O aconselhamento não é apenas informar as pessoas do ponto de vista técnico, mas “tem por objectivo apresentar uma solução alternativa ao aborto” e o Estado “não se pode demitir da defesa do direito à vida”, que no caso do aborto legalizado, “implica que se apresentem alternativas ao aborto, essa é a obrigação do Estado”, aponta Isilda Pegado.
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