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	<title>Comentários em: Carta a Obama: uma paz justa é possível</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/carta-a-obama-uma-paz-justa-e-possivel/comment-page-2/#comment-57486</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 00:08:08 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;@ Manuel Leão:&lt;/b&gt;
&lt;I&gt;”Mas parece que você não atingiu a piada! Nem se lembrou de quem tem estado a governar a super-potência.”&lt;/I&gt;

Lembrei-me perfeitamente, mas não vejo o Bush como um maluquinho, muito menos como um sonhador revolucionário – apesar de ser, por vezes, mais progressista que muita gente que escreve neste site, e que se julga muito de esquerda!!!
Vou-lhe dar alguns exemplos de maluquinhos que governam para ver se a gente se entende: Ahmadinejad, Mugabe e Chavez.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>@ Manuel Leão:</b><br />
<i>”Mas parece que você não atingiu a piada! Nem se lembrou de quem tem estado a governar a super-potência.”</i></p>
<p>Lembrei-me perfeitamente, mas não vejo o Bush como um maluquinho, muito menos como um sonhador revolucionário – apesar de ser, por vezes, mais progressista que muita gente que escreve neste site, e que se julga muito de esquerda!!!<br />
Vou-lhe dar alguns exemplos de maluquinhos que governam para ver se a gente se entende: Ahmadinejad, Mugabe e Chavez.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/carta-a-obama-uma-paz-justa-e-possivel/comment-page-1/#comment-57434</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 16:56:13 +0000</pubDate>
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		<description>34  Lidador 
7 Jan 2009 às 18:16

O xatoo tem razão.
&quot;Há uma conspiração judaico-sionista-maçónica e isso, para o domínio mundial e não só.

De facto o Pato Donald conspirou com Herzl, Eichman e Beria para fazer cair a Bolsa de Nova York e causar a Grande Depressão, na qual o Tio Patinhas, o Rotschild e 14 milhões de revisonistas kulaks, a mando do Ariel Sharon, cruzaram o Mar Vermelho e atacaram Meca.&quot;

--Este comentário merece uma medalha.
Do melhor que já li pelo sentido de humor ,pela paciência e sobretudo pela capacidade de discernimento e a classe da escrita.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>34  Lidador<br />
7 Jan 2009 às 18:16</p>
<p>O xatoo tem razão.<br />
&#8220;Há uma conspiração judaico-sionista-maçónica e isso, para o domínio mundial e não só.</p>
<p>De facto o Pato Donald conspirou com Herzl, Eichman e Beria para fazer cair a Bolsa de Nova York e causar a Grande Depressão, na qual o Tio Patinhas, o Rotschild e 14 milhões de revisonistas kulaks, a mando do Ariel Sharon, cruzaram o Mar Vermelho e atacaram Meca.&#8221;</p>
<p>&#8211;Este comentário merece uma medalha.<br />
Do melhor que já li pelo sentido de humor ,pela paciência e sobretudo pela capacidade de discernimento e a classe da escrita.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Manuel Leão</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/carta-a-obama-uma-paz-justa-e-possivel/comment-page-1/#comment-57429</link>
		<dc:creator>Manuel Leão</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 16:03:28 +0000</pubDate>
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		<description>Carmo da rosa:

Continua a não perceber nada! 

O que eu gostaria é que as acções estivessem de acordo com o discurso. Mas há muito tempo que deixei de acreditar em discursos bonitos. Por isso não tenho ilusões. Apenas espero pelos resultados. Mas, a parte humorística do seu comentário, estava naquela de «um maluquinho a governar uma super-potência». Mas parece que você não atingiu a piada! Nem se lembrou de quem tem estado a governar a super-potência. Enganado estava eu quando julgava que você era dotado de um grande sentido de humor. Desculpe...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carmo da rosa:</p>
<p>Continua a não perceber nada! </p>
<p>O que eu gostaria é que as acções estivessem de acordo com o discurso. Mas há muito tempo que deixei de acreditar em discursos bonitos. Por isso não tenho ilusões. Apenas espero pelos resultados. Mas, a parte humorística do seu comentário, estava naquela de «um maluquinho a governar uma super-potência». Mas parece que você não atingiu a piada! Nem se lembrou de quem tem estado a governar a super-potência. Enganado estava eu quando julgava que você era dotado de um grande sentido de humor. Desculpe&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/carta-a-obama-uma-paz-justa-e-possivel/comment-page-1/#comment-57097</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 11:42:56 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;&quot;Não espero nada de especial.&quot;&lt;/i&gt;

Caro Manuel Leão, então peço desculpa, você afinal é um pragmático apologista da Realpolitik, e é naturalmente contra sonhadores revolucionários que acabam sempre em ditadores. Muito bem, eu também...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Não espero nada de especial.&#8221;</i></p>
<p>Caro Manuel Leão, então peço desculpa, você afinal é um pragmático apologista da Realpolitik, e é naturalmente contra sonhadores revolucionários que acabam sempre em ditadores. Muito bem, eu também&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel Leão</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/carta-a-obama-uma-paz-justa-e-possivel/comment-page-1/#comment-56966</link>
		<dc:creator>Manuel Leão</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 14:53:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=7205#comment-56966</guid>
		<description>Carmo da rosa:

Não deve ter lido bem o que eu escrevi. Eu sou dos que não me iludi! Não espero nada de especial.
Tenha calma antes de responder! 

Quanto a «um maluquinho a governar uma super-potência», essa é mesmo muito subtil, mas o Bush, se conseguisse detectar tal subtileza, não deveria gostar mesmo nada!
É bom saber que ainda há gente com sentido de humor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carmo da rosa:</p>
<p>Não deve ter lido bem o que eu escrevi. Eu sou dos que não me iludi! Não espero nada de especial.<br />
Tenha calma antes de responder! </p>
<p>Quanto a «um maluquinho a governar uma super-potência», essa é mesmo muito subtil, mas o Bush, se conseguisse detectar tal subtileza, não deveria gostar mesmo nada!<br />
É bom saber que ainda há gente com sentido de humor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jtmota</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/carta-a-obama-uma-paz-justa-e-possivel/comment-page-1/#comment-56921</link>
		<dc:creator>jtmota</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 10:48:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=7205#comment-56921</guid>
		<description>Caro Euroliberal

A minha prifissão e os meus estudos académicos, são de pouca importância.

Conheci em tempos uma pessoa que cada vez que era confrontado com argumentos contraditórios, e faltando melhor resposta dizia: &quot;eu sou ecónomista por isso eu é que sei.&quot;

Entretanto cresceu, ficou mais maduro e mais seguro, e hoje é um excelente conversador, alguem que conhece as regras do confronto de opiniões.

Tenha esperança, V/ chega lá.

&quot;Jerusalem será ibertada&quot;

Quer V/ ver que para alem de jurista ainda é cruzado.

Quanto ao direito internacional e ao direito natural.

Questão pertinente por si levantada.

Quer por força do direito positivo, resoluções da ONU, quer por força do Direito Natural Israel tem direito a existir.

Eu explico a minha visão.

O direito natural é modelo do direito positivo porque representa o modelo de direito que deveria vigorar.

Penso que V/ aceita que todos os povos, de acordo com a ideia do que deveria ser o direito positivo, têm direito à sua autodeterminação.

Penso que sabe que sempre residiram judeus na zona da Palestina.

Penso que sabe que  a questão do estado de Israel se prendia inicialmente com esses judeus que la residiam, e que de lá nunca tinham saido.

Penso que sabe que das primeiras vezes que se fala do estado de Isarel, fala-se de dividir a zona em dois estado, um para os arabes naturais da região outro para os judeus naturais e residentes na região.

Ora reconhecendo aos povos da região o seu direito a se autogovernarem, ou aceita de acordo com o direito que deveria ser ( direito natural ) que todos têm um igual direito, ou então mais uma vez falha V/ em congruencia.

Mas V/ é que é jurista, por isso V/ é que sabe.

Quanto ao meu Nazismo.

De acordo com a ética da responsabilidade sou responsavel por considerar que ambos os povos têm direito a se auto-determinar.

V/ é que defende que apenas um tem esse direito natural.

Curiosa definição de direito natural V/ tem, na qual o principio da igualdade dos povos é afastada logo à cabeça.

Essa forma de pensar tem qualquer coisa de parecido com aquilo que V/ diz que eu sou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Euroliberal</p>
<p>A minha prifissão e os meus estudos académicos, são de pouca importância.</p>
<p>Conheci em tempos uma pessoa que cada vez que era confrontado com argumentos contraditórios, e faltando melhor resposta dizia: &#8220;eu sou ecónomista por isso eu é que sei.&#8221;</p>
<p>Entretanto cresceu, ficou mais maduro e mais seguro, e hoje é um excelente conversador, alguem que conhece as regras do confronto de opiniões.</p>
<p>Tenha esperança, V/ chega lá.</p>
<p>&#8220;Jerusalem será ibertada&#8221;</p>
<p>Quer V/ ver que para alem de jurista ainda é cruzado.</p>
<p>Quanto ao direito internacional e ao direito natural.</p>
<p>Questão pertinente por si levantada.</p>
<p>Quer por força do direito positivo, resoluções da ONU, quer por força do Direito Natural Israel tem direito a existir.</p>
<p>Eu explico a minha visão.</p>
<p>O direito natural é modelo do direito positivo porque representa o modelo de direito que deveria vigorar.</p>
<p>Penso que V/ aceita que todos os povos, de acordo com a ideia do que deveria ser o direito positivo, têm direito à sua autodeterminação.</p>
<p>Penso que sabe que sempre residiram judeus na zona da Palestina.</p>
<p>Penso que sabe que  a questão do estado de Israel se prendia inicialmente com esses judeus que la residiam, e que de lá nunca tinham saido.</p>
<p>Penso que sabe que das primeiras vezes que se fala do estado de Isarel, fala-se de dividir a zona em dois estado, um para os arabes naturais da região outro para os judeus naturais e residentes na região.</p>
<p>Ora reconhecendo aos povos da região o seu direito a se autogovernarem, ou aceita de acordo com o direito que deveria ser ( direito natural ) que todos têm um igual direito, ou então mais uma vez falha V/ em congruencia.</p>
<p>Mas V/ é que é jurista, por isso V/ é que sabe.</p>
<p>Quanto ao meu Nazismo.</p>
<p>De acordo com a ética da responsabilidade sou responsavel por considerar que ambos os povos têm direito a se auto-determinar.</p>
<p>V/ é que defende que apenas um tem esse direito natural.</p>
<p>Curiosa definição de direito natural V/ tem, na qual o principio da igualdade dos povos é afastada logo à cabeça.</p>
<p>Essa forma de pensar tem qualquer coisa de parecido com aquilo que V/ diz que eu sou.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: anónimo</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/carta-a-obama-uma-paz-justa-e-possivel/comment-page-1/#comment-56915</link>
		<dc:creator>anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 09:46:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=7205#comment-56915</guid>
		<description>Fala-se  em direito internacional, mas parece que  o direito internacional da época ja não vale e tem que ser posto em causa, tem que ser feita a análise com base nos paises que desde então e actualmente passaram a integrar a onu, por esta lógica vamos ja rever tudo aquilo que foi criado anteriormente pelas geraçoes precedentes com base no direito que tinham. Ate parece que o estado de israel foi criado fora da lei numa negociata de amigos e não numa instituição politica da época com a representação própria da época.

Em 1917, Lord Balfour, o secretário inglês para os Negócios Estrangeiros, fez publicar a Declaração Balfour, em que apoiava a imigração de judeus para a Palestina e o estabelecimento de um &quot;lar nacional para o povo judeu&quot; na região, afirmando que &quot;nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não judaicas existentes&quot;

As decisões da Sociedade das Nações, a seguir à Grande Guerra, o documento adoptado pela SDN em 24 de julho de 1922, que confiava o mandato sobre a Palestina à Grã Bretanha , precisava: 

“O mandatário assumirá a responsabilidade de instituir no país um estado de coisas político, administrativo e económico. capaz de assegurar o estabelecimento do estado nacional para o povo judeu (art. 2). 

(...) A administração da Palestina facilitará a imigração judaica em condições convenientes e de acordo com o organismo judaico mencionado no artigo 4. Estimulará o estabelecimento intensivo dos judeus nas terras do país, incluídos os domínios do Estado e as terras sem cultivar (art. 6)”.

Incapaz de conseguir uma solução acordada entre árabes e judeus, a Grã-Bretanha transferiu a decisão para a ONU, que nomeou uma Comissão Especial para a Palestina (UNSCOP) para planear uma solução. O resultado não foi unânime: os delegados de 7 países Canadá, Checoslováquia, Guatemala, Holanda, Peru, Suécia e Uruguai recomendaram o estabelecimento de dois estados separados, um judeu e outro árabe, ligados por uma união económica, com Jerusalém como um enclave internacional. 3 países Índia, Irão e Jugoslávia recomendaram um estado unitário com províncias árabes e judias. A Austrália absteve-se.

Em 14 de maio de 1947, Gromiko, o delegado soviético, pronunciava-se, na tribuna da ONU, por um “estado judeu-árabe único com direitos iguais para os judeus e os árabes”, precisando todavia: “Se esta solução resultar irrealizável devido as relações cada vez mais tensas entre os judeus e os árabes (...), então teria que se estudar uma segunda solução (...) que incluísse a divisão em dois estados independentes, um estado judeu e um estado árabe”. Em 29 de Novembro de 1947 era aprovada a partilha da Palestina em 2 estados, pela resolução 181 na Assembleia Geral da ONU. A Grã Bretanha, que se absteve, anunciou que não cooperaria na aplicação desse plano e que conservaria todos os seus poderes até ao fim do mandato que fixou para 15 de Maio de 1948.

Pelos resultados da votação  pode verificar-se que todos os países árabes ou islâmicos votaram contra. Os países árabes declararam imediatamente que não aceitariam a decisão e que se iriam opor a ela pela violência. Entre 7 e 15 de Outubro tinha-se realizado a reunião do Conselho da Liga Árabe em Aley (Líbano) onde foi encarada pela primeira vez a possibilidade de uma intervenção militar na Palestina.

Assim começou a guerra da independência, em que o novo Estado de Israel enfrentou os exércitos do Egipto, Síria, Transjordânia, Líbano, Iraque e os próprios palestinos, muitos dos quais foram induzidos a abandonar seus lares, na expectativa de um próximo retorno com a vitória dos exércitos árabes. Azzam Pashá, Secretario Geral da Liga Árabe afirmava: «Esta será uma guerra de extermínio e de grandes massacres, da qual se falará como dos massacres mongóis e das cruzadas». 

Resultado da votação da criação do estado de israel:

Votaram a favor: 33 

Austrália, Bélgica, Bolívia, Brasil, Bielorússia, Canadá, Costa Rica, Checoslováquia, Dinamarca, República Dominicana, Equador, França, Guatemala, Haiti, Islândia, Libéria, Luxemburgo, Holanda, Nova Zelândia, Nicarágua, Noruega, Panamá, Paraguai, Peru, Filipinas, Polónia, Suécia, Ucrânia, União Sul Africana, U.S.A., U.R.S.S., Uruguai, Venezuela. 

Contra: 13 

Afeganistão, Cuba, Egipto, Grécia, Índia, Irão, Iraque, Líbano, Paquistão, Arábia, Saudita, Síria, Turquia, Yemen. 

Abstenções: 10 

Argentina, Chile, China, Colômbia, Salvador, Etiópia, Honduras, México, Reino Unido, Jugoslávia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala-se  em direito internacional, mas parece que  o direito internacional da época ja não vale e tem que ser posto em causa, tem que ser feita a análise com base nos paises que desde então e actualmente passaram a integrar a onu, por esta lógica vamos ja rever tudo aquilo que foi criado anteriormente pelas geraçoes precedentes com base no direito que tinham. Ate parece que o estado de israel foi criado fora da lei numa negociata de amigos e não numa instituição politica da época com a representação própria da época.</p>
<p>Em 1917, Lord Balfour, o secretário inglês para os Negócios Estrangeiros, fez publicar a Declaração Balfour, em que apoiava a imigração de judeus para a Palestina e o estabelecimento de um &#8220;lar nacional para o povo judeu&#8221; na região, afirmando que &#8220;nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não judaicas existentes&#8221;</p>
<p>As decisões da Sociedade das Nações, a seguir à Grande Guerra, o documento adoptado pela SDN em 24 de julho de 1922, que confiava o mandato sobre a Palestina à Grã Bretanha , precisava: </p>
<p>“O mandatário assumirá a responsabilidade de instituir no país um estado de coisas político, administrativo e económico. capaz de assegurar o estabelecimento do estado nacional para o povo judeu (art. 2). </p>
<p>(&#8230;) A administração da Palestina facilitará a imigração judaica em condições convenientes e de acordo com o organismo judaico mencionado no artigo 4. Estimulará o estabelecimento intensivo dos judeus nas terras do país, incluídos os domínios do Estado e as terras sem cultivar (art. 6)”.</p>
<p>Incapaz de conseguir uma solução acordada entre árabes e judeus, a Grã-Bretanha transferiu a decisão para a ONU, que nomeou uma Comissão Especial para a Palestina (UNSCOP) para planear uma solução. O resultado não foi unânime: os delegados de 7 países Canadá, Checoslováquia, Guatemala, Holanda, Peru, Suécia e Uruguai recomendaram o estabelecimento de dois estados separados, um judeu e outro árabe, ligados por uma união económica, com Jerusalém como um enclave internacional. 3 países Índia, Irão e Jugoslávia recomendaram um estado unitário com províncias árabes e judias. A Austrália absteve-se.</p>
<p>Em 14 de maio de 1947, Gromiko, o delegado soviético, pronunciava-se, na tribuna da ONU, por um “estado judeu-árabe único com direitos iguais para os judeus e os árabes”, precisando todavia: “Se esta solução resultar irrealizável devido as relações cada vez mais tensas entre os judeus e os árabes (&#8230;), então teria que se estudar uma segunda solução (&#8230;) que incluísse a divisão em dois estados independentes, um estado judeu e um estado árabe”. Em 29 de Novembro de 1947 era aprovada a partilha da Palestina em 2 estados, pela resolução 181 na Assembleia Geral da ONU. A Grã Bretanha, que se absteve, anunciou que não cooperaria na aplicação desse plano e que conservaria todos os seus poderes até ao fim do mandato que fixou para 15 de Maio de 1948.</p>
<p>Pelos resultados da votação  pode verificar-se que todos os países árabes ou islâmicos votaram contra. Os países árabes declararam imediatamente que não aceitariam a decisão e que se iriam opor a ela pela violência. Entre 7 e 15 de Outubro tinha-se realizado a reunião do Conselho da Liga Árabe em Aley (Líbano) onde foi encarada pela primeira vez a possibilidade de uma intervenção militar na Palestina.</p>
<p>Assim começou a guerra da independência, em que o novo Estado de Israel enfrentou os exércitos do Egipto, Síria, Transjordânia, Líbano, Iraque e os próprios palestinos, muitos dos quais foram induzidos a abandonar seus lares, na expectativa de um próximo retorno com a vitória dos exércitos árabes. Azzam Pashá, Secretario Geral da Liga Árabe afirmava: «Esta será uma guerra de extermínio e de grandes massacres, da qual se falará como dos massacres mongóis e das cruzadas». </p>
<p>Resultado da votação da criação do estado de israel:</p>
<p>Votaram a favor: 33 </p>
<p>Austrália, Bélgica, Bolívia, Brasil, Bielorússia, Canadá, Costa Rica, Checoslováquia, Dinamarca, República Dominicana, Equador, França, Guatemala, Haiti, Islândia, Libéria, Luxemburgo, Holanda, Nova Zelândia, Nicarágua, Noruega, Panamá, Paraguai, Peru, Filipinas, Polónia, Suécia, Ucrânia, União Sul Africana, U.S.A., U.R.S.S., Uruguai, Venezuela. </p>
<p>Contra: 13 </p>
<p>Afeganistão, Cuba, Egipto, Grécia, Índia, Irão, Iraque, Líbano, Paquistão, Arábia, Saudita, Síria, Turquia, Yemen. </p>
<p>Abstenções: 10 </p>
<p>Argentina, Chile, China, Colômbia, Salvador, Etiópia, Honduras, México, Reino Unido, Jugoslávia.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Euroliberal</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/carta-a-obama-uma-paz-justa-e-possivel/comment-page-1/#comment-56914</link>
		<dc:creator>Euroliberal</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 09:41:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=7205#comment-56914</guid>
		<description>&quot;Arsénico: ”Diga lá então, como pára a chuva de rockets em Israel? Constrói um guarda-chuva gigante? Ou põe as cidades israelitas de baixo do chão?”

Há uma solução simples e radical, de resultado imediato, a única conforme ao direito internacional:

Aceitar eleições gerais na Palestina, segundo o princípio ONE MAN, ONE VOTE, e reconhecer o governo de maioria daí resultante, provavelmente muçulmano, abolindo assim de facto o regime de apartheid. Foi o que a Africa do sul fez e deu resultado. A guerra acabou logo. Para sempre. Mas iSSrael é uma ditadura nazi e tem medo da democracia...

De qualquer modo, o agressor ocupante não tem NUNCA à face do direito qualquer direito de legítima defesa. Tudo o que faça contra o ocupado (que, esse sim, tem o direito de legítima defesa) constitui crime contra a humanidade, que só pode agravar o seu caso...o qual já é desesperado (já dá largamente para todos irem fazer tijolo...)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Arsénico: ”Diga lá então, como pára a chuva de rockets em Israel? Constrói um guarda-chuva gigante? Ou põe as cidades israelitas de baixo do chão?”</p>
<p>Há uma solução simples e radical, de resultado imediato, a única conforme ao direito internacional:</p>
<p>Aceitar eleições gerais na Palestina, segundo o princípio ONE MAN, ONE VOTE, e reconhecer o governo de maioria daí resultante, provavelmente muçulmano, abolindo assim de facto o regime de apartheid. Foi o que a Africa do sul fez e deu resultado. A guerra acabou logo. Para sempre. Mas iSSrael é uma ditadura nazi e tem medo da democracia&#8230;</p>
<p>De qualquer modo, o agressor ocupante não tem NUNCA à face do direito qualquer direito de legítima defesa. Tudo o que faça contra o ocupado (que, esse sim, tem o direito de legítima defesa) constitui crime contra a humanidade, que só pode agravar o seu caso&#8230;o qual já é desesperado (já dá largamente para todos irem fazer tijolo&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/carta-a-obama-uma-paz-justa-e-possivel/comment-page-1/#comment-56868</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 00:25:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=7205#comment-56868</guid>
		<description>&lt;b&gt;@ Ana Fernandes:&lt;/b&gt; &lt;I&gt;”À direita, quando se debate o tema, não se baseiam em argumentos consistentes e credíveis, a meu ver, porque justificam a cultura bélica de Israel e não revelam a menor sensibilidade em relação à actual situação dos palestinianos.”&lt;/I&gt;

Minha cara Senhora,

Israel SEM cultura bélica, com os vizinhos que tem, já tinha desaparecido do mapa… Precisamente por não terem tido uma cultura bélica, mas uma cultura virada quase unicamente para profissões liberais, é que o holocausto foi tão grave. É absolutamente compreensível que desta vez não queiram ser chacinados sem pelo menos poder responder. 

A actual situação dos palestinos foram eles que a criaram, com a apologia da morte, com o envio de mártires para se fazerem explodir não importa onde, logo que haja judeus. A resposta de Israel é o controlo rigorosíssimo de entrada e saída de gente, que realmente atrapalha a vida das pessoas. Mas da mesma maneira a nossa vida, com a constante ameaça da jihad islâmica, foi afectada – basta pensar no tempo que actualmente perdemos em bichas nos aeroportos e agradecer aos………. palestinos ligados ao Hamas, Hezbollah e outros tais.   

&lt;b&gt;Xatoo:&lt;/b&gt; &lt;I&gt;”na verdade esta opinião intenção fascista de expurgar a sociedade do “esquerdismo” corresponde às lógicas de poder desde sempre:”&lt;/I&gt;

Ó xatoo, tu és mesmo chato pá!
Eu não quero expurgar a sociedade de coisa nenhuma e, como esquerdista, muito menos de esquerdistas!

Como dizia o Lidador, quem expurgou a sociedade (Persa) de esquerdistas ingénuos como tu e o Daniel Oliveira foi o Khomeini… Os que se salvaram da chacina vivem refugiados na Europa ou nos EUA. Aliás, como deves saber, o Hamas, que são tão (euro)liberais como o Khomeini, fizeram em Gaza a mesma coisa com os manos da Fatah.
Quem avisa amigo é…

&lt;b&gt;jtmota:&lt;/b&gt; &lt;I&gt;”Relembro ainda que chamar-me nazi no contexto deste tema, é ou não saber o que é o nazismo ou então ter o discurso limitado por meros reflexos linguisticos.”&lt;/I&gt;

O problema caro jtmota é que o Euroliberal não é uma pessoa de carne e osso, não é um blogueiro, mas sim um programa que reage automaticamente e sempre da mesma forma a certas palavras – funciona quase como um vírus, só não se instala na software, por isso é inofensivo… 

&lt;b&gt;Arsénico:&lt;/b&gt; &lt;I&gt;”Diga lá então, como pára a chuva de rockets em Israel? Constrói um guarda-chuva gigante? Ou põe as cidades israelitas de baixo do chão?”&lt;/I&gt;

É isto que as pessoas não querem compreender e vêm com a história da desporporcionalidade!!! Digo e repito, é fácil de imaginar que mesmo que o Hamas atirasse só pedras isso tornaria a vida dos habitantes de Israel insuportável. Mas o problema é mais grave, porque por enquanto vão atirando foguetes artesanais, mas quem garante que no futuro não possam utilizar armas químicas ou mesmo nucleares ?

&lt;b&gt;Manuel Leão:&lt;/b&gt; &lt;I&gt;”Apesar de tudo é sempre preferível a McCain, mas vamos ter Realpolitik por muitos anos.”&lt;/I&gt;

E ainda bem! O que é que você queria? Um maluquinho como o Chavez ou o Ahmadinejad a governar uma super-potência!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>@ Ana Fernandes:</b> <i>”À direita, quando se debate o tema, não se baseiam em argumentos consistentes e credíveis, a meu ver, porque justificam a cultura bélica de Israel e não revelam a menor sensibilidade em relação à actual situação dos palestinianos.”</i></p>
<p>Minha cara Senhora,</p>
<p>Israel SEM cultura bélica, com os vizinhos que tem, já tinha desaparecido do mapa… Precisamente por não terem tido uma cultura bélica, mas uma cultura virada quase unicamente para profissões liberais, é que o holocausto foi tão grave. É absolutamente compreensível que desta vez não queiram ser chacinados sem pelo menos poder responder. </p>
<p>A actual situação dos palestinos foram eles que a criaram, com a apologia da morte, com o envio de mártires para se fazerem explodir não importa onde, logo que haja judeus. A resposta de Israel é o controlo rigorosíssimo de entrada e saída de gente, que realmente atrapalha a vida das pessoas. Mas da mesma maneira a nossa vida, com a constante ameaça da jihad islâmica, foi afectada – basta pensar no tempo que actualmente perdemos em bichas nos aeroportos e agradecer aos………. palestinos ligados ao Hamas, Hezbollah e outros tais.   </p>
<p><b>Xatoo:</b> <i>”na verdade esta opinião intenção fascista de expurgar a sociedade do “esquerdismo” corresponde às lógicas de poder desde sempre:”</i></p>
<p>Ó xatoo, tu és mesmo chato pá!<br />
Eu não quero expurgar a sociedade de coisa nenhuma e, como esquerdista, muito menos de esquerdistas!</p>
<p>Como dizia o Lidador, quem expurgou a sociedade (Persa) de esquerdistas ingénuos como tu e o Daniel Oliveira foi o Khomeini… Os que se salvaram da chacina vivem refugiados na Europa ou nos EUA. Aliás, como deves saber, o Hamas, que são tão (euro)liberais como o Khomeini, fizeram em Gaza a mesma coisa com os manos da Fatah.<br />
Quem avisa amigo é…</p>
<p><b>jtmota:</b> <i>”Relembro ainda que chamar-me nazi no contexto deste tema, é ou não saber o que é o nazismo ou então ter o discurso limitado por meros reflexos linguisticos.”</i></p>
<p>O problema caro jtmota é que o Euroliberal não é uma pessoa de carne e osso, não é um blogueiro, mas sim um programa que reage automaticamente e sempre da mesma forma a certas palavras – funciona quase como um vírus, só não se instala na software, por isso é inofensivo… </p>
<p><b>Arsénico:</b> <i>”Diga lá então, como pára a chuva de rockets em Israel? Constrói um guarda-chuva gigante? Ou põe as cidades israelitas de baixo do chão?”</i></p>
<p>É isto que as pessoas não querem compreender e vêm com a história da desporporcionalidade!!! Digo e repito, é fácil de imaginar que mesmo que o Hamas atirasse só pedras isso tornaria a vida dos habitantes de Israel insuportável. Mas o problema é mais grave, porque por enquanto vão atirando foguetes artesanais, mas quem garante que no futuro não possam utilizar armas químicas ou mesmo nucleares ?</p>
<p><b>Manuel Leão:</b> <i>”Apesar de tudo é sempre preferível a McCain, mas vamos ter Realpolitik por muitos anos.”</i></p>
<p>E ainda bem! O que é que você queria? Um maluquinho como o Chavez ou o Ahmadinejad a governar uma super-potência!!!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Euroliberal</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/carta-a-obama-uma-paz-justa-e-possivel/comment-page-1/#comment-56842</link>
		<dc:creator>Euroliberal</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 19:56:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=7205#comment-56842</guid>
		<description>Caro Jtmota,

Eu aceito o direito intetrnacional, até porque sou jurista. Você é que não. Pelo menos o verdadeiro direito internacional, o de grau superior (cuja violação determina a invalidade de resoluções e normas  de hierarquia inferior), o que resulta do direito natural das gentes e dos principios fundamentais do Direito.

Uma resolução da ONU (aprovada por escassas dezenas de países, em 1948  a maior parte do mundo não estava descolonizado, tal como a Palestina...) que dá territórios a terceiros e autoriza crimes contra a humanidade com massacres e limpezas étnicas do povo aí residente, viola de forma grosseira esses princípos superiores do direito internacional, pelo que NÃO É DIREITO INTERNACIONAL.

é POR SI SÓ OUTRO CRIME CONTRA A HUMANIDADADE. O direito está todo do lado do ocupado. A Força é que não...por enquanto...mas isso vai mudar rapidamente... Jerusalém será libertada e os nazi-sionistas acabarão na forca...

Quanto a você ser nazi, é-o seguramente dadas as  suas opiniões sobre a legitimidade da limpeza étnica dos palestinianos pelos nazi-sionistas. , embora admito que possa não ter consciência disso, numa ética de convicção. Mas do ponto de vista de uma ética de responsabilidade...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jtmota,</p>
<p>Eu aceito o direito intetrnacional, até porque sou jurista. Você é que não. Pelo menos o verdadeiro direito internacional, o de grau superior (cuja violação determina a invalidade de resoluções e normas  de hierarquia inferior), o que resulta do direito natural das gentes e dos principios fundamentais do Direito.</p>
<p>Uma resolução da ONU (aprovada por escassas dezenas de países, em 1948  a maior parte do mundo não estava descolonizado, tal como a Palestina&#8230;) que dá territórios a terceiros e autoriza crimes contra a humanidade com massacres e limpezas étnicas do povo aí residente, viola de forma grosseira esses princípos superiores do direito internacional, pelo que NÃO É DIREITO INTERNACIONAL.</p>
<p>é POR SI SÓ OUTRO CRIME CONTRA A HUMANIDADADE. O direito está todo do lado do ocupado. A Força é que não&#8230;por enquanto&#8230;mas isso vai mudar rapidamente&#8230; Jerusalém será libertada e os nazi-sionistas acabarão na forca&#8230;</p>
<p>Quanto a você ser nazi, é-o seguramente dadas as  suas opiniões sobre a legitimidade da limpeza étnica dos palestinianos pelos nazi-sionistas. , embora admito que possa não ter consciência disso, numa ética de convicção. Mas do ponto de vista de uma ética de responsabilidade&#8230;</p>
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