O aumento da pobreza está associado ao divórcio e, garante Cavaco Silva, a situação só vai piorar com a nova lei. Passando ao lado da óbvia constatação que o novo regime não termina com as obrigações decorrentes das pensões de alimentos – até as reforça, especialmente nas situações motivadas por carência económica -, as insistentes declarações do Presidente da República sobre o tema demonstram como continua a olhar para o casamento como uma vulgar relação contratual. O casamento e a vida em comum não se esgota no porta-moedas. Envolve afectos. O que é que espera Cavaco Silva? Que duas pessoas que deixaram de ter algo a ver uma com a outra permaneçam juntas para poupar na factura da energia e no empréstimo ao banco? O PR não fez mais do que aproveitar-se das preocupações económicas e sociais dos portugueses para tentar fazer passar a sua agenda conservadora. Isso tem um nome e é muito pouco simpático. Chama-se oportunismo político. O mais sintomático foi o local escolhido para expressar as suas preocupações sobre a nova lei do divórcio. Fátima.

Nota: Este post foi editado. Na caixa de comentários pode encontrar-se a explicação.


31 respostas ao post “Antes de se divorciar, olhe lá outra vez para o extracto bancário”  

  1. 1 1  Alferes

    Independentemente da sua observação, que é uma interpretação sua e que eu respeito como tal, o que é o casamento senão “uma mera relação contratual”? É um contrato que se assina, não é?

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  2. 2 2  Pedro Sales

    Uma relação contratual que envolve afectos, como disse. Mas, reconheço, o termo mais correcto seria uma “vulgar” relaçação contratual.

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  3. 3 3  Alferes

    Então não acha que essa relação contratual que envolve afectos é vulgarizada quando se permite que unilateralmente se decida que os afectos terminaram? Não defendo a instituição do casamento mas a existir não pode terminar por vontade de apenas uma das partes. Agora, com a actual lei, é que é um vulgar contrato, independente dos afectos.

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  4. 4 4  pedro

    Ganda pinsador,este oliveira da serra.

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  5. 5 5  Maria

    Achei extraordinário que no momento em que o país está envolvido em tantos problemas e em que seria importante dar um pouco de esperança, venha o presidente adicionar ainda mais razões para que todos nos sintamos ainda pior.

    Falar em desgraças num período de desgraças.
    Boa.

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  6. 6 6  Helder

    Imparável , o nosso PR , onde surge a opressão e a injustiça ele está sempre lá (normalmente até costuma aparecer antes ) numa imparavel batalha contra os poderes ocultos , campanhas negras e qualquer réstia de sanidade que queira ensombrar o nosso país .

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  7. 7 7  Spartakus

    E porque não Maria?

    Só a verdade é Revolucionária, sabia? O resto é…folclore.

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  8. 8 8  Pinto

    Aqui concordo com o Pedro Sales: o casamento não é um contrato qualquer. Mas também não é só um contrato de afectos (se o fosse, não faria sentido haver contrato). Por isso mesmo não deve ser desassociado e estendido a pessoas com o mesmo sexo.
    Do contrato casamento presume-se a existência de filhos.

    Cavaco Silva não o põe ao lado de um contrato qualquer. Bem pelo contrário: atribui-lhe especial importância. Por isso mesmo é que não concorda que a sua dissolução se reja pelas mesmas regras que um contrato qualquer.

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  9. 9 9  fado alexandrino

    Divorciei-me.
    Não sei o que aconteceu nos outros casos, nem me interessa, o que sei é que como os filhos ficaram à minha guarda, tive imensos problemas para conseguir (e receber) a pensão de alimentos.
    Penso que era este um dos motivos da intervenção de Cavaco Silva.

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  10. 10 10  Joaquim Teixeira

    Ó alferes, e se um for teimoso e não quiser acabar com a relação?
    Agradeço uma resposta minimamente clara e não alguns perdigotos que por aqui vou lendo.

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  11. 11 11  Zenóbio

    Absurdo ou não, há gente divorciada a viver com os ex-conjugues, por não terem dinheiro para sustentar duas casas.

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  12. 12 12  olmer

    Eis,como este nos trata, a ‘elite’ a dos oliveira e costa,dias loureiros e tutti quanti clepotocracia,como uma cambada de imbecis!Francamente,este presidente,que não é o meu,não só pq não tenho acções no BPP,BPN e restantes cofres rotos ,gangues q nele ‘investiram’,como NUNCA VOTEI nele nem na cloaca do seu partido.Este ’senhor’ mete nojo pelo descaro em ver os outros como untermenchen,concerteza.Pq seassim não for,imita muito bem….

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  13. 13 13  Maria

    7 Spartakus
    31 Jan 2009 às 8:55

    E porque não Maria?

    Só a verdade é Revolucionária, sabia? O resto é…folclore.

    Lol Spartakus

    É bem verdade que só a verdade importa e que ele pode revolucionar transformar o mundo ; mas que diabo , também não pediria a cavaco que fosse verdadeiro mas apenas um pouco mais optimista .

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  14. 14 14  Maria

    9 fado alexandrino
    31 Jan 2009 às 9:54

    “Divorciei-me.
    Não sei o que aconteceu nos outros casos, nem me interessa, o que sei é que como os filhos ficaram à minha guarda, tive imensos problemas para conseguir (e receber) a pensão de alimentos.”

    Muito bem Fado
    e desejo-lhe o melhor para a sua familia.

    Quanto a dificuldades no recebimento de pensões essa é a realidade de quase todas as mulheres em portugal e se me lembro do tempo de cavaco ministro direi que nesse tempo tudo estava muito pior , talvez seja por isso que o discurso foi tão deprimente.É que ele tambem dever estar lembrado do que não fez.

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  15. 15 15  Gil Scott Heron

    fogo dá medo ler este blog…. eu vou me casar pro ano

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  16. 16 16  fado alexandrino

    Quanto a dificuldades no recebimento de pensões essa é a realidade de quase todas as mulheres em portugal e se me lembro do tempo de cavaco ministro direi que nesse tempo tudo estava muito pior

    O problema da pensão de alimentos, obtê-la e fazê-la cumprir não tem nada a ver com governos.
    Tem a ver com tribunais que como sabe são independentes do poder político.

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  17. 17 17  Maria

    16 fado alexandrino
    31 Jan 2009 às 16:50

    “O problema da pensão de alimentos, obtê-la e fazê-la cumprir não tem nada a ver com governos.
    Tem a ver com tribunais que como sabe são independentes do poder político.”

    Pois sei Fado pois sei,
    mas tambem conheço as facilidades com que os poderes acabam por se misturar.
    E acrescento que muito me apraz saber que do seu lado os problemas estão resolvidos, que as crianças -as suas e as dos outros não tem que pagar pelos erros de seus progenitores.

    Agora para isto se resolver só falta mesmo proteger devidamente os interesses das mulheres e das crianças que ficam naquela da espera de suas pensões de alimentos vá lá saber -se porquê e que, sejam quais forem os poderes continuam na miséria.

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  18. 18 18  notanon

    Pronto… já se pode perspectivar que este ano as festas em honra de Sto. António contarão com um insigne dinamizador.

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  19. 19 19  Pedro Morgado

    Excelente. Não creio que a deterioração das relações afectivas que fundeiam o casamento civil esteja dependente das normas jurídicas que enquadram o divórcio.

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  20. 20 20  antonio cunha

    embora não tenha a ver com o assunto, que tal umas palavras sobre a clínica de aborto ilegal que foi fechada está semana? então parece que mesmo depois da lei continuamos na mesma! o alberto joão é que tem razão, tá tudo louco

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  21. 21 21  Manolo Heredia

    Para mim as alterações à lei do divórcio destinaram-se a tornar mais precário o contrato civil do casamento. As pessoas, antes desta lei, casavam-se para ter mais segurança (razões afectivas à parte). Sentiam que uma zanga qualquer entre cônjuges não tinha condições para desencadear uma separação por impulso, pois o factor económico condicionava a parte “impulsiva” fazendo-a pensar duas vezes antes de bater com a porta. “Se pensas que te dou o divórcio estás muito enganado”, dizia a parte mais fraca (por suposto), e continuava: “do carro e da casa não prescindo, ou estás a ver-me ir levar os miúdos à escola de autocarro?”. Pena é que a nova lei, à semelhança da anterior, não consigne a reciprocidade como obrigação. Isto é, se um cônjuge não aceita as condições económicas do outro, o juiz devia poder decidir pela inversão das posições; “então fico eu com a casa e o carro, e tu vais à vida”, dizia a outra parte.
    Não é fácil antever as implicações das referidas alterações, sobretudo porque estamos num país em que muitos homens saem da prisão aonde estiveram por não aceitar uma separação conjugal e matam as mulheres como forma de por um ponto final no litígio. E muitos Juízes que tomam partido por esta ou aquela parte por solidariedade de género ou por preconceito judaico-cristão.
    Esta versão da lei do divórcio só devia aplicar-se aos casamentos firmados a partir do dia da sua publicação. Não é correcto alterar as regras do jogo enquanto ele decorre.
    Faço votos para que a intervenção do Presidente da República não tenha sido mais um recado da Igreja endereçado ao poder legislativo via simplesmente Maria Cavaco Silva.
    Faço votos para que esta lei não tenha sido feita só para resolver o problema particular de alguns senhores do Poder, ficando os mesmos disponíveis para mais tarde voltar a pôr tudo como estava, quando já tiverem o problema deles resolvido.

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  22. 22 22  Madalena

    Isso é tudo uma grande hipocrisia e de uma grande confusão, para não dizer faccioso!Só vendo um lado da questão…

    Estamos numa sociedade em que o casamento, como instituição contratual,foi criado para fins políticos, sociais e religiosos e não para fazer as pessoas felizes. Mas, a realidade, dos nossos tempos é que, quando há divórcio, normalmente, quem se amola e sofre, são as mulheres, o ponto mais fraco. É ou não é?

    E, em muitos casos, os casais não pedem o divórcio por razões económicas, sim senhor!…

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  23. 23 23  alberto gomes

    Na altura que atravessamos apontar a nova lei do divórcio como factor de aumento de pobreza, é duma visão politica inquestionável.
    Apesar de concordar com esta lei, posso perfeitamente aceitar que o Presidente não seja favorável, ele teve ao dispor os meios que a constituição lhe confere para a rejeitar, e usou-os.
    Já me custa aceitar que uma vez a lei promulgada, o Presidente faça esta tentativa de lançar areia para os olhos do povo.
    Eu poderia dizer exactamente o contrário, que o divórcio contribuia para o enriquecimento de muita gente, e poderia ter a mesma razão que Cavaco Silva.
    Numa altura em que todos os dias há centenas de pessoas a serem despedidas e fecham empresas, vir apontar o divórcio como causa do empobrecimento, é uma indecência.
    Possa a Nossa Senhora de Fátima perdoár-lhe, porque eu…………

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  24. 24 24  João Moreira

    O Pedro Sales faz uma salganhada entre duas coisas e pensa que, no meio da confusão, as coisas hão-de dispor-se de maneira que ninguém note a sua acção de – passe o paradoxo – criação de caos.
    No casamento há uma dimensão afectiva, evidentemente, e uma dimensão contratual que envolve, entre outras coisas, questões patrimoniais. É basicamente a segunda que se contratualiza: ou é falso que a razão de ser do instituto do casamento é a atribuição de uma juridicidade a uma relação afectiva, por forma a acautelar as partes em matéria fiscal e sucessória? É, pelo menos, essa a argumentação que ouço à «Não te Prives» quando defende o casamento gay. Portanto, deixemo-nos de histórias: o casamento não contratualiza afectos, o que é humanamente inexequível, mas a dimensão patrimonial da união entre pessoas. E se essa fica desacautelada, de acordo com os dirigentes de ONGs que Cavaco cita, é lícito que o PR fale e exia alterações.
    No que concerne à agenda conservadora, repito aqui o que já antes disse: Cavaco não pode ter uma visão conservadora da família? É crime? Só faltava que o Chefe de Estado não pudesse ter ideias, não pudesse ter um projecto de sociedade – só faltava que um político não pudesse ter um projecto político!
    A função do Chefe de Estado não é limitar-se a asseverar verdades de Monsieur de LaPalisse ou propor reformas sobre as quais há amplo consenso. Eleito com base em princípios que são os seus, tem toda a legitimidade democrática para pugnar por eles na medida das suas possibilidades. Se o Pedro Sales discorda do posicionamento político presidencial, tome sais de fruto. Mas que ACS tem direito, poder e dever de defender as ideias que o fizeram eleito, isso tem. Goste você disso ou não.

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  25. 25 25  A Laurens

    Quando o Sr. Silva fala destas coisas toma um ar de cinismo atroz. É deprimente. O argumento chega mesmo a ser infantil. Os desempregados que já eram pobres ficando mais pobres nada diz ao Sr. Silva. As leis da precaridade do trabalho sobre as quais nunca teve dúvidas, muito menos. Os banqueiros vigaristas, isso ele nem os conhece. Alem demais qualquer pessoa minimamente inteligente percebia o que o cavaquismo iria produzir no futuro. Claro que haverá cada vez mais pobres, porque o passado não qualificou o país. E nesse aspecto o sr. Silva foi campeão. Promoveu a mão de obra barata e desqualificada a multinacionais que no momento da sua própria crise e de grandes cortes na produção estão-se nas tintas para os trabalhadores do país quanto mais para os de Portugal. O ensino e a cultura ficaram na mesma, sobretudo no ensino com a grande ministra Doutora Manuela. Autorizou universidades privadas cujo fito foi roubar dinheiro com cursos sem qualquer aplicação. Deu dinheiro a rodos sem qualquer controlo a mafiosos que nada fizeram daquilo a que se comprometiam. Criou novos-ricos que se transformaram em escroques etc etc etc. É preciso muita lata e cinismo para tal discurso.

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  26. 26 26  Ant.º das Neves Castanho

    Este Presidente bate os seus próprios recordes cada vez que abre aquela boca.

    Agora que findou a época do bolo-rei, tudo só pode piorar.

    Já não lhe chega ser manifestamente o primeiro Presidente eleito em Democracia que ao 25 de Abril diz nada, quer agora ser declaradamente o primeiro Presidente só de uma parte dos portugueses: quem o elegeu (um terço exacto do eleitorado)!

    Veremos então como lhe ficará o “feito” de ser também o primeiro Presidente a ser despedido, com (muitas e) justas causas, a meio dos dez anos sonhados!…

    Volta Costa Gomes, estás reabilitado…

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  27. 27 27  Tiago Almeida

    Eu acho que sim. Nada de divórcio meus amigos. Acho por exemplo se uma mulher levar “porrada” todos os dias e tentar divorciar-se do marido, acho que não a deveriam deixar.

    Temos afinal que proteger a familia!

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  28. 28 28  angelina

    com quantos dias uma pessoa consegue se divorciar com um advogado publico?
    estou separada a 2 anos e fui me separar e me dizeram que eu so iria me divorciar com 6 a 1 ano isso e verdade?
    oque fazer para me separar com rapidez e segurança?

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  29. 29 29  angelina

    tenho um amigo que ja ta separado da mulher a 2 anos mas ele nao tinha pensado em casar novamente pois agora ele arrumou uma namorada e quer casar novamente so que ela nao aceita que ele continue casado ele tem que se divorciar, ele foi na justiça para dar entrada no divorciu e pedirao acertidao de casamento, duas testemunhas, e ele tinha que conparecer a uma audiencia com a ex-esposa em uma audiencia.ele e ela foi, deu tudo serto sim, mas so que ele me disse que so iria se divorciar legalmente daqui a 6 meses ou 1 ano de espera para se divorciar e isso e certo?
    oque fazer para que isso mude o melhore pois ele vai ter que espera todo esse tempo?

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  30. 30 30  Maria

    Não não se divorcie , senão cavaco silva veta-lhe a vidinha toda!

    o veto-dedicado a todas as esquerdas portuguesas que ás direitas nem vale a pena gastar saliva

    Ora cá estamos nos de novo e cá está um novo veto de cavaco silva-meu deus , o que aquele homem gosta de vetos.

    http://apombalivre.blogspot.com/2009/08/o-veto-dedicado-todas-as-esquerdas.html

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  1. 1 Antes de se divorciar, olhe lá outra vez para o extracto bancário : casamento

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