Por Daniel Oliveira
Há patriotas que amam tanto a sua Pátria que gostariam de ficar com a Pátria só para eles.
Sem comentários 9 Nov 06 em Sem categoriaHá patriotas que amam tanto a sua Pátria que gostariam de ficar com a Pátria só para eles.
Sem comentários 9 Nov 06 em Sem categoria
Não é nenhuma mentira, nem é nenhuma vergonha o que os cidadãos fizeram [apresentar a queixa], nem sequer o que o ministro disse. A única declaração vergonhosa é a do Tenente-Coronel. O que não abona em nada a de Mário Lino (que à luz da Lei que hoje vigora é crime).
Penso eu de que…
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Os norte – americanos incorrem em crime de traição à pátria se disserem que são americanos?
E Portugal não pertence a uma organização ibero-americana?
Ser-se iberista é tão válido como ser-se europeu ou defender os estados unidos da Europa como faz Mario Soares.
Portugal anexado por Castela é outra coisa. Penso eu de que…
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E pelo caminho que a pátria leva, bem podem ficar com ela!
Será que penso de que…?
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Ich bin eine spaniche…
Com esta ‘elite’ isto é muito penoso.Venham os espanhóis e vivo num pesadelo com estes ‘competentes’…
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Daniel tambem és contra a pátria,da maneira como falas.podéra,és do bloco de esquerda,está tudo dito.
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Mário Lino,ministro da Ota,afirmou há algum tempo o seu iberismo militante,razão que levou agora um grupo de cidadãos
primos da padeira de Aljubarrota a processá-lo,por “castelhanismo” e indecência.
Ficamos assim a saber porquê a pressa do TGV e da ligação a Espanha.São os Miguel de Vasconcelos do Plano Tecnológico.Olé!
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os nossos politicos,infelismente sabem o povo que tem,por isso fasem esses comentários,porque se tivessemos un povo com P grande as coisas mudavam de figura.portugueses,hoje em dia é uma raça em vias de extinção,porque no bilhete de identidade qual quer um é portugues.
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Algures em Madrid, também deve haver gente tacanha que quando encarada com uma proposta iberista, também grunhe:
“quer ser português, que vá para lá”
Eu cá gosto deste sítio, chame-se ele Portugal ou União Ibérica. Ninguém ainda me conseguiu provar que o plano iberista é capaz de melhorar o nosso nível de vida, mas no dia em que o conseguirem fazer de forma convincente, eu junto-me a Mário Lino =)
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Iberismo? Qual iberismo económico ou politico? Se for económico tudo bem nada de problemas já estamos nele quer queiramos quer não.
Quanto ao politico, os partidários da anexação ou união deviam pensar duas vezes, quanto a pertencer a grande Espanha, se dentro dela há quem não queira ser espanhol tem graça nós que somos invejados por eles, por termos batido o pé a grande Espanha ao longo dos séculos e mantido a nossa independência coisa que eles não conseguiram desejamos, alguns, essa união.
Não deixa de ser caricato que já tenhamos tido essa experiência da união ibérica com a união dos dois reinos em uma só coroa e não beneficiamos nada com isso, pelo contrario para fomentar a invencível armada os nossos navios foram incluídos com os espanhóis e devido ao fiasco foi tudo destruído , as nossas possessões no Brasil e em africa começaram a ser cobiçadas e tomadas por ingleses, franceses, holandeses. Só após a independência conseguimos restabelecer a nossa autoridade nesses domínios, e ainda há quem queira um iberismo. Pode ser que devido a modernidade seja bom termos uma espécie de ministro da republica espanhol como no caso da Madeira e Açores a fiscalizar-nos e dar-nos os recados de Madrid.
Só espero que estes iberistas ( sem passado histórico) não tenham um dia que lutar outra vez pela independência.
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“Iberismo? Qual iberismo económico ou politico?”
Por exclusão de partes, será o político.
“os partidários da anexação ou união”
União e anexação são coisas distintas. Ao falarmos de Iberismo, estamos a falar de União.
“tem graça nós que somos invejados por eles, por termos batido o pé a grande Espanha”
No entando eles vivem melhor do que nós, não percebo porque nos haveriam de invejar. Alguns invejam-nos por nós sermos uma Républica, e eu só aceitaria uma União Ibérica se fosse republicana. Se lhes desses isso a escolher, não tenho dúvidas que preferiam a solução iberista, até como forma de atenuar a “hispânização” dos seus territórios.
“Não deixa de ser caricato que já tenhamos tido essa experiência da união ibérica [...]e não beneficiamos nada com isso”
Vais analisar as duas situações na mesma conjuntura??? Estás uns séculos, literalmente, fora dela.
“e ainda há quem queira um iberismo.”
Em democracia, todos temos direito à nossa opinião.
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Anónimo, sou contra a Pátria que estes senhores desejam, sim. Seja ela onde for, tenha o nome que tiver.
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Rouxinol
Não preciso de esclarecimentos de direito constitucional ou filosofia politica quanto a anexação ou união. No passado foi união, no futuro?????
Citação
“Em democracia, todos temos direito à nossa opinião”)
Rouxinol canta para ti, canta, canta, nem que essa opinião signifique destruir a pátria ou nação, escolhe o termo. Agora temos direito sim em democracia de argumentar ao contrario, até vender a banha de cobra, no entanto os países tem legislação de traição a pátria que não é por acaso
http://www.pgdlisboa.pt/pgdl/leis/lei_mostra_articulado.php?nid=120&tabela=leis
Código penal
Artigo 308.º
Traição à pátria
Aquele que, por meio de usurpação ou abuso de funções de soberania:
a) Tentar separar da Mãe-Pátria ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira todo o território português ou parte dele; ou
b) Ofender ou puser em perigo a independência do País;
é punido com pena de prisão de 10 a 20 anos.
Artigo 7.º
Código justiça militar
Alteração ao Código Penal
O artigo 308.º do Código Penal passa a ter a seguinte redacção:
‘Artigo 308.º
Traição à Pátria
Aquele que, por meio de usurpação ou abuso de funções de soberania:
a) Tentar separar da Mãe-Pátria ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira todo o território português ou parte dele; ou
b) Ofender ou puser em perigo a independência do País;
é punido com pena de prisão de 10 a 20 anos.’
O teu conceito de pátria meu caro resume-se a um nível e bem estar económico ou social o que não anda separada uma coisa da outra, tu mesmo o disseste.
Citação
(“Ninguém ainda me conseguiu provar que o plano iberista é capaz de melhorar o nosso nível de vida, mas no dia em que o conseguirem fazer de forma convincente, eu junto-me a Mário Lino =) “)
Não vês mais do que isso, Uma identidade de um povo e uma cultura não vale mais para ti que um bem estar económico. E ingénuo pensas que se fizesses parte da grande Espanha ias melhorar o teu nível económico e de vida só por isso, por pertenceres, por que será que os espanhóis que já lá estão muitos querem sair e querem a sua autonomia para não dizer independência nunca te interrogaste pois não?
Salta a fronteira e já vês isso essa diferença entre os nossos dois povos. quanto aos outros temas históricos que eu foquei pela tua amostra limito- me a
(“Em democracia, todos temos direito à nossa opinião”)
Quanto a pátria é um conceito. Não esta ao serviço de ninguém a apropriação ou deturpação desse conceito, a minha pátria é a mesma desses senhores.
A forma de a manter e servir é que é diferente da desses senhores mas isso é que faz os regimes políticos serem de esquerda, direita, democráticos, ditatoriais. Mas não é isso que põem em causa o conceito de pátria, não é por certas pessoas quererem servir a pátria com um regime diferente que me faz a mim querer pertencer a outra pátria. Para isso luta-se e em democracia luta-se democraticamente com o uso da razão e argumentação
Ponto final
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A maior das maldades que se pode fazer à malta da extrema direita nacionalista e antidemocrática é deixá-los falar. Falem à vontade. O que dizem é o maior trunfo dos democratas. Pura maldade deixá-los falar. E, Daniel Oliveira, você é cruel.
Cumprimentos democráticos.
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“nem que essa opinião signifique destruir a pátria ou nação”
Destruir?!?! Não, quem sabe até construir…apenas mudamos de nome e juntamos duas divisões administrativas numa só.
“no entanto os países tem legislação de traição a pátria que não é por acaso”
Não sei em que situações é que ela se aplica…duvido que ela detenha esse delito de opinião, deve compreender mais o “poder” do que o “querer”. Duvido que a legislação impedisse um projecto iberista votado em democracia directa.
“O teu conceito de pátria meu caro resume-se a um nível e bem estar económico ou social”
Não, eu não quero é que o teu conceito moral de pátria seja impedimento a um melhor nível de vida global. Eu sei precisar o conceito de pátria e até narrar a aventurosa e romanceada valoração que lhe é outorgada pelos novos Sebastianistas, que como tu, a têm dogmatizada nas suas personalidades infantis.
“Uma identidade de um povo e uma cultura não vale mais para ti que um bem estar económico.”
Basicamente era a isto que eu me referia no parágrafo acima.
Posso ser eu a escolher a minha identidade e cultura?? Ou isso também se perde quando este rectângulo muda de nome??
“E ingénuo pensas que se fizesses parte da grande Espanha ias melhorar o teu nível económico”
Então é porque não soubeste ler o que eu escrevi.
“Não esta ao serviço de ninguém a apropriação ou deturpação desse conceito”
Pelos vistos, há quem se saiba usar muito bem desse termo.
“Para isso luta-se e em democracia luta-se democraticamente com o uso da razão e argumentação”
Mas infelizmente, há pessoas e partidos, que buscam termos abstractos que apelam ao sentimento, para assim, preencherem a lacuna da razão e argumentação.
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Rouxinol
Duvida que a legislação impedisse um projecto ibérico?
Há um membro do governo, toma posse e “jura defender e respeitar a Constituição da República Portuguesa”. O respeito pela CRP não é compatível com a alienação venda ou integração noutra da nação
O rouxinol você nem com factos a frente? se eu lhe mostrei a legislação é porque impede de facto, não pode sequer ser votado, nem sequer qualquer tentativa nesse sentido, mas você não conhece a mínima porque a lei faz isso. Mas já agora cito-lhe a lei suprema veja o número três.
Quer você mudar a Lei? Os monárquicos também, a lei não prevê a possibilidade da implantação da monarquia e isso nem alienava o pais quer juntar-se a causa deles?
O que é ridículo é discutir isto e pegar ate na declaração do ministro que como membro responsável devia ter o bom senso do que diz. E ao contrário do que você pensa e diz não pode dizer o que lhe apetece.
Artigo 5.º
(Território)
1. Portugal abrange o território historicamente definido no continente europeu e os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
2. A lei define a extensão e o limite das águas territoriais, a zona económica exclusiva e os direitos de Portugal aos fundos marinhos contíguos.
3. O Estado não aliena qualquer parte do território português ou dos direitos de soberania que sobre ele exerce, sem prejuízo da rectificação de fronteiras.
É tão triste a selecção criteriosa de frases que faz citadas por mim comentando isoladamente essas frases que chega a ser confrangedor o resultado pretendido.
São nulas quaisquer referências concretas ao que quer que seja da sua parte com alguma sustentabilidade para a sua tarefa ideológica do iberismo que eu desisto.
Como sejam a localização da capital de uma Ibéria unida, a estrutura institucional do Estado – Federado ou simples transformação de Portugal em mais uma Região Autónoma ou união e, finalmente, que papel seria em tudo isso o do Rei D Juan Carlos de Bourbon.iria relançar a causa da nossa monarquia.
A ideia de união além de não ser do meu agrado, seria como tudo indica, a realizar-se, uma integração de Portugal na coroa espanhola.
Não há mínimas referências á capacidade ou incapacidade secular demonstrada pelo Poder Administrativo Central espanhol para conviver democraticamente com as nações hegemonizadas por Castela. Um pais que mantém a hegemonia a força. Não obstante, afigura-se-lhes natural que Madrid, repressora da fome de liberdade de bascos e catalães, possa absorver tranquilamente Portugal. Há falta de conhecimentos históricos da vizinha Espanha para não dizer Portugal.sabe porque essas comunidades no passado recente tem motivos de queixa? Já ouviu falar no que o Franco fez nesses comunidades? Já sei a sua argumentação
Em Espanha dizem que só ignorantes, ou atrasados mentais é que desejam uma federação ibérica. Embora esta ideia politica pense que seja algo de perigoso, não deixa de ser uma ideia legítima no campo das ideias políticas.
Há uma tendência de alguns de algumas classes portuguesas que gostam e supõe “conhecer” a cultura vizinha, de apoiar esta ideia. No entanto ao longo da história foram sempre as nossas elites classes com mais poder, que traíram a pátria e foi sempre o povo, a arraia miúda, quem defendeu, se necessário com a vida, a independência nacional.
Sente-se certa tendência portuguesa ultimamente, impressionada pelas taxas de crescimento do PIB no país vizinho, que cita com respeito o “milagre espanhol”. Nem sempre o afirma explicitamente, mas admite que é um factor de peso a favor de uma união com a Espanha. A Espanha passou inclusive a ser um país exportador de capitais, o que suscita a sua admiração
O que não se compreende é que alguém que gostaria de ser espanhol, continue a ser português! Porque não mudar de país e de nacionalidade? Não é um direito que assiste a qualquer cidadão.
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Se tiverem tempo vejam este velho forte que POrtugal vendeu era tão pequeno que ninguém viu durante 100 anos
boa visita ao:
http://www.fortesaojose.com
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