de votar naqueles que falam em meu nome.

  5. 5 5  Paulo Ribeiro

    Daniel, uma questão bem pertinente. Alguma vez votou naquele que, posteriormente, falou por si?

  6. 6 6  Sebastião Dias

    Não tenho convicções monárquicas (embora a ideia não me repugne) mas acho que se existir um número bastante relevante de defensores da monarquia deveria ser permitido referendar-se este assunto. Em nome da democracia que todos parecemos defender.

    Quanto ao D. Duarte, não sei se alguma vez seria respeitado pelo povo português enquanto rei, mas acredito que seria capaz de exercer com toda a dignidade o papel de Chefe de Estado, alíás, com a mesma dignidade e bom senso ( e com o mesmo rol de conselheiros) de anteriores presidentes da República. E não é que o D. Duarte até tem uma voz parecida com a do Cavaco?

  7. 7 7  Daniel Oliveira

    Sim, Paulo, votei. Nas primeiras presidenciais em que Sampaio ganhou. Mas isso é irrelevante. A maioria votou em quem fala em nome da maioria.

  8. 8 8  Ana Vidal

    Não sou monárquica (os meus argumentos a favor da monarquia são quase todos de ordem estética, o que é pouco, como convicção), mas concordo com o Sebastião Dias. O D. Duarte é uma figura simpática. Tão simpática, bem intencionada e inofensiva que não me dá jeito, sequer, fazer humor à custa dele. Embora se preste o mais possível, admito. Para já não falar nos manos…
    Mas os reis, nas democracias actuais da Europa, têm um papel sobretudo protocolar. E é uma coisa que fazem melhor do que ninguém, já que são educados para isso. Para ser um bocadinho sarcástica, os governos tratam do pão, e os reis… do circo.

  9. 9 9  João André

    Caro Sebastião, que eu saiba não se referenda a monarquia na Holanda (que é onde eu vivo), o que se faz são sondagens sobre a opinião que os cidadãos têm da monarquia. Nisso esta rainha (e a anterior) ganham, por serem muito populares. Não sei o que fariam se fossem referendar a monarquia quando o princípe herdeiro subir ao trono, porque dele já há uma imagem algo fraquinha.

    Já agora, referendar a monarquia regularmente não mais é que ter uma república. Se se gostar do rei (ou rainha), vota-se a favor da monarquia. Se não se gostar (admitamos que ao fim de 5 anos, porque o rei ou rainha não se portaram bem) vota-se a favor da república. Isto seria democracia, certo? Em que é que isto varia da república?

  10. 10 10  Justicialista

    A monarquia não se adequa nada aos tempos de hoje. É contra os dogmas da ascenção e mobilidade social, e apresenta-se como modo de promoção dos privilégios e estatutos vigentes. É um péssimo exemplo para a sociedade e para quem defende que tudo se conquista por esforço, mérito e justiça!
    Quanto ao D. Duarte, por muito que seja simpático, nunca se sabe o que nos espera um seu descendente, seja em que grau for!
    Quando Carlos chegar ao trono em Inglaterra, veremos se os britânicos não instauram a República no dia seguinte!

  11. 11 11  Defski

    “Alguns dos países mais democráticos da Europa e, talvez até, mais civilizados, tão admirados pela esquerda que tanto gosta de se apelidar de moderna, são monarquias. Holanda, Bélgica, Suécia, Dinamarca, só para dizer alguns”
    Ainda me estou a rir :)

  12. 12 12  Defski

    Estive em Salamanca numa Manif contra a Monarquia, 4 comunas bem lá à frente, bandeira do PCP em punho,
    “Bourbones - a los tiburones”
    gritava-se bem alto.
    A luta continua !!
    Na net e na rua.
    Estou a pensar em pedir uma indemnização a esta gente simpática, 4 gerações a trbalhar de borla para os Cabrais, na zona de Belmonte, escravos ou protegidos ?

  13. 13 13  corvo

    O sr. Duarte de Bragança, é na REPUBLICA, um cidadão como outro qualquer, deixem de ser pedantes , e tirem lá o Dom, o homem só é dono daquilo que é dele….

    Este vicio, ou menoridade de alguns portugueses, perante pessoas que são iguais a todas as outras, só porque têm um nome pseudo brazonado, só pode significar um sinal de inferioridade.

    E deixem que vos diga, a personagem é ridicula…

  14. 14 14  Dinada

    E o Fidel, é rei?
    Hã? É?

    Ah, pois…parece que sim, mas não é!

  15. 15 15  Max Mortner

    Daniel,

    Sou um repúlicano convicto mas deixe-me que lhe diga uma coisa: o sr. que consta na fotografia não é um “desajeitado” e um “apatetado” como a comunicação social (e o Daniel, com este post) tentam fazer crer que é.
    Diga-me o que o leva a insinuar isso?Diga-me uma frase que Duarte Pio tenha dito que justifique verdadeiramente o rótulo que tem.Conhece alguma?Eu não.
    Quanto ao resto é óbvio que a República não é algo questionável nos dias de hoje e mesmo que se fizesse um referendo, como muitos monárquicos pedem, a República seria a clara vencedora.
    Agora usar um homem mais digno e sério do que a maior parte dos políticos que conheço para fazer a defesa do regime Republicano só pode ter um efeito: retirar crediblidade a repúblicanos como o Daniel.

  16. 16 16  laura

    Confesso que me parto a rir com a sua veia de blogger. E que, mesmo quando não concordo, desfruto sempre! Bolas, as ideias são tão profundas quanto as de outras capelas da blogosfera que conheço (não são muitas), mas vc. tem infinitamente mais graça a verbalizá-las.

    Pois, a questão é delicada… Mas convenhamos que os tiques de raciocínio são sempre os mesmos.
    Porque este é também o terreno de todos os preconceitos, coisa que odeio.
    A ideia de pôr no poder quem eu escolhi e fala por mim é irresistível. O pior é que acontece muito poucas vezes. Logo, o princípio republicano é extremamente falível, pelo menos tão falível quanto o risco de, através da sucessão hereditária, nos vermos a braços com alguém menos adequado. Situação essa para que também há remédio, penso eu.
    Gosto e revejo-me no princípio republicano na medida em que intervenho directamente na escolha do representante Nº 1 do meu país. Sei que tenho um “par” a simbolizar a nação portuguesa, e nessa estrita medida, nele fico também simbolizada.
    Mas isso não funciona assim… malgré nous.

    Por isso não me repugna nadíssima a ideia de monarquia.
    É que a questão não está no facto de termos ou não termos escolhido a pessoa (isso é, repetindo-me, uma vantagem apenas teórica, ou seja, uma batalha raramente ganha e que tem custos, uns evidentes, outros escondidos, na nossa democracia).
    A questão está, sim, em que a pessoa sabe desde cedíssimo que será a escolhida. E que “escolhido” significa serviço perpétuo aos cidadãos, compromisso de sangue, estar mesmo acima de partidos, interesses, lobbies,etc. Bebem isto com o biberon, e nunca mais param. Quaisquer que sejam as vicissitudes políticas, há sempre algo que aglutina e está, de facto, acima das querelas, intemporal.
    Logo, a coisa funciona ao contrário: não há nenhuma moeda de troca na designação de quem fica ao nosso serviço. Ora com Presidentes há, com certeza, e de que maneira!

    Mas também são os atavismos ligados à monarquia que nos “tramam” (e enganam): - ou seja, a ideia de extensão não sufragada dos privilégios de sangue (in short, aristocracia).
    Só que isso acabou no mundo moderno (felizmente). Aliás, é a República que faz cintilar essas pessoas, não a monarquia, se pensarmos bem… Sendo que o sistema republicano fabrica também a sua própria oligarquia, bem à frente dos nossos olhos e sem ninguém se indignar… É uma mera questão de terminologia (?)
    O João Aguiar dizia uma vez numa entrevista que havia, sim, uma única coisa muito má na monarquia:- o exigir o sacrifício de uma família.
    - E então? É treta ou dá-nos que pensar sobre o sentido e alcance substantivos da representação nacional?

    Outra coisa óbvia, para quem já analisou alguma pouca coisita, sem ideias feitas: -a questão dos cifrões.
    Pois é! A monarquia sai realmente mais barata. Entre muitas outras rubricas orçamentais não arroladas nesse outro sistema, mas que agora carregamos às costas em cada exercício presidencial, sobram ainda as hordas de ex-Presidentes da República e suas mordomias vitalícias que nos cabe sustentar!
    - Verdade?
    - Verdadíssima.

    Não, a matéria merecia de facto menos preconceitos e maior reflexão.

    Não sei quem dizia que a força da ideia monárquica era de uma simplicidade franciscana, porém o caminho cognitivo para lá chegar era demasiado complexo para estar ao alcance de 1 inteligência mediana.
    Acho o manifesto arrogante. Quando muito, é de facto complexa para o “average” do cidadão actual. Isso sim. Por falta de informação.
    Parece-me que o défice aqui não será de inteligência, mas antes de abertura de espírito e pensamento global, livre do “stress pós traumático” que o dia de hoje representa! (com sequelas persistentes quase 1 século depois…)

    Obs: - Porque será que no seio do PC, na sua insuspeita proximidade popular, há tantos casos de decisores locais que fazem questão de distinguir D. Duarte?!

  17. 17 17  pedro oliveira

    «Se alguém me conseguir explicar a justeza de ocupar um lugar porque se é filho de alguém…»
    Todos nós somos filhos de alguém.
    Na república, temos de ter um cartão partidário (na prática) para sermos candidatos a presidente da república. Veja-se o caso do artista e empresário (dono do Maxim) que nunca conseguiu o número de assinaturas necessário.
    Esta república dominada pela lógica dos partidos políticos tem todos os defeitos das monarquias (e muitos mais) e nenhuma das qualidades.
    Nas monarquias não são interrompidas visitas oficiais devido à morte do pai do Rei.

  18. 18 18  Igor Caldeira

    Sebastião Dias:

    “Não acha isso estranho, Daniel, sabendo que tanto admira a democracia e o nível de civilização desses países?”
    Nada estranho. Não são países católicos. São países pioneiros em coisas miseráveis como o Estado Social, a liberdade religiosa, os direitos das mulheres ou lgbt. Exactamente o que os nossos católicos e monárquicos defendem, não é?
    Bem me parecia. Não confunda o fogo de artifício com as estrelas.

    “E já agora, Daniel, alguma coisa contra o D. Duarte? Vive à custa da classe trabalhaddora? ”
    Isso queria ele!

  19. 19 19  Budapeste

    Pior que cavaco não é…

  20. 20 20  Sebastião José

    É um argumento idiota.

  21. 21 21  João

    Lamento discordar. Mas nenhuma monarquia é uma real democracia. Uma monarquia é, por si só, contrária ao mais elementar princípio da democracia. Como pode alguém ser chefe de estado por herança? Ou só na Coreia é que a herança não é democrática. Não o é na Coreia nem em Espanha, nem no reino Unido nem em lado nenhum… Uma Monarquia não é democracia em lado nenhum…

  22. 22 22  tonibler

    Ora bolas, pelo bigode parecia-me o Chalana…

  23. 23 23  Luis Moreira

    E diz bem, Daniel!

    Escolher a pessoa que a maioria acredita com mais capacidades para exercer o cargo.

    Pode haver razões particulares para se pensar de outro modo,mas a Democracia assente no princípio “um eleitor um voto” é mais justo e mais seguro.

  24. 24 24  Miguel Madeira

    “Se, por hipótese, a monarquia fosse o regime preferido pela maioria dos portugueses, seria impossível que este passasse a ser realidade, uma vez que a nossa constituição não o permite.”

    Não era impossivel - tinha-se era que se fazer uma revisão constitucional em duas fases: uma primeira revisão para ser possível restaurar a monarquia, e, 7 anos (acho) depois, outra revisão para restaurar a monarquia.

  25. 25 25  JV

    Três argumentos monárquicos (e nem sequer o sou):

    - Mário Soares;

    - Jorge Sampaio;

    - Cavaco Silva;

  26. 26 26  JS

    Aqui vão alguns argumentos monárquicos: Suécia, Noruega, Dinamarca, Holanda, até mesmo Espanha, para não dizer Bélgica e Reino Unido.

    Quanto já ouvi aqui gabar a Suécia e os países nórdicos. Quanto é que já ouvi o bloco de esquerda clamar pela legalização da marijuana (lembra-me a Holanda). Quanto é que já ouvi Saramago mencionar o casamento com Espanha. Não me digam que a esquerda portuguesa não adora a monarquia?

    Ou então acena-nos com países monárquicos, mas, o que teria para nos dar? …

  27. 27 27  leonel

    Olá Daniel.
    Não é um comentário ao post, é a oferta de um poema caso fale das eleições na Ucrânia.
    Antecipei-me, com um poema.

    A trança politica

    Iulia fazendo-a e desfazendo-a
    destino traçado numa trança
    numa trama capilar
    num trauma popular
    programa politico a destrançar
    para na Ucrânia votar
    numa trança que trança
    que trançou e trançará
    revoluções laranjas e sexys
    citrinos trará
    em doces e azedas promessas
    mas Iulia Timochenko
    para belas visões e vitaminas
    aposto que não sabias
    que nós temos por cá e sem trança
    a nossa Joana Amaral Dias.

    Leonel, Lisboa, 2007

  28. 28 28  Daniel Oliveira

    «É um argumento idiota.»
    Posted by: Sebastião José

    Acho mal chamar isso ao homem.

  29. 29 29  Justicialista

    Quem quer a restauração da monarquia são os mesmos que lêem as revistas cor-de-rosa. A monarquia só serve para isso: encher de notícias os tabloídes.
    De qualquer modo acho estranho que sendo a maioria dos frequentadores deste blog de esquerda, haja tantos adeptos da monarquia aqui nestes comentários!

  30. 30 30  Sebastião Dias

    João André, talvez o referendo não se realize na Holanda, mas tal acontece em algumas monarquias dos países nórdicos.

    Quanto à sua pergunta varia da república, na medida em que, por exemplo, na nossa república a constituição não prevê a monarquia. E se, eventualmente, a larga maioria dos portugueses fossem monárquicos e quisesswem voltar à monarquia?

  31. 31 31  JV

    E mais três argumentos monárquicos:

    - Primeira República;

    - Segunda República;

    - Terceira República;

  32. 32 32  JV

    acho estranho que sendo a maioria dos frequentadores deste blog de esquerda, haja tantos adeptos da monarquia aqui nestes comentários!

    Por aqui se prova que o Arqº Ribeiro Telles já fez escola. Ou então não foi isso: para os que se recordam, nos anos 70 já se dizia que, por ser dos poucos que falava em questões ambientais, o homem estava à frente do seu tempo. Hoje, como pioneiro a falar do Monarquismo de Esquerda que por aqui vemos emergir, volta a estar: há-de ser das mentes mais vanguardistas do nosso tempo. A História não o perderá de vista!

  33. 33 33  fidel

    que me diz camarada daniel da muito republicana familia soares cujo pai mario quer à força fazer singrar o filho joão. por falar em mario este é sem duvida um belo argumento republicano.
    chiça !!!!

  34. 34 34  kompostela

    Um democrata não pode (ou não deveria) ser Monárquico porque:

    a) Estaria a vulnerar um dos principais princípios das Constituições e da democracia tal e qual a concebemos, que é a que de TODOS os cidadãos sao iguais. Numa monarquia uns tem privilégios de nascimento, logo não seriamos todos iguais;

    b) As pessoas não escolheriam o chefe de estado, este seria chefe de estado por herança, independentemente das suas capacidades, da sua honestidade ou de qualquer outro critério excepto o de nascimento;

    c) Se um chefe de estado é mau chefe de estado ele numa republica pode ser democraticamente deposto, recorrendo ás urnas e não votando nele, pelo que assim podemos todos controlar a qualidade deste, numa monarquia a cidadania não teria a mesma facilidade para arrumar o rei (veja-se o caso espanhol actual…)

    Finalmente, muitos terão outros argumentos a favor da monarquia, eu devo dizer que prefiro um mau presidente da republica a um bom rei, porque ao primeiro poderei dar um pontapé no traseiro nas próximas eleições.

  35. 35 35  Mellyssa

    Gostaria de saber com uma certa urgência, como é o “funcionamento e organização da Monarquia e da República!

    Obrigada!

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