Ó Daniel não me diga que foi acompanhar e ajudar o demagogo do Louçã aí pelas portas das fábricas, com uma lupa a ver se descortinava grevistas a quem mendigar votos…
O Louçã é um fura greves que se anda para aí a desunhar por entre os (poucos) piquetes de greve, a espalhar demagogia, e a trabalhar para manter o tacho que tem na Assembleia.
Apesar da Greve á pessoas que optem por trabalhar. Se não conseguem deslocar-se até ao local de trabalho, como foi o meu caso, sempre existe a possibilidade de se ligarem à rede de computadores do emprego e fazerem o mesmo que faziam no local. E assim os números nunca irão bater certo…
nikonman, não obrigo os comentadores a fazer greve comigo. Digamos que a caixa de comentários faz parte dos serviços mínimos. O governo ainda me informou que eu tinha de pôr um post por hora, mas eu não cumpri.
Mendez, uma greve não é uma eleição. Quando os trabalhadores dos transportes fazem greve mostram a sua especial importância. É assim em todo o Mundo democrático. Deve existir serviços mínimos apenas para garantir serviços cuja a ausência pode pôr em causa direitos que estão acima do direito à greve: a segurança e a vida das pessoas. Infelizmente, este governo e demasiadas pessoas acha que os serviços mínimos devem existir para tornar a greve indolor e irrelevante.
Acho indecente. Como se atrevem a declarar GREVE GERAL se não houve consertação entre todas as facções sindicais? E o que é isto de não assegurar serviços mínimos? É para os sindicatos poderem divulgar números mais elevados de “adesão” (ainda que forçada) à greve? Tenham paciência, porque a minha já se esgotou.
A ideia é engraçada mas penso que tem um efeito negativo: os actos e as palavras podem e devem caminhar juntos. Faço greve no meu local de trabalho mas não me imponho mordaças. O meu blog não é o meu trabalho, pelo contrário (cada vez mais), é um espaço de liberdade.
Caro Daniel, quem quer fazer greve tem todo o direito de a fazer. Contudo, não se deve condicionar aqueles que não podem (como é o meu caso) ou que não querem. Outro problema é que mais uma vez Lisboa é que é importante o resto é paisagem… a greve fora da capital é pouco significativa. Quem se lixa são sempre os mesmos.
sei que hoje sofre uma derrota pesada. Não o quero achincalhar ainda mais, mas admito que a sua derrota de hoje foi uma vitória para os portugueses de amanhã!
Abaixo o sindicalismo e o partidarismo parasitário! Viva as leis naturais do mercado!
Aparentemente a greve está a ter impacto.
A mensagem para Sócrates e o governo, mesmo que estes não admitam tê-la ouvido, é clara: os trabalhadores, sindicalizados ou não na CGTP estão cansados e já não acreditam na verdade socrática tal como ela é contada.
Ao governo, finalmente saído do estado de graça, resta contar com uma oposição débil e incapaz para se manter no poder após as próximas legislativas.
A credibilidade e fé em que fosse Sócrates a inverter o marasmo geral do país e do Estado, enquanto estrutura que deve ser produtiva, esgotaram.
Que Sócrates tivesse boas intenções quando foi eleito, até se podia, com um esforço impulsinado pela esperança, poder crer. Mas já acabou. Nem boas intenções, nem capacidade para corrigir o que for.
As intenções já não são disfarcáveis. São iguais às de anteriores governos e Sócrates marcará ainda menos que Cavaco como primeiro-ministro. Provavelmente será apenas Guterres II: inócuo e falador; demagogo e mal acompanhado; rapidamente decadente e desesperançoso para quem ainda vota. Sofre o sistema político e todos nós, os dependentes do Estado pesadíssimo e incapaz de se auto-reformar.
Daniel, é que há aqueles judeus tão rigorosos, tão rigorosos, que, ao sábado, não somente não trabalham, como nem sequer aquecem água para um cafezinho.
E tu és como eles: interpretas a greve de forma tão rigorosa, tão rigorosa, que nem uns postezinhos escreves!
Para quem quiser saber um pouco mais sobre revogações de concessões e licenças televisivas. Lista elaborada pelo “periodico diagonal” de revogações e não renovações de licenças de rádio e televisão. Quem tiver paciência pode ler as 65 páginas e consultar os 236 casos tratados que incluem claro está casos na UE e nos EUA. http://www.rebelion.org/docs/47853.pdf
Há números para todos os gostos.
Os hospitais paralisaram a 100% mandando centenas de infelizes para casa com a notícia de que viessem noutro dia para marcar nova consulta.
E porquê?
Porque os senhores enfermeiros e pessoal da secretaria foram passear, não permitindo aos médicos trabalharem.
Diga-me quem souber quantos cem por cento são estes?
O clássico problema das greves chegou à blogoesfera. Em vez de aproveitarem o dia para discutir, reflectir, clarificar os propósitos da greve em si, encerra-se tudo. É a forma de protesto dizem uns, mas tão válida é uma acção de rua como uma acção online, uma vez que no limite aquilo que importa é esclarecer pessoas, reafirmar convicções.
Por mais nobre que se tente passar, fazer greve num blog, em dia de greve, não é mais que passar o dia numa bela esplanada fazendo nenhum..
Nada fazer é também uma opção. Infelizmente é essa a mensagem que cada mais fica, greve após greve.
DESPACHO Nº 22 237/2005 (2ª SÉRIE) – NOS TERMOS DOS Nº…NOMEIO A LICENCIADA SUSANA ISABEL COSTA DUTRA PARA PRESTAR AO MEU GABINETE ASSESSORIA NA MANUTENÇÃO DOS CONTEÚDOS DA PÁGINA OFICIAL DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, COM EFEITOS A PARTIR DE 10 DE OUTUBRO DE 2005. A PRESENTE NOMEAÇÃO…SENDO ATRIBUÍDA À NOMEADA A REMUNERAÇÃO MENSAL DE 3.254€, ACRESCIDA DE SUBSIDIO DE REFEIÇÃO. À NOMEADA É DEVIDA A REMUNERAÇÃO ACIMA IDENTIFICADA EM DOBRO NOS MESES DE JUNHO E NOVEMBRO.
O MINISTRO DA JUSTIÇA ALBERTO COSTA
Em dia de greve geral pela defesa dos direitos dos trabalhadores, se é verdade que a nomeada é filha do ministro da Justiça, pergunta-se: este ministro não se demite nem é demitido?
Caro Daniel, ontem dei resposta à sua dúvida no post ANTES E DEPOIS, mas parece que a rede do Arrastão é demasiado larga e de vez em quando deixa escapar as respostas e elas não aparecem à tona. Comigo já é a segunda vez que me acontece.
A resposta à sua dúvida era simples e não levantava problemas de maior.
Dizia o Daniel que não foi sobre a Helena Roseta o primeiro post sobre as eleições para a CML. Olhe que foi. Olhe que foi.
O Daniel deu aqui conta em 2 de Maio de que ia haver eleições para a CML de Lisboa. Foi no post PARECE QUE VAI HAVER ELEIÇÕES EM LISBOA.
Se verificar, no dia 11 de Maio, coloca aqui o post CIDADANIA. Inspirado em quê e em quem? Pois claro, em Helena Roseta, os recados desse post eram para Helena Roseta.
O Daniel afirma que não, que não foi a ela que dedicou o primeiro e que áté foi das últimas.
Caro Daniel, os posts estão aí, com as respectivas e conteúdos e todos podem verificar que é assim como eu digo. Podia ser engano meu, mas neste caso não é.
Desculpe meter aqui a resposta, mas o outro post já lá está tanto para baixo e como deve ter a rede rota, vamos lá a ver se aqui não desaparece.
Espero ter esclarecido a sua dúvida na resposta que me deu ontem.
Espero que o patrão capitalista, explorador do proletariado pobre e oprimido que labuta neste blogue entenda a mensagem e lhe dê o aumento que merece. Ou no mínimo que o contrate para efectivo.
E agora,valeu a pena?Ou…organizem-se,e não brinquem!E já agora,porque é que o bloco não apresentou o seu apoio á greve nos telejornais do fim do dia? Brinquem que o futuro será brilhante.Eu já uso óculos de sol.Pena…por esta merda e por esta esquerda.
A última listagem de adesões a greve da CGTP, feita por volta das 17h00, faz um levantamento de 1011 locais de trabalho de todos os sectores de actividade.
Apesar de a intersindical não ter avançado com uma percentagem global, a média aritmética das adesões registadas resulta num adesão média de 82,85 por cento, com base na amostragem de 1011 locais de trabalho.
O levantamento feito mostra adesões muito diferentes de local para local.
Há muitos locais com adesões de cem por cento, nomedamente no sector da hotelaria e restauração (em refeitórios e cantinas), na saúde (onde a greve dos enfermeiros foi de cem por cento em muitos hospitais e centros de saúde de todo o país), em serviços de recolha de lixo e em escolas.
No sector da construção a adesão variou entre os cem por cento e os 25 por cento; no comércio os números variaram entre os cem por cento e os dez por cento; nas indústrias eléctricas variou entre os cem por cento e os 3,33 por cento; e na metalurgia a variação foi entre cem e os 4,44 por cento.
Para Carvalho da Silva os resultados da greve não são contabilizados em números no imediato mas sim em mudanças que acredita que vão ser feitas no futuro.n
Lusa
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«Estes desgraçados transformaram-se no bode expiatório dos que só se lembram deles quando chega a altura de cobrar as medalhas. Dos que esperam por um D. Sebastião de sapatilhas que os tire da fossa.»
A construção deste blogue contou com a colaboração de Paulo Querido e Zé Nuno. O cabeçalho é da autoria de Pedro Vieira.
Para contactar com o autor escreva para danieloliveira.lx arroba gmail ponto com
já lá mora!
Também para o q fazes, não se vai notar muito.
Ó Daniel não me diga que foi acompanhar e ajudar o demagogo do Louçã aí pelas portas das fábricas, com uma lupa a ver se descortinava grevistas a quem mendigar votos…
O Louçã é um fura greves que se anda para aí a desunhar por entre os (poucos) piquetes de greve, a espalhar demagogia, e a trabalhar para manter o tacho que tem na Assembleia.
Que dia feliz!
O Daniel Oliveira é mesmo judeu! É daqueles que, ao sábado, nem sequer aquecem a comida para o jantar…
Lino José, não estou aqui. A aturar demagogos como você. Luís Lavoura, não sei se percebi.
Já agora, devia fechar as caixas de comentários. Para ser uma greve generalizada. Assim dá a ideia de uma meia-greve.
Apesar da Greve á pessoas que optem por trabalhar. Se não conseguem deslocar-se até ao local de trabalho, como foi o meu caso, sempre existe a possibilidade de se ligarem à rede de computadores do emprego e fazerem o mesmo que faziam no local. E assim os números nunca irão bater certo…
nikonman, não obrigo os comentadores a fazer greve comigo. Digamos que a caixa de comentários faz parte dos serviços mínimos. O governo ainda me informou que eu tinha de pôr um post por hora, mas eu não cumpri.
Mendez, uma greve não é uma eleição. Quando os trabalhadores dos transportes fazem greve mostram a sua especial importância. É assim em todo o Mundo democrático. Deve existir serviços mínimos apenas para garantir serviços cuja a ausência pode pôr em causa direitos que estão acima do direito à greve: a segurança e a vida das pessoas. Infelizmente, este governo e demasiadas pessoas acha que os serviços mínimos devem existir para tornar a greve indolor e irrelevante.
Obrigada pelo catrapázio, Daniel. Já está na montra.
Pelo teor dos comentários pode ver-se que a greve é um êxito.
A esmagadora maioria dos cérebros parece ter parado…
Acho indecente. Como se atrevem a declarar GREVE GERAL se não houve consertação entre todas as facções sindicais? E o que é isto de não assegurar serviços mínimos? É para os sindicatos poderem divulgar números mais elevados de “adesão” (ainda que forçada) à greve? Tenham paciência, porque a minha já se esgotou.
A ideia é engraçada mas penso que tem um efeito negativo: os actos e as palavras podem e devem caminhar juntos. Faço greve no meu local de trabalho mas não me imponho mordaças. O meu blog não é o meu trabalho, pelo contrário (cada vez mais), é um espaço de liberdade.
Caro Daniel, quem quer fazer greve tem todo o direito de a fazer. Contudo, não se deve condicionar aqueles que não podem (como é o meu caso) ou que não querem. Outro problema é que mais uma vez Lisboa é que é importante o resto é paisagem… a greve fora da capital é pouco significativa. Quem se lixa são sempre os mesmos.
Daniel,
sei que hoje sofre uma derrota pesada. Não o quero achincalhar ainda mais, mas admito que a sua derrota de hoje foi uma vitória para os portugueses de amanhã!
Abaixo o sindicalismo e o partidarismo parasitário! Viva as leis naturais do mercado!
Palmas,
palmas,
palminhas,
pela acção,
como eu, na escola,
que até quando mais ninguém
faz greve, vaidosa a dobrar,
faço eu!
Aparentemente a greve está a ter impacto.
A mensagem para Sócrates e o governo, mesmo que estes não admitam tê-la ouvido, é clara: os trabalhadores, sindicalizados ou não na CGTP estão cansados e já não acreditam na verdade socrática tal como ela é contada.
Ao governo, finalmente saído do estado de graça, resta contar com uma oposição débil e incapaz para se manter no poder após as próximas legislativas.
A credibilidade e fé em que fosse Sócrates a inverter o marasmo geral do país e do Estado, enquanto estrutura que deve ser produtiva, esgotaram.
Que Sócrates tivesse boas intenções quando foi eleito, até se podia, com um esforço impulsinado pela esperança, poder crer. Mas já acabou. Nem boas intenções, nem capacidade para corrigir o que for.
As intenções já não são disfarcáveis. São iguais às de anteriores governos e Sócrates marcará ainda menos que Cavaco como primeiro-ministro. Provavelmente será apenas Guterres II: inócuo e falador; demagogo e mal acompanhado; rapidamente decadente e desesperançoso para quem ainda vota. Sofre o sistema político e todos nós, os dependentes do Estado pesadíssimo e incapaz de se auto-reformar.
Esta dita “Greve Geral” está a ser um enorme fiasaco. Os Trabalhadores estão a mostrar um CARTÃO VERMELHO aos camaradas Jerónimo e Anacleto.
Daniel, é que há aqueles judeus tão rigorosos, tão rigorosos, que, ao sábado, não somente não trabalham, como nem sequer aquecem água para um cafezinho.
E tu és como eles: interpretas a greve de forma tão rigorosa, tão rigorosa, que nem uns postezinhos escreves!
Para quem quiser saber um pouco mais sobre revogações de concessões e licenças televisivas. Lista elaborada pelo “periodico diagonal” de revogações e não renovações de licenças de rádio e televisão. Quem tiver paciência pode ler as 65 páginas e consultar os 236 casos tratados que incluem claro está casos na UE e nos EUA.
http://www.rebelion.org/docs/47853.pdf
Hoje, para vosso mal, estou de greve! Não faço comentários!
Há números para todos os gostos.
Os hospitais paralisaram a 100% mandando centenas de infelizes para casa com a notícia de que viessem noutro dia para marcar nova consulta.
E porquê?
Porque os senhores enfermeiros e pessoal da secretaria foram passear, não permitindo aos médicos trabalharem.
Diga-me quem souber quantos cem por cento são estes?
http://norteamos.blogspot.com
Daniel, lembre-me lá. A greve é em protesto a quê? Ou é só demagogia?
O clássico problema das greves chegou à blogoesfera. Em vez de aproveitarem o dia para discutir, reflectir, clarificar os propósitos da greve em si, encerra-se tudo. É a forma de protesto dizem uns, mas tão válida é uma acção de rua como uma acção online, uma vez que no limite aquilo que importa é esclarecer pessoas, reafirmar convicções.
Por mais nobre que se tente passar, fazer greve num blog, em dia de greve, não é mais que passar o dia numa bela esplanada fazendo nenhum..
Nada fazer é também uma opção. Infelizmente é essa a mensagem que cada mais fica, greve após greve.
Daniel, fomos muitos a aderir …
abraço,
m.
DESPACHO Nº 22 237/2005 (2ª SÉRIE) – NOS TERMOS DOS Nº…NOMEIO A LICENCIADA SUSANA ISABEL COSTA DUTRA PARA PRESTAR AO MEU GABINETE ASSESSORIA NA MANUTENÇÃO DOS CONTEÚDOS DA PÁGINA OFICIAL DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, COM EFEITOS A PARTIR DE 10 DE OUTUBRO DE 2005. A PRESENTE NOMEAÇÃO…SENDO ATRIBUÍDA À NOMEADA A REMUNERAÇÃO MENSAL DE 3.254€, ACRESCIDA DE SUBSIDIO DE REFEIÇÃO. À NOMEADA É DEVIDA A REMUNERAÇÃO ACIMA IDENTIFICADA EM DOBRO NOS MESES DE JUNHO E NOVEMBRO.
O MINISTRO DA JUSTIÇA ALBERTO COSTA
Em dia de greve geral pela defesa dos direitos dos trabalhadores, se é verdade que a nomeada é filha do ministro da Justiça, pergunta-se: este ministro não se demite nem é demitido?
Lamento. Estas Greves do “Funcionário Público” não me movem as lágrimas.Ao trabalho!
Caro Daniel, ontem dei resposta à sua dúvida no post ANTES E DEPOIS, mas parece que a rede do Arrastão é demasiado larga e de vez em quando deixa escapar as respostas e elas não aparecem à tona. Comigo já é a segunda vez que me acontece.
A resposta à sua dúvida era simples e não levantava problemas de maior.
Dizia o Daniel que não foi sobre a Helena Roseta o primeiro post sobre as eleições para a CML. Olhe que foi. Olhe que foi.
O Daniel deu aqui conta em 2 de Maio de que ia haver eleições para a CML de Lisboa. Foi no post PARECE QUE VAI HAVER ELEIÇÕES EM LISBOA.
Se verificar, no dia 11 de Maio, coloca aqui o post CIDADANIA. Inspirado em quê e em quem? Pois claro, em Helena Roseta, os recados desse post eram para Helena Roseta.
O Daniel afirma que não, que não foi a ela que dedicou o primeiro e que áté foi das últimas.
Caro Daniel, os posts estão aí, com as respectivas e conteúdos e todos podem verificar que é assim como eu digo. Podia ser engano meu, mas neste caso não é.
Desculpe meter aqui a resposta, mas o outro post já lá está tanto para baixo e como deve ter a rede rota, vamos lá a ver se aqui não desaparece.
Espero ter esclarecido a sua dúvida na resposta que me deu ontem.
Espero que o patrão capitalista, explorador do proletariado pobre e oprimido que labuta neste blogue entenda a mensagem e lhe dê o aumento que merece. Ou no mínimo que o contrate para efectivo.
E agora,valeu a pena?Ou…organizem-se,e não brinquem!E já agora,porque é que o bloco não apresentou o seu apoio á greve nos telejornais do fim do dia? Brinquem que o futuro será brilhante.Eu já uso óculos de sol.Pena…por esta merda e por esta esquerda.
Lista da CGTP dá 82,85 por cento de adesão
A última listagem de adesões a greve da CGTP, feita por volta das 17h00, faz um levantamento de 1011 locais de trabalho de todos os sectores de actividade.
Apesar de a intersindical não ter avançado com uma percentagem global, a média aritmética das adesões registadas resulta num adesão média de 82,85 por cento, com base na amostragem de 1011 locais de trabalho.
O levantamento feito mostra adesões muito diferentes de local para local.
Há muitos locais com adesões de cem por cento, nomedamente no sector da hotelaria e restauração (em refeitórios e cantinas), na saúde (onde a greve dos enfermeiros foi de cem por cento em muitos hospitais e centros de saúde de todo o país), em serviços de recolha de lixo e em escolas.
No sector da construção a adesão variou entre os cem por cento e os 25 por cento; no comércio os números variaram entre os cem por cento e os dez por cento; nas indústrias eléctricas variou entre os cem por cento e os 3,33 por cento; e na metalurgia a variação foi entre cem e os 4,44 por cento.
Para Carvalho da Silva os resultados da greve não são contabilizados em números no imediato mas sim em mudanças que acredita que vão ser feitas no futuro.n
Lusa