Por Daniel Oliveira
Acho bem que os movimentos tenham tempo para recolher assinaturas e que os partidos tenham tempo para, se assim o entenderem, se coligarem. Mas espero que as eleições não sejam no final de Julho. Apesar de tudo, gostaria de votar e gostaria que os vereadores fossem escolhidos pela maioria dos lisboetas. A solução apresentada por Sá Fernandes, que dava até dia 28 de Maio para entregar as listas e até dia 22 para fazer as coligações, mantendo as eleições a 1 de Julho, parecia-me mais razoável que o adiamento ou que a solução anterior. Garantiam-se as listas e, já agora, os eleitores.
Sem comentários 18 Mai 07 em Sem categoria



Leio com frequência os seus posts e tenho (pelo menos para já) o seu blog em boa consideração. Apesar de discordar de si muitas vezes vejo-me volta e meia, forçado a concordar consigo. O que eu nunca esperei foi ver o Arrastão como folhetim do Bloco e do novo “menino prodigio” Sá Fernades. É que nem um nem outro são os salvadores de Lisboa, muito menos da Pátria. Era tão melhor quando as suas opiniões eram “independentes”.
Quanto ao post em si, o link que coloca diz tudo “(…) a data de 1 de Julho (…), não permitia o cumprimento integral da Lei Eleitoral das Autarquias”. E pode sempre ir votar. A decisão de prescindir ou não de um dia de férias (ou que quer que planeie fazer na data marcada) é toda sua… o mesmo se aplicando a todos os Lisboetas.
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como cidadã do distrito de Lisboa, e fiel adepta do partido da terra, acho que o melhor é que os partidos se entendam, dialoguem, encontrem um rumo, e que essencialmente respeitem as expectativas de todos os cidadãos; sendo que pelo menos parece evidente que o PSD e o CDS não foram capazes de encontrar um entendimento quanto à transparente gestão da autarquia. De resto, acho que os trabalhadores lisboetas precisam de estabilidade, para fazerem aquilo que mais gostam e que, essencialmente, é trabalhar. Acrescenta-se que os trabalhadores do distrito estarão sempre em boa altura de pedir a factura que lhes assiste, sobretudo se são recém-contratados e se estão habituados a trabalhar a recibo verde.
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Há leis a cumprir.Não podemos estar sempre a pôr as coisas a jeito.
Quanto tempo se arrastou a crise na CML?Alguem se preocupou com os prazos?
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Miguel Miranda, tenho dois bilhetes de avião comprados (sem possibilidade de troca) e hóteis marcados numa cidade onde já não há uma única vaga. Não é um dia de férias que perco, são as férias todas.
Há imensa gente que tem de marcar férias com antecedência.
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Então, o meu amigo tinha bilhetes comprados para ir de férias para o estrangeiro , para o bem bom?
enquanto muilhares e mihares de portugueses não o podem fazer? então, não vá!
bem feito, “os ricos que paguem a crise”, como dizia o Sr Xico Losã há uns anitos atrás.
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Com jeitinho as eleições irão ser adiadas tanto que lhe vai dar tempo para ir… e voltar. E desejo-lhe desde já, umas boas e descontraídas férias.
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Governadora civil de Lisboa marca nova data das intercalares para 15 de Julho
19.05.2007 – 09h04 Lusa
A governadora civil de Lisboa, Adelaide Rocha, marcou ontem à noite uma nova data para as eleições intercalares para a Câmara Municipal da capital portuguesa: 15 de Julho.
As eleições intercalares foram inicialmente marcadas para 1 de Julho. Sobre esta data foram ouvidos os representantes do PSD, PS, PCP. BE, CDS e PEV, “que maioritariamente por ela mostraram preferência, dada a necessidade de garantir uma maior participação eleitoral, tendo mesmo sido sugerida por um deles uma data anterior – 24 de Junho”.
No entanto, o Tribunal Constitucional (TC) considerou que aquela marcação inviabilizava “o direito à formação de coligações de partidos”, o que obrigava à escolha de uma nova data, “escolhida de forma a assegurar o exercício efectivo dos direitos, liberdades e garantias de participação política, ainda que tal justifique a desconsideração do prazo fixado no n.º 1 do artigo 22.º da Lei Eleitoral para as Autarquias Locais”.
Tendo em conta a deliberação do TC, Adelaide Rocha marcou as eleições intercales em Lisboa para 15 de Julho.
Listas entregues até 4 de Junho e coligações até 28 de Maio
Depois deste adiamento, o prazo para a entrega das listas de candidatos à Câmara de Lisboa termina a 4 de Junho e as coligações podem registar-se até 28 de Maio.
Com a nova data das eleições, e tendo em conta a lei eleitoral para as autarquias locais, o período de campanha eleitoral – encurtado de 12 para oito dias por serem intercalares – é agora de 6 a 13 de Julho.
O novo prazo para a formação de coligações é agora alargado até 28 de Maio, ou seja, até ao 48º dia antes das eleições, como estipula a lei eleitoral.
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O Oliveira só tem a agradecer ao Sá Fernandes (e à candidata por quem ele assinou) ter-lhe estragado as férias
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O Oliveira só tem a agradecer ao Sá Fernandes (e à candidata por quem ele assinou) ter-lhe estragado as férias
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A data de 15 de Julho é uma má data, a Camara está há muito ttempo paralisada , pela desgraçada incompetência dos eleitos do PSD, e quanto mais se adiar uma solução, pior, aliás porque não a data de 8 de Julho….
Pode ser que do ponto de vista formal, todos os pressupostos não tenham sido cumpridos pela governadora civil, mas o problema das férias e de um possivel aumento da abstenção, não é nada util para a democracia, e para a representatividade dos proximos eleitos.
Quanto ao Sá Fernandes cumpriu, e por isso é dos poucos vereadores que parte para esta campanha de cara levantada, podendo abertamente dizer aos eleitores estou aqui de novo, já me conhecem , comigo os interesses estabelecidos não terão a vida facilitada.
Os restantes não podem dizer o mesmo ( resalvo a Maria José Nogueira Pinto, tudo nos separa, mas era a par do Sá Fernandes a única que mostrou ter ideias para a cidade)
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As eleições são quando tiverem que ser. Podem ser em Agosto, não há problema. As pessoas tiram férias quando querem, podem tirá-las em Agosto ou não as tirar, e votam ou não votam. A abstenção será sempre, de qualquer forma, muito elevada. O país não pode parar lá porque muita gente gosta de tirar férias numa determinada época do ano. As pessoas são livres de marcar as suas férias para quando quiserem, mas o país não pode fechar para férias.
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Caro Daniel, não estará o PS interessado na Coligação Roseta/Sá Fernandes, já que a Bastonária recusou o convite de última hora de António Costa? 2 numa lista deve ser menos penoso que em listas separadas… deverão absorver menos eleitores ao potencial eleitorado “socialista”…
Só uma deixa: sou espectador assíduo do Eixo do Mal, mas devo dizer que o programa peca pela ausência de um comentador nortenho. Num dos últimos programas fiquei com uma tristeza que, fora a excelência dos comentadores, é infelizmente a imagem de país lisbonizado…
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Estava bonita a festa,pá!a apresentação da candidatura de Jose Sá Fernandes estava muito chique,muito high society,muito monárquica até e com apoiantes da ex-candidatura presidencial soarista.O BE é mesmo convergente!
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“os ricos que paguem a crise”, antes de ir de férias, se o senhor deixar, claro, fica uma lição: essa frase é da UDP e Louçã nunca foi da UDP. Esta foi de borla.
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