Falei aqui sobre a viagem de Rogeiro. Agora li isto. Parece que a sua participação na conferência não passava de uma coincidência temporal. Tipo: já que estou no Inferno ajudo a acender a fogueira. Só que o Nuno, sempre tão bem informado, ficou desiludido com a falta de rigor académico do encontro e com a fauna presente. Decidiu não falar. «A conferência era uma farsa», concluiu, com desalento. Espero que todos os que elogiaram a sua coragem por lá ir, elogiem agora a sua coragem por não ir lá. Caro Nuno, assim deixas mal os teus fãs.
Por Daniel Oliveira 14 Dez 06 em Sem categoria


“Espero que todos os que o elogiaram a sua coragem por lá ir, elogiem agora a sua coragem por não ir lá.”
Ó daniel, esta frase no fim não tem sentido, lembra-te que tens que usar o mesmo tempo verbal em ambos os casos. Percebes? Não, claro que não. Por exemplo:
Se colocares “…coragem por lá ir” a seguir tens que escrever “…por lá não ir” ou ainda “…por lá não ter ido”.
Tás a perceber daniel?
Paciência… Muita paciênica…
Daniel, parece haver uma discrepância entre o titulo da noticia do Expresso e o seu conteudo. É que lendo a noticia, parece que o NR afinal sempre leu a sua declaração. Ainda bem que ele se apercebeu de que a companhia que tinha nessa conferência não era muito recomendável, só lhe fica bem, embora não fosse preciso ir a Teerão para chegar a essa conclusão!
Quais fãs?
Afinal parece que foi o lóbi judaico em Portugal que o dissuadiu de participar…
“Esther Mucznik, vice-presidente da comunidade judaica em Portugal conta que, contactada previamente por Nuno Rogeiro, lhe comunicou discordar da sua participação, pois “independentemente da bondade da intervenção, era estar a caucionar um encontro que era uma farsa, uma farsa perigosa”.
Pessoalmente acho que o NR não devia prestar-se a fazer de figurante numa farsa.
E penso que, uma vez que lá esteve, e viu o seu nome associado à manobra, impunha-se que lesse mesmo o texto que preparou.
Se o não fez, o que fica nas “actas” é a sua presença como idiota útil num triste evento de doidos furiosos.
Mas não acho que o Daniel, ou o segmento ideológico no qual se reconhece tenha muita autoridade moral para cuspir para o ar.
Ainda não há uns meses, Miguel Portas esteve em Beirute, a fazer de idiota útil para Nasralah, um notório autocrata terrorista e defensor das mesmas “teses” que foram ejaculadas na terra dos aiatolas.
O próprio Daniel passeou-se há dias pela Faixa de Gaza, provavelmente com a melhor das intenções, mas na pratica servindo de idiota útil a grupos que fazem do terrorismo o seu modus faciendi.
Moral da história, quem nunca mijou num lavatório, que atire a primeira pedra!
Afinal, o NR leu ao nao o texto?
O João Pedro Dias tem razao: o texto do Expresso é muito ambiguo.
Respondo por mim: estive na Palestina a convite de uma delegação de partidos europeus. Não estive a convite do governo. De resto, não vejo o sentido da comparação.
Daniel Oliveira:
“Respondo por mim: estive na Palestina a convite de uma delegação de partidos europeus. Não estive a convite do governo. De resto, não vejo o sentido da comparação.”
Ah, pronto. A questão formal resolve a coisa.
E o convite, tinha sido impresso numa impressora americana, mas com papel europeu. Certo?
E não fui lá participar num enconto internacional com o Hamas, ou sobre o Holocausto. Fui em solidariedade com o povo palestiniano. E isso corresponde à minha posição. Não fui idiota útil de ninguém. Não fui engao. Sou solidário, como sabem, com a causa da independência da Palestina.
http://cachimbodemagritte.blogspot.com/2006/12/revisionismos.html
eh, mais um que estudou a História nas fitas anglo-americanas e afins documentários
e se até deus é discutível, de há muito, perde o Irão credibilidade de discutir um holocausto menor do que muitos outros
bem de rojeiro, daniéis e picoitos