
Para quem gosta de resumir o conflito israelo-palestiniano a um confronto entre valores, vale a pena ler estes testemunhos de soldados isrelitas (aqui e aqui) e olhar com atenção para esta t-shirt usada por muitos jovens militares nos quarteis: uma árabe grávida num alvo com a sugestiva frase “1 shot 2 kills”. Talvez ajude a perceber que a bestialidade não tem cultura, religião ou nacionalidade. Que o que está em jogo não é o bem contra o mal, a civilização contra a barbárie. Há um ocupante e um ocupado. Aí se mede a justiça e a injustiça da situação. De resto, dos dois lados, é a guerra. Com a alarvidade humana de sempre. A ideia da desumanidade ou bondade natural de cada cultura são o que são: puro racismo. Que não resite aos factos.
45 comentários 23 Mar 09 em Sem categoria


E esta t-shirt até nem é das piores… eles tinham lá umas ainda piores…. como a da mira nos miudos com o dizer “mais pequeno, é mais dificil”…. Tudo o que é de extremos mete nojo, é o que é…
Bom resto de tarde a todos…
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Bolas, que agora até fiquei mal-disposta (literal e figurativamente). Que insanidade, Cristo!
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Curiosamente, o desenho na t-shirt é, ele próprio, um excelente alvo… e um tirito na espinha duma alimária que usa uma t-shirt destas vem sempre a calhar.
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Há um ocupante e um ocupado. Aí se mede a justiça e a injustiça da situação????? Fantástico… como reescrever a história num parágrafo.
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Fiquei chocado, uma monstrosidade.
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Nas Cruzadas também era assim: Passar a fio de espada homens, mulheres, crianças e até ovelhas e outros animais domésticos. Para que o inimigo não levantasse a cabeça tão cedo.
Pouco progredimos desde então. Talvez até tenhamos regredido, pois quem morre deixa de sofrer. Hoje morrem muito menos, mas passam a vida com fome e a viver à custa das migalhas que as ONGs por lá deixam.
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«Talvez ajude a perceber que a bestialidade não tem cultura, religião ou nacionalidade»
Tem toda a razão, Daniel, mas no que toca a si são só palavras ocas, a ver pela defesa que amiúde faz de terroristas, de organizações terroristas ou de estados terroristas.
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Sebastião, venha daí uma única citação em que baseie essa acusação.
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Não vou estar agora à procura de citações, mas refiro a sua defesa dos actos do Hamas, a sua defesa da ETA ou dod fundamentalistas islamicos.
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Quando ha dois ou tres dias vi estas t-shirts na net pensei: “Ora aqui esta’ um excelente tema para o Daniel escrever mais um post anti-semita. Vou dar-lhe o link”. Depois esqueci-me… mas ao Daniel nao escapa nada. Nao lhe escapa nada quando se trata de culpar os Israelitas, porque quando e’ ao contrario ve menos que o Lucilio Baptista e o Stevie Wonder.
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Caro simpatizante do PNR, anti-semita porquê?
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Nem de apoio à ETA (pelo contrário), nem ao Hamas. Pode não procurar. Até porque perde o seu tempo. Não encontra. Mas é mais fácil debater atribuindo aos outros o que eles nunca disseram. Assim não custa nada. Decidimos o que dizemos e o que os outros dizem.
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Só se desiludiram os que andavam iludidos…
E se eu andasse com uma t-shirt equiparada, em vez de burca, uma gravida com a cruz de david…
A injustiça é desmedida, por a Europa fora prendem-se revisionistas do holoconto, mas os jovens israelitas podem andar com aquelas camisolas…
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este post é que é de uma alarvidade imensa. Há exemplos, de ambos os lados certamente, em que o desrespeito e ódio pelos outros é expresso de forma bem mais evidente que uma simples t shirt.
Trata-se é de uma pretexto para o Daniel vir fazer a propagandazita do costume. Tome lá os comprimidos para a indignação.
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Concordo quase em absoluto com o que escreveu no post daniel, e acho que muitas vezes é preciso imagens chocantes para que as pessoas saiam do torpor em quem se encontram; como nao existem nações más ou boas (mas umas melhores do que outras para se viver sem duvida) o mesmo se passa com os povos, e tem toda a razao quando afirma que israel é neste caso um ocupante. Meste caso presente, porque historicamente quem começou a espiral de violencia foram os arabes, israel retaliou e anexou territorios, e desde entao é o cenario que vivemos, who´s to blame at the end?
De todos, israel e os seus vizinhos arabes, nenhum deles tem as mãos isentas do sangue de inocentes.
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Mas é mais fácil debater atribuindo aos outros o que eles nunca disseram
Não me quero meter nestes assuntos aos quais ligo pevide.
Estou muito mais preocupado com a possibilidade de algum dos meus filhos ficar desempregado.
Mas penso que era, uma vez que foi desafiado, uma bela altura para dizer urbi et orbi que considera o Hamas uma associação criminosa.
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Caro Daniel:
“Que o que está em jogo não é o bem contra o mal, a civilização contra a barbárie.”
Não posso estar de acordo. Isto é, pura e simplesmente, a apologia da barbárie no seu melhor estilo.
Lino S.
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Caro Lino,
Estar contra o que uns fazem, não é necessariamente apoiar os seus adversários:
Perante a actual situação em na Faixa de Gaza, aqui fica o comentário do presidente da associação Terre et Peuple:
A tragédia de Gaza demonstrou aos ingénuos que se recusavam a admitir que o Estado de Israel é capaz de massacrar friamente mais de um milhar de homens, mulheres e crianças em nome da sua dita segurança, apesar da evidente falta de proporcionalidade de forças presentes. Tudo isto em total impunidade (algo que nenhum outro estado no mundo poderia fazer) pois, graças ao apoio incondicional dos EUA (os de Obama como os de Bush), o Estado de Israel sabe que se pode permitir tudo e mais alguma coisa, ridicularizando aberta e totalmente os protestos-lamentos da ONU e das ONG.
Posto isto, mantemos a posição que sempre foi a nossa: enquanto alguns “nacionalistas” (a sua lista é eloquente) acham que é necessário pôr o keffieh ou a kippa, para se afirmarem uns solidários com o palestinos (por hostilidade a Israel), os outros com os israelitas (por hostilidade aos árabes), nós voltamos a dizer que este combate não é o nosso.
Os europeus não podem ser os supletivos dos loucos de Alá ou dos loucos de Javé.
Comer hallal ou kosher? Não, obrigado. Nós preferimos porco.
Pierre Vial
créditos da: Terra e Povo
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Os defensores do holoconto e do grande capital, poderiam-se defrontar na terra santa, com os partidários de alá, deixavam a Europa aos Europeus, levavam consigo as mesquitas e as sinagogas, senão a próxima guerra será provavelmente aqui no nosso continente , e as t-shirt´s irão ter a cruz de cristo e uma grávida branca e Europeia.
Ps- levem o Louça e a turma do berloque……
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Daniel, eu (e certamente muita gente) devo ter percebido mal. O Daniel afinal não considera o Hamas uma força terrorista?
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A t-shirt evidencia claramente uma falta de moral por partes desses militares israelitas….. mas isto não constitui noviade nenhuma. Sempre houve extremistas em todos os exércitos.
O que dizer dos fanáticos do Hamas que colocam bandeiras nazis nas antenas dos seus prédios, ou que realizam programas de televisão para crianças, nos quais estas são ensinadas a odiar israelitas?
Ah, mas disso o DO já não fala….
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Tão populista… Como se uma t-shirt definisse um dos lados do conflito…
E que tal os programas infantis da TV do Hamas? Ou a condição de ‘ocupado’ é desculpa para toda a barbárie?
E quando é que vamos ler posts sobre outros ocupados? É só escolher: chechenos, tamiles, cipriotas, berberes, maoris, bascos, curdos, corsos, sarauis, azeris, ameríndios, uigures, tibetanos…
É por não meter Israel ao barulho?
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A imagem demonstra uma desumanidade indesmentível e repugnante.
Quem enverga e exibe uma T-“Shit” daquelas deveria ter vergonha e, se não a tem , não deve bater bem do juízo.
Porém, convirá salientar que mais grave que o singular acto de envergar uma T-“Shit” de muito mau gosto é atirar pedras até à morte ou cortar partes do corpo ou enforcar ou decapitar publicamente uma mulher por infidelidade ou adultério , ainda que violada e grávida ou até por outros pequenos delitos, coisa que, infelizmente, acontece numa boa parte nos países muçulmanos onde “autoridades” ou os próprios familiares aplicam a Sharia ou a pretensa justiça divina. Nunca é demais denunciar isso também com imagens reais.
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garante-me que se trata de um soldado isrealita, se fazes favor!
um abraço.
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ou melhor:
caso a fotografia seja mesmo a de um soldado de Israel(duvido)a hierarquia tem conhecimento do seu uso?
não se tratará de mais uma campanha porca?
temos de ter cuidado com os produtos tóxicos.
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Será que o Daniel consegue escrever algo sem soar como um padreco de terceira? A t-shirt fala por si, poupava-se a grandiloquência bimba e de quem espera que lhe dêm um prémio pelos seus ideais
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ó Daniel, será que no outro lado não existe este tipo de humor negro ?
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caro daniel
finalmente alguém fala sobre estas práticas, que nem são recentes, nem resultam de “insubordinações”de soldados, mas que são o resultado das ordens dos chefes e fazem hoje parte da sistemática da máquina de guerra de israel.
só é pena ter-se demorado tanto tempo a mostrar este tipo de imagens…
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Daniel Oliveira apresenta, finalmente, a prova irrefutável de que os Israelitas são do piorio.
Eu tenho uma que diz “I’m a Sex Instructor – First lesson Free”.
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Caro Daniel,
É confrangedor vê-lo utilizar este tipo de argumentário – o do mau exemplo, desgarrado, do lado que lhe interessa denegrir.
Ou sugerirá o Daniel que estas t-shirts são um sucesso de vendas em Israel? Ou, como aqui foi referido, quererá o Daniel comparar isto à passagem, pelo “outro lado”, na TV pública/escolas de propaganda escabrosamente anti-semita?
A primeira é minoritária, a outra é institucionalizada – e essa é a PEQUENA DIFERENÇA!!
É triste e tira-lhe razão – como tal, agradeço-lhe.
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Ah Daniel, seu malandro. Seu apoiante de terroristas, seu anti-semita dum raio. Sempre a arranjar maneira de incomodar os Amigos de Israel.
Então você não sabe que o exército israelita nunca permitiria que um soldado seu envergasse uma t-shirt daquelas? Não sabe que aquilo é tudo gente de bem?
Cá para mim o gajo da foto é você Daniel, só para arranjar um pretexto e chatear os defensores da “civilização ocidental”.
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Possidónio, acho que não percebeu. Esta t-shirt é usada nos quarteis israeiltas.
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Sim, Sebastião, considero o Hamas e o exército israelita organizações terroristas. Pelo menos nos seus métodos.
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Correcção, Daniel: É usada por alguns indivíduos alarves nos quarteis israelitas. Indivíduos alarves que encontramos em todos os exércitos do mundo. Sugerir que anda tudo de t-shirt a fazer a apologia do assassínio de grávidas é uma generalização barata. É uma abordagem populista e maldosa ao conflito do Médio Oriente, com o claro objectivo de desinformar e incitar ódios.
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Quem será o modelo usado nesta campanha?
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Pedro, eu andei na tropa e não podia andar pelo quartel com uma t-shirt qualquer. Mas suponho que nos quarteis israelitas é diferente.
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Foi militar em África na década de 60 do século passado e usava botas e t-shirt não regulamentares no mato. Para que o meu estranho fardamento representa-se o exército português era preciso a aprovação de alguém representativo da instituição.
Isto leva-nos a outra questão.
A representatividade.
Nas sociedades democráticas as manifestações das franjas da sociedade são possíveis. Assim neste blogue já li referências elogiosas a objectores de consciência israelitas e esta referência a este mentecapto que segundo o blogue é israelita e militar. Tanto o objector como o mentecapto representam-se os si mesmos.
Porém uma declaração das autoridades militares desse país, teria um peso diferente. Pondo o caso noutros termos. Se um simpatizante do BE emitir uma opinião (boa ou má), essa opinião só o representa a ele. Se o Dr. Louçã emitir uma opinião (boa ou má) essa opinião obriga todo o BE. Passando por cima o facto de não se conhecerem dissidentes entre os cidadãos sob governos islâmicos do médio-oriente, há uma diferente representatividade entre o desejo expresso pelo Sr. Presidente do Irão ou por um chefe do Hamas de eliminar o Estado de Israel e o mesmo desejo expresso por um qualquer manifestante palestiniano.
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Se o Daniel Oliveira, fomentador de ódios, se desse ao trabalho de se informar um pouco mais, já teria lido que esta t-shirt vestida por alguns energúmenos, foi totalmente proibida pelo IDF, que irá aplicar processos disciplinares a quem as mandou reproduzir.
É uma táctica de propaganda barata pegar numa pequena parte e fazê-la passar pelo todo. É uma táctica vil de quem não tem boa fé.
“A ideia da desumanidade ou bondade natural de cada cultura são o que são: puro racismo. ”
Considero que a cultura que predominava na Europa e em Portugal há alguns séculos atrás era desumana – tratava as mulheres como objectos, homossexuais como doentes, não cristãos como hereges condenados ao inferno, negros como uma raça inferior, pessoas com incapacidades físicas ou mentais como motivo de riso e chacota. Essa cultura dos nossos antepassados choca-me pela sua desumanidade.
Explique-me lá em é que sou racista…
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JEM, leia os links que aqui deixei com depoimentos dos soldados e verá que a t-shirt é tudo menos uma coisa estranha no ambiente que é fomentado nos militares que acturam em Gaza
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Esta idéia do racismo talvez seja um pouco básica para definir a situação. O ser humano pré convencional define-se pela aspiração básica, eucentristica, infantil, o convencional rege-se já por algo mais social, os peers, etnocentrismo, o meu clube, a minha rua, o meu país, o meu partido, etc. Os outros não existem ou quando existem são menorizados em toda a linha, porque onde eu pertenço é que é bom. Como diz e bem, a estupidez é apátrida, mas se verificarmos bem, a maior parte dos que o afirmam, apenas combate convencionalismo com mais do mesmo, é a versão esquerda da mão direita.
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o igualitarismo de esquerda é igual a este seu, aqui no blog, de responder a uns e não a outros?
pergunto.
cumprimentos.
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Isto é nojento, mas ainda há cabecinhas mais nojentas que conseguem vir argumentar.
Cenas destas, de que lado da barricada venham são pura e simplesmente nojentas, não há nada a dizer…
Tenham vergonha e decência.
Interessante,… alguns direitistas, pró-vida e anti-aborto, com posições como as que li.
Faz-lhes mais impressão um aborto, coitadinhos.
Bom, é um pensamento linear, normalmente a direita conservadora tb é defensora da pena de morte. Está tudo dito em termos de coerência.
Irra.
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A escumalha nazi-sionista cujo lema durante os massacres do campo de concentração de Gaza (não houve batalhas, porque não há exército no campo de concentração) era “estamos aqui para os aniquilar, nada de piedade”, dixit Rabi Geral das SS Tsahal, é isso mesmo: ralé cobarde. Só que…
…não se lembram do trabalho que esses crimes vão dar quando os mujahedins de todo o Médio Oriente libertarem Jerusalém: milhares e milhares de criminosos de guerra sionistas a decapitar até os braços não poderem mais…mas eu vou lá ajudá-los…até pago por isso.
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Euroliberal, tem aí uma boa ideia para uma t-shirt.
“Beheading is Mucho Macho”
“Beheading is tiring…but someone’s gotta do it!”
“One knife, so many heads”
“I´d rather be…heading”
Mas eu recomendava-lhe mais uma tipo, “I have stopped taking my medication so I say silly things”
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