Num momento em que o governo dá sinais de pretender ceder ao discurso xenófobo de Paulo Portas (quando a crise causada pelas instituições financeiras desaba sobre o país nada como virar as baterias contra os imigrantes, quando a desregulação dos mercados faz as suas vítimas nada como ser forte com o elo mais fraco), um conjunto de personalidades e organizações lançaram uma carta aberta sobre política a imigração. Só a posso subscrever na íntegra.
Entre os subscritores estão Adelino Gomes, Bonga, Fernando Nobre, Helena Roseta, os bispos D. Ilídio Leandro e Januário Torgal Ferreira, João Teixeira Lopes, José Eduardo Agualusa, José Mário Branco, Manuel Carvalho da Silva, Miguel Vale de Almeida, Paula Teixeira da Cruz, Pedro Bacelar Vasconcelos, Tito Paris, Xana e Zé Pedro. E várias organizações.

Para não esquecermos: emigrantes portugueses em Paris (1964)
Carta Aberta sobre políticas de imigração
“O ano de 2009, ano para o qual está prevista a realização três actos eleitorais, é um momento decisivo para o debate sobre as opções a tomar em temas cruciais como é o caso das políticas de imigração. Mais de um ano após a entrada em vigor da nova Lei de Imigração, as expectativas criadas aquando da sua aprovação não foram cumpridas e, embora a nova lei visasse tentar minorar alguns dos aspectos mais gravosos verificados na anterior, são inúmeras as situações de injustiça com as quais os/as imigrantes se deparam no seu dia-a-dia, das quais destacamos:
O carácter excepcional e oficioso dos mecanismos de regularização, a exigência de visto de entrada e o rotundo fracasso da política de quotas têm alimentado uma bolsa de indocumentados/as, que neste momento serão de mais de meia centena de milhar;
Os crescentes entraves colocados ao reagrupamento familiar, à renovação de documentos e os exorbitantes valores das taxas pagas pelos/as imigrantes são outros dos problemas enfrentados.
Estas práticas e políticas em nada favorecem a inclusão dos/as imigrantes na sociedade portuguesa, contribuindo, pelo contrário, para o crescimento trabalho ilegal, para a desumanização das relações de trabalho e para acentuar as desigualdades sociais.
É também com uma enorme preocupação que temos acompanhado as últimas evoluções a nível Europeu. A Directiva de Retorno representa um enorme retrocesso civilizacional que envergonha a Europa. Permitir que uma pessoa (incluindo crianças) possa ficar detida, até 18 meses pelo único “delito” de ter migrado, promover as expulsões, perseguir migrantes, generalizar os centros de detenção, não são passos a seguir se queremos construir uma sociedade mais justa e inclusiva. A adopção formal daquela que foi apelidada por largos sectores da sociedade civil como a “Directiva da Vergonha” em pleno Ano Europeu para o Diálogo Intercultural, e, em particular, nas vésperas das comemorações da Declaração Universal dos Direitos Humanos, é sintoma de um gritante divórcio entre os discursos oficiais e a realidade.
Por outro lado, o Pacto Europeu sobre Imigração e Asilo é o programa político que visa consolidar medidas de criminalização e de desrespeito dos direitos dos/as migrantes, com o reforço e subcontratação do controle das fronteiras, o condicionamento do acesso ao reagrupamento familiar, a dificultação do acesso a vistos e a adopção do “Cartão Azul” (um esquema de recrutamento hiper-selectivo, em função das qualificações). Por fim, o pacto proíbe a realização de processos regularização de carácter generalizado, condenando à clandestinidade os cerca de 8 milhões de indocumentados/as que vivem na Europa e resumindo as suas possibilidades a uma análise “caso a caso”. O documento, instrumento de carácter programático que visa definir as linhas de acção para o próximo ciclo político – 2010 a 2015 -, contribui para consolidar o carácter repressivo na aplicação das políticas desenvolvidas pelos estados membros e condiciona o próximo “Governo” da UE, ainda antes da realização, em Junho, das próximas eleições para o Parlamento Europeu. Por um lado, é mais um entorse da democracia numa Europa virada de costas para os cidadãos; por outro, está a ser um instrumento de afirmação dos sectores mais xenófobos e populistas da Europa.
As migrações não são uma realidade nova, são tão antigas como a própria história da Humanidade, mas constituem uma característica fundamental da aceleração do processo de globalização verificado nas últimas décadas. Neste processo, a desregulação dos mercados e o aumento das desigualdades Norte-Sul estiveram na base da direcção e magnitude dos actuais fluxos migratórios. O envelhecimento demográfico e as acentuadas necessidades de mão-de-obra, tornaram o velho continente Europeu num pólo de atracção das migrações. No entanto, e apesar da Europa precisar destes/as migrantes, sempre dominou uma relutância hipócrita em reconhecê-lo. O resultado foi um modelo migratório restritivo que alimentou a migração clandestina e o tráfico humano, e que criou um contingente de mão-de-obra desprovida de direitos, descartável, vulnerável perante a exploração laboral e para trabalhar em sectores pouco atraentes para os europeus, com altos níveis de precariedade e de sinistralidade – uma experiência de resto bem conhecida dos milhões de portugueses/as que emigraram, e ainda o fazem, para todo o mundo.
A Europa, a encarar uma crise económica grave, de resto generalizada a todo o globo, tem usado os/as imigrantes para “explicar” o terrorismo, a insegurança, desemprego, enfim os vários males sociais. Preocupa-nos que hoje, tal como em anteriores crises, sejam eles/as o bode expiatório desta situação e as suas primeiras vítimas.
A solução para o impasse requer que se vá à raiz dos problemas.
O direito à residência – sem a qual a existência dos/as imigrantes é relegada a um limbo jurídico que só alimenta a exploração laboral e a exclusão social – é condição sine qua non para uma real inclusão dos/as imigrantes e para a coesão de toda a sociedade. Mas, no caminho rumo a uma cidadania plena, há ainda muito a percorrer. O direito de voto dos/as estrangeiros/as residentes já existe nas eleições autárquicas para os comunitários e os abrangidos pelos acordos de reciprocidade. Esta situação é manifestamente discriminatória, sendo urgente o acesso ao direito de voto pelos imigrantes residentes, em todas as eleições. Deve-se ainda prestar especial atenção à vulnerabilidade acrescida que enfrentam as mulheres migrantes, assim como à realidade de muitos jovens descendentes, os quais, continuam a sofrer os efeitos da guetização e exclusão. Escutemos a insatisfação crescente que se vive nos bairros.
Lançamos um desafio: o de promover um debate sério e construtivo, que envolva uma ampla participação da sociedade civil, incluindo os/as imigrantes. É necessário equacionar políticas que assentem no respeito da dignidade humana e que promovam a igualdade de direitos entre as pessoas, independentemente do lugar onde tenham nascido.”
Em baixo, a lista completa de subscritores
Adelino Gomes, Jornalista
Alípio de Freitas, Jornalista
Ana Barradas, Editora
Ana Paula Beja Horta, Prof. Universitária
Anne Marie Delettrez, Pres. Ass. Geral da UMAR
António Avelãs, Presidente do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa
António Pedro Dores, Prof. Universitário
Bonga, Músico
Carlos Trindade, Membro da Comissão Executiva da CGTP
Christiane Coêlho, Investigadora
Chullage, Músico
Dalila Rodrigues, Historiadora de Arte
Elizabete Brazil, Jurista
Fernando Nobre, Médico
Francisco Fanhais, Cantor e Professor
Francisco Keil do Amaral, Arquitecto
(Frei) Francisco Sales, Director da Obra Católica Portuguesa para as Migrações
Frederico Lobo, Realizador
Guadalupe Magalhães, Presidente da Ass. Abril
Helena Roseta , Arquitecta
Heloísa Perista, Prof. Universitária
(D.) Ilídio Leandro, Bispo de Viseu
Irene Pimentel, Historiadora
(D.) Januário Torgal Ferreira, Bispo
João Afonso, Músico
João Brites, Encenador
João Teixeira Lopes, Prof. Universitário
Jorge Malheiros, Prof. Universitário
José Bracinha Vieira, consultor jurídico
José Eduardo Agualusa, Escritor
José Mário Branco, Músico
José Mussuaili, Jornalista
Lira Keil do Amaral, Professora
Luanda Cozetti, Músico
Luís Calheiros, Pintor/professor de Estética
Manuel Carvalho da Silva, Secretário-Geral da CGTP-IN
Manuel Freire, Cantor e Presidente da Sociedade Portuguesa de Autores
Maria Anadon , Cantora de Jazz
Maria Viana, Cantora de Jazz
Miguel Vale de Almeida, Prof. Universitário
Mito Elias, Pintor
Paula Teixeira da Cruz, Advogada
Pedro Bacelar Vasconcelos, Prof. Universitário
Pedro Joia, Guitarrista
Raquel Freire, Cineasta
Rui Tavares, Historiador
Sergio Trefaut , Realizador
Tito Paris, Músico
Vanessa de la Blétière, Investigadora
Xana, Cantora
Zé Pedro, Músico
Acção Humanista Cooperação e Desenvolvimento
Associação de Amigos da Mulher Angolana
Associação de Apoio ao Estudante Africano
Associação Caboverdeana de Lisboa
Associação de Cubanos Residentes em Portugal
Associação Khapaz
Associação Lusofonia, Cultura e Cidadania
Associação de Melhoramentos e Recreativa do Talude
Associação José Afonso
Associação De Solidariedade Caboverdeana da Margem Sul
Associação dos Ucranianos em Portugal
Ballet Pungu Andongo
Casa do Brasil de Lisboa
Colectivo Mumia Abu-Jamal
Frente Anti-Racista
GAFFE – Grupo A Formiga Fora da Estrada
Obra Católica Portuguesa de Migrações
Olho Vivo – Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos
UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta
Solidariedade Imigrante – Associação para a Defesa dos Direitos dos Imigrantes
SOS Racismo
161 respostas ao post “Carta Aberta sobre políticas de imigração”
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“Lançamos um desafio: o de promover um debate sério e construtivo, que envolva uma ampla participação da sociedade civil, incluindo os/as imigrantes”
Penso que toda a gente concordará que é de facto necessário fazer um debate sério sobre a questão da imigração,que é algo que nunca foi feito em Portugal. Para mim um debate, para poder ser classificado como sério e construtivo, deve incluir TODAS as opiniões sobre a matéria em discussão. Atrevo-me a dizer que o Daniel, e a generalidade dos subscritores desta carta, de forma alguma partilham, no caso da questão da imigração, desta minha opinião sobre a necessidade de o debate incluir todas as opiniões, por considerarem que opiniões frontalmente contrarias aos pontos de vista defendidos pelos signatarios desta carta são totalmente ilegitimas por serem “racistas e xenofobas”, e devem por isso ser banidas.
Quais seriam, na opinião do Daniel, os limites a impor à expressão publica de opiniões contrárias aos pontos de vista expressos nesta carta, se o tal debate nacional sobre a imigração fosse realizado? Que limites à liberdade de expressão dos opositores à imigração devem ser impostos
relativamente ao debate sério e construtivo de que fala a carta, na opinião do Daniel?
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Depois das sessões de magalhães, PIN’s e afins, vamos agora ter as leis populistas? Contorlar a imigração num momento em que se sabe que ela está a decrescer? E em nome de quê? Estes imigrantes ocupam lugares de trabalho que muitos desempregados portugueses não querem. A agir (e é algo necessário) era criar condições/regras que impedissem os desempregados profissionais de permanecerem entre subsídios quando há ofertas de emprego numa região. E se a desculpa é o crime (que ainda está para aparecer a estatística que ligue imigração ao aumento do crime), é só uma questão de termos leis menos permissivas e justiça mais rápida…
Como no resto irá funcionar a hipocrisia do costume, ou também haverá quotas para jogadores de futebol, médicos, investigadores, etc? Ou as quotas são só para alguns?
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A minha modesta contribuição para a resolução deste problema resume-se a sugerir a todos os assinantes que indiquem a morada para lhes porem lá em casa um imigrante.
Os bispos (com honras de D.)e como têm umas casas maiores até podiam acolher dez.
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Já agora Daniel + uma petiçãozinha,
Mal n faz . Viva a DEmocracia electrónica! , viva a sociedade em rede ! eu hoje estou um bocado passada…
Que tal fundarmos um partido para a implementação efectida da Democracia online e novas formas de Democracia, menos representativas e menos autoritárias.
Sugiro : Partido para a Cidadania Mundial ( PCM), não confundir com Partido Comunista Mundial, SFF.
To:
Exmo Senhor Presidente da Assembleia da República
Exmo Senhor Primeiro Ministro
Exmo Senhor Provedor de Justiça
Os docentes do ensino superior e investigadores signatários da presente Petição vêm solicitar que sejam tomadas em conta as alterações à Proposta de Lei nº 163/X formuladas pela FENPROF e pelo SNESup (http://docs.google.com/View?docid=dpbfm6r_3g8mct2) no sentido de que:
- nenhuma situação de desemprego seja deixada de fora do âmbito do novo diploma;
- o regime para o ensino superior não seja mais gravoso do que se encontra definido para os ensinos básico e secundário, designadamente em termos de prazo de garantia e de contribuições.
Vivemos demasiados anos com as inconstitucionalidades por omissão legislativa reconhecidas pelo Acórdão nº 474/2002 do Tribunal Constitucional.
Muitos docentes e investigadores ficaram desempregados sem direito a subsídio de desemprego durante este período, e não aceitamos que,a sua situação não esteja contemplada nesta Proposta de Lei.
Ora esta não cobre a situação dos professores em nomeação provisória, o que é inadmissível e preocupante.
SE LUTÁMOS MAIS DE 8 ANOS PELA CONSAGRAÇÃO DESTE DIREITO, ESTAREMOS ATENTOS E NÃO ACEITAREMOS QUE HAJA COLEGAS NOSSOS DO ENSINO SUPERIOR PARA QUEM NÃO ESTEJA GARANTIDO ESTE DIREITO CONSTITUCIONAL DE TODO O CIDADÃO PORTUGUÊS!
Sincerely,
The Undersigned
View Current Signatures
http://www.petitiononline.com/5336172/petition.html
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Atribuir uma quota de imigrantes realista não só é melhor para o país como o é para os próprios imigrantes. Só é pior para algumas empresas de construção civil, pois ficam sem mão-de-obra “escrava” para fazer os seus trabalhos.
Que há uma correlação entre a criminalidade e o número de imigrantes é um facto (não é xenofobia; é a realidade, como já aqui tive a oportunidade de demonstrar. No entanto, isso não quer dizer que os imigrantes sejam maus ou tenham uma veia para o crime. O problema é que o nosso pequeno país não consegue absorver e integrar números exorbitantes de imigrantes.
Daniel, tem acções da Mota-Engil?
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É só hipocrisia…
Ninguém vai perseguir imigrantes ilegais (tirando aquela besta oleosa do berlusconi).
Eles são demasiado preciosos não só como mão de obra barata mas como arma politica de forma a retirar direitos aos trabalhadores nacionais e imigrantes legalizados.
Fazem estas leis para o povo ver, para virarem as baterias contra os imigrantes enquanto os amigos capital-rentistas continuam a empregar essa mão de obra quase escrava sem quaisquer benefícios.
No entanto, sempre que algo correr mal num país da Europa, o respectivo governo poderá colocar uns quantos imigrantes num centro de detenção qualquer. Uma óptima e populista diversão, portanto.
Ttenho reservas em relação a naturalizações automáticas e penso que um emigrante que comete um crime grave deve ser imediatamente expulso.
De resto eu sou emigrante. E só quero que os imigrantes no meu país sejam tratados como me tratam onde estou.
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Imigrantes,fora.Os nossos emigrantes de volta!É coerente e,não é justo?-para determinados ‘comentadores…
E que tal os ‘empresários’ pagarem condignamente os seus colegas concidadãos?
Estou a ver que esta conversa não interessa a muitos.Só a nacionalização dos bancos Privados(os tais,os muita bons geridos pela nata do ‘topo’)para safar os cabedais dos crentes do privado é que é bom mas,que no entanto arreganham o dente,ou sacam logo da pistola quando se fala em Rendimento Minimo Garantido e bolsam sobre as nacionalizações àquilo que dá lucro ao erário público feitas pelo ditador Hugo Chavez que nunca foi a eleições em 11 vezes….
GALP,EDP,TELECOMUNICAÇÕES e outros negócios da China feita com o ‘amor’ e a ‘generosidade’ do bando cavaquista(quem são os oliveiras e costas,os rendeiros,os borges(esse,um dos responsáveis dos três AAA dados a empresas da tanga que arruinaram muita gente…)
Farto deles,fartinho e, o seu ‘compagnon’ do Eixo do Mal,criado do PSD essa fonte de corruptos /vigaristas da pior espécie,pelos ‘presedentes de camara’ da Madeira cheia em tribunal.DO,pq não lhe diz:’Por que no te callas?’
[Responder]
Porque é que Ilídio Leandro é referido como: Dom Ilídio Leandro e Zé Pedro não é referido como: Senhor Comendador Zé Pedro?
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Isto aqui é só demagogia e populismo barato!
Confundir uma politica de imigração com xenofobia é de uma desonestidade intelectual a toda a prova.
Senhor Daniel Oliveira, o Paulo Portas nunca se manifestou contra os imigrantes, e o senhor sabe disso ! O que o Paulo Portas diz é o óbvio : há imigrantes e imigrantes. Há os que vêm para cá trabalhar e há os que vêm para cometerem toda a espécie de ilegalidades, logo estes têm de ser expulsos !
O senhor Daniel Oliveira aceita em sua casa toda e qualquer espécie de gente ?
Por outro lado, é perfeitamente legitimo que qualquer país defina regras para a entrada de imigrantes, a começar pela mais evidente : a de sómente aceitar aqueles de que precisa e para os quais possui capacidade de fornecer meios de subsistência dignos.
Vir acusar de xenofobia quem defende isto, como eu defendo, é uma total má fé e é até um insulto !
Vocês os da esquerda radical não têm o monopólio do humanismo, nem o exclusivo da moralidade e muito menos da verdade. Logo, não têm qualquer legitimidade de acusarem o Paulo Portas de xenofobia, até porque é isso é falso !
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 10th, 2009 at 13:11
Chico, quero deixar claro que, apesar do que disse de Paulo Portas, nunca comparei as posições do líder do CDS às suas. Disse que ele era xenófobo, não disse que era racista. O CDS está, apesar de tudo, no arco democrático. Coisa que não me atreveria, por o que aqui vai escrevendo, a dizer do senhor.
Bla Bla bla…Bela Vista…
Quando toda gente via no que isto ia dar, o Daniel e amiguinhos relativizavam, gozavam e insurgiam-se contra os xenófobos e os racistas. O resultado está a vista em França, Inglaterra, Itália, Espanha… e em Portugal que já se notava esta tendência (arrastão de Carcavelos…Cova da moura, etc) agora nota-se que está a piorar e não se sabe onde vai parar.
Agora infelizmente já passou o tempo do discurso, agora é tempo de acção! O senhores da esquerda que sabem sempre tudo, arrogantes, fazem pagar os justos pelos pecadores pois o timing de de encontrar melhor solução já findou sem a sua participação honesta e construtiva no debate.
Portugal precisa e sempre precisará de imigrantes mas tem que ser discriminatório.
Olhe para a Bela Vista, saia dessa espiral negacionista religiosa!
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 10th, 2009 at 19:41
Ainda gostava de saber o que tem a Bela Vista a ver com este post.
Vocês os da esquerda radical não têm o monopólio do humanismo, nem o exclusivo da moralidade e muito menos da verdade. Logo, não têm qualquer legitimidade de acusarem o Paulo Portas de xenofobia, até porque é isso é falso !
ihihih, estou mesmo a ver os bispos vestidos à ninja a mandar cocktails molotof à casa do sr. chico
[Responder]
Sou de Esquerda, bloquista e anti-racista, mas reconheço que muita criminalidade está associada à imigração.
Seria propositadamente cego se não o admitisse.
É um facto, não uma vontade.
[Responder]
Ele são usados “como arma politica de forma a retirar direitos aos trabalhadores nacionais e imigrantes legalizados” mas “estes imigrantes ocupam lugares de trabalho que muitos desempregados portugueses não querem”.
Os senhores podem falar um com o outro e ver se se entendem, para nós vos entendermos?
[Responder]
joga-se com as palavras e puxa-se os textos a favor da nossa necessidade..
nem ps nem cds falaram de qualquer lei para escorraçar os imigrantes que residem em portugal,o tema é saber se devemos limitar a entrada a mais… como em portugal nao se pode apoiar a limitaçao porque se é xenofobo,tente-se entao perceber pelo menos se abrir fronteiras e venha quem quiser,sera benefico para esses mesmos imigrantes… ou se apoia nao haver restriçao e ai entra quem quer,ou se concorda com a limitaçao,é que se calhar todos apoiam a limitaçao e apenas diferem nos numeros da mesma
[Responder]
Só uma questão. Porque na lista de subscritores só estão “elites” intelectuais e figuras públicas? Algumas pessoas até não conheço, mas é óbvio que estão lá por serem jornalistas, professores universitários, investigadores, etc. e tal.
Eu pergunto se não seria mais credível, incluir também os inúmeros cidadãos portugueses anónimos e de baixo nível de escolaridade que apesar das grandes dificuldades que enfrentam conseguem incluir nas suas vidas os inúmeros imigrantes? Porque essas, sim, dão credibilidade à causa.
Porque a sensação que dá é que isto é mais um meio de exibicionismo do bom samaritanismo de uma elite e que pretendem juntar mais uns pontos ao seu currículo.
Eu nada tenho contra a petição, mas só pretendo fazer esse reparo.
[Responder]
“O CDS esta, APESAR DE TUDO, no arco democratico”…. apesar de tudo o que Daniel? Liçoes democraticas ao CDS vindos de ex-PC’s, trostkistas e stalinistas é genial.
[Responder]
Pois olhe Daniel, ainda não o ouvi falar sobre o que se tem passado em Setúbal.
Ou será que vai organizar uma marchazita contra a policia lá no bairro ?
[Responder]
“Para não esquecermos: emigrantes portugueses em Paris (1964)”
Pois, mas estes desgraçados não tinha subsídios do estado Francês de qualquer espécie, trabalhavam que nem uns desgraçados e ainda mandavam dinheiro para a pátria contribuído para melhorar a balança comercial. E não andavam a incendiar carros e outras actividades menos correctas.
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Pensei que ainda havia recolha de subscritores para a carta aberta… mas deve ser erro de informação!
Para lista completa é curta e pretensiosa!…
[Responder]
Caro Daniel,
Parabéns pela iniciativa. Pelo que valha e porque estou há uns anos fazer estudos sobre políticas sociais e imigração, ficam aqui algumas reflexões:
http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/05/politicas-de-inclusao-social.html
[Responder]
Para as mulheres migrantes seguem dados que fui buscar ao dn.sapo,
Mulheres migrantes mais exploradas e desprotegidas
Filomena Naves
Representam quase metade dos 191 milhões de migrantes que existem hoje em todo o mundo – são 95 milhões – e , graças às avultadas remessas de dinheiro que fazem para as suas famílias nos países de origem, têm um papel fundamental nas economias quase sempre débeis desses estados. São o rosto feminino, e quase sempre oculto, do complexo fenómeno das migrações.
Este ano, as mulheres migrantes são o enfoque do relatório anual das Nações Unidas sobre a situação da população mundial, “Passagem para a Esperança: Mulheres e Migrações Internacionais”, que foi ontem divulgado.
São empregadas domésticas e de limpeza, cuidam de doentes, de idosos e de crianças, trabalham na agricultura, são empregadas de mesa, operárias não-especializadas, enfermeiras, profissionais do sexo. Sem alarde, o seu trabalho perpassa o funcionamento do tecido social e das economias dos países desenvolvidos que as acolhem. No entanto, esse trabalho “está de tal forma enraizado, que passa completamente despercebido nessas mesmas sociedades”, diz o relatório da ONU.
Apesar do seu importante contributo para os países de acolhimento – e também para as economias e, por essa via, para a educação e a saúde dos seus países de origem -, as mulheres migrantes têm sido ignoradas e esquecidas, o que imprime vulnerabilidade acrescida à sua situação, sublinha o documento.
Dos perigos que a migração já de si representa para todos os que se vêm obrigados a abandonar os seus países em busca de uma vida melhor, as mulheres e as raparigas “enfrentam riscos especiais”, garantem os relatores. Escravização, tráfico, exploração no local de trabalho, salários inferiores aos dos homens afectam “milhões de migrantes femininas que são confrontadas com perigos que demonstram a falta de protecção, de direitos e de oportunidades de migrar em segurança e legalmente”, diz o documento, notando que isso acontece perante a indiferença das próprias autoridades. É, de novo, e também nesta área, a discriminação de género a funcionar em toda a sua plenitude.
O trabalho doméstico, nomeadamente, é um dos sectores que mais peso tem entre as actividades que as mulheres migrantes desempenham nos países de acolhimento, mas o facto de ele ser maioritariamente desenvolvido para particulares, ou em regimes de subcontratação, torna estas trabalhadores particularmente vulneráveis. São raros, por exemplo, os casos destas trabalhadoras que conseguem ser abrangidas, e protegidas, pelas legislações de trabalho. E, com as políticas crescentemente restritivas de imigração a Ocidente, o relatório aponta o perigo de aumento destas situações, à boleia na imigração clandestina, que tenderá também a aumentar.
http://dn.sapo.pt/2006/09/07/sociedade/mulheres_migrantes_mais_exploradas_e.html, em 14/05/08
P.S. – Para os homens migrantes, claro a situação laboral é igualmente precária, sobretudo na construção civil.É estranho é praticamente não existirem dados sobre acidentes de trabalho e doenças profissionais na população imigrante em Portugal…!
[Responder]
Daniel,
Volto a repetir as questões quer lhe coloquei várias vezes sobre a imigração.
1) Acha que e a imigração ilegal é um flagelo, que prejudica os que “cá” estão (nacionais ou não), e os também ilegais – carne para canhão da economia paralela?
2) Você acha que deve haver algum tipo de restrição à imigração, mesmo que ténue? Em caso afirmativo, que restrições?
3) Qual a linha política do BE sobre o tema, e e existe algum link onde o possa consultar com detalhe?
Recordo ainda este link (http://arrastao.org/sem-categoria/europa-um-grande-centro-de-detencao/#comment-37238), onde se verifica que de facto este tema é para si como um dogma religioso, o que inviabiliza qualquer debate sobre o tema. Ali também se verifica o quão amigo da censura é o Danilelé
Ainda em relação à lista desta carta aberta: à 1ª vista a maioria são apoiantes Do BE, o que diz muito sobre a abrangência da defesa deste ponto de vista na sociedade civil.
Ainda este Sábado, em visitas familiares a polos do multiculturalismo (Chelas e Mouraria) verifiquei a rejeição que alastra em relação aos excessos da imigração, e o quão generalizado é a percepção do falhanço (mesmo em imigrantes que já cá estão há décadas e que distinguem as várias vagas) . Acredite que sei bem mais do que o Daniel, porque não faço visitas aos “bairros” com as costas quentes e em campanhas. Ainda agora, no noticiário da TSF, um habitante da Bela Vista dizia de quem era (na sua perpectiva) a culpa e acredite que tinha a ver com…imigração.
Mas a passagem “A Europa, a encarar uma crise económica grave, de resto generalizada a todo o globo, tem usado os/as imigrantes para “explicar” o terrorismo, a insegurança, desemprego, enfim os vários males sociais” é acertada, porqe vários males sociais (vaga de criminalidade, descatos em bariiros) estão relacionados com o fenómeno. Como estão, por exemplo, atentados terroristas como nunca tinhamos visto na Europa(Madrid, Londres), ou as vagas de violência em França. Deve ser coincidência.
O mais nojento é que este paleio sobre imigrantes não é mais do que lágrimas de crocodilo,sem existirem propostas sérias, propostas que gostaria de saber quais são (as do BE), mas que o Daniel não consegue encontrar…só ficam slogans e soundbytes
A foto de portugueses (na carta ou no post) é absurda – os emigrantes portugueses em França e na Europa não encheram cadeias, foram trablhadores exemplares, e um exemplo de integração na sociedade. Muitos viviam bem pior que os imigrantes que vivem cá, e mesmo com dificuldades (para comer) não enveredaram pelo crime para comprar bens materiais de 5ª necessidade (hoje telemóveis e ténis de marca), mesmo estando em países (Alemanha e França) onde não se falava a sua língua materna. Haja vergonha na cara.
[Responder]
corecção em vez de “França e Europa” leia-se “na França, Alemanha e América”
[Responder]
Sobre imigração sugiro às e aos governantes portugueses algumas recomendações de interesse prático:
- Descentralização para o consulado da competência para aprovar a concessão de visto no estrangeiro, sem recurso às instâncias em Portugal;
- Concessão de licença de trabalho aos imigrantes que já se encontram em Portugal, dependendo unicamente da prova de que têm trabalho;
- Reconhecimento da formação académica e profissional, trabalhando o imigrante na área para a qual está mais preparado, tendo, deste modo, maior rentabilidade, estando mais motivado para a ocupação;
- Criar incentivos a empregadores para certos subsectores (que utilizam trabalho imigrante), como a agricultura, por falta de interesse por parte dos trabalhadores portugueses;
- Informação eficiente e generalizada acerca das vagas nos sectores e empresas;
- Mais acordos bilaterais com os países de maior fluxo;
- Harmonização dos processos de entrada no país entre as representações no estrangeiro;
- Dados estatísticos mais precisos sobre trabalho migrante;
- Melhor utilização dos Média sobre divulgação correcta das questões referentes às migrações.
Tenho muito informação sobre o assunto, sobretudo estatística;Se quiserem é só pedirem e copy/ Paste…
Madeira, Madalena, “Migração e o Mercado de Trabalho na Sociedade Portuguesa Contemporânea”;
Mestrado: Ciência Política e Relações Internacionais;
Especialização: Globalização e Ambiente;
Seminário: Identidade Política e Migrações
[Responder]
Quando se fala nestes assuntos e se tem uma posição diferente da do Daniel Oliveira, é-se logo apelidado de “xenofobo” e de “racista”.
Não consegue discutir este assunto sem começar por catalogar as pessoas?
[Responder]
Ora,ora.Para o CDS e os outros partidos democráticos,os do arco do governo e,já agora,a coutada de corruptos e ladrões,os imigrantes são necessários como tropa para baixar os salários e isso,o sr DO devia saber,pq se não sabe pergunte ao Senhor Professor Doutor Francisco Louçã…em vez de estar com um discurso mole para os cds e restantes fascistas…
[Responder]
27 #
Nada.
E eu gostava de saber porque é que alguém que defende regras na entrada de imigrantes é considerado “xenófobo” pelo Daniel Oliveira.
Mas já percebi que não está interessado em debater a imigração. Apenas o usa o tema para poder atacar o CDS…
Alias, neste blogue há assuntos de que não se fala, e postas às quais não se dão respostas.
[Responder]
Mas sabem porque estes radicais de esquerda defendem este pessoal ?
Porque não os conhecem devidamente, pois tenho muitas duvidas que se tivessem crescido num bairro cheio deles de certeza não falariam assim.
Este pessoal não quer trabalhar. Querem “reppar yoo!!” fumar umas ganzas yoo !!!”E roubar yoo”
[Responder]
Daniel Oliveira Reply:
Maio 10th, 2009 at 23:02
Quem é “este pessoal”, antónio cunha? Os imigrantes em geral?
Pergunta o nosso Daniel:
Ainda gostava de saber o que tem a Bela Vista a ver com este post.
Frase tirada do post:
“Escutemos a insatisfação crescente que se vive nos bairros.”
Na optica do Daniel estes acontecimentos são ou não uma manifestação dessa tal insatisfação que se vive nos bairros? Se a resposta for afirmativa, este post e a BelaVista têm a ver um com o outro.
E constato que não respondeu á minha pergunta logo no comentário 1 sobre os moldes em que, na opinião do Daniel, deveriam poder ser expressas opiniões contraditorias se ocorresse em Portugal o tal debate nacional ´sério e construtivo sobre as questões da imigração. É livre de não responder tal como eu sou livre de achar que quando o Daniel e companheiros falam em debate nacional sobre a imigração. o que na realidade têm em mente é algo de semelhante a um Pros e Pros sobre o assunto com o Daniel a fazer de Fatima Campos Ferreira.
[Responder]
parece que ninguém se lembra a quantidade de Portugueses que precisaram de emigrar
e gostava de ver os Portugueses que refilam com os emigrantes que vêm para cá a fazer o trabalho que eles fazem e que por acaso também serve para fazer evoluir o País em que vivem
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Que mal vinha ao Mundo se um empregado de balcão de um banco, desempregado, fosse trabalhar como empregado de balcão de um café? E se um empregado de escritório, desempregado, fosse trabalhar num Lar de 3ª Idade, ou no apoio domiciliário a idosos? Ou um engenheiro fosse trabalhar como desenhador ou como apontador ou fiel de armazém?
A admissão de imigrantes tem sido até hoje uma forma de fazer baixar o valor do trabalho dependente. Se o empregado bancário fosse obrigado a aceitar o lugar no café não era necessário importar o brasileiro que lá está a ganhar 300 euros por mês. O problema é que o empregado bancário só aceitava o lugar por 500 euros. É por isso que em países como a Holanda e a Bélgica uma bica custa 1,5 euros e cá custa a terça parte.
Até nisso somos europeus de terceira!
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Quando o Daniel diz
“Ainda gostava de saber o que tem a Bela Vista a ver com este post.” dá vontade de responder que é estúpido ou faz-se. Como não é estúpido, finge que não percebe.
Sabemos quem são “jovens” que se “manifestaram”, e porque o fizeram – por solidariedade grupal e étnica, mais do que por respeito à lei. A situação é simples, e desta vez o Daniel teve a vergonha na cara de (pelo menos) não meter um post sobre a conversa do costume dos excluídos, dos polícias que são malvados, etc. Talvz quando tenhamos um PCC afro-qualquer coisa o Daniel pense sobre o assunto.
O Daniel e essa pandilha queque esquerda devia ter mais conhecimento do que fala. Não basta ir lá com o Aline Falcão e as costas quentes para dizer que conhecem e sabem do que falam. Ao menos o Daniel não fala (porque não sabe)…faz copy paste.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 10th, 2009 at 22:06
Mouzinho, entre os detidos vi vários brancos. Serão ucraneanos? Mas, mais importante: saberá que a maior parte dos jovens destes bairros são portugueses, nascidos em Portugal? A não ser, claro, que ache que há quem seja imigrante de nascimento.
O que tam a Bela Vista a ver com o post?
Veja-se aqui
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1227127
Quem sabe a língua mais falada nos “bairros” aqui referenciados? Daniel, pergunte ao Zé Falcão e depois falamos
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“ gostava de saber o que tem a Bela Vista a ver com este post “
DO,
Se calhar tem tudo…senão, Porque tem de ser assim????
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ealguns links (do jornal da noite da SIC) para o Daniel se actualizar
http://www.youtube.com/watch?v=KT92T9tcqXk
http://www.youtube.com/watch?v=ecLDZnzfGwo&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=u9ACglVyv_Y&feature=related
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Fui ler a lista com mais tempo.
Conheço vagamente alguns e noto que há lá nove músicos e quatro cantores.
Ora se a petição não der grande efeito podem juntar-se no Coliseu e doar a receita uma medida a que o senhor Daniel Oliveira dará o merecido apoio e divulgação.
Mas no post há uma coisa que me intriga e que muito gostaria que o senhor Daniel Oliveira me explicasse.
Acontece que todas as sumidades vêm indicadas como é natural individualmente.
Mas os dois bispos vem em conjunto, parece até um casal.
E ainda levam um Dom de destaque e respeito.
Estes bispos pertencem àquela Igreja que o autor dia sim dia sim ataca?
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Ora ora ,
imigração , migração e o que mais se quiser, a melhor maneira de pôr meio mundo contra o outro meio é aclamar crises e terrores que depois os povos fazem o resto-nunca falha e é muito bom meio para irem alguns pela sombra, metendo mais umas notitas ao bolso lol ou como quem diz nos bancos dos amigalhaços
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Avô Cantigas, não tenho que me entender com ninguém. A opinião é minha, essa agora.
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“Ainda gostava de saber o que tem a Bela Vista a ver com este post.” conclui-se que este Daniel é um homem profundamente religioso.
Pedro Bacelar Vasconcelos, um homem que de inclusão social é um ignorante, tão ignorante que teve uma população toda contra ele no caso do cigano João Garcia e veio-se confirmar que os rudes e analfabetos camponeses tinham razão em não o querer como vizinho e hoje está o João Garcia toda a família na prisão por tráfico de droga. Talvez o constitucionalista ( sim, o do Estado falhado de Timor) tivesse outra postura se lhe tivessem imposto tal vizinhança.
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Pois , dizem bem. Afinal a única coisa lógica era o enterro do estado nação. A quem serve o estado nação? a vós? ou a quem o governa?
Viva as cidades estado!! pequeninas , pequeninas , democracia directa. E um tal de direito mundial/ natural a vigorar nas questões gerais. Chega e sobra. “small is beautiful , is , is.”
Deus , Pátria , Nação : bela fórmula para comer o coco aos incautos contribuintes do poder dos outros.
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O jovem morto, os jovens maifestantes, e os dos bairros que lhe falei falam crioulo (muitas vezes como 1ªlingua), e podem ter nascido cá, mas são imigrantes ou filhos de imigrantes.
Os links que lhe mostrei provam claramente isso.
Quanto ao nascer cá para ser português – se o Daniel for pai na China os seus filhos não são automaticamente chineses.
Quanto aos bairros que lhe falei – a lingua que se fala tanto é o crioulo, e até os polícias a aprendem a falar, e fazem-no não por enriquecimento cultural, mas por necessidade profisional…em Portugal. Sintomático, não acha?
Quanto ao que o Daniuel viu? eram quantos brancos, e o total de detidos? e já agora mostre um link dessas imagens. Se houver motivos, terei todo o gosto em emendar o que disse
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 10th, 2009 at 22:54
Lamento, Mouzinho, mas para ser imigrante é preciso ter imigrado. Claro que se pode criar quotas para o número de filhos que os imigrates podem ter. De certeza que Portas apoia. Assim, fica evidente (já era) que o seu problema é a raça. Mas claro que o senhor não é racista. Ninguém é. As imagens são as do telejornal da SIC de hoje: brancos e negros. Só metade da sua obsessão se pode sentir satisfeita.
E Daniel,
Pode responder às questões que lhe coloquei, ou é racismo perguntar:
1) Acha que e a imigração ilegal é um flagelo, que prejudica os que “cá” estão (nacionais ou não), e os também ilegais – carne para canhão da economia paralela?
2) Você acha que deve haver algum tipo de restrição à imigração, mesmo que ténue? Em caso afirmativo, que restrições?
3) Qual a linha política do BE sobre o tema, e e existe algum link onde o possa consultar com detalhe?
O Daniel é bom de mais para me responder ou pura e simplesmente não tem nada a dizer para além do já batido “os imigrantes são nossos amigos?”
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O Daniel agora deu para censurar as postas. Mais valia por um aviso a dizer que só admite comentários favoraveis.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 10th, 2009 at 22:49
Levy, e se tivesse um pouco de calma antes de fazer acusações e esperasse que os comentarios fossem aprovados…
Peço desculpa, mas já têm desaparecido comentários. Como vi o seu comentário das 22:06, que é muito posterior ao meu, julguei isso. Mas uma vez que não é censura, já cá não está quem acusou…
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conversa de chacha
“um dos subscritores é Pedro Bacelar Vasconcelos”
umh! bip bip, doubletalk detectado.
esse tipo não foi o redactor da nova Constituição de Timor (pró-golpe de Xanana) que transformou os timorenses em emigrantes na sua própria terra?
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Lamento Daniel, mas para ser português não basta nascer cá.
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Daniel,
eu falei de imigração.Você é que falou de raça
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Você ou eu – algume deve precisar de óculos, aqui não se vê o que você diz
http://sic.aeiou.pt/online/video/informacao/Jornal+da+Noite/2009/5/edicao-de-10-05-2009-1-parte.htm.
Folgo que não defenda os criminosos desta vez. E já agora explique porque raio andam os polícias a aprender outra língua?
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 10th, 2009 at 23:14
O facto de usarem outra língua não faz dele imigrantes. Pela quarta vez: é imigrante quem emigrou. Quem precisa de óculos é o senhor. minuto 1′26” (um branco e um negro) minuto 1′55″ (um branco, gordinho). O racismo é tal que até fica cego. Parece-lhe imigrante aquele senhor que está a ser detido? Mas assim as explicações são mais fáceis e o senhor pode continuar a sua cruzada, não é?
Os imigrantes têm uma quota parte maioritária no crime em geral, e aí o Sr Daniel Oliveira n
ão fala.
Por acaso ainda não se informou qual o número de imigrantes que estão detidos em cadeias do nosso país e o tipo de crimes praticados?
Antes de se apresentar aqui com lengalengas, porque é que não diz tudo aquilo que sabe, e escamoteia a verdade dos factos?
Não é só ver o problema por um lado, mas sim no seu todo, para que a verdade dos factos seja
discutida em toda a sua plenitude.
Será que Daniel Oliveira e seus comparsas só eles são os donos da verdade?
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 10th, 2009 at 23:42
Eu devia era criar aqui um sistema de quotas quando aqui se escreve sobre alguns assuntos. Até parece que fazem fila.
Do Allentejo: sabe onde vejo mais imigrantes? Nos cafés, a servir, nas casas dos outros a limpar o chão, nas empresas, às 5 ou seis da manhã, a tratar das limpezas, nas obras a construir as nossas casas e as nossas autoestradas. Aí sim, é que quase só vejo imigrantes. A dar no duro, a trabalhar para melhorar a sua vida, a ser explorado e, depois, a ter de ouvir todo o tipo de insultos e acusações. Aprenda com eles. Já não há paciência…
Daniel , disse na sorna ” quotas pra os filhos..”. Acha que quem não tem condições para criar filhos os pode ter? Que tem o direito de pedir que os outros os criem? imigrantes , emigrantes , ou nacionais? Eu acho que não.
Quer dizer , os pagantes fazem contas à vida se podem ter ou não filhos , ou outro filho , e são estatalmente obrigados a sustentar quem pare sem fazer contas à vida? não é justo , não é não.
Não têm mais filhos porque acham que não têm condições para tal e desembolsam para os filhos do subsidio? Santa paciência.
Esta história do politicamente correcto está a ir longe de mais. É só direitos . Deveres ? que é isso?
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 11th, 2009 at 0:34
m, se há quem neste país tenha quase todos os deveres (por exemplo, o de trabalhar o dobro dos outros para receber metade, pagar impostos e ser um cidadão de terceira) e quase nenhuns direitos são os imigrantes. Saberão os senhores em que país vivem?
Percebendo o que diz , esclavagistas há sempre , também acho que lutar contra o círculo vicioso da pobreza implica impor regras claras , inclusivé no que toca à reprodução. E se pareço “fassista ” nestas palavras , paciência. Não sou. Sou responsável apenas. E não vou em cantigas , sobretudo quando me sinto abusada e não vejo quaisquer resultados positivos desse abuso.
É duro , mas se pago responsávelmente , exijo comportamentos responsáveis em troca.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 11th, 2009 at 3:31
m, não sei se percebi o que quis dizer. Mas talvez seja sensato ficar sem perceber.
O “m” fala em alhos, o Daniel responde em bugalhos.
Não consegue admitir que os imigrantes também têm de ter deveres? Por que é que insite só nos direitos? Sinceramente não percebo.
O que eu acho é o Daniel Oliveira precisa deste assunto como pão para a boca. Deste e de outros.
Por exemplo: para quando uma posta sobre o martirizado povo Támil? Estou curioso de saber a sua posição, se é que a tem.
Se o que se está a passar no Sri Lanka, fosse na Faixa de Gaza, o que é que já não ia aqui….
O sr só se interessa pelas causas que eventualente venham a dar votos ou que sejam úteis politicamente. É pena.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 11th, 2009 at 3:30
De facto, Levy, como dá para ver aqui, em qualquer cervejaria ou transporte público, defender os imigrantes é uma coisa que dá imensos votos. Ao contrário do Sri Lanka, claro. Mas confesso, sendo um feroz defensor de um país (e por vezes com razão) que tem como esmagadora parte da sua população imigrantes não deixo de ficar baralhado como a sua posição.
Claro que defendo que os imigrantes têm deveres, com qualquer pessoa. Mas num país em que quase não têm direitos, acho que anda tudo de pernas para o ar. Fico com a sensação de que as pessoas não conhecem as condições em que grande parte dos imigrantes trabalha e vive. Conto-lhe apenas uma, sem dar grandes pormenores: um imigrante que trabalha 16 horas por dia (não estou a exagerar), recebe 350 euros e tem um dia de folga por semana. Piores ou melhores, há milhares de histórias assim. E comem e calam porque sabem que se perdem o emprego podem perder o visto. E porque, basta ouvir o que diz por aí tanta gente ou ler o que se escreve por aqui, sabem que poucos os defenderão. Isto apesar de viverem num país de emigrantes que deveria ser onde mais facilmente os conseguiriam perceber. Confesso que às vezes, ao ler o que aqui se diz, me sinto envergonhado. Emigramos. Deveriamos ser um exemplo para os que agora nos escolhem para imigrar. No entanto, somos (e não digo isto sem pensar) dos que na Europa pior trata os imigrantes, mais os explora e menos direitos lhes dá.
Parece-me óbvio que que qualquer país deve ajustar a sua política de imigração às condições sociais e económicas a que se encontra sujeito e ao perfil dos imigrantes.
No entanto, também me parece injusto que se culpe apenas os imigrantes e seus descendentes pelo aumento da criminalidade e desemprego em Portugal.
É sabido que a maior parte dos imigrante em Portugal provém de África, e que na sua maioria são pessoa scom pouca habilitações literárias, que acabam por se sujeitar a empregos mal pagos, e consequentemente a uma vida de gueto. E tal como eles, também os seus filhos terão de se enquadrar nessa vida (com todas as consequências que lhe são inerentes).
Os governos que se seguiram ao 25 de Abril até hoje não conseguiram ainda proporcionar a estes jovens do gueto condições razoáveis de acesso a uma maior nível de educação, falhando desse modo, na criação de oportunidades iguais de acesso ao emprego para todos os cidadãos, independentemente do seus estatuto social. Muito pelo contrário, criaram um sistema de ensino que promove o facilitismo e a indisciplina – como é que um professor pode ensinar alguma a crianças que não o respeitam enquanto tal? É preciso impor uma política de ensino muito mais coerciva a estes jovens.
Talvez se cortassem nos subsídios a famílias, cujos filhos agridem professores, ou se esses mesmo filhos fossem obrigados a frequentar um escola especial em regime militar, quiçá, as coisas mudassem para melhor.
Afinal de contas, de que servem os computadores se grand eparte dos alunos não sabe ler nem escrever como deve ser? Isto para não falar da desgraça que é a aprendizagem a nível da matemática.
A educação é fundamental para promover o desenvolvimento da economia e do bem-estar social de um país.
Se continuarmos a acumular carradas de gente pobre e pouco qualificada em guetos, permitindo desse modo que se mantenham à margem do sistema de ensino, e consequentemente, com menos hipóteses de arranjar um bom emprego, então não será de todo surpreendente que uma parcela significativa dessa população venha adoptar uma cultura própria que promove a criminalidade e a segregação social.
Quantos mais imigrantes forem “empilhados” neste tipo de ambientes, piores serão as consequências deste fenómenos social e económico. É como montar bombas-relógio nas nossas cidades. Mais cedo ou mais tarde deverão explodir.
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O pessoal do BE anda a falar muito em bispos e em padres. Já o Louçã falou ontem do bispo de Setúbal por causa de não sei o quê. E há dias o Carvalho da Silva que já é quase do BE também deu uma entrevista em que dizia que era muito católico e que gostava muito dos padres.
Quer-me parecer que há surpresas por aí a rebentar.
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53 Daniel Oliveira
Daniel, tire lá o dedo do gatilho, que comigo esse jogo não funciona.
Este pessoal são todos aqueles que vivendo nos bairros não fazem nada por si, e preferem a via mais fácil, a do crime.
Conheço alguem, que trabalhou durante muito tempo num bairro destes na margem sul, e sim Daniel existem miudos que querem estudar e ser alguem na vida, e essa pessoa tinha uma missão ingrata de os ajudar, pois tudo os puxava para a vida do crime.
Sim Daniel, 80 a 90% destes criminosos são imigrantes ou filhos destes.
Como sabe as camaras da margem sul, são na sua maioria do PCP à mais de 30 anos, e são eles os responsáveis pelo que se passa. Como as pessoas dos bairros dizem “os Comunas só cá aparecem na altura das eleições”
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Parece que existe a noção de que sendo imigrante uma pessoa perde o direito de errar. Se um português comete um crime é aceitável, no máximo surge um comentário como “Sacana do Homem”, algo assim. No caso de um imigrante (especialmente se for negro) o comportamento é rever a politica de imigração.
Os senhores que andam a colocar links respondam-me ao seguinte. E se eu coloca-se um link de negros bem-sucedidos, trabalhadores e respeitadores. O que significaria isso?
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Sr Daniel, no seguimento do seu post, e como tem a opção de outras pessoas puderem debater consigo o que escreve, devo confessar que vi perguntas bem pertinentes por aqui que ficaram sem resposta. Se é um sistema aberto, com selecção, só o elevava numa matéria que, a crer no que diz e como o diz, é conhecedor profundo sobre o tema.
Ou talvez não. Portugal é dos piores países em matéria de emigração? nunca trabalhou na holanda pois não? é que aquilo não é só charros sabe? e espanha? ui. Alemanha? do melhor que há.
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Entre as parvoíces da esquerda a tentar desculpar um bando de gandulos e criminosos pois coitadinhos a culpa é da sociedade e a direita a querer mandar tudo para um campo de concentração quem se FODE são as as pessoas normais naquele bairro e que são a grande maioria.
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Só o facto de um dos subscritores ser o famigerado Pedro Bacelar de Vasconcelos, exemplo último de etno-masoquismo e xenofilia, é o suficiente para a rejeitar instintivamente!!! Este é de facto um assunto onde vamos sempre dar a um beco sem saída, de um lado os defensores de uma Europa multicultural, do outro todos aqueles que rejeitam o politicamente correcto e a noção GENOCIDA que o que faz falta é substituir a população autóctone por imigrantes. Eu com o Daniel nem discuto sobre este assunto porque nós nem nos conseguimos entender sobre o básico, quem é e quem não é português, e portanto por o respeito que ele me merece nem vou dizer mais nada sobre o assunto.
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Quem desejar, tem aqui um artigo sobre criminalidade juvenil e imigração na Suíça.
http://www.swissinfo.ch/por/especiais/a_suica_e_a_uniao_europeia/Drama_de_Locarno_gera_discussao_sobre_criminalidade_juvenil.html?siteSect=23481&sid=8718321&cKey=1202712759000&ty=st
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há coisas ironicas na vida, ler as posiçoes partidarias e ver o helder amaral como deputado do cds…e depois olhar pra bancada be e pcp faz-me esboçar um ligeiro sorriso…
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 11th, 2009 at 11:48
desparasitante, não sabia que Helder Amaral era imigrante. Tinha ideia que era portugês.
Estranho: A Fernanda Câncio não subscreve esta Carta?
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E se eu coloca-se um link de negros bem-sucedidos, trabalhadores e respeitadores. O que significaria isso?
Significaria que tinha perdido um bom bocado do seu precioso tempo na pesquisa.
A primeira parte do seu post merece resposta.
Os nacionais nascem cá e infelizmente temos que os aturar os outros deixá-los entrar é masoquismo.
O senhor é adepto desta prática?
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Já agora deixo uma pergunta: Porque diabo é que a Europa tem à força de ser “multicultural” quando essa questão não se põe em mais lado nenhum do planeta??? Alguém fala da necessidade dos Camarões ou da Tailândia serem multiculturais??? Não, não se fala, e tenho a impressão que os mesmos grupos que na Europa são multiculturalistas, nesses países defenderiam posições identitárias…
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 11th, 2009 at 12:29
Rui Paulino, que disparate. A América Latina é multiculturais, os EUA são multiculturais, a China é multicultural, o Médio Oriente é multicultural, a África do Sul é multicultural e a Europa sempre foi multicultural. A não ser países completamente isolados do mundo, todas as nações e continentes são multiculturais.
Daniel Oliveira não conhece o proverbio: Não peças a quem pediu, não sirvas a quem serviu? Isso define muito bem porque é que tendo havido tantos portugueses a ir lá para fora, as pessoas que vem para cá para trabalhar são tão mal recebidas.
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Fado, ainda bem que concorda comigo. Os portugueses, têm direito a errar e os outros não. Será a igualdade para si seja um conceito a descartar.
Concordo que seria uma perda de tempo colocar links com não-portugueses ou filhos de uma imigração exemplares. O meu ponto é precisamente esse, os links apresentados não possuem valor algum.
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até o Vaticano é “multicultural” mas quem emigra para lá, como aquele bispo que meteu uma cunha para canonizar o outro do óleo de fritar, tem de cumprir as regras,
isto é, não ser pobre, não morar em bairros-sociais-de-arquitectura-de-armazém-de-marginalizados e, principalmente, não ficar sob a alçada de elites e governos “problemáticos” que procuram por todos os meios, angariar trabalho para o investimento nas policias de choque e cumprir a politica comum de criminalizar a dissidência
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Há questões que devemos ponderar antes de expor como verdades absolutas. Atenção que o fundamentalismo também é uma forma de Fascismo.. Devemos defender a dignidade humana em todos os sentidos: também existem familias da dita classe média que passam fome. Criar uma sociedade solidaria e dignificada é essencial.
O que mais me repugna numa sociedade que se diz democrática é a existência de empresas de trabalho temporário. Sempre considerei indispensáveis empresas que forneçam serviços especializados a outras empresas, usando a economia de escala para a especialização dos seus funcionários efectivos. Entendo que as empresas devem recorrer a serviços de outsourcing sempre que precisem de técnicos especializados para tarefas específicas para as quais não tenham colaboradores habilitados. Contudo não aceito as empresas que promovem os novos escravos e que se assumem como empresas de trabalho temporário. Este termo só esconde uma forma de exploração medieval permitida pelos governos ditos democráticos e a fórmula é simples: os patrões, não os empresários, contratam estes esclavagistas, para arranjarem pessoas dispostas a ganhar uma pequena parte do valor contratado para a tarefa. O resto fica para a empresa angariadora da mão-de-obra.
Pedrito do Bié faz-nos pensar que é urgente repensar a escola. Somos todos Pedritos castrados por um ensino que confunde autoridade com autoritarismo, humildade com humilhação. Quando vamos para a escola somos uma espécie de caixote do lixo vazio que os professores vão enchendo com muito lixo, fazendo “tábua raza” de toda aprendizagem, experiência e conhecimentos que trazemos para a escola. É a prova que o ensino está mal e a formação profissional está no caminho correcto. Os académicos promovem a arrogância que se reflecte nos estudantes universitários. Estes, sem qualquer formação na área comportamental, vão prolongar os erros na “escola normal” e na vida real das empresas ou como fazedores de opinião na comunicação social. Nunca reconhecerão os erros numa perpétua fuga para a frente, emitindo opiniões contraditórias de académicos sabedores perante uma população estúpida. Dizem hoje uma coisa e amanhã o contrario, impunemente. Capa e batina não é mais que o assumir uma ridícula superioridade em relação ao resto do povo. Mas o povo terá oportunidade de os ver no futuro numa caixa de qualquer hipermercado…
Não quero ser demagógica porque sofre com a injustiças deste Portugal que é fr todos.
Obrigado pelo tempo que tomei
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Eu gosto é destes emigrantes, que levam à letra a liberdade e a integração.
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010&contentid=A18105F3-7CE4-462E-B461-E9F1A56B7895
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“Isso define muito bem porque é que tendo havido tantos portugueses a ir lá para fora, as pessoas que vem para cá para trabalhar são tão mal recebidas.”
Tá enganado meu amigo. Redondamente enganado.
Main menu:
Integração de imigrantes: Portugal em 2.º lugar
http://opiniao.mai-gov.info/2007/10/16/156/
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“a África do Sul é multicultural ” gostei do pormenor camarada daniel.
[Responder]
Os EUA são multiculturais mas têm regras que lhes permitem expulsar, na hora, as ‘ovelhas ranhosas’ do multiculturalismo.
Essas regras, na sua essência, dizem assim: Cumpres ‘isto’ e ficas, não cumpres não ficas.
À Europa faz falta a aplicação de um sistêma idêntico para que, quando existirem razões suficientes para ‘devolver ao remetente’, não haja cá SOS Racismo ou Ai Ai Xenófobia.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 11th, 2009 at 15:04
João Bastos, é bem mais fácil conseguir a nacionalidade americana do que a portuguesa, como saberá.
Claro que a China e o Médio Oriente também têm regras, mas são bem mais severas para os imigrantes que se ‘portam mal’:
http://www.handsoffcain.info/archivio_news/200801.php?iddocumento=10301566&mover=0
O SOS Racismo na Arábia Saudita ainda tem pouca força…
[Responder]
Caro Daniel,
O seu comentário 49 é elucidativo. Como não sabe argumentar classifica-me logo como “racista”. Para o poder entender era necessário o que entende por “racista”. Como não percebe bem o que são imigrantes, e o que são portugueses é provável que o termo tenha para si uma definição estranha também. Note-se que foi você quem falou em raça, o que ilustra o seu lado pavloviano.
Em relação aos seus comentários – é óbvio que é imigrante quem emigrou, e os filhos são filhos de imigrantes. È assim tão difícil entender?
Quanto aos detidos brancos – Ainda esta manhã vi o noticiário da SIC e o Daniel ou vê mesmo mal, ou mente de forma descarada. Como aprendeu o estalinismo e outros ismos quando devia estar a jogar à bola, é normal que não tenha perdido o jeito.
Em comentários anteriores o Daniel revelou a sua mediocridade, e impotência argumentativa:
– No link que lhe mostrei há pouco, perante argumentos actua como os meninos que dizem que a bola é deles, e vão amuados para casa. http://arrastao.org/sem-categoria/europa-um-grande-centro-de-detencao/#comment-37238
– Uma vez em comentários que fiz sobre bairros, o pequeno-burgês Daniel Oliveira sacou dos galões e disse que conhecia bem os bairros. Fez figura ridícula, primeiro porque se conhece é em visitas atípicas, e com as costas quentes, e porque até cresci num “bairro”, bem mullticultural, conforme lhe mostrei aqui – http://arrastao.org/sem-categoria/concurso-do-disparate/, e onde vivi até 2005
Para Daniel Oliveira argumentar é dizer que é superior, e classificar o oponente. Discutir argumentos é uma incapacidade, que se disfarça com ataques ad hominem
Em relação ao tema do post e comentários
O problema da imigração existe e (ao contrário do que defendem pessoa do PNR) não é um tema racial, nem se explica fora da realidade social. Mas ao menos a visão do PNR consegue ver que há problemas, enquanto que a do DO vê(?) a imigração de forma cândida – são nosso amigos, está tudo bem, etc. e fascista, caso alguém ouse questionar.
Ao menos desta vez na Bela Vista, até agora, o Daniel parece ter tido a decência de não vir com a conversa do costume sobre os excluídos. Bem sabemos que no BE há quem não saiba lidar com os temas da segurança (conforme o Daniel jé escreveu aqui n o arrastão, num post que aplaudi –
http://arrastao.org/sem-categoria/e-entao-joao/comment-page-1/..) Pois tem sido essa atitude lírica que tem dado força a estes gangues. É essa atitude lírica que entende como sacrilégio falar-se da identidade racial dos criminosos, e que condiciona(quando não ataca) a polícia
Por último Daniel, e não entenda isto como uma ofensa pessoal, espanta-me como é que você é comentador encartado. Concluo que, tendo em conta o seu paupérrimo currículo (académico e profissional) e a argumentação tão incipiente o seu acesso a comentador só poderá ser fruto de um bom networking, porque a argumentação que se lhe reconhece é muito pobre. Aliás nas referências que faz a JPP e Vital Moreira, nota-se que ataca os mensageiros, quase nunca a mensagem.
Continuo a registar que
- não responde às questões que lhe coloquei sobre as ideias do BE sobre imigração
- que não rebate o absurdo da foto de emigrantes portugueses
- que não rebate a evidência do crimes estrangeiro/imigrante que até força os polícias a aprender uma língua estrangeira
Não rebate porque são FACTOS, não dogmas como os “imigrantes são nossos amigos” ou que são racialmente maus como alguns fazem crer.
Por último, e para lhe devolver o patético e vergonhoso do seu comentário 49. Cresci num ambiente com muitos africanos ou pretos conforme queira chamar. Muitos foram meus colegas de escola, e nunca tive nenhum problema de me relacionar com essas pessoas. Uma irmã minha casou com um cabo-verdiano, e ambos tiveram filhos, sobrinhos de quem gosto e com quem me relaciono bastante. Esta experiência garantiu-me bem mais conhecimento sobre o tema do que o Daniel. Acredite que há na comunidade cabo-verdeana que se reconhece o falhanço da imigração, e quem diga coisas que o Daniel classificaria de vindas do PNR. Porque será?
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 11th, 2009 at 16:39
Mouzinho, preparei uma resposta depois li até ao fim o seu comentário. Como em quase todos os comentários seus, lá vinham as referências à minha vida, à minha origem, ao meu curriculo. A sua vida não me interessa para nada (quero lá saber quem é o seu cunhado), a minha não lhe deveria interessar. E como os seus “argumentos” acabam sempre a mandar postas de pescada sobre a minha vida, não tenho, não tinha, nem terei grande vontade de debater consigo. Não escolho quem me lê. Não escolho quem aqui deixa comentários. Mas escolho com quem debato. Por mais malcriado que seja, por mais que vá falando da minha vida que desconhece, que puxe no anonimato argumentos de autoridade (o meu nome, assim como o meu curriculo, estão disponíveis neste blogue) não terá debates aprofundados comigo. Porque não me interessa.
Volte a ver o vídeo da SIC (eu deixei o minuto exacto no comentário) em vez de me chamar mentiroso.
«Claro que defendo que os imigrantes têm deveres, com qualquer pessoa. Mas num país em que quase não têm direitos, acho que anda tudo de pernas para o ar. Fico com a sensação de que as pessoas não conhecem as condições em que grande parte dos imigrantes trabalha e vive»
Certo, e aí podemos atribuir culpas aos governos que se seguiram ao 25 de Abril, embora os regimes anteriores tenham obviamente a sua quota de responsabilidade na matéria. É o que dá apostar durante anos num modelo de competitividade, baseado não apenas na utilização de mão-de-obra-barata e pouco qualificada, mas também na aposta em bens de baixo valor acrescentado e na desvalorização da moeda.
Ao integrarmo-nos na União Europeia e ao adoptarmos o Euro como moeda única, tornou-se impossível aplicar essa política, que mesmo sem integração, iria conduzir-nos a médio/longo prazo a um maior distanciamento do resto da Europa em termos de crescimento e desenvolvimento.
Há que melhorar o sistemas nacionais de ensino, de saúde e de segurança pública, melhorar o funcionamento da justiça, aumentar o rendimento per capita através de maior criação de riqueza e de emprego e, concomitantemente, através da redução de assimetrias relativas à distribuição da mesma, há que apostar mais na inovação e nas energias renováveis, há que facilitar o acesso à habitação, há que apostar mais na regulação da economia etc. Enfim, há muita coisa para fazer que ainda não foi feita por estes partidos que nos governam desde o 25 de Abril.
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63 # Daniel
Mas a minha posição, não fica longe das sua, a partir do momento que aceita que os imigrantes terão de ter os mesmos deveres que o resto portugueses.
Mas a maniera como escreve, parece às vezes dar a entender, que apenas gosta da parte simpática (direitos) e não aprecia a parte “chata” (deveres). E ao fazer isso passa a ideia, que há motivo politico por detrás daquilo que escreve. É o que me parece.
Ha-de reconhecer, que não me leu uma única linha contra os imigrantes. O que eu critiquei e critico é a sua (e de muita gente) focagem apenas nos direitos e dentro deles, de o haver uma imigração ilimitada. Porque todos têm direito a ela.
Nesta questão temos de ser pragmáticos: integrar as pessoas, fazer cumprir a lei contra essas explorações de que fala. Mas as coisas têm um limite. Portugal não tem condições para receber 5 milhões de imigrantes. Acha que devemos recebe-los? Acha esta posição xenofoba? Eu não acho. E por isso critiquei o que chamou ao Paulo Portas. Parece-me que a posição dele vai nesse sentido. Se o Daniel viu naquelas palavras mais qualquer coisa, lamento mas eu não.
E outra coisa, o Daniel Oliveira não defende mais os imigrantes que as outras pessoas, só que defende-los não significa dar-lhes apenas direitos, e abrir-lhes ilimitadamente as fronteiras. Ao fazer apenas isso, tem logo aqui a matilha anti-imigrantes a ladrar.
Em Israel, se é disso que falou, a chegada de judeus, não considerada como imigração. Julgo que deve saber isso. Mas mesmo que fosse, as “aliás” são organizadas e preparadas pelo governo. Acha que em Portugal a imigração é organizada?
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 11th, 2009 at 16:06
Levt, a matilha anti-imigrantes ladra sempre, escreva eu o que escrever. Não esperava é vê-lo fazer coro com eles, apenas isso.
Como acho que ninguém defende que os imigrantes não devem ter os mesmos deveres dos demais cidadãos (e segundo a lei, têm) e muita gente defende que não devem ter os mesmos direitos (e segundo a lei, não têm), parece-me que é na segunda questão que está a discordância e o debate.
#75 daniel
referi a ironia no contexto do racismo e nao da xenofobia, achei ironico que a esquerda que defende as bandeiras do anti-racismo com tanto afinco só tenha deputados brancos e o cds tenha um deputado que nao é branco…
porque nao o BE criar um sistema de quotas para os deputados? em inglaterra ha um sistema de quotas na policia de forma a garantir o acesso a todas as etnias..
ja percebi que é contra a limitaçao de entrada de imigrantes,mas é a favor da entrada livre?
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«até o Vaticano é “multicultural” mas quem emigra para lá, como aquele bispo que meteu uma cunha para canonizar o outro do óleo de fritar, tem de cumprir as regras,
isto é, não ser pobre, não morar em bairros-sociais-de-arquitectura-de-armazém-de-marginalizados e (…)
Acho inadmissível a linha arquitectónica dos bairros sociais recentemente construídos. Parece que os nossos políticos fazem questão de frisar a condição de pobreza em que vive a respectiva população. Veja-se o caso do Casal Ventoso – era preciso construir prédios tão feios naquela zona antiga da cidade? Parece que não existe planeamento urbanístico nas nossas cidades, ou se existe, é de um mau gosto tremendo.
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93 #
“Não esperava é vê-lo fazer coro com eles, apenas isso.”
Diga lá onde é que eu fiz coro com as pessoas anti-imigração. Onde é que as minhas posições se comparam com as das postas 5, 7, 11, 30 e 56?
Ou para si, quem não concorda com todas as suas ideias está imediatamente nessa categoria?
O Daniel tem aqui postas muito válidas e que lhe colocam questões interessantes, que a serem respondidas, dariam uma excelente discussão. Mas em vez de pegar no assunto por ai, prefere rotular todos os que consigo não concordam de “racistas”, “xenofobos” ou “anti-imigrantes”.
A matilha anti-imigrantes está aqui nesta discussão, repito-o sem problema nenhum, mas são uma clara minoria. A maioria das pessoas que aqui estão a discutir, têm uma posição muito mais fléxivel, aberta e favorável aos imigrantes que a sua.
O que não são é uns líricos e não têm a pretensão de serem os paladinos da defesa dos imigrantes.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 11th, 2009 at 18:43
Levy, não lhe chamei nenhuma das coisas. Disse apenas que fazia coro. Se não faz, melhor.
A Santa Aliança!
Vou já a correr assinar.
Os mesmos direitos? O Daniel está a brincar? Inclui o quê? Eleger deputados e presidente da republica?
E não, não são portugueses, e a maior parte não o merece ser.
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Caro Daniel,
Mostre lá os comentários em que falei da sua vida.
Geralmente falo dos seus argumentos, ou falta deles. Você, como costuma fazer, é que rebate argumentos com ataques pessoais (racistas, nazis, etc), e depois tenta inventar que falo sobre a sua “vida” a sua “origem” ou o seu “curriculo”.
Falei desta vez sobre falta de currículo para ser comentador encartado. Não é ofensa, certamente.
No meu caso mostrei-lhe, como já fiz anteriormente quando disse que você é que conhecia os bairros, que as suas “classificações” podem sair bem ao lado.
O blog é seu, pesquise lá comentários onde se aplicam as acusações que me remete. Mostre ou fica provado como um mentiroso.
Já uma vez fez essa acusação, e acabou a pedir desculpas porque se tinha enganado (http://arrastao.org/economia/tem-o-know-how/)
Quando ao vídeo da SIC: o Daniel vê umas imagens escuras, em segundos e isso explica o quê, e em que contradiz algums FACTOS que aqui lhe mostrei? E era um branco em quantos? e os videos do youtube que “linkei”? e a composição dos gangues que se falam? e as estatísticas da população prisional, disponíveis no site do AICIDI?e quem habita os bairros referidos?
Como já os “visitou”, pensava que estivesse melhor informado
Quando à recusa em responder a 3 perguntas tão simples só o qualifiqua, não é a mim.
Aguardo que prove as falsidade que disse.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 11th, 2009 at 18:40
Ok, Mouzinho, ainda bem que reconheceu que nem eu estava cego, nem estava a mentir.
“a matilha anti-imigrantes ladra sempre” …vê-se como o Daniel gosta de debater, e como classifica os oponentes
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e tome este vídeo para a troca
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010&contentid=A18105F3-7CE4-462E-B461-E9F1A56B7895
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Para não esquecermos: emigrantes portugueses em Paris (1964)
Pois mas estes ñ tiveram as regalias que em Portugal os pretos e outros tem, casas nem ve-las, se as quizeram trabalharam até as poder comprar, aqui esta a diferença, rua com a escumalha. E se voce quizer va com eles.
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Alguns pontos:
1) existe uma completa FALTA DE AUTORIDADE do Estado. E “Autoridade” não é necessariamente policiamento, segurança ou o bater duro com o braço forte da Lei. Estamos num país onde ninguém respeita ninguém; não há o mínimo respeito por pessoas e instituições, também porque, estas não se dão ao respeito. Enquanto esta situação não mudar, vamos ter este tipo de “motins”.
2) inclusão cultural. Está aqui um bom ponto para questionar os candidatos a eurodeputados. A Europa (e países europeus) deve ser multicultural, ou os imigrantes devem assimilar a cultura do país para onde emigram? (só para dar um exemplo, há uns anos privei numa equipa desportiva com uns rapazes que só falavam crioulo. Recusavam-se a falar português. Claro, foram corridos. Será o mais correcto?) Esta é uma questão fulcral para entender um pouco da cultura das diversas etnias, bem como os fenómenos de “grupo”.
3) crime. Com imigração vem o crime. É normal! Vêm as máfias, os grupos organizados que exploram os imigrantes ilegais, ou que pura e simplesmente seguem os fluxos migratórios para deles se aproveitarem. Os excluídos, economica ou socialmente, tendem também a agrupar-se e a procurar, digamos, outras área de actividade. Enfrentamos hoje paradigma de crime diferentes dos que existiam, e que por exemplos, foram “importados” do Brasil. Portugal, como sempre, não agiu previamente em relação a este fenómeno, e agora as forças policiais não sabem bem o que fazer.
4) Emprego. Mais do que correr com os imigrantes, é preciso é “bater” nas empresas que os exploram. É que ao contratar um imigrante sem regalias ou com salário abaixo do permitido, as empresas estão não só a explorar o imigrante como todos os contribuintes.
5) Inclusão social. Sinceramente, não acredito em “inclusão social”. O Estado deve dar condições para que as pessoas possam ter uma vida digna e ter as oportunidades que precisam. Nada mais que isso. A educação DEVIA ser gratuita, e aberta a todos. Mas se a malta não quiser estudar e trablhar, fazer o quê? Incluí-los????
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Já não se lembram, como se haveriam de lembrar se estes animais são filhos do Estado Novo, o meu avô Joaquim, o meu avô João esses não brincaram nos cocktails do Ballet Rose, viveram no meio da lama, levaram porrada de meia noite da GNR, da Guardia Civil, não precisaram de ser comunistas para serem ajudados pela Asti, assim foi, e já agora não me peçam por favor para apoiar Durão Barroso, a memória dos meus avós não permite.
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Os sujeitos brancos que aparecem serão os provocadores de extrema-esquerda que o SIS está a seguir com atenção? Será o Délio?
Ontem ouvi o Louçã a falar das casas e do betão…casas que são como nos dormitórios da cidade de Lisboa. Só que essas são pagas e custam muito suor a quem as habita.
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Daniel,
continua a mentir quando diz que comento dados pessoais referentes a si. E em relação ao vídeos – os vários que aqui estão são sintomáticos de quem faz desacatos, e isso é algo que defacto você não desmete mas diz: vi um gordo, branco, num segundo…espero que não seja brasileiro
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Daniel Oliveira: « A dar no duro, a trabalhar para melhorar a sua vida, a ser explorado e, depois, a ter de ouvir todo o tipo de insultos e acusações.»
Então e Daniel, explique-me por favor, eu que sou Português, Caucasiano, tenho o ensino secundário completo, não devo ao Estado, pago o IRS, pago a água, luz, renda e até ando no passeio, que diferença tenho eu em relação a colegas de trabalho Venezuelanos que, GANHAM MAIS!
Actualmente as empresas que empregam Venezuelanos, pagam MAIS descaradamente com o pretexto de serem bi-lingues (têm 4 meses em Portugal) enquanto eu, sou discriminado.
Acho isto uma injustiça e nunca o vi a si ou ao seu partido a defender a minha igualdade….
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Borda-lo: «Enfrentamos hoje paradigma de crime diferentes dos que existiam, e que por exemplos, foram “importados” do Brasil.»
“importados”? O car-jacking é um mito dos media. Exceptuando isso, que outro tipo de crime conhece que seja exclusivo do Brasil?
Aumento de criminalidade? é natural, a sociedade avança, criam-se periferias, as condições modificam-se.
Actualmente as comunidades Africanas dos principais bairros sociais de Lisboa até estão bastante integradas, com comércio e criação de riqueza. Há excepções, mas no geral assumem uma boa integração.
Ao contrário da comunidade Cigana que repudia e refuta qualquer integração, com comércio, sem comércio.
Este caso da Bela Vista é um caso pontual de um bairro típico mal gerido e numa zona árida de riqueza/emprego/ocupação. Deu no que deu, porque em Portugal como sempre foi, a fraca organização e fiscalização destes bairros vivem de meia dúzia de regalados gestores/assessores/psicólogos que, só têm contacto uma vez com a família, de resto é o que se sabe com o subsídio sem falhar a dia 1.
Ao Estado não lhe interessa educar, interessa manter esta anarquia branda, o coitadinho da sopa, sem criar riqueza e sem miar muito.
Deu no que deu, e morderam a mão de quem os criou….
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Mas qual é o problema com o crioulo? São vários os países que partilham não só várias línguas mas também vários crioulos (se entendermos um crioulo como não sendo uma língua o que, linguisticamente, é errado). E não venham com razões históricas. As línguas num país evoluem organicamente. Se assim não fosse, ainda estávamos todos a falar Ibérico no Sul e Lusitano no Norte.
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… e alguns dos subscritores, assim como Daniel Oliveira, receberam e deram guarida a algum dos imigrantes, que vagueiam por esse Portugal, sem eira nem beira, esfomeados, doentes e sem teto?????
Será que algum dia “mexeram uma palha” para os ajudar?
Os subscritores, assim como Daniel Oliveira, só querem protagonismo e nada mais do que isso.
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Levy
“Diga lá onde é que eu fiz coro com as pessoas anti-imigração. Onde é que as minhas posições se comparam com as das postas 5, 7, 11, 30 e 56?”
E diga lá o que é que o meu post tem a ver com xenofobia ou racismo ?
Apenas disse e reafirmo, aquela malta tás-se pouco cagando para estudar, trabalhar ou fazer algo de util na vida. A culpa ? Dos paizinhos que não souberam educa-los, e deles mesmos que escolhem a via mais fácil.
Cuidado Levy com as comparações.
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#3, Fado Alexandrino
“A minha modesta contribuição para a resolução deste problema resume-se a sugerir a todos os assinantes que indiquem a morada para lhes porem lá em casa um imigrante.”
Fado, você, se quiser, também pode ser coerente. Arma-se de uma G3 e vai para a fronteira “apontar ao imigrante”. Sempre serão menos alguns… O Zé do Telhado (#110), pelos vistos, também alinhará consigo.
[Responder]
Fado, você, se quiser, também pode ser coerente. Arma-se de uma G3 e vai para a fronteira “apontar ao imigrante”. Sempre serão menos alguns… O Zé do Telhado (#110), pelos vistos, também alinhará consigo.
Receber pessoas em casa é legal. Andar de G3 não. Se começa a ser ilegal dizer seja o que for sobre o assunto, quanto mais andar de G3 (o que seria de resto inútil, porque o problema está na lei e não na falta da sua aplicação).
Mas seja como for não acho que os defensores desta política de imigração tenham obrigação de fazer isso, da mesma forma que quem é a favor de uma maior distribuição da riquiza não tem que dar metade do seu salário, etc. E convenhamos, se praticamente todos os defensores do multiculturalismo nem na escola pública colocam os filhos, quanto mais levarem um imigrante para casa.
[Responder]
«Apenas disse e reafirmo, aquela malta tás-se pouco cagando para estudar, trabalhar ou fazer algo de util na vida. A culpa ? Dos paizinhos que não souberam educa-los, e deles mesmos que escolhem a via mais fácil.»
Acho este comentário injusto. É certo que estas pessoas têm uma certa responsabilidade. Todos sabem à partida que roubar é errado. Mas ao privar estas pessoas de um sistema de educação adequado, mesmo que indirectamente, também o governo e a sociedade em geral se deverá assumir como responsável pelo estado da situação.
Eu frequentei das piores escolas públicas de Lisboa, e facilmente me apercebi que mais importante do que investir em computadores, é a aposta na disciplina dos alunos. Se os pais destes miúdos não os sabem disciplinar e fazer deles cidadãos responsáveis e educados, então caberá ao Estado essa tarefa.
E tão importante quanto a impôr disciplina, é fazer estes jovens compreenderem a importância da educação na vida de uma pessoa – um aluno que não valorize a educação dificilmente se interessará por aprender alguma coisa de jeito nas aulas.
Este objectivo pode ser alcançado através da definição e aplicação de medidas coercivas, tais como obrigar alunos com graves faltas disciplinares a frequentar uma escola de regime militar, ou multar as famílias desses mesmos alunos. Em contra-partida, também poderiam ser atribuídos subsídios acrescidos aos miúdos desses bairros que se destacassem positivamente no seu percurso académico.
Mas voltando à culpabilização destes jovens e dos respectivos pais, queria que tivesse em consideração que os próprios pais, são em muitos casos um mau exemplo para os filhos. São pessoas com muito pouca educação e que em grande parte acabam por não introduzir na educação dos seus filhos aqueles valores que referi em cima. E isto é um fenómeno que já vem de há séculos atrás – o avô era pobre e analfabeto, o bisavô esteve preso, o tio idem e por aí sucessivamente.
De resto mantenho aquilo que referi no meu post anterior (#62).
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112 joaquim azevedo 11 Mai 2009 às 22:06
Não não, tiro ao alvo não que é feio!!
Fica muito melhor assim:-por cada imigrante que vá para casa de cada um dos assinantes o Fado é obrigado a levar 3
assim ficamos todos com saúde e ninguém se aleija .)
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#113 Fernando
“E convenhamos, se praticamente todos os defensores do multiculturalismo nem na escola pública colocam os filhos”
Fernando, que se saiba as escolas privadas não são monoculturalistas. São, isso sim, caríssimas. Talvez por isso não encontremos por lá os imigrantes de que aqui se fala. Encontram-se outros mais integrados, ou seja, endinheirados. Mas esses, como sabemos, são muito benvindos e desejados na pátria lusa. Tipos como o senhor Charles Smith do Freeport que ninguém se lembra de querer expulsar curiosamente. Deve ser por não habitar no bairro da Bela Vista, digo eu.
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Joaquim Azevedo.
Fernando, que se saiba as escolas privadas não são monoculturalistas. São, isso sim, caríssimas.Talvez por isso não encontremos por lá os imigrantes de que aqui se fala. Encontram-se outros mais integrados, ou seja, endinheirados.
É esse precisamente o ponto. É fácil falar sobre a culpa da sociedade e de todos nós e como é tudo uma visão errada de um problema que não existe quando são os filhos dos outros que têm que andar em escolas públicas perto de bairros sociais ou lá morar.
Mas esses, como sabemos, são muito benvindos e desejados na pátria lusa.
São ambos bem-vindos, e muitas vezes pelos mesmos.
Tipos como o senhor Charles Smith do Freeport que ninguém se lembra de querer expulsar curiosamente. Deve ser por não habitar no bairro da Bela Vista, digo eu.
Charles Smith pode ser preso, ou deportado, ou obrigado a pagar com tudo o que roubou e ir trabalhar a sério para pagar o resto. São contudo problemáticas bem distintas, com soluções diferentes.
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111 # António Cunha
“Apenas disse e reafirmo, aquela malta tás-se pouco cagando para estudar, trabalhar ou fazer algo de util na vida. A culpa ? Dos paizinhos que não souberam educa-los, e deles mesmos que escolhem a via mais fácil.”
“Querem “reppar yoo!!” fumar umas ganzas yoo !!!”E roubar yoo””
Você baralha-me. De que “malta” concretamente está a falar?
Se fala dos calões e dos preguiçosos, no geral, concordo inteiramente consigo. Pois conheço muita gente asssim, portugueses e estrangeiros.
Como esta posta era sobre imigração, e se é especificamente dos imigrantes que fala, não estou de acordo. Os melhores estudantes que tenho conhecido, são filhos de imigrantes (ucranianos, moldavos, indianos e chineses). E os pais também me parecem muito trabalhadores.
Agora se isso do rapper, das ganzas e do roubar é para algum grupo em particular, pois nesse caso, poderá haver quem o considere xenofobo ou racista. Lamento, mas ganzistas, rappistas, calões e ladrões, há em todo o lado.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 12th, 2009 at 0:51
Espero que rappar não tenha passado a ser crime.
119 # DO
Também espero que não
Julgo que os calões também não estão ilegais.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 12th, 2009 at 0:56
Sim, mas para compor rap é preciso fazer alguma coisa. Não vejo porque o rap há de estar associado a ser calão.
121#
Não me fiz entender. O calão está associado ao preguiçoso. Não ao rapper. Os 4 adjectivos são do antonio cunha, apenas os utilizei, não os associei.
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“Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades (…) Que venham muitos e façam disto um país.” – Daniel Oliveira
Pelos vistos já estão a tomar conta das nossas cidades. Os acontecimentos Bela Vista são um passo na direcção certa.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 12th, 2009 at 1:27
Espero que tenha a certeza de que são imigrantes, The Studio. Mas, ainda assim, estava preocupado consigo: ainda não se tinha juntado ao grupo que aparece sempre neste debate.
Daniel,
Agradeço-lhe a sua preocupação. Tenho seguido com atenção os comentários mas não estou na disposição de participar nesta habitual peixeirada. O lado do Daniel não tem outro argumento que não seja o de chamar racistas e xenófobos a quem deles discorda. Por exemplo, na carta aberta afirma-se que:
“as acentuadas necessidades de mão-de-obra, tornaram o velho continente Europeu (…)”
Afinal na Europa existe necessidade de mão-de-obra ou existe desemprego? O Daniel alguma vez respondeu a esta questão.
Bem, mas tudo tem um lado positivo. Acabei de ouvir o Miguer Portas a pedir para prestarmos atenção ao que os padres dizem. O BE a citar a Igreja Católica como referência é lindo, não acha?
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 12th, 2009 at 1:59
The Studio, em relação à imigração também cito a Igreja Católica sempre e sem qualquer problema. Faz um trabalho notável e tem posições que em geral só podem merecer o meu aplauso.
Levy, devia ler um pouco com mais atenção. Pois se leu o primeiro post devia ler os outros.
66 Antonio Cunha 11 Mai 2009 às 9:25
53 Daniel Oliveira
Daniel, tire lá o dedo do gatilho, que comigo esse jogo não funciona.
Este pessoal são todos aqueles que vivendo nos bairros não fazem nada por si, e preferem a via mais fácil, a do crime.
Conheço alguem, que trabalhou durante muito tempo num bairro destes na margem sul, e sim Daniel existem miudos que querem estudar e ser alguem na vida, e essa pessoa tinha uma missão ingrata de os ajudar, pois tudo os puxava para a vida do crime.
Sim Daniel, 80 a 90% destes criminosos são imigrantes ou filhos destes.
Como sabe as camaras da margem sul, são na sua maioria do PCP à mais de 30 anos, e são eles os responsáveis pelo que se passa. Como as pessoas dos bairros dizem “os Comunas só cá aparecem na altura das eleições”
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Se és a favor de controlo da imigração és racista e xonofobo
se és contra o casamento gay e a adopção pelos mesmos és homofóbico
Se falas mal do PC és anti-comunista primário
A piada que isto tem…..
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Ainda estou à espera que o Daniel fundamenta que estou sempre a fazer considerações sobre a vida dele (CV, origem, etc).
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108 mancha negra
11 Mai 2009 às 20:10
“importados”? O car-jacking é um mito dos media. Exceptuando isso, que outro tipo de crime conhece que seja exclusivo do Brasil?
—-
Estava mais a pensar no crime de “gang”, que não era muito habitual. O recurso a métodos violentos idem. Não sou eu quem o digo, são os diversos observadores.
Aumento de criminalidade? é natural, a sociedade avança, criam-se periferias, as condições modificam-se.
Actualmente as comunidades Africanas dos principais bairros sociais de Lisboa até estão bastante integradas, com comércio e criação de riqueza. Há excepções, mas no geral assumem uma boa integração.
Ao contrário da comunidade Cigana que repudia e refuta qualquer integração, com comércio, sem comércio.
—–
Engraçado, não me lembro de referir africanos ou ciganos. Acho que a única referência foi mesmo às mafias (as mais representativas serão as de leste e as asiáticas) e ao Brasil.
Quanto à questão do crioulo, eu não pus em dúvida se deve ou não ser falado. Apenas questionei se deveria ser usado como primeira língua na privação com pessoas do país para o qual se emigrou.
[Responder]
Fernando #117
“É fácil falar sobre a culpa da sociedade e de todos nós e como é tudo uma visão errada de um problema que não existe quando são os filhos dos outros que têm que andar em escolas públicas perto de bairros sociais ou lá morar.” (cuidado com a pontuação, Fernando)
Agora você está a discutir no terreno certo – bairros sociais. O que não está demonstrado é que os problemas que o preocupam são da exclusiva responsabilidade dos estrangeiros. São questões de classe social, Fernando, e não de cor ou de origem geográfica.
[Responder]
#124 – Daniel Oliveira
“Espero que tenha a certeza de que são imigrantes, The Studio. Mas, ainda assim, estava preocupado consigo: ainda não se tinha juntado ao grupo que aparece sempre neste debate.”
Qual debate?
Você não rebate, não contra-argumenta, não demonstra, não responde. O seu conceito de debate é classificar os racistas/xenófobos – nãoracistas/xenófobos consoante os comentários que são feitos. Típico dos novos-burguesinhos provincianos de Portugal . Muita parra pouca uva.
Talvez tenha mais engenho num debate acerca da nova lei do financiamento dos partidos..
[Responder]
Daniel Oliveira, ia agora responder ao seu comentário 78 mas depois de reparar que fui chamado de “matilha anti-imigrante” confesso que perdi a vontade, fique lá então com a sua verdade e com os seus amiguinhos imigrantes, coitadinhos…tanto que eles sofrem, que eu por mim cá me fico com os portugueses de raiz que todos os dias são mortos, feridos, roubados e humilhados por esses “pobres coitados” a quem actualmente graças a uma lei da nacionalidade que foi aprovada por todos os partidos do sistema sem qualquer pudor eu ainda tenho que chamar de compatriotas, o dia chegará em que terão que prestar contas por esta vergonha, “Tiranos, tremei…”
[Responder]
Correio da Manhã
Notícia 1:
«BELA VISTA CUSTA UM MILHÃO EM SUBSÌDIO
275 famílias do bairro recebem Rendimento Social de Inserção
Na Bela Vista, o problemático bairro de Setúbal onde moram cerca de cinco mil pessoas, mais de mil dependem do Rendimento Social de Inserção. São 275 as famílias que recebem “uma média de 300 a 350 euros por mês”, adiantou ao CM Manuel Pereira, director da ACM, associação que trata, em articulação com a Segurança Social, dos processos. Fazendo as contas a doze meses, as famílias apoiadas pelo Estado recebem cerca de 1,155 milhões de euros por ano do Ministério da Solidariedade Social.»
Notícia 2:
«ESTADO PERDE 800 MILHÕES NO BPP
Finanças têm de pagar empréstimo de bancos e garantir depósitos.
O Governo deu o aval ao Banco Privado Português (BPP), mas as garantias pedidas à instituição não terão actualmente qualquer valor, soube o CM junto de fonte próxima do processo. Se a instituição falir, o Estado arrisca-se a perder perto de 800 milhões de euros.»
Ora, portanto, pelas minhas contas isto dá para aí uns 800 anos! Mas, claro, os criminosos são os pobres andrajosos porque os outros vestem bem, usam colarinho branco e punho engomado.
[Responder]
Segundo o JN “Paulo Portas vê com bons olhos a adopção de medidas como a introdução da videovigilância nos bairros e um maior recurso a julgamentos sumários. Medidas que visam atacar o aumento da criminalidade e que dominaram as jornadas do CDS. ”
Eu estou de acordo com o Portas desde que se alargue a medida aos Conselhos de Administração das empresas em geral e da Banca em particular.
[Responder]
Se fossemos a fazer o que o Paulo portas quer
até os portugueses seriam postos no olho da rua.
Só cá ficavam os primos das classes altas hehe
[Responder]
BORDA-LO «Estava mais a pensar no crime de “gang”, que não era muito habitual. O recurso a métodos violentos idem. Não sou eu quem o digo, são os diversos observadores.»
Primeiro o crime de “gang” existe na sua cabeça e nas redacções dos jornais. Existe um termo muito tosco, crime “grupal”.
O que de longe se afasta do mundo da criminalidade de Gangs, coisa que importada só na sua cabeça mais uma vez, ou naquelas entrevistas que começam com “Partido do Crime está em Portugal”, e depois vê-se meia dúzia de brasileiros do interior a juntar-se e a beber cervejas na Costa da Caparica.
De resto as “máfias” de leste que refere, também não as conheço.
Actualmente existe uma máfia que impõe taxas “aduaneiras” ao tráfico de mulheres, heroína (etc), e adivinhe, é a máfia Turca.
Os de leste que fala (eslavos) já se foram embora, isto não rende para eles.
Sobra a criminalidade juvenil, mais derivada do monoparentalismo do que efectivamente da abertura de fronteiras ou ventos do Brasil.
A teoria de que se importa violência do Brasil é outro tabu.
O que se importa são mulheres para tráfico, e isso também se importa da Nigéria, Senegal etc.
Há casos de violência, mas “importar”? desculpe, desconheço.
—–
«Engraçado, não me lembro de referir africanos ou ciganos.»
Não referiu mas refiro eu.
A comunidade cigana REFUTA por completo a integração. Ao passo que a comunidade Africana tem tímidas entradas…. é preciso ser “nazi” para ver o óbvio?
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“Ora, portanto, pelas minhas contas isto dá para aí uns 800 anos! Mas, claro, os criminosos são os pobres andrajosos porque os outros vestem bem, usam colarinho branco e punho engomado.”
O Joaquim Azevedo parece ser o Louçã sob pseudónimo. Em primeiro lugar, 800 a dividar por 1,155 não dá 800, mas sim menos de 700. Em segundo lugar, “há o risco de o Estado perder esse dinheiro” não significa que o Estado o tenha perdido ou o venha a perder. Custa a entender a diferença? Em terceiro lugar, há por este país dezenas, centenas de Belas Vistas (não em termos de criminalidade, refiro-me apenas aos subsídios). Portanto para as suas contas teria que os contabilizar a todos. Quarto, o Estado a dispender esse dinheiro com o banco será um caso pontual. No caso da Bela Vista é como uma renda anual. Por fim, nada disto pretende desculpabilizar os bancos. Os indivíduos que tenham cometido violações da lei as quais conduziram a esta situação no banco ( e em outros também), acho muito bem que vão presos. Já ouviu alguém dizer o contrário?
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As posições aqui manifestadas pelo Daniel são um acumular de contradições que me vou abster de comentar para focar a questão em apenas um ponto que me parece o essencial.
- Em Portugal e na Europa, existe um problema de desemprego ou um problema de falta de mão de obra como se afirma na carta aberta e com a qual o Daniel concorda inteiramente?
- Em Portugal existem dezenas de milhares de imigrantes a receber subsídio de desemprego, fora aqueles que estão desempregados e não têm direito ao subsídio. Se Portugal gera emprego direccionado à imigração, porque razão não dão esses empregos aos muitos milhares de imigrantes que já cá estão e que não têm emprego?
Se o Daniel tem de facto algum argumento em vez de se limitar a tentar insultar quem discorda de si, poderia começar por responder a estas duas questões de forma convincente. Seria um bom início de debate.
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Caro mancha
A expressão “gang” (ou gangue) estava entre aspas por alguma razão. Mas poderia não estar. A criminalidade grupal pode ser considerada gang, até porque “gang” é a expressão inglesa para “grupo”.
Mas deve ter razão; máfias bulgaras e moldavas, grupos organizados, assaltos a carros blindados, é tudo fruto da nossa imaginação e de uma comunicação social sem nada que fazer…
E não querendo defendo os ciganos, posso dizer-lhe que essa generalização de os ciganos não se quererem integrar também é errada! Há ciganos que assimilam o “estilo de vida europeu”, tal como há africanos que o recusam. Enfim, há pessoas para tudo.
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The Studio #123
“Pelos vistos já estão a tomar conta das nossas cidades. Os acontecimentos Bela Vista são um passo na direcção certa.”
The Studio #138
“Por fim, nada disto pretende desculpabilizar os bancos. Os indivíduos que tenham cometido violações da lei as quais conduziram a esta situação no banco (e em outros também), acho muito bem que vão presos. ”
Finalmente, começo a ver coerência no seu discurso. Quem é criminoso que vá dentro, nada a opor, Studio. A única diferença é que enquanto uns estão a “tomar conta das nossas cidades”, outros já tomaram conta do País. Só assim se consegue entender que se arranjem 800 milhões, num abrir e fechar de olhos, para tapar os buracos que estes parasitas abrem.
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O Joaquim Azevedo continua a ser o mestre do costume a desviar a conversa quando não lhe interessa, assim que se começa a pôr a nú os seus amiguinhos imigrantes/delinquentes lá vem ele com a cantinela dos banqueiros ladrões, é verdade que banqueiro é sinónimo de ladrão Azevedo, mas que tal discutir a sério os crimes dos seus amigos???Não???
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BORDA-LO: «Mas deve ter razão; máfias bulgaras e moldavas, grupos organizados, assaltos a carros blindados, é tudo fruto da nossa imaginação e de uma comunicação social sem nada que fazer»
Como sempre confunde alhos com bugalhos e lança atoardas em catadupa.
Explique-me o que tem que ver as Máfias (ou grupos organizados de leste) com a criminalidade ou violência urbana (Bela Vista)?
Compreende o porquê de tentar separar as coisas?
Uma coisa são as Máfias, grupos discretos que pululam na noite, traficam drogas, seres humanos, carros etc. Outra coisa é a violência urbana, gestão de bairros sociais, comunidades, educação, laxismo educacional.
Sabe que, ao ligar tudo ao mesmo tema, como sempre acaba tudo no mesmo saco, apenas com uma medida, aumento do Orçamento para a segurança pública. Isto é, voltamos ao mesmo, em que tudo muda, para nada mudar.
As comunidades vão continuar sem criar riqueza, vão continuar dependentes do Estado e o Estado continuará a engordar fileiras de assessores e psicólogos para dar de comer na gamela do Estado.
Quanto ao termo do “gang”, sabe ao que me refiro.
Sabe o porquê da importância do debate agora?, porque estamos na mesma situação que o Brasil esteve na década de 70/80. Com um crescimento avulso nas zonas da periferia, sem comércio para empregar mão de obra sem escolaridade e com uma polícia laxista sem autoridade e a engordar fileiras em escritório.
Tenho receio que com o nosso actual cenário, nos tornemos numa proveta de Brasil, com criminalidade a aumentar e um serviço público além do normal (um estilo de caudilhismo brasileiro topa?), isto porque os sociólogos da lego acham que Máfia, monoparentalismo e a Cosa Nostra faz parte tudo da conjura.
«Há ciganos que assimilam o “estilo de vida europeu”, tal como há africanos que o recusam»
Há ciganos cegos e há africanos brancos e ainda há cães cegos sabe?
Desculpe, mas se não quer ver, não veja, mas por favor, não atire areia aos outros.
Há ciganos bons e ciganos maus como tudo na vida. Mas, como se trata de um colectivo, tenho de generalizar, e no geral, não se querem integrar!
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127 # Antonio Cunha
Caro Cunha, eu li o seu post com atenção, como leio todos os outros que o antónio escreve.
Não quero de forma nenhum colar-lhe rótulos, mas quando afirma que:
- “80 a 90% destes criminosos são imigrantes ou filhos destes.”, das duas uma: ou está a dizer a verdade, e nesse caso pode afirma-lo a vontade, pois não é xenofobia fazer afirmações factuais e baseadas em documentos válidos; ou atira um número destes para o ar, sem qualquer fundamentação, na tentativa de colar a criminalidade aos imigrantes. Neste caso, é legitimo associar isso à xenofobia.
Para que não me restem dúvidas sobre as suas intenções, desafio-o a deixar aqui o link, ou o relatório, onde está escrito que 90% da criminalidade em Portugal se deve aos imigrantes.
- “Querem “reppar yoo!!” fumar umas ganzas yoo !!!”E roubar yoo”, este tipo de linguagem está associado aos negros de 2ª geração. O antónio cunha, ao colar a esta linguagem às palavras “ganza” e “roubar”, está associa-las aos negros. Ponto final. Não venha com desculpas da carochinha. Perante isto, e o que escreveu em relação à origem de 90% dos crimes, julgo que é legitimo poder associar as suas opiniões à xenofobia.
Em relação à imigração, tem toda a razão quando defende o seu controlo, concordo consigo nesse ponto. Mas na minha opinião esse controlo deve ser feito para beneficiar os próprios imigrantes que honestamente querem vir para cá trabalhar. E repito trabalhar. E não porque ache que não devemos cá ter estrageiros porque roubam e tal, como sugere nas suas palavras.
Apesar desta minha posição, também eu já fui rotulado de “xenofobo”, ou de fazer coro com eles. Mas com isso temos de conviver todos, pois neste blogue, a extrema esquerda domina, e tudo o que está para lá do PCP são normalmente rotulados de tudo e mais alguma coisa.
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Bem, hoje é o meu dia. Primeiro o Studio, no #138, diz que sou o Louçã, agora no #142 dizem que sou um mestre. Eu, obviamente, agradeço ambas as distinções.
De resto, não sendo amigo do Mário Machado e do PNR, não tenho amigos criminosos.
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Olhe que tem Azevedo, olhe que tem…
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Não imagino essa familia portuguesa a roubar cavalos com recurso a armas brancas, não os imagino a traficar droga, não os imagino a matar…
Não sei não…
Fazia bem a certo pessoal levar umas navalhadas desses que andam por LX, se calhar abriam os olhos.
Saiam de casa, abram a janela do BMW quando passam na cidade…
Convivam com culturas diferentes , então?
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Caro Mancha:
quem confunde macãs com laranjas é o excelentíssmo. Diga-me em que mensagem eu MENCIONEI sequer o caso da Bela Vista. Ou africanos. Ou ciganos. Ou qualquer etnia. Eu limitei-me a apontar que os fluxos migratórios trazem associados criminosos, muitos deles organizados ou associados. Apontei um exemplo de crime “brasileiro”, que até podem nem ser perpretado por brasileiros! Você é que veio falar de raças, não eu.
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144 Levy
“80 a 90% destes criminosos são imigrantes ou filhos destes. ”
Não percebo porque motivo esta frase é xenofoba. As pessoas que foram presas na sua maioria eram emigrantes ou filhos de emigrantes. É um facto. Eu não disse que a criminalidade em Portugal era em 90% praticada por emigrantes. Isso é uma conclusão sua.
Como referi conheço muito bem estes bairros, e vi e vejo com os meus olhos quem lá mora.
Não existem dados que possam atestar e fazer uma ligação entre o aumento de imigração e a criminalidade, mas existem numeros que dizem que a população prisional é 20% de estrangeiros.
Isso no meu ponto de vista é provocado pelo aumento de imigração ilegal.
O meu ponto de vista sobre a imigração é que é bem vinda, é necessária mas com limites.
Nestes bairros problemáticos existem pessoas de bem e pessoas que se estão pouco cagando para os outros, e o que pretendem da vida é roubar, reppar e sei lá mais o quê.
E isso não é algo que me tenham contado. Eu vi, e vejo com os meus olhos.
Se um dia puder contacte o CIJU – Centro de Informação para a Juventude, no bairro do vale da Amoreira, e pergunte à pessoas que lá trabalham como é o seu dia a dia.
Estou-me pouco cagando que me chamem xenófogo, aliàs se me preocupasse com os nomes que me chamam aqui já tinha deixado à muito de aqui vir.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 13th, 2009 at 14:19
António Cunha, só não indicou a base dessa afirmação.
Qual afirmação ?
A dos 20 % de presos serem imigrantes ? Ou a outra ?
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149 # Cunha
Vejo que o Cunha continua a fazer afirmações sem indicar as fontes ou os documentos.
“80 a 90% destes criminosos são imigrantes ou filhos destes. ”
“Não percebo porque motivo esta frase é xenofoba. (…) Eu não disse que a criminalidade em Portugal era em 90% praticada por emigrantes. Isso é uma conclusão sua.”
Bom, se 90% dos criminosos são imigrantes (como afirma), mas a taxa de criminalidade destes não é de 90% e a minha conclusão esta errada, deduzo que o valor seja seja inferior. Dito de outra maneira, os 10% de criminosos portugueses, comentem mais de 10% dos crimes, pelo que proporcionalmente têm uma taxa de criminalidade superior à dos imigrantes. É assim Cunha?
“mas existem numeros que dizem que a população prisional é 20% de estrangeiros”
Isso significa que com uma taxa de 90% de criminosos, os imigrantes apenas geram 20% dos presos? (partindo do principio que quando se refere a estrangeiros, queira dizer imigrantes).
Para além de não conseguir apresentar dados e argumentos credíveis, o Cunha parece ter problemas com a Matemática. Aconselho-o a inscrever-se numa “Nova Oportunidade” que eles aprovam-no em 3 tempos.
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Isso significa que com uma taxa de 90% DOS criminosos, os imigrantes apenas geram 20% dos presos? (partindo do principio que quando se refere a estrangeiros, queira dizer imigrantes).
É assim que deve ser lido.
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António Cunha,
Argumentar com o Daniel Oliveira é complicado – é o mesmo que dizer a um padre ou a um rabi que Deus não existe. Arriscaria (sendo catalogado como racista, claro) que no caso de um clérigo muçulmano seria bem pior.
A comparação é adequada, porque o Daniel tem um pensamento escolástico sobre o tema, e isso impede-o de discutir, sem catalogar. Tal como o padre ou o rabi diz “herege”, ou algo do género..o Daniel diz “fascista” e escandaliza-se.
Já agora Daniel percebo que não queira responder às 3 questões que lhe coloco há algum tempo:
) Acha que e a imigração ilegal é um flagelo, que prejudica os que “cá” estão (nacionais ou não), e os também ilegais – carne para canhão da economia paralela?
2) Você acha que deve haver algum tipo de restrição à imigração, mesmo que ténue? Em caso afirmativo, que restrições?
3) Qual a linha política do BE sobre o tema, e e existe algum link onde o possa consultar com detalhe?
Tratam-se de questões de fé, e sabe-se que os dogmas não se discutem , mas pode por favor fundamentar quando diz
” Como em quase todos os comentários seus, lá vinham as referências à minha vida, à minha origem, ao meu curriculo”
” os seus “argumentos” acabam sempre a mandar postas de pescada sobre a minha vida, não tenho, não tinha”
Posso sempre usar o seu argumento e dizer “ex-jornalista ganzado”…é que posso discordar de si, mas não costumo fazer considerações sobre a sua vida ou o seu CV…já uma vez fez essa acusaão, mas pelo menos pediu desculpa porque se tinha enganado.
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Levy
Desculpe lá mas ou sou eu que não me sei explicar ou voce tem um problema de compreensão.
Eu disse que os vandalos e criminosos do Bairro da Bela Vista que estão envolvidos nestes desacatos são entre 80 a 90% emigrantes.
Disse tambem que 20% dos presos em Portugal são imigrantes.
Qual é a parte que não percebeu ?
E já agora dou-lhe aqui umas estastisticas, directamente de um outro post do Azevedo.
http://arrastao.org/sem-categoria/cavalgue-se-o-caos-social-que-as-sondagens-apertam-muito-muito/
“Cerca de meio milhão de estrangeiros vive em Portugal”.
e segundo o CM
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=355691C5-F20E-46A8-92DB-1A991AEAE421&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
existem cerca de 11000 presos em portugal.
Então fazendo as contas existem 2200 emigrantes presos em portugal que prefazem 0,5 % do total de emigrantes.
Se existem 10.000.000 de portugues em Portugal e existem 8800 presos portugueses isso dá uma percentagem de 0.1%.
Então conclui-se que em Portugal:
0,5 dos emigrantes são criminosos
0,1 dos portugueses são criminosos
Conclui-se tambem que os emigrantes são 5 vezes mais criminosos que os Portugueses.
ISTO SÂO NUMEROS.
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155#
Caro Cunha,
É o senhor que não se sabe explicar, alias o sr ainda não percebeu a diferença entre “emigrante” e “imigrante”.
Volto a fazer-lhe o desafio: como sabe que 90% dos que provocam desacatos na Bela Vista são imigrantes? Esta foi a 1ª pergunta à que lhe fiz e à qual não me dá resposta.
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156 Levy
Foi um passarinho que me disse !!!!
Chiça penico, já perdi a paciencia para si homem.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 14th, 2009 at 16:21
António Cunha: ou seja, inventou esse número
158 Daniel Oliveira
E só não disse 100% por modéstia
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