O presidente do Parlamento britânico, Michael Martin, disse hoje que se vai demitir a 21 de Junho, depois de o seu desempenho ter sido posto em causa devido ao escândalo de apresentação indevida de despesas por vários deputados. Aqui, o pedido de desculpas, a exigência de demissão e a demissão. É a primeira vez em mais de 300 anos que um presidente da Câmara dos Comuns apresenta a sua demissão, segundo a BBC. Em causa está um escândalo divulgado pelo diário britânico “Daily Telegraph” segundo o qual pelo menos 18 membros do Parlamento apresentaram despesas indevidas, por exemplo relacionadas com obras de renovação em casa, trabalhos de jardinagem ou decoração de interiores. Agora Martin tem sido acusado de se opor a uma maior transparência relacionada com as despesas dos deputados.




Daniel,
Em cada 10 casos em Portugal há 1 que se demita? Tenho a sensação que o sentimento de posse do poder domina: seja da junta do fim do mundo ao PR.
Uma sugestão para os amantes da arte cá do sítio: está ai a correr uma colecta para ajudarmos ao próximo cartaz do PSD para ver se aquilo melhora um bocadinho. Eu dei o meu contributo, porventura demasiado vanguardista: é que aquilo é uma imagem após as eleições e não sei se eles a quererão divulgar…já. Mas se quiser inspiração:
http://tinyurl.com/q3qecn
Abraço,
Carlos
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Que desonestos estes deputados inglêses!…
Apresentação indevida de despesas…onde é que já se viu uma coisa destas?…
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Acho q além de se demitir, ele deveria ainda, como ultima entidade de garante da ética dos deputados, pagar as despesas pelas quais se demitiu! Claro q aqui em Portugal, o país onde os políticos “enrabam” o povo todos os dias e a toda a hora aquando do caso provado das viagens dos deputados o presidente da assembleia da republica deveria ter feito o mesmo, ou seja, demitir-se! e já q os exmo.s sr.s deputados nao o fizeram-a devolução do nosso dinheiro- deveria ter sido o presidente da AR a ter pago os passeios à nossa pala dos deputados sem ética e consciencia!
, so aqui em Portugal mesmo…
, enfim! nós por vezes nem parecemos um país europeu…pelos exemplos dos políticos e instituições, mais parecemos uma reles ditadura moderna das américas lá do sul…enfim…no comments!
E já agora adapto o meu exemplo ao Banco de Portugal q deveria ter super-visionado a anarquia do BPP e do sr. oliveira…e agora? agora! agora o buraco sobra para o mexilhão…pois claro…paga Zé Povinho, qd na minha óptica,quem devia pagar era a entidade q o devia ter regulado!o Banco Portugal ou o Sr Constancio q sempre criticou tudo e todos e afinal ele proprio é um bluf, uma vez q demonstrou nao ter qq capacidade ou competencia para ocupar o cargo q ainda ocupa!
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Pensando bem, a Inglaterra é um país louvável. Integra as suas comunidades, e os paquistaneses já são um grupo maioritário em muitas zonas…digo isto depois de ter passado pela entrevista de Nuno Melo hoje ao Público em que se diz NÃO! à Turquia “porque a europa tem uma matriz judaico cristã”. Nem o Vaticano assinaria esta frase. (http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/05/intolerancia-radical-de-nuno-melo.html)
Abraço,
Carlos Santos
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A Câmara dos comuns tem à frente um marciano? Ele há coisas!…
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Eu acho que as pessoas ainda não perceberam muito bem o alcance disto.
Este sr. não se governava ! Deixava os outros governarem-se, fechando mais ou menos os olhos.
E vai-se demitir.
Em Portugal todos se governam, e e ninguem, mas mesmo ninguem se demite.
Se isto fosse em Portugal nem sequer era noticia.
Ou alguem ainda se lembra das viagens dos deputados ? Alguem se demitiu?
Não somos do 3º mundo, somos do 6º ou 7º.
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Tal e qual como em Portugal
)
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Duas perspectivas sobre este caso:
1) É comum dizer-se que “isto não acontecia no resto da Europa”, em especial no Norte da Europa. Acontece, e lá se vai o mito da superioridade inata de um pseudo-germanismo “ordeiro” que muitos gostam de usar como suposto modelo.
2) Em sentido contrário, o facto de ter havido demissão é louvável. Por cá, é o que se sabe.
Sobre outro assunto…
Pensando bem, a Inglaterra é um país louvável. Integra as suas comunidades, e os paquistaneses já são um grupo maioritário em muitas zonas…
Louvável, sem dúvida. Assim é que deve ser, país onde a população nativa seja maioria é coisa abjecta e nojenta porque sim. Ainda assim acho que há zonas onde ainda existem ingleses, o que é algo de chocante e como li aqui “provinciano”. Mas é uma questão de dar tempo á coisa e em breve teremos em Londres toda a pujança de Islamabad, como deve ser.
digo isto depois de ter passado pela entrevista de Nuno Melo hoje ao Público em que se diz NÃO! à Turquia
E diz bem.
“porque a europa tem uma matriz judaico cristã”. Nem o Vaticano assinaria esta frase.
Tem razão, não assinaria. Dependendo de quem estamos a falar por razões diferentes:
1) Porque o Vaticano actual parece estar mais interessado na cartilha multicultural do que propriamente na fé dos Europeus.
2) Porque a Igreja Católica não deveria usar a expressão “judaico-cristão”, fruto do pensamento judaizante do Protestantismo que aparentemente alguns usam sem saber do que falam.
Mas, sinceramente, até para este tópico tem que vir a conversa do multiculturalismo?
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destaque para o vosso blog na revista “domingo”
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Esta é a diferença entre a democracia que se apregoa e a oligarquia em que se tornou os vários poderes Europeus.
Mas depois se a abstenção ultrapassar os 50% nas próximas eleições, a culpa é do povão.
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Fernando, decididamente, ao senhor só lhe resta uma solução: “crescei e multiplicai-vos”. Ah, e ponha-os na catequese, claro.
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Olha que admiração …Os nossos políticos tem sido exímios em se demitirem quando erram, estão quase todos nas administrações do grande capital , no activo só ficam os que estão á espera de tacho
Abraços
Talina
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Pois demitiu-se e depois?
Era o minimo que o homem podia fazer ,dadas as circunstâncias aliás nada simpáticas para os tais sires muito brrritish que têm a mania das grandezas mas a quem falta muito do polimento e da classe com que costumam pavonear-se fazendo de conta que são superiores á matéria.Nesta coia da massa e dos privilégios por muito british que se queiram, afinal são apenas como qualquer vulgar ladrãozito que se deixa tentar por carteiras bem recheadas lol.
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Manuela Ferreira Leite, líder do PSD, e Manuel Pinho, Ministro da Economia e da Inovação, foram os portugueses que Pinto Balsemão levou ao encontro Bilderberg deste ano.
A reunião decorreu entre 14 e 17 de Maio no luxuoso Hotel Nafsika Astir Palace em Vouliagmeni, na Grécia. Tal como já aconteceu noutros anos, Durão Barroso também por lá passou. Este encontro de alguns dos senhores do mundo teve a habitual parafernália de polícias e serviços secretos (dezenas de jornalistas que tentaram fazer a cobertura foram detidos), para além da protecção da marinha e força aérea gregas, com um navio de guerra, helicópteros e caças F-16.
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É caso para dizer: Ter vergonha na cara! Em Portugal, é coisa que não existe, pelo menos nos tempos actuais.
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Acontecer algo parecido em Portugal é perfeitamente utópico!
Temos uma classe política demasiado séria! hahahaha (NOT)
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Pois. “Em acção”, não é? E muito bem!
A tal Democracia que os Partidos de inspiração marxista nos diziam outrora ser “burguesa” e que, se tivessem podido, teriam em devido tempo transformado numa “verdadeira democracia”, a tal que era “Popular”. E cuja “acção”, hoje, é o que se sabe…
Também hoje, esses “democratas populares” juntam-se despudoradamente aos fascistas, reciclados em “democratas de matriz ocidental” há trinta e cinco anos, para eleger as instituições democráticas saídas do 25 de Abril como a causa de todos os males de Portugal.
“Sempre pelo bom caminho”, como dizia o Padre Américo…
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Eis a diferença entre uma Monarquia parlamentar e livre como a inglesa e uma República corrupta e autoritária como a nossa.
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Vítor Constâncio assume culpas no caso BPN e apresenta demissão, prontamente aceite por José Sócrates.
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Em entrevista à rádio FM, Isaltino Morais disse que não se recanditaria à Câmara de Oeiras até que o seu processo transite em julgado.
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As demissões são apenas as consequências políticas. Não existem outras para além destas. Esse é que é o problema.
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-Lá como cá – lá vão eles cantando e rindo.
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Cá também saíu um, o Manuel Alegre. Discretamente….
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«Lusitana Antiga Liberdade
Eis a diferença entre uma Monarquia parlamentar e livre como a inglesa e uma República corrupta e autoritária como a nossa.»
Quem não está bem, vota ou dá um golpe palaciano. Porque, para vir cantar sonetos já chega os que ganham com o regime.
A meu ver o povo Português ainda não percebeu que a classe política é o espelho da sociedade em si.
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“ Manuela Ferreira Leite e Manuel Pinho… foram os portugueses que Pinto Balsemão levou ao encontro Bilderberg deste ano “
Basilio,
São nestes tabuleiros ( Bilderberg ) que nada se perde, tudo se transforma, desde que cheire a dinheiro, logo a poder.
A macro politica, a macro economia , a macro tudo…todo o resto somos meros peões, manobrados a bel-prazer pelos Balsemões.
Em contra partida, na esquerda puxa um para cada lado.
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A diferença, a grande diferença, meus caros, é que, em Inglaterra, os jornais, pelo menos os sérios, quando noticiam esses escândalos é mesmo verdade, fizeram uma investigação exaustiva e só publicam quando têm a certeza de que é verdadeiro o assunto publicado. Daí não restar aos visados outra solução senão a demissão. Em Portugal, não é assim, os nossos jornalistas publicam supostos “escândalos” baseados em diz que disse, sem investigação e sem verdade nenhuma. Ora, os visados, sentindo-se inocentes, não acham que tenham de se demitir. E não têm mesmo!!!!
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Continuação do episódio anterior.
Londres, 25 Mai (Lusa) – Nove ministros do governo britânico usaram alegadamente dinheiro público para tratar dos seus assuntos fiscais pessoais, revela hoje um jornal a propósito do escândalo das despesas dos deputados.
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/516642
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