Rui Tavares:
«As candidaturas de José Sá Fernandes e Helena Roseta são quem melhor representa estas duas visões. Ambos nos disseram que a cidade é mais importante do que qualquer projecto de poder pessoal. Agora chegou a altura de provarem que é verdade. Chegou o momento de criarem uma candidatura independente, comum e aberta às ideias dos lisboetas, porque ninguém sabe tudo. Se forem capazes de o fazer, já estarão dando um exemplo de como são capazes de se sacrificar pela cidade e, ao mesmo tempo, mudar a política local. Nestas eleições, estou convencido que os eleitores serão generosos com quem souber ser generoso»

Miguel Vale de Almeida:
«O ideal seria ela [Helena Roseta] unir esforços com Sá Fernandes, construindo uma candidatura de equipa, sem aparelho partidário (curiosamente menos fundamental numa campanha que vai durar apenas uma semana) e virada para a cidadania deste município.»

Saboteur:
«Finalmente, aparentemente, por aquilo que se tem lido (ver p. ex. artigo do Rui Tavares hoje no Público), parece que as ideias de ambos para a cidade têm mais pontos coincidentes do que divergentes. Assim sendo: Qual é a razão para que os dois não se entendam e não concorram juntos? E esta pergunta vai sobretudo para a Helena Roseta, que só chegou agora, vinda de outras lutas, mas que fala (como se vê na frase acima) como se “fossem todos iguais”, havendo a necessidade de vir alguém de fora dos Partidos (nem que seja de fora desde há 6 dias), meter a Câmara na ordem.»

mirone.:
«Não deixo de referir uma proposta deveras interessante e talvez original que li hoje no Público e assinada por Rui Tavares. Diz este comentarista que a verdadeira mudança na câmara da capital só poderia ser feita a partir da união das candidaturas de Helena Roseta e Sá Fernandes. Utópica, está visto, já que os bloquistas não iam nessa. Mas que seria interessante e de grande utilidade para Lisboa, não tenho dúvidas.»


Sem respostas ao post “Apelos à unidade I”  

  1. 1 1  Luís Lavoura

    Tanto encanto com a Helena Roseta.

    Para quem não saiba, Helena Roseta foi quem presidiu à Câmara de Cascais antes de José Luís Judas. E o caos urbanístico em Cascais não começou com Judas.

    A Helena Roseta pinta-se um bocado como a Ségolène e como o Sarkozy: uma pessoa que vem de fora e que vai renovar tudo, vai fazer política de uma forma diferente, etc. Mas na verdade, tal como Ségolène e como Sarkozy, ela já está na política há dezenas de anos. E já fez montes de disparates.

  2. 2 2  Miguel Madeira

    “Para quem não saiba, Helena Roseta foi quem presidiu à Câmara de Cascais antes de José Luís Judas. ”

    Penso que a HR foi presidente de Cascais em meados dos anos 80, muito antes do Judas

  3. 3 3  a.pacheco

    Os partidos politicos são o esteio da democracia.

    As posições anti-partidos, não são próprias de democratas.

    Aliás os partidos politicos são só grupos de cidadãos, que se unem á volta de um projecto e de ideias, com o objectivo de intervirem civicamente.

    Fazê-lo colectiva ou individualmente não tem nenhuma diferença, se tudo fôr feito com o objectivo de servirem a comunidade , o mal é quando único objectivo, é só a obtenção de proveitos pessoais.

    A maioria dos ditos independentes , são só de nome , pois ao apresentarem-se ao eleitorado aceitam o apoio partidario, e isso significa sem qualquer margem para dúvida, que estão proximos da linha politica dos partidos que os apoiam.

    Por isso os independentes honestos competentes e sérios são uma mais valia para a democracia , como o são os militantes partidarios que sejam honestos sérios competentes, o resto é conversa da treta.

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