28 respostas ao post “Ainda se lembram?”  

  1. 1 1  Antonio Cunha

    o prejuizo é de 650 milhões Daniel.

    Vá ponha lá os 50 milhões no sitio.

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  2. 2 2  Mouzinho

    Após umas merecidas férias vejo que o Daniel também é juiz.

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  3. 3 3  Tiago Gonçalves

    Ah bom, afinal a opinião sobre a relação dos media com MFL é em tudo semelhante à de Pacheco Pereira? :-)

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  4. 4 4  V.P.O.

    Caro D.O. Para quando umas palavrinhas sobre a Autoeuropa…

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    Daniel Oliveira Reply:

    VPO, para nunca. A não ser uma: não sei se sabe que já corre na empresa um abaixo-assinado para retomar a negociação. Depois do susto de se poderem ter perdido os empregos dos contratados (que a CT teve como primeira prioridade), ficaram a perder quatro ou cinco vezes mais do que iriam perder com o acordo. Alguém disse, no entanto, que se salvou a “dignidade de classe”. E os trabalhadores ficaram a conhecer as duas estratégias sindicais: a que trata dos seus interesses, garantindo a soliariedade entre trabalhadores do quadro e contratados, e a que faz deles meros símbolos de classe, custe isso o que custar. Mas, como na Autoeuropa as coisas se decidem democraticamente, foi a vontade dos trabalhadores que imperou e ela foi respeitada. Agora, quer que eu fale do que aconteceu na Azambuja? Seria interessante comparar.

  5. 5 5  LAM

    E andaram uns pais a dar uma educação católica apostólica e romana aos seus filhos.
    Vejam lá o que se aprende na Opus Dei, tão católicos que eles são…

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  6. 6 6  aton

    Aonde estão os gloriosos GOE’s?Aposto,que estão na capoeira,pq estes gajos são os Protegidos.Pq é que não levam um tiro nos cornos?Digam-me!

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  7. 7 7  V.P.O.

    Caro D.O.
    Trabalho no Vale do Ave.
    A luta de classes é cada vez mais presente.
    Aqui a luta não tem cabecilhas nem sindicatos.
    É pobres contra ricos…
    Tudo se degrada a um ritmo acelarado.
    Sorte dos trabalhadores da Autoeuropa que têm uma CT que os defende, e sorte deste país que tem um partido que afirma claramente que é um partido de classe.Faço parte daquela meia duzia de crentes que acredita num consenso sério entre o BE e PCP, para que não aconteçam estes episodios que provocam sorrisos aos patrões.
    Um militante do PSD,meu colega de trabalho, já com 20 anos de empresa, após mais um ano com o salário minimo, afirmou”antes desempregado do que castrado!”, ao comentar o resultado da votacão em plenário na Autoeuropa.Este desespero dá que pensar…Obrigado pelas palavrinhas

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    Daniel Oliveira Reply:

    VPO, acontece que quem ficava desempregado não era quem chumbou o acordo. Eram os mais desprotegidos: os contratados. E dizer mais vale o meu colega desempregado do que eu castrado soa pior, não soa?

  8. 8 8  Manuel Monteiro

    Sobre a AutoEuropa: o que o Daniel diz só prova que também ele faz parte da campanha da chantagem sobre os trabalhadores para que se verguem à vontada da administração e da CT.
    O “novo sindicalismo” é como os dirigentes da UE: votação que não seja a seu favor é votação que tem que ser repetida até que vontade lhe seja feita.
    Isto é uma vergonha! Mas é a imagem do que é a politica do BE para o mundo do trabalho: chantagem e cedência. E com a burguesia toda a aplaudir. Quem é o herói de todo o comentador burguês e do patronato? Pois, o Chora.

    Manuel Monteiro

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    Daniel Oliveira Reply:

    Manuel Monteiro: nem novo, nem velho sindicalismo. Nas lutas ou nas negociações, tenta-se ganhar ou perder o menos possível. Fazer delcarações de dignidade com o dinheiro dos outros é excelente, mas enfraquece o sindicalismo junto dos trabalhadores. Agora, em situação de maior fragilidade, muitos querem voltar atrás. E é bem pior para a sua força. Os sindicatos servem para defender os interesses de quem trabalha, não para servirem agendas partidárias.

  9. 9 9  Luís Vicente

    Ora eu por acaso não sei o que aconteceu na Azambuja. Até gostava de ler uma comparação e o debate à volta dela.

    O meu lado liberalzeco até gosta muito de sindicatos e do papel de re-equilibrio do forças que desempenham no mundo laboral, mas ao mesmo tempo tenho muito pena que estes mesmos sindicatos sejam usados para guerrilha partidária e geracional (e às vezes até nacional/racial).

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  10. 10 10  joaquim azevedo

    1- Não haverá por aí 28 economistas dispostos a defender “Os Cinco” amigos?

    2- Será que “Os Cinco” ainda possuem bens, ou já estarão na mesma situação de miséria em que se encontra o pobre do Dias Loureiro que, ainda há dias, foi visto à porta da Caritas?

    3- Quem serão os advogados dispostos a defender “Os Cinco” e quem lhes vai pagar?

    4- Será que foram apenas “Os Cinco” a meter a mão no prato?

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  11. 11 11  joaquim azevedo

    Como era de esperar, já começou a intoxicação e a desinformação. Reparem como o Expresso fala de “fontes” ligadas à defesa. Gente anónima que passa recados para os media. Vamos aguardar. Com jeito, ainda acaba tudo a ser condecorado num 10 de Junho.

    “A acusação é injusta”, disse à agência Lusa fonte ligada à defesa de Jardim Gonçalves, afirmando que há “um manifesto exagero nas imputações feitas e na qualificação dos factos”.

    http://aeiou.expresso.pt/bcpdefesa-de-jardim-goncalves-considera-que-ha-exagero-na-qualificacao-e-ponderacao-dos-factos=f522766

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  12. 12 12  VPO

    Caro D.O.
    Somos todos trabalhadores, contratados, efectivos, precários, r.verdes, todos!
    Dividir os trabalhadores em castas é feio…
    Por falar nisso eu sou contratado!!!
    Cedências ao capital, já chega.

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  13. 13 13  Panzermayer

    Num regime a sério, provando-se que roubaram o país e o povo, seriam executados em praça pública, tudo o resto que se diga é retórica idiota e demagógica!!!

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  14. 14 14  Manuel Monteiro

    Onde estava o Chora e o Daniel quando, aqui há meses, a administração despediu cento e trinta contratados a prazo?
    Então a administração da AE precisava dos sábados à singela para produzir mais e agora castiga os trabalhadores com 10 dias a menos?
    Então a administração da AE só aceita negociar quando os trabalhadores cedem em toda a linha? Assim não vale a pena negociar, se uma parte impõe sempre a sua vontade…
    Que frase absurda é essa: “fazer declarações de dignidade com o dinheiro dos outros”? Eu apoio a minha posição na posição de dignidade e luta da maioria dos trabalhadores, meus irmãos de classe.
    E estou sempre do lado deles, mesmo quando não concordo com as suas posições. Não sou como o Daniel que vê esta monstruosa campanha de chantagem da administração e nem uma palavra para a condenar. Não, o alvo do Daniel não é a administração(nem uma crítica), mas a posição firme de luta da maioria dos trabalhadores.
    Cada um escolhe a sua barricada.
    Manuel Monteiro

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  15. 15 15  Manuel Monteiro

    Isso da “agenda partidária” está a referir-se a quem? Ao BE? Se for fica-lhe bem a auto-crítica…
    Manuel Monteiro

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  16. 16 16  CausasPerdidas

    Manuel Monteiro, “olhe que não” essa do António Chora ser o “herói de todo o comentador burguês e do patronato”. Para tal, lembre-se da campanha feita na imprensa a acusar a CT da Autoeuropa de pretender “fechar a empresa” durante todo o período de negociações. E compare, já agora, os direitos conquistados no entretanto pelos trabalhadores da Autoeuropa com as congéneres… à custa dessas “cedências” votadas pelos plenários.
    Reconheça que a CT não fez “chantagem” após a decisão do plenário em desacordo com o que havia sido negociado com a administração – apesar da uma margem mínima mas a respeitada pela CT, e não podia ser de outra forma. Olhe que quem escreve isto sabe bem o que é isso de sofrer chantagens do género “ou transferes-te para ali ou ficas sem emprego”.

    Por outro lado, como perceber que a posição votada em plenário seja contrária à da CT , tendo esta o apoio da maioria dos trabalhadores?
    Uma explicação que me constou foi a de que os defensores do acordo não se preparam para o plenário a não ser os que da mesa tiveram a responsabilidade de o apresentar. Deixaram o protagonismo à minoria da CT – os tais que a meio de uma reunião de CT ligam para o partido para saber o que votar.
    De um lado o PCP bem organizado no plenário (depois de uma campanha caluniosa que decorreu em paralelo com as negociações e as “pressões” de presidentes, belmiros e tudo o que são comentadores encartados do país) do outro a CT convencida que a “razão” lhes bastava.

    Independemente da justeza ou não do pré-acordo – este é um debate a fazer de forma séria, a partir do princípio que todos trabalham na mesma fábrica, da Classe, e não apenas a partir do símbolo que cada um traz na lapela -, o que fica revelado é a fraqueza do trabalho sindical/laboral que o BE faz. A forma como o BE pretende continuar não organizado nas empresas leva a situações destas, só se pode queixar dele próprio.

    Há uma outra coisa que gostaria de dizer sobre o assunto. A Classe Trabalhadora nunca teve um partido, teve sempre vários partidos. Sempre que passou a ter um só partido a coisa deu para o torto. Não raras vezes os trabalhadores libertaram-se da canga capitalista para virem a ser subjugados pelo totalitarismo mais execrável: o que é feito em seu nome.

    O facto de um partido como o PCP ter pela sua antiguidade um papel determinante na organização da luta dos trabalhadores não faz dele um “predestinado” em relação à matéria, e infalível nas suas análises. O enfraquecimento do movimento sindical só se deve ao desemprego e ao divisionismo da UGT? E o papel da burocracia sindical no desarticular de qualquer iniciativa dos trabalhadores que passasse por fora do aparelho sindical/partidário? E as alterações de estatutos nos sindicatos que preconizaram a centralização, quando antes se defendia exactamente o contrário, para impedir a emergência de direcções locais?
    Um sindicato não representa a linha ideológica de um partido, representa a Classe. Os partidos têm todo o direito de terem militantes nos sindicatos, mas os assuntos dos sindicatos são resolvidos pelos seus sócios dos sindicatos, não pelos directórios partidários.

    Para quem acha que o debate é recente, lembro um célebre debate em que Lenine se opõe a Trotsky na “Questão dos Sindicatos”. Eram os tempos da Guerra Civil e Trotsky pretendia militarizar os sindicatos como parte do esforço de guerra. Lenine opôs-se porque a independência dos sindicatos era importante para manter a capacidade crítica e autónoma do movimentos dos trabalhadores. Mesmo em relação ao Estado Revolucionário! A História veio a dar razão a Lenine: a degenerescência do Estado de transição para a barbárie capitalista e a perda dos direitos sociais adquiridos pelos trabalhadores deu-se sem a mínima capacidade de resposta da Classe Trabalhadora Soviética, porque as suas organizações há muito tinham perdido a sua autonomia, poder crítico e capacidade de mobilização. Tinham-se tornado num refúgio de burocratas dependentes dos ditames da nomenclatura do partido.
    Já agora, o debate político que acabei de referir, entre o principal responsável do Estado Soviético, Lenine, e Trotsky, comandante do Exército Vermelho, dá-se à vista de todos, nas páginas do “Pravda”, em plena Guerra Civil. Se houve época em que o jovem Estado Soviético esteve mais em perigo foi nessa, mesmo assim o debate político no interior do partido era feito às abertas e discutido pela sociedade. Percebe onde quero chegar?

    V.P.O, o seu colega do PSD nunca poderá ser castrado, mais desemprego menos desemprego. Porque não se pode cortar o que não se tem.

    O contrário para se ser do BE ou do PCP numa empresa nos dias de hoje. Não refiro a ideia de deixarem de andar a ver quem os tem maiores… bom seria, no caso concreto, que um dos lados reconhecesse que o outro também os tem.

    Cumps.

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  17. 17 17  CausasPerdidas

    Corrijo. Onde se lê “mas os assuntos dos sindicatos são resolvidos pelos seus sócios dos sindicatos”, deve ler-se “mas os assuntos dos sindicatos são resolvidos pelos sócios dos sindicatos”.
    Obrigado.

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  18. 18 18  Lima4

    O post de DO é em alhos e a maioria dos comentários são em bogalhos!!!!!

    Caso se comprove(se calhar até não se comprova nada), esses sujeitos, devem repor o que retiraram abusivamente, e depois, uns anos à sombra. Se algum dia isto vier a contecer, é porque houve um milagre de Fátima.

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  19. 19 19  João Pedro

    É por causa de estórias com esta que os pequenos partdios do contra têm cada vez mais adeptos. Esta gente continua impunemente a roubar tudo e todos e nada se passa. A nossa justiça nem tão pouco tem gente especializada para lidar com este tipo de crimes. E, de facto, vejo os grandes partidos muito pouco preocupados com o assunto. Ninguém, cá pela nossa terra, vai preso por manipulação de mercado ou uso de informação previligiada. Não sei se estes senhores são culpados ou não, mas sei que andam para ai muitos culpados e ainda não vi nenhum ir dentro.

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  20. 20 20  Antonio Cunha

    “Num regime a sério…”

    Tipo Coreia do Norte ou China, ou sei lá Cuba ou então Venezuela daqui a 5 anos !!!!!

    Só te digo uma coisinha meu amigo, se estivesses num “pais a sério” mal abrisses essa boquinha que deus te deus ìas logo de charola. É que gajos como tu, foram todos direitinhos prá fogueira, lá nos tais países a sério.

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  21. 21 21  Alfredo

    Já estão condenados?! É conforme nos convém… Viva a credibilidade.

    E que tal esperar pelo julgamento?

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  22. 22 22  joaquim azevedo

    João Pedro, os partidos têm “adeptos”? Eu sempre pensei que a política fosse um pouco diferente da “bola”. Afinal enganei-me.

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  23. 23 23  Panzermayer

    Olhe que não Cunha, olhe que não… além disso quando falava de regimes a sério não estava a pensar nesses que referiu, até porque na actualidade não há um único regime político em todo o planeta que me satisfaça!!!

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  24. 24 24  Antonio Cunha

    26 Panzermayer

    Isso é voce que é dificil de satisfazer :)

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  25. 25 25  Panzermayer

    Não tenha dúvidas! Sempre fui ensinado a não pactuar com a mediocridade e não me satisfazer com sistemas dirigidos por ineptos, incapazes, corruptos e vende-pátrias, logo detesto (com maior ou menor intensidade) tudo o que na actualidade existe.

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