48 respostas ao post “A pandemia da ganância?”  

  1. 1 1  João Costa

    Não podia estar mais de acordo com o título deste post. Para mim, foi sempre mais ou menos evidente que toda a histeria em torno da “pandemia”, não passava de um embuste fabricado pelas Glaxos e afins.

    Que as empresas farmacêuticas promovam os seus produtos, parece-me normal. Menos normal, já me parece que a OMS e seus derivados se deixem levar pelo “marketing” dos grandes laboratórios. Alguém terá enchido os bolsos com tudo isto, e não terão sido apenas os accionistas das farmacêuticas.

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  2. 2 2  bico de lacre

    Já tinha havido uma primeira tentativa com menos sucesso, a gripe das aves. Aí devem ter afinado as estratégias para a pandemia seguinte.

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  3. 3 3  Antonio Cunha

    A Alemanha obrigou uma dessas empresas a aceitar a devolução de um grande parte das vacinas.

    Vamos ver como Portugal se vai “safar”

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  4. 4 4  A.R.A

    Já não há pachorra!

    É este o sistema que os defensores do capitalismo promovem e que agora sem um pingo de vergonha na cara vêem e virão para aqui debitar a sua consternação por algo que de tão óbvio é tem sido sistematicamente apelidado de cassete comuna assente na teoria da conspiração.

    -Antes este sistema! (dirão alguns iluminados que por aqui escrevem)

    Pois bem, que se engasguem com ele; que se empanturrem em offshores; desvios de capitais ou investimentos de alto risco; que paguem por esta saude viciada no marketing e viagens de bonus aos “xotores”; que apoiem o fecho de fabricas com encomendas por cumprir; etc e tal do resto da cassete……………
    mas chamem-me retrogrado ou radical se vos achar uns palhaços ao vê-los derramar lagrimas de crocodilo para criticar seja o que fôr deste Maravilhoso Mundo Novo que voçes acerrimamente defendem.

    Vivo e respeito a vontade da maioria mas não me peçam que tenha estomago para a ladaínha de consternação e revolta de gentes que apoiam este neo-liberalismo do poder coorporativo.

    Portanto, ganhem vergonha e resumam-se ao silencio até a um proximo post que melhor vos convir porque esta noticia é para ser discutida entre a esquerda ortodoxa, moderada, caviar, radical e gentes afins que se insurgem frequentemente contra este sistema injusto, desigual e de um só sentido em que se culpa a crise e nunca os promotores da mesma.

    Disse.

    A.R.A

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    Antonio Cunha Reply:

    ó amigo ARA, sabe que aprendi a respoeitá-lo e por isso ao contrário de outros tempos hoje não irei ser caustico consigo, mas perdoe-me a franqueza, filhos da puta ganancioso existem em todo o lado e em todo o tipo de regimes politicos, pois esses mesmos regimes são feitos por pessoas como voce e eu.

    E por muito bem que a cartilha seja ensinada existe algo que vem sempre ao de cima que é essência do ser humano.

    Portanto deixe lá essas suas teorias da conspiração um pouco de lado.

    Você parece o presidente da câmara da régua, que depois de um suporto falso alarme de cheias veio para a televisão bradar aos céus. Preso por ter cão e preso por não ter.
    Da próxima vez que houver uma suposta pandemia os governos vão-se cagar literalmente para o assunto e pode ser que assim, morrendo uma parte substancia da população, maioritariamente idosos, se resolva o problema da segurança social

    A.R.A Reply:

    Meu caro Antonio

    O lobby farmaceutico sempre ganhou lucros astronomicos com supostas pandemias e a sua influencia esta tão bem enraizada que facilmente os estados não têm outra alternativa senão ficarem refens dessa gula coorperativa.

    Eu não culpo os estados por terem sido levados no engodo da urgencia, culpo sim um sistema em que estes se baseiam que permite o negocio da saude causando uma permeabilidade vergonhosa na deontologia de todos os agentes ligados a essa mesma Saude, que, hoje em dia, é um negocio chorudo comparavel ao trafico de armas ou da droga, é só ver as estatisticas.

    Portanto, é natural que haja desconfiança e apreensão quando o mundo fica refém desses «filhos da puta ganancioso» que fazem literalmente o papel de deuses, decidindo quem vive e quem morre mediante a conta bancaria dos pacientes.

    É pura demagogia o que o Antonio escreveu e desde que não me falte ao respeito, peço que não se iniba de ser o caustico que bem entender (como eu o farei) pois uma relação de amizade (mesmo que virtual) também vive dessa pimenta que por razões óbvias nos coloca em 2 planos ideologicos bem distintos um do outro.

    Aquele Abraço
    A.R.A

    Antonio Cunha Reply:

    Estamos entendido meu caro.

  5. 5 5  Jorge

    Isto é um rematado disparate.

    Em primeiro lugar, porque ninguém “pressiona” a OMS a declarar uma doença pandémica. A qualidade de pandemia depende de critérios objetivos que não são vulneráveis a pressões, nomeadamente a existência de surtos auto-sustentáveis (isto é, com contágio dentro das comunidades) em mais do que uma das “regiões da OMS”, que correspondem, grosso modo, a continentes. A gripe A transformou-se em pandemia quando a doença começou a espalhar-se pela Espanha e pelo Reino Unido além dos focos iniciais no México e nos EUA. A menos que tenham andado uns tipos sombrios dos laboratórios a inocular as pessoas com vírus, o que pode perfeitamente acontecer, pelo menos nos filmes de Hollywood, isto não tem nada a ver com laboratório nenhum.

    E em segundo lugar porque a histeria não partiu da OMS, e sim dos próprios estados, incluindo os mesmíssimos estados-membros da mesmíssima União Europeia que agora tenta sacudir a água do capote em vez de assumir as suas responsabilidades. A OMS, e os médicos em geral, sempre puseram água na fervura, e sempre se mostraram muito reservados relativamente a todo o estúpido alarmismo que se gerou, com grandes culpas para certos governos, que tomaram medidas exageradíssimas sem qualquer justificação clínica, e para a cada vez mais idiota comunicação social que temos de aturar.

    Por fim, tudo isto é duma parvoíce completa, porque se por acaso a gripe A fosse tão mortífera como outras estirpes de gripe que mataram às centenas de milhões no passado (ou mais; também podia ser mais), os mesmíssimos tipos que agora estão a barafustar aqui d’el rei que fizeram isto e aquilo, estariam a barafustar aqui d’el rei que não fizeram isto e aquilo.

    Se não estivessem mortos, claro.

    Aconteceu que a taxa de mortalidade desta estirpe de gripe é bastante baixa. Aconteceu também que, por causa da muito maior atenção das autoridades de saúde à gripe, houve tratamento a sério e atempado que permitiu reduzir substancialmente o número de mortes anuais por gripe, seja da A ou de outra qualquer. A coisa correu bem, portanto.

    Os laboratórios têm culpa de muita coisa (porem certos medicamentos a preços inflacionadíssimos, por exemplo), certamente, mas não podem ser culpados por imprevidências dos estados. E não podem ser culpados por os governos irem atrás de histerias públicas alimentadas pela comunicação social.

    Na verdade, o inquérito que eu gostava mesmo de ver era sobre o papel dos media em tudo isto. Isso é que era um inquérito e peras.

    [Responder]

    estouxim Reply:

    Rematado disparate?

    Definição da OMS para pandemia antes de Maio de 2009:
    “An influenza pandemic occurs with the appearance of a new influenza virus against which none of the population has any immunity. This results in several simultaneous epidemics worldwide with enormous numbers of cases and deaths. With the increase in global transport and communications, as well as urbanization and overcrowded conditions, epidemics resulting from a new influenza virus are likely to be established quickly around the world.”

    Em Maio de 2009 passou a isto:
    “A disease epidemic occurs when there are more cases of that disease than normal. A pandemic is a worldwide epidemic of a disease. An influenza pandemic may occur when a new influenza virus appears against which the human population has no immunity. With the increase in global transport, as well as urbanization and overcrowded conditions in some areas, epidemics due to a new influenza virus are likely to take hold around the world, and become a pandemic faster than before. Pandemics can be either mild or severe in the illness and death they cause, and the severity of a pandemic can change over the course of that pandemic.”

    Porquê uma nova definição quando aparece esta gripe? Porquê retirar o critério da mortalidade?

    Wolfgang Wodarg em entrevista ao l’Humanité:
    “Pour comprendre il faut en revenir à l’épisode de la grippe aviaire de 2005 – 2006. C’est à cette occasion là qu’ont été définis les nouveaux plans internationaux destinés à faire face à une alarme pandémique. Ces plans ont été élaborés officiellement pour garantir une fabrication rapide de vaccins en cas d’alerte. Cela a donné lieu à une négociation entre les firmes pharmaceutiques et les Etats. D’un côté les labos s’engageaient à se ternir prêts à élaborer les préparations, de l’autre les Etats leur assuraient qu’ils leur achèteraient bien tout cela. Au terme de ce drôle de marché l’industrie pharmaceutique ne prenait aucun risque économique en s’engageant dans les nouvelles fabrications. Et elle était assurée de toucher le jack pot en cas de déclenchement d’une pandémie.” – http://www.humanite.fr/Grippe-A-Ils-ont-organise-la-psychose

    Só faltava a tal pandemia…

    A OMS não é pressionável?:

    “WHO flu chief leaves for Novartis
    Klaus Stöhr steps down as leader of international efforts against pandemic influenza to guide company’s vaccine development
    Klaus Stöhr, former head of the World Health Organization’s (WHO) Global Influenza Programme, stepped down this month to take a position with Novartis Vaccines and Diagnostics, leading the company’s development of seasonal and H5N1 influenza vaccines.
    At the WHO, Stöhr was known as a visible advocate of developing vaccines against the H5N1 strain of influenza and worked to assemble national policies for surveillance and preparedness against a flu pandemic.” – http://www.flutrackers.com/forum/showthread.php?t=15653

    “The man with the nickname “Dr Flu”, Professor Albert Osterhaus, of the Erasmus University in Rotterdam Holland has been named by Dutch media researchers as the person at the center of the worldwide Swine Flu H1N1 Influenza A 2009 pandemic hysteria. Not only is Osterhaus the connecting person in an international network that has been described as the Pharma Mafia, he is THE key advisor to WHO on influenza and is intimately positioned to personally profit from the billions of euros in vaccines allegedly aimed at H1N1. ”

    “In the past decade the WHO, in order to boost funds at its disposal entered into what it calls “public private partnerships.” Instead of receiving its funds solely from member United Nations governments as its original purpose had been, WHO today receives almost double its normal UN budget in the form of grants and financial support from private industry. The industry? The very drug and vaccine makers who benefit from decisions like the June 2009 H1N1 Pandemic emergency declaration. As the main financiers of the WHO bureaucracy, naturally the Pharma Mafia and their friends receive what has been called “open door red carpet treatment” in Geneva. ”
    http://theflucase.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2215%3Amega-corruption-scandal-at-the-who-by-william-f-engdhal&catid=1%3Alatest-news&Itemid=64&lang=en

    O início da “pandemia”:
    http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=13408

    Todos os sistemas de saúde do mundo ocidental estão ocupados pela industria farmacêutica e a esta não interessa a saúde das populações, é com as suas doenças que faz biliões.

    Jorge Reply:

    Bull.

    Em primeiro lugar, não há qualquer mudança de definição, porque a primeira citação não é definição nenhuma. É uma explicação, destinada a leigos, sobre o que significa o termo pandemia. Uma explicação e uma definição são coisas diferentes e não confundíveis. A primeira não tem a mesma obrigação de rigor que a segunda tem, e faz frequentemente uso de exemplos anteriores que as pessoas conhecem, para tornar o conceito claro. Para haver pandemia nunca houve necessidade de haver mortes: qualquer epidemia global é uma pandemia, mesmo no caso de doenças benignas. Claro que quando se explica as pandemias de gripe, se fala das grandes pandemias do passado, e se tem de falar dos milhões de mortes que elas causaram.

    Misturar conceitos e retirar frases do contexto desta forma é coisa típica dos adeptos das teorias da conspiração. E só serve realmente para desacreditar tudo o que dizem.

    Pior: usar este tipo de subterfúgio para desacreditar a vacinação é duma imbecilidade criminosa. É graças à vacinação que não somos hoje confrontados com algumas das doenças mais mortíferas que a humanidade já conheceu. É graças à vacinação da gripe que milhões de pessoas têm a vida prolongada todos os anos. E não são só essas pessoas que sobrevivem: com a diminuição da taxa de infeção que as vacinas proporcionam, é também a possibilidade de contágio de pessoas não vacinadas que diminui, e os surtos, de gripe ou de qualquer outra doença contra a qual exista vacina, que perdem globalmente força, que têm impacto sobre menos pessoas e passam mais depressa.

    E quem esteve de olhos abertos ao longo do último ano, viu a OMS e os médicos em geral, sistematicamente, a desdramatizar. E viu a histeria a ser ativamente incentivada por outro grande negócio, muito mais poderoso do que a indústria farmacéutica, com ligações muito mais perigosas e um lobby muito mais intenso e permanente, chamado imprensa.

    Foi a imprensa que pegou em cada caso de gripe e o transformou numa catástrofe, foi a imprensa que empolou os números, foi a imprensa que da calma explicação de “sim, estamos em pandemia porque há surtos em dois continentes, mas isso não significa que a doença esteja fora de controlo” pareceu sistematicamente só ouvir “PANDEMIA!!!!”, assim mesmo, em maiúsculas e com vários pontos de exclamação, foi a imprensa que pôs todo o Zé Ignorante encolhido a um canto, cheio de cagufa, e a exigir respostas aos políticos, foi a imprensa que se fez porta-voz da histeria do Zé Ignorante que ela própria criou e exigiu respostas aos políticos, e foram os políticos, os dirigentes dos estados e de organizações políticas como a União Europeia quem cedeu às pressões da imprensa e da multidão de Zés Ignorantes e reagiu de forma estupidamente exagerada.

    Depois foi a imprensa que empolou a meia dúzia de casos de mortes coincidentes com vacinas, foi a imprensa que transformou essa coincidência em causalidade, e foi a imprensa que causou a nova histeria que levou milhões de pessoas a não tomar a vacina que estava preparada para elas, contribuindo para ampliar os excedentes. Felizmente que a doença se revelou mais benigna do que outras estirpes de gripe. Se assim não tivesse sido, a imprensa teria provocado muitas, muitas mortes pelo mundo fora.

    E tudo para vender mais jornais e espaço de anúncios nos rádios e TVs. Mas disto nenhum verdadeiro teórico da conspiração fala. Preferem lançar fraces bombásticas sobre a “pharma mafia”. E nem param para pensar em como o aumento da esperança e qualidade de vida das populações dos países com acesso a essa tal “pharma mafia”, coisa que se comprova com todas as estatísticas sobre a demografia de países como o nosso, torna irremediavelmente imbecis frases como “todos os sistemas de saúde do mundo ocidental estão ocupados pela industria farmacêutica e a esta não interessa a saúde das populações, é com as suas doenças que faz biliões”.

    Matem a medicina moderna, e voltamos a ter pestes negras, febres tifóides, etc., etc., e a esperança de vida regressa aos 40 anos de há um século e tal. É este o admirável mundo novo que este tipo de teórico da conspiração defende.

    Brilhante, não haja dúvida.

    estouxim Reply:

    Típico documento da OMS para leigos:
    “Informal consultation on influenza pandemic preparedness in countries with limited resources”
    http://www.who.int/csr/resources/publications/influenza/CDS_CSR_GIP_2004_1.pdf

    Neste documento – http://www.bmj.com/cgi/section_pdf/339/sep03_2/b3471.pdf – seguramente de um leigo, estão mais umas coisitas que mudaram:

    “Changing views of pandemic flu, before and after emergence of influenza A/H1N1 virus”

    One line summary:
    Before A/H1N1
    WHO 2003-9: “An influenza pandemic occurs when a new influenza virus appears against which the human population has no immunity, resulting in epidemics worldwide with enormous numbers of deaths and illness”
    Before A/H1N1
    WHO: “An influenza pandemic may occur when a new influenza virus appears against which the human population has no immunity”

    Virus and immunity:
    Before A/H1N1
    WHO 2005:“Most people will have no immunity to the pandemic virus”
    Since A/H1N1
    WHO: “The vulnerability of a population to a pandemic virus is related in part to the level of pre-existing immunity to the virus”
    Before A/H1N1
    US CDC 1997: “When antigenic shift occurs, the population does not have antibody protection against the virus”
    Since A/H1N1
    US CDC: “Cross-reactive antibody [to A/H1N1] was detected in 6%-9% of those aged 18-64 years and in 33% of those aged >60 years”

    Impact (health, social, economic)
    Before A/H1N1
    WHO 2005: “Large numbers of deaths will occur . . . WHO has used a relatively conservative estimate—from 2 million to 7.4 million deaths . . .Economic and social disruption will be great”
    Since A/H1N1
    WHO: “H5N1 has conditioned the public to equate an influenza pandemic with very severe disease and high mortality. Such a disease pattern is by no means inevitable during a pandemic. On the contrary, it is exceptional”
    Before A/H1N1
    CDC 1997: “The hallmark of pandemic influenza is excess mortality”
    Since A/H1N1
    CDC: “There are some pandemics that look very much like a bad flu season”
    Before A/H1N1
    Canada 2006: “An influenza pandemic results if many people around the world become ill and die from such a [new form of influenza] virus”
    Since A/H1N1
    Canada: “An influenza pandemic does not necessarily cause more severe illness than seasonal influenza”
    Tabela, notas e fontes no artigo.

    Dado que vc não é leigo talvez nos possa elucidar da causa destas mudanças na DEFINIÇÃO de uma pandemia de gripe, e das suas consequências, pelas organizações acima citadas.

    Evidentemente que associar esta mudança de perspectiva a uma compra de vacinas garantida préviamente pelos Estados só pode ser teoria da conspiração. E que o facto de pelo menos dois dos principais responsáveis pelo sector, dentro da OMS, estarem na cama com os produtores de vacinas não passa de uma coincidência.

    Quem é que declarou a emergência? Foram os media ou foi a OMS? Ou a sua teoria é que a não pressionável OMS cedeu à pressão dos media, a contragosto e desdramatizando?

    O que é que os Estados tinham que fazer, face à emergência decretada pela OMS?

    Isto não é uma conspiração, nem são precisas teorias da mesma para saber que quando se mistura o interesse público com o lucro é assim que as coisas funcionam.
    Que os media são culpados? Indubitávelmente. Mas desde quando é que são livres? Nunca existiram tantos meios nem tão poucos donos dos mesmos.
    Mas a culpa, aqui, tem que ser atríbuida à promiscuidade que existe entre quem tem o dever de zelar pela saúde pública e quem lucra com a falta dela (desde que evidentemente, estejamos a falar de países como o nosso, de moeda forte e com orçamento para a mesma, os outros pouco lhe interessam).

    A do Zé Ignorante, confesso que me passou ao lado. Não vi tal personagem em nenhuma manif com um cartaz a exigir vacinas. Tem a certeza que foi mesmo o Zé que mandou fazer os anúncios, os cartazes, aquele encantador vídeo das manchinhas vermelhas? Já do Francisco George não posso dizer a mesma coisa.

    Quanto à qualidade de vida, deve ser para rir. Vá lá perguntar aos milhões de velhos deste país onde gastam o dinheiro. Saúde significa ausência de doença, a qualidade de vida a que se refere é a doença crónica, controlada com pastilhas, e quanto mais velhos, mais pastilhas. Curioso é como depois de século e meio desta medicina moderna os putos também já nascem doentes.

    Isabel Reply:

    Jorge

    Não podia concordar mais consigo. Acho a sua análise brilhante.

    Lembro apenas que é a indústria farmacêutica que tem contribuido na maior parte, para o desenvolvimento da medicina.

    Parte destes milhões vão ser com certeza aplicados na cura do cancro e da doença de Alzheimer, por exemplo, ou outros estudos sobre o corpo que prolongarão a vida humana até à bonita idade de 120 anos.

    Ganham muito, mas investem também muito na nossa saúde.

    Alguém imagina ter um abcesso num dente e não haver antibiótico nem aspirina para a dor?

  6. 6 6  isagt

    Acho que a maioria das pessoas não consegue, sequer, imaginar, o poder da Indústria Farmacêutica que com a crise económica, não me admiraria muito que tivesse logo engendrado, uma maneira de fazer dinheiro rápido.
    Muito francamente, só espero que nunca haja uma “fuga” de vírus, por dar jeito, a alguém.

    [Responder]

    cafc Reply:

    Cara isagt

    Por falar nisso, tenho a ligeira sensação de que, quando surgiu o HIV, foi levantada a hipótese de ter havido esse tipo de “fuga” que a minha amiga refere. Depois, foi o silêncio.

    Recordo-me, também, que o então Presidente dos EUA (Ronald Reagan) “sugeriu” que era uma espécie de “castigo divino”. Só atingia os homossexuais e os toxicodependentes (que jeito isto dava). A justificação “científica” não se fez esperar :”Grupos de risco”.

    É inquestionável que os progressos da Medicina têm sido imensos. O problema reside em saber se, neste “Mundo Cão” em que vivemos, não haverá esse “alguém” que só pretende “tratar-nos da saúde” (mantendo a respectiva conta bancária muito saudável).

    Cumprimentos.

    Miguel Reply:

    cafc, isso hipótese surgiu mas já foi descartada há muito. Por exemplo, agora sabe-se que o vírus já existia pelo menos desde 1959, pois foi detectado numa amostra de um homem congolês (ver mais aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/AIDS_origin#History_of_known_cases_and_spread)

    Eu uma vez até ouvi uma história duns investigadores que andavam a averiguar a hipótese de na Guiné-Bissau o vírus se ter espalhado muito mais rapidamente do que o normal devido às campanhas de vacinação durante a Guerra Colonial (na altura era uma seringa e uma agulha para dezenas de pessoas, bastava um estar infectado e todos que viessem a seguir corriam grandes riscos de também se tornarem portadores do vírus), mas nunca mais ouvi nada sobre isso, não sei se ouve resultados.

    Quanto ao post, o Jorge #5 resumiu exactamente aquilo que eu penso. Não conseguiria acrescentar nada mais.

    cafc Reply:

    Caro Miguel

    Coloquei uma hipótese, tal como você colocou outra. Provavelmente haverá muitas mais.
    A wikipedia não é uma fonte científica, o que não quer dizer que a devamos desprezar.

    O problema fundamental que coloquei mantém-se. Podemos acreditar que, no ramo da Medicina (mesmo ao mais alto nível das suas organizações) já foi descoberta uma “vacina” contra a corrupção?

  7. 7 7  José R.

    Comissão de inquérito? Anda tudo doido! Não é suposto criarem-se comissões de inquérito para, pretensamente, se esclarecer determinado assunto?
    Neste caso, o que é que há para esclarecer que não se saiba desde o início?
    Não fosse o caso de me doer bastante a doideira completa destas populações que tudo engolem, ter-me-ia divertido à grande e à francesa com o histerismo mal disfarçado.
    Mas abaixo de canino esteve muita da apalermada imprensa que por aí circula. Inenarrável!

    [Responder]

  8. 8 8  simon

    E nem faltou quem desse aviso.

    Para o tal de Bilderberg, com o mesmo Rumsfeld sempre em cima da tramóia, que desta vez foi suína y otros dicen porcina.

    [Responder]

  9. 9 9  carlos mata

    como ja foi referido em #5 pelo Jorge a definiçao de pandemia é objectiva por isso nao percebo bem a “suspeita de pressoes” sobre a OMS.

    por outro lado quando os primeiros casos de gripe foram relatados no mexico, estavamos em PT em plena silly season que entre muitas coisas é caracterizada por falta de temas para noticias e reportagens e o assunto da gripe foi explorada ate ao tutano.

    no resto da europa a minha impressao subjectiva (contacto com amigos medicos noutros paises, diversos aeroportos onde estive, leitura da imprensa desses locais) foi que apenas em portugal é que o assunto era de alarmismo.

    e depois a tudo isto junta-se a fantasia que cada um de nós tem sobre o que é uma vacina. Ha muitas vacinas diferentes. relembro apenas que por exemplo a vacina da poliomielite (dada na infancia) confere imunizaçao para a vida, a do tetano so nos proteje 10 anos e a da gripe tem de ser administrada anualmente… ha muito desconhecimento neste assunto e isso torna esta questao dificil de ser discutida por todos sem os dados completos sobre o problema.

    nada tem que ver com modelos economicos de esquerda ou direita, nem conspiraçoes,…na saude não existe o branco e o preto, é mais no terreno da probabilidade.

    [Responder]

    estouxim Reply:

    Desde quando é que Abril/Maio é plena silly season?
    Não foi um fenómeno nacional, foi internacional, uma cópia da anterior campanha de promoção do Tamiflu. Quase a papel químico e com os mesmos protagonistas.

    Numa coisa vc tem razão, a falta de dados completos sobre o problema. Lamentável é que na ausência deles se dê carta branca a instituições cuja finalidade é o lucro para, lucrando, experimentarem na população mundial medicamentos insuficientemente testados.
    Lamentável é a privatização da ciência, é a ocupação das instituições de investigação e de aconselhamento pela industria farmacêutica. Lamentável é a saúde como negócio.

    Siga os links que coloquei na resposta ao #5. Ou veja o que a Ministra da Saúde da Polónia disse sobre o assunto:
    http://www.youtube.com/watch?v=JT4gMviCP4g&feature=player_embedded

    Talvez depois queira corrigir a sua afirmação sobre modelos económicos. Ou talvez não, lembro-me bem do Louçã a apelar à vacinação.

    Já agora, para um olhar sobre o contexto ideológico que produz esta perversão uma entrevista com Mae-Wan Ho:
    http://subversivethinking.blogspot.com/2009/09/dr-mae-wan-ho-interview.html

    carlos mata Reply:

    abril/maio foram os primeiros casos no mexico. as primeiras noticias sobre o assunto preocuparam todos, como é obvio desde a comunidade medica, os governos, os media e a pop geral. foi divulgado que tipo patologia era esta, quais os riscos e como se podiam as populaçoes proteger, quais as medidas a tomar em cada pais, etc… a partir deste momento entramos em portugal em alarmismo sem paralelo nos restantes paises europeus, na minha opiniao. e foi tambem nessa altura que chegou o verao (estava obviamente a referir-me a este periodo) e nas televisoes sucediam-se em catadupa reportagens, de modo impar na europa, consecutivas sobre o problema (quando ja ninguem falava sobre o assunto).
    nao compreendo o que ha de lamentavel no facto da saude ser um negocio. ha pessoas empregadas nessa actividade e fazem do seu trabalho o seu modo de obter rendimentos. ha algo de censuravel nisso?
    ha muito mais a discutir na sua resposta mas gostava ainda de acrescentar que a ciencia nao é privatizada nem privatizavel. a ciencia é livre e acontece em qualquer lado. a ciencia pode ser desenvolvida numa instituiçao privada ou publica. a ciencia é acessivel a todos e a linguagem é universal. o facto de poder ser utilizada para fins que prejudiquem terceiros é outro assunto.
    os diversos governos nao tinham outra opçao que adquirir o unico instrumento que à luz dos conhecimentos actuais garantia maior protecçao para as suas populaçoes.

    estouxim Reply:

    Tem piada, escrevi “privatization of science” na caixa do google e saíram 1.220.000 resultados. Tem mesmo a certeza que a Ciência não é “privatizada nem privatizável”?
    Quanto à saúde, tem razão. Erro meu, devia ter escrito doença em vez de saúde, que é a ausência dela.
    Quanto à sua percepção sobre a cobertura em Portugal e fora, francamente não encontrei nenhuma diferença.

    carlos mata Reply:

    olhe que interessante, eu escrevi sherlock holmes e veja o resultado: “47.600.000 para sherlock holmes. (0,11 segundos)”, tem a certeza que nao existe? mantenho obviamente a afirmação anterior sobre a privatizaçao da Ciencia.
    pode substituir a palava saude por doença e as questoes que lhe deixei serao as mesmas.

    estouxim Reply:

    Meu caro Watson, 1 link:

    “The honesty of science is being compromised at every turn”
    http://www.newstatesman.com/200404260019

    e 2 citações:

    “Nobel laureates Joseph Stiglitz (Economics, 2001) and John Sulston (Physiology/Medicine, 2002) argue that the patent regime, along with other forms of intellectual monopoly powers, locks down access to knowledge rather than allowing its dissemination.

    Both were speaking at the launch of Manchester University’s new Institute for Science, Ethics and Innovation:

    Patent monopolies are believed to drive innovation but they actually impede the pace of science and innovation, Stiglitz said. The current “patent thicket,” in which anyone who writes a successful software programme is sued for alleged patent infringement, highlights the current IP system’s failure to encourage innovation, he said.

    Sulston made the privatisation of science his topic:

    Reversing the trend toward privatisation of science is critical, Sulston said. The world should concentrate on the survival and thriving of humanity, and exploration of the universe, he said. The outcome, he added, depends to a great extent on “who owns science.”

    A Ciência é privatizável, tem vindo a ser privatizada a um ritmo crescente e essa privatização está a destruir os próprios fundamentos da Ciência.
    Os resultados da investigação privada e de grande parte da investigação pública financiada por empresas privadas passa sai do domínio público, transforma-se numa mercadoria. Multiplicam-se os casos de cientistas que são impedidos de publicar o seu trabalho por as empresas que os empregaram/financiaram deles se apropriarem.

    Hoje em dia até a Vida é privatizável. O patenteamento genético demonstra-o.

    Vc acredita que a Ciência é livre e comum. Os factos desmentem-no. Recuso-me a discutir crenças e a sua afirmação não passa disso.

    carlos mata Reply:

    estouxim, vc nao sabe obviamente do que fala. ja alguma vez publicou algo? trabalhou na comunidade cientifica integrado em grupos de investigação? por isso acaba aqui a discussao comigo.

    como se as patentes fossem sinonimo de privatizaçao da Ciencia, ou como se as proibiçoes de publicações impedissem a Ciencia.

    Isso tem uma palavra: psicose.

    estouxim Reply:

    Meu caro cientista, sabe ler inglês? Deu-se ao trabalho de ler as citações que coloquei no meu anterior comentário? Ou o artigo? Porque sobre isso, nada diz.
    Porque é que me chama ignorante e acha que preciso de psiquiatra quando é vc que é incapaz de defender a sua tese?

  10. 10 10  Justicialista

    Pois é e eu começo a acreditar (ainda mais depois deste Inverno) que a lenga-lenga do aquecimento global é também um embuste para promover as indústrias das energias renováveis.

    [Responder]

    José R. Reply:

    Que confusão, Justicialista! O tal medicamento não era necessário para nada. Já quanto à energia não podemos dizer isso! Para além da questão do ambiente, podemos colocar em alternativa: energia renováveis, mais democratizadas e ao alcance de quase todos; ou consumo desbragado de petróleo para encher os bolsos àqueles cowboys de pouca inteligência, que o ganham todo e não repartem com ninguém a não ser quando promovem a anti-ciência, como o criacionismo?

  11. 11 11  Antonio Cunha

    Realmente a expressão “preso por ter cão e preso por não ter” nunca foi tão verdadeira

    É que nenhum destes iluminados que vivem rodeados de teorias das conspiração capitalistas pôs a hipotese de ter sido graças à variadíssimas medidas de protecção e higiene que se conseguiu evitar o propagar da pandemia.

    As pessoas falam de alarmismo desnecessário, e eu pergunto :

    Então e se não se tivesse feito nada, como estaríamos agora ?

    Pode ser de da próxima vez toda a gente se esteja a cagar para outra pandemia, e quando começarem a morrer aos magotes logo alguem se lembre desta conversa.

    Foda-se que já não há pachorra.

    [Responder]

    cafc Reply:

    Meu caro António Cunha

    Pela parte que me toca, só coloquei dúvidas que me parecem legítimas. As notícias mais díspares que vão surgindo sobre laboratórios, indústria farmacêutica & “associados” não são muito abonatórias.

    Sobre as medidas de protecção e higiene não poderia estar mais de acordo consigo. Pena que tivesse surgido esta ameaça para que, muitas pessoas, começassem a ter práticas que, de há muito, são as mais elementares.

    Meu amigo, recorda-se que, há uns anos atrás, o então Ministro Correia de Campos (por quem não tenho qualquer simpatia) foi alvo de uma campanha, tipo “gozo-indignação”, por ter recomendado que médicos, enfermeiros, etc. deveriam lavar as mãos após contactos com os doentes?

    Mais palavras para quê?
    Um abraço.

  12. 12 12  A.R.A

    Calma Antonio!

    Nem tanto ao mar, nem tanto a terra e o Antonio esta a enervar-se sem razão aparente porque se pesquisa-se o suficiente saberia que no século XX, há registo de três pandemias de gripe e a pior foi a gripe espanhola que matou cerca de 30 milhões de pessoas e não obstante de nos manter-mos em alerta, a gripe, por exemplo, das aves (tida como uma pandemia) apenas causou a morte de 250 pessoas, em 10 anos… 25 mortos por ano quando a gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo.

    Meio milhão contra 25? Mas qual delas é a pandemia?

    No mundo, por ano, morrem 2 milhões de crianças com diarreia que se poderia evitar com um simples soro que custa 25 cêntimos, sem duvida uma outra pandemia ……… mas Sem-Vergonha porque 25 centimos não justificam uma pandemia, não Sr., ou é uma pandemia que dê lucro ou então que se desen-merdem, não é?

    Seria mais uma dessas tais teorias da conspiração se esta porra não fosse a mais pura das verdades.

    Para isto já tem pachorra?

    Quer levantar uma bandeira plena de conversa fiada que, com um minimo de informação, saberia que a farmacêutica Roche com o seu famoso Tamiflú vendeu milhões de doses aos países asiáticos, apesar da sua duvidosa eficácia, e com essa gripe das aves, a Roche e a Relenza, as 2 maiores empresas farmaceuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de lucro.

    E, pasme-se, o Tamiflú é o unico anti-viral para a tambem gripe suina o que faz dos accionistas das farmaceuticas Roche e Relenza pessoas bastante felizes pelo alarmismo pandemico pois as vendas, novamente milionárias, com o duvidoso Tamiflú subirão em flecha.

    E para cumulo das coincidencias, a empresa norte-americana Gilead Sciences é quem tem a patente do Tamiflú e o principal accionista desta empresa é, nada menos que Donald Rumsfeld, o tal Secretário da Defesa de George Bush da guerra contra o Iraque…

    Teorias das conspiração capitalistas? Nãaaaaaa!

    Se a Organização Mundial de Saúde se preocupa tanto com esta calamidade, porque não a declara como um problema de saúde pública mundial e autoriza o fabrico de medicamentos genéricos para combatê-la?

    Acha mesmo que a Roche e a Relenza vão prescindir das patentes para distribuir medicamentos genéricos gratuitos a todos os países, especialmente aos pobres?

    Eu sei que já não tem pachorra para teorias da conspiração capitalista mas se me conseguir responder a estas 2 questões, aqui o “iluminado” agradecia.

    A.R.A

    [Responder]

    Miguel Reply:

    O tamiflu, não é o único anti-viral, é um dos dois únicos, e não é só para a gripe suína, é para todos os tipos de gripe. E por acaso haver um antiviral para o vírus influenzae foi das maiores descobertas da medicina do final do século passado (precisamente porque os diferentes tipos dos vírus matam meio milhão de pessoas por ano e as vacinas não chegam para todos), e todos os artigos científicos que têm saído atestam a sua eficácia em reduzir o tempo necessário para curar a gripe (o que para quem tem uma saúde periclitante pode ditar a diferença entre a vida e a morte).
    E essa do Rumsfeld já é velha (foi a primeira teoria da conspiração a aparecer antes de haver vacinas, altura em que apareceram as ex-«ministras» da Finlândia e as freiras espanholas com os seus doutoramentos sobre medicinas alternativas a mandar bitaites), ele foi presidente da Gilead há já uns anos valentes e está longe de ser o maior accionista da empresa.

    E uma pequena nota sobre a gripe das aves: ela mesmo ainda não tendo descoberto uma maneira eficiente de passar para os humanos continua a matar mais de 50% dos que infecta, coisa pouca portanto e nada preocupante e podemos estar descansados mesmo que se misture com outro vírus da gripe e passa de humano em humano livremente, acho que a OMS devia deixar já o sudeste asiático, onde tem feito um trabalho notável a detectar e isolar os focos de transmissão aves-humanos para reduzir as probabilidades de haver mutações dos vírus e deixar as coisas andarem livremente, porque afinal de contas todos acabamos por morrer, não é?!
    E morre muita gente de outras doenças, facilmente evitáveis?! Morre certamente, mas então o que fazemos?! Deixamos de gastar os milhares de euros que custam curar uma só pessoa com cancro e dividimos o dinheiro pelas pessoas que estão a morrer de diarreia em África?! Da próxima vez que tiver doente então não gaste dinheiro em medicamentos e mande para uma ONG, há dezenas delas que receberiam de bom grado a sua ajuda.

    A.R.A Reply:

    MIGUEL

    Quando utilizei o exemplo da gripe espanhola, fi-lo com o intuito de demonstrar o que é na realidade um surto viral fulminante e nunca foi minha intenção minorar os feitos da ciencia na descoberta do anti-viral, portanto não se perca no raciocinio!

    «O tamiflu, não é o único anti-viral, é um dos dois únicos,…» Engana-se, já vai em 3 mas, mesmo assim, isso quer dizer que dividindo por 6,6 biliões de pessoas pelo Tamiflu, o Relenza e o novissimo e experimental Favipiravir, os grupos coorperativos que das farmaceuticas que os comercializam acho que vão-se dar bem com a “suposta” desgraça alheia, não?

    Nunca pondo em causa os necessarios cuidados profilaticos da prevenção e as continuas investigações cientificas, declarar uma pandemia de modo irresponsavel, sem se assegurar que os todos os passos respeitantes ao protocolo da OMS que são:
    Período de Interpandemia (1ª e 2ª fase) ; Períodos de alerta de Pandemia (3ª, 4ª e 5ª fase) até chegar-mos a conclusão de que estamos efectivamente perante uma epidemia Pandemica (6ª fase)
    é contribuir para um alarmismo histerico a nivel global que abre uma janela de oportunismo bem lucrativo para quem detem a “suposta” cura ou retardamento anti-viral.

    Se tem alguma informação ao seu dispôr, facilmente verificará que o lobby farmaceutico há muito que galgou as fronteiras do dever e direitos deontologicos na comercialização e quem efectivamente decide é o poder coorperativo baseado nos accionistas. É um verdadeiro negocio da morte.

    Portanto ao misturar alhos com bugalhos ou seja a investigação que deve ser compensada e as compensações que o poder coorperativo exige são coisas completamente distintas, onde não existe o minimo de regulação possivel que evite o mundo de ficar refem de um sistema em que ele proprio se baseia.

    Quanto a Rumsfeld, nunca mencionei que ele era ou que foi presidente apenas que é accionista maioritario que efectivamente ele é, já ouviu falar em golden shares? Informe-se antes de afirmar o dito cujo «está longe de ser o maior accionista da empresa.»

    O seu ultimo paragrafo esta pleno de demagogia barata que nem merece uma resposta seria.

    A.R.A

    Miguel Reply:

    Demagogia barata (que usei, eu sei que sim) usei da mesma que você usou quando se pôs a falar das pessoas que morrem de diarreia. Eu dei-lhe uma sugestão para ajudar a minorar esse problema.

    Eu nunca ouvi a OMS a promover nenhum histerismo. Sempre disseram que até ver a gripe A não era particularmente mortal, era apenas muito virulenta e as pessoas não tinha imunidade para ela, quem andou a espalhar que íamos todos morrer foram os media e alguns responsáveis governamentais (dezenas de milhar de mortos só em Portugal, falava-se).

    Sobre os anti-virais eu disse que havia 2, se já há mais em fase experimental não faço ideia, e também não vejo qual a utilidade de um fármaco que ainda não se pode comprar. Sobre só haver 2 (ou 3, pronto), para os 6,6 mil milhões (e não biliões, é 1000 vezes menos), é só esperar até 2016 quando a patente expira e depois já se pode fabricar à vontade.

    Sobre o Rumsfeld, continuo a repetir o que disse. E mesmo que ele tenha golden shares (não faço ideia e estou-me pouco a marimbar para as acções que ele tem) não passava a ser accionista maioritário, porque se ele fosse o accionista maioritário não precisava de golden shares pra mandar…

    Eu em gripe espanhola não falei em lado nenhum, por isso se há alguém a perder o raciocínio não sou eu.

    A.R.A Reply:

    MIGUEL

    Eu não sou medico, mas que o Miguel já está a revelar sintomas de uma virose dada ao nervo ….

    Ora então vou “falar” mais pausadamente pois parece que o Miguel esta com dificuldade em perceber do que se fala.

    - O titulo do post afirma que «Os ganhos de 5 mil milhões de € da Industria farmaceutica no fabrico da vacina da gripe A e anti-virais estão sob suspeita do Conselho da Europa» portanto eu dei-lhe a titulo de exemplo que 2 milhões de crianças morrem com diarreia e que tal se poderia evitar com um simples soro que custa 25 cêntimos, para demonstrar como o alarmismo pandemico pode fazer muita gente rica. Agora se o mesmo alarmismo veio dos media ou de alguns governos ou até da propria OMS acho estranho que não tenham a mesma atitude de urgencia para com 2 milhões de crianças .

    Se fizer as contas, 2000000 x 0.25€ é igual a quanto?

    Agora experimente fazer as contas aos ganhos faramaceuticos sobre a gripe A.

    Não dá lucro não é?

    (Ah! É verdade Miguel, tem toda a razão eu cometi um erro de simpatia e ao invés de Bilhões escrevi Biliões, obrigado pela correcção.)

    - Outro sintoma a registar no Miguel é não estar a par do mundo que o rodeia talvez por dificuldade de audição:

    «Eu nunca ouvi a OMS a promover nenhum histerismo….»

    Pois olhe que se não ouviu poderia muito bem ter lido.

    DN 15/06 2009
    «A Organização Mundial da Saúde elevou de 5 para 6 o nível de alerta da influenza A (H1N1) – gripe suína. Com o aumento para o nível máximo da escala de alerta, a organização declara oficialmente o estado de pandemia»

    - Se não sabia de um 3º anti-viral, folgo em informa-lo em 1ª mão………. por escrito!

    - Pois o Rumsfeld é de facto ainda um dos accionistas maioritarios
    «25 Apr 2009 … Because a previous chairman of Gilead Sciences and still a major shareholder is one Donald Rumsfeld. The same Donald Rumsfeld who managed to …»

    http://www.businessinsider.com/swine-flu-pandemic-would-cost-trillions-2009-4 -

    A verdade doi mas depois ……….. passa ;)

    A.R.A

    Miguel Reply:

    Vamos por parte:

    - tem toda a razão quando fala sobre o problema das doenças que «não dão lucro» às farmacêuticas, é só não acho que isso seja para aqui chamado, por isso é que escrevi aquilo;

    - a população humana do planeta não são 6,6 biliões nem bilhões (6,6 x 10^12), são 6,6 mil milhões (6,6 x 10^9). São coisas totalmente diferente (e «bilião» e «bilhão» são sinónimos – o Houaiss diz que bilhão é de uso informal – não era isso que estava em causa);

    - para mim se declarar o estado de pandemia aumentou o histerismo a culpa pouco foi da OMS. Já que pôs a ligação para a notícia do DN podia também ter posto uma ligação para as inúmeras conferências de imprensa que vários membros da OMS deram por essa altura a explicar o porquê de terem elevado para o nível 6 e também o porquê de isso não significar que estamos perante uma estirpe muito mortífera (até porque nessa altura era impossível sabê-lo, os media como queriam dar notícias bombásticas andaram incessantemente à procura de qualquer médico – independentemente da especialidade, embora um médico de medicina interna, p.e., saiba tanto sobre virologia como um leigo que se interesse na matéria – que lhes dissesse que «previa» que iam morrer dezenas de milhar de pessoas em Portugal e vários milhões em todo o mundo);

    - sobre o nosso amigo Rumsfeld (que eu acho uma das personagens mais execráveis que existe, não tenho qualquer simpatia pelo senhor) “MAJOR shareholder”, quer dizer que é um dos accionistas PRINCIPAIS e não o MAIORITÁRIO (e podia ter avisado que essa frase estava nos comentários desse artigo, não que eu duvide que o senhor Ben Black que disse essa frase que colocou aí em cima tenha altos conhecimentos sobre a Gilead e a sua estrutura accionista, mas é mesmo porque me custou a encontrá-la). Por exemplo o Joe Berardo é um dos principais accionistas do BCP, mas está muito longe de ser maioritário.

    A.R.A Reply:

    MIGUEL

    Para melhor descortinar as suas afirmações, vamos dividi-las por partes:

    «- tem toda a razão quando fala sobre o problema das doenças que «não dão lucro» às farmacêuticas, é só não acho que isso seja para aqui chamado,…»

    R: Se o busilis da questão são os lucros elevados que as farmaceuticas auferirão com a “suposta” pandemia, não acha plausivel a comparação, porquê?

    «- para mim se declarar o estado de pandemia aumentou o histerismo a culpa pouco foi da OMS.»

    R:A OMS é uma organização que efectivamente declarou, com todas as letras, que estava-mos perante uma situação de nivel 6 que quer dizer – Pandemia: aumenta a transmissão contínua entre a população geral.
    Aliás, se o Miguel anda-se um pouco mais atento teria lido concerteza a conferencia de imprensa do Sr. Keiji Fukuda (responsavel pela luta contra a gripe A na OMS) em que reafirma que o mundo “está de fato diante de uma pandemia”, definida mais pela extensão geográfica do que pela gravidade. Para ser mais concludente, o Sr. Fukuda negou que a OMS queira mudar a definição de pandemia para que a doença se encaixe nessa definição.

    Portanto não sei mais o que lhe diga e como não sei fazer desenhos é me impossivel ser mais explicito.

    «- sobre o nosso amigo Rumsfeld … “MAJOR shareholder”, quer dizer que é um dos accionistas PRINCIPAIS e não o MAIORITÁRIO …»

    R: Não gosto nem nunca gostei de ensinar ninguem, mas como insiste de forma arrogante na ignorancia reveja a materia aqui :
    maioritário (adjectivo)
    1. major;
    2. larger, greater;
    http://www.infopedia.pt/portugues-ingles/maioritario

    E já agora, Miguel, informe-se melhor antes de se predispor a discussão porque só assim evita o embaraço de ser sistematicamente corrigido.

    A.R.A

    Miguel Reply:

    Não acho que tenha nada a ver pelos motivos que disse ali em cima: é demagogia barata.

    «Sr. Keiji Fukuda (responsavel pela luta contra a gripe A na OMS) em que reafirma que o mundo “está de fato diante de uma pandemia”, definida mais pela extensão geográfica do que pela gravidade.»
    Ou seja está-me a dar razão, a OMS nunca disse que a pandemia era particularmente perigosa, estava era espalhada por muitos sítios. Se a gripe cumpria os requisitos para ser pandemia o que a OMS ia fazer?! Meter a cabeça debaixo da areia e fazer de conta que nada se passava?!

    Sobre o «major», que tal ir a um dicionário de inglês?! Sabe que as palavras têm mais do que um significado.
    Por exemplo, Merriam-Webster Unabridged Dictionary (que, com todo o respeito pela Porto Editora, é um das maiores autoridades na língua inglesa) diz isto:

    «notable or conspicuous in effect or scope : CONSIDERABLE, PRINCIPAL — compare NEGLIGIBLE *on a major military offensive— Collier’s Year Book* *so that no single country produced any of the major weapons exclusively in its own territory— Denis Healey*» (aquilo entre ** são citações para dar contexto)

    Mas também pode ser «of or relating to a subject of academic study chosen as a field of specialization b : of or relating to a secondary-school course requiring a maximum of classroom hours», que o que também não me parece que tenha muito a ver com o caso.

    Sim, também pode ser maioritário, mas esse está longe de ser o significado com que a palavra é mais usada e o senhor Ben Black (que continuo a não saber quem é, e não percebo como é que baseado num comentário que leu numa notícia acredita que o Rumsfeld manda na Gilead, quando em todas as restantes fontes – incluindo os relatórios para o Congresso e Senado quando ele entrou para o Governo – ele tem uma percentagem muito pequena das acções) já que tem tantos conhecimentos de certeza se quisesse dizer que ele era o accionista maioritário (e se ele de facto o é continuo a não perceber para que é que ele precisaria de golden shares como o sr. lá em cima afirmou que ele tinha) diria por exemplo qual a percentagem de acções que ele tinha, em vez de mandar uma boca em que diz que ele é um major shareholder, que tanto pode ser 0,5% (assim seria um dos principais accionistas em nome individual) ou mais de 50%, se estivesse a usar a palavra com o significado de maioritário (tem 51%? mas então a Gilead, essa potência capitalista que faz todo o mundo vergar faça à ameaça do influezae nem 100 milhões de dólares vale em bolsa?! É que o Rumsfeld tinha entre 5 e 25 milhões de dólares em acções da Gilead quando entrou para o governo, tendo valorizado desde então entre 2,5 e 15,5 milhões. Ou então espere, ele depois de sair do governo comprou o resto para ter 51%, esperou que o congresso, o senado e o presidente deixassem de ser republicanos, porque esses já não o podiam ver à frente, e depois que deu ordens para que o vírus aparecessem e todos fossem comprar Tamiflu?! Pronto já percebi tudo).

    E eu não me importo nada de ser corrigido (pode ter a certeza que estava bem lixado se tivesse medo de discutir coisas e ser corrigido), mas também não parece que se alguém aqui foi corrigido não fui eu certamente.

    A.R.A Reply:

    MIGUEL

    Quando a OMS declarou que estavamos perante uma pandemia é porque verificou (após o decorrer de investigações cientificas no antes e no depois de esta ser detectada no Mexico) que havia fortes indicios de contagio e, só depois de ver-mos o frenesim das farmaceuticas que lucraram de forma massiva com o alarmismo resultante dessas declarações, quando se foi pedir explicações a mesma OMS pelo falso alarme esta descarta-se da sua responsabilidade afirmando que a pandemia passou a ser «definida mais pela extensão geográfica do que pela gravidade» e, se assim é, e após ler o seu brilhante raciocinio poderiamos incluir a costumeira gripe (que a todos afecta sazonalmente) no termo PANDEMIA, não é?

    Sim sr., viver é realmente aprender!

    Sobre a defenição “Major” em Ingles, o Miguel, agora esta apenas a ser ridiculo a tentar provar o improvavel.

    Quanto ao Rumsfeld, embora a criatura insista em não comentar acerca da sua participação como accionista da Gilead e dos ganhos exorbitantes que obteve com as gripes suina e das aves ( esta ultima de forma descaradamente promiscua ) acho que já se perdeu bastante tempo a falar deste sinistro sr., quando esta mais que provado que este fez parte de um dos maiores engodos da Historia das farmaceuticas e que, de forma descarada, volta a lucrar com a mesmissima artimanha.

    Como dizem os Norte-Americanos:
    “Fool me once, shame on you; fool me twice, shame on me”

    But, in this particular case, the shame is on you Miguel.

    A.R.A

  13. 13 13  Isabel

    A.R.A.

    Eu até concordo consigo por um lado. Por outro pergunto-lhe se sabe quantos anos e quanto dinheiro investiram as “roches” e as “pfeizers” para você curar uma amigdalite em dois dias ou para impedir alguém de se suicidar?

    [Responder]

    cafc Reply:

    Minha amiga Isabel

    Como parece esquecida da sua promessa, apesar de eu já ter tentado que a recordasse, sinto-me no direito de intervir, agora.

    Quando todos os indicadores apontam para uma taxa maior de suicídios, tinha que aparecer com as “pastilhas milagrosas” que os impedem?
    Espero que surja a “vacina contra o delírio” e que seja obrigatória.

    Deste que “s’assina”, com todos os “mimos” que já recebeu e com outros que queira acrescentar

    cafc

    A.R.A Reply:

    ISABEL

    O dinheiro que as “Roches” e as “Pfeizers” e quejandos investiram tiveram sempre um enorme retorno financeiro que até dá para pagar viagens e aliciar profissionais da saude com propaganda medica vantajosa para todos pois quem paga sou eu, voçe e todos os que vão ao medico e lhes é prescrito o medicamento A pertencente a farmaceutica B mas que até seria mais barato e com mesmo efeito a marca C só que não paga viagens e afins, quanto muito dá uns vales para a gasolina (o que já não é nada mau nos tempos que correm!).

    Nunca se questionou o porquê de tanta celeuma aquando da entrada dos genericos no mercado?

    É que eu não estou a inventar nada, estas situações são do dominio publico e não se dar conta disso é enfiar a cabecinha na areia.

    A.R.A

    Isabel Reply:

    A.R.A.

    Eu sou a favor dos genéricos.

    Mas quem é que os fabrica?

  14. 14 14  Antonio Cunha

    Amigo ARA

    Mas você acha que aquando da gripe Espanhola havia os cuidados de higiene que existem hoje ? E você tem duvidas que se fosse hoje não teriam morrido nem 30.000 pessoas ?

    O surto de gripe aviaria a que se refere apareceu em 2005, logo não sei onde foi buscar essa dos 10 anos. E a gripe das aves era como o nome indica uma doença de aves e não de seres humanos, que no entanto poderia ser contagiosa. Está a comparar coisas sem comparação.

    Em relação ao Donald Rumsfeld a coisa é diferente. Embora não gostando nem um bocadinho da personagem, que me parece ser um gajo bem sinistro, existem aqui algumas coisas que convém clarificar.
    Em primeiro lugar o meu amigo parece-me que anda a recolher informações em lugares pouco recomendáveis e nada fidedignos. Veja este site

    http://www.realidadeoculta.com/tamiflu.html

    Aquilo parece-lhe fiável ?

    Em relação às patentes de medicamentos, eu sou favorável à “nacionalização” das mesmas.
    Veja o que o Brasil e a Africa do Sul se preparam para fazer em relação à SIDA.

    [Responder]

    A.R.A Reply:

    Caro Antonio

    A exemplo do que expliquei ao Miguel, mencionei a gripe espanhola a titulo de exemplo e desde então as medidas de profilaticas de prevenção e desenvolvimento cientifico são o garante para uma resposta mais celere no combate a propagação mas uma pandemia é algo que de tão incontrolavelmente fulminante que, mesmo que o protocolo da OMS esteja na fase 5, até à conclusão do anti-viral esta já vitimou um sem nº de pessoas a não ser que haja retenção de informação priveligiada mas aí sim, já entramos por caminhos da pura teoria conspirativa.

    O quê? A gripe das aves só surgiu quando?

    Olhe que não Antonio. Saiba que em Maio de 1997, o vírus Influenzae AH5N1 (vulgo gripe das aves) foi isolado pela primeira vez em humanos, numa criança de Hong Kong.

    Amigo, eu quando partilho dados baseio-me em varias fontes antagonicas umas das outras até chegar a minha propria conclusão acente em factos reais ou, se preferir, de dados concretos e não em teoreticos cenarios que, não obstante da sua possivel veracidade, são demasiado dubios se não souber-mos de um modo mais aprofundado do que realmente estamos a discutir.

    É por isso que as vezes demoro nas minhas respostas pois não gosto de falar sem um conhecimento devidamente fundamentado para assim poder debater com a convicção necessaria e para não ser apanhado na ………. curva da mentira.

    Com isto não digo que por inercia intelectual não tenha tambem me feito valer do copy/ paste mas por norma não o faço.

    Quanto a possivel nacionalização das patentes dos medicamentos, não poderia-mos estar mais de acordo mas aí quem lhe chama Utopico sou eu.

    Acha mesmo que o lobby farmaceutico deixava?

    Acredito que esteja a ser demasiado credulo ou então não tem noção do mundo em que vive.

    Aquele Abraço
    A.R.A

    Antonio Cunha Reply:

    Caro ARA

    Deixo-lhe aqui um documento de alguem entendido na matéria que faz uma breve história do H5N1

    http://maschamba.weblog.com.pt/Informa__o_Gripe_das_Aves.pdf/Informa__o_Gripe_das_Aves.pdf

    Deste modo ficamos a falar sobre o mesmo e percebemos que o virus já cá anda hà muito tempo. No entanto eu referi-me ao ultimo surto que gerou algum alarme e que foi em 2005.

    Em relação às patentes de antiretrovirais sou obrigado a citar o seu amigo Cunhal e dizer-lhe “olhe que não, olhe que não”

    Veja esta noticia

    “O escritório indiano de patentes rejeitou a concessão de patente para o tenofovir à Gilead Sciences e fez o mesmo com o ARV darunavir, cuja patente era requerida pela Tibotec Pharmaceuticals, subsidiária da gigante Johnsons & Johnsons. ”

    Pode ler o resto aqui

    http://www.plusnews.org/pt/PrintReport.aspx?ReportId=86152

    Ao poucos vamos lá….

  15. 15 15  Natália Santos

    Penso que os cientistas ainda não conseguem prever as consequências de uma pandemia nem em quantidade de pessoas atingidas, nem em gravidade, porque o ambiente em que as pessoas vivem é completamente diferente do de há 40, 30 anos atrás. Por um lado, temos sistemas de saúde na maior parte dos países, saneamento básico, populações mais instruídas, com mais defesas naturais,o que diminui o risco.

    Por outro lado, as grandes concentrações de pessoas nas cidades e a mobilidade das populações em todo o mundo criam o perigo de uma rápida expansão.

    Será que as condições favoráveis apontadas serão suficientes para superar o perigo criado pela concentração e mobilidade?

    Médicos portugueses que considero honestos, como os do Observatório da Saúde, andam desde 2002/3 a prever o aparecimento de novos vírus.Toda a gente está vendida ? Custa-me a acreditar.

    [Responder]

  16. 16 16  A.R.A

    Amigo Antonio

    Essa é de facto uma boa noticia mas não sei até que ponto não será uma gota no oceano, embora seja um enorme prejuizo a perda de um mercado com a dimensão da India.

    Contudo tudo tem que começar por algum lado, não é?

    Aquele Abraço
    A.R.A

    [Responder]

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