43 respostas ao post “bem prega führer tomás”  

  1. 1 1  pézinhos n'areia

    Petição IVA COM RECIBO

    Alvo da petição: Ministério das Finanças

    TERMINA HOJE, PELAS 24 HORAS

    (ainda está a tempo de assinar, caso pretenda fazê-lo)

    É importante para as PME’S Portuguesas, o apoio a este movimento.

    Ver aqui:
    http://www.pnetpeticoes.pt/ivacomrecibo/

    Alteração da data de exigibilidade do IVA, para que este imposto passe a ser devido ao Estado apenas após recebimento da factura e não após a sua emissão.

    Proposta

    - Que o IVA seja apenas devido ao Estado após o efectivo recebimento da factura

    - Que por cada dia de atraso do pagamento dessa factura, exista uma taxa de juro obrigatória por lei nacional e de implementação automática

  2. 2 2  Joaquim

    O Presidente do PNR afirmou que o individuo será expulso.
    Azar o dele, escolheu mal o partido!
    Noutro, quem sabe até o recebiam no parlamento..

  3. 3 3  xatoo

    bordéis há muitos,,,

  4. 4 4  Daniel Oliveira

    Joaquim, dê-me música que eu gosto.

  5. 5 5  Joanaes

    Acho que não devia ser expulso do PNR. Para além de se enquadrar bem num grupo em que várias pessoas estão associadas a um rol interessante de criminalidade deu um contribunto para o novo slogan: “Vamos f***r a imigração”.

  6. 6 6  Maria

    Foi expulso?
    O mas que pena.Ca para mim entendo que devem deixar ficar o sr no grupo, e que assim nao se dispersam os recursos, isto de bordeis nao esta facil e assim ja tem ponto de encontro .
    Gostei muito desse rabisco, o pormenor da perninha em rede e demais.

  7. 7 7  armenio

    vai ser expulso?
    os do pnr n querem nem os seus!
    pedro parabens. grande post e desenho. e tudo.
    e parabens ao pnr. anda bem. deviam fazer um cartaz ao frazao a lhe dizer sobre a sua expulsao.

  8. 8 8  Duarte Sousa

    Durante a minha adolecência cheguei a ter contacto com alguns simpatizantes do movimento neonazi. Pelo que me apercebi o principal motivo que os leva a aderirem a este movimento é o sentimento de insegurança, que por sua vez os conduz à necessidade de se integrarem num grupo que responda de forma semelhante aos vários gangues de delinquentes, sendo que a maioria destes é indentificado como sendo de etnia africana e cigana, daí que se estabeleça de forma hipócrita uma correlação entre raça e criminalidade.

    Outro factor que também parece suscitar esta separação é o crescente “tribalismo” entre os jovens. A maior parte destes skinheads não suporta o facto de jovens de origem caucasiana apreciarem jazz, música étnica, reggae e sobretudo hiphop. A maior parte deles encara isto como uma ameaça à “raça”. O maior desgosto par aum skinhead, será talvez ver uma miúda caucasiana com um aspecto bastante atraente, envolvida com um individuo de origem cigana ou africana, mesmo que este sejam pessoas bem formadas.

    Este é o mesmo tipo de gente que há séculos atrás não hesitava em culpar os judeus por todos as desgraças que se abatiam sobre elas. E caso faltassem judeus, nada como uma velha para ser acusada de bruxaria.

    Mas não precisamos de recuar tão longe. Basta analisarmos a forma comos as pessoas comuns aderiram ao nazismo e ao comunismo na primeira metade do século passado, para percebermos que as pessoas, num estado de ignorância, facilmente adoptam crenças, sejam estas de cariz religioso ou político, sem qualquer fundamento lógico ou empírico.

    Pergunta: será possível dissuadir alguém de adoptar determinadas crenças que à partida não foram adquiridas por via da razão?

    Em suma, trata-se de gente ignorante, frustrada e com traumas de infância, mas nada supreendente, atendendo ao facto de que vivemos país onde apenas 10 a 11% da população tem formação superior.

  9. 9 9  Sebastião Dias

    O desenho está francamente bera. Parece o Miguel Portas num bordel.

  10. 10 10  Maria

    O desenho esta girissimo e tem imensa piada.
    Tem aquele arzinho decadente de alguem que foi apanhado num flagra e nao gostou. E se gostei da pernita, quando olho para os pezinhos do sr ainda acho mais graça.Para tudo e preciso abertura de espirito , olho vivo e rapidez de raciocinio.

  11. 11 11  Pedro Esteves

    Duarte Sousa:
    «Pergunta: será possível dissuadir alguém de adoptar determinadas crenças que à partida não foram adquiridas por via da razão?
    Em suma, trata-se de gente ignorante, frustrada e com traumas de infância, mas nada supreendente, atendendo ao facto de que vivemos país onde apenas 10 a 11% da população tem formação superior.»

    Essa sua correlação entre Extrema-Direita e iliteracia ou falta racionalismo, é facilmente desmontável! Basta para isso, que se verifiquem os resultados eleitorais da Extrema-Direita, nos países com maiores índices de população, com formação superior na Europa . Rapidamente constatará que é o inverso, a Extrema-Direita cresce em função do racionalismo do individuo, e menos em emoções colectivas ilógicas.

  12. 12 12  Pouco Iluminado

    A experiencia ensina-me que os moralistas têm sempre telhado de vidro.

    Esta gente é un nojice de seres humanos.

  13. 13 13  Nom_de_Guerre

    Pedro Esteves:

    Nestes países- Áustria e Suiça- as pessoas usam meias grossas por baixo dos chinelos na rua por isso não tire grandes conclusões da relação ao PIB-Racionalidade.

  14. 14 14  Manuel Leão

    Duarte Sousa:

    E a formação superior, neste contexto, garante o quê?

  15. 15 15  LAM

    Eu nunca compreendi muito bem o racismo ou xenofobia no PNR. Assim como esta notícia do militante/chulo de Sintra não me espantou, antes confirmou a minha opinião.
    E tudo começou com imagens que vi em jornais e na net sobre manifestações do PNR. Como é que um movimento carregado de mulatos, monhés e brancos muito magrebinos a desfilar (e atenção que, para eu, moi, serem mulatos verdes tintos ou brancos como a cal é igual ao litro), pode ser apologista da supremacia de uma qualquer raça? Porque se ariano passou por ali, foi mera masturbação. É que não deixou prole.
    Ainda vão é começar a matar-se uns aos outros e, algumas ovelhas que vi nessas imagens, com coleiras e tudo, não puxavam muito ao branco…
    O próprio Manuel Machado, um dos líderes do grupo, passa por magrebino em qualquer país europeu. Dava um rico vendedor de tapetes. Que se ponha a pau que com aquela tez não engana ninguém…

  16. 16 16  Pedro Esteves

    Nom_de_Guerre

    eu também não vou por aí (PIB-Racionalidade) … mas isto para dizer que as teorias do Duarte Sousa não correspondem minimamente à realidade, porque na prática a Extrema-Direita ganha maior terreno em países mais escolarizados, e isso é um facto!

    «E a formação superior, neste contexto, garante o quê?»

    Resquícios anti-democráticos de pseudo-intelectual, certamente essa pessoa considera que o voto de um individuo com formação universitária, vale mais do que o de um cidadão comum … enfim

  17. 17 17  Nom_de_Guerre

    Não conheço muitos prémios Nobel que sejam xenófobos mas aqueles que não concordam consigo devem ser “pluri-cultistas” de caviar e o arco da velha que lhes chama.

    A extrema-direita está bem mais viva na Birmânia do que na Áustria (agora literalmente mais viva)- recomendo que faça uma viagem de ida a Rangun para apreciar a sua elevada formação intelectual in loco.

    Já agora tenho uma pergunta que sempre quis colocar aos xenófobos: quando fazem turismo noutro país aceitam que os vossos irmãos ideológicos lhes batam como estrangeiros invasores ou praticam o auto-flagelo?

    Dizem ao espelho “Volta para a tua terra ou vai para as obras” ou dão a um passou-bem a sorrir a todos os Suíços que vos chamam “Morue” ?

    Agradeço desde já o esclarecimento.

  18. 18 18  Pedro Esteves

    «Não conheço muitos prémios Nobel que sejam xenófobos»

    http://www.foxnews.com/story/0,2933,303432,00.html

    Ele tentou falar a verdade, e quase foi crucificado! O politicamente correcto depressa o reprimiu aprontadamente, vergonhoso!

    Quanto à Birmânia , se reparares na minha 1º intervenção, referi ser na Europa, e não no planeta inteiro!

  19. 19 19  Duarte Sousa

    “Essa sua correlação entre Extrema-Direita e iliteracia ou falta racionalismo, é facilmente desmontável! Basta para isso, que se verifiquem os resultados eleitorais da Extrema-Direita, nos países com maiores índices de população, com formação superior na Europa . Rapidamente constatará que é o inverso, a Extrema-Direita cresce em função do racionalismo do individuo, e menos em emoções colectivas ilógicas.”

    1.º) O único país da Europa Ocidental onde a Extrema Direita tem um peso verdadeiramente significativo é a Aústria. E olhe que a adesão a esse tipo de ideologia política deriva basicamente de um conjunto de factores culturais e religiosos que se foram preservando desde há séculos.

    2.º) Eu não estabeleci aqui nenhuma correlação entre o que você disse (até porque considero que tal correlação não faz sentido nos termos em que a colocou), apenas expliquei uma série de factores que conduzem alguns jovens portugueses a aderirem a este tipo de movimentos.

    Para estabelecer uma correlação entre a formação superior e a racionalidade do individuo, teríamos pelo menos que ter em conta a qualidade desse tipo de formação e em que plano estaríamos a analisar essa mesma racionalidade .

    Um nazi, tal como um comunista, pode comportar-se de um modo perfeitamente racional no que se refere a um determinado tipo de questões, e de um modo irracional noutras.

    Por exemplo: Caso ambos pretendam tornar-se engenheiros informáticos, tanto um como o outro poderão inscrever-se num curso superior de engenharia informática. Este será um comportamento racional.

    Mas será que o facto de ambos possuirem formação superior a nível de conhecimentos informáticos nos permite inferir sobre a racionalidade das suas ideologias políticas? Não.

    Então o que dizer da crença numa raça superior, algo que é partilhado pelos nazis? Será uma crença racional?

    A comunidade científica internacional já demonstrou que não existe nenhum dado ou fundamento que nos permita suportar a ideia de que existe na Terra uma raça superior. Logo não é racional acreditar no oposto.

    O mesmo poder-se-á dizer acerca de determinadas crenças religiosas. A Ciência já demonstrou que o homem é o resultado de um processo de evolução contínua e não do criacionismo divino, como sugere a Bíblia.

    Ora, ainda hoje, temos muitas pessoas com formação superior em países como os EUA, entre outros países desenvolvidos, que ainda acreditam na veracidade dessas premissas, sendo que não existe nenhuma base científica ou empírica que as sustente.

    Será racional adoptar esse tipo de crenças sem qualquer tipo de provas? Não.

    Se você analisar o caso dos atentados terroristas do 11 de Setembro, saberá que a maioria dos envolvidos, eram jovens com formação superior à semelhança do seu líder - Osama Bin Laden.

    No entanto, apesar da formação superior que receberam nos EUA, continuavam a acreditar que existe um deus que premeia aqueles que cumprem os seus mandamentos, entre os quais podemos destacar a perseguição e a punição de infiéis (cristãos, judeus, budistas, hindus, ateus etc.).

    Volto a perguntar: será que a aceitação deste tipo de crenças sem qualquer tipo de fundamentação científica ou empírica poderá ser tida como um acto racional? Não.

    Agora falando do Nazismo e do Comunismo, duas ideologias políticas que tiveram resultados desastrosos para a Humanidade, pergunta-se: Vale a pena defender tais ideologias depois do que a História nos ensinou? Não.

    Mas o grande problema daqueles que defendem o Nazismo, é que ainda não aprenderam grande coisa com a História, chegando mesmo ao ponto de querer adulterá-la a seu bel-prazer.

    Será que os skinheads portugueses têm noção que grande parte dos portugueses descende de judeus, árabes e berberes? Será que sabem que o 1.º Duque de Bragança era filho de uma judia de Bragança, Inês Fernandes? Ou que Nuno Álvares Pereira, era ele também netos de judeus marranos (cristãos novos)? E o que dizer de personalidades como Pedro Alvares Cabral, Garcia da Horta, Egas Moniz, Camilo Castelo Branco, Fernando Pessoa entre muitos outros com ascendência judaica?

    O que dizer dos skinheads que julgam defender o Sporting, um clube fundado por um judeu, e que ostentam a bandeira do leão de Judah, um símbolo do judaísmo?

    Será que algum destes skinheads alguma vez se paercebeu que os portugueses assemelham-se muito mais aos celtas, romanos, judeus, árabes e berberes do que aos povos de origem germânica?
    E quantos estarão dispostos a faze rum teste de ADN ou averiguar a genealogia das suas famílias?

    Por outro lado, o que dizer de pessoas do PCP, como o deputado Bernardino Soares, que ainda hoje defendem o modelo de governação estalinista e maoísta, sabendo hoje as consequências desastrosas que daí resultaram?

    Daí eu dizer, que quem defende este tipo de ideologias (extremistas) ou é muito ignorante, ou então é gente que não tem grandes problemas de consicência em provocar morte e sofrimento a milhões de pessoas.

    ” E a formação superior, neste contexto, garante o quê?”

    A formação superior serve para garantir a oferta de quadros qualificados no âmbito das respectivas áreas de competência, algo que é fundamental para competitividade de qualquer país. No entanto, e como já disse em cima, a formação superior só assegura uma preparação adequada para a vida profissional, caso esteja dotada de um nível de qualidade bastante razoável ou muito bom.

    O país precisa sem dúvida de apostar muitos mais na formação de quadros competentes, mas para isso há que garantir primeiro a qualidade do ensino básico e secundário. Afinal de contas, de que serve um prédio alto, se as bases de suporte são fracas?

    Ora estas bases passam precisamente por adquirir conhecimentos sólidos de matemática, física, química, ciências naturais, geografia, História e claro, por dominar as línguas.

    Mas ainda mais importante, será talvez a educação moral dos jovens, algo que não pode ser somente transmitido nas escolas, mas que tem que ser igualmente transmitido em casa pelos respectivos pais. Este é o alicerce fundamental do desenvolvimento de uma sociedade.

  20. 20 20  Nom_de_Guerre

    Pedro Esteves, como é que a lógica pura e dura é para si o “politicamente correcto”?
    É simplesmente o correcto (senso comum e tal)…

    Além disso não percebi o objectivo- então manda-me um link para alguém (que ganhou o Nobel) que reconheceu que cometeu um erro e que está arrependido? Existe alguma falha de carácter em demonstrar consciência e arrependimento?

    Não sei se está a ver a lição que está á sua frente e que pode retirar para si! Não era eu que o censurava por isso…

    Só lhe digo a si e a outras pessoas que fazem comentários que mostram o terror que sentem face ao seus pares na sociedade que não há nada mais alienígena e “estrangeiro” para mim como o modo como criaram esta realidade absolutamente negativa para lidarem com o medo.

    Apesar desta personagem de sketch que aparece na caricatura acredito que para muitos é possível redimirem-se a mudarem a visão das coisas.

    Chamem-me ingénuo…

  21. 21 21  Pedro Esteves

    «Pedro Esteves, como é que a lógica pura e dura é para si o “politicamente correcto”?
    É simplesmente o correcto (senso comum e tal)…»

    pelos vistos você não conhece a ideologia politicamente correcta, sintoma clássico apresentado por parte das suas vitimas:

    http://video.google.com/videoplay?docid=8630135369495797236

  22. 22 22  Nom_de_Guerre

    Ok, então sou mesmo ingénuo- pelo menos tentei!

    ;)

  23. 23 23  Pedro Esteves

    1º«O único país da Europa Ocidental onde a Extrema Direita tem um peso verdadeiramente significativo é a “Áustria”.»

    Extrema-Direita formou um bloco no Parlamento Europeu, certamente não terá sido exclusivamente composto de Austríacos …

    2º«factores que conduzem alguns jovens portugueses a aderirem a este tipo de movimentos.»

    você fez um estudo sobre o assunto, ou estás somente a exercitar a sua criatividade (palpites à sorte) ?

    3º«A comunidade científica internacional já demonstrou que não existe nenhum dado ou fundamento que nos permita suportar a ideia de que existe na Terra uma raça superior. Logo não é racional acreditar no oposto.»

    A comunidade científica internacional também vende gratuitamente o paradigma de que não existe raças, mas pelos vistos tu não sabias isso, e até admites que existem raças entre a espécie humana, ao contrário do que o politicamente correcto impõe.
    O novo modelo da evolução das espécies, tal como o criacionismo, também é fruto de conveniências doutrinárias, e não da razão.
    Em todas as espécies existe evolução, e o ser humano não escapa à regra, tentar por todas as formas suprimir essa ideia, é típica de inquisidores obscurantistas.

    4º«Volto a perguntar: será que a aceitação deste tipo de crenças sem qualquer tipo de fundamentação científica ou empírica poderá ser tida como um acto racional? Não.»

    A religião não tem de estar necessariamente contra a razão, basta para isso que verifiques a cultura Grega e Romana(pré-Constantino), pode ser que te libertes do estereotipo das religiões monoteístas semitas .

    5º«Será que os skinheads portugueses têm noção que grande parte dos portugueses descende de judeus, árabes e berberes?»

    lol, a tua inocente criatividade deleita-me ! informa-te sobre a frequência(s) do haplogrupo R1b em Portugal e na Europa.

    “- os Portugueses descendem essencialmente de estirpes europeias pré-históricas ou eventualmente célticas, dado que o elemento dominante em Portugal é também dominante nos países ditos célticos, como se pode ver no mapa com a cor laranja a representar o haplogrupo R1B, parente aliás do R1A, que, dizem os entendidos, pode ser a marca dos Arianos propriamente ditos, embora isto seja apenas uma hipótese);
    - não houve assim tanta mistura em Portugal que fizesse com que os Portugueses se tornassem num povo «mestiço» assim do género cabo-verdiano ou brasileiro da favela.

    Portugal é pois uma Nação branca indo-europeia ou então pura e simplesmente não é Portugal.”

    http://bellsouthpwp.net/b/e/bencragun/ben42/Y%20Haplogroups%20of%20Europe%20001.jpg

  24. 24 24  Duarte Sousa

    “Extrema-Direita formou um bloco no Parlamento Europeu, certamente não terá sido exclusivamente composto de Austríacos ”

    Obviamente que a esse Bloco podem juntar-se pessoas de outros países. O que não falta pelo mundo fora é gente dessa laia.

    “você fez um estudo sobre o assunto, ou estás somente a exercitar a sua criatividade (palpites à sorte”

    Se tivesse lido com atenção percebia que eu referi-me a jovens skinheads que conheci pessoalmente há anos atrás. Mas o que eu digo é depois confirmado na TV. Basta ver as declarações e o tipo de conversa que que voçês neonazis gostam de trazer para a mesa.

    ” comunidade científica internacional também vende gratuitamente o paradigma de que não existe raças, mas pelos vistos tu não sabias isso, e até admites que existem raças entre a espécie humana, ao contrário do que o politicamente correcto impõe”

    Tu és ignorante ao ponto de confundir raças com espécies. Os humanos formam uma espécie e dentro dessa espécie encontram-se subespécies ou raças que se distinguem por determinadas diferenças genéticas a nível de aspecto físico (diferenças na cor da pele, dos olhos, do cabelo, na altura etc) e somente a esse nível.

    “O novo modelo da evolução das espécies, tal como o criacionismo, também é fruto de conveniências doutrinárias, e não da razão.”

    Sim, para ti 2 + 2 também deve ser fruto de conveniências doutrinárias. Aposto que tiraste um curso de Ciências na Independente (ou nem isso).

    “A religião não tem de estar necessariamente contra a razão, basta para isso que verifiques a cultura Grega e Romana(pré-Constantino), pode ser que te libertes do estereotipo das religiões monoteístas semitas.”

    Estás a falar em temros vagos. Os gregos e os romanos, apesar de possuirem um nível de conhecimentos notáveis para a época, eram ainda muito ignorantes quando comparados com os europeus de hoje. Sabiam lá eles que a Terra era redonda ou quais as causas para determinados fenómenos naturais. E ficas a saber que a religião deles em nada os ajudava nesse sentido. Ou será que queres provar o contrário?

    “lol, a tua inocente criatividade deleita-me ! informa-te sobre a frequência(s) do haplogrupo R1b em Portugal e na Europa.”

    Mais um skinhead que foi ao wikipedia e acha que é um especialista na matéria. Ficas desde já a saber que até à data, ainda não foi realizado nenhum estudo sobre as raízes genéticas da generalidade dos portugueses que tenha relevância do ponto de vista estatístico. Para tal, seria preciso uma amostra enorme. Se tivesses alguns conhecimentos de estatística ou de econometria, aperceber-te-ias da tua ignorância.

    No entanto, sempre podes te dar ao trabalho de visitar a Torre do Tombo e investigar os arquivos da Inquisição sobre as inúmeras famílias de origem hebraica em Portugal (judeus e cristãos novos).

    E volto a perguntar: Com quem achas que nos parecemos mais? Com os povos do Norte da Europa ou com os povos do Mediterrâneo?

    Já olhaste bem para o rosto do teu amigo, Mário Machado? É que parece mais árabe do que outra coisa. Então com aquela barbicha.

    E já agora, quem seria o Estevão na tua família? Se calhar era um celta ou um visigodo. Não? Até me ria, mas não é caso para tal.

    Fazes-me pensar em pessoas como Tomás de Torquemada. Neto de judeus marranos, mas que perseguiu os da sua própria gente. Um dos maiores sanguinários da Igreja Católica.

    Mas há uma diferença. É que no tempo dele, era comum aquele tipo de ignorância e violência. Hoje, tal já não é tolerável.

    Se tens alguma coragem em ti, experimenta fazer um teste de ADN. Não precisas de nos apresentar os resultados. Fá-lo por ti. Mas fá-lo mesmo! Não tenhas medo dos teus amigos, nem de procurar a verdade.

    É o melhor conselho que te posso dar.

  25. 25 25  Pedro Esteves

    Duarte Sousa:
    «Tu és ignorante ao ponto de confundir raças com espécies. Os humanos formam uma espécie e dentro dessa espécie encontram-se subespécies ou raças»

    Não é o que dizem os arautos do politicamente correcto:

    «As raças humanas não existem no sentido das raças de animais diferentes.»

    http://www.acime.gov.pt/modules.php?name=News&file=article&sid=870

    «na segunda metade do séc.XX a ideia de “raça” foi sendo aos poucos abandonada, levando a Unesco a recomendar a sua substituição por “grupo étnico”»

    http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=7687&Itemid=123

    Anda mesmo a dormir o Duarte Sousa, nem conhece as ideias oficias da esquerda castradora e dogmática .

    p.s.: aposto que nem viste o vídeo que disponibilizei sobre o politicamente correcto, que tens a dizer sobre o vídeo ?

  26. 26 26  Pedro Esteves

    Duarte Sousa:
    «Mais um skinhead que foi ao wikipedia e acha que é um especialista na matéria. Ficas desde já a saber que até à data, ainda não foi realizado nenhum estudo sobre as raízes genéticas da generalidade dos portugueses que tenha relevância do ponto de vista estatístico. Para tal, seria preciso uma amostra enorme. Se tivesses alguns conhecimentos de estatística ou de econometria, aperceber-te-ias da tua ignorância.»

    tens consciência que cometeste uma tremenda incoerência?
    se os estudos que eu apresentei não servem para descrever a realidade genética portuguesa, então onde é que tu te baseias para afirmares esta postada:

    «Será que os skinheads portugueses têm noção que grande parte dos portugueses descende de judeus, árabes e berberes»

  27. 27 27  Pedro Esteves

    «E ficas a saber que a religião deles em nada os ajudava nesse sentido. Ou será que queres provar o contrário?»

    sim idiota, quero :

    « Deusa Atena: valoriza o pensamento racional e é pelo domínio da vontade e do intelecto sobre o instinto e a natureza. Sua vitalidade é encontrada na cidade. Para Atena, a selva deve ser subjugada e dominada.»

  28. 28 28  Pedro Esteves

    Duarte Sousa:
    «Com quem achas que nos parecemos mais? Com os povos do Norte da Europa ou com os povos do Mediterrâneo? »

    penso que já fui suficientemente explicito quando disponibilizei um desenho para perceberes melhor …

    Duarte Sousa:
    «E já agora, quem seria o Estevão na tua família?»
    o Esteves vem de Esteva, uma erva, e é da parte do meu pai, louro de olhos azuis.

    E caso não saibas os semitas também são caucasianos, tal como os indo-europeus

  29. 29 29  Nom_de_Guerre

    Pedro Esteves:

    Até se pode chamar Galo de Barcelos e ser tão branco que até faz reflexo, se for a França -como mais de 1 milhão de portugueses- para os franceses que têm a sua ideologia você é só mais um “morue”.

    Não sei se a ironia brutal deste facto lhe escapa.

  30. 30 30  Duarte Sousa

    “Anda mesmo a dormir o Duarte Sousa, nem conhece as ideias oficias da esquerda castradora e dogmática”

    Para tua informação, não me identifico nem esquerdas nem com direitas. Apenas defendo o desenvolvimento do país em todas as vertentes que este conceito abrange.

    Quanto à definição de “grupo étnico”, acho perfeitamente aceitável. Mas também não me incomoda a definição de “raça” ou “subespécie”.

    “se os estudos que eu apresentei não servem para descrever a realidade genética portuguesa, então onde é que tu te baseias para afirmares esta postada: «Será que os skinheads portugueses têm noção que grande parte dos portugueses descende de judeus, árabes e berberes»”

    Através do estudo de dados históricos sobre a população portuguesa. A Igreja Católica foi registando ao longo dos séculos o número de portugueses praticantes dos judaísmo e cristãos novos (embora estes números se desviem provavelmente por baixo, uma vez que a maioria dos judeus fazia os possiveis para não ser alvo da repressão religiosa).

    No entanto, através do número de conversões forçadas através do baptismo conseguimos formar uma estimativa, embora por baixo, acerca do número de judeus e cristãos novos (ambos hebreus para todos os efeitos).

    Segundo alguns especialistas na matéria, entre eles, o Prof. Jorge Martins, estima-se que o número de judeus praticantes que habitavam em Portugal na penúltima década do século XV rondasse entre os 90 mil a 100 mil (aprox. 10% da população). Com a fuga de judeus vindos de Espanha esse número terá ascendido aos 250 mil, ie, ao equivalente a um quarto da população portuguesa, que na altura consistia aproximadamente em um milhão de habitantes.

    O que deves também ter em conta, é que apesar de terem sido proibidos os casamentos entre cristãos novos e cristãos velhos, a verdade é que muitas vezes essa lei não era respeitada. O dinheiro dos judeus/cristãos novos sempre soube bem a quem dele necessitava. Quantos não foram aliás os casamentos de conveniência entre membros da alta buguesia e membros da nobreza.

    Agora pensa da seguinte forma. Se no século XV os números eram aproximadamente aqueles, imagina o que terá acontecido para a população portuguesa se expandir, sobretudo a partir de 1773, quando o Marquês de Pombal, ele próprio descendente de judeus, decretou a abolição da lei que proibia os casamentos mistos?

    É perfeitamente natural que o sangue hebreu se se tenha espalhado ainda mais.

    O mesmo se pode dizer em relação a aqueles que descendem de árabes e berberes, ou de celtas e romanos, e por aí adiante.

    A mistura dos genes intensificou-se ainda mais com o evoluir do tempo e como o crescimento da população.

    “Deusa Atena: valoriza o pensamento racional e é pelo domínio da vontade e do intelecto sobre o instinto e a natureza. Sua vitalidade é encontrada na cidade. Para Atena, a selva deve ser subjugada e dominada”

    Hahahaha! Isto é demais. Então espera lá. Tu acreditas em deuses gregos. É isso? Achas que acreditar em vários deuses sem qualquer prova da sua existência é uma prova de racionalidade?
    Explica lá em que medida é que essa crença é mais válida do ponto vista da veracidade do que as três grandes crenças monoteístas (judaísmo, cristianismo e islamismo)?

    E já agora, porque é que o nazis alemães se consideram cristãos protestantes e veneram Yeshua (Jesus), um judeu? Será isso uma amostra de racionalidade?

    “penso que já fui suficientemente explicito quando disponibilizei um desenho para perceberes melhor …”

    Não não foste. Responde à pergunta. Quantos portugueses é que se parecem com alemães e escandinavos?

    “o Esteves vem de Esteva, uma erva, e é da parte do meu pai, louro de olhos azuis”

    Errado. Esteves é um nome patronímico. Significa filho de Estevão, tal como Henriques significa filho de Henrique, ou Nunes, filho de Nuno.

    E ficas também a saber que a maioria das famílias com apelidos de plantas, árvores, animais e cores são de origem hebraica (judeus e cristãos novos).

    Por fim, deixo-te aqui uma amostra de mulheres de origem judaica, árabe e berber. Repara bem nas semelhanças. E olha que também aparecem loiras de olhos azuis.

    1º) Mulheres judias de Marrocos

    http://www.youtube.com/watch?v=okP6tAKXheI

    http://www.youtube.com/watch?v=q1DDyX4SFc8

    2º) Mulheres judias de origem Ashkenazi (Europa Central e Europa de Leste)

    http://www.youtube.com/watch?v=nDe3XcNLXOs

    3º) Mulheres judias do Yemen

    http://www.youtube.com/watch?v=QXVJGF0fV-E

    4º) Mulheres de origem Berber

    http://www.youtube.com/watch?v=k1RNTMttAIk

    PS: Quero ver se sempre tens coragem para fazer o teste de ADN. Ou será que o peso da verdade é demasiado insuportável para ti? Assusta-te o facto de poderes ter raízes hebraicas ou árabes?

    Shalom

  31. 31 31  Pedro Esteves

    «Para tua informação, não me identifico nem esquerdas nem com direitas. »

    sim claro, 1ºofendes-me gratuitamente adjectivando-me de ignorante, depois bates em retirada de “fininho” alegando que não és de esquerda e tal, camuflando a tua ignorância profunda acerca dos assuntos que debates. Hilariante.

    “A Igreja Católica foi registando ao longo dos séculos o número de portugueses praticantes dos judaísmo e cristãos novos”

    Engraçado! Eu apresento-te estudos baseados em factos científicos (tal como o trabalho de António Amorim ,especialista em genética e responsável pelo IPATIMUP, Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto), e tu respostas com dados da “insuspeitíssima” Igreja Católica(lol), acho que fica tudo dito em relação ao teu método de análise .

    «Assusta-te o facto de poderes ter raízes hebraicas ou árabes?»

    Não! Antes caucasianas que negróides !

    «Quero ver se sempre tens coragem para fazer o teste de ADN»

    Se pagares os encargos, terei todo o gosto em realizar tal teste.

    «Quantos portugueses é que se parecem com alemães e escandinavos? »

    eu prefiro basear-me em exames científicos, e não em avaliações subjectivas e pouco exactas à vista desarmada.

    Em relação ao nome Esteves, fiquei a saber que é de origem grega, e afinal não vem da erva como eu julgava, agradecido ;)

    «A mistura dos genes intensificou-se ainda mais com o evoluir do tempo e como o crescimento da população. »

    “wishful thinking” da tua parte, nada mais.

    «Então espera lá. Tu acreditas em deuses gregos. É isso?»

    és de uma incoerência desprezível, atrás perguntas-me o que é que a religião têm que ver com o racionalismo, eu demonstrei-te inequivocamente como a religião teve influencia no estimulo da razão, e vens tu agora, com argumentos idiotas e totalmente desonestos, tentar inverter a lógica dos argumentos.

    Os Deuses Greco-Romanos sempre estiveram associados à ciência e ao espírito critico, negar isso seria negar toda a influencia que tiveram no Renascimento (que como a própria palavra sugere, é um retorno aos valores clássicos da razão grega).
    Isto pode ser um choque para ti, mas tentar comparar as 3 principais seitas monoteístas, com o culto dos Deuses antigos, é de alguém demasiadamente alienado da realidade, qualquer pessoa minimamente informada sabe que não existe comparação, a começar porque o culto dos Deuses não obriga ninguém a nada, apenas sugere e indica caminhos , ao contrário da lógica castradora dos cultos messiânicos, que através das suas “bíblias” impõem códigos de conduta rígidos e severos .

    Porque achas que se chama “idade das trevas” ao período que os Cristãos dominaram a Europa? em contraste com os períodos dominados pelos valores clássicos que eram classificados de “iluminados” .

    P.S.: e sobre o vídeo que disponibilizei ? qual a opinião ? ou vais-te esquivar ?

  32. 32 32  Duarte Sousa

    “sim claro, 1ºofendes-me gratuitamente adjectivando-me de ignorante, depois bates em retirada de “fininho” alegando que não és de esquerda e tal, camuflando a tua ignorância profunda acerca dos assuntos que debates”

    Bater de fininho? Nem fazes sentido. Lá porque tens algum trauma com a malta do Chapitô não penses que todos os portuguese se identificam com os partidos de Extrema Esquerda ou de Extrema Direita. Existem outras correntes políticas.

    “Engraçado! Eu apresento-te estudos baseados em factos científicos (tal como o trabalho de António Amorim ,especialista em genética e responsável pelo IPATIMUP, Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto), e tu respostas com dados da “insuspeitíssima” Igreja Católica(lol), acho que fica tudo dito em relação ao teu método de análise .”

    Eu estou perfeitamente a par desse estudo efectuado pelo IPATIMUP e até tenho conhecimento de outros estudos nessa área. Mas até hoje ainda não foi efectuado nenhum estudo do género que contenha uma amostra massiva para que se possa inferir com um elevado grau de certeza sobre a generalidade da população. Até te digo mais. Para esse estudo, foram apenas recolhidas 600 observações por distrito, o que prefaz um total de 12.000 observações.
    O mesmo estudo diz respeito apenas à população masculina, uma vez que apenas foram tidos em consideração os marcadores moleculares do cromossoma Y, transmitidos exclusivamente de pai para filho. Existem alguns estudos de DNA mitocondrial (referentes às linhagens femininas), mas não tão exaustivos.

    E repara que mesmo o Haplogrupo R1b3 diz respeito aos celtas e não aos povos germânicos que você neonazis portugueses tanto veneram.

    Os registos da Igreja Católica e do Tribunal da Inquisição, para além de fornecerem informação acerca acerca do número de hebreus e árabes baptizados, permitem ainda saber quantos judeus foram julgados por crimes religiosos, bem como nos permite ter uma ideia dos métodos utilizados para arrancar confissões. Talvez tu julgues mais plausível que a Igreja fosse inventar de propósito nomes de “inimigos” para acrescentar aos registos. Era um passatempo dos padres.

    Ou se calhar também achas que o Templo de Diana e as ruínas do romanos, são na verdade vestígios dos povos germânicos. Foram os nossos historiadores que falsificaram os dados. Só pode ter sido isso. Esses homens de Esquerda.

    “Não! Antes caucasianas que negróides !”

    Mas quem é que falou em negróides? E já agora explica lá porquê a razão dessa tua repulsa contra os hebreus e os negróides.

    “Se pagares os encargos, terei todo o gosto em realizar tal teste.”

    Não presto caridade a neonazis, mas julgo que também não é assim tão caro quanto possas imaginar.

    “És de uma incoerência desprezível, atrás perguntas-me o que é que a religião têm que ver com o racionalismo, eu demonstrei-te inequivocamente como a religião teve influencia no estimulo da razão, e vens tu agora, com argumentos idiotas e totalmente desonestos, tentar inverter a lógica dos argumentos”

    Hahah! Volto a perguntar-te: acreditar num deus ou vários deuses sem qualquer prova da sua existência é sinal de racionalidade? Não confundas questões com argumentos.

    Ficas desde já a saber que várias correntes do judaísmo, à excepção da corrente ultra-ortodoxa, também incentivam o aprofundamento dos conhecimentos científicos, mesmo que tal se oponha a certos dogmas religiosos. Não é por acaso que alguns dos maiores génios da Ciência Moderna são judeus. Queres que te cite nomes?

    “(…) qualquer pessoa minimamente informada sabe que não existe comparação, a começar porque o culto dos Deuses não obriga ninguém a nada, apenas sugere e indica caminhos , ao contrário da lógica castradora dos cultos messiânicos, que através das suas “bíblias” impõem códigos de conduta rígidos e severos

    Enganas-te. Esse tipo de religiões servia precisamente para legitimar a autoridade dos líderes, e subsequentemente as leis por eles determinadas.
    As civilizações romanas, egípcias, incas, aztecas e japonesas são um claro exemplo do que digo.

    E é óbvio que podem e devem ser comparadas.

    “Em relação ao nome Esteves, fiquei a saber que é de origem grega, e afinal não vem da erva como eu julgava, agradecido”

    Não me digas que foste consultar um site de brasileiros, esse povo que vocês tanto desprezam. Hahah. De facto Esteves também pode ser a pronunciação para Estevão em grego. Se calhar até descendes de um judeu grego. Mas no teu caso, uma vez que és português, parece-me mais provável que se trate de um patronímico.

    “P.S.: e sobre o vídeo que disponibilizei ? qual a opinião ? ou vais-te esquivar ?”

    Tu deves pensar que eu sou algum adepto do PCP. Eu já te disse que não me identifico nem com a Extrema Esquerda, nem com a Extrema Direita. Existe mais vida para além desses dois quadrantes políticos.

    Tanto o Nazismo como o Comunismo foram desastrosos para a civilização europeia, revelando-se como uma fonte de inspiração para os maiores crimes cometidos contra a Humanidade.

    Quem ainda hoje apoia estes dois modelos ideológicos, tendo conhecimento dos factos da História, não fica muito atrás de pessoas como Hitler, Estaline, Mao Tse Tung e Kim Jong Ill, responsáveis pela morte de milhões de pessoas.

    Lembra-te que o teu ídolo, Adolf Hitler, ordenou a morte de 6 milhões de judeus. Só um selvagem da pior estirpe se lembraria de uma brutalidade destas. Isto para não falar das restantes vitimas da guerra, cujo número ascendou à ordem dos milhões.

    E por aqui me fico. Não me apetece perder mais tempo com neonazis.

  33. 33 33  Pedro Esteves

    Para começar, neonazi só se for a senhora sua mãe, eu não me enquadro nessa ideologia, para começar porque sou 100% a favor da democracia e pelo respeito da vontade da maioria.

    Depois ofendes-me de ignorante porque referi que hoje em dia se convencionou o termo “etnia” em vez de “Raça”, mas nem aí, admites que erras-te! De forma teimosa e obstinada, continuas a insistir, que não faço sentido e que tenho traumas com o pessoal do chapitô, quando na verdade, o assunto nada tinha a haver com emoções ou atritos pessoais, mas sim com semântica .

    «E repara que mesmo o Haplogrupo R1b3 diz respeito aos celtas e não aos povos germânicos que você neonazis portugueses tanto veneram.»

    eu já tinha reparado à muito, pelos vistos tu é que não, até deixei bem claro isso atrás:
    “o elemento dominante em Portugal é também dominante nos países ditos célticos, como se pode ver no mapa com a cor laranja a representar o haplogrupo R1B, parente aliás do R1A, que, dizem os entendidos, pode ser a marca dos Arianos propriamente ditos, embora isto seja apenas uma hipótese”

    Quanto à questão das estatísticas:
    «O que deves também ter em conta, é que apesar de terem sido proibidos os casamentos entre cristãos novos e cristãos velhos, a verdade é que muitas vezes essa lei não era respeitada. O dinheiro dos judeus/cristãos novos sempre soube bem a quem dele necessitava. Quantos não foram aliás os casamentos de conveniência entre membros da alta burguesia e membros da nobreza.»
    Tu partes do principio que ouve uma miscigenação generalizada, baseada em quê ? todos os testes genéticos recentes, apontam no sentido que os Judeus pouco ou nada se misturaram ao longo da história, que factos tens tu para apresentar para rebateres essa ideia ?

    Continua a basear-te em conjunturas hipotéticas, porque na realidade não podes afirmar, baseado nesses factos, quantos judeus se misturaram, ou quantos saíram do país para ir para a América e Brasil, por isso vou continuar a dar mais credibilidade aos testes genéticos efectuados até à data, do que os teus casos circunstanciais mal amanhados.

    «E já agora explica lá porquê a razão dessa tua repulsa contra os hebreus e os negróides. »
    você é perito a fazer extrapolações idiotas, quando é que eu disse que sentia repulsas por alguém sem ser por si ? apenas referi que preferia ser judeu que negróide, da mesma forma que digo que preferia ser coxo do que capado! O que não significa que tenha repulsa por qualquer um dos grupos.

    «Volto a perguntar-te: acreditar num deus ou vários deuses sem qualquer prova da sua existência é sinal de racionalidade?»
    antes de serem religiões, são doutrinas, tal como as ideologias politicas são doutrinas também, e nesse sentido, a religião dos Deuses gregos estimulou a racionalidade sim, a melhor prova disso é que os grandes filósofos gregos, sempre mantiveram os seus credos, e muito do seu tempo era gasto em questões metafisicas.
    Se continuas a insistir que as religiões helénicas não tiveram uma profunda influencia no espírito critico grego, também não vou ser eu a perder o meu tempo a convencer-te do contrário.

    «Não é por acaso que alguns dos maiores génios da Ciência Moderna são judeus. Queres que te cite nomes?»
    Neste caso admites que a religião teve influencia na racionalidade de um povo, mas nos gregos não admites, enfim … ficou clara a tua incoerência.

    «romanas, egípcias, incas, aztecas e japonesas são um claro exemplo do que digo.»
    …e dizes mal! Porque eu não referi nenhuma dessas culturas, apenas a romana e especifiquei pré-Constantino, como também poderia dizer outras que abonam em meu favor, cultura céltica, Grega, Germânica, ou seja, na Europa sempre um espírito de insubmissão, que já os filósofos gregos referiam, em contraste com os asiáticos que demonstravam propensão para mentalidade de rebanho.

    «Não me digas que foste consultar um site de brasileiros, esse povo que vocês tanto desprezam.»
    lá estás tu ignobilmente a generalizar, como se me conhecesses de algum lado ou tivéssemos frequentado a primária juntos… que lorpa!

    «Adolf Hitler, ordenou a morte de 6 milhões de judeus»
    ele não é meu ídolo, mas já agora gostava de ver essa ordem oficial do “Fuher” .

    Já que és tão bom a quantificar judeus, também deverias saber que 6milhões era o numero total de judeus na Europa na altura… o seja, segundo o que tu dizes, hitler matou-os todos, inclusive os portugueses .

    «Tu deves pensar que eu sou algum adepto do PCP. Eu já te disse que não me identifico nem com a Extrema Esquerda, nem com a Extrema Direita. Existe mais vida para além desses dois quadrantes políticos.»
    para veres o vídeo e dares um parecer, não precisas de ter preferência politica idiota.

    Em relação ao Estevão, isso para ti é prova suficiente em como tenho sangue judeu?

  34. 34 34  Pedro Esteves

    On Topic:

    COMUNICADO DO PNR SOBRE CASO FRASÃO

    http://www.pnr.pt/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=416&Itemid=132

    Mais lembramos que no PNR, pelo contrário, não se batem palmas a suspeitos de crimes hediondos, não se promove workshops de desobediência civil. Os membros do PNR não usam very-lights e barras de ferro para vandalizar lojas e agredir polícias, não invadem propriedade privada nem destroem campos de milho. O PNR não tem candidatos condenados por terrorismo ou dirigentes acusados de corrupção, nem organiza manifestações para promover ilegalidades, como o aborto ou o consumo de drogas. No PNR não há reformados compulsivos nem beneficiários privilegiados de bens públicos. O PNR não tem sedes ou casas de borla nem os seus dirigentes fazem viagens fantasma. No PNR combate-se, com todas as forças, a pouca vergonha associada ao tráfico de influências e corrupção, bem como toda a criminalidade, venham de onde vierem.

  35. 35 35  Fernando

    É impossível discutir neste assunto porque a “conclusão” está feita à partida:

    * Hipótese 1: Portugal foi dos países Europeus que com mais violência e persistência persisitiu os Judeus, havendo Autos-de-fé registados no século XVII, numerosas matanças e expulsões, etc, sem contar com as pressões sociais que subsistiram até ao século XIX.

    -> Resposta: Ahh, pois, se perseguiram é porque havia MILHÕES de Judeus, é normal, mesmo assim sobraram IMENSOS. Isto é só judeus (que são de resto óptimos e superiores!)

    * Hipótese 2: Não houve perseguição aos Judeus, vivia tudo bem.

    -> Resposta: Ahh pois, é claro, é a típica convivência dos Portugueses, sempre abertos à mistura que nos enriquece! Isto é só judeus (que são de resto óptimos e superiores!)

    Este último ponto é delicioso: é de ir ás lagrimas como se tenta provar a grande e inata abertura dos portugueses pela “mistura”… usando como prova os relatos da Inquisição. Enfim.

    Seja como for - e concordando em toda a linha com o Pedro Esteve, e ao contrário do Duarte Sousa até voto PCP - não deixa de ser curioso o conhecimento extremo nisto de etnias (que roça o racismo, com grandes laudas à inteligência genética de Judeus, COngoleses ou Esquimós) quando se trata de tentar pintar o retrato dos Portugueses enquanto, coitados, um povo com muita misturada e que mal por mal não são mais milhão e meio de africanos que fazem diferença.

    Não é de estranhar: o mesmo se houve em Espanha, Itália, Inglaterra, França, Alemanha, etc. Que são todos Judeus, Mouros, Mongóis, Otomanos, Hunos, etc, etc. Não é um caso de todo isolado em Portugal, ganhando cá apenas mais eco devido ao luso-tropicalismo de génese colonial e salazarista mas que faz as delícias de certa Esquerda.

  36. 36 36  Duarte Sousa

    «Para começar, neonazi só se for a senhora sua mãe, eu não me enquadro nessa ideologia, para começar porque sou 100% a favor da democracia e pelo respeito da vontade da maioria»

    A minha mãe não é para aqui chamada. E sim, és neonazi. Não tentes disfarçar. Ou agora tens vergonha?

    «Depois ofendes-me de ignorante porque referi que hoje em dia se convencionou o termo “etnia” em vez de “Raça”, mas nem aí, admites que erras-te! De forma teimosa e obstinada, continuas a insistir, que não faço sentido e que tenho traumas com o pessoal do chapitô, quando na verdade, o assunto nada tinha a haver com emoções ou atritos pessoais, mas sim com semântica .»

    Eu não te chamei de ignorante a propósito dessa questão. Estava a referir-me ao nezonazis que conheço pessoalmente. Tu é que te identificas com eles e incluíste-te na minha observação.

    Quanto ao conceito de raça, eu já te expliquei que para mim é perfeitamente admissível, independentemente de poder não ser politicamente correcto. Eu não acredito na superioridade racial, mas reconheço que existem diferenças culturais, as quais derivam de factores geográficos, económicos, religiosos e militares, e que podem favorecer, ou não, os diversos grupos étnicos ou sociedades.

    Repara que muitos dos nosso antepassados quando chegaram a África, adoptaram um postura etnocêntrica face aos nativos africanos.
    Ora, é óbvio que um povo que vive num país à torreira do sol terá muito menos inclinação para a para desenvolver actividades económicas como a agricultura, e por arrasto, a produção industrial. Mas no caso europeu, o factor climático fundamental para o desenvolvimento das sociedades europeias, na medida em que favoreceu a sedentarização de pequenas sociedades e o desenvolvimento de uma economia primitiva.

    No meio disto, há que ter em conta também, que os europeus beneficiaram ainda do contacto com outros povos mais avançados, o que permitiu uma incessante acumulação de conhecimentos técnicos e culturais, que por sua vez, estimularam ainda mais o seu desenvolvimento.

    No entanto se pegarmos num europeu e o largarmos sem nada no meio da selva Africana (ou na Austrália), é bem provável que que essa pesso não sobreviva num meio tão hostil, independentemente desta poder ter elevados conhecimentos de matemática e física.

    Os africanos da região a sul do Sahara não beneficiaram de um contacto intercultural ao nível daquele a que nós europeus estivemso sujeitos, daí uma clara desvantagem face aos invasores.

    «eu já tinha reparado à muito, pelos vistos tu é que não, até deixei bem claro isso atrás:
    «o elemento dominante em Portugal é também dominante nos países ditos célticos, como se pode ver no mapa com a cor laranja a representar o haplogrupo R1B, parente aliás do R1A, que, dizem os entendidos, pode ser a marca dos Arianos propriamente ditos, embora isto seja apenas uma hipótese»

    Ainda há pouco falei com uma investigadora dessa área e voltei a reler o estudo em causa. Afinal estava errado, A amostra ainda é menor do que pensava. Foram apenas analizadas 600 amostras no total, e não 600 por distrito, ou seja, muito menor.

    O que os estudos indicam é que o R1b 3 tem maior frequência no Norte de Portugal (entre 60 a70%) e fica-se pelos 50% na região centro e sul onde aparentemente existem heterogeneide, com particular incidências dos povos semíticos, sobretudo judeus.

    A investigadora em causa fez-me saber também que para aprofundar esta matéria serão feitas análises mais intensivas, com maior incidência na região de Lisboa e Porto. Desta vez será ta,bém incluido o estudo do ADN mitcondrial (linhagem materna) e não apenas o cromossoma Y (linhagem paterna).

    Para tua informação, acho que devias saber também que o R1b3, apesar de estar mais associado aos celtas e proto-celtas, tem sido notado na população judaica sefardita (entre 30 a 40%), o que sugere à partida um cruzamente entre mulheres judias e homens de ascendência celta, o que é natural, dado o contexto político em que este país viveu até ao século XIX.

    Um exemplo famoso do que falo, é o do 1º duque de Bragança, filho de D. João I e da judia Inês Fernandes Esteves (talvez tua antepassada), filha de Pêres Esteves.

    Curiosamente, descobriu-se recentemente que acima do Douro, existe uma forte ligação aos berberes, através de um estudo ao ADN mitocondrial. Escusado será dizer que a amostra eram apenas mulheres.

    « Tu partes do principio que ouve uma miscigenação generalizada, baseada em quê ? todos os testes genéticos recentes, apontam no sentido que os Judeus pouco ou nada se misturaram ao longo da história, que factos tens tu para apresentar para rebateres essa ideia ? »

    É tido com um facto entre a maioria dos historiadores. Os judeus, sobretudo a partir de 1773, quando o Marquês de Pombal, ele próprio descendente de judeus, aprovou uma lei que permitia o casamento entres cirstãos novos e cristãos velhos. Devias perceber também que a maioria dos judeus acabram por perder ao longo do séculos a sua ligação ao judaísmo. Nesse sentido podes dizer que deixaram de existir judeus, tal como deixaram de existir muçulmanos. Mas o genes permanceram.

    A este respeito o que não falta é biblliografia história. Para começar, aconselho-te a leres “Portugal e os Judeus” do Professor Jorge Martins, ou então “História dos Marranos” de Cecil Roth.

    «antes de serem religiões, são doutrinas, tal como as ideologias politicas são doutrinas também, e nesse sentido, a religião dos Deuses gregos estimulou a racionalidade sim, a melhor prova disso é que os grandes filósofos gregos, sempre mantiveram os seus credos, e muito do seu tempo era gasto em questões metafisicas.
    Se continuas a insistir que as religiões helénicas não tiveram uma profunda influencia no espírito critico grego, também não vou ser eu a perder o meu tempo a convencer-te do contrário.»

    Já te estás a desviar da questão. Eu perguntei-te se consideras racional acreditar num deus ou em vários deuses sem provas da sua existência, ou sem sequer se poder testar a veracidade de tais crenças.

    De qualquer forma, e como te disse anteriormente, a religião dos gregos e dos romanos serviu como instrumento de legitimização
    de poder. Da mesma forma que os imperadores romanos se faziam passar por semideuses, também Moisés, se fez passar por mensageiro de um deus de forma a legitimar o seu estatuto como líder dos judeus na altura e as leis que defendeu para o povo judaico.

    « Neste caso admites que a religião teve influencia na racionalidade de um povo, mas nos gregos não admites»

    Não foi a religião em si, mas antes a ausência de restrições ao pensamento filosófico, ao contrário do que se verifica com catolicismo.

    Posso te dizer que mesmo no seio do Judaísmo existem uma corrente que em pouco difere das correntes cristãs mais fundamentalistas. Refiro-me obviamente aos judeus ultra-ortodoxos que ainda hoje seguem à letra a Torah (Antigo testamento) o que provoca uma forte tensão com a maioria dos outros judeus (secularistas).

    «ele não é meu ídolo, mas já agora gostava de ver essa ordem oficial do “Fuher»

    Hah, porquê? Porque não matou todos os judeus?

    «Já que és tão bom a quantificar judeus, também deverias saber que 6milhões era o numero total de judeus na Europa na altura… o seja, segundo o que tu dizes, hitler matou-os todos, inclusive os portugueses »

    Nem sei o que te diga….Sabes ao menos quantos judeus vivam somente na União Soviética? Ou referes-te apenas aos judeus da Europa Ocidental? É que esses sim, foram quase todos exterminados. Valeu a coragem de pessoas como Aristides de Sousa Mendes, que conseguiram salvar vários, à custa da sua própria vida.

    «para veres o vídeo e dares um parecer, não precisas de ter preferência politica idiota»

    Eu vi o video idiota. O que é que querias provar com o video?

    «Em relação ao Estevão, isso para ti é prova suficiente em como tenho sangue judeu?

    Não. Claro que não. Mas é um bom indício. Pensei logo na Inês Fernandes Esteves.

    Esqueceste que existem registos destas famílias, em grande parte, conservados pelas próprias famílias, para saberem dos seus parentes. Uma das grandes fontes documentaisrelativamente a famílias judaicas/cristãos-novos (judeus convertidos à força) estão conservados na Torre do Tombo. São uma referência para qualquer historiador. Se tens interesse na história do teu país aconselho-te a visitar a esse local.

    Existem nomes de família muito característicos de judeus e cristãos-novos sefarditas. Refiro-me a nomes como: Leão, Coelho, Gato, Falcão, Abecassis, Nery, Moisés, Peres, Anahory, Mathias, Chaves, Ferreira, Pereira, Oliveira, Moreira, Figueira, Teixeira, Silveira, Pinheiro, Salgueiro, Cardoso, Espinosa, Carvalho, Ramos, Sarmento, Mello, Sampaio, Pessoa, Branco, Preto, Moreno, Fresco, Vital, Sereno, Neto, Mendonça, Costa, Fonseca, Goes, Miranda, Garcia, Almeida, Medina, Abravanel, Mesquita, Paz, Cabral, Pesaro, Deus, Maimon, Salomão, Ventura etc.

    Outro tipo de nomes de família comuns entre os judeus sefarditas são os patronímicos como: Rodrigues, Alves, Mendes, Alvares, Nunes, Gonçaves, Tavares, Gomes, Soares etc. Esteves e Simões, são particularmente comuns entre os judeus pois são nomes de origem hebraica.

    Outros apelidos são toponímicos de localidade como Aragão, Porto, Évora, Bragança, Romano, Navarro etc.

    E claro, há que referir também nomes religiosos como Baptista, Deus, Santiago, Jesus, Dos Santos, uma vez que estes eram atribuídos como prova de baptismo, ou por vezes eram adoptados voluntariamente, a fim de afastar suspeitas.

    PS: continuas a não responder porque é que sentes repulsa dos negróides.

    E não sabes que segundo os investigadores que levaram a cabo o estudo que tu aqui referiste, os caucasianos descendem dos africanos?

  37. 37 37  Duarte Sousa

    « Resposta: Ahh, pois, se perseguiram é porque havia MILHÕES de Judeus, é normal, mesmo assim sobraram IMENSOS. Isto é só judeus (que são de resto óptimos e superiores!)»

    Fernando, o total da população portuguesa no século XV rondava um milhão de habitantes. Daí até ao século XVII, esse número muito dificilmente ascenderia aos 10 milhões.

    Os judeus, segundo a maioria dos historiadores representavam na altura (século XV-XVI) apenas de 15 a 25% da população portuguesa, sendo que este número varia consoante a forma como os classificamos (pela religião, raíz genética, ou ambos). Ora, com o crescimento da população até aos números de hoje e com as misturas geradas, é natural que o número de descendentes actuais seja elevado.
    O mesmo dir-se-á relativamente aos descendentes de árabes, berberes, romanos, fenícios, visigodos e obviamente, dos celtas (entre outros).

    «Resposta: Ahh pois, é claro, é a típica convivência dos Portugueses, sempre abertos à mistura que nos enriquece! Isto é só judeus (que são de resto óptimos e superiores!)»

    É óbvio que foram perseguidos. E não, ninguém está aqui a afirmar que são superiores. Isso já são palavras tuas.

    «Este último ponto é delicioso: é de ir ás lagrimas como se tenta provar a grande e inata abertura dos portugueses pela “mistura”… usando como prova os relatos da Inquisição. Enfim.»

    Mas quem fala numa abertura pacífica a todos os povos. A história dos portuguesas é precisamente feita de confrontos entre os vários povos que por cá passaram. Caso disso foram as invasões romanas que custaram a vida a muitos celta-iberos, e que se sujeitaram ao domínio romano.
    Com a derrocada de Roma, os portugueses (isto é, uma mistura de celtas, judeus, fenícios, romanos, cartagineses etc) são posteriormente invadidos por visigodos, que se instalam maioritariamente na região Norte.

    No entanto estes seriam muito poucos para fazer face a invasão dos árabes e berberes. Isto a julgar pelo facto de que os mouros conseguiram em pouco tempo escorraçara os visigodos para o Norte da Penísula Ibérica, e aí os mantiveram durante séculos.

    No entanto as divisões internas enfraqueceram gradualmente os árabes e berberes, o que por sua vez constituiu uma oportunidade para os cristãos unirem forças e retomarem a penísula. Daí um novo confronto militar. E a seguir a esse outros se seguiram.

    Quanto aos registos da Inquisição, são um claro indício do número de judeus baptizados e julgados na altura. Os historiadores encaram esses registos com uma fonte de informação fundamental, mas tu se calhar queres lhes ensinar História.
    Dás aulas aonde? Numa faculdade do Irão?

    Se calhar, na tua versão, nem sequer existiram autos de fé em Portugal. Aliás, nem nunca existiram judeus. E se existiram seriam no máximo 100. Não? Já os árabes seriam somente 10 e obviamente não foram eles quem construiu o Castelo de São Jorge. Foram os alemães.
    Hahahah

    «Não é de estranhar: o mesmo se houve em Espanha, Itália, Inglaterra, França, Alemanha, etc. Que são todos Judeus, Mouros, Mongóis, Otomanos, Hunos, etc, etc. Não é um caso de todo isolado em Portugal, ganhando cá apenas mais eco devido ao luso-tropicalismo de génese colonial e salazarista mas que faz as delícias de certa Esquerda.»

    Para tua informação não me identifico com esquerdas e direitas. As políticas governamentais, a meu ver devem adpatar-se às circunstâncias. O inverso é mais dificil.

    Quanto a dizer que os portugueses são na maioria judeus, africanos ou chineses (ou que uns são geneticamente superiores aos outros) é absurdo obviamente. Mas isso são palavras tuas. Voltamos ao mesmo ponto.

    O que se pode esperar de alguém que julga que os portugueses são maioritariamente descendentes de povos germânicos e escandinavos (a raça pura segundo Hitler)?

  38. 38 38  Pedro Esteves

    «1ºA minha mãe não é para aqui chamada. E sim, és neonazi. Não tentes disfarçar. Ou agora tens vergonha?»

    é chamada é! É tão chamada quanto eu ser um neo-nazi! simplesmente é mais uma acusação infundada, a juntar ao barulho…se estamos no campo das ofensas gratuitas então também acrescento que a sua mãe para além de neo-nazi, também é uma rameira meretriz …

    e a propósito das acusações de neo-nazi, eu advogo a Lei de Godwin(”Se uma discussão na Internet se prolonga por algum tempo, a chance de aparecerem comparações envolvendo Hitler ou nazistas se aproxima de 100%.”)

    2º«Eu não te chamei de ignorante a propósito dessa questão.»

    Chamas-te sim, seu mentiroso cobarde! E eu passo a citar:

    «Tu és ignorante ao ponto de confundir raças com espécies. Os humanos formam uma espécie e dentro dessa espécie encontram-se subespécies ou raças»

    fica provada a tua desonestidade e incoerência racional.

    3ª«Quanto ao conceito de raça, eu já te expliquei que para mim é perfeitamente admissível, independentemente de poder não ser politicamente correcto.»

    admites portanto, que existem diferenças de QI que variam conforme a raça?

    4º«No entanto se pegarmos num europeu e o largarmos sem nada no meio da selva Africana (ou na Austrália), é bem provável que que essa pessoa não sobreviva num meio tão hostil, independentemente desta poder ter elevados conhecimentos de matemática e física.»

    pois imagino, contra selvagens canibais é difícil usar argumentos racionais…

    Também não estou a ver um negróide na Tundra, a puxar pelo intelecto, por forma os seus mantimentos chegarem para se aguentar o inverno todo, exige método e planeamento prévio complexo.

    4º «Devias perceber também que a maioria dos judeus acabaram por perder ao longo do séculos a sua ligação ao judaísmo.»

    mentira! Mesmo os novos cristãos, continuavam a praticar o judaísmo.

    5ª«É tido com um facto entre a maioria dos historiadores.(Que os judeus se misturaram)»

    Estudos recentes no campo da genética confirmaram que os judeus de várias comunidades da Diáspora preservaram sua identidade genética durante o exílio. Apesar da separação geográfica durante quase dois mil anos, as comunidades judaicas distantes compartilham um perfil genético quase idêntico.

    http://www.morasha.com.br/conteudo/ed30/genetica.htm

    Novamente, mentes! A partir de casos isolados crias uma extrapolação exagerada e infundada.

    6º«Já te estás a desviar da questão. Eu perguntei-te se consideras racional acreditar num deus ou em vários deuses sem provas da sua existência»

    acreditar no divino é tão racional e natural, quanto acreditar que uma mãe sente amor genuíno pela sua cria, e tal facto, a ciência também não pode provar.

    7º«Hah, porquê? Porque não matou todos os judeus?»

    não, simplesmente porque não podes provar que o Hitler deu essa ordem.

    8º«Ou referes-te apenas aos judeus da Europa Ocidental?»
    sim, refiro-me somente à Europa Ocidental(6.500.000.), visto que foram daí que vieram os supostos 6 milhões de judeus

    9ª«É que esses sim, foram quase todos exterminados.»

    mentira! Como ficou provado no Congresso Mundial Judaico, Unity in Dispersion (p. 377), que afirma que: “The majority of the German Jews succeeded in leaving Germany before the war broke out.”

    10ª«O que é que querias provar com o video?»

    Queria não, provei!
    E ficou bem patente no meu repost 25, que o politicamente correcto é responsável de ingerencia politica no campo cientifico e racional, segundo uma lógica orwelliana, tentam reprimir a razão e as ideias em função de paradigmas contraproducentes e igualitários.

    O KGB chama-lhe desmoralização da sociedade, que é basicamente um processo de lavagem cerebral

    http://www.youtube.com/watch?v=Wqlg3Z3ilWs&eurl=http://gladio.blogspot.com/

    11ª«PS: continuas a não responder porque é que sentes repulsa dos negróides.»
    quem disse que eu sentia? simplesmente os considero de raça diferente, melhores em algumas coisas, piores noutras, sempre com pouco em comum comigo, simplesmente.

    12º«os caucasianos descendem dos africanos?»

    e então? que é que isso altera? o caniche e o pastor alemão, também descendem de um passado comum…

  39. 39 39  Duarte Sousa

    «é chamada é! É tão chamada quanto eu ser um neo-nazi! simplesmente é mais uma acusação infundada, a juntar ao barulho…se estamos no campo das ofensas gratuitas então também acrescento que a sua mãe para além de neo-nazi, também é uma rameira meretriz»

    Para começar, apontar a ignorância de uma pessoa em relação a determinada matéria não equivale a um insulto. É tão grave quanto acusá-la de ingenuidade.
    Segundo, se tratasse de uma ofensa, era dirigida a ti e não aos teus pais.

    No fundo apenas revelas que és ordinário e cobarde. Se queres insultar uma pessoa a sério fá-lo frente a frente. Até lá só podes ser considerado como um “infantilóide” ou como “guerreiro do teclado”.

    «e a propósito das acusações de neo-nazi, eu advogo a Lei de Godwin(”Se uma discussão na Internet se prolonga por algum tempo, a chance de aparecerem comparações envolvendo Hitler ou nazistas se aproxima de 100%.”)»

    Hahahah! Confeso, que nunca tinha ouvido falar dessa lei, mas acho que faz todo o sentido quando um dos intervenientes é de facto neo-nazi, como se pode comprovar pelo teor da tua conversa.

    «Chamas-te sim, seu mentiroso cobarde! E eu passo a citar:

    “Tu és ignorante ao ponto de confundir raças com espécies. Os humanos formam uma espécie e dentro dessa espécie encontram-se subespécies ou raças”»

    Chamei-te ignorante a propósito dessa questão também. Isso sim.

    Mas o que tu disseste antes foi isto:

    «Depois ofendes-me de ignorante porque referi que hoje em dia se convencionou o termo “etnia” em vez de “Raça”, mas nem aí, admites que erras-te.

    Todavia, eu não disse que isso não fosse verdade.
    Apenas disse que para mim o termo raça é aceitável. Senão qual o sentido da palavra “racismo” ?

    E com isto apenas mostras que és tu quem mente e tenta desconversar.

    «admites portanto, que existem diferenças de QI que variam conforme a raça?»

    Eu apenas disse que existem diferenças culturais que podem favorecer ou desfavorecer o desenvolvimento dos diversos grupos étnicos ou sociedades, nas quais se podem inserir inclusivamente individuos de diferentes raças ou grupos étnicos, ficando explícito que não acredito na tua ideia de supremacia racial.

    «acreditar no divino é tão racional e natural, quanto acreditar que uma mãe sente amor genuíno pela sua cria, e tal facto, a ciência também não pode provar.»

    Até podes considerar que o Homem tem um predisposição natural para atribuir ao divino aquilo que não consegue explicar através dos seus conhecimentos científicos.

    Mas já a afirmação de que a crença num deus ou vários deuses (e porque não em espíritos, fadas mágicas, milagres ou virgens que dão à luz etc) sem provas da sua veracidade é uma prova de racionalidade é claramente falsa.

    No entanto acho que isso já diz muita coisa sobre ti. Há quem chame a isso “fé cega”.

    «mentira! Mesmo os novos cristãos, continuavam a praticar o judaísmo.»

    A maioria dos novos cristãos perdeu a ligação ao judaísmo com o surgimento da Inquisição Católica em 1536. Apenas em regiões mais remotas da Beira Interior como Belmonte, Alcongosta, Penamacor e Fundão é que essa prática se manteve. Isto porque havia um controlo muito menor por parte da Igreja nestas localidades.
    E mesmo nessas regiões, através dos casamentos mistos, houve muitos que perderam a ligação ao judaísmo.

    Nos grandes centros urbanos é óbvio que esse controle era muito mais apertado. Os novos-cristãos para se precaverem começaram a inflitrar-se no seio do clero e da nobreza.

    Exemplos notáveis desta atitude judaica são o caso de Nuno Álvares Pereira e do Padre António Vieira.

    Mais notável ainda será o caso de Inês Fernandes Esteves, essa judia que concebeu o 1º Duqe de bragança, e que portanto é a matriarca da família de Bragança que reinou até ao ínicio do século XX.

    Agora pergunto: Não serás tu um descendente dela?

    «não, simplesmente porque não podes provar que o Hitler deu essa ordem.»

    Hahaha! Mesmo que Hitler não tivesse dado essa ordem directamente, o facto é que os nazis levaram-na a cabo, independentemente de quem a tenha dado. E uma ordem daquelas só poderia ser transmitida pelos grandes líderes nazis.

    Mas pelo que vejo, tu queres sugerir que os campos de extermínio não tiveram a aprovação dele. Se calhar nem nunca existiram na tua mente. É tudo uma fabricação zionista.

    Sinceramente…só falta perguntares que provas tenho eu de que o Homem foi à Lua ou de que existe um país chamado China.

    «Estudos recentes no campo da genética confirmaram que os judeus de várias comunidades da Diáspora preservaram sua identidade genética durante o exílio. Apesar da separação geográfica durante quase dois mil anos, as comunidades judaicas distantes compartilham um perfil genético quase idêntico.»

    Lá está tu a desconversar novamente. Eu estava a referir-me ao caso concreto de Portugal e não à generalidade dos judeus espalhado por esse mundo fora.

    E mesmo aí é preciso ter cuidado com os critérios usados. Repara que para os judeus religiosos, a descendência faz-se pelo lado da mãe (o que faz do Judaísmo uma religião matriarcal) daí que o 1.º Duque de Bragança seja considerado judeu.

    Curiosamente, esta ideia religiosa até faz algum sentido, uma vez que tanto os homens como as mulheres herdam sempre um cromossoma X do lado materno. Apenas os homens herdam os cromossoma Y. Ou seja, no caso das mulheres temos um combinação de dois cromossomas - XX, e no caso dos homens - XY.

    Como nos poucos estudos genéticos que foram feitos à população sefardita (judeus ibéricos) de Portugal, encontra-se uma certa frequência do haplogrupo R1b (entre 30 a 40%), isto sugere que no passado houve mulheres judias/cristãs-novas que se misutraram com cristãos-velhos de origem celta.

    Aliás o mesmo se aplica aos portugueses que descendem de escravas africanas e dos respectivos donos. Se fizerem a análise ao cromossoma Y no caso dos individuos masculinos, é natural que se note a influência de genes caucasianos. Esta é aliás uma das conclusões do estudo efectuado pelo IPATIMUP.

    Mas voltando ao caso dos judeus, há que referir também restrições ao casamento entre cristãos-novos e cristãos velhos foram completamente abolidas em 1773, quando ao Marquês de Pombal, ele próprio descendente de judeus, decretou uma lei nesse sentido.

    No entanto, mesmo antes disso, já haviam misturas entre famílias da nobreza e famílias da alta burguesia judaica, uma vez que estes sempre dispuseram de grandes recursos financeiros.

    Estas misturas estão bem documentadas, pois era comum entre as grandes famílias manter um registo geneológico. É claro que num clima de hostilidade para com os judeus e cristãos-novos, é de se esperar que as famílias tentassem ocultar as suas raízes semíticas.

    Existiram aliás inúmeros casos de judeus, que para salvar a sua face, trairam outras famílias, o que não constitui novidade nenhuma para que tem uma ideia mínima da forma como se processavam os interrogatórios inquisitoriais.

    A assimilação foi de tal ordem que no seio da Igreja Católica existiam descendentes de judeus/ cristãos-novos como Tomás de Torquemada, que estando totalmente desprendidos das suas raízes culturais, estimuaram o ódio e violência contra os do seu sangue.

    «mentira! Como ficou provado no Congresso Mundial Judaico, Unity in Dispersion (p. 377), que afirma que: “The majority of the German Jews succeeded in leaving Germany before the war broke out.”»

    É óbvio que aqueles que fugiram da Alemanha a tempo não foram exterminados. Não é desses que se está a falar, mas sim dos que lá ficaram e daqueles que não conseguiram fugir de países como a Hungria, Polónia, Checoslováquia, Aústria, França Holanda etc.

    Devias saber que a Europa Ocidental é mais do que Alemanha. Incluí também aqueles países que referi em cima e outros mais, incluindo o nosso.

    «Queria não, provei!
    E ficou bem patente no meu repost 25, que o politicamente correcto é responsável de ingerencia politica no campo cientifico e racional, segundo uma lógica orwelliana, tentam reprimir a razão e as ideias em função de paradigmas contraproducentes e igualitários.»

    Não, não provaste. Achas que provas alguma coisa com um simples video?

    E no entanto até posso concordar em termos teóricos com a ideia de que aquilo que se considera politicamente correcto possa por vezes afastar as sociedades do caminho da razão. Mas para isso é preciso especificar bem qual o asunto em causa (religião, política económica, política social, legislação etc).

    Por falar em lógica orwelliana, tens um exemplo claro de sociedades que seguem essa linha ideológico em vários países, nomeadamente: a Dinamarca, Suécia, Finlândia, Noruega, Canadá, Holanda, Alemanha etc.
    São paises onde existe uma maior igualdade a todos os níveis.

    Mas enfim, pelos visto tu achas que a razão está do lado das assimetrias sociais.

    «quem disse que eu sentia? simplesmente os considero de raça diferente, melhores em algumas coisas, piores noutras, sempre com pouco em comum comigo, simplesmente»

    Perguntei-te porque identificas-te com a ideologia nazi.

    PS: A conversa acaba aqui. Ainda te dei um desconto mas já vi que não vale a pena falar com um tipo ordinário, arrogante e que não perde uma oportunidade para tentar desconversar.

    Quando mudares de ares fala comigo. Até lá não te incomodes.

    Shalom

  40. 40 40  Fernando

    Duarte,

    Vou tentar ser o mais breve possível, por duas razões:

    1) Duvido que eta discussão seja de grande interesse para o dono do blog, pelos contornos que assumiu. Liberdade de expersão é uma coisa, mas este é para todos os efeitos um espaço semi-privado que não queria usar de forma abusiva

    2) O tema é complexo o suficiente para se arrastar de forma indefinida e de forma cada vez mais críptica (já estamos em haplogrupos R1b e J2, o que deve ser quase tão claro para a audiência como dizer que Malkut se liga a Yesod)

    Assim sendo, apenas algumas anotações, sobretudo para esclarecer alguns pontos que julgo terem sido mal compreendidos (talvez por falta de clareza na sua exposição ou uso excessivo de hipérboles da minha parte).

    Quando falei em “milhões de judeus” estava a usar o termo de forma figurada (no sentido de muitos, imensos, em especial em relação à população “nativa”). Obviamente que dada a população da Ibéria dificilmente poderiam ser “milhões”. E de resto este comentário insere-se na falsa dicotomia que era a base do meu comentário: a de que qualquer que seja a argumentação usava há sempre maneira de se ver o que se quer.

    A perseguição dos Judeus na Peninsula Ibérica assumiu contornos que muitas vezes excedem largamente o que se passou pelo resto da Europa (por várias razões, em boa parte devido ao enquandramento “psicológico” derivado da Reconquista). É importante portanto olhar para toda a Europa quando se fala de presença Judaica, porque muitas vezes o que é dito é-o de forma a transmitir uma imagem de Portugal como uma espécie de “oasis” judaico no meio de uma Europa “gentia”. Isto não é inocente visto normalmente estar associado ao discurso da praxe relacionado com o anti-racismo inato de quem é pintando como sendo uma grande mistura de todas as raças (se bem que os Judeus sejam Europoides, mas isso é outra conversa), etc.

    Já agora, eu pessoalmente tenho antecendentes judaicos: no meio de todos os ramos familiares tenho um no secúlo XVI que é cristão-novo. Daí a dizer que sou uma espécie de cripto-judeu vai uma distância enorme. Aliás, isto é válido não só para mim, e não só para os Portugueses: de igual modo em quase toda a Europa muitas pessoas poderão ter 1 ou mais antepassados judaicos (lembro apenas que aquando das expulsões e perseguições que conduziram à saida de milhares de judeus de Portugal muitos foram parar à Inglaterra, Holanda, Itália, Grécia, onde aumentaram as comunidades judaicas ai existentes, embora mantendo a sua especificidade de sefarditas).

    Como foi referido é também dificil classificar os judeus sefarditas: quais eram judeus étnicos, quais eram “ibéricos” convertidos e quais eram na prática o resultada dessa fusão, em especial após as conversões e o fim da distinção legal (sećulo XVII, embora os efeitos sociais se mantenham em muitos casos até ao sećulo XIX…). A frequência de R1b entre os sefarditas é disso prova, e no mtDNA o cenário não muda: os “marcadores” tidos como judaicos são muito maiores em outras partes da Europa do que na Ibéria.

    Mais: neste momento - e mesmo sendo um “perigoso racista” - se há algo que não me preocupa minimamente são os Judeus, sendo até certo ponto um interessado na história dos judeus sefarditas e das suas relações muitas vezes de amor/ódio com as instituições e populações existentes. O que me chateia realmente é a tendência de usar a existência inegável de comunidades judaicas que se dissolveram na população portuguesa (e, repito, de forma igual ou maior em boa parte da Europa) como argumento para classificar a população de “judaica”. Acho descabido e completamente fora de qualquer sentido das proporções - e até algo racista.

    Quanto aos registos da Inquisição, são um claro indício do número de judeus baptizados e julgados na altura. Os historiadores encaram esses registos com uma fonte de informação fundamental, mas tu se calhar queres lhes ensinar História. Dás aulas aonde? Numa faculdade do Irão?

    Não dou aulas, segui via científica, mas isso é outra história. É óbvio que os registos da Inquisição são excelente fontes, não me estava a referir a isso: estava-me a referir à forma como quem gosta de apregoar a faceta “aberta” dos portugueses - que os “distinge” dos outros - usar registos provenientes de uma das mais metódicas, brutais e temporalmente alargadas formas de preseguição para “provar” essa sã convivência. É a mesma “sã convivência” dos período islâmico, onde era tudo feliz até virem os mauzões dos cristãos…

    Relativamente ao Castelo de S. Jorge, noto acima de tudo a entrada em cena dos alemães na conversa. Para além de estes terem tanta ou mais influência judaica que os portugueses (havia oficiais das SS com documentos que os “ilibavam” de terem 1/16 de sangue judaico, etc) é algo comum esta referência a alemães, nórdicos, escandinavos, etc., mas essa é uma projecção de quem no fundo acredita de forma indirecta nas teorias de supremacia nórdica que tanto criticam. Para mim e para a esmagadora maioria das pessoas que conheço os Ibéricos não são menos Europeus que quaisqueres dos referidos, ficando essa fixação no Norte da Europa com quem dela faz tanto uso.

    O que se pode esperar de alguém que julga que os portugueses são maioritariamente descendentes de povos germânicos e escandinavos (a raça pura segundo Hitler)?

    Este é um bom exemplo. Ninguém, que eu saiba, diz tal coisa. Pessoalmente o que Hitler disse ou deixou de dizer tem uma influência secundária. Ninguém no seu juízo perfeito diz que os portugueses são descendentes directos dos Visigodos (embora do ponto de vista político estes terem tido importância), sendo a sua influência genética relativamente marginal. Este é portanto um “espantalho” levantado para ser derrubado, sem que seja parte de qualquer argumentação apresentada.

  41. 41 41  Duarte Sousa

    Fernando,

    Agradeço o esclarecimento da tua posição e também eu tentarei ser o mais breve possível.

    1.º) Eu não disse aqui que a maioria dos portugueses são 100% judeus. O que eu disse é que no início século XV o número de judeus/cristãos-novos aproximava-se dos 25%. Ou seja aproximadamente um 1/4 da população.

    Ora, com o aumento da população até aos valores actuais (cerca de 10 milhões) é natural que o número dos seus descendentes tenha aumentado. Porém, como a grande maioria dos judeus/cristãos-novos acabou por se misturar com a restante população por força das circunstâncias, isto é, devido a conversões forçadas e casamentos mistos, é óbvio que os seus descendentes actuais terão herdado genes de outros povos que por cá passaram também (romanos, celtas, fenícios, suevos, visigodos etc.).

    Quanto à afirmação de que a Ibéria seria ou não um paraíso para os judeus, há que ter em conta o período da História que estamos a considerar.

    Os judeus gozaram de grande prosperidade durante o período de domínio árabe e souberam adaptar-se também durante o período da Reconquista. Todavia, para sobreviverem em Espanha e em Portugal, a partir dos séculos XIV e século XVI respectivamente, a maioria viu-se forçada a uma conversão ao cristianismo ou a fugir para outros países.

    Mesmo a prática do judaísmo em segredo tornou-se cada vez mais perigosa devido à intensificação dos processos inquisitoriais, pelo que tal prova de insubmissão acabou por se desvanecer num espaço de poucas gerações. As traições e os casamentos mistos, tal como referi anteriormente, foram também outros dos factores que conduziram a tal situação. Tal era o clima de pânico e terror imposto pela Igreja Católica, que a maioria fazia de tudo para ocultar qualquer tipo de ligação ao judaísmo.

    Deste modo, foi-se extinguido na penísula Ibérica, não apenas a religião judaica, mas também outros elementos essenciais da cultura hebraica, nomeadamente a língua, a escrita, a filosofia, a história, hábitos alimentares etc.

    Todavia, o facto de ser ter perdido a ligação a essa herança cultural, não significa que muitos de nós deixemos de ser descendentes de judeus. E era aí que eu queria chegar.

    Quanto a dizer que somos um povo aberto, ou que interagiu de forma pacífica com outros povos, acho que a História deste país prova o contrário. Basta analisar o caso dos judeus.

    Pode-se dizer no entanto que fomos muito menos sanguinários que os espanhóis. Mas isso já é outra conversa.

  42. 42 42  Fernando

    Duarte,

    Tenho muito pouco a adiantar visto no essencial não discordar do que foi dito, dadas as ressalavas que expressei no meu comentário anterior. É que muitas vezes não é o que é dito mas a forma e contexto pelo qual é dito que me incomoda.

    Apenas queria frizar que a população judaica no século XIV/XV é já ela uma comunidade que do ponto de vista étnico é um resultado das migrações muito anteriores dos judeus “originais” do Médio Oriente, ao qual se juntaram numerosos “nativos” quer por casamento quer por conversão (da mesma forma que boa parte dos muçulmanos na Ibéria era constituida por conversões, embora em moldes diferentes devido à notória falta de proseletismo do judaísmo e da mistura que este conceito tem de religião/cultura/etnia). Era de resto já na altura completamente impossível distinguir judeus dos restantes habitantes sem levar em consideração as práticas religiosas. Tinha no entanto mantido a sua religião e cultura, que é o que vai ser atacado de forma radical nos séculos que se seguem produzindo a extinção efectiva da comunidade judaica enquanto entidade cultural (no seguimento do que disse basta ver que a esmagadora maioria das inquirições seja por práticas judaizantes, isto até pelo menos o século XVII… a Torre do Tombo Online tem de resto estes registos)

    Creio no entanto que o essencial já foi dito… como ficou claro (espero) o que me incomóda é a utilização dos sefarditas como armas de arremesso, quer a favor quer contra.

  43. 43 43  Duarte Sousa

    «(…) ao qual se juntaram numerosos “nativos” quer por casamento quer por conversão (da mesma forma que boa parte dos muçulmanos na Ibéria era constituida por conversões, embora em moldes diferentes devido à notória falta de proseletismo do judaísmo e da mistura que este conceito tem de religião/cultura/etnia).»

    Fernando,

    Apesar de ser possível a conversão voluntária ao judaísmo por parte de portugueses de outras origens étnicas que não hebraicas, a frequência de tal fenómeno tem de ser considerada como reduzida, uma vez que os judeus nunca foram a força dominante, ao contrário dos muçulmanos e cristãos. Tal fenómeno apenas seria mais plausível no período que antecedeu o domínio dos visigodos, dado que foi a partir daí que surgiram as primeira tensões entre cristãos e judeus, assim como as primeiras conversões forçadas.

    No caso específico dos casamentos mistos, há que ter em consideração que num país em que predominou o cristianismo, a maioria dos casos implicava que fossem os judeus a abdicarem da sua religião (pelo menos para efeitos oficiais) e não os cristãos.

    Com o advento da Inquisição em 1536, e como disseste bem, a maioria dos traços que definiam a identidade cultural dos judeus acabaram por desaparecer num espaço de poucas gerações.
    A triste verdade é que a grande maioria dos descendentes destes judeus viram-se privados da sua herança cultural, chegando ao ponto de desconhecer por completo as suas origens.

    Apenas em algumas localidades da região interior como Belmonte, Alcongosta, Fundão, Penamacor etc é que persistiu com alguma relevância o fenómeno do cripto-judaísmo.

    Felizmente, podemso constatar que tem vindo a aumentar o número de descendentes destes judeus que hoje procuraram conhecer as suas raízes étnicas e culturais e que consequentemente, se afastam da Igreja Católica, a qual, a meu ver, apenas contribuiu para o atraso cultural, económico e científico deste país.

    A propósito deste juízo, note-se que a monarquia portuguesa, ao reprimir, sob influência da Igreja Católica, o sector social mais dinâmico da população portuguesa (os judeus) nas vertentes que em cima referi, acabou por traçar o declínio da hegemonia nacional.

    Os judeus possuiam uma clara vantagem a nível cultural face aos demais portugueses, que por sua vez se traduzia na sua hegemonia económica, científica, artística e literária. É característica fundamental da cultura judaica (com excepção da corrente ultra-ortodoxa) o aprofundar do Conhecimento, mesmo que tal comprometa a fé religiosa. Uma simples amostra do que falo reside no facto de que a maioria dos judeus aprendiam (e ainda hoje aprendem) a ler português e hebraico a partir dos 5 anos, enquanto que a maioria da população portuguesa permanceu analfabeta e iletrada durante séculos. Podia também referir como os hábitos higiénicos dos judeus os tornavam menos susceptíveis de contrair determinadas doenças ao contrário de outros portugueses, o que agravava ainda mais as tensões, uma vez que era comum chegar-se ao ponto de culpar os judeus por todas as doenças existentes. Mas pior seria o facto dos judeus e cristãos-novos serem os maiores credores financeiros ainda complicava mais as coisas, pois não eram poucos os que cobiçavam as suas fortunas. Não admira então que fossem frequentes os casos de famílias de extracção judaica que se viam forçadas a ceder parte da sua fortuna à Igreja Católica, senão toda, em troca de verem as suas vidas poupadas (o que já era sorte).

    A decadência da sociedade portuguesa era não apenas económica, científica, tecnológica e militar, mas sobretudo de ordem cultural e espiritual.

    Infelizmente, não mudámos o suficiente desde esses tempos. Continuamos na cauda da Europa, mas desta feita, com a agravante de que tendemos a aproximar-nos de África e não dos restantes países europeus.

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