“Quando se discute a integração dos muçulmanos na Europa (e a construção de minaretes na Suiça) convém lembrar que não é de agora, houve os “metrailleurs” senegaleses na II Guerra, como houve muçulmanos na I Guerra que morreram pela França. APara morrerem em combate, não tiveram problemas de integração.”
Zed, no Peão


53 respostas ao post “A integração”  

  1. 1 1  joão

    a propósito de minaretes, uma nova igreja em lisboa:

    http://eventoscorrentes.blogspot.com/2009/11/o-mamarracho-sagrado.html

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  2. 2 2  Euroliberal

    A expressão exacta é “tirailleurs” e vinham de todo o Magrebe e Africa ocidental francesa sobretudo. Intervieram nas guerras do séc. XIX, na I e na II guerras. Nesta formavam o grosso das tropas francesas, dado que as tropas “brancas” só resistiram 1 mês à ofensiva alemã…

    Foi-lhes muito generosamente então reconhecido o direito de morrer pela França. Hoje, alguns têm dúvidas se podem construir minaretes na Europa, ou se as suas mulheres podem andar na rua e frequentar escolas com os seus véus tradicionais…

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  3. 3 3  nuvens de fumo

    e gurkas no exército britânico, e tropas auxiliares nas legiões romanas. Faz parte da história militar, e tem pouco que ver com o tema.
    Acho eu

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  4. 4 4  José Bastos

    Como se a contrução de minaretes tivesse algo a ver com integração.

    Alhos com bogalhos do mais alto nível.

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  5. 5 5  Nuno Cruz

    Nao percebi muito bem qual é o objectivo do post. Que os franceses colonizaram territorios muçulmanos todos o sabemos, e que houve tropas muçulmanas envolvidas nas duas grandes guerras também.

    Por outro lado, o Daniel também conhece certamente a cumplicidade arabe com a Alemanha durante a segunda guerra mundial.

    Sao factos historicos, e é verdade que os muçulmanos lutaram para verem os seus direitos reconhecidos. Mas espero que o Daniel nao ache a luta de poder dos radicais legitima por tal coisa.

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  6. 6 6  Euroliberal

    Não tem nada a ver com o tema ? Então pode-se morrer lutando por um país e ser enterrado em cemitérios islâmicos nesse país, mas não se pode aí erguer minaretes ? Não tem nada ver ? Está tudo doido ou quê ?

    Além de de que a maioria dos muçulmanos residentes na Europa são CIDADÃOS EUROPEUS. Logo, tem tanto direito de construir minaretes com muezzins como os seus concidadãos cristãos de construirem torres de igrejas com sinos.

    O referendo suiço é desde logo inconstitucional, por violar a liberdade religiosa discriminando parte dos cidadãos, e nem devia ter sequer lugar.

    O facto de ser organizado mostra o nível de decadência moral dos suiços e o nível de infiltração de partidos de extrema-direita e xenófobos na sociedade suiça, que os nazi-sionistas caseiros (CAFC & C.ª) tanto apreciam…

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  7. 7 7  FC

    Em poucas palavras o comentário do José Bastos disse tudo.

    Uma construção que representa uma demonstração de poderio e força religiosa jamais favorece o tipo de integração pretendida. Uma coisa é integração, outra é imposição de valores culturais exteriores (que neste caso vão claramente contra os princípios da equidade e da respeitabilidade humana) sobre a matriz cultural receptora.

    Convém lembrar que, não são as mesquitas que vão a referendo, não é o espaço de culto ou a liberdade religiosa que vai a referendo.

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  8. 8 8  isagt

    E, infelizmente, haverá muitas pessoas que minimizam ou menosprezam, esse tipo de factos.
    Talvez a culpa seja de se estar tão cego com as nossas crenças, civilizacionais e culturais que nem o conhecimento destes factos, fazem parar, para analisar ou delimitar essas mesmas crenças.

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  9. 9 9  ingénuo

    Comparação sem nexo. Ofereço outra:

    Durante séculos os Janizaros, as tropas de elite do Império Otomano, eram provenientes de famlias cristãs dos Balcãs, das quais eram raptadas as respectivas crianças. Assim sendo, não os deviamos deixar vir para a Europa.

    E depois, a última vez que vi, a Suiça era (e é) um país neutral, sem se ter envolvido na 1ª ou 2ª Guerra Mundial e, melhor ainda, sem passado colonial ou manias das grandezas de potência colonizadora armada aos cucos.

    Lógica da batata, que só serve para euroliberais (que tanto de euro como de liberais tem muito pouco).

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  10. 10 10  Augusto

    Não esquecer as TROPAS MOURAS de Franco, que durante a guerra civil espanhola, combateram ao lado dos fascistas.

    E que com o apoio desses mesmos fascistas , defensores da dita civilização cristã e ocidental, profanaram Igrejas Católicas, fuzilaram padres, violaram freiras, sobretudo no País Basco , isto tudo perante o olhar cumplice da hierarquia da Igreja Católica sspanhola, de Francisco Franco, e dos seus aliados .

    Mas se esses mouros serviram para o trabalho sujo, essa mesma direita católica, depois da guerra negou-lhes qualquer direito de cidadania, e sabemos como hoje são tratados em Espanha os muçulmanos, e como em Ceuta e Mellila, as populações locais, não têm os mesmo direitos que a restante população das Espanhas.

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  11. 11 11  Antonio Cunha

    Existe um ditado que diz

    “Em Roma sê Romano”

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  12. 12 12  Rafeiro Danado

    Também havia marroquinos nas tropas franquistas, e tropa islâmica no exército nazi.
    E depois, que é que eu tenho a ver com isso?
    Querem ver que agora tenho de gramar com tudo o que eles querem?

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  13. 13 13  Ludovico Cardo

    Qualquer coisa serve para justificar a islamização da Europa.

    Qualquer coisa serve para defender a “integração” de gentes que não querem ser “integradas”.

    O meu blog têm durante as próximas semanas uma dedicatória aos ditos e à sua “integração”.

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  14. 14 14  Libertário

    Mais uma vez este tipo de lógica ilude-me.
    Por exemplo, as tropas marroquinas de Franco perpetraram algumas das piores atrocidades durante a guerra civil espanhola, logo usando o mesmo de lógica que é que Espanha devia fazer? Será que em Badajoz iam gostar de um minarete no meio da cidade com os muezzin a cantarolar de hora em hora? ou será que usar a memória de soldados mortos como forma de justificar este tipo de vitimização é incorrecto e demagógico.

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  15. 15 15  xatoo

    mas a maior bandeira da idiossincrasia da Europa clássica foram as dezenas de milhar de marroquinos das montanhas que vieram espalhar o terrôr para liquidar a Espanha democrática sob as ordens do generalissimo franco (Caudillo por vontade de Dios)
    Nada muda, “evolui” como dizem os fascistas; se for para o bem deles a desgraçada tropa africana tem a entrada facilitada, se a entrada for pretendida em nome da igualdade de oportunidades têm o acesso vedado…
    Sem dúvida, a Europa autoritária sempre conheceu bem o que é o internacionalismo reaccionário

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  16. 16 16  José Bastos

    Daniel, esqueceu-se de recordar as tropas muçulmanas que combateram ao lado dos nazis na II Guerra.

    Está a ver o disparate que começou?

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  17. 17 17  José Bastos

    Euroliberal, e destes nazis, já gosta mais?

    http://serbianna.com/blogs/savich/wp-content/uploads/2008/09/bosnian20islamic20ss.jpg

    Para quem não sabe a foto mostra tropas SS constituídas por muçulmanos Bósnios e Albaneses.

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  18. 18 18  Euroliberal

    Quantos disparates… Houve uma divisão bósnia a apoiar os alemães. Eram muçulmanos. Houve dezenas de milhões de cristãos do lado do Eixo. Eram portanto para aí 0,01 %, mas só se fala deles…islamofobia.

    Na guerra civil de Espanha, os mouros foram trazidos por Franco da colónia Marrocos. Não eram voluntários… E não mataram nenhum padre nem destruiram uma só igreja. Foram os republicanos que mataram dezenas de bispos, 8.000 padres e freiras, hoje na maioria canonizados, e destruiram milhares de igrejas e conventos. Isto são factos.

    Mas só em França lutaram 200.000 muçulmanos no exército francês…Os cemitérios muçulmanos em França (I e II Guerras) têm milhares de campas… Mas o ódio dos nossos nazis islamófobos não os deixa ver mais claro…

    Atá porque os exércitos islâmicos se aprestam a aniquilar a maior besta que saiu do ventre imundo do nazismo: o nazi-sionismo que eles apoiam entusiasticamente…

    Indeed, the abused children become always children abusers…

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  19. 19 19  Aspirante a berloquista estagiário

    A esquerda é curiosa. Tomemos o exemplo portugês. Antes do 25 de Abril TODA a esquerda se indignava profundamente com a noção, propagandeada pelo Estado Novo, de que os africanos eram tão portugueses como os algarvios ou os minhotos. A tal historia de que do Minho até Timor todos eram portugueses.
    Não. Os africanos não são portugueses, gritava alto e bom som a esquerda. Os africanos têm direito á sua propria identidade.
    Agora, que os africanos já têm os seus proprios países, passam a vida a dizer que os africanos são tão portugueses como os outros….
    Daniel, tenha cuidado com os posts que faz sobre soldados africanos….é que toda a gente ainda se lembra disto:
    http://repguine.com.sapo.pt/GuineSoldados.html
    Convem não esquecer o apoio que a sua gente , quer no PCP quer depois no BE (a nivel dos militantes mais velhos) deu a estes fuzilamentos.

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  20. 20 20  José Bastos

    Daniel,
    Ao que parece já tivemos tropas muçulmanas a lutar pelos “bons” e pelos “maus”.
    Se lutar pelos bons merecia uma recompensa em minaretes, que penalização acha que se devia aplicar por lutar pelos maus? Descontava-se nos minaretes?
    Mais minarete menos minarete, como é que acha que estamos de contas?

    Não acha que a protecção proporcionada pelo exercito americano a populações civis muçulmanas ( no Kosovo e Koweit, entre outras ) já merecia uma igrejazita na Arábia Saudita?

    É meio ridícula esta conversa, não faz lá muito sentido pois não?…
    Pois é….

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  21. 21 21  Raoul de Joinville

    O Zed parece omitir no seu raciocínio que tais «integrados» eram subordinados à cultura que os integrava…

    Situação diversa, pois.

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  22. 22 22  cafc

    # 6 Euroliberal

    Se você tivesse o cuidado de ler o que as outras pessoas escrevem nos vários “posts” deste blogue, nunca me poderia “apodar” de “nazi-sionista”. Antes pelo contrário, leia os comentários que eu escrevi e (se não está, definitivamente, contaminado pelo ódio contra tudo e todos que pensem diferentemente de si) verificará que o seu rótulo não me é, minimamente colável.

    O problema residiu no facto de você “entrar” a insultar “todos” os que se lhe opunham, incluindo aqueles que você pensava que se poderiam opôr.
    E que teve o seu expoente máximo na frase que você escreveu e que nunca quis explicar (sabe qual é, não sabe?).

    Se você quiser consultar todos esses comentários e reflectir, um pouco sobre eles, terá que reconsiderar, honestamente, que o rótulo que me atribuiu é, de todo, injusto.

    Se continuar a persistir nesse tipo de escritos, pode continuar a considerar-me como um “nazi-sionista”.

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  23. 23 23  Aspirante a berloquista estagiário

    Daniel…a chuva de insultos que os seus camaradas das correntes que deram origem ao BE, e os seus ex camaradas do PCP, costumavam (e costumam!) dirigir aos soldados africanos que combateram no exercito português, pode ser considerada racismo e xenofobia?

    http://www.youtube.com/watch?v=NiIk6Z64oN0

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  24. 24 24  xatoo

    o disparate que o José bastos não quer ver é que por exemplo que Franco aderiu de armas bagagens ao Nazismo (assinando inclusivé o Pacto Tripartido do Eixo) e enviando tropas para “combater o coumunismo”, o famoso Batalhão Azul. Não se trata de muçulmanos longinquos, mas sim de espanholitos fascistas (da familia politica de José Bastos), da “raça” daqueles grandes latifundários alentejanos que eram convidados a assistir a touradas de presos politicos nas praças de toiros, tudo feito em perfeita conivência com os padres que escondiam as armas franquistas nas sacristias; pelos vistos aos animais de quatro patas e outros simpatizantes fascistas ainda não lhes chegou que o sangue chegasse a meio metro de altura nas arenas que tanto desejam esconder (vindo agora desenterrar guerras religiosas)

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  25. 25 25  David

    Esta “causa” dos minaretes já cheira um bocado mal. Ao que parece, não é propriamente a liberdade religiosa que está em causa, como o está, por exemplo, em relação a outras religiões, em diversos países islâmicos. Mas há um pessoal bem-pensante que vê aqui um terrível sinal de discriminação, esquecendo-se que discriminação a sério existe em países islâmicos: contra as mulheres, contra os homossexuais, contra os não-crentes em geral. Só me apeteceria dizer “por amor de Deus”, se não fosse ateu!

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  26. 26 26  JV

    A Suíça não é a França, e, tanto quanto sei, à época esses senegaleses e norte-africanos eram tão franceses como um parisiense (o próprio Mitterrand, em finais dos anos 40, disse que a França era «uma só da Flandres ao Congo»). Estavam a morrer pelo país a que pertenciam, e de que, mais tarde, quiseram deixar de fazer parte. Tão-só.
    Mas esta argumentação do DO, típica do que de mais imbecil o esquerdalhame consegue produzir, não surpreende muito. É notável o modo como, à falta de um qualquer motivo com que pudesse aludir à «obrigação histórica» dos suíços emigrados algures parra receber gente, foi buscar os franceses,que de resto estavam ali ao lado, com vista a dizer que «isto é tudo Europa». Dentro em breve alegará que Berlusconi tem de deixar de ter uma política de imigração restritiva porque «no tempo dos romanos ninguém se importava de ver legionários norte-africanos a combater sob o estandar da Águia». Debalde se lhe arguirá que a imigração/integração de estrangeiros é definida, em cada Estado, conforme a vontade dos povos em receber/conceder direitos aos estrangeiros. Para si há uma qualquer lei que se sobrepõe à soberania popular sempre que o assunto é gente de pele escura que reza de gatas. O DO é muito mais religioso do que julga.

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  27. 27 27  Aspirante a berloquista estagiário
  28. 28 28  Augusto

    AS tropas mouras ou marroquinas como lhe queiram chamar, cometeram as maiores atrocidades na guerra civil espanhola, e sim é da historia , PROFANARAM Igrejas Catolicas, fuzilaram Padres e violaram Freiras sobretudo no País Basco , que ao Franco e seus seguidores isso cause engulho, não me adimira, mas finalmente e mesmo contra a vontade do Vaticano , no País Basco a Igreja Catolica lembrou, e bem esses padres e essas freiras.

    E trouxe ao debate este assunto para que se veja que a direita, utiliza gente de qualquer credo e de qualquer etnia , para fazer trabalho sujo quando lhe convém, mas depois do trabalho feito, arranja sempre maneira de tratar essa gente como cidadãos de segunda.

    A Suiça é dos paises mais xenofobos e racistas da Europa, os portugueses que lá vivem sabem bem como são tratados .

    A existência de templos de outras crenças na Europa é sinal , que a Europa deve aprender a viver com as diferenças, agora não misturar crenças, com actos que caem na alçada da justiça.

    Se um qualquer membro de uma religião cometer actos contra a Constituição do país onde vive, terá de sofrer as consequências.

    Quanto aos costumes, julgo que deve haver compreenção pela diferença, mas firmeza quando alguns desses costumes colidem com a nossa sociedade democrática, e o respeito pelos direitos humanos.

    Eu se fôr viver para a Arábia Saudita, terei que respeitar os costumes do país meu anfitrião, e apesar de Arabia Saudita ser uma ditadura teocrática, e a Europa uma Democracia, penso que posso exigir, que quem venha viver para um país Europeu , deverá respeitar a nossa maneira de viver.

    Dou o exemplo da mutilação genital nas mulheres, praticada em muitas culturas africanas, e por exemplo na Guiné -Bissau, não podemos a pretexto de ser um costume dessas populações, aceitar que ele seja praticado em Portugal.

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  29. 29 29  José Bastos

    xatoo,

    O meu amigo não tomou as gotas…

    Leia com cuidado, repare que nem falei de Franco. Falei de muçulmanos Bósnios da SS. Bósniozitos fascistas, se preferir.

    Poderá considerar um disparate mas o mote foi lançado por um post sem pés nem cabeça.

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  30. 30 30  Euroliberal

    Augusto #28

    É dificil discutir com ignorantes que nem sequer se sabem informar, pelo menos na internet. Os marroquinos foram obrigados a combater ao lado de Franco, mas não participaram em nenhum massacre. Nem o da praça de touros de Badajoz (a propria notícia linkada por um ignorante o comprova, não destruiram qualquer igreja (que estupidez, o Franco era ultracatólico !) e nunca estiveram no país basco. Só invenções. SÂO FACTOS INCONTESTADOS QUE ESTÂO EM QUALQUER LIVRO DE HISTÓRIA e na internet. LEIAM, porra.

    Outro ignorante fala de alguns bósnios que lutaram do lado alemão…O racista só fala deles por serem muçulmanos…Mas saberá o ignorante que mais de metade dos europeus lutaram obrigados ou não do lado nazi ? Croatas, hungaros, romenos italianos, franceses, espanhois, bulgaros, holandeses, noruegueses, belgas, eslovacos, letões, estónios, finlandeses, ucranianos, etc.

    Em todos estes países e mais houve divisões SS destas nacionalidades ou mesmo o exército nacional inteiro lutando do lado nazi, todos CRISTÃOS, é claro.

    Mas o nazi-sionista que se masturba com os massacres de palestinianos nos campos de concentração de Gaza, Jenimn, Sabra e Chatila, que sem dúvida gostou de ver 8.000 bósnios fuzilados em Sebrenica em 1995, só fala entre tantos milhões de soldados de escassos milhares de bósnios muçulmanos… enfim que se há de esperar de reles colaboracionistas nazi-sionistas ?

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  31. 31 31  Euroliberal

    Os muçulmanos não precisam de favores para construir minaretes na Europa. São cidadãos europeus, são dezenas e dezenas de milhões, têm o direito e os tribunais por eles, e se houver guerra saberão em poucos dias cortar as goelas a todos os porcos nazi-sionistas e islamocidas que insultarem o Profeta, destruirem um minarete ou arrancarem o véu de uma muçulmana. Os cães (infieis) ladram, a caravana passa…

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  32. 32 32  João Cerqueira

    Como a participação de marroquinos na Guerra Civil de Espanha foi (e bem) referida (assunto sobre o qual fiz investigação), tomo a liberdade de dizer o seguinte:
    segundo o Historical Dictionary of the Spanish Civil War 1936-1939, de James W. Cortada, pp. 347,348, o exército nacionalista recrutou 62, 271 marroquinos integrados nas Fuerzas Regulares Indigenas.
    Lutaram por dinheiro, por acreditarem que os nacionalistas lhes reconheceriam a independência e por lhes terem dito que os republicanos eram ateus e se tratava de uma cruzada contra infiéis.
    Eram guerreiros de grande bravura e destacaram-se por inúmeras crueldades como castrar os prisioneiros, levando a que muitos republicanos fugissem mal ouviam dizer que os mouros se aproximavam.
    Depois da guerra, Franco manteve um guarda «moura» até 1957.

    Na minha opinião, na Espanha de Franco estes homens deveriam ter beneficiado dos mesmo direitos que os outros cidadãos.
    Tal como a nacionalidade espanhola foi posteriormente atribuída aos combatentes das Brigadas Internacionais.

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  33. 33 33  Panzermayer

    E para violarem mulheres alemãs em Colónia ou os marroquinos italianas também foi um fartote…

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    Daniel Oliveira Reply:

    Panzermayer, isso é mais ou menos o mesmo que dizer que os padres são pedófilos. Fica-lhe bem.

  34. 34 34  Nuno Cruz

    Pergunto-me como é que o Daniel Oliveira deixa passar posts de apelo ao ódio como estes.

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  35. 35 35  PedroM

    Para quem não sabe, na II Guerra Mundial muitos desses povos não combateram pelos aliados (sobretudo França e Inglaterra, pois eram os grandes colonizadores) mas por si próprios (legitimamente). A India é disso um exemplo. Só o fizeram com a garantia inglesa de independência.

    Não sejamos tão infantis e ingénuos.

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  36. 36 36  Anarquista Estagiáro

    “Não tem nada a ver com o tema ? Então pode-se morrer lutando por um país e ser enterrado em cemitérios islâmicos nesse país, mas não se pode aí erguer minaretes ? Não tem nada ver ? Está tudo doido ou quê ?”

    Nessa nova vertente de revisionismo histórico, quantos é que de facto lutaram pela Suiça? Ou só por serem homens brancos, tem de carregar o fardo dos outros…

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  37. 37 37  Luís Marvão

    Não é novo: os impérios sempre utlilizaram as gentes dos povos colonizados como tropas de choque ou, dito de outro modo, como carne para canhão.
    Sobre os minaretes, não estou a ver em que medida a sua construção interfira com a liberdade de outrem. Será o chamamento para oração que é assim tão perturbador? Será por razões de ordem estética ou simbólica? Enfim, parece-me que referendar este tipo de coisas é manifestamente exagerado.

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  38. 38 38  Euroliberal

    # 35

    Referia-me à França e aos seus enormes cemitérios islâmicos de guerra. Aliás mais genericamente referia-me à Europa, que para mim, europatriota, é uma Nação…

    E a Suiça já faz parte do acordo Schengen e tem em vigor na ordem interna quase toda a legislação da UE…

    # 33 Nuno Cruz

    Está a apelar à censura ? Porquê ? Não sabe debater ou não tem contra-argumentos ? Qual é o mal de odiar o nazismo e todos os seus actuais avatares, como o nazi-sionismo, a xenofobia, a islamofobia ? Você não os odeia ?

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  39. 39 39  lingrinhas

    Onde se mete a relegião só dá merda.

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  40. 40 40  xatoo

    32 João Cerqueira
    sabe com certeza que existe presentemente um grande movimento em Espanha, em paralelo com os esforços de não apagamento da memória dos crimes fascistas, para que se averigue qual o destino dessas centenas de milhar de combatentes marroquinos recrutados por Franco, a maioria dos quais desapareceram depois de 1939 sem deixar rasto. Nunca voltaram às suas terras de origem, foram dados como desaparecidos
    Existe uma associação, qualquer coisa como Centro para a Memória Colectiva e Futuro CMCA com sede em Marrocos que se tem vindo a interessar por descobrir mais sobre o destino dado aos seus conterrâneos, quer fossem assassinos conscientes ou meros ingénuos contratados.
    Será que Franco depois de os ter usado, os mandou cruamente abater por se terem tornado “inconvenientes”?

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  41. 41 41  xatoo

    38 lingrinhas
    não há nada onde a religião não se meta. A começar pelos nossos ilustres gestores que, na sua grande maioria, se formam na Universidade Católica, a maior e mais importante do país (ambas, a universidade e o país, meros feudos da ICAR)

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  42. 42 42  balburdio

    meu deus, o martírio que a verdade sofre neste blog

    com que então os tiralleurs eram o grosso do exército francês? tal ignorancia só é possível se não for ignorancia mas sim pura e simples perfidia.

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  43. 43 43  balburdio

    tudo tem o seu ligar numa sociedade equilibrada, inclusivamente a xenofobia.
    Os problemas vem com o desequilíbrio, não há acção sem reacção, não há pressão crescente que não acabe em esplosão.
    A humanidadeé uma criança eternamente a brincar com estes conceitos infantis.
    Agora querem casamentos entre maricas, depois querem árabes a construir mesquitas e a apassear de camelo na 2ª circular.
    Parece que ninguém percebe como é que tudo isto vai acabar. E contudo é óbvio!
    Há pessoas muito irritadas com estas coisas, pessoas que começam a chegar aos limites da paciencia. Pessoas que tem armas em casa.
    Tudo isto vai acabar num banho de sangue, nada aprendemos com 2 guerras mundiais, ameaça nuclear e a míriade de genocídios que tem vindo a suceder até ontem à tarde.
    Parece que as pessoas não compreendem que o motiva uma raça ao extremínio de outra raça, não é a intolerância mas a sobrevivência.
    Eu não sou árabe, não sou muçulmano, não sou gay e quando vejo que em vez de tratarem dos meus problemas os políticos andam a discutir sobre árabes, religião islâmica e panascas sou capaz de ficar um bocado chateado.
    Não quero casamentos gays, não quero mesquitas em cada terriola, sou conservador e até xonófobo a esse ponto.
    Só tem que o tolerar e é bom que o façam, porque se reagem à minha intolêrancia com a prepotência de uma falsa moral eu reagirei à vossa intolerância com a violência de uma moral de aço

    [Responder]

  44. 44 44  João Cerqueira

    Senhor Xatoo

    Durante três anos fiz investigação sobre a Guerra Civil de Espanha para a escrita de Arte e Literatura na Guerra Civil de Espanha.
    Encomendei todos os livros que encontrei na Amazon e na Barnes&Nobles (e não eram muitos) sobre o tema e li tudo o que havia nas nossas bibliotecas (fiquei muito impressionado com os estudos de César de Oliveira).
    Mas não encontrei nada que refira ter Franco mandando matar os seus aliados marroquinos, com os quais desfilou triunfalmente em Madrid.
    Acredito que os usou como tropa de choque e os considerasse seres inferiores aos espanhóis.
    Porém a sua ira foi mesmo contra os republicanos, que fuzilou após o conflito e transformou em cidadãos de segunda categoria, obrigando milhares ao exílio.

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  45. 45 45  xatoo

    45 João Cerqueira
    eu tinha posto um ponto de interrogação na questão que sugeri
    María Roza de Madariaga, uma historiadora espanhola, tem-se dedicado a investigar essa questão do desaparecimento dos soldados marroquinos franquistas, causando inclusivé alguma polémica em Março último num congresso que houve aqui na Andaluzia. Fica o nome que não sei se conhece, e a ligação para pesquisas futuras.
    De qualquer forma obrigado por partilhar connosco os seus conhecimentos.

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  46. 46 46  xatoo

    só agora reparei no lapso. Disse “centenas de milhar” onde de facto devia ter dito “dezenas de milhar”. O número avançado pela historiadora que referi é de 80 mil recrutados, aliciados unicamente para fugir à miséria em Marrocos

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  47. 47 47  Panzermayer

    Acho que você não percebeu o que eu quis dizer Daniel. Estava a ironizar sobre o “tremendo sacrifício” feito pelas tropas coloniais francesas na II Guerra Mundial mostrando aquilo que foi em grande parte o seu comportamento em solo europeu e dei dois exemplos, os senegaleses e os marroquinos que estiveram em Itália já depois do desembarque na Sicília e o que senegaleses e marroquinos fizeram em grande escala, há até os maldosos que afirmam que eles estavam bem mais interessados nas Fraulein e nas signorinas que em combater, foi violar em massa nada mais, o seu contributo para o esforço de guerra foi insignificante e se alguma lição nos deram para o futuro essa foi só uma e apenas uma: DEVE-SE MANTER ESTA GENTE BEM LONGE DA EUROPA!!!!
    Quanto aos padres nem me estava a referir a isso Daniel mas é óbvio que há pedófilos nas suas fileiras, que mais se pode esperar duma religião estrangeira ao espírito europeu e que desafia as leis da natureza??? O celibato é uma castração do indivíduo que conduz a essse tipo de depravações.

    [Responder]

  48. 48 48  João Cerqueira

    Caro Xatoo

    Os meus conhecimentos são modestos e poderão já estar ultrapassados, face às novas descobertas que vão sendo feitas sobre a Guerra Civil de Espanha.

    Estive em Guernica nos finais dos anos 90 e entrevistei dois sobreviventes do bombardeamento _ idosos que na altura eram crianças e escaparam às bombas fugindo entre os escombros e saltando por cima dos cadáveres.
    Nunca na minha vida fiquei tão impressionado com outros seres humanos, com tamanha coragem e destemor; um deles explicou assim o facto de ter sobrevivido «Porque el hombre es de hierro!» .
    Também entrevistei em Viana um Viriato que lutou convictamente ao lado de Franco e que teve de fugir de um hospital para não lhe amputarem um braço (e salvou o membro, embora tenha perdido dedos).
    Depois, desconhecendo o medo, continuou a lutar na Guerra Colonial_ suponho que são estes homens que ao longo da História deram origem a grandes guerreiros e conquistadores.

    Para mim, concorde ou não com elas, todas estas pessoas são exemplos de uma extraordinária coragem e merecem todo o meu respeito.
    Por último, perdoar-me-a a vaidade, não resisto a acrescentar que em 2006 os Amigos da Republica de Ourense convidaram-me para um debate sobre a Guerra Civil onde falei de Arte e Literatura.

    Cumprimentos

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  49. 49 49  Euroliberal

    Panzermayer # 48: ” DEVE-SE MANTER ESTA GENTE BEM LONGE DA EUROPA!!!!”

    Heil Panzermayer ! Tarde demais. Os muçulmanos
    europeus são 120 milhões, residem aqui há muitos séculos, muitos mesmo há milénios, tendo-se convertido mais tarde, e são como a Toyota…

    Você, se está incomodado, pode emigrar para Israel… embora seja previsível que não seja por muito tempo…

    Niederlage heil !

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  50. 50 50  cafc

    Meu amigo Panzermayer

    Foi exactamente no “post” “Eles estão sempre a voltar” que eu iniciei uma série de insultos recíprocos. Tivémos a honestidade de esclarecer o que tinha acontecido e, hoje, somos bons amigos.

    Também tentei esclarecer uma questão, para mim fundamental, com o que s’assina euroliberal (as Crianças). As respostas estão à vista em vários “posts”. Mensagens sucessivas de ódio, acompanhadas de insultos e coroadas por palavrões contra tudo o que não esteja de acordo com a “mensagem bin-ladística”.

    Meu amigo Panzenmayer, se essa coisa #50 fosse coerente, já teria ido “rebentar-se” para o Afeganistão, em vez de o aconselhar a emigrar para Israel.

    Mas, como “mártir da língua” que é, continua aqui, usando o computador que instalou no chão, devidamente orientado para Meca, “teclando” com o “bum-bum” espetado para o céu, à espera que Allah lhe penetre profundamente o cérebro.

    Um abraço de quem sabe e para quem o meu amigo sabe.

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  51. 51 51  Panzermayer

    Estou de facto cada vez mais incomodado Euroliberal, por esse motivo, dentro das minhas poucas possibilidades, de há vários anos a esta parte que luto contra a presença e crescente influência dessa comunidade. Já lho disse e volto a repetir, não tenho medo da sua matilha islâmica e por isso tudo farei para que sejam postos nos seus devidos lugares, RECONQUISTA SEMPRE, temos que lembrar Ourique e Poitiers!!! Quanto aos israelitas felizmente não necessitam de mim, pois ao contrário dos europeus, não estão ainda totalmente minados pelo etno-masoquismo e pela xenofilia e portanto por lá a moirama não passa, tire daí a ideia amigo.

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  52. 52 52  Raoul de Joinville

    Não omitir que os “metrailleurs” eram um corpo exclusivamente voluntário.

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