para variar da campanha eleitoral, rock, sobretudo para confessar que sempre gostei de mulheres com pêlo na venta, uma herança talvez das minhas raízes minhotas, na terra da minha mãe há barbas para todos os gostos e feitios e nem precisamos de chegar aos homens, mas adiante, gosto de mulheres do género, com tomates, rockers, na tradição patti smith mas mais inflamadas, uma pj harvey por exemplo, ou, nos tempos de correm, uma alison mosshart que agora anda de braço com o mago jack white no projecto the dead weather, responsável por um excelente disco e um teledisco de apresentação de grande gabarito, cortesia do realizador jonathan glazer, homem da publicidade que sempre que pode dá uma perninha na música, benza-o deus, e por um single de estreia cheio de testosterona e metralhadoras, aliás, eu queria fazer uma pausa na política à portuguesa mas assistindo ao duelo de pólvora seca entre jack e alisson, alisson e jack, much ado about nothing, balas de centrão que não fazem o sangue espirrar, lembrei-me da disputa entre o doutor sócrates e a engenheira ferreira leite ou vice-versa. isto anda tudo ligado, já cantava o dias loureiro.



19 respostas ao post “Arrastão goes musical # 4”  

  1. 1 1  FuckItAll
  2. 2 2  Antonio Cunha

    Muito bom Pedro.

    Rock do bom.

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  3. 3 3  Henrique Morais

    Não é melhor traduzir isso pra russo ou frances? É que essa porcaria é falada pela lingua do imperio…

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  4. 4 4  isagt

    Em vez de armas é preferível os cremes depilatórios no entanto a música é apropriada para ouvir enquanto os agentes químicos dos cremes “derretem” os pêlos :-)

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  5. 5 5  LAM

    era bom que se parasse com as piadas ao Pacheco Pereira.

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  6. 6 6  xatoo

    dá-lhe música, dá-lhe
    enquanto o titanic capitalista se afunda e a malta pensa que se salva agarrando-se desesperadamente às baleeiras do bloco dito de esquerda.
    Porreiro pá, como sempre, até os olhos se riem quando se avista a costa da sobrevivência à custa da ancoragem ao parlamentarismo burguês de Estado. Podias ter escolhido o “coro dos escravos” para ilustrar o desejo de longa vida ao reformismo, que já leva mais de 50 anos de derrotas para a classe operária

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    Daniel Oliveira Reply:

    Eu tenho uma tese: o xatoo não existe. Não pode existir.

  7. 7 7  Jorge

    Eu agora fiquei aqui foi com uma dúvida existencial. O Pedro Vieira é uma entidade independente, ou um heterónimo do valter hugo mãe?

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  8. 8 8  Visto de Fora

    Grande som !
    Rebeldia e revolta das mulheres (como muito bem adjectivou) com pêlo nas ventas, com ganas e atitude!

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  9. 9 9  Pedro Pereira

    Ouçam a porra da música e calem-se, sempre com graçolas. Relaxem um bocado porra.

    Música fixe.

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  10. 10 10  Inês Meneses

    Não, Daniel! Liberta o Xatoo!

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  11. 11 11  xatoo

    Daniel? isso pretende ser um comentário ao meu comentário?
    (tem razão, para alguns a crise não existe, excepto a do entendimento do que é o trabalho não alienado – coisas de marxistas, claro está)

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  12. 12 12  xatoo

    “À opção editorial do Arrastão está subjacente uma concepção da política e dos actos eleitorais tão cínica como a que anima os defensores do voto útil. No fundo, manifesta-se a tese de que o voto que não seja num dos cinco maiores partidos ou simplesmente não votar são opções menos dignas e um tanto ou quanto irresponsáveis”
    (no Spectrum)

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  13. 13 13  A.R.A

    Bom som mas nada por aí além, oh Pedro!

    E se por acaso procuravas um som indicado para o que se vai passando entre as campanhas do Socrates e da MFLeite, acho que devias ponderar e reconsiderar que os Strange Days dos The Doors são sempre intemporais:

    http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&videoid=926866

    O Mr. James Douglas Morrisson é que os compreende como ninguém!

    Isto sim, é que é barulho :)

    A.R.A

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  14. 14 14  Agustino Beiço Luíza

    Novo pasquim a não perder:

    http://www.imprensafalsa.com

    Simplesmente GENIAL!

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  15. 15 15  Henrique Morais

    50 anos de derrotas da classe operaria….Ora bem isso inicia-se com a morte de Estaline mais coisa menos coisa. Ora ai esta Daniel. Existe mesmo, e é dos bons…

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  16. 16 16  Madalena Madeira

    Caro Pedro,

    Guerra dos sexos? de género? ou simplesmente violência por violência , sem nenhum outro significado senão violência !!Ironia ou apelo à utilização de armas , venda de armas , produção de armamento makes the world go round , the world go round?! Ou então a americanização da juventude?!

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  17. 17 17  bloom

    “sempre gostei de mulheres com pêlo na venta, uma herança talvez das minhas raízes minhotas, na terra da minha mãe há barbas para todos os gostos e feitios e nem precisamos de chegar aos homens, mas adiante, gosto de mulheres do género, com tomates,”

    huum, mais trabalho para o velho segismundo de viena…

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  18. 18 18  Pedro Esteves

    «sempre gostei de mulheres com pêlo na venta»

    http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1397517

    «na terra da minha mãe há barbas para todos os gostos e feitios e nem precisamos de chegar aos homens,»

    deves ter 1familia moderna de 2´s pais…a tua mãe dava-te leite por onde ?

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