Por Daniel Oliveira
No inquérito sobre qual a melhor forma de combater e prevenir crises financeira, 76% dos leitores defenderam maior regulação dos mercados financeiros, 14% menor regulação dos mercados financeiros e 10% consideram que se deve deixar tudo como está.
Agora deixemos as frivolidades e vamos a assuntos mais importantes para a humanidade: Quem deve beneficiar de uma habitação municipal em Lisboa? É ir votar.
7 comentários 29 Set 08 em Sem categoria



basta dar uma vista de olhos aos preços das casas em lisboa, principalmente nos lugares mais desertificados, fora das horas de expediente, para ver que é uma grande comédia… de mau gosto…
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È tudo uma vergonha!..
Estava a ver na RTP 1(mudei entretanto de canal) o debate moderado pela Fátima campos Ferreira sobre o divórcio!..
O que ali vai é uma peixeirada entre as duas bancadas histéricas, que não dá para ver, e que me envergonha enquanto mulher, porque elas de facto não sabem estar à altura da discussão!!..
Aliás, nem sei porque carga de água, algumas “aves” ali foram…
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Os que precisam ! Jovens em ínicio de carreira,casais com emprego na cidade, cientistas e artistas,escritores e pintores que dêm visibilidade á cidade. Agora para amigos, gajos dos copos e de gajas,porra é uma indecência!
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Um gajo que tambem precisa é o José Bastos, director da CML,pois não sabe se se vai divorciar e, pelo sim pelo não, é melhor ter uma casinha catita da CML,guardadinha! OH! José Bastos porque é que não mete lá já a rapariga que só está à espera do divórcio? tem casa e não tem namorada? Porra, o pessoal que labuta tem namoradas mas falta sempre a casa.Você é de cá?
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Daniel Oliveira,
li, a propósito do seu post de há alguns dias atrás, as teses do congresso do PCP e considero, sem ambiguidades, que as citações que delas fez não correspondem de modo algum a distorções de sentido do que lá escrito. Dito isto, a minha pergunta é a seguinte: tirando a leitura revisionista do processo de desagregação do campo socialista de Leste (que, de resto, pouca interesse tem para a discussão política de hoje), a posição global em relação à União Europeia, a defesa (ainda que mitigada) de regimes como os da China, Coreia do Norte e Cuba, algum sectarismo, a retórica e, obviamente, a análise que é feita à intervenção, definição e espaço políticos e ideológicos do Bloco de Esquerda, não subscreveria o Daniel Oliveira aquelas mesmas teses, se não integralmente, pelo menos na sua maior e parte mais essencial? O próprio BE, enquanto organização partidária, não poderia subscrever aquelas teses?
A pergunta parece-me importante e poderia ser feita no sentido contrario (ou seja, ao PCP, desafiando-o ao mesmo exercício de análise de simetria de posições). Julgo que a sua resposta poderia ser importante, não obiamente neste contexto específico mas num mais abrangente e que envolvesse as respectivas direcções partidárias, também na tentativa de descerrar de vez esta cortina insuportável de retórica e mútua caricaturização que encena diferenças que, no essencial, não são significativas e que, no limite destrói qualquer possibilidade de discussão política séria na esquerda, e se constitui como o sintoma mais evidente de um discurso que, infelizmente, se vai deixando capturar na sua própria cripta ideológica, que fantasia uma resistência ao capitalismo e ao imperialismo (que não é, de todo, real) e se demitiu da obrigação ou é incapaz de produzir um discurso verdadeiramente crítico acerca de si próprio e da realidade, apesar da justiça de objectivos e propósitos que constituem os seus pressupostos.
Pedindo-lhe desculpa pelo comentário muito longo e pelo facto de estar a intervir no âmbito de um post que não tem a ver com o comentário, apresento-lhe os meus cumprimentos.
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Neste inquérito, falta a hipótese “Associações da Igreja Católica, Apostólica Romana, sobretudo aquelas que contam nos seus quadros com a Vereadora da Habitação”
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No meio disto tudo, onde está o Zé?
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