Esta bandeira e o que está implicito, mostra que apesar da separação entre Igreja e Estado, ainda são muitas as ligações.
Até existem partidos políticos que querem que num estado Republicano e Laico, existam lugares especiais para uma pretensa Familia Real Portuguesa e para os representantes da Igreja Católica.
É absolutamente idiota este post. Sinceramente não esperava um anti-igreja tão primário como aqui se acaba de demonstrar. A igreja actua na sociedade como qualquer outra escola de pensamento ou outra organização. Se assim não for, porque raio hão-de haver leis? Porque raio se proibe a excisão feminina? Na Suécia condenaram um pai que mandou excisar a sua filha a um país africano! Em que é que ficamos? Eu estou de acordo com a atitude da Suécia e o autor deste post? Então não impomos os nossos valores aos outros??? A igreja não impõe os seus valores. Recomenda-os e exige mesmo aos seus seguidores. Os seus seguidores têm todo o direito democrático de os imporem através do voto tal como se faz em democracia! A ninguém é permitido matar outro. É um valor nosso que impomos aos outros. Noutras sociedade isso é permitido nomeadamente em casos de vingança! Em que é que ficamos???
A Igreja não impoe aos outros a proibição do aborto. A igreja lembra aos outros um valor que é da civilização ocidental. Não matar um ser humano! Para isso a igreja adianta a definição de ser humano desde o momento da concepção. E por isso é coerente! Quem está a favor do aborto porque não avança com uma definição, para assim podermos saber onde está a incoerência e a imposição aos outros?
A despenalização do aborto (que não e a mesma coisa que aceitá-lo) tem de passar por ser uma autêntica opção da mãe. Aí a opção só será autêntica e livre se a facilidade em fazer um aborto for compensada com um verdadeiro apoio para não fazê-lo e isso passa por uma verdadeira e corajosa política de apoio à maternidade em que vejo muito pouco gente empenhada! Vejo gente a favor da despenalização como o caso do Sr. Vital Moreira que preconiza o fim do abatimento das despesas de educação no IRS. Isto é que é coerência???
«Na Suécia condenaram um pai que mandou excisar a sua filha a um país africano! Em que é que ficamos? Eu estou de acordo com a atitude da Suécia e o autor deste post?»
O que raio lhe pode passar pela cabeça para achar que eu posso ter sequer uma dúvida sobre esta matéria. Claro que estou de acordo.
Em Portugal ainda não conseguimos que não fossem os dogmas da Igreja a definir a nossa lei.
“Em Portugal ainda não conseguimos que não fossem os dogmas da igreja a definir a nossa lei.”
Não conheço nenhuma lei portuguesa baseada nos dogmas da igreja. Esclareça-nos!
Se as leis portuguesas coincidem com o pensamento da igreja, qual é o problema? Será que todas as leis na Suécia são contrárias ao pensamento da igreja? Católica ou luterana?
A Igreja católica é contra a mutilação, logo é contra a excisão do clitoris. Na Suécia também são contra. Significa que a Suécia legisla influenciada pelos dogmas da Igreja?
Ao olhar para este post fico com a sensação que o principal motivo para rejeitar esta nova versão da bandeira é… estético.
Ainda assim não é tão má como essa versão que anda por aí em que um cantinho da bandeira é dedicado a fazer publicidade ao BES e ao Expresso (Tão inimigos que eles eram e já não são!)
Mas falando a sério, não vejo inconveniente de maior em convidar dignatários da Igreja, da Família Real e principalmente jogadores de futebol para as cerimóneas oficiais. Ao menos costumam levar umas roupas mais engraçadas que sempre alegram as fotografias.
Estou a falar do aborto, meu caro. Não por acaso, na Europa, só os países com forte poder da Igreja o proibem. E a lei do divórcio, até 1974, deveu-se a quem?
A Igreja é contra a excisão porque é contra a mutilação. A lei proibe-a porque é uma forma de violência que pretende retirar à mulher o direito ao prazer, direito que a Igreja católica também não lhe reconhece. As razões são diferentes.
Já agora, era importante conhecer a Igreja Luterana. Ela não quer ter qualquer influência na Lei. É em tudo diferente da Católica. Liberal, respeitadora da laicidade do Estado e muito menos dependente do poder político.
Já agora, se a Igreja só quizesse influenciar o seu rebanho, não fazia campanha pelo não nos referendos do aborto. Apenas aconselhava os seus a não o praticar. Ao querer que seja lei, pretende que eu, ateu, siga as suas convicções.
A bandeira portuguesa já é rasta demais sem precisar daquelas barroquices rococó.
(Aliás não se pode trocar o verde por azul, juntar os símbolos dos Açores e da Madeira…, sei lá, dar-lhe um outro ar menos jamaicano?
Até a bandeira da Monarquia era mais gira…)
E que Deus nos livre dos fundamentalismos católicos e dos outros…
Valha-nos São Sebastião José de Carvalho e Melo, O Grande Marquês de Pombal!…
Todos os argumentos são válidos desde que correctos, caro Daniel. Dizer que a igreja não reconhece o direito ao prazer é uma aleivosia! Não confunda posições pessoais de alguns clérigos com as posições da Igreja no seu todo. Os seus místicos até o comparam ao extâse do encontro com Deus (vide João da Cruz e Teresa de Ávila)
A igreja tem todo o direito como os outros de fazer todas as campanhas por aquilo em que acredita.
E já agora quais os países na Europa que têm um forte poder da Igreja ao ponto de influenciar decisivamente as suas leis? A Espanha? A Itália? A Áustria? A França? A Bélgica? Ou confundiu todos estes países com Portugal e Irlanda? Vê onde leva o facciosismo!
Se fizer um esforço de memória é capaz de se lembrar qual a confissão religiosa das duas deputadas que apresentaram um projecto de lei alternativo ao actual que, de facto, despenalizaria as mulheres que recorrem ao aborto. As mesmas deputadas solicitaram um regime de excepção que impediria todos os julgamentos de mulheres nesses casos até surgir uma nova lei.
Já agora: a Igreja Católica, por si, não condena as mulheres que fazem abortos, aliás, a Igreja tem centros de apoio a mulheres nessa situação.
A ignorância religiosa do Daniel, geralmente bbem informado noutras matérias, deixa-me sempre surpreendido. É claro que não sabe que a Suécia, a Dinamarca e a Noruega são oficialmente luteranas, que o Estado paga o salário dos pastores como se fossem (e são) funcionários públicos ou que na Holanda, também luterana, é expressamente proibido por lei que o rei ou a rainha sejam católicos. E talvez não fosse má ideia ver qual era a religião dominante na África do Sul no tempo do apartheid: desconfio que o Daniel teria uma grande surpresa…
Ao Sr. A. Pacheco a única coisa que se pode dizer é que pegue num livro qualquer e leia qualquer coisa. Juntar Pio XII a Hitler ou a Mussolini não lembraria ao mais declarado ateu e anticlerical. É uma grosseira mentira e aleivosia que chega a ser um insulto. Quem faz tal informação só pode ser ignorante ou fundamentalista.
Confundir silêncios estratégicos, solicitados inclusive pelas resistências aos fascistas e nazistas, para que assim a igreja pudesse servir de algum auxílio sem levantar suspeitas, com alianças, diz bem da ignorância que qualquer fundamentalismo encerra! Pio XII esteve praticamente preso dentro do vaticano no tempo de Mussolini. Pio XII alertou as forças aliadas para o que se passava na alemanha, muito antes de estas atuarem. São métodos antigos e conhecidos estes de desvirtuarem a história.
Quanto a Cerejeira este recusou fornecer os nomes dos seminaristas que se recusaram a cantar na presença de Salazar e este por pouco cortou relações com a Santa Sé quando esta recebeu os líderes da resistência africana. Aprenda!
«silêncios estratégicos, solicitados inclusive pelas resistências aos fascistas e nazistas, para que assim a igreja pudesse servir de algum auxílio sem levantar suspeitas». Isto sim, é o que se pode chamar de revisionismo histórico. Que nem o actual Papa acompanha já que, recentemente, pediu perdão pelo silêncio da Igreja.
“O actual Papa pediu perdão pelo silêncio da Igreja”
Em relação ao nazismo? Qual silêncio? Onde? Como? Esclareça-nos por favor onde o Papa pediu?
Está documentado o silêncio pedido por grupos de resistentes antinazis!
Francisco Silva, esse odre de corrupção que se chamou Cerejeira, preocupou-se tanto com a defesa da liberdade, e a denuncia dos Tarrafais Aljubes Caxias Peniche, como com a miséria em que este país estava mergulhado.
Um pobre para ser pobre tem de passar fome, frase que define bem quen foi Cerejeira.
Quanto ao PIO XII e á MAIORIA da Igreja Católica Alemã, há documentos que provam , que não só estiveram calados como foram coniventes, o medo dos russos e do Comunismo, foi maior do que a repulsa em condenar o crimes nazis.
Pode-se tentar reescrever a história, pode-se tentar minimizar o papel das seus actores principais, não se podem é negar evidências….
Na visita que fez a Auschwitz, a 28 de Maio deste ano. Aliás, João Paulo II já o fizera, numa visita a Jeruzalem, em Março de 2000, dizendo: “Deus dos nossos pais, que escolheste Abraão e os seus descendentes para trazer o Teu nome às nações: estamos profundamente tristes com o comportamento daqueles que, ao longo do curso da história, causaram sofrimento a estes teus filhos e, pedindo o teu perdão, manifestamos o desejo de nos comprometermos a uma irmandade genuína com o povo do convénio.”
O silêncio do Vaticano durante o período do Holocausto, apesar de estar relativamente informado, é um facto histórico dificil de desmentir.
Quando António Ferreira Gomes, Bispo do Porto, ( um homem NOBRE ),foi exilado da sua diocese e do seu país ,por Salazar, onde estava o Cardeal Cerejeira ?…..
Certamente á mesa de Salazar a encher a mula como regularmente fazia….
Agradeço sinceramente as respostas que quiseram dar aos pequenos comentários que aqui fiz. Contudo parece-me ser uma discussão um pouco sem sentido. Ninguém é obrigado a concordar com os actos do Vaticano e da Igreja. Mas parece-me a mim que os actos individuais podem e devem ser criticados. Não faz é sentido tentar denegrir instituições só porque não se concorda com elas ou com o que elas defendem. A Igreja é por definição universal e tem de agir em conformidade com esse sentir. Pio XII é daquelas figuras trágicas da história que enfrentou dilemas com que ninguém se gostaria de se confrontar. Jamais acusaria alguém pelo simples facto de não gostar das suas ideias. Mas acusar Pio XII confundido supostos erros de cálculo, com pactuação com o regime nazi, parece-me de uma baixeza indigna de quem se quer esclarecido.
Quanto a Cerejeira não faço a defesa do homem, mas não confundo a igreja com as suas atitudes. Para além de Cerejeira a igreja católica e noemadamente a portuguesa, através de padres e bispos fizeram a denuncia dos crimes fascistas. O bispo do Porto, da Beira, as missões combonianas, só para citar algumas.
Deixo aqui o testemunho de alguém que escreveu sobre estes factos:
Ralph McInerny, no seu livro The Defamation of Pius XII (“A Difamação de Pio XII”), cita o que judeus, famosos ou não, disseram naquele tempo.
“Só a Igreja Católica protestou contra o assalto hitlerista à liberdade”, disse Albert Einstein.
Em 1942, o jornal Jewish Chronicle, de Londres, observou: “Uma palavra de sincera e profunda apreciação é devida pelos judeus ao Vaticano por sua intervenção em Berlim e Vichy em favor de seus correligionários torturados na França… Foi uma iniciativa incentivada, honrosamente, por um bom número de católicos, mas para a qual o próprio Santo Padre, com sua intensa humanidade e sua clara compreensão das verdadeiras e mortais implicações dos assaltos contra o povo judeu, não precisou ser incentivado por ninguém.”
O Dr. Alexandre Safran, rabino-chefe da Romênia, escreveu em 1944: “Nestes tempos duros, nossos pensamentos, mais que nunca, voltam-se com respeitosa gratidão ao Soberano Pontífice, que fez tanto pelos judeus em geral… No nosso pior momento de provação, a generosa ajuda e o nobre apoio da Santa Sé foram decisivos. Não é fácil encontrar as palavras adequadas para expressar o alívio e o consolo que o magnânimo gesto do Supremo Pontífice nos deu, oferecendo vastos subsídios para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados. Os judeus romenos jamais esquecerão esses fatos de importância histórica.”
Quando os Aliados libertaram Roma, uma Brigada Judaica afirmou em seu Boletim: “Para a glória perene do povo de Roma e da Igreja Católica Romana, podemos afirmar que o destino dos judeus foi aliviado pelas suas ofertas verdadeiramente cristãs de assistência e abrigo. Mesmo agora, muitos ainda permanecem em lares religiosos que abriram suas portas para protegê-los da deportação e da morte certa.”
Um sobrevivente, citado num diário hebraico de Israel, disse: “Se fomos resgatados, se os judeus ainda estão vivos em Roma, venham conosco e agradeçamos ao Papa no Vaticano.”
Um Comitê da Junta Judaica Americana de Bem-Estar Social escreveu ao próprio Pio XII: “Recebemos relatórios de nossos capelães militares na Itália sobre a ajuda e a proteção dos judeus italianos pelo Vaticano, pelos padres e pelas instituições da Igreja durante a ocupação nazista do país. Estamos profundamente comovidos diante dessa extraordinária manifestação de amor cristão – tanto mais porque sabemos dos riscos corridos por aqueles que se prontificaram a abrigar os judeus. Do fundo de nossos corações enviamos a V. Santidade a expressão de nossa imorredoura gratidão.”
Os veteranos de um campo liberado foram a Roma e apresentaram a Pio XII a seguinte carta: “Agora que os Aliados vitoriosos quebraram nossas cadeias e nos libertaram do cativeiro e do perigo, que nos seja permitido expressar nossa profunda e devota gratidão pelo conforto e ajuda que Vossa Santidade se dignou de nos garantir com paternal preocupação e infinita ternura ao longo dos anos de nosso internamento e perseguição… Ao fazê-lo, Vossa Santidade, como a primeira e a mais alta autoridade na Terra, ergueu sua voz universalmente respeitada, em face de nossos perigosos inimigos, para defender abertamente nossos direitos e a dignidade humana… Quando estávamos ameaçados de deportação para a Polônia, em 1942, Vossa Santidade estendeu sua mão paternal para nos proteger, e deteve a transferência dos judeus internados na Itália, com isto salvando-nos da morte quase certa. Com profunda confiança e esperança de que a obra de Vossa Santidade será coroada com sucesso continuado, expressamos nossos agradecimentos de coração e rogamos ao Todo-Poderoso: Que Vossa Santidade possa reinar por muitos anos na Santa Sé e exercer sua benéfica influência sobre o destino das nações.”
Poucos meses depois, o Congresso Judaico Mundial enviou um telegrama à Santa Sé, agradecendo pela proteção dada “sob condições difíceis, aos judeus perseguidos na Hungria sob domínio alemão”.
O rebino-chefe de Jerusalém, Isaac Herzog, disse: “Agradeço ao Papa e à Igreja, do fundo do meu coração, por toda a ajuda que nos deram.”
Moshe Sharett, um eminente sionista, resumiu assim sua entrevista pessoal com o Papa: “Eu disse a ele que meu primeiro dever era agradecer-lhe, e através dele a toda a Igreja Católica, em nome do público judeu, por tudo o que fizeram em todos os países para resgatar judeus — para salvar as crianças e os judeus em geral. Estamos profundamente agradecidos à Igreja Católica pelo que ela fez naqueles países para salvar nossos irmãos.”
O Dr. Leon Kubowitzky, do Conselho Mundial Judaico, ofereceu uma vasta doação em dinheiro ao Vaticano, “em reconhecimento pela obra de Santa Sé ao resgatar judeus das perseguições fascista e nazista”.
Raffaele Cantoni, do Comitê Judaico de Bem-Estar Social da Itália, afirmou: “A Igreja Católica e o papado deram prova de que salvaram tantos judeus quanto puderam”.
Há concerteza muitas críticas a fazer à igreja, como a outras instituições. Não gosto do ideário político de Daniel de Oliveira, mas jamais me passaria pela cabeça entender que age de má fé ou que pactua com criminosos. Se aqui ponho algumas questões é simplesmente para chamar a atenção de contradições e não para insultar ninguém. Custa-me ver a ligeireza com que se acusa um homem de boa fé que sózinho perante uma crise terrível teve de tomar decisões, estando a vida de pessoas em perigo, noemadamente dos católicos na Alemanha! Como se todos nós não silenciamos tantas coisas que se passam á nossa volta e assobiamos para o lado.
O Papa na sua visita à Polónia, não se referiu concretamente a um suposto silêncio de Pio XII, mas aos silêncios que todos dias fazemos todos. Católicos incluídos.
Bem hajam por me aturarem.
Mais uma vez, e passados anos desde o meu último post, concluo que o Daniel (nome Bíblico, por sinal) continua a ser perfeitamente obtuso, quadrado, preconceituoso e, pasme-se!, de uma ignorância enciclopédica que eu próprio não julgava possível num renomado e afamado pensador e filósofo da nossa praça.
Sr. francisco Silva, ao senhor e a todos que, como você, não se deixam levar pelo facciosismo político e anti-clerical fácil que impera hoje em dia, um enorme bem-haja!
Se o Daniel é obtuso, o Gonçalo Amaral é o quê, agudo?
A Igreja católica sempre foi o maior obstáculo à modernidade. Mas por vezes aparecem pessoas como o S. Joäo XXIII, que em 5 anos a fez avançar 500! Mas pronto, depois o JP2 em 25 conseguiu regredir 300 e o Nazinger vai pelo mesmo…
Francisco Silva, aceite a história, ainda que näo goste. Até os estalinistas reconheceram os erros do estalinismo (que é diferente do comunismo, ambora os “anti-comunas” näo gostem que se separem)!
É simplesmente vergonhoso que um estado republicano e laico näo se porte como tal! Ai Afonso Costa, onde estarás…
Apenas quero dizer que isto é o sinal claro da estupidez nacional!!
É ridículo a separação entre Estado e Igreja! A Igreja de Jesus Cristo é a presença d´Ele na Terra, nos seus ministros sagrados! É claro que alguns desses mesmos ministros nem sempre se portam de acordo com a sua dignidade pastoral e apostólica! Mas temos que os respeitar e obedecer! Uma OBEDIENCIA por amor a Jesus Cristo e à Santa Igreja Católica!
SE OS PORTUGUESES QUEREM TIRAR A IGREJA CATÓLICA ROMANA DO ESTATUTO QUE ELA MEREÇE por ser representação de DEUS na Terra, prestem atenção pois estão a caír nos tentáculos de Satanás!
AMEM JESUS CRISTO! AMEM A IGREJA!~
VIVA A SANTA IGREJA CATÓLICA E APOSTÓLICA ROMANA! VIVA O PAPA BENTO XVI!!!
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Com que patente?
What do you mean?
B, tem a ver com o que aconteceu ontem em Aveiro
Esta bandeira e o que está implicito, mostra que apesar da separação entre Igreja e Estado, ainda são muitas as ligações.
Até existem partidos políticos que querem que num estado Republicano e Laico, existam lugares especiais para uma pretensa Familia Real Portuguesa e para os representantes da Igreja Católica.
É absolutamente idiota este post. Sinceramente não esperava um anti-igreja tão primário como aqui se acaba de demonstrar. A igreja actua na sociedade como qualquer outra escola de pensamento ou outra organização. Se assim não for, porque raio hão-de haver leis? Porque raio se proibe a excisão feminina? Na Suécia condenaram um pai que mandou excisar a sua filha a um país africano! Em que é que ficamos? Eu estou de acordo com a atitude da Suécia e o autor deste post? Então não impomos os nossos valores aos outros??? A igreja não impõe os seus valores. Recomenda-os e exige mesmo aos seus seguidores. Os seus seguidores têm todo o direito democrático de os imporem através do voto tal como se faz em democracia! A ninguém é permitido matar outro. É um valor nosso que impomos aos outros. Noutras sociedade isso é permitido nomeadamente em casos de vingança! Em que é que ficamos???
A Igreja não impoe aos outros a proibição do aborto. A igreja lembra aos outros um valor que é da civilização ocidental. Não matar um ser humano! Para isso a igreja adianta a definição de ser humano desde o momento da concepção. E por isso é coerente! Quem está a favor do aborto porque não avança com uma definição, para assim podermos saber onde está a incoerência e a imposição aos outros?
A despenalização do aborto (que não e a mesma coisa que aceitá-lo) tem de passar por ser uma autêntica opção da mãe. Aí a opção só será autêntica e livre se a facilidade em fazer um aborto for compensada com um verdadeiro apoio para não fazê-lo e isso passa por uma verdadeira e corajosa política de apoio à maternidade em que vejo muito pouco gente empenhada! Vejo gente a favor da despenalização como o caso do Sr. Vital Moreira que preconiza o fim do abatimento das despesas de educação no IRS. Isto é que é coerência???
bah!
linda bandeira!
e o mastro poderia ser uma guitarra….
Realmente! Cabeça a minha! Bem observado
As armas do vaticano ou uma bola de futebol: as duas têm o seu quê de apropriado.
«Na Suécia condenaram um pai que mandou excisar a sua filha a um país africano! Em que é que ficamos? Eu estou de acordo com a atitude da Suécia e o autor deste post?»
O que raio lhe pode passar pela cabeça para achar que eu posso ter sequer uma dúvida sobre esta matéria. Claro que estou de acordo.
Em Portugal ainda não conseguimos que não fossem os dogmas da Igreja a definir a nossa lei.
“Em Portugal ainda não conseguimos que não fossem os dogmas da igreja a definir a nossa lei.”
Não conheço nenhuma lei portuguesa baseada nos dogmas da igreja. Esclareça-nos!
Se as leis portuguesas coincidem com o pensamento da igreja, qual é o problema? Será que todas as leis na Suécia são contrárias ao pensamento da igreja? Católica ou luterana?
A Igreja católica é contra a mutilação, logo é contra a excisão do clitoris. Na Suécia também são contra. Significa que a Suécia legisla influenciada pelos dogmas da Igreja?
Exactamente, Daniel !
Ao olhar para este post fico com a sensação que o principal motivo para rejeitar esta nova versão da bandeira é… estético.
Ainda assim não é tão má como essa versão que anda por aí em que um cantinho da bandeira é dedicado a fazer publicidade ao BES e ao Expresso (Tão inimigos que eles eram e já não são!)
Mas falando a sério, não vejo inconveniente de maior em convidar dignatários da Igreja, da Família Real e principalmente jogadores de futebol para as cerimóneas oficiais. Ao menos costumam levar umas roupas mais engraçadas que sempre alegram as fotografias.
Estou a falar do aborto, meu caro. Não por acaso, na Europa, só os países com forte poder da Igreja o proibem. E a lei do divórcio, até 1974, deveu-se a quem?
A Igreja é contra a excisão porque é contra a mutilação. A lei proibe-a porque é uma forma de violência que pretende retirar à mulher o direito ao prazer, direito que a Igreja católica também não lhe reconhece. As razões são diferentes.
Já agora, era importante conhecer a Igreja Luterana. Ela não quer ter qualquer influência na Lei. É em tudo diferente da Católica. Liberal, respeitadora da laicidade do Estado e muito menos dependente do poder político.
Já agora, se a Igreja só quizesse influenciar o seu rebanho, não fazia campanha pelo não nos referendos do aborto. Apenas aconselhava os seus a não o praticar. Ao querer que seja lei, pretende que eu, ateu, siga as suas convicções.
A bandeira portuguesa já é rasta demais sem precisar daquelas barroquices rococó.
(Aliás não se pode trocar o verde por azul, juntar os símbolos dos Açores e da Madeira…, sei lá, dar-lhe um outro ar menos jamaicano?
Até a bandeira da Monarquia era mais gira…)
E que Deus nos livre dos fundamentalismos católicos e dos outros…
Valha-nos São Sebastião José de Carvalho e Melo, O Grande Marquês de Pombal!…
Todos os argumentos são válidos desde que correctos, caro Daniel. Dizer que a igreja não reconhece o direito ao prazer é uma aleivosia! Não confunda posições pessoais de alguns clérigos com as posições da Igreja no seu todo. Os seus místicos até o comparam ao extâse do encontro com Deus (vide João da Cruz e Teresa de Ávila)
A igreja tem todo o direito como os outros de fazer todas as campanhas por aquilo em que acredita.
E já agora quais os países na Europa que têm um forte poder da Igreja ao ponto de influenciar decisivamente as suas leis? A Espanha? A Itália? A Áustria? A França? A Bélgica? Ou confundiu todos estes países com Portugal e Irlanda? Vê onde leva o facciosismo!
Se fizer um esforço de memória é capaz de se lembrar qual a confissão religiosa das duas deputadas que apresentaram um projecto de lei alternativo ao actual que, de facto, despenalizaria as mulheres que recorrem ao aborto. As mesmas deputadas solicitaram um regime de excepção que impediria todos os julgamentos de mulheres nesses casos até surgir uma nova lei.
Já agora: a Igreja Católica, por si, não condena as mulheres que fazem abortos, aliás, a Igreja tem centros de apoio a mulheres nessa situação.
A ignorância religiosa do Daniel, geralmente bbem informado noutras matérias, deixa-me sempre surpreendido. É claro que não sabe que a Suécia, a Dinamarca e a Noruega são oficialmente luteranas, que o Estado paga o salário dos pastores como se fossem (e são) funcionários públicos ou que na Holanda, também luterana, é expressamente proibido por lei que o rei ou a rainha sejam católicos. E talvez não fosse má ideia ver qual era a religião dominante na África do Sul no tempo do apartheid: desconfio que o Daniel teria uma grande surpresa…
Cerejeira - Salazar
Pio XII-Mussolini-Hitler
Escrivá-Opus Dei-Franco
A Igreja Católica sempre sempre ao lado do poder.
De preferência ao lado de ditadores e torcionários.
Defesa da vida…POIS..de preferência de quem ainda não nasceu.
E que tal os capelães militares a abençoarem as tropas que partem para TIRAR VIDAS.
Tudo em nome da defesa da vida, como se vê….
Ao Sr. A. Pacheco a única coisa que se pode dizer é que pegue num livro qualquer e leia qualquer coisa. Juntar Pio XII a Hitler ou a Mussolini não lembraria ao mais declarado ateu e anticlerical. É uma grosseira mentira e aleivosia que chega a ser um insulto. Quem faz tal informação só pode ser ignorante ou fundamentalista.
Confundir silêncios estratégicos, solicitados inclusive pelas resistências aos fascistas e nazistas, para que assim a igreja pudesse servir de algum auxílio sem levantar suspeitas, com alianças, diz bem da ignorância que qualquer fundamentalismo encerra! Pio XII esteve praticamente preso dentro do vaticano no tempo de Mussolini. Pio XII alertou as forças aliadas para o que se passava na alemanha, muito antes de estas atuarem. São métodos antigos e conhecidos estes de desvirtuarem a história.
Quanto a Cerejeira este recusou fornecer os nomes dos seminaristas que se recusaram a cantar na presença de Salazar e este por pouco cortou relações com a Santa Sé quando esta recebeu os líderes da resistência africana. Aprenda!
“Só a Igreja Católica protestou contra o assalto hitlerista à liberdade”, disse Albert Einstein.
«silêncios estratégicos, solicitados inclusive pelas resistências aos fascistas e nazistas, para que assim a igreja pudesse servir de algum auxílio sem levantar suspeitas». Isto sim, é o que se pode chamar de revisionismo histórico. Que nem o actual Papa acompanha já que, recentemente, pediu perdão pelo silêncio da Igreja.
“O actual Papa pediu perdão pelo silêncio da Igreja”
Em relação ao nazismo? Qual silêncio? Onde? Como? Esclareça-nos por favor onde o Papa pediu?
Está documentado o silêncio pedido por grupos de resistentes antinazis!
Francisco Silva, esse odre de corrupção que se chamou Cerejeira, preocupou-se tanto com a defesa da liberdade, e a denuncia dos Tarrafais Aljubes Caxias Peniche, como com a miséria em que este país estava mergulhado.
Um pobre para ser pobre tem de passar fome, frase que define bem quen foi Cerejeira.
Quanto ao PIO XII e á MAIORIA da Igreja Católica Alemã, há documentos que provam , que não só estiveram calados como foram coniventes, o medo dos russos e do Comunismo, foi maior do que a repulsa em condenar o crimes nazis.
Pode-se tentar reescrever a história, pode-se tentar minimizar o papel das seus actores principais, não se podem é negar evidências….
Na visita que fez a Auschwitz, a 28 de Maio deste ano. Aliás, João Paulo II já o fizera, numa visita a Jeruzalem, em Março de 2000, dizendo: “Deus dos nossos pais, que escolheste Abraão e os seus descendentes para trazer o Teu nome às nações: estamos profundamente tristes com o comportamento daqueles que, ao longo do curso da história, causaram sofrimento a estes teus filhos e, pedindo o teu perdão, manifestamos o desejo de nos comprometermos a uma irmandade genuína com o povo do convénio.”
O silêncio do Vaticano durante o período do Holocausto, apesar de estar relativamente informado, é um facto histórico dificil de desmentir.
Quando António Ferreira Gomes, Bispo do Porto, ( um homem NOBRE ),foi exilado da sua diocese e do seu país ,por Salazar, onde estava o Cardeal Cerejeira ?…..
Certamente á mesa de Salazar a encher a mula como regularmente fazia….
Aprenda sr. Francisco Silva…
Agradeço sinceramente as respostas que quiseram dar aos pequenos comentários que aqui fiz. Contudo parece-me ser uma discussão um pouco sem sentido. Ninguém é obrigado a concordar com os actos do Vaticano e da Igreja. Mas parece-me a mim que os actos individuais podem e devem ser criticados. Não faz é sentido tentar denegrir instituições só porque não se concorda com elas ou com o que elas defendem. A Igreja é por definição universal e tem de agir em conformidade com esse sentir. Pio XII é daquelas figuras trágicas da história que enfrentou dilemas com que ninguém se gostaria de se confrontar. Jamais acusaria alguém pelo simples facto de não gostar das suas ideias. Mas acusar Pio XII confundido supostos erros de cálculo, com pactuação com o regime nazi, parece-me de uma baixeza indigna de quem se quer esclarecido.
Quanto a Cerejeira não faço a defesa do homem, mas não confundo a igreja com as suas atitudes. Para além de Cerejeira a igreja católica e noemadamente a portuguesa, através de padres e bispos fizeram a denuncia dos crimes fascistas. O bispo do Porto, da Beira, as missões combonianas, só para citar algumas.
Deixo aqui o testemunho de alguém que escreveu sobre estes factos:
Ralph McInerny, no seu livro The Defamation of Pius XII (“A Difamação de Pio XII”), cita o que judeus, famosos ou não, disseram naquele tempo.
“Só a Igreja Católica protestou contra o assalto hitlerista à liberdade”, disse Albert Einstein.
Em 1942, o jornal Jewish Chronicle, de Londres, observou: “Uma palavra de sincera e profunda apreciação é devida pelos judeus ao Vaticano por sua intervenção em Berlim e Vichy em favor de seus correligionários torturados na França… Foi uma iniciativa incentivada, honrosamente, por um bom número de católicos, mas para a qual o próprio Santo Padre, com sua intensa humanidade e sua clara compreensão das verdadeiras e mortais implicações dos assaltos contra o povo judeu, não precisou ser incentivado por ninguém.”
O Dr. Alexandre Safran, rabino-chefe da Romênia, escreveu em 1944: “Nestes tempos duros, nossos pensamentos, mais que nunca, voltam-se com respeitosa gratidão ao Soberano Pontífice, que fez tanto pelos judeus em geral… No nosso pior momento de provação, a generosa ajuda e o nobre apoio da Santa Sé foram decisivos. Não é fácil encontrar as palavras adequadas para expressar o alívio e o consolo que o magnânimo gesto do Supremo Pontífice nos deu, oferecendo vastos subsídios para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados. Os judeus romenos jamais esquecerão esses fatos de importância histórica.”
Quando os Aliados libertaram Roma, uma Brigada Judaica afirmou em seu Boletim: “Para a glória perene do povo de Roma e da Igreja Católica Romana, podemos afirmar que o destino dos judeus foi aliviado pelas suas ofertas verdadeiramente cristãs de assistência e abrigo. Mesmo agora, muitos ainda permanecem em lares religiosos que abriram suas portas para protegê-los da deportação e da morte certa.”
Um sobrevivente, citado num diário hebraico de Israel, disse: “Se fomos resgatados, se os judeus ainda estão vivos em Roma, venham conosco e agradeçamos ao Papa no Vaticano.”
Um Comitê da Junta Judaica Americana de Bem-Estar Social escreveu ao próprio Pio XII: “Recebemos relatórios de nossos capelães militares na Itália sobre a ajuda e a proteção dos judeus italianos pelo Vaticano, pelos padres e pelas instituições da Igreja durante a ocupação nazista do país. Estamos profundamente comovidos diante dessa extraordinária manifestação de amor cristão – tanto mais porque sabemos dos riscos corridos por aqueles que se prontificaram a abrigar os judeus. Do fundo de nossos corações enviamos a V. Santidade a expressão de nossa imorredoura gratidão.”
Os veteranos de um campo liberado foram a Roma e apresentaram a Pio XII a seguinte carta: “Agora que os Aliados vitoriosos quebraram nossas cadeias e nos libertaram do cativeiro e do perigo, que nos seja permitido expressar nossa profunda e devota gratidão pelo conforto e ajuda que Vossa Santidade se dignou de nos garantir com paternal preocupação e infinita ternura ao longo dos anos de nosso internamento e perseguição… Ao fazê-lo, Vossa Santidade, como a primeira e a mais alta autoridade na Terra, ergueu sua voz universalmente respeitada, em face de nossos perigosos inimigos, para defender abertamente nossos direitos e a dignidade humana… Quando estávamos ameaçados de deportação para a Polônia, em 1942, Vossa Santidade estendeu sua mão paternal para nos proteger, e deteve a transferência dos judeus internados na Itália, com isto salvando-nos da morte quase certa. Com profunda confiança e esperança de que a obra de Vossa Santidade será coroada com sucesso continuado, expressamos nossos agradecimentos de coração e rogamos ao Todo-Poderoso: Que Vossa Santidade possa reinar por muitos anos na Santa Sé e exercer sua benéfica influência sobre o destino das nações.”
Poucos meses depois, o Congresso Judaico Mundial enviou um telegrama à Santa Sé, agradecendo pela proteção dada “sob condições difíceis, aos judeus perseguidos na Hungria sob domínio alemão”.
O rebino-chefe de Jerusalém, Isaac Herzog, disse: “Agradeço ao Papa e à Igreja, do fundo do meu coração, por toda a ajuda que nos deram.”
Moshe Sharett, um eminente sionista, resumiu assim sua entrevista pessoal com o Papa: “Eu disse a ele que meu primeiro dever era agradecer-lhe, e através dele a toda a Igreja Católica, em nome do público judeu, por tudo o que fizeram em todos os países para resgatar judeus — para salvar as crianças e os judeus em geral. Estamos profundamente agradecidos à Igreja Católica pelo que ela fez naqueles países para salvar nossos irmãos.”
O Dr. Leon Kubowitzky, do Conselho Mundial Judaico, ofereceu uma vasta doação em dinheiro ao Vaticano, “em reconhecimento pela obra de Santa Sé ao resgatar judeus das perseguições fascista e nazista”.
Raffaele Cantoni, do Comitê Judaico de Bem-Estar Social da Itália, afirmou: “A Igreja Católica e o papado deram prova de que salvaram tantos judeus quanto puderam”.
Há concerteza muitas críticas a fazer à igreja, como a outras instituições. Não gosto do ideário político de Daniel de Oliveira, mas jamais me passaria pela cabeça entender que age de má fé ou que pactua com criminosos. Se aqui ponho algumas questões é simplesmente para chamar a atenção de contradições e não para insultar ninguém. Custa-me ver a ligeireza com que se acusa um homem de boa fé que sózinho perante uma crise terrível teve de tomar decisões, estando a vida de pessoas em perigo, noemadamente dos católicos na Alemanha! Como se todos nós não silenciamos tantas coisas que se passam á nossa volta e assobiamos para o lado.
O Papa na sua visita à Polónia, não se referiu concretamente a um suposto silêncio de Pio XII, mas aos silêncios que todos dias fazemos todos. Católicos incluídos.
Bem hajam por me aturarem.
Mais uma vez, e passados anos desde o meu último post, concluo que o Daniel (nome Bíblico, por sinal) continua a ser perfeitamente obtuso, quadrado, preconceituoso e, pasme-se!, de uma ignorância enciclopédica que eu próprio não julgava possível num renomado e afamado pensador e filósofo da nossa praça.
Sr. francisco Silva, ao senhor e a todos que, como você, não se deixam levar pelo facciosismo político e anti-clerical fácil que impera hoje em dia, um enorme bem-haja!
Se o Daniel é obtuso, o Gonçalo Amaral é o quê, agudo?
A Igreja católica sempre foi o maior obstáculo à modernidade. Mas por vezes aparecem pessoas como o S. Joäo XXIII, que em 5 anos a fez avançar 500! Mas pronto, depois o JP2 em 25 conseguiu regredir 300 e o Nazinger vai pelo mesmo…
Francisco Silva, aceite a história, ainda que näo goste. Até os estalinistas reconheceram os erros do estalinismo (que é diferente do comunismo, ambora os “anti-comunas” näo gostem que se separem)!
É simplesmente vergonhoso que um estado republicano e laico näo se porte como tal! Ai Afonso Costa, onde estarás…
Que merda é esta??? o que é que se passa????…
Apenas quero dizer que isto é o sinal claro da estupidez nacional!!
É ridículo a separação entre Estado e Igreja! A Igreja de Jesus Cristo é a presença d´Ele na Terra, nos seus ministros sagrados! É claro que alguns desses mesmos ministros nem sempre se portam de acordo com a sua dignidade pastoral e apostólica! Mas temos que os respeitar e obedecer! Uma OBEDIENCIA por amor a Jesus Cristo e à Santa Igreja Católica!
SE OS PORTUGUESES QUEREM TIRAR A IGREJA CATÓLICA ROMANA DO ESTATUTO QUE ELA MEREÇE por ser representação de DEUS na Terra, prestem atenção pois estão a caír nos tentáculos de Satanás!
AMEM JESUS CRISTO! AMEM A IGREJA!~
VIVA A SANTA IGREJA CATÓLICA E APOSTÓLICA ROMANA! VIVA O PAPA BENTO XVI!!!
Obrigado e que Deus a todos vos abençoe!!