O que é relevante é saber quantos e que outros estudantes da Independente é que obtiveram a sua licenciatura com semelhantes critérios de aprovação.
Porque José Sócrates não faz mal: que ele saiba inglês técnico ou não, que seja ou não seja bom engenheiro, é irrelevante para a profissão que ele hoje desempenha.
O preocupante é pensar-se que pode haver outros engenheiros formados pela Independente, e que obtiveram o canudo desta forma ou análoga, a exercer engenharia.
Será que a vontade de Sócrates cortar a direito no que respeita à qualidade de ensino da Independente serve de incentivo para a retaliação da Independente para cortar a direito quanto à qualidade académica de Sócrates?
A notícia (??) do “SOL” tem que ser lida na totalidade já que o cabeçalho que o Daniel transcreve não “bate” depois com o que é desenvolvido nos restantes parágrafos.
Cumprimentos
De facto, nunca mais acaba! Anda o país a ouvir notícias da Independente, do título de José Sócrates. E toda a gente comenta e manda bocas! Entretanto, tudo na mesma (ou pior!), mas está tudo tão distraído que nem se nota. E também há o futebol! Que bom, que bom, mantenham-nos ocupados! É o que queremos!
António P,
Pois não, até piora:
«José Sócrates terá feito a cadeira de Inglês Técnico – uma das cinco que realizou na Universidade Independente para concluir a licenciatura em Engenharia Civil – através de um pequeno trabalho entregue numa folha A4, que fez chegar ao reitor acompanhado de um cartão do seu gabinete de secretário de Estado.
O cartão e a folha A4 foram encontrados no processo do aluno José Sócrates pela nova equipa que está à frente da Universidade Independente.
O SOL apurou que está previsto estes dois documentos serem apresentados durante a anunciada conferência de imprensa da nova direcção, com a indicação de que o dossiê escolar de Sócrates, nesta cadeira, não contém qualquer outro elemento de avaliação.
Um destes documentos é, então, um cartão de José Sócrates (subscrito enquanto secretário de Estado adjunto do ministro do Ambiente e que tem o timbre do seu gabinete), em que este escreveu, pelo seu punho: «Meu caro, como combinado aqui vai o texto para a minha cadeira de Inglês».
Agrafada a este cartão, está uma folha A4, com um pequeno texto em inglês, que corresponderá à resposta a menos de uma dezena de alíneas.
Segundo apurou o SOL, este «trabalho para a cadeira de Inglês» é o único documento escolar de Sócrates desta cadeira e terá servido para concluir a sua avaliação final a Inglês Técnico.
Contactado, o gabinete do primeiro-ministro informa que, a haver comentários ao caso, ficarão para depois da conferência de imprensa da UnI.
A conferência de imprensa, que estava marcada para hoje às 18h foi entretanto adiada para amanhã, quarta-feira.
Ontem, a direcção da UnI prometeu revelações importantes na investigação empreendida pela Universidade ao processo do aluno José Sócrates.»
Luis Lavoura: Frequentei uma universidade privada e se entregasse um trabalho, ainda por cima essencial para a nota final, em meia dúzia de linhas numa folha A4 e com um cartão identificativo em anexo, habilitava-me a um valente chumbo.
Quantas folhas A4 entrega um aluno médio depois de fazer um exame. Isto é mesmo tudo conversa da treta.
Não sei como é que um homem como o Prof. Daniel, que tem justas pretensões à pasta da cultura ou mesmo à pasta dos negócios estrangeiros anda a perder tempo com estas questões.
eu estudo numa Univ Pública e já fiz 1 cadeira em que entreguei 1 trabalho sobre cultura clássica com cerca de 1600 palavras (+/- 3 folhitas) e tive 16. Vocês estudam onde. Querem-me dizer que em quase todos os cursos não existem cadeiras só para português ver? O Daniel pode confirmar pelo meu mail que falo verdade. Só que não é para dizer nada Daniel eheheheh
Parece que as teorias anti-TPC não chegaram à UnI…
Não há nada como pagar uns tostões valentes para obter um curso com boas notas.
Um certo Instituto com o nome de um célebre Pedagogo e com relações com a família Cavaco é um bom exemplo. Tentaram subornar-me para aceitar alunos estagiários (prática corrente do tal I P). Não aceitei porque o suborno implicava a passagem automática (e com boas médias) dos ditos cujos. Quando conheci as infelizes criaturas ainda mais razões tive para não aceitar. Mas há muita gente que aceita, sobre pressão dos Cons Executivos (livros para a Biblioteca mais descontos em “actividades” no Instituto) e com a perspectiva de receber mais uns cobres. E assim saem cá para fora uns jovens com vantagem sobre quem se esfolou a estudar, porque as médias é que contam.
PS: Uma das criaturas mal sabia Inglês mas lá teve aproveitamento no Estágio, mas parece que a sua carreira durou pouco tempo. Queixas dos pais levaram a uma inspecção…
Os exames não se costumam fazer em casa.
E nunca ouvi falar de nenhuma disciplina em que a nota do ano fosse dada avaliando uma folha A4 escrita em casa. Mas devo ser eu que sou exigente.
Daniel Oliveira estamos em Abril, há 33 anos por esta altura a censura da ditadura impedia que se discutissem abertamente coisas realmente importantes para o Portugal , a guerra colonial, a emigração, a censura , a Pide, as prisões politicas. Hoje FELIZMENTE em liberdade discute-se o canudo do primeiro-ministro.
Então e o desemprego, as pensões dos reformados, o atrazo cronico do nosso país, o nosso ensino de gatas, os nossos ditos empresários subsidio-dependentes, os lucros fabulosos dos nossos bancos, etc etc etc.
Nada é importante pelos vistos…. o canudo sim….
Bom em 74 não fomos só nós os portugueses que nos livrámos de uma ditadura, outro povo o grego, tambem se livrou de uma sangrenta ditadura de coroneis.
Há um filme que ficou marcado na memória, de muita gente da minha geração , Z de Costa Gravas.
Algumas canções desse filme,perduram
Ouçam-nas de novo, no Youtube
Farantouri-Theodorakis Z
-To gelasto pedi
Mesmo não entendendo as palavras vereis que a voz da Maria Farantouri e a musica de Mikis Theodorakis vos entusiasmará, e talvez passem a pensar noutro Socrates o grego poeta grego.
O Daniel anda tão ansioso em “derrubar” o Sócrates que até já acredita no Sol. Tenha kalma homem. Essa noticia é uma manipulação do principio ao fim. Espere pela conferencia de imprensa e pela explicação ou não que será dada, depois fazem-se as contas. Agora o sol?? do “arquitecto” Saraiva?
Está cada vez mais parecido com o Pacheco Pereira, tal a excitação.
A culpa ou a inocencia das pessoas não se anunciam nos títulos bombasticos de jornais.
rr, limitei-me a reproduzir a notícia. engana-se, seria trágico que Sócrates fosse derrubado por isto, e não por causa da sua prática política. Mas defendo uma sociedade democrática em que todos sejam iguais perante a lei, o Estado e a exigência escolar e burocrática. Por isso, continuo à espera de ter a certeza que tal aconteceu.
Há muitas disciplinas na Universidade Publica que também são feitas em casa. Eu, por exemplo, foi assim que fiz algumas.
Agora admiras-te que um Reitor de uma Universidade, seja ela qual for, trate com mais deferência um aluno que seja também um governante, do que um simples aluno como eu. Tu precisas de provas para acreditar nisso? Ou estás a fazer-te de sonso?
Se for verdade que todo mundo está escandalizado com este “caso” ( o que eu não acredito), então seria de pensar em não permitir a frequência de alunos em Universidades que sejam ao mesmo tempo nossos governantes. É que podes ter a certeza, estes terão sempre um tratamento especial.
E se se começasse por discutir questões sérias? Por exemplo, como é que um cidadão com o percurso político (sem experiência política, administrativa ou executiva de relevo)do Snr. José Sócrates ascende a 1º ministro? Num País que não seja de opereta, um primeiro ministro nomeado por um partido de Esquerda (Wilson, Brandt, Jospin, Schroeder, Palme, …) foi dirigente sindical, passou por vários níveis da administração local, regional ou central antes de sonhar candidatar-se a dirigir o partido e o País. De resto, nem tal sonho terá ocorrido ao Snr. José Socrates à altura destes eventos…
Repare que toda esta embrulhada começou quando ele, legitimamente, pretendeu ascender na carreira técnica de uma câmara de província. Para tal necessitava de uma licenciatura e sucede que havia - há - uns estabelecimentos, que com alvarás outorgados para o efeito, as vendiam.
Caso único o do cidadão José Sócrates?
Nunca na universidade pública que frequentei pude sonhar em entregar um trabalhito com menos de 10/12 páginas, que não significasse um redondo zero, e muito menos se feito em casa. Se é prática nas universidade privadas, é uma má prática já para não falar nas públicas. De resto, nunca sonhei em enviar uma carta ao reitor a começar por “meu caro”.
o inglês técnico é uma cadeira dada às três pancadas em todo o lado, até em Universidades tão prestigiadas como a de Aveiro p.ex. onde basta um teste diagnóstico no início do semestre para ficares livre da cadeira..
Esta cadeira é muito relativa e facilmente “passável” em qualquer lado. Eu próprio optei por não fazer trabalho prático e ficar apenas com a nota do exame.
As pessoas que falam disto não estão devidamente informadas como são as coisas na realidade.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Nas universidades privadas, ou pelo menos na Independente, tudo é possível.
Ao fim e ao cabo, nada que não se soubesse antes.
Passa-se de qualquer maneira. O que é importante, e é para isso que os estudantes pagam, é obter o canudo.
O que é relevante é saber quantos e que outros estudantes da Independente é que obtiveram a sua licenciatura com semelhantes critérios de aprovação.
Porque José Sócrates não faz mal: que ele saiba inglês técnico ou não, que seja ou não seja bom engenheiro, é irrelevante para a profissão que ele hoje desempenha.
O preocupante é pensar-se que pode haver outros engenheiros formados pela Independente, e que obtiveram o canudo desta forma ou análoga, a exercer engenharia.
Será que a vontade de Sócrates cortar a direito no que respeita à qualidade de ensino da Independente serve de incentivo para a retaliação da Independente para cortar a direito quanto à qualidade académica de Sócrates?
A notícia (??) do “SOL” tem que ser lida na totalidade já que o cabeçalho que o Daniel transcreve não “bate” depois com o que é desenvolvido nos restantes parágrafos.
Cumprimentos
De facto, nunca mais acaba! Anda o país a ouvir notícias da Independente, do título de José Sócrates. E toda a gente comenta e manda bocas! Entretanto, tudo na mesma (ou pior!), mas está tudo tão distraído que nem se nota. E também há o futebol! Que bom, que bom, mantenham-nos ocupados! É o que queremos!
António P,
Pois não, até piora:
«José Sócrates terá feito a cadeira de Inglês Técnico – uma das cinco que realizou na Universidade Independente para concluir a licenciatura em Engenharia Civil – através de um pequeno trabalho entregue numa folha A4, que fez chegar ao reitor acompanhado de um cartão do seu gabinete de secretário de Estado.
O cartão e a folha A4 foram encontrados no processo do aluno José Sócrates pela nova equipa que está à frente da Universidade Independente.
O SOL apurou que está previsto estes dois documentos serem apresentados durante a anunciada conferência de imprensa da nova direcção, com a indicação de que o dossiê escolar de Sócrates, nesta cadeira, não contém qualquer outro elemento de avaliação.
Um destes documentos é, então, um cartão de José Sócrates (subscrito enquanto secretário de Estado adjunto do ministro do Ambiente e que tem o timbre do seu gabinete), em que este escreveu, pelo seu punho: «Meu caro, como combinado aqui vai o texto para a minha cadeira de Inglês».
Agrafada a este cartão, está uma folha A4, com um pequeno texto em inglês, que corresponderá à resposta a menos de uma dezena de alíneas.
Segundo apurou o SOL, este «trabalho para a cadeira de Inglês» é o único documento escolar de Sócrates desta cadeira e terá servido para concluir a sua avaliação final a Inglês Técnico.
Contactado, o gabinete do primeiro-ministro informa que, a haver comentários ao caso, ficarão para depois da conferência de imprensa da UnI.
A conferência de imprensa, que estava marcada para hoje às 18h foi entretanto adiada para amanhã, quarta-feira.
Ontem, a direcção da UnI prometeu revelações importantes na investigação empreendida pela Universidade ao processo do aluno José Sócrates.»
“«Meu caro, como combinado aqui vai o texto para a minha cadeira de Inglês».
MEU DEUS! AO QUE ISTO CHEGOU!
Razão tinha João César Monteiro: “Este país, senhores, é um poço onde se cai, um cu de onde se não sai”
Luis Lavoura: Frequentei uma universidade privada e se entregasse um trabalho, ainda por cima essencial para a nota final, em meia dúzia de linhas numa folha A4 e com um cartão identificativo em anexo, habilitava-me a um valente chumbo.
Von Barata
Quantas folhas A4 entrega um aluno médio depois de fazer um exame. Isto é mesmo tudo conversa da treta.
Não sei como é que um homem como o Prof. Daniel, que tem justas pretensões à pasta da cultura ou mesmo à pasta dos negócios estrangeiros anda a perder tempo com estas questões.
Quantas folhas A4 entrega um aluno médio depois de fazer um exame?
eu estudo numa Univ Pública e já fiz 1 cadeira em que entreguei 1 trabalho sobre cultura clássica com cerca de 1600 palavras (+/- 3 folhitas) e tive 16. Vocês estudam onde. Querem-me dizer que em quase todos os cursos não existem cadeiras só para português ver? O Daniel pode confirmar pelo meu mail que falo verdade. Só que não é para dizer nada Daniel eheheheh
Parece que as teorias anti-TPC não chegaram à UnI…
Não há nada como pagar uns tostões valentes para obter um curso com boas notas.
Um certo Instituto com o nome de um célebre Pedagogo e com relações com a família Cavaco é um bom exemplo. Tentaram subornar-me para aceitar alunos estagiários (prática corrente do tal I P). Não aceitei porque o suborno implicava a passagem automática (e com boas médias) dos ditos cujos. Quando conheci as infelizes criaturas ainda mais razões tive para não aceitar. Mas há muita gente que aceita, sobre pressão dos Cons Executivos (livros para a Biblioteca mais descontos em “actividades” no Instituto) e com a perspectiva de receber mais uns cobres. E assim saem cá para fora uns jovens com vantagem sobre quem se esfolou a estudar, porque as médias é que contam.
PS: Uma das criaturas mal sabia Inglês mas lá teve aproveitamento no Estágio, mas parece que a sua carreira durou pouco tempo. Queixas dos pais levaram a uma inspecção…
Os exames não se costumam fazer em casa.
E nunca ouvi falar de nenhuma disciplina em que a nota do ano fosse dada avaliando uma folha A4 escrita em casa. Mas devo ser eu que sou exigente.
Daniel Oliveira estamos em Abril, há 33 anos por esta altura a censura da ditadura impedia que se discutissem abertamente coisas realmente importantes para o Portugal , a guerra colonial, a emigração, a censura , a Pide, as prisões politicas. Hoje FELIZMENTE em liberdade discute-se o canudo do primeiro-ministro.
Então e o desemprego, as pensões dos reformados, o atrazo cronico do nosso país, o nosso ensino de gatas, os nossos ditos empresários subsidio-dependentes, os lucros fabulosos dos nossos bancos, etc etc etc.
Nada é importante pelos vistos…. o canudo sim….
Bom em 74 não fomos só nós os portugueses que nos livrámos de uma ditadura, outro povo o grego, tambem se livrou de uma sangrenta ditadura de coroneis.
Há um filme que ficou marcado na memória, de muita gente da minha geração , Z de Costa Gravas.
Algumas canções desse filme,perduram
Ouçam-nas de novo, no Youtube
Farantouri-Theodorakis Z
-To gelasto pedi
Mesmo não entendendo as palavras vereis que a voz da Maria Farantouri e a musica de Mikis Theodorakis vos entusiasmará, e talvez passem a pensar noutro Socrates o grego poeta grego.
O Daniel anda tão ansioso em “derrubar” o Sócrates que até já acredita no Sol. Tenha kalma homem. Essa noticia é uma manipulação do principio ao fim. Espere pela conferencia de imprensa e pela explicação ou não que será dada, depois fazem-se as contas. Agora o sol?? do “arquitecto” Saraiva?
Está cada vez mais parecido com o Pacheco Pereira, tal a excitação.
A culpa ou a inocencia das pessoas não se anunciam nos títulos bombasticos de jornais.
rr, limitei-me a reproduzir a notícia. engana-se, seria trágico que Sócrates fosse derrubado por isto, e não por causa da sua prática política. Mas defendo uma sociedade democrática em que todos sejam iguais perante a lei, o Estado e a exigência escolar e burocrática. Por isso, continuo à espera de ter a certeza que tal aconteceu.
Daniel,
Há muitas disciplinas na Universidade Publica que também são feitas em casa. Eu, por exemplo, foi assim que fiz algumas.
Agora admiras-te que um Reitor de uma Universidade, seja ela qual for, trate com mais deferência um aluno que seja também um governante, do que um simples aluno como eu. Tu precisas de provas para acreditar nisso? Ou estás a fazer-te de sonso?
Daniel,
Se for verdade que todo mundo está escandalizado com este “caso” ( o que eu não acredito), então seria de pensar em não permitir a frequência de alunos em Universidades que sejam ao mesmo tempo nossos governantes. É que podes ter a certeza, estes terão sempre um tratamento especial.
Daniel:
E se se começasse por discutir questões sérias? Por exemplo, como é que um cidadão com o percurso político (sem experiência política, administrativa ou executiva de relevo)do Snr. José Sócrates ascende a 1º ministro? Num País que não seja de opereta, um primeiro ministro nomeado por um partido de Esquerda (Wilson, Brandt, Jospin, Schroeder, Palme, …) foi dirigente sindical, passou por vários níveis da administração local, regional ou central antes de sonhar candidatar-se a dirigir o partido e o País. De resto, nem tal sonho terá ocorrido ao Snr. José Socrates à altura destes eventos…
Repare que toda esta embrulhada começou quando ele, legitimamente, pretendeu ascender na carreira técnica de uma câmara de província. Para tal necessitava de uma licenciatura e sucede que havia - há - uns estabelecimentos, que com alvarás outorgados para o efeito, as vendiam.
Caso único o do cidadão José Sócrates?
Nunca na universidade pública que frequentei pude sonhar em entregar um trabalhito com menos de 10/12 páginas, que não significasse um redondo zero, e muito menos se feito em casa. Se é prática nas universidade privadas, é uma má prática já para não falar nas públicas. De resto, nunca sonhei em enviar uma carta ao reitor a começar por “meu caro”.
o inglês técnico é uma cadeira dada às três pancadas em todo o lado, até em Universidades tão prestigiadas como a de Aveiro p.ex. onde basta um teste diagnóstico no início do semestre para ficares livre da cadeira..
Esta cadeira é muito relativa e facilmente “passável” em qualquer lado. Eu próprio optei por não fazer trabalho prático e ficar apenas com a nota do exame.
As pessoas que falam disto não estão devidamente informadas como são as coisas na realidade.
Ah, e sou aluno de 18 a Inglês.