No inquérito sobre qual a melhor forma de combater e prevenir crises financeira, 76% dos leitores defenderam maior regulação dos mercados financeiros, 14% menor regulação dos mercados financeiros e 10% consideram que se deve deixar tudo como está.

Agora deixemos as frivolidades e vamos a assuntos mais importantes para a humanidade: Quem deve beneficiar de uma habitação municipal em Lisboa? É ir votar.


7 respostas ao post “Inquéritos: a crise financeira e a abundância de casas”  

  1. 1 1  indie

    basta dar uma vista de olhos aos preços das casas em lisboa, principalmente nos lugares mais desertificados, fora das horas de expediente, para ver que é uma grande comédia… de mau gosto…

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  2. 2 2  rosinha dos limões

    È tudo uma vergonha!..
    Estava a ver na RTP 1(mudei entretanto de canal) o debate moderado pela Fátima campos Ferreira sobre o divórcio!..
    O que ali vai é uma peixeirada entre as duas bancadas histéricas, que não dá para ver, e que me envergonha enquanto mulher, porque elas de facto não sabem estar à altura da discussão!!..
    Aliás, nem sei porque carga de água, algumas “aves” ali foram…

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  3. 3 3  Luis Moreira

    Os que precisam ! Jovens em ínicio de carreira,casais com emprego na cidade, cientistas e artistas,escritores e pintores que dêm visibilidade á cidade. Agora para amigos, gajos dos copos e de gajas,porra é uma indecência!

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  4. 4 4  Luis Moreira

    Um gajo que tambem precisa é o José Bastos, director da CML,pois não sabe se se vai divorciar e, pelo sim pelo não, é melhor ter uma casinha catita da CML,guardadinha! OH! José Bastos porque é que não mete lá já a rapariga que só está à espera do divórcio? tem casa e não tem namorada? Porra, o pessoal que labuta tem namoradas mas falta sempre a casa.Você é de cá?

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  5. 5 5  manuel j. neto

    Daniel Oliveira,

    li, a propósito do seu post de há alguns dias atrás, as teses do congresso do PCP e considero, sem ambiguidades, que as citações que delas fez não correspondem de modo algum a distorções de sentido do que lá escrito. Dito isto, a minha pergunta é a seguinte: tirando a leitura revisionista do processo de desagregação do campo socialista de Leste (que, de resto, pouca interesse tem para a discussão política de hoje), a posição global em relação à União Europeia, a defesa (ainda que mitigada) de regimes como os da China, Coreia do Norte e Cuba, algum sectarismo, a retórica e, obviamente, a análise que é feita à intervenção, definição e espaço políticos e ideológicos do Bloco de Esquerda, não subscreveria o Daniel Oliveira aquelas mesmas teses, se não integralmente, pelo menos na sua maior e parte mais essencial? O próprio BE, enquanto organização partidária, não poderia subscrever aquelas teses?
    A pergunta parece-me importante e poderia ser feita no sentido contrario (ou seja, ao PCP, desafiando-o ao mesmo exercício de análise de simetria de posições). Julgo que a sua resposta poderia ser importante, não obiamente neste contexto específico mas num mais abrangente e que envolvesse as respectivas direcções partidárias, também na tentativa de descerrar de vez esta cortina insuportável de retórica e mútua caricaturização que encena diferenças que, no essencial, não são significativas e que, no limite destrói qualquer possibilidade de discussão política séria na esquerda, e se constitui como o sintoma mais evidente de um discurso que, infelizmente, se vai deixando capturar na sua própria cripta ideológica, que fantasia uma resistência ao capitalismo e ao imperialismo (que não é, de todo, real) e se demitiu da obrigação ou é incapaz de produzir um discurso verdadeiramente crítico acerca de si próprio e da realidade, apesar da justiça de objectivos e propósitos que constituem os seus pressupostos.

    Pedindo-lhe desculpa pelo comentário muito longo e pelo facto de estar a intervir no âmbito de um post que não tem a ver com o comentário, apresento-lhe os meus cumprimentos.

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  6. 6 6  pertinente

    Neste inquérito, falta a hipótese “Associações da Igreja Católica, Apostólica Romana, sobretudo aquelas que contam nos seus quadros com a Vereadora da Habitação”

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  7. 7 7  António

    No meio disto tudo, onde está o Zé?

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