É nestes casos que questionamo-nos a “Tolerância zero”.
Formalidades intransigentes, a incapacidade de certos agentes visualizar e tentar improvisar saídas para situações particulares, são “adjectivos” da nossa força policial. Um agente da autoridade tem de ser mais do que um impositor e regulador da ordem pública.
Obviamente seguiam a ambulância até ao Hospital e dps esclareciam o que haveria q esclarecer! O comportamento da GNR na provincia é assim, prepotentes, autoritários, ignorantes face à lei. Selecção e formação precisa-se!
Mais uma vez a emoção ocupa o lugar da razão.
Primeiro uma ambulância A1 NÃO pode transportar um doente em caso de urgência.
Segundo a demora da paragem segundo outros relatos foi de cinco minutos.
Terceiro, segundo parece o homem morreu hora e meia depois de entrar no Hospital.
Se alguma destas afirmações, tiradas dos jornais, não for verdadeira peço desculpa.
Posted by: Daniel Oliveira | setembro 17, 2007 11:14 PM
Naturalmente.
Agora acontece que voltei a dar uma olhadela e confirmei que o óbito foi declarado as 18.28 e a ambulância chegou às 17.30.
E claro facto mais importante e que poucos apontam, a ambulância nunca devia ter feito aquele serviço.
Infelizmente os jornais estão todos a copiar o Correio da Manhã ou, como bem sabe, o sindicato das notícias distribui e todos comem sem qualquer trabalho adicional.
Assim mais vale ler o Destak.
É nestes casos que questionamo-nos a “Tolerância zero”.
Formalidades intransigentes, a incapacidade de certos agentes visualizar e tentar improvisar saídas para situações particulares, são “adjectivos” da nossa força policial. Um agente da autoridade tem de ser mais do que um impositor e regulador da ordem pública.
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É a diferença entre autoridade e prepotência!
Deveriam ter seguido a ambulância até ao seu destino, se tinham dúvidas!
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Pois.
Mas já por mais de uma vez por pouco que não fui atropelado por uma ambulância.
O facto concreto é que muitos condutores de ambulâncias são uns brutos, que parecem interessados em fazer pelo caminho mais uns clientes.
Sobretudo quando circulam no meis das cidades. Não têm em conta que estão num meio habitado, com peões à volta, julgam-se os reis do asfalto.
Lamento o homem que morreu. Mas acho que a GNR fez muito bem.
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Obviamente seguiam a ambulância até ao Hospital e dps esclareciam o que haveria q esclarecer! O comportamento da GNR na provincia é assim, prepotentes, autoritários, ignorantes face à lei. Selecção e formação precisa-se!
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Luís Lavoura, às vezes fico banzado…
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Quando pensamos que já vimos tudo há sempre alguém que nos faz ver que não…
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Mais uma vez a emoção ocupa o lugar da razão.
Primeiro uma ambulância A1 NÃO pode transportar um doente em caso de urgência.
Segundo a demora da paragem segundo outros relatos foi de cinco minutos.
Terceiro, segundo parece o homem morreu hora e meia depois de entrar no Hospital.
Se alguma destas afirmações, tiradas dos jornais, não for verdadeira peço desculpa.
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Fado Alexandrino, baseei-me, como pode ver pelo link, nos jornais.
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Posted by: Daniel Oliveira | setembro 17, 2007 11:14 PM
Naturalmente.
Agora acontece que voltei a dar uma olhadela e confirmei que o óbito foi declarado as 18.28 e a ambulância chegou às 17.30.
E claro facto mais importante e que poucos apontam, a ambulância nunca devia ter feito aquele serviço.
Infelizmente os jornais estão todos a copiar o Correio da Manhã ou, como bem sabe, o sindicato das notícias distribui e todos comem sem qualquer trabalho adicional.
Assim mais vale ler o Destak.
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