Aqui está a resposta às cartas (a minha e muitas mais) ao provedor sobre a Nota de Redacção do Público ao texto de opinião de Isabel do Carmo.


Sem respostas ao post “A minúscula”  

  1. 1 1  samuel quedas

    O público parece por vezes ser dirigido por idiotas. E depois? tambem os EUA, Portugal, alguns paises árabes, Israel…
    Mas sobre o candente problema da maiúscula, uma coisa que se podia fazer para descansar os “chefes” era copiar o Stau Monteiro, que enviou ao paginador, ou lá o que era, que o criticou pela falta de pontuação nas saudosas cartas da Guidinha, uma A4 cheia de acentos, vírgulas e pontos, sugerindo que os metesse onde muito bem quizesse.
    Neste caso dos “chefes” do público seria uma A4 cheia de MAIÚSCULAS e até se podia ser bastante mais específico sobre onde deviam meter as ditas.

  2. 2 2  Manuel Resende

    Como o blog não tem correio,
    vai mesmo aqui:

    http://lemondecitoyen.com/

  3. 3 3  João Cardoso

    O revisionismo ortográfico do Público ultrapassa todo o rídiculo. Esta notícia da “Ultima Hora” de 3/9/06 começou por grafar “holocausto”, e na versão actual foi corrigida para “Holocausto”. Bem, quase toda corrigida…
    Kofi Annan: “Holocausto é um facto histórico inegável”
    O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, considerou hoje, em Teerão, que “o Holocausto é um facto histórico inegável”, numa altura em que o porta-voz da diplomacia iraniana, Hamid Reza Assefi, disse que a sua importância “foi muito exagerada”.
    “A tragédia do Holocausto é um facto histórico inegável. Devemos ensinar a Segunda Guerra Mundial às nossas crianças”, disse Annan numa conferência de imprensa em Teerão.
    Um pouco antes, Assefi disse ter visto “alguns desses campos na Alemanha e na Polónia” quando era embaixador e, segundo ele, o Holocausto “foi muito exagerado”.
    Assefi respondia às questões sobre a realização de uma conferência em Teerão, a 11 e 12 de Dezembro, na qual são convidados especialistas encarregados de debater o holocausto.
    O porta-voz iraniano defendeu a realização de uma exposição de caricaturas sobre o Holocausto, “em nome da liberdade de expressão”.
    Na conferência de imprensa Kofi Annan considerou que a liberdade de expressão é um direito que deve ser exercido “com sensibilidade e discernimento”.

    Público Última Hora, pesquisar até passarem 7 dias da publicação

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