Falei aqui sobre a viagem de Rogeiro. Agora li isto. Parece que a sua participação na conferência não passava de uma coincidência temporal. Tipo: já que estou no Inferno ajudo a acender a fogueira. Só que o Nuno, sempre tão bem informado, ficou desiludido com a falta de rigor académico do encontro e com a fauna presente. Decidiu não falar. «A conferência era uma farsa», concluiu, com desalento. Espero que todos os que elogiaram a sua coragem por lá ir, elogiem agora a sua coragem por não ir lá. Caro Nuno, assim deixas mal os teus fãs.


Sem respostas ao post “A farsa que sempre valeu uma viagem”  

  1. 1 1  João Picapau

    “Espero que todos os que o elogiaram a sua coragem por lá ir, elogiem agora a sua coragem por não ir lá.”

    Ó daniel, esta frase no fim não tem sentido, lembra-te que tens que usar o mesmo tempo verbal em ambos os casos. Percebes? Não, claro que não. Por exemplo:
    Se colocares “…coragem por lá ir” a seguir tens que escrever “…por lá não ir” ou ainda “…por lá não ter ido”.

    Tás a perceber daniel?

  2. 2 2  Daniel Oliveira

    Paciência… Muita paciênica…

  3. 3 3  João Pedro Dias

    Daniel, parece haver uma discrepância entre o titulo da noticia do Expresso e o seu conteudo. É que lendo a noticia, parece que o NR afinal sempre leu a sua declaração. Ainda bem que ele se apercebeu de que a companhia que tinha nessa conferência não era muito recomendável, só lhe fica bem, embora não fosse preciso ir a Teerão para chegar a essa conclusão!

  4. 4 4  pedro

    Quais fãs?

  5. 5 5  Euroliberal

    Afinal parece que foi o lóbi judaico em Portugal que o dissuadiu de participar…

    “Esther Mucznik, vice-presidente da comunidade judaica em Portugal conta que, contactada previamente por Nuno Rogeiro, lhe comunicou discordar da sua participação, pois “independentemente da bondade da intervenção, era estar a caucionar um encontro que era uma farsa, uma farsa perigosa”.

  6. 6 6  Lidador

    Pessoalmente acho que o NR não devia prestar-se a fazer de figurante numa farsa.
    E penso que, uma vez que lá esteve, e viu o seu nome associado à manobra, impunha-se que lesse mesmo o texto que preparou.
    Se o não fez, o que fica nas “actas” é a sua presença como idiota útil num triste evento de doidos furiosos.

    Mas não acho que o Daniel, ou o segmento ideológico no qual se reconhece tenha muita autoridade moral para cuspir para o ar.
    Ainda não há uns meses, Miguel Portas esteve em Beirute, a fazer de idiota útil para Nasralah, um notório autocrata terrorista e defensor das mesmas “teses” que foram ejaculadas na terra dos aiatolas.

    O próprio Daniel passeou-se há dias pela Faixa de Gaza, provavelmente com a melhor das intenções, mas na pratica servindo de idiota útil a grupos que fazem do terrorismo o seu modus faciendi.

    Moral da história, quem nunca mijou num lavatório, que atire a primeira pedra!

  7. 7 7  domingos

    Afinal, o NR leu ao nao o texto?
    O João Pedro Dias tem razao: o texto do Expresso é muito ambiguo.

  8. 8 8  Daniel Oliveira

    Respondo por mim: estive na Palestina a convite de uma delegação de partidos europeus. Não estive a convite do governo. De resto, não vejo o sentido da comparação.

  9. 9 9  Range-o-Dente

    Daniel Oliveira:
    “Respondo por mim: estive na Palestina a convite de uma delegação de partidos europeus. Não estive a convite do governo. De resto, não vejo o sentido da comparação.”

    Ah, pronto. A questão formal resolve a coisa.

    E o convite, tinha sido impresso numa impressora americana, mas com papel europeu. Certo?

  10. 10 10  Daniel Oliveira

    E não fui lá participar num enconto internacional com o Hamas, ou sobre o Holocausto. Fui em solidariedade com o povo palestiniano. E isso corresponde à minha posição. Não fui idiota útil de ninguém. Não fui engao. Sou solidário, como sabem, com a causa da independência da Palestina.

  11. 11 11  alice

    http://cachimbodemagritte.blogspot.com/2006/12/revisionismos.html

    eh, mais um que estudou a História nas fitas anglo-americanas e afins documentários

    e se até deus é discutível, de há muito, perde o Irão credibilidade de discutir um holocausto menor do que muitos outros

    bem de rojeiro, daniéis e picoitos

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