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Do Líbano chegam-nos frases e imagens do quotidiano. A guerra e o fim da guerra é quase só isso. Falta a luz, volta a luz, não se dorme, tem-se medo, não há trânsito, toma-se café, morrem amigos e família, volta o trânsito, tem-se medo, acorda-se assustado, ouvem-se bombas, param as bombas, continua-se com medo e pergunta-se às vezes: porquê? Um blogue que descobri pelo Pópulo.


Sem respostas ao post “Acordar em Beirute”  

  1. 1 1  Fenício

    Daniel Oliveira que por lá andou não saberá a resposta? Porquê!
    Sou absolutamente antisionista, mas creio bem que esta história não é a preto e branco nem a linha divisória do que está bem e do que está mal me parece muito bem definida. Atacando Israel defendendo grupos indefensáveis, parece-me bem que não seja uma boa maneira de responder a este: Porquê?!
    Talvez se no Líbano houvesse a mesma liberdade que há em Israel para criticar, censurar e questionar, sem ver a sua vida correr riscos (e não estou a falar de bombas) talvez que houvesse outra força política, moral e até militar para fazer face a ataques israelitas!
    No fundo estamos a falar de democracia e da sua força. A eterna luta entre Atenas e Esparta!

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  2. 2 2  antimater

    Acho que no meio disto tudo ainda está por saber qual é o planeamento verdadeiro das partes envolvidas e seus apoiantes…

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  3. 3 3  Daniel Oliveira

    no Libano há liberdade e o Hezbollah foi criticadissimo por vários sectores. O Libano é uma democracia. Uma democracia que viveu uma guerra civil, mas uma democracia pluripartidária. Não nenhuma enterna guerra entre Atenas e Esparta, nem no Médio Oriente nem em lugar nenhum do Mundo. Estes paralelismos apnas tentam substituir a ideia de uma guerra entre o “bem” e o “mal”. Não explicam nada, não servem para nada.

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  4. 4 4  Raimundo_LULIO

    A bela Atenas foi tão sanguinária quanto Esparta, meu estúpido!!

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  5. 5 5  Raimundo_LULIO

    Caro Finicio,

    Peço desculpa pelo “estúpido”.

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  6. 6 6  Fenício

    Um partido político armado por países estrangeiros às vezes hostis, fazendo dos outros reféns, é uma concepção de democracia que só na cabeça de Daniel de Oliveira.

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  7. 7 7  Fenício

    Caro Raimundo, o ter emendado a mão (neste caso a língua) só abona a seu favor…
    Não me referia à quantidade de sangue, mas sim a conceitos políticos representados simbolicamente por Atenas e por Esparta. Democracia versus ditadura!
    Os estado árabes precisam de ganhar credibilidade para si e para os outros e só a democracia lhes garantirá isso. Até lá bater só em Israel e tecer loas àqueles regimes àrabes, é escolher muito mal com quem nos deitamos…quando acordarmos poderá ser tarde!

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