Mas o triste desta história é que já anda por aí muita malta com medo até de brincar! A minha mãe pede-me quase por favor para não ecrever piadas do género no meu blog.
Mas está tudo maluco? Como diz o Ricardo Araújo Pereira, nasci depois do 25 de Abril, por isso ninguém me cala!
Eu também quero fazer aqui um voto de nunca gracejar a propósito do Excelentíssimo Senhor Dr. Engenheiro José Sócrates nem do seu digníssimo e ilustríssimo séquito.
Quero aderir a este justíssimo propósito do Daniel Oliveira e também fazer voto de nunca faltar ao respeito ao Excelentíssimo Senhor Doutor Engenheiro José Carvalho nem ao seu digníssimo e ilustríssimo séquito.
Neste seu blog aparece aqui um fulano (eu por exemplo) a colocar um post jocoso, fazendo piada com uma sua declaração ou até, como consta, chamando-lhe filho da puta.
Leva isto á laia de simples brincadeiras democráticas ou simplesmente apaga o cartaz ou a piada?
Fadco Alexandrino, acontece que o blogue é meu. O Centro de Saúde não é do ministro. Está a ver a diferença. Ela tem a sua importância para perceber algumas regras da democracia.
a verdade é que é o PS, portanto, os actuais governantes, que melhores exemplos têm dado de tolerância democrática, conhece alguém mais cáustico para o PS e o Governo do que socialistas como António Barreto, Henrique Neto, Medina Carreira, Manuel Alegre e tantos outros. O mesmo pudessem todos os partidos orgulhar-se desta pradaria democrática. Num ápice, todos os que tiveram passados pouco escrupulosos de tolerância democrática, apresentam-se agora como os seus maiores defensores. Lamentável e injusto.
Também eu declaro que nunca usarei da palavra para provocar riso ou crítica a propósito de qualquer personalidade pública num cargo de poder.
A não ser, claro, que se comportem como uns imbecis e atentem contra a liberdade.
Nem da directora. Porquê manter um cartaz jocoso no mesmo. Se fosse propaganda a uma igreja o Daniel indignava-se. Como era apenas uma piada, a liberdade de expressão está a ser atropelada. Demagogia?
Brilhante ideia este seu “post preventivo”. Está cada vez mais perto o dia em que, ao chegar à repartição, em vez de mandarmos uma piada de mau gosto, pedimos “S’abença madrinha” para ouvirmos um seguro “Deus te abençoe, meu filho.” Será o sinal de que continuamos empregados… por não faltarmos ao respeito.
Posted by: Daniel Oliveira | junho 29, 2007 12:21 AM
Não, não estou.
O que estou a ver é que há uma coisa chamada relação institucional que dá direitos e deveres.
Não gosto de viver num país onde um funcionário no local de trabalho pode jocosamente brincar com o seu superior.
Para que conste não voto nem votarei PS.
Humor (sentido de )
Ainda havemos de o ver à venda nas farmácias em unidoses com a recomendação
SE NÃO USAR TODAS ESTAS DOSES – DÊ AOS POBRES, QUE EMPRESTA AO ESPÍRITO SANTO!
Isto é um caso muito sério. Aliás, vários casos. E o tempo que nos faz perder em melindres de donzela, gasta-o este governo à socapa em delitos de (isso mesmo que estais a pensar). Eficaz? E revelador.
Como se aplica o conceito de desobediência civil à gargalhada por ver um “superior hierárquico” perder completamente a compostura, ou seja, a noção do ridículo? Quem não consgeue ver que a melhor maneira de aumentar as anedotas é proibir uma anedota?
Ora aí está: o que se pretende é aumentar desesperadamente a jocosidade nacional, em privado já se vê. À vista, tudo cinzentinho e conformado. Depois contamina e há falta de inovação, criatividade, competitividade? Pois há, lá isso… riscos de privatizar exercícios de inteligência. Paciência! Não se pode ter tudo: para obediência, mesmo na inutilidade, sobretudo na inutilidade, a inteligência só atrapalha.
Mas então Fado Alexandrino, possivelmente resta-lhe CUBA, o ZIMBABUE, a Coreia do Norte, ou a Polonia.
Há muito de resquicios salazarentos, nestas reações do quer posso e mando.
Se Socrates se sentiu insultado, tinha os tribunais para se queixar.
Se Correia de Campos considerou de mau gosto o cartaz, que nós ainda não sabemos o que é, ( mas tendo em conta os constantes dislates do ministro….), mandava retirá-lo ( se houvesse motivo para isso) e pronto.
O grave é, que logo a sguir, vão buscar um vereador PS de Ponte da Barca para o lugar dosponivel, o que cheira demasiado, a uma forma expedita de arranjar mais um tacho para a rapaziada.
Em suma PS e o PSD são farinha do mesmo saco.
Logo que ganham eleições os lugares do aparelho de estado ficam a saque, e não inportam os meios para alcançar os fins.
Mais uma lição para aqueles que defendem maiorias absolutas…
Fado Alexandrino, fique sabendo que eu não gosto de viver num país onde somos obrigados a respeitar cargos políticos! O primeiro ministro e o ministro da saúde são quando muito superiores dos seus filhos, pois quem os pôs lá foi o povo e é o povo que manda neles, chama-se a isso democracia…
Se o senhor quer respeito pelo dirigente de um país quiçá deva mudar-se para uma ditadura, aí sim, como o povo não teve voto (ahaha) na matéria, já podem despedir e prender toda a gente que fizer pouco do governo.
Boa Daniel, hilariante
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Ahahahahahaha!!!
Mas o triste desta história é que já anda por aí muita malta com medo até de brincar! A minha mãe pede-me quase por favor para não ecrever piadas do género no meu blog.
Mas está tudo maluco? Como diz o Ricardo Araújo Pereira, nasci depois do 25 de Abril, por isso ninguém me cala!
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Eu também quero fazer aqui um voto de nunca gracejar a propósito do Excelentíssimo Senhor Dr. Engenheiro José Sócrates nem do seu digníssimo e ilustríssimo séquito.
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Quero aderir a este justíssimo propósito do Daniel Oliveira e também fazer voto de nunca faltar ao respeito ao Excelentíssimo Senhor Doutor Engenheiro José Carvalho nem ao seu digníssimo e ilustríssimo séquito.
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isto é irónico, não é?
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Cuidado, é que este post está um bocado jucoso..
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Deixe-me fazer-lhe uma pergunta muito concreta.
Neste seu blog aparece aqui um fulano (eu por exemplo) a colocar um post jocoso, fazendo piada com uma sua declaração ou até, como consta, chamando-lhe filho da puta.
Leva isto á laia de simples brincadeiras democráticas ou simplesmente apaga o cartaz ou a piada?
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Porquê??? Não me diga que até no seu blog corremos o risco de ser “drenados”?
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Fadco Alexandrino, acontece que o blogue é meu. O Centro de Saúde não é do ministro. Está a ver a diferença. Ela tem a sua importância para perceber algumas regras da democracia.
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a verdade é que é o PS, portanto, os actuais governantes, que melhores exemplos têm dado de tolerância democrática, conhece alguém mais cáustico para o PS e o Governo do que socialistas como António Barreto, Henrique Neto, Medina Carreira, Manuel Alegre e tantos outros. O mesmo pudessem todos os partidos orgulhar-se desta pradaria democrática. Num ápice, todos os que tiveram passados pouco escrupulosos de tolerância democrática, apresentam-se agora como os seus maiores defensores. Lamentável e injusto.
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Também eu declaro que nunca usarei da palavra para provocar riso ou crítica a propósito de qualquer personalidade pública num cargo de poder.
A não ser, claro, que se comportem como uns imbecis e atentem contra a liberdade.
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“O Centro de Saúde não é do ministro.”
Nem da directora. Porquê manter um cartaz jocoso no mesmo. Se fosse propaganda a uma igreja o Daniel indignava-se. Como era apenas uma piada, a liberdade de expressão está a ser atropelada. Demagogia?
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Brilhante ideia este seu “post preventivo”. Está cada vez mais perto o dia em que, ao chegar à repartição, em vez de mandarmos uma piada de mau gosto, pedimos “S’abença madrinha” para ouvirmos um seguro “Deus te abençoe, meu filho.” Será o sinal de que continuamos empregados… por não faltarmos ao respeito.
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Pediria que fosse retirado. Se se demitisse a directora, o que diria o senhor?
Já agora, costumo ver missas a inaugurar e edificios públicos e nunca pedi a demissão de ninguém por isso.
A partidarite consegue o milagre de tudo poder ser defendido por alguém.
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Posted by: Daniel Oliveira | junho 29, 2007 12:21 AM
Não, não estou.
O que estou a ver é que há uma coisa chamada relação institucional que dá direitos e deveres.
Não gosto de viver num país onde um funcionário no local de trabalho pode jocosamente brincar com o seu superior.
Para que conste não voto nem votarei PS.
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Humor (sentido de )
Ainda havemos de o ver à venda nas farmácias em unidoses com a recomendação
SE NÃO USAR TODAS ESTAS DOSES – DÊ AOS POBRES, QUE EMPRESTA AO ESPÍRITO SANTO!
Isto é um caso muito sério. Aliás, vários casos. E o tempo que nos faz perder em melindres de donzela, gasta-o este governo à socapa em delitos de (isso mesmo que estais a pensar). Eficaz? E revelador.
Como se aplica o conceito de desobediência civil à gargalhada por ver um “superior hierárquico” perder completamente a compostura, ou seja, a noção do ridículo? Quem não consgeue ver que a melhor maneira de aumentar as anedotas é proibir uma anedota?
Ora aí está: o que se pretende é aumentar desesperadamente a jocosidade nacional, em privado já se vê. À vista, tudo cinzentinho e conformado. Depois contamina e há falta de inovação, criatividade, competitividade? Pois há, lá isso… riscos de privatizar exercícios de inteligência. Paciência! Não se pode ter tudo: para obediência, mesmo na inutilidade, sobretudo na inutilidade, a inteligência só atrapalha.
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Mas então Fado Alexandrino, possivelmente resta-lhe CUBA, o ZIMBABUE, a Coreia do Norte, ou a Polonia.
Há muito de resquicios salazarentos, nestas reações do quer posso e mando.
Se Socrates se sentiu insultado, tinha os tribunais para se queixar.
Se Correia de Campos considerou de mau gosto o cartaz, que nós ainda não sabemos o que é, ( mas tendo em conta os constantes dislates do ministro….), mandava retirá-lo ( se houvesse motivo para isso) e pronto.
O grave é, que logo a sguir, vão buscar um vereador PS de Ponte da Barca para o lugar dosponivel, o que cheira demasiado, a uma forma expedita de arranjar mais um tacho para a rapaziada.
Em suma PS e o PSD são farinha do mesmo saco.
Logo que ganham eleições os lugares do aparelho de estado ficam a saque, e não inportam os meios para alcançar os fins.
Mais uma lição para aqueles que defendem maiorias absolutas…
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Boa!
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Excelente, Daniel … De todo!
abraço,
M.
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Fado Alexandrino, fique sabendo que eu não gosto de viver num país onde somos obrigados a respeitar cargos políticos! O primeiro ministro e o ministro da saúde são quando muito superiores dos seus filhos, pois quem os pôs lá foi o povo e é o povo que manda neles, chama-se a isso democracia…
Se o senhor quer respeito pelo dirigente de um país quiçá deva mudar-se para uma ditadura, aí sim, como o povo não teve voto (ahaha) na matéria, já podem despedir e prender toda a gente que fizer pouco do governo.
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