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Via Sim no Referendo.


Sem respostas ao post “Boletim de voto actualizado”  

  1. 1 1  Pedro Lino

    O Daniel Oliveira parece o Bush: Ou estão comigo ou estão com a al-qaeda!

  2. 2 2  Margarida

    Quer o Pedro Lino queira ou não queira para mudar a lei é preciso votar SIM.

    Queremos mudar a lei para que a interrupção voluntária da gravidez passe a ser feita em condições de segurança para a saúde e dignidade de TODAS as mulheres (e não somente das que podem ir a Badajoz), de acordo com o que, por exemplo, recomenda a OMS.

    Queremos uma nova lei que respeite a saúde e a dignidade das mulheres.

    Uma nova lei que defenda o direito à maternidade-paternidade consciente e responsável.

    Uma nova lei que defenda o direito de cada criança ser desejada e feliz.

    A lei que temos não serve. É preciso votar SIM para mudar a lei.

  3. 3 3  The Studio

    Daniel, o que significa inconstuticional? Não estavas bem do tutiço? Vê lá se apareces mais na televisão que eu sou um grande apreciador dos teus momentos de humor.

  4. 4 4  Adolf

    http://www.nazione88.blogspot.com/ pelo contraditório…

  5. 5 5  Pedro Botelho

    Dados os projectos recentemente anunciados, falta o «NÃO PORQUE ASSIM SIM».

  6. 6 6  Pintelho

    Ponham lá quantos nãos quiserem. A resposta é única e evidente.

  7. 7 7  Lopes

    Não vale a pena, mas mesmo assim, cá vai:

    “Queremos mudar a lei para que a interrupção voluntária da gravidez passe a ser feita em condições de segurança para a saúde e dignidade de TODAS as mulheres (e não somente das que podem ir a Badajoz), de acordo com o que, por exemplo, recomenda a OMS.”

    O seu conceito de dignidade é um mimo de lógica e de democracia. A OMS também está em vias de recomendar sabe o quê? A castração química em alguns países africanos… Assim, o raciocínio é o seguinte, como não conseguimos (porque não queremos) fazer nada, vamos impedir que aqueles gajos, que f**** como coelhos, se multipliquem como ratos. Nada mais simples.

    “Uma nova lei que defenda o direito à maternidade-paternidade consciente e responsável.”

    Dando o aborto? Responsabilidade? Há vectores que são paralelos e não se tocam… Assim como a “senhora” e a lógica ou a argumentação válida…

    “Uma nova lei que defenda o direito de cada criança ser desejada e feliz.”

    Esta é boa! A felicidade agora tem regras e leis… A “senhora” é mesmo do PCP? Não será antes do PNR. E que tal uma lei que defenda o direito à vida, não?

    Mais uma questão se põe. O NÃO já apresentou propostas a serem aplicadas caso vença. Mas e o SIM? O que pretende fazer, em caso de vitória, às mulheres que abortem às 10 semanas e um dia? Ou às 11? ou 12? ou 20? O PCP e o seu timoneiro já estão a preparar o discursozinho a sacudir o capote. Ainda em relação ao PCP, a Margarida é capaz de me ajudar visto que neste PCP já não me revejo há muito, por onde anda a pior actriz de teatro de revista de sempre, vulgo Odete Santos? Quando é que essa senhora vai afirmar viva voz o que vem dizendo à sucapa há já muitos anos? Refiro-me à defesa do aborto até ao final da gestação… Grande Singer, o bem que nos fazes…

    TENHAM VERGONHA!!!!

  8. 8 8  PA

    Só posso depreender deste artigo: votem SIM, não interessa porque razões! http://vidadom.blogspot.com

  9. 9 9  Anónimo

    Gostei de ouvir a Dra Odete Santos a dizer que os padres estão proibidos por lei de se pronunciar acerca do Referendo. Espero que os senhores Anselmo Borges e Basílio (aka Bento) Domingues tenham ouvido o recado!!

  10. 10 10  Maria Velho

    olá Daniel!! não ligue porque “vozes de burro não chegam ao céu..
    Votar SIM é, no minimo, um acto de cidadania que, pelo que vejo a grande maioria dos participantes idiotas(os que exprimem idiotices em vez de ideias)não sabem que existe.

  11. 11 11  maria Velho

    ….esqueci-me de uma “coisa” que ,pelo que vi dos comentários á tua exposição sobre SIM ao referendo, deve ser determinante para queo que escrevemos tenha valor, semanticamente e ideologicamente falando:
    Maria Velho.Psicóloga clinica,mãe, mulher e cidadã do mundo.

  12. 12 12  Anónimo

    «…sempre defendi, quer em relação a este referendo quer em relação ao anterior que mesmo não sendo vinculativo o resultado de um referendo só pode ser alterado em referendo. Está a repetir essa aldrabice em todos os posts. Não me espanta. É um estilo. E geralmente um estilo de anónimos…»

    Um referendo que não é vinculativo [o de 98] mas que só pode ser alterado em referendo. Não é vinculativo, portanto não vale. Mas só pode ser alterado por um novo referendo. Mas é um referendo e a vontade do povo é soberena. Mas o outro não foi vinculativo. E este é, independentemente do número de votantes.
    Daniel, já pensou em fazer um video para o Gato Fedorento? Este é não é tem imenso potencial.

    Você é apenas uma caixa de ressonância do seu partido. Quer ser mais do que isso, quer ter uma opinião, mas acaba por ter muitas opiniões - a das muitas vozes dissonantes do seu partido. Já disse tanta coisa sobre tanta coisa que já nem se lembra de tudo. Depois as coisas saem mal, porque já se esqueceu do que tinha dito antes. Depois tenta explicar e cai na teia. Independência? Esqueça. Você é tudo menos independente, portanto nunca pode ter uma opinião, nunca ninguém vai dizer que «o Daniel Oliveira pensa que…»: é apenas como aqueles marretas que aparecem nos fóruns de futebol na TV com discussões infindáveis sobre a actuação dos árbitros. Quer ter o peso de um Vasco Pulido Valente da esquerda mas falta-lhe a cultura e a honestidade intelectual. Quer ter o respeito que merece um Pereira Coutinho, mas falta-lhe a agilidade na pena e a indepêndencia na opinião. Quer ter o poder de análise de um Pacheco Pereira mas falta-lhe a cultura. Quer ter o peso da Odete Santos mas falta-lhe a «panache». Enfim, sonha em ter um plateau como o Marcelo e ser uma espécie de estrela da companhia, mas tem apenas que se contentar com um blog manhoso, no qual são mais as pessoas que lhe escrevem por escárnio do que que o respeitam. OK, você diz «mas eu falo na televisão». Pois, também o César das Neves que, por sinal, é respeitado no meio académico e, quer se goste ou não, tem uma Opinião. Portanto, tire esse capacete de realidade virtual que tem enfiado na sua cabeça, veja se perde um pouco dessa auto -confiança que lhe tolhe a capacidade de se enxergar e veja se se relaciona com outras pessoas, não obrigatoriamente as mesmas que lhe pedem para você papaguear as ideias delas. Sabe, às vezes quando nos esforçamos por ouvir as outras pessoas acabamos por aprensder muito. Meu Deus, ó pra mim a dar conselhos ao Daniel.

    Ah, e quanto ao que me disse, cito «E nunca assinei nada como “anónimo”. Dou a cara e o nome por tudo o que escrevo. Somos diferentes. Apenas isso.», tendo em vista a sua profissão,pode dizer-se que cumpre os requisitos mínimos.
    Sebastião Dias, o Anónimo. Não me vai pedir o mail?

  13. 13 13  Anónimo

    Salvaterragate?
    E agora, Daniel?

  14. 14 14  Anónimo

    O Maria Velho guarda lá os créditos profissionais, entraste num forum aberto, aqui os teus comentários não valem mais que os outros, por te identificares profissionalmente, se queres dar credito a eles por isso, não deves vir para estas caixas de comentários, a tua profissão não vale mais que as outras, se fosse para saber coisas profissionais e relacionadas com profissão talvez mas não é o caso. Portanto podes ser tudo isso. psicóloga clínica mãe mulher e cidadã do mundo

  15. 15 15  Rui

    Alguém me sabe dizer como é que eu posso fazer queixa à CNE?! É que na minha junta de freguesia (Antas, concelho de Esposende) há um cartaz de um movimento colado na Junta de Freguesia. (o movimento é do Não - Minho pela vida - mas isso não é o que está aqui em causa, se fosse do Sim faria queixa na mesma)

  16. 16 16  alicexl

    VOTAR é, no mínimo um acto de cidadania, SIM ou NÃO!
    Votar SIM, será um acto de consciência e respeito pelas ideologias diversas, aceitação do próximo enquanto tal, crença efectiva na democracia e acima de tudo um acto de SABEDORIA.

  17. 17 17  Rui

    Alguém me sabe dizer como se faz uma queixa à CNE? É que na Junta de Freguesia da localidade onde eu vivo (Antas, concelho de Esposende) tem um cartaz de um movimento… (é do Não, mas não é isso que está em questão, se fosse do Sim gostaria de fazer queixa na mesma)

  18. 18 18  Anónimo

    Ai esta Alicexl,
    “Votar SIM, será um acto de consciência e respeito pelas ideologias diversas, aceitação do próximo enquanto tal, crença efectiva na democracia e acima de tudo um acto de SABEDORIA.”

    Já agora diz la o que é votar Não a gente gosta de saber

  19. 19 19  Rui Miguel

    Daniel,meu mor,eu estou do teu lado meu querido.Beiginhos do teu mor.

  20. 20 20  Anónimo

    Votar NÃO é saber que um indivíduo é ele e a sua circustância, sabendo ao mesmo tempo que a sua circunstância nunca deverá pôr em causa a vida de terceiros, pois a vida é - tem de ser - um valor UNIVERSAL e SUPREMO, independentemente CREDOS, RAÇAS, NACIONALIDADES do ESPAÇO e do TEMPO.

    Enough?

  21. 21 21  Anónimo

    Enough?
    Concerteza, só confirma porque eu já votava Não.
    A “vida” não é politica não pode ser politica, e não pode ser politizada

  22. 22 22  Sebastião Silva

    Ser a favor do NÃO é saber que um individuo é ele e a sua condição, mas acreditar que a sua condição nunca deverá colocar em causa a vide de um terceiro, pois a vida tem de ser um valor SUPREMO e UNIVERSAL para todos os CREDOS, RAÇAS, NACIONALIDADES e IDEOLOGIAS, no ESPAÇO e no TEMPO.

    Enough?

    Sebastião SIlva

  23. 23 23  José Manuel Faria

    Sim, Sim.

  24. 24 24  Anónimo

    Voltando à questão mais importante de momento, a do aborto, e sabendo que neste blog não há indecisos, todos estão inteiramente convictos nas suas opções,não tenho a pretensão de convencer ninguém, no entanto, gostava de perceber melhor algumas posições, nomeadamente a do Daniel. Estive a ler grande parte do seu «manifesto pró-aborto», percebi com satisfação que existem dúvidas na sua cabeça (outras que o SIM/NÂO), não consigo perceber algumas coisas que gostava que me explicasse, dúvidas estas suscitadas pelo trecho que transcrevo:

    «É verdade porque haverá sempre pessoas que abortam depois das dez semanas. Para essas, a lei que aprovaremos em Fevereiro dará a mesma resposta que a lei que temos hoje dá a todas elas. Perguntam-me: sou a favor da criminalização dessas mulheres? E eu respondo, com sinceridade, que não. Mas, para dizer a verdade, devolvo a pergunta aos defensores do “não”: são eles a favor da prisão das mulheres que abortam? E eles respondem o mesmo que eu. No entanto, não resolvo este problema da minha incoerência, quando digo que a lei não deve aconselhar. Ou é para ser aplicada ou mais vale ser alterada. Achando que a lei deve definir um prazo, haveria soluções para este problema, como criminalizar o aborto sem criminalizar a mulher que o faz (há mais envolvidos para além da mulher na prática de aborto) ou penalizar sem criminalizar. Como não me ponho, neste debate, numa posição moral, posso aceitar que tudo tem nuances e que a lei não responde de forma clara a todas elas.»

    Presumo por esta sua declaração que aceite que quase tudo tenha nuances e que talvez seja possível não mandar para a prisão as mulheres que estão grávidas com mais de dez semanas.

    Supondo que ganha o SIM e que o aborto passará a ser livre até às 10 semanas, a nova lei manda efectivamente para a cadeia as mulheres que o cometam depois? É isso que a nova lei pressupõe? É isso que o referendo pressupõe? Melhor: será possível não mandar para a cadeia as mulheres que façãm aborto depois das dez semanas? Como?

    Sendo possível esta minha intenção - que também é sua - através de uma nuance («posso aceitar que tudo tem nuances e que a lei não responde de forma clara a todas elas.»), porque acha que é impossível essa nuance de existir (antes das 10 semanas) no caso do NÃO ganhar o referendo? A figura jurídica do crime sem pena não pode ser criada, à semelhança do que existe no Brasil?

    Repare que este parece-me que é um de dois pontos essenciais da discórdia - o outro é a auto-determinação neste assunto da mulher grávida.

  25. 25 25  Sinfonia do disparate consonante

    Também há divisões no “sim”, o “sim” suave e o “sim” duro. De todo o modo, o aborto poderá ser feito à vontade, por capricho ou para evitar pequenas deformações estéticas na barriguinha.

    Viva a liberdade!

  26. 26 26  Anónimo

    porra isto é de mais

  27. 27 27  Tipilina

    Então a Camara dirigida pelo Bloco tmabém foi visitada pela PJ.

  28. 28 28  Margarida

    Quer acabar com a humilhação das mulheres em tribunal
    Padre Manuel Costa Pinto: “Eu voto ’sim’ sem qualquer dificuldade”
    07.02.2007 - 23h04 Lusa

    Manuel Costa Pinto, padre de Viseu, disse hoje que votará “sim” no referendo do próximo domingo, porque entende que deve acabar a humilhação das mulheres em tribunal e o “verdadeiro infanticídio” a que obriga a lei actual.
    O padre Manuel Costa Pinto, de 79 anos, defende que a mulher deve ser libertada “dessa coisa vergonhosa que é o julgamento” e também do castigo da prisão, dando o exemplo de Jesus Cristo, que perdoou a adúltera.

    “Jesus disse ‘aquele que estiver sem pecado que atire a primeira pedra’ e ficou apenas ele e a mulher. Então acrescentou: ‘eu não te condeno, vai, e não tornes a pecar’. O nosso magistério, papas e bispos, não pode esquecer isto”, considerou o padre Manuel Costa Pinto.

    Por outro lado, o padre afirmou não compreender como “pessoas sensatas” podem alhear-se do “verdadeiro infanticídio” que muitas mulheres cometem depois do nascimento dos filhos.

    “Mulheres com medo”

    “Mulheres com medo, que não têm dinheiro para ir para o aborto clandestino e muito menos para o estrangeiro, disfarçam a gravidez até ao parto. Vão para uma casa de banho, sai uma criança, aí sim, já uma criança, metem-na num saco e deitam-na ao caixote do lixo, ao esgoto ou até no campo”, disse também aquele padre de Viseu.

    Na sua opinião, estas situações só acontecem “por causa da lei que existe actualmente”, sendo que, nestes casos, já considera existir um crime, porque, se o bebé nasceu com vida, “é uma pessoa com personalidade jurídica”.

    “Eu voto ’sim’ sem qualquer dificuldade. Não tomo esta atitude de ânimo leve, sei a minha responsabilidade como católico e como padre”, frisou Manuel Costa Pinto, acrescentando não ter receio de ser excomungado.

    “Já estive suspenso 17 anos por escrever um livro sobre o celibato a defender que os padres se deviam casar. Hoje já toda a gente diz isso, mas naquele tempo [início da década de 70] fui só eu”, contou o padre.

    Manuel Costa Pinto considera que o Evangelho, com o exemplo de Jesus Cristo, bastaria para justificar a sua opinião, mas, no entanto, preferiu também apontar as posições tomadas ao longo dos tempos para sustentar que, ao se despenalizar a interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas, não estará sequer a falar-se de um “ser humano”.
    http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1285028&idCanal=21

  29. 29 29  a.pacheco

    Ultimamente,paresse que um esgoto,se abri-o ,aqui no arrastão,devido ,á categoria ,de certos comentários.

  30. 30 30  Anónimo

    Boa Margarida, agora sim, um padre pode entrar no reino dos céus.

    Hoje finalmente percebi. Não és irónicam, és mesmo uma parvalhona. Será que és a mesma Margarida que defendeu com unhas e dentes a ditadura de Cuba no ASPIRINA B? Cheira-me que sim. E sabias que o Fidel afinal é o Pai Natal? Burra!

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