FiquemNoPorto


120 respostas ao post “Campanha sulista, elitista e até liberal”  

  1. 1 1  LAM

    POR FAVOR, LEVEM PARA LISBOA.

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  2. 2 2  Levy

    E não saiam de lá. Livras.

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  3. 3 3  esquerdino

    É nestes momentos que vem à tona o país real. O país atrasadíssimo que temos. Ver políticos, comentadores, etc a discutir o sexo dos anjos, a discutir o facto de uma organização (desportiva) ir para onde bem entender….
    Quanto às deslocalizações…. hmmm “inevitável”.
    Eu que não sou nem da Lisboa capital, nem do Porto aldeia candidata a capital II, digo: Venha a regionalização já, ao menos a ver se nos chegam os fundos de coesão PARA REGIÕES ULTRA PERIFÉRICAS. Depois bailemos outra dança….

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  4. 4 4  isagt

    Do outro post para este, ainda não mudei de ideias e com o melhor espírito natalício, o Porto deve ficar com a Race como prenda do Pai Natal de Lisboa.

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  5. 5 5  Rui F

    “who framed roger rabbit?”

    :-)

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  6. 6 6  Daniel Santos

    Exagero de cartaz.

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  7. 7 7  joaquim azevedo

    Por mim, podem levar o Red Bull, a corrida dos calhambeques, o La Feria e o Rui Rio. Metam tudo no mesmo saco e despejem-nos em Santa Apolónia. Ah, ia-me esquecendo. Também podem levar o Quim Barreiros nas noites de fim de ano, a estrela musical preferida da Câmara para animar as hostes.
    Outras sugestões de rapto que eu agradeceria fossem levadas em consideração: Paulo Rangel, Belmiro de Azevedo, Aguiar Branco, Filipe Menezes, José Guilherme Aguiar, Narciso Miranda, Fernando Gomes, José Mota (ex-presidente de Espinho), Bragança Fernandes (Maia), Valentim Loureiro e respectivos familiares e outros que tal.
    Todos para Lisboa, já!

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  8. 8 8  Não Interessa

    Quem acha que isto partiu da Red Bull só está a estupidificar a conversa. Quem tenta cobrir o endorsement silencioso a esta vergonha com uma suposta indiferença relativamente ao evento em vez de se pronunciar sobre o assunto num post sério não fica melhor na figura.

    Com muita pena minha, é mais um exemplo da abundância de retórica na esquerda, por contraponto a uma completa inoperância quando se trata de mostrar serviço.

    Quando trata de ter tudo quanto é evento mais perto do quintal, ficam amochadinhos, nem dizem nada..

    Devo andar mesmo do lado errado da barricada. Cada vez me convenço mais.

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  9. 9 9  Nom_de_Guerre

    “Podes ficar com a banca, com a race, com a indústria, mas não ficas com ele (FCP)”

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  10. 10 10  João

    Mas se o espectáculo é de uma empresa privada, sendo que no Porto é também apoiado por empresas públicas como a ANA, qual o mal de vir para Lisboa?

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  11. 11 11  isagt

    #7
    Mesmo com a desculpa do Natal, não será, estar a pedir demais? :-)

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  12. 12 12  Antonio Cunha

    7 joaquim azevedo

    Então e o Pinto da Costa Esqueceu-se foi !!!!

    Está voce sempre a falar que condena o PC e agora não se lembrou dele ? Ai essa memória !!!!

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  13. 13 13  Antonio Cunha

    A malta de Caviar de Lisboa não quer o Red Bull que leva MILHÕES de pessoas a um evento espectacular. A malta quer é teatro do chapitô, djambés, umas brocas e umas bebidas exóticas. E para acabar a noite o filme fetiche desta malta toda “branca de neve” por césar monteiro e pago por todos nós.

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  14. 14 14  Andre

    Chiça que isto já enjoa tanto como o Red Bull…
    Aquilo tem piada uma vez. Depois é sempre, sempre igual. Uma estopada.

    A única questão que se coloca aqui é que era um evento que tinha sucesso e de há uns meses para cá andava uma teoria da conspiração no ar que se confirmou.

    Por mim levem essa treta e arranjem um patrocinador igual (estado) que faça um pavilhão multiusos em condições no Porto.

    Estou farto de gastar dinheiro na A1 para ver bons concertos….

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  15. 15 15  joaquim azevedo

    Cunha, o Pinto da Costa queria-o você e mais 6 milhões para salvar o (des)glorioso da falência e ganhar uns campeonatos da bola. Esse, mesmo com todos os defeitos que tem, fica cá.
    Mas cedo de boa vontade a Carolina se a Leonor Pinhão se comprometer a dar-lhe guarida.

    Espero que você se divirta à brava no “evento espectacular”. Parece que já estou a vê-lo: máquina fotográfica a tiracolo, água do Luso qb, boné do benfica, t-shirt do Aimar, chinelas de praia, uns panados feitos de véspera na lancheira e nariz ao alto a contar aviões. Como eu o invejo, caro amigo.

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  16. 16 16  José Bastos

    Somos uns parolos do caneco!…

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  17. 17 17  Vicente de Lisboa

    Onde é que assino?

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  18. 18 18  andré

    A indefinição que paira sobre a cimeira de Copenhaga deixa o mundo em suspenso. Aguardamos para saber se há ou não acordo para diminuir as emissões.
    Enquanto isso, e totalmente em contra ciclo, o país anda preocupado com uma corrida de aviões que, ao que parece, se vai transferir do Porto para Lisboa.
    Vá-se lá perceber…

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  19. 19 19  PSP

    Que quer Vossa Majestade? – Lisboa faz o que pode: quem tem um temperamento saloio não pode tirar dele requintes de artista. Lisboa é uma cidade saloia: é uma cidade de fora de portas: é uma cidade de aldeia. A sua imaginação, violentada para conceber uma festa, não pode produzir mais que o arraial (As Farpas, 1872).

    Por isso, acrescento eu, a Red Bull… dá-lhe asas! Bom proveito!

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  20. 20 20  Henrique Morais

    António Cunha…Red Bull Air Race é pro povinho. As cabeças intelectuais não gostam de banalidades.

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  21. 21 21  António de Almeida

    É legítimo a organização ir para onde bem entender. É legítimo, mas de interesse duvidoso, que as autarquias de Lisboa e Oeiras tentem desviar esta prova para o Tejo. É totalmente inadmissivel que uma instituição financiada por dinheiros públicos, o Turismo de Portugal se envolva. É altamente questionável que empresas participadas por dinheiros públicos também o façam, o país nada tem a ganhar com tentativas de centralização, fazem parte dum nacional parolismo reinante.

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  22. 22 22  LAM

    António Cunha #13

    Não se já assistiu ou não. Mas garanto-lhe que, como espectáculo (considerações políticas à parte), aquilo é uma estopada. Não será como a “Branca de Neve” mas olhe que não anda lá longe.
    Mas, claro, comprove por si mesmo.

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  23. 23 23  Pedro Rocha

    Esquerda?…como ela vai…

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  24. 24 24  mário borges
  25. 25 25  Carlitos Marx

    Onde é que se assina para esta merda não vir para Lisboa?
    E, já agora, onde é que se assina para esta merda voltar ao Porto? Festivais destes são a cara dos tripeiros…E ainda, onde é que se assina para deixarmos de ser diariamente bombardeados com a programação da Casa da Música? Muito dinheiro mal gasto continua a haver por aí…

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  26. 26 26  José Costa

    Isto tem tudo muita piada se de facto, infelizmente, não fosse mais um sinal do imenso macrocefalimo deste país….

    A cidade do Porto, da qual sou cidadão pátrio, tem vindo, tb muito por culpa das suas elites que nada mais fazem que queixar-se e lamuriar-se, a perder paulatinamente a sua capacidade de ser um polo atractivo e uma cidade com a grandeza que a sua História lhe merece…

    Sedes de empresas e bancos, a Bolsa, jornais importantes (Primeiro de Janeiro e Comércio do Porto), dois grandes clubes (Boavista Futebol Clube e Sport Comércio e Salgueiros), tudo se vai esvaindo e esboroando….

    Se a isto juntarmos a política monolítica do nosso Presidente da Câmara e a incapacidade dos partidos de esquerda de apresentarem portuenses com categoria para correrem com o ele e a habitual condescendência e sobranceria com que os da capital olham para o Porto (olhar com o qual o Daniel, e com grande pena o digo, parece olhar tb para o Porto e os Portuenses), podemos perceber que as pessoas comecem a ficar fartas de que tudo o que “brilha” se vá e façam tal escarcéu por causa de uma parvoíce como a RBAR.

    Pobre fim para uma cidade que durante centenas de anos foi o bastião da Liberdade e do Trabalho e à qual devemos o a ala esquerda do Liberalismo, e as primeiras lutas pela República, a “Mui Nobre e Sempre Leal Invicata Cidade do Porto”

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  27. 27 27  Edgar Alain Prost

    Para mim, o critério é antes de mais estético. A foz do Douro no Porto é dos sítios mais belos do mundo. E com os aviões o cenário ficava uma pedra!
    Em Lisboa, em embora a paisagem seja bonita, não me parece que seja igualmente bonita, além de ter só uma ponte (o que tira metade da adrenalina)

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  28. 28 28  Carlitos Marx

    Joaquim Azevedo: na sua curta mas significativa lista não encontro nem o Pinto da Costa, nem nenhum dos Gomes ou mesmo a inefável Elisa. Porquê? Cheira-me a tripeirice socrático/portista de 5ª categoria. Cheira-me…

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  29. 29 29  fado alexandrino

    além de ter só uma ponte (o que tira metade da adrenalina)

    Não deve ter visto prova nenhuma.
    Os aviões não estavam e não vão estar autorizados a aproximar-se de ponte nenhuma.

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  30. 30 30  Manolo Heredia

    Quem está por detrás desta marosca só pode ser o pessoal da Lapa. Querem ver o espectáculo de borla, lá da varanda. Que se lixem os murcons!

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  31. 31 31  Não Interessa

    Mário Borges que moral, se tivessem estado quietos já nada disso acontecia. Agora ainda queriam que ficassemos sentadinhos e não esboçássemos protesto? Estão mesmo mal habitruados aí na capital do império, parece-me que o exemplo do futebol não anda a passar a mensagem que se exigiria.

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  32. 32 32  Nuno Cruz

    Os posts inenarráveis que por aqui vejo com caricaturas dos habitantes do porto são esclarecedores sobre o provincianismo da capital, tão grande como o da segunda cidade do país.

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  33. 33 33  portela menos 1

    só pode ser para chatear o PdaCosta e o Serrão; não bastava o Estádio Nacional de Oeiras!

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  34. 34 34  Eurico Moura

    E ainda há quem chame desporto aquela merda. Eu só espero é que nunca haja uma avaria ou que nenhum dos tipos desmaie por excesso de GGGG e embata na 25 de Abril.

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  35. 35 35  António

    Fado, não estavam autorizados a aproximar-se de ponte nenhuma?! Então o que era aquilo à beira da Luís I?! Era uma gaivota a fazer piruetas?! E por cima da Arrábida era um milhafre?!
    (e sabe que só não passavam debaixo do tabuleiro inferior da Luís I – que era o ponto inicial do percurso no primeiro ano – porque o primeiro piloto que lá passou disse que aquilo com o sol a bater de frente ia ser muito complicado, não sabe?!)

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  36. 36 36  cenas underground

    Eu confesso que estou estupefacto com tudo isto. Sempre assumi que os escritores deste blog fossem pessoas de bom senso. É que uma coisa é achar que isto do Red Bull é uma discussão desinteressante, ou até ficar contente pelo facto de Lisboa, a vossa cidade, ganhar mais uma vez. Outra coisa bem diferente é esta ridicularização indirecta da cidade do Porto. Tanta preocupação com o Sara Ocidental, mas com o facto de todo o Portugal, especialmente o Norte, estar transformado em paisagem de Lisboa, nada. É que se é para isto, mais valia simplesmente fazerem um enorme muro lá para os lados de Leiria, migrar as pessoas aí para o sul e transformar o resto num pinhal. A qualidade de vida, em termos relativos, nesta cidade (Porto) deteriora-se todos os anos. E vocês, riem-se “dos saloios”. Isto não é sobre o Red Bull, é sobre um país fortemente centralizado, onde poucas coisas conseguem ter sucesso fora de Lisboa, e quando o têm, rapidamente são absorvidas por Lisboa. Eu vou parar de escrever, porque pelos comentários que li, neste e no outro post, já vi que argumentar é inútil. Termino dizendo que por um lado até é bom escreverem de vez em quando um destes posts de Esquerda Caviar. São um reality check. Aposto que o dificil acesso do Ze Povinho aos bens culturais é um tema frequente de discussão no Tavares, enquanto fazem horas para ir ver mais um espectáculo ao CCB.

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    Daniel Oliveira Reply:

    cenas, esse complexo de inferioridade faz pouco sentido e o Porto não o merece. Apenas desconsiderei a prova em causa. E a maior parte dos portuenses que conheço não lhe liga um pevide,

  37. 37 37  Vítor

    Daniel, acho que o cenas na maior parte do seu texto tem razão.
    Eu não gosto do RedBull Air Race, aliás até me foi incómodo quando interditaram a Ponte Arrábida num desses dias. É uma questão de princípio. Este boato já corria há muito e veio-se a confirmar. O lobby da Indústria Hoteleira em Lisboa é muito forte. O envolvimento de entidades públicas para que seja possível esta mudança é o mais grave.

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  38. 38 38  João Cerqueira

    A descolagem dos aviões do Porto para Lisboa seria caricata não fosse levantar a questão de tudo se concentrar em Lisboa.

    Sou de Viana do Castelo e nunca na vida me tinha visto como sendo do Norte (e muito menos do Porto) até que, por ter passado parte dos últimos quatro anos em Lisboa, me fizeram descobrir que era do Norte. E fico muito grato.
    Tal como quase todos os amigos que «emigraram» para Lisboa há anos me contavam que as pessoas vindas do Norte de Portugal eram vistas pelos colegas de trabalho e outros lisboetas com sendo uma espécie de provincianos que não sabiam falar, acabei por descobrir o mesmo em Lisboa.
    Se uma das pessoas amigas ouviu de um colega de trabalho «para que é que vocês do Norte vem para cá?», eu, estando num dos locais mais bonitos da belíssima Lisboa, num restaurante japonês defronte para o Tejo, tendo pedido a conta descobri que a empregada que nos servira estava a fazer chacota com o meu inenarrável sotaque vianense (pedi o livro de reclamações e falei com gerente).

    Acho que isto só pode acontecer em Lisboa e a explicação é o provincianismo de que falava Fernando Pessoa.

    Todavia, julgando dominar na perfeição a língua portuguesa, parte dos lisboetas solta diariamente pérolas de oralidade como «a gente vamos», «muita giro» (em Lisboa o Muito passou a Muita), o começo de todas as frases por «é pá» e o único adjectivo que parecem conhecer para descrever emoções associadas ao belo ou ao bom é «giríssimo»; já para não falar do emudecimento das vogais _ Lesboa _ que tanto empobrece a língua portuguesa.

    Por outro lado, a maioria dos lisboetas não faz a menor ideia do que seja o resto de Portugal, descontando as praias do Algarve e parte do Alentejo. Por isso, é natural que não compreendam que existem outras cidades e que, tal como sucede por exemplo em Espanha, os seus cidadãos lutem pela dinamização económica e cultural da sua terra.
    Dito isto, passo muito bem sem os aviões e, como já disse, acho Lisboa Muita Gira, Giríssima.

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    Daniel Oliveira Reply:

    João, isso pode acontecer em qualquer cidade do mundo. Os portuenses sempre brincaram com o meu sotaque e isso nunca me aqueceu ou arrefeceu. A verdade é que o ressentimento tira poder de encaixe.
    Quanto ao seu colega lisboeta é só parvo e não sabe que a esmagadora dos lisboetas vêm de outros lugares.

  39. 39 39  Edgar Alain Prost

    Caro Fado Alexandrino,
    Não vi nenhuma prova ao vivo, mas fui vendo na TV e não os vi passar muito longe das pontes. Enfim… o que vale é que na TV nada é o q parece

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  40. 40 40  Não Interessa

    “cenas underground” não o teria dito melhor. É precisamente isso. Volta e meia uma pessoa deixa-se descuidar e chegamos a acreditar na sensatez desta pseudo-esquerda da treta que, when push comes to shove, é cheia de.. ideias, “mas os aviõezinhos na capital do império é que davam jeito”. Queria acreditar que a idiotização desta gente no Vai Tudo Abaixo, e nos seus Homens da Luta, era excessiva mas afinal é fiel..

    Daniel o facto de os portuenses não ligarem pevide á prova faz dela menos dinamizadora d comércio local? O que é que isso interessa? Assim de repente não me recordo de nenhum evento em

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  41. 41 41  Não Interessa

    Daniel o facto de os portuenses não ligarem pevide á prova faz dela menos dinamizadora d comércio local? O que é que isso interessa? Assim de repente não me recordo de nenhum evento em Lisboa com cerca de 1.000.000 de espectadores, nada mau para quem não lhe liga pevide…

    Enfim…

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    Daniel Oliveira Reply:

    A árvore de Natal do terreiro do paço também tinha muitas visitas. Se isso chega a fazer dela um acontecimento…

  42. 42 42  clara martins

    Por favor, senhores, deixem lá a porcaria dos aviões, façam como o PR Cavaco, preocupem-se com o desemprego, o défice e não sei que mais. O Cavacão não quer os homossexuais casados, quer toda a gente a fazer criancinhas e eu, habitante do Porto, quero os aviõezinhos em Lisboa. É só pra chatear…

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  43. 43 43  Nuno Cruz

    Não é um complexo de inferioridade (ao contrário do que dizem muitos lisboetas) mas a constatação do centralismo da capital que concentra investimentos e recursos. Estamos a falar de factos objectivamente controláveis como é o investimento económico, turístico e cultural ou o PIB per capita.

    O episódio da Reb Bull não é importante a não ser pelo seu aspecto simbólico bem presente.

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  44. 44 44  LAM

    Tudo isto, mais avião menos avião, remete para a regionalização que já deveria estar em prática há muitos anos.
    Cada vez me convenço mais que quer sociológica quer culturalmente há muito mais afinidades com a Galiza do que com Lisboa, ou o que ela representa, e é a dinâmica de Espanha e Galega que têm obstado a que as coisas no norte de Portugal não estejam piores ainda, quer no campo da indústria, do comércio ou mesmo cultural de que, de Lisboa (do centralismo lisboeta, melhor dizendo), não chegam senão sucedâneos parolos.
    A regionalização é uma urgência e só com a regionalização se podem desenhar alterações positivas no desenvolvimento. Até lá vai ser mais do mesmo.

    Só lamento que este assunto vá ficar a partir de agora mais na ordem do dia por causa da limitação do tempo dos mandatos autárquicos, que vai obrigar os autarcas nortenhos a procurarem outras “reformas”, eles que sem dúvida também, têm sido um dos obstáculos à regionalização.

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  45. 45 45  Vítor

    Daniel, fale do que sabe. O comércio local ganhava mais naqueles dois dias do que no resto do mês inteiro. Falo por experiência própria pois sou contabilista no Porto.

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  46. 46 46  cafc

    Depois de ler vários comentários:

    1- Uns (“pegando” no tema “a sério”), tentando, a partir dele, fazer uma análise do “rectângulo” e suas “gentes”;
    2- Outros, “gozando” (mas, com coisas sérias incluídas).

    Opto por, de momento, entrar numa espécie de “3ª via”. “Red Bull”, no Porto, é “contra natura”.
    Só faltava que, agora que vem para Lisboa, passasse a ser “Blue Bull”.

    Saudações “aéreas”.

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  47. 47 47  Antonio Cunha

    7 joaquim azevedo

    Caro Azevedo irei ver a corrida mas do meu lado em Porto Brandão a comer uma grande “carvoada” regada por um belo tinto. Se um dia quiser posso recomendar-lhe alguns restaurantes de Porto Brandão.

    Daniel, eu adorava ir ver a arvore de natal da SIC/BCP que primeiro estava em Belem e depois é que foi para o TP. Os meus filhos adoravam ver a arvore. Mas agora está no Porto e ninguem se queixa.

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  48. 48 48  LAM

    Vitor #48

    Não se acredite nisso. Como digo num comentário anterior (no outro post sobre este assunto), o protesto dos comerciantes é mais fomentado do exterior por algumas forças políticas do que outra coisa.

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  49. 49 49  Vítor

    LAM, a mim ninguém me disse. Eu constatei por mim mesmo, como eu já disse sou contabilista no Porto.

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  50. 50 50  João Cerqueira

    Daniel Oliveira

    Eu próprio e as pessoas às quais me referia não temos nenhum ressentimento seja contra quem for (exceptuando os jovens).
    Pelo contrário, todos gostamos muito de Lisboa.
    Mas, suponho que também o Daniel, se estivesse num lugar onde esperava ser bem atendido (porque para isso pagava) e descobria que algum empregado o estava a tentar achincalhar, certamente não iria achar graça nenhuma.
    Pois uma coisa são os nossos amigos de outros lugares gozarem connosco e a nossa terra, outra é a má criação de alguns empregados. Porque, da mesma forma, eu não tenho o direito de gozar com quem está a fazer o seu trabalho, ou mandar piropos a uma funcionária giríssima (e vontade não me faltava, às vezes).

    Todavia, se alguém se quiser realmente rir à custa de Viana do Castelo que venha ver a Oitava Maravilha do Mundo que colocaram na Praça da Republica _ urbanismo do século XV : o fabuloso monumento ao grande vianense (ou galego) Caramuru – um soldado e uma índia com o rabo à mostra dentro dentro de um tanque.
    Não há nada no mundo que se lhe compare.
    Aconselho sobretudo a visita aos que são contra a regionalização. Depois de verem aquilo ficam com um argumento imbatível.

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  51. 51 51  LAM

    Vitor,

    Tem algum comércio na zona ribeirinha do Douro, no Porto ou em Gaia? Eu tenho.

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  52. 52 52  fado alexandrino

    Para quem viu pontes e aviões a passar por cima e por baixo como no cinema aconselho irem aqui e ver o detalhe da prova.

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  53. 53 53  Vítor

    LAM,

    Faço a contabilidade de vários e tenho acesso ao mapa de vendas diário. Mas claro, depende do tipo de negócio.

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  54. 54 54  joaquim azevedo

    Carlitos Marx #28, cito:
    “Joaquim Azevedo: na sua curta mas significativa lista não encontro nem o Pinto da Costa, nem nenhum dos Gomes ou mesmo a inefável Elisa. Porquê? Cheira-me a tripeirice socrático/portista de 5ª categoria. Cheira-me…”

    Carlitos, cheira-lhe a quê, concretamente? Explique-se, homem…
    Na minha lista não encontra o Pinto da Costa por razões óbvias – se o dito cujo fosse enviado para a capital do império era enforcado, qual Saddam.
    E mais, você leu mal: na minha lista consta o “Gomes”, não o bi bota de ouro do FCPorto, mas sim o Homem da Peruca.
    Quanto à Dona Elisa, nem sequer lhe dou relevância. Apenas sei que ela veste uma camisola do FCPorto quando vai ao futebol. De resto, é apenas mais um elemento (independente) do PS que faz o jogo do Capital, como todos os PS’s.
    Portista (FCP) sou, e sempre serei. Mas isso é uma paixão, não é do domínio do racional.
    Portanto, a sua associação socrático/portista é completamente abusiva. Aliás, nem sei onde foi você pescar essa ideia…

    Cunha #50, confesso a minha ignorância: o que é uma carvoada?

    [Responder]

  55. 55 55  H.D.P.

    a capital do império está a cair de podre…

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  56. 56 56  tripeiro

    Este post parece-me um caso evidente de portofobia, que viola os principios do Arrastão.

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  57. 57 57  anticentralista

    “O seu comentário aguarda aprovação. Os autores do Arrastão reservam-se o direito a não publicar comentários que ofendam os seus valores éticos ou que estejam abaixo do nível de qualidade de debate que este blogue procura promover”

    Então isto é que é um post com cólidade? E valores éticos ? Balhamedeus.

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  58. 58 58  Miguel

    Fado, e como entram no circuito sem passar primeiro por cima da Ponte da Arrábida?! (pode ver no youtube o início do circuito, com a Ponte da Arrábida bastante próxima:http://www.youtube.com/watch?v=h1PRKszMxwY )
    E como o António #35 disse ali em cima, eles no primeiro ano chegaram a passar debaixo da Ponte Luís I (aliás o circuito começava daquele lado, exactamente debaixo da ponte), mas os primeiros pilotos que lá passaram em testes disseram que aquilo ia ser muito perigoso quando o sol estivesse de frente, então o circuito mudou completamente e começa e termina do lado poente perto da Arrábida, com um meio-oito cubano (ou lá como se diz) à frente da Luís I (faziam isto que se vê neste vídeo, não aparece a ponte em si, mas se conhece o Porto vê a Praça da Ribeira em frente que fica pra aí a uns 200 metros da ponte: http://www.youtube.com/watch?v=KwmzBfW1EoU )
    Por isso, o seu comentário #29 era mentira pois eles aproximavam-se não de uma, mas de duas pontes.

    [Responder]

  59. 59 59  A.R.A

    JOAQUIM AZEVEDO (SLB – 1 vs FCP -0)
    Como o 3º lugar vos fica tão bem ;)

    Fala-se em Lisboa e Porto e logo saltam as jugulares das mentezinhas tacanhas regionalistas em defesa de algo que, devido as dimensões geograficas cá do burgo, prima pelo tacanho e puro bairrismo.

    Aceito que cada um, á sua maneira, defenda a sua terra exaltando o que esta tem de melhor mas se, julgando pelas palavras de Antonio Costa, no caso,foi a propria Red Bull que entrou em contacto com a CMLisboa para se mudar o local do evento e que este (A.Costa) entrou imediatamente em contacto com a CMPorto vulgo seu presidente a informar tal facto, não sei porque raio irão pessoas medianamente inteligentes dar ouvidos a um espicaçar sectario e provinciano de um presidente de um clube rival a outro de Lisboa, conhecido pelo seu regionalismo de guerrilha.

    Pois deu-se mal o energumeno presidencial com a ja gasta tactica do reunir das tropas e sobe para a mui invicta com o rabinho entre as pernas, sedento de vingança, a preparar as provas do que o proprio afirma que «vai surpreender o país inteiro».

    Falo obviamente do Pinto da Costa e sua corte.

    JOAO CERQUEIRA#39

    Como alfacinha, quando me desmascaro com o meu sotaque sou apelidado no norte como MOURO ou quando visito as Beiras Serrana sou ROMANO ou seja, sou sempre visto como o inimigo, um invasor no meu proprio país!

    Por ser Lisboeta, por esas terras do nosso Portugal, a maneira como me olham de soslaio ou desconfiança como se os fosse enganar é algo que,no caso do Joao Cerqueira, me criaria um certo mau estar constante visto que sempre que saisse de Lisboa para qualquer lado do país as gentes tratariam de me banir do contacto social com eles por ser tido e achado como um malandro da capital a espera de os enganar.

    Pois acho bela a sua Viana (não esquecendo a mais bela vila de Portugal, Ponte de Lima) tal como tantos outras cidades, vilas e aldeias deste nosso Portugal tão pequeno mas tão diverso de norte a sul, portanto, com tantos outros exemplos em que se poderia utilizar o exemplo da flagrante centralidade administrativa, financeira e cultural do país que se concentra em Lisboa, vão por certo utilizar o exemplo mais ridiculo para demonstrarem o despeito e amarguras recalcadas.

    Posto isto reafrimo que sou apologista do regionalismo mas não este de maldizencia e divisionista.

    Aquele Abraço
    A.R.A

    [Responder]

  60. 60 60  João

    Vou roubar o ‘post’ e entrar na campanha

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  61. 61 61  joaquim azevedo

    ARA, você, lamentavelmente, talvez inebriado pela vitória dos SLB’s (Sport Lisboa Benfica e Santo Lucílio Baptista), decide colar o Pinto da Costa a esta história da RedBull. Para isso, ignora as reacções do Rio, do Menezes, do Pacheco, do Lobo Xavi (grupo Sonae) e faz de conta que o único gajo que se pronunciou sobre o assunto foi o presidente do FCP. Conclusão lógica: quem desenterra guerrinhas norte/sul, é você.
    Para mim, como já tive ocasião de afirmar quero que o RedBull se……! Pode ficar em Lisboa para sempre que eu até agradeço mas a questão não é essa, como todos sabemos.
    O que interessa é comparar como são distribuídos os investimentos do estado no país e explicar por que razão há sempre mais nota para gastar em Lisboa do que no resto da paisagem. E, quando fazemos esse exercício, é fácil concluir que a malta que vive na paisagem pode não ficar muito satisfeita. O discurso regionalista pode ser mais, ou menos, populista e demagógico consoante quem o faça, é verdade. O Pinto da Costa usa o centralismo político como argumento para “unir o Norte” e, assim, fortalecer o espírito do FCPorto, outra verdade. Mas quem lhe dá espaço para isso são os que permanentemente acham que Lisboa é a capital do Mundo e que tudo o que mexa deve lá estar. Com efeito, muito daquilo que ele afirma é verdadeiro. E não será por sair da boca de quem sai que a verdade muda.
    Veja, por exemplo, as novelas do Centro Português de Fotografia, do polo da Cinemateca no Porto, do financiamento da rede de metropolitano. Depois, some os vendilhões tipo Rui Rio, que entregou o Rivoli ao Mr. Lantejoulas, as sedes de Bancos que se deslocam para a Capital porque sabem bem que é lá que estão as figuras gradas dos negócios e os sucateiros de renome. Leve tudo a lume lento e vai perceber que esta receita pode ser explosiva e indigesta. É por isso que estas minudências tipo RedBull se transformam em casos relevantes e despertam tanta indignação em alguns.
    Eu tento distinguir as coisas e não pactuar com regionalismos baratos mas, por vezes, não é fácil. Tal como o sistema capitalista, que ambos combatemos, este centralismo gera desigualdades cada vez mais acentuadas. E eu gostaria de ver mais vezes as esquerdas nacionais preocupadas com estas questões.

    A sua resposta ao João Cerqueira é deveras elucidativa. O elogio às belezas do Minho (ai Viana que és tão bela!; ai Ponte de Lima que és a vila mais bonita”, ai Gerês que és tão verdinho!, etc) constituem o típico “passar a mão no pêlo para amansar a fera”. Vocês são pobres, mas honrados. E sois tão lindos que a malta aqui em Lisboa nem vos dá dinheiro para investir, caso contrário lá se iriam as paisagens que nós, os Homens da capital, tanto gostamos de visitar ao fim de semana.
    Caro ARA, há coisas que só vivenciando se podem compreender e esta é, definitivamente, uma delas.

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  62. 62 62  fado alexandrino

    Por isso, o seu comentário #29 era mentira

    Muito obrigado por, de acordo com as novas regras do arrastão, ser assim tão directo.

    Todos os dias passam centenas de aviões, até Jumbos, por cima da ponte “25 de Abril”.
    O gráfico do circuito está muito bem explicado e a não ser que tivessem um aeroporto no meio do rio tinham que passar por cima de qualquer coisa, sei lá, a Torre dos Clérigos, as Fontainhas, a Serra do Pilar, o restaurante do Rui Veloso, é só escolher.

    Clear For Take Off QNH 1034.6 call Approach 119.7 Good Day.

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  63. 63 63  A.R.A

    JOAQUIM AZEVEDO

    Meu caro amigo, tudo o que disse acerca da deficiente descentralização ou melhor o afunilar tudo em Lisboa olvidando por completo o resto do país, é algo que já há muito tinha alertado e sobre o qual sempre me insurgi.

    Mas o tema do post é outro e assim sendo, o Joaquim, segue na mesma onda dos demais que ridiculamente se põem em bicos de pés sempre que o tema é Lisboa.

    Ignoro as declarações dos demais intervenientes porque a que cria sempre mais impacto, dado o seu inolvidavel populismo, é sem duvida a do PC que num jantar, de certeza bem regado, veste o papel do injustiçado para pegar num tema que, nas vesperas de um SLB-FCP, veste uma outra sonoridade contestataria.

    Ridiculo!

    Fique o amigo a saber que eu não passo a mão pelo pêlo de ninguem pois se falo do Minho é porque tenho ascendencia de lá, e mais, se calhar estando voçê aí tão perto não o conhece tão bem quanto eu. O Joaquim fala com um tom demasiado prepotente para quem tenta «não pactuar com regionalismos baratos » pois não me acredito que o Porto urbano contribua muito para o desenvolvimento do interior nortenho. Amigo, o Norte não é o Porto assim como Portugal não é Lisboa e é por essa mesma razão que sou um defensor da regionalização onde os dinheiros estatais seriam bem melhor fiscalizados visto a proximidade da população com o governo ser bem mais intrinseca para os aplicar em variadissimos sectores que variam de região para região.

    As verdades do sr. Papa são, no fundo, um manancial de fait-divers ao estilo do Alberto J. Jardim e se tal o move só me resta sentir muito por si por entrar no rebanho do “quem não chora não mama” ao invés de não se insurgir contra apatia governativa acerca de um tema que urge uma resolução, mais não seja, para que o movimento civico e ou de cidadania tenha um papel mais activo na distribuição, gestão e investimento do erário publico.

    Mas se quer continuar nessa sua cruzada contra os moinhos de vento, qual D. Quixote, não lhe desejaria melhor Sancho pança do que o sr. Pinto da Costa (ou será ao contraio?)

    Agora vamos ás farpas ;)

    Bem sei que lhe é muito dificil engolir uma derrota contra o eterno rival SLB e ainda para mais quando se viu que foi mais que merecida (2 remates a baliza em 94 m é muito pouco para o campeão em titulo) e não fosse o Helton …… mas como é óbvio antes de admitir o que quer que seja tinha que falar no arbitro ……. no arbitro?…até gostava, só para saldar contas antigas, mas lamento, o arbitro até fez o seu costumeiro trabalho………roubou a favor do FCP, portanto, para uma equipa franzina e desfalcada a jogar num relvado desfavoravel ao seu jogo tipo contra o campeão em titulo a jogar na sua maxima força, até não foi nada mau.

    Fair play, amigo, fair play, reconheça, dê os parabéns e espere-nos no estadio do dragão para apagar a má imagem que deixaram na luz, pois o V.Guimarães jogou bem melhor que voçes.

    Para quem vinha jogar para ganhar, apresentar Fernando, Meireles e Gaurin no miolo ………. é um pouco estranho, não acha?

    Aquele Abraço
    A.R.A

    [Responder]

  64. 64 64  joaquim azevedo

    ARA, de bola não falo neste post.
    De centralismo, falo. E devo dizer-lhe que você, com pena minha, continua equivocado. Argumentar com ascendências é falacioso, caro amigo. Argumentar que o Porto Urbano não contribui para desenvolver o resto do Norte, ainda pior. Como é possível ajudar os outros quando nem sequer temos para nós?
    Diga-me o que pensa sobre as novelas que referi: Cinemateca, Metro, Centro Português de Fotografia e depois falamos. Vá esmiuçar como, no último QREN, foi possível fazer com que Lisboa aparecesse como candidata a subsídios Europeus com engenharias financeiras enganadoras.
    Convido-o a fazer uma viagem no comboio internacional Porto-Vigo que passa pelo seu querido Minho. Terei todo o prazer em lhe dar a conhecer estações (Viana, por exemplo) em que a casa de banho está fechada o dia inteiro e você, para dar a respectiva urinadela, tem que descobrir o gabinete do Chefe da Estação, pedir humildemente a chave do wc, tratar da sua vida e ir devolver a chave ao dito cujo Chefe que fica a mirá-lo com aquele olhar desconfiado de quem acha que você mijou por fora da sanita ou que, com aquele aspecto, só lá foi para enrolar alguma coisa…

    Eu desconfio que aquando do referendo à regionalização você, tal como eu, tenha votado SIM. E note que o Pinto da Costa votou no nosso lado. Não tenho nenhum orgulho nisso, antes pelo contrário.
    Já aqui afirmei, mais que uma vez, que nunca votaria no Pinto da Costa nem para presidente dos Bombeiros Voluntários de Coimbrões nem, por exclusão de partes, para qualquer cargo público a que ele se candidatasse.
    Portanto, ARA, não há, da minha parte, nenhum quixotismo, nem moinhos de vento, nem vontade de ver “Lisboa a arder”, nem fantasmas sulistas, nem campanhas tipo “o RedBull é nosso”.
    Mas, dito isto, não é preciso ser muito informado para perceber que a “nota”, mesmo sendo escassa, escorrega como mel a alto ritmo para Sul e a malta cá em cima fica a vê-la passar.
    Custa assim tanto reconhecer isto?

    [Responder]

  65. 65 65  José Costa

    ARA, em politica e sociedade, concordo normalmente consigo, em futebol, nunca ;)

    Não sendo advogado de defesa de ninguém, e por muito trafulha que seja (mas tb quem não é no mundo do dirigismo desportivo português – mt menos o “impoluto” Vieira), o Presidente Pinto da Costa é um cidadão como os outros que tem toda a liberdade de se expressar em defesa da sua cidade, que em boa verdade, nunca o vimos “trair” (e atente-se às aspas) como tantos outros…

    Quanto ao jogo de ontem, tem razão, o FCP, especialmento o Prof. Jesualdo, entraram a medo inexplicavelemte, o FCP nunca se encontrou no jogo e o árbitro (essa nódoa do Sr. Baptista – O Daniel e os outros Sportinguistas que o digam) errou para os dois lados…

    Joaquim, um grande abraço e toda a solidariedade portuense e portista

    Já agora, igualmente para o caro Pedro Vieira, insigne portista :D

    [Responder]

  66. 66 66  por aí e tal

    a região de Lisboa ficou com cerca de 70% dos fundos comunitários dedicados ao turismo. SETENTA POR CENTO. assim, ó, 70. mais de 2 terços só para uma regiãozinha que não tem necessidades nenhumas de expansão. SETENTA.
    por muito menos se poderia reabilitar a linha do tua e incentivar o turismo numa das zonas mais belas e abandonadas de portugal. setenta por cento.

    eu, que sempre me chateei um bocado com os motores dos aviões a passar por cima da minha faculdade, devo dizer que são coisas destas que mexem com as tripas da gente. os aviõezinhos são uma gota de água, sim, mas que está a fazer transbordar o copo. já começa o país todo a vomitar lisboetice e a perceber o verdadeiro atentado que são coisas destas.

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  67. 67 67  A.R.A

    JOAQUIM AZEVEDO & JOSE COSTA

    Ao primeiro apenas lhe queria dizer que cá em baixo a nota não escorrega, é estanque e por norma queda-se nos bolsos das elites governativas que depressa se esquecem das capitais de distrito que os elegeram para os “defender” na AR.

    O caro amigo bem sabe que os grandes industriais e empresarios nacionais sempre operaram através do Porto e redondezas. Para além de literalmente explorarem os seus conterraneos com salarios de miseria, abrem falencias tecnicas vergonhosas, para sairem a sucapa em estilo, a bordo dos seus celebres Mercedes topo de gama, deixando á mingua familias de uma região inteira, para virem a Lisboa pavonear o seu mau gosto e dinheiro farto.

    Que fizeram eles pelo seu norte, já que o governo central é o que ambos reconhecemos?

    Nada e nem o deviam mas quando batem no peito a falar nas injustiças do centralismo criminoso, utilizado demasiadas vezes como desculpa para os seus actos, desviam a atenção na questão da culpa e lá vão abrindo em catadupa contas off-shores nos 4 cantos do mundo.

    Esse mito de que os de Lisboa isto ou aquilo, como se não comessemos todos do mesmo prato, é que me tira do serio pois se a vilanagem se concentra cá em baixo (vinda de todos os pontos do país) isso não é sinonimo de que a maioria dos Lisboetas passem a fazer parte da mesa farta do compadrio e da corrupção ou que tão pouco se contentem com as possiveis migalhas que da tal mesa possam cair.

    Do meu querido Minho tambem seria o seu se alguma vez tivesse passado apenas com uma sopa de cavalo cansado (com vinho verde aquecido, pão e açucar) no bucho um dia inteiro, a guardar vacas, e volver à terra, passados uns anos valentes, e reparar que as condições de vida dos jovens de agora não diferem muito das dos jovens de então, salvo uma ou outra excepção tal como a …………… electricidade ou canalização.

    Este exemplo que lhe dei podemos encontra-lo no interior, no Alentejo e Algarve profundo do sec. XXI.

    Portanto se Lisboa é esta babilonia que descreve, muito se deve a gentes de proveniencia rural que quando cá chegam passam a dançar a musica dos demais para depois se agarrarem a camisola do clube da terrinha para mostrarem como nunca se esqueceram de onde vieram e até são capazes de se porem aos gritos só para “ingles” ver para, então, voltar tudo a normalidade.

    Não tenho nenhum ódio fetiche para com o PC mas não posso deixar de o relembrar dos almoços promovidos pelos “dragões” da AR com a presença do supra-sumo na AR.

    Diga-me lá o que acha voçe desta promiscuidade?

    Será isto descentralizar?

    Para finalizar, Joaquim, o que voçe quer que eu reconheça é que existem, em Portugal, cidadãos de 1ª e outros de 2ª e que os Lisboetas encontram-se nos de 1ª e isso, meu bom amigo, é algo de tão falso e absurdo que nem me digno a responder-lhe.

    Não sou, nem mais nem menos que voçe e lutarei sempre a seu lado seja na regionalização ou no que fôr, independentemente das nossas diferenças partidarias, agora nunca vou pactuar com essa de que uns são mais coitadinhos que outros …………… nisso, não, nisso nunca.

    Jose Costa

    É com muita honra que lhe retribuo o cumprimento no qual me incluiu, num outro post, e tambem alegrar-me que cada vez ha menos esquerdas que dão lugar a uma só esquerda.

    p.s- Joaquim, peço desculpa por ter sido tão extenso mas espero que agora tenha compreendido o meu ponto de vista.

    Aquele Abraço a ambos
    A.R.A

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  68. 68 68  João Pedro

    Não me parece que o espectáculo saia favorecido com esta decisão. O rio Douro permite que seja visível de ambas as margens com grande proximidade o que cria um ambiente completamente diferente daquele que estou habituado a ver nas outras etapas do campeonato em cidades com condições idênticas às de Lisboa.

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  69. 69 69  Miguel

    Oh fado, mas queria que eu tivesse aqui com salamalaques porquê, se o que você disse era mentira?!
    Por acaso foi ver a prova alguma vez?! Sabia que a Ponte Luís I estava encerrada durante todo o decorrer da prova por causa de os aviões passarem tão próximo?!

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  70. 70 70  Antonio Cunha

    Para calar algumas vozes ressabiadas que por aqui andam, e que passam a vida a dizer que no Norte é que se trabalha, e que no norte é que se produz e tal e tal e tal, dei-me ao trabalho de procurar um estudo isento que mostrasse se isso é verdade ou não.

    Elegi um trabalho publicado no site “http://resistir.info”, que como devem saber está bem longe dos meus favoritos em termos políticos.

    Visto que o artigo é muito extenso e tem quadro comparativos apenas publico alguns excertos. Quem quiser ler mais profundamente, pode ler aqui
    http://resistir.info/portugal/macrocefalia.html

    “O Instituto Nacional de Estatística divulgou recentemente uma publicação importante com o titulo “Um Retrato Territorial de Portugal 2002” que permite analisar, de uma forma fundamentada, a forma como a riqueza, o investimento, o emprego e as remunerações se distribuem pelas diferentes regiões do País. ”

    1ª Mentira desmascarada – Riqueza

    “Se analisarmos os dados referentes ao PIB (riqueza criada ) e à FBCF (investimento realizado) no ano 2001 ( ver colunas 2, 3, 4 e 5 do quadro anterior a contar da esquerda) constantes no quadro anterior, concluímos que a Região de Lisboa e Vale do Tejo (Lisboa VT) contribuiu com 45% da riqueza criada em Portugal naquele ano e absorveu também 45,1% do investimento total realizado no País. E isto apesar de empregar apenas 36,4% da população empregada (ver colunas 6 e 7 do quadro I). A Região Norte com 33,9% da população empregada produziu apenas 28,5% da riqueza criada e absorveu 25,8% do investimento nacional realizado naquele ano. Abaixo, mas já um pouco longe, está a Região Centro com 16,7% da população empregada mas apenas com 14% da riqueza criada e 14% do investido feito em 2001.

    Em resumo, é na Região de Lisboa e Vale do Tejo que se concentra uma grande parte do emprego, do investimento e da riqueza criada em Portugal. ”

    2ª Mentira desmascarada – Produtividade

    “Os dado do quadro II mostram que, em 2001, a produtividade por empregado na Região de Lisboa e Vale do Tejo foi 23,7% superior à média nacional, enquanto na Região dos Açores foi inferior em 20,4% à média nacional.

    Se tomarmos como base de comparação não a produtividade nacional, mas sim a produtividade média por empregado da região com menor produtividade, que foi a Região Autónoma dos Açores, concluímos que a produtividade da Região de Lisboa e Vale do Tejo foi cerca de 55,4% superior à da RA Açores, enquanto na da Região Norte e Centro a produtividade foi superior apenas em cerca de 5%. ”

    3ª Mentira desmascara – Repartição riqueza


    Assim, é nas Regiões do Algarve e da Madeira que a desigualdade é maior, já que as remunerações representam apenas 42% da riqueza criada, enquanto na Região dos Açores atinge 54,6%, portanto um valor bastante superior à média nacional: Em Lisboa e Vale do Tejo, a região mais rica do país, aquele valor atinge 49,3%, portanto um valor abaixo da média nacional.

    Fica assim claro que as desigualdades na repartição da riqueza criada anualmente no nosso País são grandes não só a nível nacional mas também em cada uma das regiões. ”

    4ª Mentira desmascara – Condições de vida

    “Apesar da Região de Lisboa e Vale do Tejo ser a principal região do País produtora de riqueza, de investimento realizado e de população empregada como mostram os dados do quadro I, no entanto as condições de vida, nomeadamente dos trabalhadores, são muito difíceis.

    Muitos dos trabalhadores que vivem na região de Lisboa, em que uma parcela muito significativa são mulheres como já vimos, para poderem ter um emprego têm-se de deslocar diariamente do concelho onde residem para o concelho de Lisboa

    Assim, os dados do quadro revelam duas tendências muita importantes que se verificam na Região da Grande Lisboa, e que são as seguinte: o concelho de Lisboa está a perder população empregada e estudante (entre 1991 e 2001, perdeu 65.080 habitantes). No entanto essa perda tem sido mais que compensada pelo aumento da população que se desloca diariamente a Lisboa e que tem como origem outros concelhos (em 1991 deslocavam-se 351.846 e , em 2001, já eram 370.4629). Esta diminuição da população que reside em Lisboa, que é uma consequência das condições em Lisboa (carestia, degradação da cidade, desertificação da cidade), e este aumento da população que vem diariamente dos outros concelhos da grande Lisboa está a criar problemas sociais e de qualidade vida muito graves

    Este gigantesco movimento pendular diário de 581.261 pessoas, que se dirigem nomeadamente para o concelho de Lisboa (370.462, ou seja, 63,7% tem como destino o concelho de Lisboa) , que depois retorna diariamente à origem (regresso a casa), cria em particular a nível de transportes (mas não só) problemas extremamente complexos e graves que não estão ter a solução adequada agravando de uma inaudita as condições de vida nomeadamente dos trabalhadores e dos seus filhos.

    Como consequência de tudo isto trabalhadores e estudantes gastam diariamente em média 2 a 3 horas, ou mesmo mais, nos transportes casa-emprego/escola e vice versa, são transportados em autocarros sem condições e superlotados, as filas de transito alcançam por vezes quilómetros (recorde-se o que se verifica todos os dias na Ponte 25 de Abril, na calçada do Carriche, e na IC19) prolongando desta forma as suas cansativas jornadas de trabalho ou de estudo com reflexos graves na sua rentabilidade e lazer, contribuindo para o agravamento das suas já difíceis condições de vida.

    No entanto, embora toda esta grave situação continua a ser de facto e no essencial esquecida nas politicas de terceiro mundo do governo, que prefere a construção faraónica de 10 estádios de futebol num País tão pequeno, com tantas dificuldades financeiras e ocupando o último lugar de desenvolvimento da União Europeia, em vez de investir no melhoramento do sistema de transportes nacional, e nomeadamente nas regiões de grande concentração das populações. “

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  71. 71 71  Antonio Cunha

    Porque motivo não publicam o meu post ?

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    ANtónio, tens de ser um pouco mais paciente. Foi para o spam por causa dos links.

  72. 72 72  JP

    Já não há pachorra para esta choraminguice toda…

    Algumas pessoas do Porto estão sempre a comparar-se com Lisboa. É uma espécie de irmão mais novo / palhaço pobre. Permanentemente em comparações absurdas e numa choraminguice pegada, como se a causa para todos os males do Norte fosse Lisboa.

    É culpa de Lisboa que os ordenados no Porto sejam de miséria enquanto existe a maior concentração de ferraris da europa? É culpa de Lisboa que durante anos todo o desenvolvimento do Norte fosse feito à custa de trabalho mal pago e pouco qualificado? Apostaram nisso agora têm aí os resultados.

    Lembro-me há uns anos quando o fogo de artifício de fim de ano no Porto falhou de virem umas pessoas para a televisão dizerem que isto era uma vergonha e que em comparação com Lisboa, o Porto tinha sido humilhado.

    Alguma vez ouviram um lisboeta a comparar-se com o Porto? Não, Lisboa compara-se com Madrid, Barcelona, Londres, etc… é raríssimo comparar-se com o Porto o que quer que seja.

    Pois enquanto Lisboeta, e amante da cidade do Porto, considero que já é hora de os Portuenses começarem a perceber que o seu desenvolvimento está apenas nas suas mãos, que está na altura de arranjarem novas lideranças e de perderem a subserviência ao FCP e ao seu presidente. Não tem havido nada tão prejudicial ao Porto e aos seus interesses como o ódio permanente do Pinto da Costa.

    Francamente, para pessoas tão orgulhosas da sua história (e com razão) estarem sempre nestes papéis cansa. Que outra região do país está permanentemente nesta lamúria?

    PS: Em relação aos sotaques, continuo a achar que Dragão não se diz “dragom” e que Porto é mais correcto que “Puorto”. Mas isso sou só eu…

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  73. 73 73  Vítor

    JP, e gaiola não se diz gayola como aí em Lisboa, ou então Avairo em vez de Aveiro. Edite Estrela admitiu uma vez que os Lisboetas também falavam incorrectamente só que a maior parte eram incapazes de se observarem a si mesmos. Só com este seu último comentário revela tudo.

    JP se deslocassem e fechassem filiais de empresas aí em Lisboa e as mandassem para o Porto, certamente que faria essas comparações.

    Sabe, é como as mulheres fazerem comparações com os homens, os homo com os heterossexuais, os pretos com os branco, os países do hemisfério sul com o do hemisfério norte.

    Esses dados estatísticos são muito bonitos porque se uma empresa tiver sede em Lisboa e pequenos postos espalhados pelo país e se as etapas de determinada tarefa se espalharem pelo país, quem fica com os dados da produtividade é a quem factura, ou seja, a sede em Lisboa.

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  74. 74 74  joaquim azevedo

    ARA #70, desculpe que lhe diga mas, você vai de mal a pior. Nunca esperei ver da sua parte uma desculpabilização do poder político pelas assimetrias do País.
    Tudo o que você só diz sobre os industriais do Norte é verdade e eu tenho a certeza que os do Sul não serão muito diferentes. O que me surpreende em si, é a ideia segundo a qual os industriais capitalistas deveriam ter uma espécie de bairrismo congénito que os levaria a “olhar para a sua região” com mais enlevo, com um certo carinho pelos conterrâneos, em suma, algo que os fizesse distribuir as migalhas que lhes caem da mesa farta pelos desgraçados que estão mais perto. Puro engano, amigo. O Capital move-se pelo lucro, nada mais.
    De facto, no Norte, o Capital encontrou, por variadíssimas razões, terreno excelente para levar a cabo a exploração desenfreada que você demonstra, sendo que uma das principais é o domínio da mentalidade de sacristia e o temor à padralhada que historicamente se enraizou. Como você sabe, padres e ricos sempre se entenderam às mil maravilhas…
    Perante este quadro, o que se impõe a um Estado decente é que combata firmemente as assimetrias que o Capital, pela sua própria natureza, constrói. Sendo verdade que a partir do 25 de Abril, nomeadamente através do Poder Local, muito se fez, não é menos verdade que muito está por fazer. E aquilo que se vem notando nos últimos tempos é uma regressão desse processo descentralizador tão necessário. Todos sabemos que o País está “litoralizado”, ou seja, o interior sem gente e o litoral sobrepovoado. Assim como também sabemos que este estado de coisas está a criar sérios problemas de desigualdades de acesso aos bens públicos entre os portugueses. E só estou a referir-me áqueles mais básicos: transportes, saúde, educação. Porque se entrarmos no domínio das questões do acesso à cultura, por exemplo, então aí fico sem palavras…
    O dinheiro em Portugal é pouco e deve ser investido com rigor e equilibrio, mas é exactamente isso que não vemos quando se trata de despejar dinheiro na Capital. Dê-me um exemplo de uma obra importante, em Lisboa, que tenha sido mandada para as calendas gregas com o argumento da falta de dinheiro. Será por isso que você se furta a dar uma opinião sobre as questões que lhe coloquei anteriormente, a saber: Metro do Porto, Centro Português de Fotografia, Polo da Cinemateca?
    Você afirma que não tem nenhum fetiche com o Pinto da Costa, mas a verdade é que não há uma intervenção sua que não refira o nome de “Sua Santidade”. Mas, pior, usa a personagem para argumentar em favor da sua tese segundo a qual a malta do Porto passa a vida a choramingar.
    Na AR almoçam diariamente muitos energúmenos bem piores que o Pinto da Costa e isso é que o devia preocupar, caro ARA. E mais, promiscuidade vi eu numa certa altura em que determinados ministros iam a Alvalade de cachecol verde e ninguém se incomodou com isso. Promiscuidade, se bem se lembra, foi a Manuela, o Bagão e outros, safarem o seu clube de ser o Boavista da segunda circular. Mas, que fique claro, eu sei bem que se fosse com o FCPorto também se arranjaria um negócio qualquer que evitasse o descalabro – eu não tenho ilusões.
    Concordo consigo quando evita a tese “dos coitadinhos”, eu também não vou por aí. Nem por aí, nem pela falácia dos “rendimentos per capita”, onde estatisticamente se comprova que um frango a dividir por dois é igual a meio frango para cada um, mesmo que o dito galináceo seja integralmente deglutido pelo primeiro que lhe deitar a luva…
    Eu sei bem que em Lisboa também há muita miséria. Mas também não ignoro que o Poder despeja muito mais milho na Capital do que no resto da província. E, veja, nós não podemos tolerar que existam esfomeados de primeira e esfomeados de segunda.

    JP #75, quem se compara em alguma coisa a Londres, Madrid ou Barcelona é a cidade do Porto, graças ao clube da bola. Suspeito que deve ser por isso que você quer erradicar o Pinto da Costa do mapa.

    [Responder]

  75. 75 75  joaquim azevedo

    ARA, desculpe a insistência. Isto é só para você perceber melhor do que é que eu estou a falar.

    http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1053116

    “Os pareceres de Gomes Canotilho e Manuel Porto defendem que o desvio de fundos destinados a regiões mais pobres para Lisboa é ilegal, mesmo que tenha sido acordado com a Comissão Europeia, como argumenta o Governo.”

    “Os especialistas falam da “violação” de regras do direito comunitário. Em causa está, no anexo V do QREN, a excepção fixada pelo Governo que permite transferir fundos destinados às regiões de convergência (as menos desenvolvidas, como o Norte) para a de Lisboa e Vale do Tejo.”

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  76. 76 76  João Pedro

    «…que está na altura de arranjarem novas lideranças e de perderem a subserviência ao FCP e ao seu presidente.»

    A prova de que nunca existiu subserviência está na eleição e reeleição do Rui Rio. A maioria das pessoas sabe perfeitamente distinguir futebol do governo da cidade.

    «Não, Lisboa compara-se com Madrid, Barcelona, Londres, etc…»

    Que rica comparação. É o mesmo que comparar um FIAT com um Mercedes, no caso de Madrid e Barcelona, e com um Ferrari no caso de Londres. Daqui a bocado está comparar Lisboa com Nova Iorque.

    PS: Essa de trazer sempre a dos Ferraris à baila cheira a inveja.

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  77. 77 77  JP

    Isto é só rir.

    Caro Vítor #77, eu só disse aquilo porque veio aqui um senhor muito ofendido porque alguém gozou com o sotaque dele. E daí ele tirou logo a generalização de que “os lisboetas” gozam com o sotaque do Norte. A questão é que todos temos sotaque, o meu, o seu, o do alentejo e o do Algarve. E nenhum é melhor que o outro. Mas estranhamente só vocês é que se ofendem quando alguém diz isto. Acha que eu me ofendo por alguém do Norte dizer que eu falo assim ou assado?

    Caro #78, lá estão vocês a falar da bola. Tirem-lhes o FCP e parece que não têm mais nada. Veja se me percebe, eu acho que a atitude bairrista do FCP é prejudicial ao Porto Cidade porque assenta numa lógica de Norte Vs Sul como se o país fosse uma espécie de Benfica-Porto. A atitude futeboleira é prejudicial porque em vez de construir pontes levanta barreiras.

    Caro #80, a eleição do Rui Rio é um passo no bom sentido mas sente em Lisboa a mesma influência do futebol (e dos seus presidentes) sobre a cidade que o PC no Porto? Lembra-se daquelas imagens épicas do PC a chegar ao tribunal escoltado pelos Super Dragões? Aquilo é de terceiro mundo!

    Aliás a parte final do seu comentário é bem elucidativo do que referi. Perante a minha frase você podia ter referido que o Porto TAMBÉM é uma cidade capaz de se igualar com qualquer uma das cidades que referi. Mas não. Preferiu rebaixar a cidade de Lisboa numa espécie de “se eu não sou tu também não podes ser” o que é revelador exactamente do espírito que referi inicialmente.

    Quanto aos Ferraris, mandou uma para o ar mas argumentos nem vê-los….

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  78. 78 78  joaquim azevedo

    Caro #78, quem pretende falar de bola neste post, não sou eu. Relembro-lhe o meu #67: “ARA, de bola não falo neste post.”
    Mas você não resistiu a meter o Pinto da Costa na conversa e o ARA a mesma coisa. A visão que você tem do Porto cidade é tão básica que chega a dar vontade de rir.
    Fica aqui o desafio: faça um comentário sobre o Porto onde não conste o Pinto ou esse grande clube Mundial que é o FCPorto (eu sei que dói); demonstre onde está a “atitude bairrista do FCPorto” e em que medida é que isso prejudica a cidade; compare o anti-centralismo do Porto ao de Barcelona e vá dizer aos Catalães que essa atitude só os prejudica.

    A eleição do Rio vai “no bom sentido”, porquê?

    Sintomático do que lhe vai na cabeça é isto que você afirma: “Tirem-lhes o FCP e parece que não têm mais nada.”
    Vá sonhando. No fundo, você não passa muito além de um certo ressabiamento lisboeta que ainda não se habituou a perder em coisa nenhuma. E então na bola dói que se farta… Aí são vocês que passam a vidinha a choramingar contra o sistema e contra as injustiças deste mundo que não vos deixam ser pentacampeões e passear classe nos maiores palcos do desporto-rei. Paciência!

    Finalmente, caro #78, terceiro-mundismo é um clube que mora em frente ao Colombo ter sido salvo da falência por um governo e depois ir agradecer a benesse num comício de campanha com o presidente a cair (literalmente) de bêbado. Imagine se fosse o Pinto da Costa a interpretar um papel daqueles…

    Imagine que a malta cá de cima, de repente, começava a analisar Lisboa pelo prisma “presidente do Benfica, do Sporting ou do Belenenses” – o Alverca e o Estoril (já) não contam.
    Imagine que o retrato de Lisboa era tirado tendo como base o Vale Azevedo, o Vieira, o Vilarinho, o Jorge Gonçalves ou o Sousa Cintra.
    Imagine que eu associo à imagem de Lisboa as claques da bola e faço uns postais turísticos de promoção à cidade.
    Puxe pela imaginação, e diga qualquer coisa.

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  79. 79 79  joaquim azevedo

    Erro: no comentário anterior onde digo #78, quero dizer #81 JP. Sorry…

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  80. 80 80  LAM

    Tudo tem a ver com o facto das sedes grandes empresas se localizarem, ou terem sido deslocalizadas, para Lisboa. Sendo aí que pagam os seus impostos, esta é a explicação para os gráficos comentados pelo JP. Ou pensa que os números de riqueza apresentados na capital se devem a PMEs? São as Galp, as EDP, as PT, a sede de todos os bancos e etc.
    Só lhe dou um exemplo: se a câmara do Porto tivesse ardido como ardeu a de Lisboa aqui há uns anos, ainda hoje andavam a estudar o projecto para a sua reconstrução.

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  81. 81 81  João Pedro

    JP 81,

    Não se trata de rebaixar Lisboa, trata-se de ser realista. Até lhe digo, gosto muito de Lisboa e vivi 7 anos na baixa, gosto da mistura de gentes de toda a parte.

    Argumentos!? Mas quais os argumentos presentes na sua anterior intervenção? Apenas encontro umas perguntas estapafúrdias.

    Não gosto é de ver fazer dos portuenses imbecis subservientes ao Pinto da Costa, FCP ou seja lá quem for. Se em Lisboa houvesse um presidente de clube que tivesse ganho tantos títulos gostaria de ver (não gostava nada mas suponhamos) como seria a subserviência por esses lados. Os carneiros há-os em toda a parte, precisam é de um líder de rebanho competente. Obviamente não vão ser subservientes a quem não ganha nada.

    Outra coisa é essa dos Ferraris que em discussões deste género vem sempre à baila. Isso é algum argumento? Se quiser explique-me que eu não percebo. Em que aspecto o atraso do Norte se relaciona com o facto de algumas familias terem 10 ou 15 Ferraris? O atraso do Norte relaciona-se com o facto de estar voltado para indústria, sujeita a feroz concorrência externa e para a qual não tem encontrado resposta. Já Lisboa tem um peso da indústria muito menor, está relativamente mais voltada para o sector terciário, o qual, dada a sua natureza, não sofre concorrência de Índias e Chinas. Esta estrutura sectorial foi tendo o seu impacto ao longo de décadas entre os quais a diferença de incentivos em prosseguir estudos. As qualificações requeridas pelo sector secundário são em média inferiores ás requeridas pelo sector terciário o que se traduz numa população activa menos instruída e por isso menos capaz de adaptação a novas circunstância. Não pense no entanto que um país consegue prosperar apenas com serviços.

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  82. 82 82  A.R.A

    JOAQUIM AZEVEDO

    Falar consigo acerca deste tema é o mesmo que entrar na circunvalação e encontra-la cheia de rotundas.

    Joaquim, não sou eu que vou de mal a pior é o proprio que não sai do mesmo sitio.

    A questão que se prende na minha discordancia consigo, acho que já deu para perceber, não é nem nunca foi a de desculpabilizar o poder político pelas assimetrias do País mas sim o seu “umbiguismo” relativamente a tudo ao que ao Porto vulgo, erradamente, Norte diz respeito.

    As assimetrias são bem mais latentes no desertificado Interior e eu nunca o ouvi falar disso, as assimetrias são gritantes principalmente na Beira Baixa ou Baixo Alentejo e tal facto nunca o mencionou como exemplo e é o constatar de há muito dessas assimetrias que me levam a apoiar a regionalização mas para JÁ.

    Com a centralização dos investimentos em Lisboa que foi o apanagio de sucessivos governos, levou-se a que se desse um exodo migratorio interno demasiado extenso de uma população oriunda de variados pontos do país a procura de melhor vida entupindo literalmente a cintura suburbana de Lisboa onde os concelhos da Amadora, Sintra e Alamada e toda a Peninsula de Setubal são disso exemplo.

    A dinamica populacional em Portugal deve-se a uma a imigração de carácter permanente e se no caso o crescimento natural ser mais expressivo nos concelhos do Grande Porto, o crescimento migratório têm mais relevância nos concelhos da Grande Lisboa o que quer dizer que o crescimento natural populacional no Porto foi sustentado, no da Grande Lisboa deu-se uma explosão demografica demasiado ligeira para que se pudesse assegurar os saneamentos basicos para a sua subsistencia qualitativa.

    Este fluxo migratorio devesse muito ás sucessivas más politicas de afunilar os investimentos publicos e privados na Grande Lisboa, vindo a descompensar de forma abrupta (sendo mais notorio em época de crise) as restantes regiões do país, empobrecendo as do litoral e aniquilando por completo as do interior.

    Embora o investimento estatal se tenha centralizado tal não significa que esse mesmo investimento tenha sido bem aplicado e o caso mais flagrante tem sido as sucessivas alterações de projectos de construção que são pagos e que só após o seu inicio se decide embargar pois fizeram-se sem os planos directores municipais actualizados em consonancia com o Plano Regional de Ordenamento do Território ou a criação de institutos e comissões varias de funcionalidade nulas que apenas serviam de tachos partidarios e mais uma panoplia de casos onde o dinheiro estatal foi sorvido sem proveito das populações que, no caso, são o alvo do investimento do governo central.

    Portanto Joaquim se quer continuar a olhar para o seu umbigo e achar que Lisboa é uma terra de priveligiados está muito enganado e embora seja legitima a sua revolta não se esqueça que no resto do país essa falta de investimento estatal tem sido a morte lenta do nosso país não só a nivel socio-economico mas tambem ao nivel da dinamica populacional descompensando o interior em detrimento de um insustentavel aumento populacional no litoral que sem o ordenamento territorial adequado e sem o investimento publico poderão a medio/ longo prazo vir a dar azo a uma profunda crise social de proporções dramaticas.

    Joaquim, veja se de uma vez por todas me entende, o que importa realçar aqui não é o Porto em relação a Lisboa e ver quem é que beneficia mais mas sim a vital importancia de se voltar ao tema da regionalização afim de Portugal poder conhecer algum progresso efectivo.

    Estamos esclarecidos ou não?

    A.R.A

    [Responder]

  83. 83 83  Antonio Cunha

    Azevedo

    Anda muito caladinho… Ou não encontra nada para rebater os dados que lhe mandei ?

    [Responder]

  84. 84 84  joaquim azevedo

    ARA #86, quer-me parecer que você não leu convenientemente o meu texto. Vejamos.

    1- Você afirma: “As assimetrias são bem mais latentes no desertificado Interior e eu nunca o ouvi falar disso.”
    Ora, eu tinha dito no #78: “Todos sabemos que o País está “litoralizado”, ou seja, o interior sem gente e o litoral sobrepovoado. Assim como também sabemos que este estado de coisas está a criar sérios problemas de desigualdades de acesso aos bens públicos entre os portugueses. E só estou a referir-me áqueles mais básicos: transportes, saúde, educação”

    2- Você diz: “Portanto Joaquim se quer continuar a olhar para o seu umbigo e achar que Lisboa é uma terra de priveligiados está muito enganado”
    Mas, ARA, eu, no mesmo #78, afirmei:” Eu sei bem que em Lisboa também há muita miséria.”

    Quanto ao resto, estamos de acordo. Aliás, você demonstrou bem melhor que eu a forma como os investimentos vão na sua esmagadora maioria para Lisboa e deixam o resto da paisagem a olhar para o balão. Que depois os euros sejam gastos em projectos ruinosos ou mal pensados, ou que sirvam para alimentar tachistas, isso é outra conversa.

    Amigo Cunha, como sabe, até os números podem ser lidos de várias maneiras. Há variáveis nos estudos que, por vezes, induzem a conclusões precipitadas. Não querendo eu desvalorizar o estudo que você apresentou, deixo-lhe para comparação um outro, por sinal mais recente.
    http://www.porto.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=289&Itemid=37

    “Em 2007, a pensão média mensal de velhice a nível do País era apenas de 359 €, mas no distrito de Lisboa era de 463 €, no distrito de Braga de 316 €, no distrito de Évora de 315€, e no de Vila Real somente de 264 €. A mesma desigualdade se verificava em relação às remunerações declaradas à Segurança Social. A remuneração média mensal declarada à Segurança Social em 2007, foi a nível do País, de 785 €, mas no distrito de Lisboa foi de 1.027 €; no distrito de Évora de 682€; no de Braga de 604€ e no distrito de Vila Real apenas 590 €. Estes dados tornam visível a existência de desigualdades nas pensões e salariais regionais muito grandes.”

    “Assim, em 2005, de acordo com o “Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio do INE, o poder de compra de um habitante da Península de Setúbal era inferior ao da Grande Lisboa em -20,5%; o do Baixo Mondego em -29%; o do Médio Tejo em -42,7%; o da Cova da Beira em -46,8%; o do Vale do Ave em -48,8%; o do Pinhal Interior em -60,7%; e o do Corvo, uma ilha da RA dos Açores, o poder de compra era inferior ao de um habitante da Grande Lisboa em -65,8%.”

    “Entre 2002 e 2008, o investimento público realizado pelo governo através do PIDDAC reduz-se em -45,5% a nível do País. No entanto, a diminuição atinge – 77,7% no distrito de Aveiro, -82,6% no de Braga, -63,9% no de Bragança; -75,7% no de Santarém; -74,2% no de Setúbal; -76,4% no de Viana do Castelo; -67,4% no de Viseu; etc.. É evidente que uma redução tão drástica e tão desigual do investimento público, afectando muitos distritos do interior, determinará o aumento das desigualdades regionais.”

    [Responder]

  85. 85 85  Antonio Cunha

    88 joaquim azevedo

    Se numa determinada zona se produz mais é natural que que se ganhe mais tambem. E desse modo é tambem natural que se tenha uma reforma mais alta.

    Foi só isso que arranjou ? Fraco fraquinho…

    [Responder]

  86. 86 86  por aí e tal

    mas porque carago os lisboetas acham todos que os portuenses são todos do fcp? eu já conheci tantos portistas de lisboa como benfiquistas do porto. o argumento do futebol cheira mesmo a falta de argumentos…

    ps. volto a chamar a atenção para o desvio de fundos comunitários para a degradada e pobre região de lisboa, excluindo-se assim as ricas e desenvolvidas regiões de trás-os-montes e alto douro, beira interior, alentejo…
    creio que será mesmo o desenvolvimento avançado do alto douro que leva a que se vá investir num tgv em vez de recuperar a linha do tua – afinal, um comboio ligeiramente mais rápido do que um alfa faz tanta faltinha a lisboa…

    [Responder]

  87. 87 87  joaquim azevedo

    Pois é, Cunha. E também é natural que os investimentos públicos e comunitários sejam sempre desviados para a capital do império, ou você passou ao lado dessa parte?
    Explique, por favor, que razões válidas justificam que os investimentos do estado sejam canalizados na sua grande maioria para o local que já tem maior indíce de compra, menos desemprego, salários mais elevados, etc.
    Mamar, ou não mamar, eis a questão.

    [Responder]

  88. 88 88  A.R.A

    JOAQUIM AZEVEDO

    Toda esta nossa troca de ideias deveu-se ao facto do Joaquim vulgo o país achar que os Lisboetas é que vivem bem porque «não é preciso ser muito informado para perceber que a “nota”, mesmo sendo escassa, escorrega como mel a alto ritmo para Sul e a malta cá em cima fica a vê-la passar.» e o que eu lhe tentei, em alguns momentos toscamente, confesso, demonstrar é que em Lisboa a “nota” é estanque e por muitos dos “supostos” (des)investimentos que se façam ou se apregoam em Lisboa, os seus habitantes apenas usufruem uma infima parte da sua verdadeira utilidade pois o restante é perdido em corredores demasiado escuros de negociatas que não são apanagio exclusivo de Lisboa, tal como o Joaquim tão bem demonstrou por parte do edil da CMPorto.

    E não se iluda Joaquim porque o que eu lhe demonstrei é que Lisboa mesmo sem os roubos de igreja será sempre um buraco sem fundo devido ao deficiente ordenamento territorial com o complemento de um aumento populacional insustentavel. É como estar a gastar constantemente dinheiro para remendar os buracos de uma estrada ao invés de planear e executar a colocação de um tapete novo de alcatrão ou seja ainda é preciso muito investimento aumentando ainda mais as malditas assimetrias que ninguem tem a coragem de acabar.

    Para bem de Lisboa e de todas as outras cidades de distrito do país a regionalização devia ser considerada uma prioridade nem que fosse para fiscalizar e responsabilizar os gastos no que realmente é essencial para sanear as necessidades basicas das populações.

    Enquanto a regionalização não for uma realidade andaremos para aqui em discussões serodias de quem recebe mais ou de quem é mais prejudicado pela roda da sorte dos apoios estatais e, como é óbvio, os Lisboetas terão sempre a fama de beneficiados por ser aqui a capital e nunca usufruirão do proveito pelas razões acima mencionadas.

    Aquele Abraço e Boas Festas
    A.R.A

    [Responder]

  89. 89 89  joaquim azevedo

    ARA, mais uma vez lhe repito: EU NUNCA DISSE QUE OS LISBOETAS É QUE VIVEM BEM. Nunca!
    O que disse, e repito, é que em Lisboa há mais riqueza, há mais investimento público, há dinheiro que devia ser distribuído por outras zonas do país mas que acaba enterrado em Lisboa, ou seja, que há um centralismo desbragado que tem de ser combatido sob pena de hipotecar (para não dizer mais) o resto da nação.
    E os Lisboetas ou, melhor dizendo, os centralistas, têm que perceber isto: Não há futuro se os investimentos forem completamente desequilibrados como têm vindo a ser. Nenhum país resiste a este desequilíbrio, não é possível manter este tipo de desigualdades entre os cidadãos.
    Termino, para já, com a questão que deixei ao Cunha mas que, agora, faço chegar até si:

    “Explique, por favor, que razões válidas justificam que os investimentos do estado sejam canalizados na sua grande maioria para o local que já tem maior índice de compra, menos desemprego, salários mais elevados, etc.”

    [Responder]

  90. 90 90  A.R.A

    JOAQUIM AZEVEDO

    «E os Lisboetas ou, melhor dizendo, os centralistas,» AH, FINALMENTE! EUREKA!!!!!!!!!!!!

    Não são os Lisboetas, são os centralistas coisa que lhe tenho vindo a dizer desde o começo desta conversa de marretas que concordam discordando.

    Mas até que enfim que chegou onde eu queria pois, para mim tudo, se prendia numa equivoca questão de semantica e se leu devidamente tudo o que lhe escrevi saberá ou deveria saber que a minha resposta a sua questão é obvia pois não existe, nem nunca existiu, nenhuma razão valida para a centralização do investimento estatal numa determinada região especifica, seja qual for a razão pelo simples factor de desigualdades que tal criaria ou melhor cria, portanto, ou andamos a brincar ao toca e foge ou começo a desconfiar que o Joaquim anda a zombar de mim.

    A.R.A

    [Responder]

  91. 91 91  joaquim azevedo

    Pois, ARA, tem toda a razão. Você apenas entrou mal no jogo quando pretendeu envolver um clube da bola e o respectivo presidente no assunto. Desde que deixou esse tipo de argumentação foi fácil chegarmos a acordo. Mal seria se, à esquerda, não houvesse um entendimento similar destas questões.
    Aquele abraço. Divirta-se neste Natal e em muitos mais.

    [Responder]

  92. 92 92  Antonio Cunha

    95 joaquim azevedo

    Bolas, foi mesmo por pouco. A Esquerda prevalece e prevalecerá !!! Nem que para isso se mande uma data de princípios às urtigas.

    [Responder]

  93. 93 93  A.R.A

    JOAQUIM AZEVEDO & ANTONIO CUNHA

    Joaquim, espero que se tenha tambem divertido junto dos seus neste natal que passou e voltando ao tema apenas gostava de o esclarecer que apenas peguei na figura do presidente do seu clube pois o mesmo faz menção de se emiscuir em assuntos que estravazam o seu pelouro e como figura publica controversa que é nunca perdeu uma oportunidade para acicatar as gentes do “Norte” numa pretensa demanda contra as do Sul.

    Apenas e só por essa razão, não retirando uma só virgula ao que defendo, é que o “piquei” para obter uma outra reacção que não fosse a sistematica culpabilização que se faz aos Lisboetas.

    Mas já que me apresentou uma questão á qual já deveria saber a minha resposta, eu por outro lado
    gostaria de saber qual a sua opinião ao que foi dito pelo presidente do Turismo de Portugal relativamente a mudança de cidade para o evento Red Bull e acerca das queixas de favorecimento orçamental entre o Porto e Lisboa, no caso sobre a tutela da Turismo de Portugal:

    «O Turismo de Portugal garantiu que o Norte recebeu mais apoios em 2008 do que Lisboa e sublinhou que nem a Câmara do Porto nem a de Gaia apresentaram qualquer candidatura a subsídios para o Red Bull Air Race.

    Segundo o esclarecimento do presidente do Turismo de Portugal, enviado à Lusa, a região Norte recebeu 5,3 milhões de euros do orçamento daquele organismo em 2008, mais um milhão do que o apoio concedido a Lisboa e Vale do Tejo, que surge em terceiro lugar com um apoio de 4,3 milhões de euros.»

    http://www.maraoonline.com/Marao_2009/Marao_Online/Entradas/2009/12/24_RED_BULL_AIR_RACE__Norte_e_a_regiao_com_mais_apoios_-_Turismo_de_Portugal.html

    Bem sei que já chegamos a uma conclusão e que os apoios estatais não se devem medir por especificidades orçamentais mas sim por um todo tornando ainda mais a necessidade da regionalização passar a ser uma uma prioridade para futuros governos.

    Mas este esclarecimento por parte do do presidente do Turismo de Portugal não deixa margem para duvidas que não havia razão para tanta celeuma acerca deste tema quando na realidade é o Porto e não Lisboa que é mais beneficiado, embora tal discussão tenha sido benefica para trazer a lume um assunto que os “centralistas” teimam em esconder na gaveta.

    ANTONIO CUNHA

    Caro Antonio, os votos que enviei ao Joaquim a si são extensiveis, mas gostava que me explicasse que principios manda a esquerda á urtigas?

    No que concerne ao pervalecer das esquerdas sobre materias convergentes, não tenha a minima duvida que, ao contrario das direitas, tudo é posto em discussão evitando-se assim o costumeiro seguidismo a que as direitas já nos habituaram de maneira tão nefasta para o país. E atenção, quando refiro as direitas incluo o actual PS.

    Aquele Abraço a ambos
    A.R.A

    [Responder]

  94. 94 94  joaquim azevedo

    ARA #97.
    1- Como fiz questão de afirmar desde o início desta tertúlia, o RedBull, para mim, vale zero. Portanto, o facto de o Turismo de Portugal vir com essa contabilidade importa-me pouco. Ainda assim, talvez valesse a pena saber os números dos anos anteriores. Isto de vir acenar apenas com contas do ano transacto, cheira logo a má desculpa. E, como você sabe, as contas da distribuição do money não se esgotam no Turismo de Portugal, longe disso.

    2- Todos os clubes da bola (pelo menos os Grandes) têm relações directas com o Poder e, na maior parte das vezes, era melhor que não as tivessem…
    Você diz que o Presidente do FCPorto “se imiscui em assuntos que extravasam o pelouro”. Pois bem, aceitemos a sua opinião. Mas, então, analise o comportamento dos OUTROS presidentes simultâneamente.
    “O Porto é um clube regional”, dizia um seu ex-presidente eleito com 90% dos votos, para gáudio dos “6 milhões”.
    “Viemos aqui em nome do SLB agradecer ao Governo (PSD) a ajuda que concedeu ao nosso clube”, proclamava outro ex numa acção de campanha dos laranjinhas, com uma bebedeira das antigas.
    “Aceitamos as acções sem cotação do SLB como garantia de pagamento de uma dívida às Finanças”, proclamavam a Manuela, o Bagão e outros Sulistas de serviço à nação dos “6 milhões”.

    3- Como eu gostava de o ver a proclamar que esta gente que referi no ponto 2 “extravasou o pelouro”…

    Cunha #96, em primeiro lugar, seria de bom tom você dizer que princípios eu mandei “às urtigas”.
    E, em segundo lugar, talvez não fosse pior você reflectir sobre os seus próprios princípios antes de colocar os dos outros em causa. Sabe, Cunha, eu nunca votei no Dias Loureiro, no Preto, no Oliveira e Costa, no Vara, no Isaltino, no Deus Pinheiro, na Zezinha, na Nelinha, no Valentim, na Fatinha de Felgueiras, no Ferreira Torres, no Cavaco, no Sócrates, no Vitalino, no Marcelo, no Santana, no Guterres. Curiosamente, também nunca me deixei seduzir pelos discursos do Belmiro, do Van Zeller, do Teixeira Pinto, do Jardim Gonçalves, da Família Espírito Santo, dos Sucateiros, ou dos Construtores Civis deste lindo Portugal, enfim… Feitios!

    [Responder]

  95. 95 95  Antonio Cunha

    Azevedo, você nunca votou nem nunca votará em ninguém que tenha qq tipo de influencia neste pais. Você vota sempre no pessoal do contra, da demagogia e do corta na casaca.

    Já agora quer um bom exemplo de como a malta aqui de Lisboa está sempre a chegar-se à frente:

    “Os portagens não deveriam registar aumentos em 2010. Pelo menos, era isso que se previa. Mas afinal, haverá algumas excepções.

    Para já, sabe-se que A2, A5 e A12 vão registar aumentos. No caso das duas auto-estradas a Sul do Tejo, o aumento varia entre cinco cêntimos (para os veículos de classe 1) e 15 cêntimos (para os veículos de classe 4). ”

    Os que pagam a crise são sempre os mesmos.

    [Responder]

  96. 96 96  joaquim azevedo

    Cunha, numa coisa você tem razão: os que pagam a crise são sempre os mesmos. E pior! Normalmente são aqueles que trabalham e que têm menos culpa…
    Há, no entanto, uma afirmação errónea da sua parte que é esta: “Você vota sempre no pessoal do contra, da demagogia e do corta na casaca.”
    Não, caro amigo, eu nunca votei no CDS, no PSD ou no PS. Tiro ao lado. portanto.

    [Responder]

  97. 97 97  A.R.A

    JOAQUIM AZEVEDO

    «3- Como eu gostava de o ver a proclamar que esta gente que referi no ponto 2 “extravasou o pelouro”…»

    Meu bom Joaquim, agora parecia o guarda Abel sempre pronto a dar o corpo ao manifesto pela “causa do Norte” embora eu creio que tenha sido explicito o bastante ao afirmar que, não lhe tirando a razão quanto ao imiscuir de OUTROS presidentes de “colectividades” desportivas em assuntos que extravazam as suas competencias, é o seu presidente que sempre que lhe convem volta e meia anda a acenar com a bandeira “nortenha” separatista, coisa que nunca vi NOUTROS presidentes.

    Aquele Abraço
    A.R.A

    [Responder]

  98. 98 98  joaquim azevedo

    Caro ARA, você continua a não ver (ou a não querer ver) a diferença das situações. Ser presidente de um grande clube da capital não é o mesmo que ser presidente de um clube, ainda que maior em dimensão internacional, da vice-capital. Por outras palavras, o SLB ou SCP não podem ter um discurso anti centralista e/ou regionalista pela simples razão de que tal não faria sentido.
    E, já agora, mostre onde é que está o “discurso separatista” do Pinto da Costa. Faço-lhe notar, entretanto, que você deixou sem resposta a questão de, supostamente, ser prejudicial para o “Norte” a postura do presidente do FCPorto…
    Se lhe sobrar algum tempo, vá ver o que tem sido a postura do Barcelona e do seu presidente neste tipo de questões. Ou veja a bronca que foi aquele jogo Barça-Bilbau, com o estádio inteiro a assobiar o hino de Castela e a TVE a censurar o facto na transmissão televisiva. Será que a Catalunha e o País Basco estão pejados de Pintos da Costa? Não me parece.
    Aposto mais na tese que aponta para a existência de um sentimento de desconforto e de injustiça relativamente às políticas centralistas. Mas isto sou eu, que sou do Porto…

    [Responder]

  99. 99 99  A.R.A

    JOAQUIM AZEVEDO

    Desde 1978, creio eu, que existe uma casa do seu FêCêPê em Lisboa portanto essa do “grande clube da capital” é conversa para adormecer meninos, visto que os socios do seu clube tambem se espalham além fronteiras da cidade do Porto dando a relevancia nacional devida ao seu clube que tem sido, nos ultimos tempos, uma autentica bandeira nacional a ganhar por esses campos de futebol nesse mundo afora.

    Portanto arranje outra desculpa menos esfarrapada, Joaquim.

    «Será que a Catalunha e o País Basco estão pejados de Pintos da Costa? Não me parece.»

    Mau! Mas tem a noção da comparação estapafurdia que faz ao comparar o Porto com as situações historicas de ocupação da Catalunha ou do País Basco? É essa a sua noção de regionalização para Portugal?

    Estou a ver que voltamos a estaca zero visto que que existe um qualquer objectivo subliminar na sua mente que nos faz ansear por uma regionalização mas por motivos bem distintos ou então, o Joaquim, tem uma pessima desenvoltura para se explicar com exemplos pois creio não o ter compreendido muito bem (assim espero!).

    Atentamente, aguardo.

    A.R.A

    [Responder]

  100. 100 100  joaquim azevedo

    ARA, não desfoquemos a lente:

    1- O Vale Azevedo, não vai há muito tempo, ganhou eleições (90% ?) com base num discurso que reduzia o FC Porto a “um clube regional”. Quem se deixou seduzir por este discurso? Eu, não!
    Mais recentemente, o sr Vieira, entendeu que a aposta deveria assentar na “batota”.
    Tese dele: “Nós somos os limpinhos, o Porto é sujo”.
    Resultado: ganha todas as eleições mesmo que tudo o que (vos) promete fique por cumprir.
    No fundo, a ideia está lá – só não vencemos por causa da batota.
    E, vocês, lá vão engolindo e já nem sequer querem saber de onde vem o dinheiro para mais nem sei quantas contratações. No fundo, todos sabemos que o SLB é uma espécie de BPN ou BPP – quando estiver para “dar o peido” (desculpe a expressão), o estado acode.

    2- Eu só puxei a conversa da Catalunha com o intuito de você clarificar aquilo que afirmou antes. Você afirmou que o discurso do Pinto da Costa prejudica a Cidade Invicta
    Eu pergunto-lhe, como, onde e porquê?
    Você não responde.

    3- Se não gosta das comparações com a Catalunha ou com o País Basco, sugiro-lhe a questão Galega e a Asturiana. Assim, fica com duas regiões ricas e duas pobres, todas elas com razões para não apreciar governos centralistas.
    As “situações históricas”, caro ARA, terão o seu interesse, não o nego. Mas, de facto, o que conta são as injustiças actuais.
    E digo-lhe mais. Na “Paisagem”, o sentimento anti-capital (Lisboa) está a crescer – é a globalização a fazer o seu caminho.
    Cuidado, ARA. Como dizia o Dylan, “os tempos estão a mudar”.

    [Responder]

  101. 101 101  A.R.A

    JOAQUIM AZEVEDO

    Se calhar ando-lhe a escrever demasiado rapido porque o Joaquim ainda não percebeu que os presidentes do SLB falam do Porto clube para ganharem simpatia dos associados enquanto o presidente do seu clube fala em nome de uma região contra um clube da capital como se este fosse a personificação do centralismo. Percebeu agora a promiscuidade aberrante da coisa?

    Não! Não creio que ainda tenha sido desta.

    «Você afirmou que o discurso do Pinto da Costa prejudica a Cidade Invicta»

    Como: Extravasando as suas competencias, utiliza a sua figura publica para propagandear um sentimento separatista, auto-nomeando-se porta-voz do “Norte” e, com isso, vai ajudando os “centralistas” que continuam com o seu sistema politico inalterado enquanto o FCP continuar a sua senda de vitorias ou seja, enquanto houver festa o povo vai-se distraindo.(Ridiculo)
    Onde: Em conferencias de imprensa que antecedem os jogos contra o Benfica em Lisboa. (É sistematico)
    Porquê: Porque ganha dividendos pessoais e para o seu clube, criando este ambiente de guerrilha inocuo e que não ajuda, nem um pouco, a causa da regionalização.

    Caro Joaquim, em Espanha existem 17 comunidades autonomas mas só 4 detêm uma condição de “Nacionalidades Historicas” (Galiza, Andaluzia, País Basco e Catalunha), portanto as comparações que tem vindo a fazer para justificar as injustiças actuais são demasiado estapafurdias para sequer conseguir-mos vislumbrar qualquer correlação dos casos.

    Como me parece que o Joaquim esta um pouco “desfocado” em relação ao tema da regionalização, apraz-me refrescar-lhe a memoria:

    A regionalização em Portugal Continental está prevista na constituição da República Portuguesa desde 1976, após a revolução de 25 de Abril de 1974, onde se pode ler «As regiões administrativas são criadas simultaneamente, por lei, a qual define os respectivos poderes, a composição, a competência e o funcionamento dos seus órgãos, podendo estabelecer diferenciações quanto ao regime aplicável a cada uma»
    Assim, a regionalização é apenas a forma de organização politica, economica e territorial mais eficaz para um país periferico que vive populacionalmente descompensado entre um litoral sobre-povoado e um interior desertificado com as naturais consequencias que de tal adveêm.

    Portanto, se continua preso ao sentimento serodio de “paisagem” não creio que tenha em sua posse todos os factos para lutar descomplexadamente por uma regionalização.

    Os tempos estão a mudar mas somos nós que escolhemos o caminho da mudança.

    A reflectir, Joaquim.

    Aquele Abraço
    A.R.A

    [Responder]

  102. 102 102  joaquim azevedo

    ARA, vamos com calma e ponto a ponto.

    1- O Presidente do meu Clube não fala contra “um clube”. Isso é um preconceito vaidoso dos benfiquistas que lhes serve para demonstrar superioridade em relação à lagartagem adversária. No fundo, resulta da luta pelo segundo lugar que se disputa na segunda circular há já vários anos.
    Você refuta a tese segundo a qual o seu clube personifica o centralismo mas, estranhamente, não lhe conheço nenhum argumento que justifique a célebre operação “Estado Salva SLB da Falência e Vilarinho Celebra com Baco, Deus do Vinho”. Operação essa que evitou que o Benfica se transformasse num Boavista ou num Salgueiros!
    Quando um Governo, de forma descarada, se submete ao poder de uma agremiação desportiva de Lisboa, o que devemos chamar-lhe se não centralismo?
    Foi por isto que comparei o SLB ao BPP e ao BPN. Na verdade, todos fazem parte do grupo privilegiado do chamado “risco sistémico” e, como tal, o Estado tem de os amparar na hora da desgraça. Nós pagamos “and the life goes on”.

    2- Você insiste em afirmar que o Pinto da Costa usa um discurso separatista e de porta voz do Norte, mas continua sem mostrar nenhum exemplo concreto. Fico à espera de provas desse suposto discurso. Até lá, não comento as suas especulações.

    3- Já é a segunda vez (pelo menos) que você acha as minhas comparações estapafúrdias, lamento é que não o justifique. Dizer que são estapafúrdias é fácil, difícil mesmo é contrapor argumentos, ARA. Quando as desigualdades entre regiões são tão gritantes, as “Nacionalidades Históricas” contam muito pouco na equação. Isto é válido em Portugal, em Espanha ou noutro lado qualquer do planeta.

    4- Há coisas em que a matemática é madrasta mas verdadeira: para que os que têm menos possam ter mais, é necessário que os que têm mais passem a ter menos.
    Portanto, traduzindo para português corrente: para termos um Portugal mais equlibrado, é obrigatório que as regiões mais desenvolvidas deixem de beneficiar da maior parte dos investimentos de modo a que as outras possam, também elas, progredir. Cabe a Lisboa, em primeiro lugar, abdicar duma parte substancial do bolo que é (ou deveria ser) de todos. Penso eu, de que…

    5- Eu vejo a regionalização como um instrumento de dinamização de equilíbrios e de diminuição de desigualdades – seja no seio de Portugal ou de outro país qualquer, seja no mundo inteiro.
    As nomenclaturas (regionalização, globalização, etc) dizem-me pouco. O que conta são, ou serão, os resultados práticos de políticas concretas. E, ou eu estou ceguinho de todo ou, então, não tem acontecido nada nesse sentido.
    O ponto principal é este, caro ARA, o capitalismo leva à centralização do investimento naquilo “que está a dar”, vulgo, lucro. E, de facto, não há regionalização que resista a esta lógica.
    É triste? É. Mas, mais triste ainda, é haver quem pense que ser revolucionário tem alguma coisa a ver com isto…

    6- Faça-me um favor, se tal lhe for possível – não me apelide de complexado. Repare que eu não uso esse tipo de adjectivos para refutar opiniões adversas ou não concordantes. Tento, na medida do possível, argumentar a partir de ideias e/ou opiniões e não a partir de rotulagem apriorística. É claro que por vezes posso falhar (errar é humano, bolas!), mas você merece-me o respeito suficiente para que isso não aconteça. Apenas espero a mesma deferência da sua parte.

    7- Já que estamos numa de citações musicais, proponho-lhe Rolling Stones (adaptado): “I can’t get no satisfaction num Mundo em que há cada vez MENOS gajos com muito e MILHÕES de outros com cada vez menos”.

    8- Depois daquela arbitragem, ontem, no Pantanal da Luz, não me restam dúvidas que o Clube do Centro Comercial Colombo é um sério candidato ao segundo lugar na super liga da bola.
    (In)Felizmente, a Dona Maria José Morgado, justiceira-mor do Reino, não tem tempo para investigar os “apitos” que não sejam “dourados”.
    Mas eu recuso-me a acusar a Justiça de centralista, ou de fechar os olhos à batota e à cumplicidade que está à vista de todos os que querem, realmente, ver.
    Eu limito-me à contingência de ser um cidadão da “paisagem” habituado a ser constantemente chamado de cúmplice de um crime de cada vez que o FCPorto ganha alguma coisa. E, como ganhamos tantas vezes, convenha que não é fácil para mim aguentar o fardo…

    [Responder]

  103. 103 103  A.R.A

    JOAQUIM AZEVEDO

    Antes de recomeçar a “esgrima” apenas lhe queria salientar e assegurar que nunca lhe dirigi qualquer adjectivo com alguma intenção que não fosse a da critica construtiva de um modo positivo e se alguma vez se sentiu lesado nunca tal foi minha vontade assim como nunca senti qualquer animosidade da sua parte mesmo nas expressões “mais fortes” que a mim alguma vez possa ter dirigido.

    Posto isto, e sensibilidades aparte, vamos então “deslindar” o que opinou:


    Tem toda a razão no que afirma e sem duvida alguma não deixa de ser desprestigiante para a gloriosa Historia do meu clube essa negra pagina que lesou de forma descarada o povo portugues dando a verdadeira imagem do nosso Estado mas não confunda “centralismo” com corrupção e trafico de influencias. Embora uma não seja necessariamente dissoluvel da outra, a 1ª é uma forma de governação e a 2ª são crimes penais.


    Agora só pode estar a menosprezar a minha inteligencia pois de parvo (sem ofensa) o Joaquim não tem nada. Mas já que insiste, dei-me ao trabalho de pesquisar algumas tiradas do seu “papa” ;)
    P.C in Record 28/11/2009 num jantar em Amarante
    «Os momentos que se vivem no nosso país são delicados e difíceis para todos aqueles que querem fazer alguma coisa fora da capital do império» … «Vamos continuar a lutar para que Lisboa não seja o centro de tudo e de todas as atenções. Com a força das gentes do Norte vamos lutar contra o centralismo da capital»

    Ou então este video do youtube com o titulo de “Vermes”
    http://www.youtube.com/watch?v=ERcy_6aNcmE

    Será que agora já pode comentar algo que, estranhamente, nunca se tinha apercebido? Alguma vez ouviu um presidente do SCP ou do Benfica a ter este tipo de discursos? Se sim, tambem gostaria que partilha-se da mesma forma comigo.


    Sem duvida que as desigualdades provocam tensão social e por isso é que as combato ou não fosse eu comunista mas daí a serem comparadas com legitimas vontades separatistas como as referidas nas “Nacionalidades Historicas” é como água para o azeite, portanto, é de bom tom, saber distinguir as coisas de um modo racional e fazendo minhas as suas palavras «Isto é válido em Portugal, em Espanha ou noutro lado qualquer do planeta.»


    Totalmente de acordo embora a questão não seja de abdicar mas sim de se regionalizar, contudo aceito e defendo o conteudo do que escreveu.


    Meu caro, ser revolucionario é lutar no nosso dia a dia (nas relações de trabalho ou sociais) por aquilo que em que acreditamos e não precisar-mos de uma voz a ditar-nos o que é a revolução.

    Que a tendencia do capitalismo será sempre de centralizar esta mais que a vista e o melhor exemplo são o poder coorperativo dos Belmiros e afins que aglutinam toda uma panoplia de mercados distanciando a figura patronal dos trabalhadores mas não esqueça que o cariz “revolucionario” da regionalização é precisamente o de aproximar o povo do poder estatal onde os elegidos não mais se refugiarão no anonimato de bancada partidaria e começarão a prestar contas directamente aos conterraneos que os elegeram. Claro que o capitalismo disperso criará nichos de pequenas elites empresariais capazes de manietar a eleição que mais lhes convem mas aí já o povo atento terá a sua responsabilidade reguladora e de não se deixar ficar refem de manobras menos “democraticas” que possam ser de seu prejuizo.


    Seguindo o que lhe escrevi no cabeçalho, embora prefira mil vezes falar olho no olho, o que lhe escrevo apenas difere em promenores de estilo daquilo em que ambos acreditamos e mesmo que orgulhosamente me identifique de Comunista e o Joaquim de Esquerda, nada me levaria a ser rude com alguem ideologicamente tão parecido comigo correndo o risco de me estar a auto-flagelar e como de masoquista não tenho nada espero que de uma vez me tenha entendido pois não vou mudar o meu estilo de escrita.


    Boa! :) Mas como lhe disse, sou comunista e como tal visto a pele do que mais demoniaco existe para certas e determinadas mentes ( e ainda bem!) portanto a minha escolha seria sem duvida tambem os Rolling Stones mas a musica era mais a do “Simpathy for the Devil”


    Bem sei o que é o fardo de ganhar e ver a “paisagem” , mesmo a do outro lado da 2ª Circular, aos gritos e a chamarem-me de tudo menos de “pai” mas a bem da verdade, não lhe acenta da melhor forma o papel de oprimido no que toca a arbitragens, mesmo as desta época (tambem quer exemplos para comentar?) e assim, enquanto a “paisagem” continuar a pensar que o«Clube do Centro Comercial Colombo é um sério candidato ao segundo lugar na super liga da bola.» e mesmo que o campeão em titulo tenha levado um banho de bola da equipa B desse clube do CCColombo quando já era considerado pelos “ecpert’s” o vencedor sem jogar, é bom saber o quanto se é menosprezado pois só assim é que sabe bem ganhar no fim.

    Aquele Abraço
    A.R.A

    [Responder]

  104. 104 104  A.R.A

    ERRATA:
    “Expert’s”

    [Responder]

  105. 105 105  Antonio Cunha

    Para todos os que ainda acreditam que pinto da costa é um santo aqui estão as famosas escuta do apito dourado

    Oiçam bem e tirem as duvidas todas

    http://www.youtube.com/user/tripulha

    Já guardei os videos todos para mais tarde recordar.

    [Responder]

  106. 106 106  joaquim azevedo

    Cunha, estará você preparado para as escutas do apito encarnado?

    ps: Eu não sabia que as escutas eram feitas em vídeo. Acho que nem os gajos do CSI conseguem tal feito. Audio é audio, video é video.
    Assim como Penta é Penta, Tetra é Tetra, duas Champions são duas Champions, duas Taças Intercontinentais são duas Taças Intercontinentais, Uma Taça UEFA é uma Taça UEFA, uma Supertaça Europeia é uma Supertaça Europeia.
    Quando o seu clube lá chegar falámos…

    [Responder]

    Antonio Cunha Reply:

    Azevedo, taças como essas que estão cheias de aldrabice e batotice, deixe lá não quero.

    Veja este resumo histórico.

    http://www.youtube.com/watch?v=2zMUPWlVAaI

    A escuta do Vieira foi num jogo de Taça contra o Belenenses…em que era prática comum ligar aos presidentes dos 2 clubes…para acertar um árbitro com que os 2 concordassem! Foi o loureiro que ligou aos 2 presidentes !!!!!!!!

    O Vieira…passa a escuta toda a dizer que eles são todos uns batoteiros… ;D

    O próprio Sequeira Nunes, presidente à época do Belenenses, confirmou isto que eu disse…e que também tinha sido interpelado e concordou com o árbitro em questão!

    Convém não misturar tudo…senão fazemos papel de imbecis!

    Antonio Cunha Reply:

    Eu digo video porque o youtube ´que tem é ficheiros FLV, que voce aparentemente não faz ideia o que é. Por isso deixe de se armar em inteligente.

    Mas dou-lhe uma dica, o V quer dizer video.

  107. 107 107  joaquim azevedo

    Sim, Cunha, batota nem pensar. Pode começar pela Taça Lucílio 2009. Vá ao mausoléu do Colombo, retire-a da montra e queime-a junto à estátua do Eusébio.

    [Responder]

    Antonio Cunha Reply:

    Meu amigo, se voce tem conhecimento de que o sr lucilio foi a casa do vieira em vesperas do jogo para receber dinheiro, ou de algo parecido, então por favor fale. Aliás vá já à policia judiciária.

    Se não tem nada, então esteja calado porque falar em batota sem ter algo substancial e muito feio.

  108. 108 108  joaquim azevedo

    Cunha, V, quer dizer vitória. Repare:
    http://www.iffhs.de/?bd4d443d0b803e8b40384c00345fdcdc3bfcdc0aec28d6edbe1d

    Clasificación histórica del Ranking Mundial de Clubs

    Una Clasificación histórica del Ranking Mundial de Clubs sólo puede ser significativa y útil si se tienen en cuenta todos los resultados de las ligas y copas nacionales y las competiciones de clubs de las seis confederaciones continentales y de la FIFA. Por lo tanto sólo es posible establecer una clasificación histórica del Ranking Mundial de Clubs desde el 1 de enero de 1991 -cuando el Ranking Mundial de Clubs tuvo en cuenta todas estas consideraciones-.

    El período entre 1872 y 1990 sólo se puede valorar subjetivamente, principalmente porque se toman los campeones nacionales e internacionales para establecer las referencias. De esto se deduce que los equipos que sólo disputan una competición no pueden ser valorados, bien porque consiguieron su título fácilmente o bien pese a sufrir numerosas derrotas. Simplemente no es posible establecer unas bases para igualar las opciones de todos los clubs participantes durante el período entre 1872 y 1990.

    La IFFHS ha decidido por lo tanto, lógicamente, que la Clasificación histórica del Ranking Mundial de Clubs queda definida a partir del 1 de enero de 1991 a partir de la clasificación anual del Ranking Mundial de Clubs (fijada anualmente el 31 de diciembre). Por eso se tendrán en cuenta los 50 mejores clubs de cada año y se otorgará 50 puntos al primero del ranking descendiendo hasta 1 punto al clasificado en 50º lugar. La suma de las puntuaciones acumluladas anualmente por cada club decidirá la Clasificación histórica del Ranking Mundial de Clubs.

    Situation: 31st December 2009

    1. FC Barcelona
    2. Manchester United FC
    3. Real Madrid CF
    4. Juventus FC Torino
    5. Milan AC Italia
    6. FC Internazionale Milano
    7. FC Bayern München
    8. Arsenal FC London
    9. CA River Plate Buenos Aires
    10 Chelsea FC London
    11. Liverpool FC
    12. FC do Porto
    13. AS Roma
    14. AFC Ajax Amsterdam
    15. CA Boca Juniors Buenos Aires
    16. Valencia CF
    17. Parma AC
    18. São Paulo FC
    19. Glasgow Rangers FC
    20. SS Lazio Roma
    21. Olympique Lyonnais
    22. Club Atlético de Madrid
    23. SV Werder Bremen
    24. BV Borussia Dortmund
    25. Paris Saint-Germain FC
    26. FC Spartak Moscow
    27. AS de Monaco
    28. Grêmio de Foot-Ball Porto-Alegrense
    29. Club Brugge KV
    30. Cruzeiro EC Belo Horizonte
    31. Real Club Deportivo de La Coruña
    32. CSD Colo Colo Santiago
    33. Glasgow Celtic FC
    34. Sport Lisboa e Benfica

    O Sporting aparece para aí em octogésimo e, para si, já é uma vitória considerável tendo em conta o campeonato da segunda circular.
    Poderia o Sporting estar mais bem classificado? Podia, mas não era a mesma coisa. Afinal de contas, os sopapos do Sá Pinto não contam para o Ranking…

    O Glorioso está apenas (!!!) – sem risos – 22 (vinte e dois) lugares abaixo do Clube Regional da Invicta? Está. Mas isso é só porque na IFFHS ainda ninguém foi ao youtube ouvir as escutas.

    Moral da História: Não é Grande quem quer e apregoa, mas sim Quem pode e Sabe. Até o La Fontaine sabia…

    [Responder]

    Antonio Cunha Reply:

    E por falar em aldrabices

    Este seus post foi mais uma.

    Pos Team Country Pts.
    1 Real Madrid Spain 563,50
    2 Juventus Italy 466,00
    3 Barcelona Spain 458,00
    4 Milan Italy 399,75
    5 Bayern Munich Germany 399,00
    6 Internazionale Italy 362,00
    7 Ajax Netherlands 332,75
    8 Liverpool England 300,25
    9 Benfica Portugal 299,00
    10 Anderlecht Belgium 231,00

    http://31daarmada.blogs.sapo.pt/3671645.html

  109. 109 109  joaquim azevedo

    Caro Cunha, eu não tenho conhecimento de nada. Mas você, pelo contrário, parece que tem conhecimento de tudo. Hoje é o seu dia de Glória. As escutas do Pinto estão na net -Aleluia! Aleluia! Aleluia! Rejubilemos! Antecipemos a Páscoa e comemeremos a Ressurreição desde já!
    Ficou provado hoje que aquelas equipas miseráveis do Benfica (excepto a do ALLGarve), só não venceram campeonatos e Ligas dos Campeões sucessivamente devido aos “roubos de igreja” cá do Norte.

    ps: registo com apreço o seu respeito pelas autoridades judiciárias: “vá já [denunciar] à policia judiciária”, diz você.
    Apenas lamento que não use o mesmo critério quando o caso lhe faz comichão…
    É que, na realidade, o Pinto foi ilibado em todos os processos.
    Você não gostou, mas vai ter que engolir. É assim a vida…

    [Responder]

    Antonio Cunha Reply:

    é por comentários como esse que eu não acredito nem um bocadinho que voce não votasse em pc para os bombeiros da sua terra.

    Votava e ainda ia com bandeirinhas para a porta da sede de campanha festejar a vitória.

    Eu meu amigo como sócio do benfica NUNCA votei em lfv. nem nunca votarei. Mas sabe o benfica é um clube democrático, não é uma ditadura como o fcp.

  110. 110 110  joaquim azevedo

    Erro #109. Não se escreve “comemeremos”, mas sim “comemoremos”.
    A culpa é do Cunha – de tão vermelho que é deixa-me o teclado invisível…

    [Responder]

  111. 111 111  joaquim azevedo

    Cunha, eu a pensar que você queria comentar aquela classificação dos melhores clubes do Mundo. Mas, não.
    É claro que o Benfica é um clube democrático. Então no tempo do Vale Azevedo com os capangas a ameaçarem a oposição era uma democracia fantástica. Já o Vieira aprecia mais o “estilo Jardim” – demite-se para concorrer outra vez. Atropela os estatutos, mas não há crise. O Povo é sereno.

    [Responder]

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