Mas isto não se aplica igualmente ao estudo da CIP que ainda antes do estudo já era contra a Ota e que contratou técnicos para concluírem que havia melhor solução do que a Ota?
Por Daniel Oliveira 16 Jun 07 em Sem categoriaMas isto não se aplica igualmente ao estudo da CIP que ainda antes do estudo já era contra a Ota e que contratou técnicos para concluírem que havia melhor solução do que a Ota?
Por Daniel Oliveira 16 Jun 07 em Sem categoria
Sem dúvida. O que demonstra que, na vasta maioria das vezes, os estudos são regularmente legitimadores de uma opção prévia. Ficarei admirado se, nos próximos seis meses, não surgirem novos estudos defendendo novos locais, financiados por grupos de empresários claramente “desinteressados”.
O Lnec vai funcionar como arbitro: De um lado temos a CIP a defender alcochete; do outro temos o governo a defender Ota.
Ora o árbito deve por difinição ser isento. Para JM este não é. Para mim o LNEC é o melhor arbito que se poderia tera arranjado.
http://de-ma-fenetre.blogspot.com/2007/06/corram-que-ainda-h-uma-fatia-por.html
Eu diria que se aplica por maioria de razão ao estudo da CIP.
Olha a grande descoberta. A maior parte dos estudos são feitos à medida do cliente, claro! As entidades não vivem do ar, e os argumementos que os relatórios trazem são proporcionalmente mais musculados quanto mais bem pagos. Já agora, conheço uma empresa que faz «Planos Estratégicos», e outros documentos similares, para cidades que quase nem conhecem. Encomendados por autarcas que nem uma redacção de jeito sabem escrever…
Vamos experimentar o efeito boomerang no nosso post e ver se espreitam o nosso blog. Quanto ao post acho que os estudos sao um suporte mas tambèm podem limitar a opinião.