Já disse o que pensava da frase nos comentários do post likado. Não e pode esperar que quem defende salazar conteste os mais primários princípios da sociedade partriarcal.
Assisti a uma missa dum casamento onde o padre disse que “não entendia como as mulheres optavam por limitar os filhos que tinham, quando era exactamente a maternidade que dignificava a mulher”. Se eu fosse à noiva, arregaçava os tules e saía porta fora.
“As mulheres ganham autoridade na vida sendo mães. Por isso, eu presumo que a zazie é mãe”…daqui se conclui que há loucos para tudo!
Enfim apetece-me deambular, para mim indiscutivelmente, a autoridade das mulheres advém do poder de serem o repositório verbal do passado familiar, as construtoras do legado geracional, sendo está a característica que mais diferencia a mulher do bicho homem. Utilizam para esse efeito um linguarejar de natureza afectiva com um registo telúrico e ancestral, mister incontrolado pelos homens, pois é sinuoso, avisado e intrincado de mais para se dominar e obriga um mapear lestro, entre os sentimentos e a linguagem, habilidade que dificilmente um homem consegue alcançar.
Não aceito criticas!
Não sei se a maternidade ou paternidade dignificam a mulher ou o homem, mas que dão mais autoridade na vida, uma vez que é mais uma experiência de vida, não tenho dúvidas.
Já vivi sem filhos e agora tenho-os. O modo de encarar o mundo é diferente e o confronto com eles fazem-nos crescer e ganhar experiências. Uma mãe talvez mais do que a um pai? Não sou mãe mas é certamente diferente a relação! Quem vos ler ao post ou aos comentários, fica com a impressão de que ter filhos é algo de extremamente reaccionário e irrelevante para a experiência de vida de cada um. Quero crer que não é essa intenção?!
PAI, todas as experiências em certa medida dignificam as pessoas. A meternidade/paternidade é apenas mais uma. Há pessoas que não são pais nem mães e tem toda uma bagagem de experiências e sabedorias que uma mãe ou um pai podem não ter.
Tudo está na forma como foi colocada a questão, que longe de ter sido ingénua foi intencionalmente reacionária:
Primeiro: a forma como está escrita dá a entender que a única condição para a mulher ter autoridade é ser mãe e não que esta é uma entre tantas outras.
Segundo: a própria palavra autoridade. Pois como falou o PAI e muito bem, o facto de se ser mãe tem a ver com experiência e sabedoria e não com autoridade. Existe sempre uma correlação entre autoridade e poder. E ao referir a palavra autoridade está-se implicitamente a dizer que o único poder que as mulheres podem sequer vislumbrar apenas pode ser obtido através da maternidade, estando elas reduzidas e caracterizadas apenas pelo facto de trazerem outra pessoa ao mundo e não a elas próprias como seres individuais (com variadissimas autoridades).
A propósito desta frase, que não me parece ter nada de mais (pois não está a dizer que quem não é pai ou mãe não tem autoridade), lembrei-me agora do debate entre Louçã e Portas, em que o primeiro disse ao segundo não ter autoridade para se manifestar sobre o aborto porque não era pai.
Sebastião, riiiiiiooooos de tinta sobre assunto. Incluindo meus. Mas você não consegue falar de apicultura ou de física quântica sem falar do BE. É um homem monotemático, o que havemos de fazer.
Daniel, lamento mas o meu cacilheiro nunca atravessou o seu ro de tinta sobre o assunto, e as outras embarcações não costumam muito andar ao sabor dos ventos que sopram nos cabos das tormentas do seu partido.
E não sou um homem monotemático - até estou bem preparado para discutir os temas que mais o absorvem, o Papa e a Igreja, o aborto, os casamentos homossexuais e a adopção de crianças e o fantasma americano. De apicultura e insectos só entendo mesmo as frases varejeiras do seu líder partidário que, entretanto, fiquei sem saber se vão ao encontro da sua linha de pensamento. A relação entre o seu post e a frase de Louçã até foi muito pertinente, não achou?
Achei que tinha tanto a ver uma com a outra como a dos seis dias com o escaravelho da batata. Esqueceu-se do meu assunto predilecto: sou um amigo dos árabes, logo dos terroristas, logo um terrorista, como aliás qualquer pessoas de extrema-esquerda pró-albanesa, trotsquistas e pequeno-burguesa. Estou sé a tentar juntar tudo para ser mais rápido.
Atenção que segundo o digníssimo Arroja só as “meninas” é que se ofendem com esta frase.
O posto seguinte, que pretendia ser uma suavização do primeiro, saiu-lhe ainda pior.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Já disse o que pensava da frase nos comentários do post likado. Não e pode esperar que quem defende salazar conteste os mais primários princípios da sociedade partriarcal.
Assisti a uma missa dum casamento onde o padre disse que “não entendia como as mulheres optavam por limitar os filhos que tinham, quando era exactamente a maternidade que dignificava a mulher”. Se eu fosse à noiva, arregaçava os tules e saía porta fora.
Não encontro o texto do qual tirou essa citação?
Está corrigido o link
Ahahahah!!!
Coitadinha de mim… parece que nunca vou ter autoridade!
Ouve-se cada coisa…
Ah, essas gajas estéreis… São filhas do Demo é o que é…
“As mulheres ganham autoridade na vida sendo mães. Por isso, eu presumo que a zazie é mãe”…daqui se conclui que há loucos para tudo!
Enfim apetece-me deambular, para mim indiscutivelmente, a autoridade das mulheres advém do poder de serem o repositório verbal do passado familiar, as construtoras do legado geracional, sendo está a característica que mais diferencia a mulher do bicho homem. Utilizam para esse efeito um linguarejar de natureza afectiva com um registo telúrico e ancestral, mister incontrolado pelos homens, pois é sinuoso, avisado e intrincado de mais para se dominar e obriga um mapear lestro, entre os sentimentos e a linguagem, habilidade que dificilmente um homem consegue alcançar.
Não aceito criticas!
Não sei se a maternidade ou paternidade dignificam a mulher ou o homem, mas que dão mais autoridade na vida, uma vez que é mais uma experiência de vida, não tenho dúvidas.
Já vivi sem filhos e agora tenho-os. O modo de encarar o mundo é diferente e o confronto com eles fazem-nos crescer e ganhar experiências. Uma mãe talvez mais do que a um pai? Não sou mãe mas é certamente diferente a relação! Quem vos ler ao post ou aos comentários, fica com a impressão de que ter filhos é algo de extremamente reaccionário e irrelevante para a experiência de vida de cada um. Quero crer que não é essa intenção?!
PAI, todas as experiências em certa medida dignificam as pessoas. A meternidade/paternidade é apenas mais uma. Há pessoas que não são pais nem mães e tem toda uma bagagem de experiências e sabedorias que uma mãe ou um pai podem não ter.
Tudo está na forma como foi colocada a questão, que longe de ter sido ingénua foi intencionalmente reacionária:
Primeiro: a forma como está escrita dá a entender que a única condição para a mulher ter autoridade é ser mãe e não que esta é uma entre tantas outras.
Segundo: a própria palavra autoridade. Pois como falou o PAI e muito bem, o facto de se ser mãe tem a ver com experiência e sabedoria e não com autoridade. Existe sempre uma correlação entre autoridade e poder. E ao referir a palavra autoridade está-se implicitamente a dizer que o único poder que as mulheres podem sequer vislumbrar apenas pode ser obtido através da maternidade, estando elas reduzidas e caracterizadas apenas pelo facto de trazerem outra pessoa ao mundo e não a elas próprias como seres individuais (com variadissimas autoridades).
Só se for autoridade sobre os filhos. E mesmo essa é de pouca dura. Quanto ao post e link, continuo sem intenções de ler o blasfémias.
A propósito desta frase, que não me parece ter nada de mais (pois não está a dizer que quem não é pai ou mãe não tem autoridade), lembrei-me agora do debate entre Louçã e Portas, em que o primeiro disse ao segundo não ter autoridade para se manifestar sobre o aborto porque não era pai.
Mais uma Arrojada de facto.
Sebastião, riiiiiiooooos de tinta sobre assunto. Incluindo meus. Mas você não consegue falar de apicultura ou de física quântica sem falar do BE. É um homem monotemático, o que havemos de fazer.
Daniel, lamento mas o meu cacilheiro nunca atravessou o seu ro de tinta sobre o assunto, e as outras embarcações não costumam muito andar ao sabor dos ventos que sopram nos cabos das tormentas do seu partido.
E não sou um homem monotemático - até estou bem preparado para discutir os temas que mais o absorvem, o Papa e a Igreja, o aborto, os casamentos homossexuais e a adopção de crianças e o fantasma americano. De apicultura e insectos só entendo mesmo as frases varejeiras do seu líder partidário que, entretanto, fiquei sem saber se vão ao encontro da sua linha de pensamento. A relação entre o seu post e a frase de Louçã até foi muito pertinente, não achou?
Achei que tinha tanto a ver uma com a outra como a dos seis dias com o escaravelho da batata. Esqueceu-se do meu assunto predilecto: sou um amigo dos árabes, logo dos terroristas, logo um terrorista, como aliás qualquer pessoas de extrema-esquerda pró-albanesa, trotsquistas e pequeno-burguesa. Estou sé a tentar juntar tudo para ser mais rápido.
Caro Sebastião acho que é um balão de hélio!
Atenção que segundo o digníssimo Arroja só as “meninas” é que se ofendem com esta frase.
O posto seguinte, que pretendia ser uma suavização do primeiro, saiu-lhe ainda pior.