Manifesto contra a directiva de retorno:
«Alguns de nossos antepassados, poucos, muitos ou todos, vieram da Europa. O Mundo inteiro recebeu com generosidade os trabalhadores que de lá vieram. Agora, uma nova lei europeia, ditada pela crescente crise económica, castiga como crime o livre movimento das pessoas, que é um direito há muitos anos consagrado pela legislação internacional. Isto nada tem de espantoso, porque os trabalhadores estrangeiros são sempre os bodes-expiatórios, os culpados das crises de um sistema que os usa enquanto necessita e depois os despeja no caixote de lixo! Nada tem de espantoso, mas muito de infame!
O esquecimento, nada inocente, impede que a Europa recorde que não seria Europa sem a mão-de-obra barata vinda de fora e sem as riquezas que o mundo inteiro lhes deu. A Europa não seria Europa sem o genocídio praticado contra os povos indígenas nas Américas e sem a escravidão imposta aos filhos da África, para colocar apenas dois exemplos a esses esquecimentos.. A Europa deveria pedir perdão ao mundo, ou pelo menos agradecer-lhe, em vez de impor por lei a perseguição e o castigo aos trabalhadores migrantes, que ali chegam expulsos pela fome e pelas guerras que os donos do mundo lhes impõem, em seus países de origem.»
Assinado por 90 intelectuais e activistas políticos de 15 países americanos, incluindo Adolfo Pérez Esquivel (Nobel da Paz argentino), Naomi Kleim (jornalista e escritora canadiana), Noam Chomsky (linguista norte-americano), Fernando Lugo (Presidente do Paraguai) e Eduardo Galeano (escritor uruguaio).
Por Daniel Oliveira 23 Jul 08 em Governo, Sem categoria


“o genocídio praticado contra os povos indígenas nas Américas “.
Pelo menos não os comemos. Muitos deles eram canibais. As atrocidades faziam parte das suas vidas. É claro que eles gostavam de matar mas não apreciavam morrer.
Chomsky não é aquele americano judeu que odeia judeus e americanos? Ou ter-me-ei confundido.
Eu não matei ninguém. Em principio poderão desenterrar o trisavô do meu trisavô para lhe perguntarem se ele escravisou alguém, mas primeiro têm de explicar muito bem o porquê de tal safadeza.
“expulsos pela fome e pelas guerras que os donos do mundo lhes impõem”.
Nunca pensei!
Então os governantes desses países não são responsáveis pelos seus actos.
Quando roubam, matam, torturam, esfolam, perseguem, mentem a culpa é do meu vôvô?
Mas se essas pessoas não são responsáveis pelos seus actos não têm condições para governarem esses povos.
Talvez tenha chegado a hora de substituirmos essa gentalha por pessoas que fazem o que a sua vontade manda em vez de matarem e dizerem “a culpa não é minha” - “a culpa é do branco”.
“Noventa intelectuais de quinze países americanos”. Essas pessoas são descendentes dos brancos que escravizaram e mataram os nativos ao serviço das monarquias europeias, e depois da independência, como elites locais, prosseguiram essa tarefa por conta própria.
Como é que eu, descendente de uma família que nunca saiu de Portugal, que não era família reinante, mas vitima dela, devo pedir desculpa, e ainda devo manifestar alegria com o processo de colonização da Europa que está em curso.
A colonização é sempre má. Seja da África, da América ou da Ásia pelos europeus, seja da Europa, por africanos, americanos ou asiáticos.
Bela merda, perdoa-me a expressão. Estas pessoas tinham a oportunidade de fazer um protesto eficiente contra uma directiva que divide os europeus e em vez disso escrevem um panfleto cheio de banalidades pomposas sobre o fardo do homem branco. Quem escreveu isto só queria fazer marcação de território, não queria ajudar alguém.
Caro Daniel,
O que quer dizer “o livre movimento das pessoas, que é um direito há muitos anos consagrado pela legislação internacional”? Já não há fronteiras? eu vou várias vezes a África (palops e não só) e não tinha reparado que havia “livre movimento de pessoas”
“O esquecimento, nada inocente, impede que a Europa recorde que não seria Europa sem a mão-de-obra barata vinda de fora e sem as riquezas que o mundo inteiro lhes deu”
Já agora que se diz que “A Europa não seria Europa sem o genocídio praticado contra os povos indígenas nas Américas e sem a escravidão imposta aos filhos da África, para colocar apenas dois exemplos a esses esquecimentos.. A Europa deveria pedir perdão ao mundo, ou pelo menos agradecer-lhe, em vez de impor por lei a perseguição e o castigo aos trabalhadores migrantes, que ali chegam expulsos pela fome e pelas guerras que os donos do mundo lhes impõem, em seus países de origem” eu EXIGO ser recompensado pelos árabes que roubaram o meu 657ª avô e dos romanos que fizeram o mesmo com o meu 870ª avô, e quero o perdão dos líderes políticos.
E exigo que a dona Eva me compense pelo facto de ter comido a maçã e isto não ser o paraíso.
Caro Daniel,
Já que na chamada de atenção do seu interessante artigo do Expresso não consigo comentar faço-o aqui:
Você tem um “problema” para resolver: há artigos do Expresso (incluindo o editorial) que apontam precisamente no sentido de muitos comentários que você classifica de fascistas e racistas…será que o Expresso é um jornal racista?
Pode o Daniel ficar com os slogas “excluídos”, a culpa dos realojamentos, etc, mas o que é certo é que algumas ideias-chave que se vão alimentando já não colam. É bom que não colem e que possam ser substituídos por algo mais inteligente que a cultura do bom selvagem e dos coitadinhos que você tanto cultiva…só desta forma (utilizando um termo hegeliano) se poderá fazer a síntese expurgando as ideias erradas de inclinação racial para o crime, não lhe parece?
Estas pessoas têm o direito de viver cá, e o dever de cumprir as regras que é suposto regerem a nossa vida. As ideias de expulsão dos imigrantes (como regra) além de criminosas são esquizofrénicas e não exequíveis (não exclui a expulsão de criminosos como fazem a portugueses e outras nacionalidades mundo fora), mas é urgente acabar com o discurso do coitadinho, do excluído (como regra), e da malvadeza da sociedade, dos políticos e dos polícias, que muitas vezes não são mais do que contemporizar com a escória. As associações de imigrantes e descendentes também têm que dar o sinal e afirmar bem alto que sabem dos casos desviantes no seu seio, e afirmarem a sua repulsa a bem do seu nome. Conheço muitos africanos (naturalizados ou não) e este é um debate que se vai fazendo…que se faça sem medos de politicamente incorrectos
Veja-se os links em http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/371008
“É natural: aqueles que ousam criticar as ditas minorias costumam ser rotulados de ‘racistas’ pelas patrulhas do SOS Racismo e demais bugigangas do politicamente correcto. Esta vulgata multiculturalista determina que o racismo é um monopólio do homem branco. O ‘outro’ (os negros, os ciganos, etc.) só pode ser uma vítima do racismo branco. Por isso, os multiculturalistas ficam caladinhos quando surgem factos que comprovam a existência de racismo nas minorias étnicas. E este silêncio revela um pensamento racista. É isso mesmo: o politicamente correcto é um racismo cor-de-rosa. Isto porque os negros e os ciganos são tratados como crianças em ponto grande; crianças que nunca são responsabilizadas pelos seus actos”
Era o que faltava. Os Canadianos e os Americanos se tem problemas de identidade e de racismo generalizado que peçam desculpas a quem quiserem. Além do mais o que é que isso tem a ver com a injustiça desta directiva?
OP: “Pelo menos não os comemos. ”
O senhor esteve lá com o seu avô?
“Chomsky não é aquele americano judeu que odeia judeus e americanos? Ou ter-me-ei confundido.”
A segunda, para não variar.
It is all normal. The level of politics in Europe is clearly oriented to a dangerous drift constitutional principles enshrined in most of our key cards.
The rights are dangerously affected both side of the “foreigners” than “citizens” of europeans.Seem be back just watch what is preparing for the world of work after the meeting of European ministers. It wants to raise the ceiling of hours allowed to 60.It isn’t therefore only an attack on free movement of people but a much more heavy attack on democracy. We are in a climate of pre-fascism reminiscent of the passato. For this is to democratic forces and civilians in attack but not back these measures.
“Assinado por 90 intelectuais e activistas políticos de 15 países americanos, incluindo Adolfo Pérez Esquivel (Nobel da Paz argentino), Naomi Kleim (jornalista e escritora canadiana), Noam Chomsky (linguista norte-americano), Fernando Lugo (Presidente do Paraguai) e Eduardo Galeano (escritor uruguaio).”
E aposto que também é corroborado pelas grandes empresas de construção civil deste país.
Sr. Daniel, se eu colocar 1 colher de açúcar num copo de água e mexer bem, o açúcar dilui-se na água. Se eu colocar 15 colheres de açúcar, por muito que mexa, o açúcar vai-se “aglomerar”, vai-se sedimentar no fundo do copo. Mas se for açúcar, ainda vá que não vá, mas se experimentarmos com areia da praia, então é que não se dilui mesmo.
Nas sociedades passa-se o mesmo: não temos capacidade de absorver e integrar mais do que aquilo que somos capazes, como tal essas diferentes culturas vão-se “sedimentando” no fundo (nos bairros socais). Mas se ao menos todos os imigrantes viessem com o espírito aberto, dispostos a integrar-se na nossa sociedade, como fazem os Ucranianos (e fizeram os meus pais quando emigraram), ainda vá que não vá. O problema é que muitos imigrantes vêm com uma postura inflexível. Aí, por muito que mexamos, vai haver “sedimentos” (não levem isto para um sentido pejorativo). Mais vale recebermos uma ou duas colheres e integrá-las, que 15 colheres e sedimentá-las: é melhor para nós e é melhor para eles (sim, para eles porque muitos v~em numa ilusão fantasiosa).
Ainda ontem, na RTP, vi uma reportagem (”30 minutos”, salvo erro) de uma escola secundária de ucranianos, em Benfica. Foram eles que arrendaram o espaço; é o Estado Ucraniano que envia muitos dos livros; fazem uma gestão rigorosa desses e dos nossos livros; NÃO TÊM AJUDAS DO GOVERNO: os resultados são um espanto, havendo alunos que vieram para cá já no 9º ano e terminaram o 12º com média de 16 e 17. Depois admirei a postura: não se queixavam, não se fechavam e agradeciam ao povo português por os ter recebido (quem viu a reportagem sabe que é verdade)
Por outro lado há associações nalguns bairros (não vou especificar qual) a receber €1000000 anualmente (sim, um milhão de euros). É caso para dizer: “vale a pena lamuriar”; ou “quem não chora não mama”.
Até porque escravatura era coisa que não existia na América do Sul…
Caro Daniel
Se bem é certo que somos fruto do passado também não é menos certo que tenhamos que dele ficar reféns! Com isto não quero dizer que estou incondicionalmente a favor da aplicação da Directiva, mas sim convencido de que algo deverá ser feito, não apenas para nos proteger da Imigração descontrolada mas principalmente para poder dar condições aos Imigrantes que cá estão.
Nota: a verdade é que muitos são os que criticam e poucos os que apresentam alternativas.
Concordo com a causa que está por trás do manifesto: o não à Europa fortaleza e uma maior generosidade e abertura face aos imigrantes.
O tipo de argumento é que é do mais cabotino que se cnsegue arranjar. Dá-me vontade de escrever a América do Sul não seria a América do sem o narcotráfico, a corrupção sistemática dos seus dirigentes e o populismo demagógico que os leva a assinar coisas destas.
Mas quero lá saber de quem subscreve o Manifesto!
A denúncia está lá. E não serve só para a Europa mas para todo o mundo…
Assino por baixo, sem reservas.
Estes comentários parecem saídos de uma jantarada skin.
Então aquele da associação (de “pretos”, supõe-se) que recebe um milhão de euros por ano é soberbo. E o mentiroso ainda tem lata para dizer que não revela o nome da feliz agremiação…
Eu não queria mas tive que me rir.
Um argentino, uma canadiana, um norte-americano, um paraguaio e um uruguaio a ensinarem à Europa como nos devemos comportar.
Até parece colonialismo mas como é apenas a visão de uma esquerda muito intelectual e já agora bastante rica serve apenas como divertimento.
“Pelo menos não os comemos”
… olhe que sim, olhe que sim. Oiça histórias da Guerra Colonial … de “orelhas de preto fritas” etc. … se calhar o seu vôvô não lhe pode contar, mas talvez o seu paizinho se lembre …
Esta exaltação do sentimento de culpa relativamente às responsabilidades históricas da Europa já enjoa e só se justifica com a necessidade que certos sectores da intelectualidade têm de limitar a própria identidade. Agarram-se a estas merdas.
Faz algum sentido vir pedir aos cidadãos europeus do século XXI que se sintam culpados e peçam perdão pelas acções cometidas pelos seus governantes há cem, duzentos e trezentos anos????!!!
(Mando desde já um abraço de desculpas para o rei de Marrocos, e outros que tal, pela Reconquista. Deviamos ter ficado todos quietinhos em Covandonga, comendo fabada asturiana, em vez de vir por aí abaixo esquartejando e violando o gentio muçulmano. Desculpa lá, pá.)
Aliás, esta tendência solene da esquerda-chique assenta numa sobrevalorização do papel da Europa, enquanto continente esclavagista e fonte de atrocidades na História Universal. Folhei-se um livro de história e ver-se-à como esta visão é reducionista e tendenciosa. A História é um rio de sangue. Em qualquer parte. Culpa? Tenha-a quem a sinta.
O perdão só faz sentido se for no momento certo. Caso contrário, corremos o risco de nos metermos em solenidades hipócritas, filantropias de lágrima de crocodilo. Não vou agora também sentir-me culpado pelo facto de os trogloditas de Altamira espancarem as mulheres há 4000 anos.
Pinto: o senhor tem o problema de quem assume a realidade exclusivamente pelos meios de comunicação. Viu a reportagem sobre os ucranianos (muito boa, por sinal), e agora eles são os bons do filme da imigração. Viu várias reportagens/notícias sobre conflitos e problemas entre/sobre africanos e ciganos, e eles são os maus.
Muita gente vê/viu reportagens/notícias sobre máfias de imigração do leste, assaltos praticados pelos mesmos, disturbios causados pelo alcool, e acham que os ucranianos também são os maus da fita. Ainda bem que não viu essas. Ou se viu, ainda bem que não as assumiu como regra geral e única do comportamento dos mesmos - até porque é assim que devem ser assumidas.
O Pinto pelos vistos não sabe as muitas dezenas de projectos com muito êxito, com e sem ajudas do governo, efectuados por e para africanos ou ciganos, com tantos resultados como o que viu na reportagem.
Resta-me esperar que outras reportagens mudem a sua opinião, e o tragam de novo a uma realidade mais mundana. Porém, duvido que por simples reportagens vá lá.
Já agora, diga lá qual a associação de qual bairro (disse mesmo no singular, naõ foi?) que recebe por si só 1 milhão de euros anulamente.
Mas diga mesmo, porque estou por dentro do assunto em questão, e quero desmenti-lo.
Já percebi. Os pretos e os indios não são tão humanos como os portugueses e por isso nós somos responsáveis pelas nossas patifarias mas eles são como os animais domésticos : têm dono (os donos do mundo) e esse dono é que é responsável pelas patifarias dos pretos e índios.
No meio disto tudo só não percebo o papel dos estrangeiros (principalmente americanos e canadianos).
Porque raio é que esses feirantes são postos ao nível dos portugueses?
Sound bite, mais um…trabalho para melhorar o mundo ZERO! Eu acho é que o Louçã tem que pedir desculpa pelas politicas que aprovou e teve parte activa na questão dos refugiados que criaram.
Os feirantes de que o Daniel tanto gosta são gente capaz de ganhar bom dinheiro, mas limitaram-se a herdar o mundo que a tragédia de Alcácer-Quibir nos levou. Gente de olhos azuis para decorar salas posta ao mesmo nível de nós. Engraçado. Salazar e D. João II devem rebolar de raiva no túmulo.
Ai, ai… Eu não quero parecer queixinhas, mas ouvi o Dr. António Barreto dizer “pretos” naquele programa na SICN… Ele não é de esquerda?
A Europa pedir perdão de quê? E a quem? Aos sobas racistas e fascistas (antes de o serem) que escravizavam elementos de tribos mais fracas ou consideradas inferiores e os vendiam ao desbarato aos negreiros portugueses, ingleses e holandeses na costa da Mina? Ou será aos actuais sobas racistas e fascistas de Angola, Zimbabwe, Serra Leoa, Nigéria, Togo, Somália, Sudão, Niger, etc. etc., etc..? A Angola, que 33 anos depois da descolonização continua pobre e miserável por causa, e só por isso, dos 400 anos de dominio português, estamos diariamente a pedir perdão, a apoiar “a obra notável” (Sócrates, sic) do seu governo, a troco de nada ou coisa nenhuma. Perdão? Perdão de quê? É exactamente por causa desta cantilena que se continuam a perpetuar e a alimentar dirigentes absolutamente corruptos, tiranos, déspotas iluminados de opereta, mas bem mais crueis e racistas que os colonos seus antecessores. Um dia, a História fará este julgamento: os 40 e tal anos pós-descolonização foram, infinitamente, mais assassinos, desgraçados, miseráveis, racistas (repito, racistas!!), irrecuperáveis, do que os também desgraçados e racistas 400 anos de colonização. A História o dirá, como sempre. Pobre continente negro, sempre com Mugabes, Santos e Chomskys (com todo o respeito que me merece por outras lutas, não isto) a decidirem o seu destino.
Fora com posições paternalistas e neo-colonialistas como este Manifesto, feito para coitadinhos, para caridadezinha, para perdõeszitos.
VIVA ÁFRICA, VIVA A GRANDE CULTURA NEGRA, VIVA MANDELA!!
Nota: nunca ouvi da boca de Nelson Mandela, um dos maiores Estadistas e Humanistas do nosso tempo, essa necessidade de lhe pedirem perdão (uma espécie de arrependimento e comiseração católica fundamentalista e de resquicios do maoismo). E se a alguém se deveria pedir perdão era precisamente a Mandela e a todos aqueles que a seu lado lutaram contra o sinistro apartheid.
Excepto, obviamente, àqueles que tendo sido vitimas desse regime, parece estarem agora a “chamá-lo” de novo, mas desta vez com a mesma cor de pele…
Não Sr. PP. Não falo pelo que vejo nas reportagens. Falo por experiências próprias. Falo pelo que conheço. Eventualmente conheço mais que o que possa imaginar.
Não Sr PP. Não vou satisfazer os seus ímpetos de curiosidade. Se quiser entender aquilo como uma mentira, entenda. Dizer não o vou dizer. Não nasci ontem.
Das duas uma: ou é um curioso ou (hipótese remota) trabalha nalguma associação e se eu mencionasse a visada, faria um escabeche para eu provar as afirmações. Como não o posso fazer, entenda a minha afirmação da maneira que queira que para mim é igual ao litro. Da minha parte, OFF.
Ora Pois
23 Jul 2008 às 1:58
“o genocídio praticado contra os povos indígenas nas Américas “.
Pelo menos não os comemos. Muitos deles eram canibais. As atrocidades faziam parte das suas vidas. É claro que eles gostavam de matar mas não apreciavam morrer.
Chomsky não é aquele americano judeu que odeia judeus e americanos? Ou ter-me-ei confundido.
Voce deve andar confundido desde o principio do tempo.
Os crimes do passado nunca justificam os crimes do presente.
Caro Daniel,
Parece que estes argumentos foram escritos pelo sr Mugabe…já estou a ver o Danielele no próximo eixo do mal vestido com um t shirt com a cara do dito senhor, que afinal não é racista, apenas está a “fazer contas”com a história que foi tão madrasta.
você passa-se mesmo da marmita, mas ainda bem que está no seu pedestal e não apresenta UM ÚNICO ARGUMENTO…é que a superioridade moral da esquerda tem um preço..
Já agora você ex-comunista e agora trotskista peça lá perdão por todas as “tropelias” feitas em nome de tãos nobre ideiais.
Cada vez mais seu fã
Mouzinho-que-antes-de-escrever-pediu-desculpa-pelo-pecado-de-ser-português-branco-não-votante-do-BE-mas-que-pode-ser-absolvido-se-aceitar-um-refugiado-e-viva-a-superioridade-moral-da-esquerda
Após a leitura de alguns comentários devemos concluir que, sendo a estupidez humana tão redonda como o próprio planeta, qualquer acção reparadora de actos incorrectos sobre outros humanos é injustificada. Se ele é isso tá bem.
Este artigo é uma pérola, não por o seu conteúdo hilariante, mas por conseguir reunir tanta opinião adversa
P.S.: nos tempos k correm, ter um blog de esquerda chamado “arrastão”, é no mínimo, justiça poética, ou como se diz no espaço cibernético “self-owned” lol
p.s.2: tenho uma repulsa visceral por as suas ideias, mas devo admitir, que você consegue atrair para aqui, comentadores brilhantes
Pinto: Mais do que os meus ímpetos de curiosidade, é a sua falta de integridade.
Se não consegue dizer tudo de sua justiça anonimamente num blog, nunca o dirá peremptoriamente em lado algum.
Nunca o entendi como estando ON.
Já agora: o soba da Guiné Equatorial que por aí anda (está impedido de entrar na maioria dos países europeus) a mendigar um lugar na CPLP (??), pertence a uma etnia (não tem mal dizer etnia, pois não?) minoritária naquele país ou nação, os Bafaluntas, mas que foi históricamente sempre dominante e dominadora (estou a falar há mais de mil anos, basta ler…) e esclavagista. Provavelmente este soba descende de algum dos muitos traficantes africanos que negociavam os seus escravos com os negreiros brancos. Ainda hoje soube que na Guiné Equatorial, para além de ser mais um dos campeões do terror, da tirania, do racismo e da miséria absoluta para as populações (sobretudo para as de etnia diferente do seu presidente), não existe um cinema, teatro, um jornal, internet, rádioe o único canal de televisão (estatal) é apenas um meio de propaganda e opressão. O tal soba vive com rendimentos três vezes superiores aos do total de toda a população que governa! É a “esta gente” que eu tenho que pedir perdão?
Vamos ser sérios: foi por causa das merdices dos “achamentos” e destes “perdões” que grandes historiadores como Vitorino Magalhães Godinho foram completamente silenciados.
O que Beato Oliveira quer dizer é que antes do branco colonizar África, nada existia, não havia nem mal nem bem, não existiam modelos de relações sociais, não existia cultura, era o bom selvagem no seu estado mais puro! Pensar assim é o quê? Colonialismo no seu estado mais puro? É pouco! “Fascismo de palavras” ? É pouco. Patetice absoluta? Talvez mais por aí. Ignorância e preconceitos ideológicos? Isso, de certeza.
Só mais um exemplo: no genocidio entre Tutsis e Hutus, ficou bem claro e foi bem explicado pela História que se tratava de uma guerra e um ódio ancestral (com testemunhos de mais de mil anos). Também foi a colonização a responsável por isto?
Beato Daniel: quem “inventou” o racismo e a escravatura não foi, pode estar certo, a Europa, não é um exclusivo nosso. Na China milenar sempre existiram, nas grandes civilizações do Ganges (ainda existem…), no Egipto de há 3.000 anos, nas civilizações pré colombianas, em toda a África, no Borneo, nos aborigenes da Austrália, e por aín fora. E colonialismo? Bomk, então aí a lista não acaba mais. É assim aHistória, não podemos contraliá-la, concordemos ou não com ela. Tudo o resto é beatice, trotsequice caduca e o mais que se aprouver.
Boa tarde.
Daniel Oliveira porque não usa da sua autoridade de autor e moderador do blog e pura e simplesmente rejeita alguns comentários que são aqui colocados?
“colonização da Europa” é tão, mas tão “nazi das facadas”…
“p.s.2: tenho uma repulsa visceral por as suas ideias, mas devo admitir, que você consegue atrair para aqui, comentadores brilhantes” é verdade, pelo menos os comentadores são mais democratas e apresentam melhores argumentos que o Danielele que quando se acabam os argumentos (logo ao início) grita “fascistas” e neo-qualquer-coisa-pode-ser-que-pegue e diz que não se brinca que o recreio é dele.
argumentos nem vê-los…só as frases batidas da cartilha
Já aqui o referi (e nada me move pessoalmente contra Daniel Oliveira, fique bem claro) que sempre combati a chamada “voz única” ou as opiniões “totalitárias”. O Daniel tem o espaço que tem e que quer na SIC e no Expresso para dizer o que pensa, para disparar sobre quem entende e para criticar tudo e todos e eu julgo ter o direito em pensar, às vezes, ao contrário. Pensei então, erradamente, que este blogue seria uma abertura (uma caridadezita deste “opinionmaker” bem português) ao debate e ao diálogo. Acontece que o Daniel continua a mandar tiros para o ar mas não vai à luta, não vai ao debate, a não ser com aqueles que ele entende serem iguais, isto é, pensarem exactamente o mesmo ou que lhe dão loas. Enfim, são “éticas” e comportamentos próprios deste tempo. Para isto, não era necessário qualquer blogue: o “unicidade” da sua voz bastava-se no Expresso e na SIC, ainda por cima bem remunerada para criticar os outros. Como sempre neste país maravilhoso, o critico não aceita a critica, o que foi dito pelo crtico é logo transformado em verdade absoluta e em dogma definitivo. Malditos 450 anos de coisas…
“Daniel Oliveira porque não usa da sua autoridade de autor e moderador do blog e pura e simplesmente rejeita alguns comentários que são aqui colocados?”
“Usar da autoridade”, “Pura e simplesmente rejeitar comentários”.
Já cá faltava o censor de serviço! São “nazis das facadas” quem não alinha pela cartilha! A opinião diferente incomoda-o!