Por Daniel Oliveira
Um homem anda perdido em Lisboa. Não se lembra do seu nome, da sua família, da sua morada. É fácil ajudar porque a sua cara é conhecida de todos. Foi ministro (não se recorda), administrador de empresas (não lhe perguntem quais) e conselheiro de Estado (só não sabe em que país). Sejam solidários. Podia acontecer a qualquer um de vós.
10 comentários 3 Jul 09 em Sem categoria



O homem em causa não fez nenhuma referência a um senhor Algarvio que o poderia auxiliar ?
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António Barbosa,
Não, não pode. Com excepção do ministro que faz gestos no parlamento, com excepção dos argumentos para eleições em pacote com a líder do seu partido, com excepção às dúvidas sobre um negócio de uma empresa privada em côro com a dirigente do seu partido, com excepção do alinhamento político com a dirigente do seu partido nas opções sobre investimento público; esse senhor não se pronuncia sobre questões de política nacional.
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“…passou-me ao lado…”
Sabe o Daniel se o dito não tinha problemas de atenção? A idade também é factor!
Ainda dá com ele lá na sua herdade ó Daniel.
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Talvez o problema dele seja semelhante a este.
Ó Joãozinho, como é o nome daquele médico alemão que me deixa tão louca?
Alzheimer avó.
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Está bem mal da cabeça. Que pena eu tenho dele!
Será que também não se lembra onde terá estacionado o Mercedes de 275.000 € ???? Afinal até pode estar realmente mal de saúde.
Eu desejo-lhe umas rápidas e boas melhoras. Amen.
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Quem o pode auxiliar é o António Cunha e o Fado Alexandrino.
Pelo menos podem indicar-lhe o caminho para a urna de voto nas próximas eleições.
Voto a voto enche a Nelinha o papo.
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Ajudar ??
Mas ele tem-se esquecido de levantar os ordenados e do pin do cartão multibanco?
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6 joaquim azevedo
Pode crer que auxilio amigo azevedo.
Nem ao mais desprezivel ser humano se deve recusar ajuda.
Recomendo-lhe a sopa dos pobres.
Do mesmo modo que um dia se vir Pinto da Costa na rua não lhe recuso um bocado de pão.
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Helder, ele já não possui nada. Ele está teso como um carapau, liso, micho, sem cheta, tranquilo nos bolsos.
No fundo, ele é uma espécie de monge despojado das tentações mundanas.
Ainda ontem o vi, não em Lisboa como diz o post, mas sim à porta da igreja dos Congregados, no Porto, de mão estendida à caridade. E foi o Pinto da Costa que, vendo-o naquele estado lastimável, lhe aconselhou que recorresse ao “Coração da Cidade”. Instituição de caridade sobejamente conhecida na Invicta e apadrinhada por Sua Santidade Dom Jorge Nuno.
Quem lhe poderia acudir, se já não tivesse ido “desta para melhor”, era o saudoso Cónego Melo. Mas, in(felizmente) já não se encontra entre nós.
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Do mesmo modo que um dia se vir Pinto da Costa na rua não lhe recuso um bocado de pão.
Tenho pena, sou menos cristão, a este não.
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