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	<title>Comentários em: Boletim de voto actualizado</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 04:18:28 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/boletim-de-voto-actualizado/#comment-7962</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2007 00:32:54 +0000</pubDate>
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		<description>Boa Margarida, agora sim, um padre pode entrar no reino dos céus.

Hoje finalmente percebi. Não és irónicam, és mesmo uma parvalhona. Será que és a mesma Margarida que defendeu com unhas e dentes a ditadura de Cuba no ASPIRINA B? Cheira-me que sim. E sabias que o Fidel afinal é o Pai Natal? Burra!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa Margarida, agora sim, um padre pode entrar no reino dos céus.</p>
<p>Hoje finalmente percebi. Não és irónicam, és mesmo uma parvalhona. Será que és a mesma Margarida que defendeu com unhas e dentes a ditadura de Cuba no ASPIRINA B? Cheira-me que sim. E sabias que o Fidel afinal é o Pai Natal? Burra!</p>
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		<title>Por: a.pacheco</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/boletim-de-voto-actualizado/#comment-7963</link>
		<dc:creator>a.pacheco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 23:56:03 +0000</pubDate>
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		<description>Ultimamente,paresse que um esgoto,se abri-o ,aqui no arrastão,devido ,á categoria ,de certos comentários.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente,paresse que um esgoto,se abri-o ,aqui no arrastão,devido ,á categoria ,de certos comentários.</p>
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		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/boletim-de-voto-actualizado/#comment-7964</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 23:44:45 +0000</pubDate>
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		<description>Quer acabar com a humilhação das mulheres em tribunal
Padre Manuel Costa Pinto: "Eu voto 'sim' sem qualquer dificuldade"
07.02.2007 - 23h04   Lusa

Manuel Costa Pinto, padre de Viseu, disse hoje que votará "sim" no referendo do próximo domingo, porque entende que deve acabar a humilhação das mulheres em tribunal e o "verdadeiro infanticídio" a que obriga a lei actual.
O padre Manuel Costa Pinto, de 79 anos, defende que a mulher deve ser libertada "dessa coisa vergonhosa que é o julgamento" e também do castigo da prisão, dando o exemplo de Jesus Cristo, que perdoou a adúltera.

"Jesus disse 'aquele que estiver sem pecado que atire a primeira pedra' e ficou apenas ele e a mulher. Então acrescentou: 'eu não te condeno, vai, e não tornes a pecar'. O nosso magistério, papas e bispos, não pode esquecer isto", considerou o padre Manuel Costa Pinto.

Por outro lado, o padre afirmou não compreender como "pessoas sensatas" podem alhear-se do "verdadeiro infanticídio" que muitas mulheres cometem depois do nascimento dos filhos.

"Mulheres com medo"

"Mulheres com medo, que não têm dinheiro para ir para o aborto clandestino e muito menos para o estrangeiro, disfarçam a gravidez até ao parto. Vão para uma casa de banho, sai uma criança, aí sim, já uma criança, metem-na num saco e deitam-na ao caixote do lixo, ao esgoto ou até no campo", disse também aquele padre de Viseu.

Na sua opinião, estas situações só acontecem "por causa da lei que existe actualmente", sendo que, nestes casos, já considera existir um crime, porque, se o bebé nasceu com vida, "é uma pessoa com personalidade jurídica".

"Eu voto 'sim' sem qualquer dificuldade. Não tomo esta atitude de ânimo leve, sei a minha responsabilidade como católico e como padre", frisou Manuel Costa Pinto, acrescentando não ter receio de ser excomungado.

"Já estive suspenso 17 anos por escrever um livro sobre o celibato a defender que os padres se deviam casar. Hoje já toda a gente diz isso, mas naquele tempo [início da década de 70] fui só eu", contou o padre.

Manuel Costa Pinto considera que o Evangelho, com o exemplo de Jesus Cristo, bastaria para justificar a sua opinião, mas, no entanto, preferiu também apontar as posições tomadas ao longo dos tempos para sustentar que, ao se despenalizar a interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas, não estará sequer a falar-se de um "ser humano".
&lt;a href="http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1285028&#038;idCanal=21" rel="nofollow"&gt;http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1285028&#038;idCanal=21&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quer acabar com a humilhação das mulheres em tribunal<br />
Padre Manuel Costa Pinto: &#8220;Eu voto &#8217;sim&#8217; sem qualquer dificuldade&#8221;<br />
07.02.2007 - 23h04   Lusa</p>
<p>Manuel Costa Pinto, padre de Viseu, disse hoje que votará &#8220;sim&#8221; no referendo do próximo domingo, porque entende que deve acabar a humilhação das mulheres em tribunal e o &#8220;verdadeiro infanticídio&#8221; a que obriga a lei actual.<br />
O padre Manuel Costa Pinto, de 79 anos, defende que a mulher deve ser libertada &#8220;dessa coisa vergonhosa que é o julgamento&#8221; e também do castigo da prisão, dando o exemplo de Jesus Cristo, que perdoou a adúltera.</p>
<p>&#8220;Jesus disse &#8216;aquele que estiver sem pecado que atire a primeira pedra&#8217; e ficou apenas ele e a mulher. Então acrescentou: &#8216;eu não te condeno, vai, e não tornes a pecar&#8217;. O nosso magistério, papas e bispos, não pode esquecer isto&#8221;, considerou o padre Manuel Costa Pinto.</p>
<p>Por outro lado, o padre afirmou não compreender como &#8220;pessoas sensatas&#8221; podem alhear-se do &#8220;verdadeiro infanticídio&#8221; que muitas mulheres cometem depois do nascimento dos filhos.</p>
<p>&#8220;Mulheres com medo&#8221;</p>
<p>&#8220;Mulheres com medo, que não têm dinheiro para ir para o aborto clandestino e muito menos para o estrangeiro, disfarçam a gravidez até ao parto. Vão para uma casa de banho, sai uma criança, aí sim, já uma criança, metem-na num saco e deitam-na ao caixote do lixo, ao esgoto ou até no campo&#8221;, disse também aquele padre de Viseu.</p>
<p>Na sua opinião, estas situações só acontecem &#8220;por causa da lei que existe actualmente&#8221;, sendo que, nestes casos, já considera existir um crime, porque, se o bebé nasceu com vida, &#8220;é uma pessoa com personalidade jurídica&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu voto &#8217;sim&#8217; sem qualquer dificuldade. Não tomo esta atitude de ânimo leve, sei a minha responsabilidade como católico e como padre&#8221;, frisou Manuel Costa Pinto, acrescentando não ter receio de ser excomungado.</p>
<p>&#8220;Já estive suspenso 17 anos por escrever um livro sobre o celibato a defender que os padres se deviam casar. Hoje já toda a gente diz isso, mas naquele tempo [início da década de 70] fui só eu&#8221;, contou o padre.</p>
<p>Manuel Costa Pinto considera que o Evangelho, com o exemplo de Jesus Cristo, bastaria para justificar a sua opinião, mas, no entanto, preferiu também apontar as posições tomadas ao longo dos tempos para sustentar que, ao se despenalizar a interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas, não estará sequer a falar-se de um &#8220;ser humano&#8221;.<br />
<a href="http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1285028&#038;idCanal=21" rel="nofollow">http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1285028&#038;idCanal=21</a></p>
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		<title>Por: Tipilina</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/boletim-de-voto-actualizado/#comment-7965</link>
		<dc:creator>Tipilina</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 21:11:37 +0000</pubDate>
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		<description>Então a Camara dirigida pelo Bloco tmabém foi visitada pela PJ.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então a Camara dirigida pelo Bloco tmabém foi visitada pela PJ.</p>
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	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/boletim-de-voto-actualizado/#comment-7966</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 21:07:22 +0000</pubDate>
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		<description>porra isto é de mais</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>porra isto é de mais</p>
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		<title>Por: Sinfonia do disparate consonante</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/boletim-de-voto-actualizado/#comment-7967</link>
		<dc:creator>Sinfonia do disparate consonante</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 21:04:26 +0000</pubDate>
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		<description>Também há divisões no "sim", o "sim" suave e o "sim" duro. De todo o modo, o aborto poderá ser feito à vontade, por capricho ou para evitar pequenas deformações estéticas na barriguinha.

Viva a liberdade!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também há divisões no &#8220;sim&#8221;, o &#8220;sim&#8221; suave e o &#8220;sim&#8221; duro. De todo o modo, o aborto poderá ser feito à vontade, por capricho ou para evitar pequenas deformações estéticas na barriguinha.</p>
<p>Viva a liberdade!</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/boletim-de-voto-actualizado/#comment-7968</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 20:49:16 +0000</pubDate>
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		<description>Voltando à questão mais importante de momento, a do aborto, e sabendo que neste blog não há indecisos, todos estão inteiramente convictos nas suas opções,não tenho a pretensão de convencer ninguém, no entanto, gostava de perceber melhor algumas posições, nomeadamente a do Daniel. Estive a ler grande parte do seu «manifesto pró-aborto», percebi com satisfação que existem dúvidas na sua cabeça (outras que o SIM/NÂO), não consigo perceber algumas coisas que gostava que me explicasse, dúvidas estas suscitadas pelo trecho que transcrevo:

«É verdade porque haverá sempre pessoas que abortam depois das dez semanas. Para essas, a lei que aprovaremos em Fevereiro dará a mesma resposta que a lei que temos hoje dá a todas elas. Perguntam-me: sou a favor da criminalização dessas mulheres? E eu respondo, com sinceridade, que não. Mas, para dizer a verdade, devolvo a pergunta aos defensores do “não”: são eles a favor da prisão das mulheres que abortam? E eles respondem o mesmo que eu. No entanto, não resolvo este problema da minha incoerência, quando digo que a lei não deve aconselhar. Ou é para ser aplicada ou mais vale ser alterada. Achando que a lei deve definir um prazo, haveria soluções para este problema, como criminalizar o aborto sem criminalizar a mulher que o faz (há mais envolvidos para além da mulher na prática de aborto) ou penalizar sem criminalizar. Como não me ponho, neste debate, numa posição moral, posso aceitar que tudo tem nuances e que a lei não responde de forma clara a todas elas.»

Presumo por esta sua declaração que aceite que quase tudo tenha nuances e que talvez seja possível não mandar para a prisão as mulheres que estão grávidas com mais de dez semanas.

Supondo que ganha o SIM e que o aborto passará a ser livre até às 10 semanas, a nova lei manda efectivamente para a cadeia as mulheres que o cometam depois? É isso que a nova lei pressupõe? É isso que o referendo pressupõe? Melhor: será possível não mandar para a cadeia as mulheres que façãm aborto depois das dez semanas? Como?

Sendo possível esta minha intenção - que também é sua - através de uma nuance («posso aceitar que tudo tem nuances e que a lei não responde de forma clara a todas elas.»), porque acha que é impossível essa nuance de existir (antes das 10 semanas) no caso do NÃO ganhar o referendo? A figura jurídica do crime sem pena não pode ser criada, à semelhança do que existe no Brasil?

Repare que este parece-me que é um de dois pontos essenciais da discórdia - o outro é a auto-determinação neste assunto da mulher grávida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Voltando à questão mais importante de momento, a do aborto, e sabendo que neste blog não há indecisos, todos estão inteiramente convictos nas suas opções,não tenho a pretensão de convencer ninguém, no entanto, gostava de perceber melhor algumas posições, nomeadamente a do Daniel. Estive a ler grande parte do seu «manifesto pró-aborto», percebi com satisfação que existem dúvidas na sua cabeça (outras que o SIM/NÂO), não consigo perceber algumas coisas que gostava que me explicasse, dúvidas estas suscitadas pelo trecho que transcrevo:</p>
<p>«É verdade porque haverá sempre pessoas que abortam depois das dez semanas. Para essas, a lei que aprovaremos em Fevereiro dará a mesma resposta que a lei que temos hoje dá a todas elas. Perguntam-me: sou a favor da criminalização dessas mulheres? E eu respondo, com sinceridade, que não. Mas, para dizer a verdade, devolvo a pergunta aos defensores do “não”: são eles a favor da prisão das mulheres que abortam? E eles respondem o mesmo que eu. No entanto, não resolvo este problema da minha incoerência, quando digo que a lei não deve aconselhar. Ou é para ser aplicada ou mais vale ser alterada. Achando que a lei deve definir um prazo, haveria soluções para este problema, como criminalizar o aborto sem criminalizar a mulher que o faz (há mais envolvidos para além da mulher na prática de aborto) ou penalizar sem criminalizar. Como não me ponho, neste debate, numa posição moral, posso aceitar que tudo tem nuances e que a lei não responde de forma clara a todas elas.»</p>
<p>Presumo por esta sua declaração que aceite que quase tudo tenha nuances e que talvez seja possível não mandar para a prisão as mulheres que estão grávidas com mais de dez semanas.</p>
<p>Supondo que ganha o SIM e que o aborto passará a ser livre até às 10 semanas, a nova lei manda efectivamente para a cadeia as mulheres que o cometam depois? É isso que a nova lei pressupõe? É isso que o referendo pressupõe? Melhor: será possível não mandar para a cadeia as mulheres que façãm aborto depois das dez semanas? Como?</p>
<p>Sendo possível esta minha intenção - que também é sua - através de uma nuance («posso aceitar que tudo tem nuances e que a lei não responde de forma clara a todas elas.»), porque acha que é impossível essa nuance de existir (antes das 10 semanas) no caso do NÃO ganhar o referendo? A figura jurídica do crime sem pena não pode ser criada, à semelhança do que existe no Brasil?</p>
<p>Repare que este parece-me que é um de dois pontos essenciais da discórdia - o outro é a auto-determinação neste assunto da mulher grávida.</p>
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	<item>
		<title>Por: José Manuel Faria</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/boletim-de-voto-actualizado/#comment-7969</link>
		<dc:creator>José Manuel Faria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 19:04:47 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, Sim.</description>
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	<item>
		<title>Por: Sebastião Silva</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/boletim-de-voto-actualizado/#comment-7970</link>
		<dc:creator>Sebastião Silva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 18:34:34 +0000</pubDate>
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		<description>Ser a favor do NÃO é saber que um individuo é ele e a sua condição, mas acreditar que a sua condição nunca deverá colocar em causa a vide de um terceiro, pois a vida tem de ser um valor SUPREMO e UNIVERSAL para todos os CREDOS, RAÇAS, NACIONALIDADES e IDEOLOGIAS, no ESPAÇO e no TEMPO.

Enough?

Sebastião SIlva</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ser a favor do NÃO é saber que um individuo é ele e a sua condição, mas acreditar que a sua condição nunca deverá colocar em causa a vide de um terceiro, pois a vida tem de ser um valor SUPREMO e UNIVERSAL para todos os CREDOS, RAÇAS, NACIONALIDADES e IDEOLOGIAS, no ESPAÇO e no TEMPO.</p>
<p>Enough?</p>
<p>Sebastião SIlva</p>
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	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/boletim-de-voto-actualizado/#comment-7971</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 18:33:09 +0000</pubDate>
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		<description>Enough?
Concerteza, só confirma porque eu já votava Não.
A “vida” não é politica  não pode ser politica, e não pode ser politizada</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enough?<br />
Concerteza, só confirma porque eu já votava Não.<br />
A “vida” não é politica  não pode ser politica, e não pode ser politizada</p>
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