PS e CDU recusaram um coligações à esquerda. Resta a excelente hipótese das candidaturas de Roseta e de Sá Fernandes entenderem-se num movimento de cidadãos. Segundo o semanário “Sol” essa é uma possibilidade real. Do meu lado, fica claro: a lista em que estiver Sá Fernandes e as suas propostas para a cidade contará com o meu apoio. E quanto mais vontades juntar, independentemente de quem tiver o protagonismo de ser o cabeça de lista, melhor. Por Lisboa.
Por Daniel Oliveira 16 Mai 07 em Sem categoria


Daniel infelizmente ( oxalá me engane)não me parece que a Roseta tenha entendido o apelo de Sá Fernandes.
Aliás até prova em contrario, parece-me um bocado de sobranceria alguem dizer, se quer uma aliança, junte-se a nós que até lhe arranjamos um lugarzito na nossa lista, em que eu Roseta serei a figura de proa.
Para ego não está mal, para quem se diz ter avançado, para defender unicamente os interesses do povo de Lisboa, demonstra algo que em politica se costuma dizer, ter mais olhos que barriga.
Espero enganar-me e que que aqueles que apoiam Sá Fernandes ( como eu ) e aqueles que apoiam Roseta possam colocar os seus , os seus interesses comezinhos de capelinha em segundo plano, e possam na base de um programa claro,e com o apoio de todos os que se revejam nessa plataforma, militantes PARTIDÁRIOS ou não, levem avante uma campanha de cidadania e defesa dos lisboetas.
Mas isso não se compadece COM PRIMAS DONAS chamem-se elas Helenas Roseta ou não….
ENGENHEIROS
Helena Roseta?! Não passa de uma memória que se vai distanciando nas brumas do voluntarismo pós-Abrilada. Nos últimos (muitos) anos apenas se fez presente para colorir o partido no poder, fazer o papel de “consciência crítica” (de quê?) e na defesa corporativa da sua classe profissional… Grande currículo, grandes esperanças para Lisboa!
Seria mau para a cidade e mesmo para o país, que estes movimentos de independentes fossem comidos por coligações!
O que é que houve de tão extraordinário em cinco dias para o BE e Sá Fernandes (SF) terem mudado de ideias?
É que em 11/05 Louçã garantia que SF será, “como foi há dois anos”, o candidato do BE (…) “José Sá Fernandes terá todo o nosso apoio” (…) acrescentou que José Sá Fernandes já se mostrou disponível para se candidatar e que por isso o BE não ponderaria sequer a hipótese de escolher outro candidato.”
Siga o link para ver toda a notícia: http://www.rtp.pt/index.php?article=281356&visual=16&rss=0
Claro que nada, rigorosamente nada mudou é apenas um pretexto para aparecer nos media. Aliás, o costume. Como já enjoam estas manobras politiqueiras!
Quer-me cá parecer que quem fechou imediatamente a porta a qualquer hipótese de coligação de esquerda foi a CDU. Não o PS.
Que Daniel Oliveira é este que agora anda neste frenesim de apelos à unidade e já vota onde quer que seja que esteja o Sá Fernandes? É o mesmo, que lhe deu outro frenesim de outro sentido, mal ouviu falar em Helena Roseta e escreveu aqui o “Cidadania”?
http://arrastao.weblog.com.pt/arquivo/2007/05/cidadania
É mesmo Daniel que escreveu isto?
“Devo estar muito baralhado, mas ao que parece “cidadania” passou ultimamente a ser o processo através do qual um quadro partidário que quer ser candidato a um determinado cargo político e não foi o escolhido decide avançar contra o seu partido.”
É o mesmo que escreveu isto?
“Cidadania” não passou a ser o que fazemos quando irritamos, com razão ou sem ela, por boas ou más razões, o partido de que fazíamos parte. Pode parecer pouco relevante, mas, como dizia o outro, “as palavras são importantes”.
O BE partido ao qual pertence o Daniel e que tanto desdenhou de Helena Roseta e dos independentes aqui, entrou em estado de choque e pavor perante os cenários que se avizinham para as eleições intercalares da CML?
O Daniel vai-me desculpar a franqueza. Isto é que não é cidadania nenhuma. A isto chama-se oportunismo político. Então o vereador Sá Fernandes não fez trabalho tão meritório e esforçado que o BE tema voltar a recandidatá-lo como cabeça de lista do partido do Daniel? Então o vereador Sá Fernandes tem alguma necessidade de se ir esconder numa lista unitária, já nem importa, se encabeçada por essa Helena Roseta que tem a mania da cidadania?
O BE está com receio que eleitores de Lisboa não reconheçam o trabalho de Sá Fernandes?
Se como disse o Daniel que cidadania não passou a ser o que fazemos quando nos irritamos com o partido que fazíamos parte, muito menos será, quando só fazemos algo porque vemos o chão a fugir-nos debaixo dos pés.
Aguentem-se. Ou para a próxima, sejam mais humildes.
Caro Daniel Oliveira,
Em relação ao assunto envio este post:
tempodascerejas.blogospot.com
“Com todo o respeito e salvo melhor opinião, creio que o apelo de José Sá Fernandes no sentido da formação de uma ampla coligação à esquerda que abrangesse o PS, o PCP, o BE e independentes (a pensar também em Helena Roseta, evidentemente) para disputar as próximas eleições para a Câmara Municipal de Lisboa não é uma atitude nem séria nem sincera antes constitui um truque político concebido para que ele e o BE possam «ficar na fotografia» como os grandes defensores da unidade contra a direita e assim serem vistos por aqueles cidadãos que, de boa-fé e compreensivelmente, gostariam que tal coligação fosse possível.
Ora, a este respeito, é preciso lembrar que, em Lisboa, o Bloco de Esquerda não tem atrás de si qualquer curriculo de especial empenho de unidade de esquerda, antes pelo contrário. Em 2001, recusaram qualquer diálogo com o PS e o PCP com vista à sua eventual integração na coligação que existia entre esses dois partidos e, com a sua concorrência isolada, contribuiram indiscutivelmente para a vítória tangencial de Santana Lopes. E em 2005, assistiram com olímpico distanciamento e desinteresse aos contactos que para o efeito ainda chegou a haver entre o PCP e o PS.
Para além disso, mesmo que o prazo para a formalização de coligações fosse aquele que Sá Fernandes diz ser, a verdade é que o tempo é curtíssimo para um empreendimento que implicaria discussões, seguramente dificeis, de carácter programático (basta lembrar as responsabilidades de António Costa na iniqua nova Lei de Finanças Locais) e de composição de listas entre vários partidos e personalidades independentes e que, criando expectativas, podia no final não as satisfazer, com o saldo de entretanto ter levado a uma inevitável paralisação da inciativa e do trabalho de cada força política. E não se alegue que a situação de emergência em que a Câmara de Lisboa se encontra facilitaria um compromisso programático, pois basta lembrar que no «caso-chave» da Bragaparques e da troca de terrenos do Parque Mayer pelos da antiga Feira Popular só PCP e o PEV têm a consciência absolutamente tranquila (como demonstrei aqui).
Finalmente, como sabe qualquer participante na organização de campanhas eleitorais, com as eleições marcadas para 1 de Junho e os prazos normais de trabalho das tipografias, ninguém tenha a mínima dúvida de que, dois, três ou quatro dias após este apelo de Sá Fernandes, o próprio Bloco de Esquerda não pode deixar de estar a dar andamento aos materiais de propaganda da candidatura de Sá Fernandes.
Tudo visto, o apelo de Sá Fernandes não visa nenhuma coligação nem a julga possível e é apenas uma componente de imagem e de propaganda da sua própria candidatura .
Posted by VÍTOR DIAS”
Para quê inventar, está aqui tudo.
Cumprimentos
Margarida, não há nenhuma contradição. Mantenho a critica ao uso da expressão cidadania de forma deslocada. Não encontro mesmo qualquer contradição. Espero é que o uso deslocado dessa expressão não fosse ainda mais deslocado do que eu pensava. Espero.
Ribeiro, lamento que Vitor Dias não preceba a situação absolutamente excepcional em que se encontra a Cãmara e a cidade. Quanto à Feira Popular, é um disco riscado que soa mal, sabendo-se o papel que Sá Fernandes teve na denuncia do caso. Mas o costume.
O BE mantém o apoio a Sá Fernandes. E eu também, como pode ler. Absoluto e convicto.
Não pode ser assim, não pode valer tudo, não pode haver demagogia!
Não pelo menos entre quem pretende afirmar-se de esquerda, a não ser que essa afirmação seja também pura demagogia.
Daniel,
Enquanto militante do PS viria, como sempre vi, com óptimos olhos uma plataforma de esquerda para tentar governar Lisboa. A questão é que não existe tempo útil para o fazer e que se trata de uma eleição apenas para um órgão e de um mandato que durará apenas 2 anos. Espero que daqui a 2 anos o Daniel e o JSF venham novamente fazer o mesmo apelo.
Faço a análise a cada um dos candidatos aqui:
http://aquelaopiniao.blogspot.com
Abraço
De que importam as diatribes do pequeno poder dos pequenos quando há dramas sérios com este? Ajude!
http://absolutamenteninguem.blogspot.com/2007/05/special-one.html
Esqueçam, por um momento, as diatribes da pequena política e ajudem as grandes causas.
Grato
http://absolutamenteninguem.blogspot.com/2007/05/special-one.html
” Sá Fernandes e as suas propostas para a cidade ” ????
bela piada !
O problema do Sá Fernandes é se algum dia tem de construir em vez de destruir, tem de fazer em vez de fiscalizar ou tem de actuar em vez de impedir. Isso é que vai ser uma grande chatice… Por isso é que tal como o Bloco de Esquerda, é bom que esteja presente, mas nunca com de de 7% ou 8%…. O resto seria um perfeito desperdício de votos
O Sá Fernandes já pagou o prejuízo que causou à cidade? Já indemnizou as empresas da Joaquim Augusto de Aguiar?
E se nos deixássemos de processos de intenções e de argumentos meramente formalistas e analisássemos a proposta de José Sá Fernandes tão só a partir do seu conteúdo explícito?
Caro Daniel:
Parece que a Helena Roseta também não está para partilha de protagonismos, no seio da sua lista de cidadãos.
Segundo o Blog da Lisboa é Gente, ela desmarcou um encontro que tinha agendado com o Sá Fernandes para falarem de Lisboa.
http://www.gentedelisboa.blogspot.com/
Se o PS aceitou ou não, a coligação à esquerda, ou foi a CDU que inviabilizou ou talvez não, e o CDS que não sabe e não quer, e o PSD que fez e não fez e o PS que lá esteve e não sei quê, e o BE que denúncia e prevê, mas não coliga e tal e coisa e mais assim e assado, e à esquerda e à direita…
O que eu acho realmente fantástico, é a população em geral não estar definitivamente farta de partidos, de direcções partidárias, de líderes partidários, de comissões e assembleias e grupos de trabalho e tomadas de posse, e toda essa parafernália onde os partidos vão retirar o oxigénio que os mantêm.
Mais que tudo, o que me enoja, e esse é o termo, neste momento de apresentação de candidaturas à câmara, é o completo e total desinteresse acerca dos problemas comuns do cidadão comum que vive em Lisboa. São os prazos, as assinaturas, os mandatários, as coligações e tudo o que importa, nicles. Para uma câmara em falência absoluta, não há dúvida que continua a ser um lugar tremendamente apetecível… porque será?…
Von
Riibeiro o Dias deveria explicar-nos algumas medidas que o João Soares tomou, e que o PCP comeu e calou.
O Dias deveria dizer-nos onde esteve o PCP no mandato Santana Carmona.
O Dias deveria explicar-nos porque falhou uma coligação PS-PCP-BE em 2004, só porque o PCP queria tantos vereadores como o PS e queria que o BE tivesse a mesma representatividade que os verdes.
O PCP deveria explicar-nos porque tem tido nestes dois anos uma posição tão dubia na oposição a Carmona.
O PCP deveria explicar-nos todas as alianças com o PSD nas juntas de Lisboa.
O PCP deveria explicar-nos o que é a LX Desporto mais uma empresa municipal….
Pois é , mas um apelo, feito por alguem como o Sá Fernandes, tem de ser desacreditado de qualquer forma.
Sá Fernandes faz muita mossa , pois mostrou que se pode ser oposição séria e sem medo, mas ao mesmo tempo ser capaz de APRESENTAR PROPOSTAS CONCRETAS ( apesar de alguns Ignorantes fingirem que não as conhecem).
Não sei se será possivel uma candidatura á esquerda, o que sei é que Sá Fernandes e o Bloco estarão na primeira linha da defesa dos interesses da cidade de Lisboa e dos Lisboetas, sem esperar tachos em empresas municipais, nem empregos para os militantes do partido….
Outros podessem dizer o mesmo…
Santana e Carmona já pagaram ao erário publico os fundos que delapidaram????
Pagamento a Ghery por um projecto que não tem pernas para andar…
Tunel do Marquês AINDA POR ACABAR, começado sem projecto, sem estudos de impacto ambiental, sem um estudo sério sobre a linha do metro que fica a SESSENTA CENTIMETRO de um dos tuneis do metro, rebentamento de uma conduta de água na Fontes Pereira de Melo por erros de projecto, e apesar disso , quem denuncia este ragabofe é que fica com o ónus da culpa.
Há por aí muita gente que gosta de ser enganado.
Se não conhecem os projectos do Sá Fernandes para Lisboa, só vos posso dizer informem-se esta conversa de ele só querer destruir já não pega,a ignorancia tanta vez repetida passa por óbvia MÁ FÈ .
Von ,Lisboa está no estado em que está , porque quem lá esteve foi incompetente, é nosso dever escolher pessoas capazes e corajosas e com ideias , esta questão das alianças traz subjacente visões contraditorias para a cidade, há quem queira uma rotura real de praticas, e há quem só queira que algo mude, para que tudo fique na mesma.
Mas fique ciente o futuro da cidade não passa pela net, é no dia há dia do cidadão e na apresentação de propostas concretas mas crediveis ,que esse futuro se irá decidir.
Aqui entretemo-nos a atirar setas uns aos outros, as mais das vezes sem consequências práticas.
O que é que houve de tão extraordinário em cinco dias para o BE e Sá Fernandes terem mudado de ideias, perguntei ontem aqui. E confesso que não sei ainda se me equivoquei perante esta notícia segundo a qual Paulo Fidalgo da RC vai-se encontrar Helena Roseta no final do dia e que poderá ver no Diário Digital.
Trocando por miúdos parece que há ratos já a saltar do bote do Sá Fernandes, daí o desespero de até oferecerem o primeiro lugar à Roseta!
Caro A.Pacheco,
Parece que ficou um pouco abespinhado com o “meu” (Victor Dias)comentário.
As dúvidas que coloca esclarece-as, se quiser, no blog
do mesmo Victor Dias - tempodascerejas.blogspot-
está lá tudo!
“Quanto à Feira Popular, é um disco riscado que soa mal”, pois é D. Oliveira, soa mal, mas a verdade é que o BE votou favoravelmente a proposta do PSD que previa a troca dos terrenos do Parque Mayer pelos da Feira Popular, conjuntamente com o PS e o CDS, tendo a CDU sido a única força politica a votar contra e a pôr o caso em tribunal, com as consequências que estamos a assistir nestas últimas semanas.
Era bom que o BE e os seus dirigentes assumissem as suas posições, esta postura de assobiar para o lado não deixa de ser indicativa do seu carácter político
Srs Silva e Ribeiro vamos mas é discutir Lisboa, quais são as propostas do PCP para Lisboa?
Isso sim é importante, o resto é só politiquisse, de quem parece não ter nada a dizer aos lisboetas.
Sobre o assobiar para o lado , é coisa que não se usa cá pelo BLOCO, o então representante do Bloco na Assembleia Municipal ( o Bloco não tinha vereador á época na Camara)já explicou, como o assunto chegou á Assembleia Municipal e a razão da votação, que tinha certas condicionantes,e que como depois se provou que não foram cumpridas levou o Bloco a demarcar-se publicamente dessa permuta.
Mas tudo isto é passado, velho e relho, o que o PCP não consegue é provar que alguma vez o Bloco tenha pactuado com negocios escusos, os com qualquer tipo de corrupção na Camara de Lisboa.
E é isso que o incomoda, porque quem tem telhados de vidro….