<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: Autoritarismo, ressentimento e populismo</title>
	<atom:link href="http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/</link>
	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<lastBuildDate>Sat, 20 Mar 2010 19:42:22 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: «Estive a ler atentamente este texto do Daniel Oliveira e, ao contrário da opinião do João Pinto e Castro, achei-o excelente e subscrevo-o» (Miguel Vale de Almeida, 17/11/08) &#171; Aventar</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/comment-page-2/#comment-97846</link>
		<dc:creator>«Estive a ler atentamente este texto do Daniel Oliveira e, ao contrário da opinião do João Pinto e Castro, achei-o excelente e subscrevo-o» (Miguel Vale de Almeida, 17/11/08) &#171; Aventar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 05:32:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=5990#comment-97846</guid>
		<description>[...] Sócrates mostra a sua autoridade alimentando o ressentimento que está sempre presente em sociedade...   Partilhar: [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Sócrates mostra a sua autoridade alimentando o ressentimento que está sempre presente em sociedade&#8230;   Partilhar: [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: «Estive a ler atentamente este texto do Daniel Oliveira e, ao contrário da opinião do João Pinto e Castro, achei-o excelente e subscrevo-o» (Miguel Vale de Almeida, 17/11/08) &#124;</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/comment-page-1/#comment-81045</link>
		<dc:creator>«Estive a ler atentamente este texto do Daniel Oliveira e, ao contrário da opinião do João Pinto e Castro, achei-o excelente e subscrevo-o» (Miguel Vale de Almeida, 17/11/08) &#124;</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 15:47:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=5990#comment-81045</guid>
		<description>[...] Sócrates mostra a sua autoridade alimentando o ressentimento que está sempre presente em sociedade... [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Sócrates mostra a sua autoridade alimentando o ressentimento que está sempre presente em sociedade&#8230; [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: TMF</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/comment-page-1/#comment-51522</link>
		<dc:creator>TMF</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 23:57:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=5990#comment-51522</guid>
		<description>&quot;Se os professores fossem uns privilegiados seguramente não faltaria quem, entre os melhores&quot;

Não diriamos privilegiados, mas desacreditados  por culpa própria(também), certamente. Não precisamos de ir mais longe, b um simples exercício de memória para recordarmos os &quot;nossos&quot; saudosos tempos de secundário e será fácil perceber quantos estariam ali: 1.º por vocação, 2.ºpor não ter opção3.ºpós-25 de Abril 4.º &quot;enconstados à sombra da bananeira...&quot;.Fico-me infelizmente pela 4.ªopção, culto madraceirão, sem responsabilização, sem avaliação.

Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se os professores fossem uns privilegiados seguramente não faltaria quem, entre os melhores&#8221;</p>
<p>Não diriamos privilegiados, mas desacreditados  por culpa própria(também), certamente. Não precisamos de ir mais longe, b um simples exercício de memória para recordarmos os &#8220;nossos&#8221; saudosos tempos de secundário e será fácil perceber quantos estariam ali: 1.º por vocação, 2.ºpor não ter opção3.ºpós-25 de Abril 4.º &#8220;enconstados à sombra da bananeira&#8230;&#8221;.Fico-me infelizmente pela 4.ªopção, culto madraceirão, sem responsabilização, sem avaliação.</p>
<p>Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: laranjalima</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/comment-page-1/#comment-51413</link>
		<dc:creator>laranjalima</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 00:03:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=5990#comment-51413</guid>
		<description>Fado Alexandrino (45)

&quot;São casos isolados&quot;.Não acredita na ministra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fado Alexandrino (45)</p>
<p>&#8220;São casos isolados&#8221;.Não acredita na ministra.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/comment-page-1/#comment-51284</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 02:34:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=5990#comment-51284</guid>
		<description>44  LF 
18 Nov 2008 às 17:30
&quot;Os 48 anos de fascismo deixam a sua marca, e há várias gerações em Portugal ainda muito marcados por eles.&quot;

Ora ca esta uma excelente sintese para o que se actualmente se passa.O pais esta agora a começar a suar o fascismo que ainda tem concentrado nas celulas; e um processo doloroso e leva tempo para curar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>44  LF<br />
18 Nov 2008 às 17:30<br />
&#8220;Os 48 anos de fascismo deixam a sua marca, e há várias gerações em Portugal ainda muito marcados por eles.&#8221;</p>
<p>Ora ca esta uma excelente sintese para o que se actualmente se passa.O pais esta agora a começar a suar o fascismo que ainda tem concentrado nas celulas; e um processo doloroso e leva tempo para curar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: fado alexandrino</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/comment-page-1/#comment-51276</link>
		<dc:creator>fado alexandrino</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 01:38:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=5990#comment-51276</guid>
		<description>&lt;i&gt;Mas quem lhe disse que os alunos não nos têm respeito?&lt;/i&gt;

As televisões.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>Mas quem lhe disse que os alunos não nos têm respeito?</i></p>
<p>As televisões.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LF</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/comment-page-1/#comment-51199</link>
		<dc:creator>LF</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 17:30:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=5990#comment-51199</guid>
		<description>Absolutamente fantástico este post.
No fundo está aqui tudo o que é relevante nesta questão.
Os 48 anos de fascismo deixam a sua marca, e há várias gerações em Portugal ainda muito marcados por eles.

Mas a forma como a opinião pública facilmente se revolta contra os &quot;privilegiados&quot; não pode deixar de ser assacada também a uma comunicação social sempre dócil para com os poderes (político, económico e ideológico).
Como aqui alguém já disse, a última edição do &quot;Expresso&quot; é um belo exemplo disso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Absolutamente fantástico este post.<br />
No fundo está aqui tudo o que é relevante nesta questão.<br />
Os 48 anos de fascismo deixam a sua marca, e há várias gerações em Portugal ainda muito marcados por eles.</p>
<p>Mas a forma como a opinião pública facilmente se revolta contra os &#8220;privilegiados&#8221; não pode deixar de ser assacada também a uma comunicação social sempre dócil para com os poderes (político, económico e ideológico).<br />
Como aqui alguém já disse, a última edição do &#8220;Expresso&#8221; é um belo exemplo disso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Malacueco</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/comment-page-1/#comment-51174</link>
		<dc:creator>Malacueco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 15:15:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=5990#comment-51174</guid>
		<description>A autonomia das escolas começou com a descentralização dos currículos. Abandonou-se a ideia de programa nacional.

Em teoria, o que se ensina na turma A do 5.º ano da escola X pode não ser o mesmo que se ensina na turma B da mesma escola.

Isto está muito bem, na medida em que não se obriga as criancinhas de Monção a V.R. de S. António (e, antigamente, «do Minho a Timor») a aprenderem todas a Baixa Pombalina, substituindo estes por outros conteúdos mais relevantes para elas.

Só que esta política educativa, com tudo o que tem de louvável, esbarra em vários pontos contraditórios - como sejam a obrigatoriedade de adopção de manuais escolares ou a realização de provas de aferição - por exemplo. Se as «matérias» não são as mesmas, como se pode realizar uma prova única?...?... É o mesmo que afirmar: «Podem &quot;dar&quot; o que quiserem... desde que seja isto...»

Por outro lado, autonomia deveria significar autonomia financeira... 

E pronto.

Acabou  toda e qualquer veleidade de autonomia, já que a gestão orçamental teria de ser feita:

a. a nível de cada escola;
b. a nível municipal.

Na prática, os acordos de autonomia celebrados pela João Gonçalves Zarco, de Matosinhos, ou pela Eça de Queirós, na Póvoa de Varzim, deram com os burros na água - dado que o ME aceitou todas as propostas de melhoria e compromisso de melhoria dos resultados escolares... e recusou liminarmente tudo o que foi pedido em termos de autonomia de contratação de docentes/formadores, nomeadamemnte para as áreas dos cursos técnico-profissionais... 

Ou seja: «Autonomizem-se à vontade, mas gerir orçamentos... tá queto! Façam lá as omeletes, mas ovos é que nem pensar!»

Como se compagina a autonomia das aprendizagens com a realização de exames nacionais no fim de cada ciclo? Mas os senhores políticos (ou outros...) saberão do que estão a falar quando defendem tal coisa?

A autonomia de que o ME fala é o de se ser autónomo para melhorar a estatística...

Caro Daniel: muito folgo de o ver escrever assim. Confesso que me espantou - pela positiva!

Cumprimentos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A autonomia das escolas começou com a descentralização dos currículos. Abandonou-se a ideia de programa nacional.</p>
<p>Em teoria, o que se ensina na turma A do 5.º ano da escola X pode não ser o mesmo que se ensina na turma B da mesma escola.</p>
<p>Isto está muito bem, na medida em que não se obriga as criancinhas de Monção a V.R. de S. António (e, antigamente, «do Minho a Timor») a aprenderem todas a Baixa Pombalina, substituindo estes por outros conteúdos mais relevantes para elas.</p>
<p>Só que esta política educativa, com tudo o que tem de louvável, esbarra em vários pontos contraditórios &#8211; como sejam a obrigatoriedade de adopção de manuais escolares ou a realização de provas de aferição &#8211; por exemplo. Se as «matérias» não são as mesmas, como se pode realizar uma prova única?&#8230;?&#8230; É o mesmo que afirmar: «Podem &#8220;dar&#8221; o que quiserem&#8230; desde que seja isto&#8230;»</p>
<p>Por outro lado, autonomia deveria significar autonomia financeira&#8230; </p>
<p>E pronto.</p>
<p>Acabou  toda e qualquer veleidade de autonomia, já que a gestão orçamental teria de ser feita:</p>
<p>a. a nível de cada escola;<br />
b. a nível municipal.</p>
<p>Na prática, os acordos de autonomia celebrados pela João Gonçalves Zarco, de Matosinhos, ou pela Eça de Queirós, na Póvoa de Varzim, deram com os burros na água &#8211; dado que o ME aceitou todas as propostas de melhoria e compromisso de melhoria dos resultados escolares&#8230; e recusou liminarmente tudo o que foi pedido em termos de autonomia de contratação de docentes/formadores, nomeadamemnte para as áreas dos cursos técnico-profissionais&#8230; </p>
<p>Ou seja: «Autonomizem-se à vontade, mas gerir orçamentos&#8230; tá queto! Façam lá as omeletes, mas ovos é que nem pensar!»</p>
<p>Como se compagina a autonomia das aprendizagens com a realização de exames nacionais no fim de cada ciclo? Mas os senhores políticos (ou outros&#8230;) saberão do que estão a falar quando defendem tal coisa?</p>
<p>A autonomia de que o ME fala é o de se ser autónomo para melhorar a estatística&#8230;</p>
<p>Caro Daniel: muito folgo de o ver escrever assim. Confesso que me espantou &#8211; pela positiva!</p>
<p>Cumprimentos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anonimo</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/comment-page-1/#comment-51148</link>
		<dc:creator>anonimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 11:24:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=5990#comment-51148</guid>
		<description>(“Se os pais participarem na escolha de quem gere a escola (como acontece em tantos lugares) não estão eles na melhor posição para responsabilizar quem gere mal e escolher quem o faça melhor? Ou a responsabilidade só existe onde existir um cheque?”)

O cheque não tem somente  a ver com isso mas com opção

O que acontece é que  o direito ao ensino foi concebido como direito à escola pública e não como direito a qualquer ensino e a qualquer escola, mais próprio com um sistema de um estado educador, e não com as opções dos pais para os projectos educativos que tenham para os filhos

Não é possível reconhecer a prioridade dos pais na educação dos filhos sem aceitar a possibilidade de escolha da escola, de outro prisma, que sentido faz ter projectos educativos diferenciados, se os pais e alunos não puderem escolher a escola da sua preferência. A crítica de que a escolha da escola é promotora de segregação não se mostra verdadeira. Desde logo porque a segregação nasce fora das escolas, e resulta primordialmente do mercado habitacional. A política de zonamento acaba por cristalizar essa realidade e transporta-a para as escolas. 

Caberia ao Estado um papel central de apoio à escolha dos alunos e suas famílias Aos serviços estatais competeria, antes de mais, apoiar os alunos e seus pais na escolha da escola publica ou privada, nomeadamente através da disponibilização de informação relevante,  medir a qualidade do ensino através de exames e outros instrumentos de avaliação e, obviamente, assegurar o cumprimento da lei, a finalidade prioritária do Estado na educação é garantir a todos os cidadãos o direito a um ensino de qualidade, com liberdade aprender, de ensinar e de escolha da escola. Mas garantir a liberdade de acesso a um serviço que requer recursos económicos é garantir que essa liberdade não é impedida por ausência de recursos económicos

Uma escola não se define por paredes e um quadro de pessoal. É um projecto educativo capaz de gerar os melhores projectos educativos e as melhores ideias de escola, e garantir que cada aluno e a sua família possam escolher aquela com que melhor se identificam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(“Se os pais participarem na escolha de quem gere a escola (como acontece em tantos lugares) não estão eles na melhor posição para responsabilizar quem gere mal e escolher quem o faça melhor? Ou a responsabilidade só existe onde existir um cheque?”)</p>
<p>O cheque não tem somente  a ver com isso mas com opção</p>
<p>O que acontece é que  o direito ao ensino foi concebido como direito à escola pública e não como direito a qualquer ensino e a qualquer escola, mais próprio com um sistema de um estado educador, e não com as opções dos pais para os projectos educativos que tenham para os filhos</p>
<p>Não é possível reconhecer a prioridade dos pais na educação dos filhos sem aceitar a possibilidade de escolha da escola, de outro prisma, que sentido faz ter projectos educativos diferenciados, se os pais e alunos não puderem escolher a escola da sua preferência. A crítica de que a escolha da escola é promotora de segregação não se mostra verdadeira. Desde logo porque a segregação nasce fora das escolas, e resulta primordialmente do mercado habitacional. A política de zonamento acaba por cristalizar essa realidade e transporta-a para as escolas. </p>
<p>Caberia ao Estado um papel central de apoio à escolha dos alunos e suas famílias Aos serviços estatais competeria, antes de mais, apoiar os alunos e seus pais na escolha da escola publica ou privada, nomeadamente através da disponibilização de informação relevante,  medir a qualidade do ensino através de exames e outros instrumentos de avaliação e, obviamente, assegurar o cumprimento da lei, a finalidade prioritária do Estado na educação é garantir a todos os cidadãos o direito a um ensino de qualidade, com liberdade aprender, de ensinar e de escolha da escola. Mas garantir a liberdade de acesso a um serviço que requer recursos económicos é garantir que essa liberdade não é impedida por ausência de recursos económicos</p>
<p>Uma escola não se define por paredes e um quadro de pessoal. É um projecto educativo capaz de gerar os melhores projectos educativos e as melhores ideias de escola, e garantir que cada aluno e a sua família possam escolher aquela com que melhor se identificam.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: laranjalima</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/autoritarismo-ressentimento-e-populismo/comment-page-1/#comment-51140</link>
		<dc:creator>laranjalima</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 10:36:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=5990#comment-51140</guid>
		<description>Fado Alexandrino (34)

Mas quem lhe disse que os alunos não nos têm respeito?

Atendendo à situação caótica da sociedade em geral e das famílias em particular, em que os pais não conseguem acompanhar nem educar os seus filhos, eu diria que eles nos respeitam e muito!!! Aliás, é esse respeito que nos permite manter as escolas em funcionamento, uma vez que o ministério retirou às escolas e aos professores qualquer instrumento de defesa.

Em 28 de serviço, não registo um único acto de desrespeito, nem por parte de alunos, nem Encarregados de Educação. Tem que admitir que é obra!!! Se  atendermos que vivo em Portugal, cheínho de &quot;fados alexandrinos&quot;....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fado Alexandrino (34)</p>
<p>Mas quem lhe disse que os alunos não nos têm respeito?</p>
<p>Atendendo à situação caótica da sociedade em geral e das famílias em particular, em que os pais não conseguem acompanhar nem educar os seus filhos, eu diria que eles nos respeitam e muito!!! Aliás, é esse respeito que nos permite manter as escolas em funcionamento, uma vez que o ministério retirou às escolas e aos professores qualquer instrumento de defesa.</p>
<p>Em 28 de serviço, não registo um único acto de desrespeito, nem por parte de alunos, nem Encarregados de Educação. Tem que admitir que é obra!!! Se  atendermos que vivo em Portugal, cheínho de &#8220;fados alexandrinos&#8221;&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
