“o acordo compreendia, para além do cessar-fogo, o levantamento do bloqueio de Gaza e um compromisso do Egipto em abrir a passagem de Rafah. Ora, não só Israel violou o acordo de cessar-fogo lançando um ataque que matou várias pessoas no dia 4 de Novembro, como os pontos de passagem não foram reabertos senão parcialmente, e o bloqueio foi mesmo reforçado nas últimas semanas. A população, que era largamente favorável ao acordo em Junho, exige hoje uma clarificação: ou a guerra ou a abertura incondicional dos pontos de passagem e o fim da chantagem permanente que permite a Israel matar lentamente à fome (e privar de cuidados de saúde) a população.”
Gaza: «choque e pavor», por Alain Gresh. Ler artigo completo no Le Monde Diplomatique
Para ler testemunhos em Gaza ir aqui




Pois é, Daniel, Israel não está só. Afinal, o Egipto foi o primeiro a ocupar Gaza, desde 1947 destinada ao Estado Árabe. Depois, para que serve um povo onde até o Hammas ganha as eleições?
[Responder]
O Hammas aproveitou as tréguas para se armar até aos dentes. Uma vez armado, acabou com as tréguas, e começou a lançar centenas de rockets, diáriamente, para cima de populações civis israelitas. Como várias vezes antes, Israel avisou e tornou a avisar que, se não parassem os lançamentos de rockets, retaliaria. O Hammas, que se escuda por detrás de populações civis, e cujos dirigentes, como cobardes que são, estão fora da faixa de Gaza, a salvo dos ataques israelitas, ao contrário da população palestiniana, ignorou os avisos e continuou a lançar rockets de forma criminosa.
Israel ripostou, como faria qualquer estado do mundo, para proteger a sua população. E fez bem.
Só pergunto isto : com uma organização terrorista e criminosa como o Hammas a mandar em Gaza, e que trafica armas via Egitpo, o Sr. Daniel Oliveira acha que Israel seria inconsciente ao ponto de levantar o cerco e abrir a passagem de Rafah, deixando os criminosos do Hammas de mãos totalmente livres para fazerem o que querem ?
[Responder]
E ainda reclamam autoridade moral e dizem que evitam atingir civis. Está um video no país do burro que mostra precisamente o contrário. A menos que haja crianças militares.
[Responder]
CESSAR FOGO?????
mais de 200 rockets disparados no periodo de “cessar fogo.”
leu esta parte do acordo, Daniel??
O Hamas defende a destruição de Israel. Publicamente.
O Hamas foi eleito por uma maioria em Gaza. A maioria concorda com os objectivos do Hamas.
O Hamas usa a população como escudo, tal como o hezbollah.
[Responder]
Santa ignorância. Ou será islamofobia? Não há pachorra com o massacre em curso. O Hezzbollah alguma vez atacou alguem fora de portas? E o HAMAS? Pois é. Preocupem-se é com os amigos dos vossos ” amigos ” em Riad, por exemplo. O ex-amigo Bin, e a tropa fandanga dele.
[Responder]
Spartakus você anda pouco informado. O Hezbolah entrou em território israelita, atacou uma patrulha israelita e raptou soldados israelitas dos quais nunca mais se soube, isto após muito tempo sem que Israel tivesse feito o que quer que fosse contra o Libano.
Resultado : Israel retaliou e bombardeou aquilo tudo.
Quer o Hazbollah quer o Hammas, para além de serem organizações de criminosos, são estados dentro dos respectivos estados.
Suponha que em Portugal se formava uma milicia com exercito próprio, armada pelo Irão, totalmente acima de qualquer lei, das policias, do poder legislativo, judicial e até das forças armadas.
É isso que o Hezbollah é ! E o Hammas também.
Israel tem todo o direito a defender-se quer de um quer de outro, como qualquer estado o teria.
[Responder]
Para o Sr Daniel Oliveira compreender melhor, suponhamos o seguinte :
Eu punha-me semanas a fio a mandar rockets para cima da casa dele, por não concordar com as suas posições anti-americanas, por exemplo. Nenhum acertava, e morriam sómente um dois vizinhos por puro azar. Como seria a vida do Sr. Daniel Oliveira ? O que faria o Sr. Daniel Oliveira ?
Certamente ir-se-ia queixar às autoridades exigindo que fizessem algo para pôr fim àquele inferno em que vivia.
Pois, é isso que os habitantes do sul de Israel fazem com o seu governo. São cidadãos, pagam impostos e, por isso, exigem segurança, logo exigem que o estado de Israel tome medidas para que a tenham. Como faria o Sr. Daniel Oliveira.
Não é por acaso que mais de 80% dos israelitas estão de acordo com esta ofensiva militar.
[Responder]
Israel é um estado pária e terrorista que não tem fronteiras definidas não acata as resoluções da ONU .
E só existe porque é apoiado por estados que não tiveram a mínima duvida de acabar com a Jugoslávia
usando e abusando da politica de 2 pesos e 2 medidas que os coloca também como estados párias e terroristas.
Bem assim como todos os que ignoram ou fazem que ignoram esta realidade, tornando-se assim fundamentalistas, e terroristas como aqueles que acusam.
[Responder]
Então e falarmos dos Qassams e Katyushas que não cessaram durante o período de tréguas?
“A população, que era largamente favorável ao acordo em Junho, exige hoje uma clarificação: ou a guerra ou a abertura incondicional dos pontos de passagem e o fim da chantagem permanente que permite a Israel matar lentamente à fome (e privar de cuidados de saúde) a população.””
Mas quem é que pode obrigar um Estado a abrir as suas fronteiras, a fazer comércio com o vizinho, a deixar passar ajuda e a fornecer água, luz e petróleo a um Estado vizinho que ainda por cima é seu inimigo?
Nem o Egipto faz isso. Vá-se lá saber porquê…
[Responder]
Não, não ando.
Estava a falar do que você não quer perceber. Não de ataques ao exército israelita.
Estava a falar de Bagdad, Teerão, ( precisamente, Teerão ), Madrid, Londres, Holanda ou New York.
Dos tais árabes e ou muçulmanos financiados e fabricados pelos amigos de Riad e ditaduras amigas as quais, curiosamente, até compreendem Israel.
Depois. O Líbano é um Estado falhado. O Hezzbollah é a resposta de uma parte da população para se autoproteger, a xiita, curiosamente também, a mais numerosa e a que historicamente mais discriminada foi. Aliás como acontece em várias províncias sauditas. Ou acontecia no Iraque.
A terminar. Mesmo escolas ( xiitas ) tão diferentes como a de Qom ou Najaf recusam o conceito de jihad ofensiva. Tem a ver com os fundamentos básicos do xiismo.
[Responder]
Já a violoção do cessar fogo pelo Hamas no momento imediatamente a seguir à sua declaração não aparece aqui.
Curiosa a sua visão.
Eu sei que o Daniel não precisa de se cansar a condenar o Hamas, por para isso estão aqui outras pessoas, nas quais me incluo. Enquanto não me censurar as postas, lé terá que ir lendo isto.
Sinceramente faz-me muita impressão a sua posição, porque eu pessoalmente não meto as mãos no fogo poe determinados sectores em Israel. Acho estranho que se deixe queimar por gente muito pouco recomendável, como são os Hamas e os Hezbolas.
#5
“O Hezzbollah alguma vez atacou alguem fora de portas?”
Nem precisa, com o que tem feito aos libaneses…
Não sei como é que pode haver gente, como o spartacus, que ache normal um partido politico tenha armas e ponha e disponha de todo um pais, como faz o Hezbolah no Líbano. Alguém que defende isto, não está preocupado com os palestinianos, tem apenas em mente a destruição de Israel. E tem sido esta a pedra de toque que justifica o falhanço da luta pelestiniana: a destruição do vizinho. Os palestinianos auto-destroem-se!
[Responder]