A propósito, hoje, em 4 quiosques da baixa de Coimbra, por volta das 9h30 da manhã, os vendedores diziam-me já n terem mais jornais “Expresso” quando, por trás do balcão, era possível ver uma pilha de sacos com estes jornais. Lá disseram que já estavam reservados. Só no quinto quiosque a que me dirigi é que a senhora, a muito custo, me vendeu um, não sem antes dizer “olhe, vendo-lhe então um, para não se ir embora sem nada”. Juro que não percebo. Teriam, por ventura, a ideia de vender os dvd, avulso, na próxima semana? Se é que tal atitude está relacionada com o “brinde” do jornal. Se estiver, a única coisa que se conseguiu com esta campanha de “marketing” foi a de não terem qualquer tipo de consideração pelos leitores habituais. Mas sei que essa culpa não pode ser imputada ao Expresso. Só gostava era de perceber esta gente. É um país muito estranho…
O Murray e a Scarlet dizem-me pouco. Conheço, mas…
Já li coisas suas sobre a América.
Que pode dizer-me deste documentário Loosechange911, brutal e quase inacreditável, contra a verdade feita do atentado ao WTC? Nunca li nada sobre isto, sei agora que surgiu em Junho, mas havia Mundial e as férias e…
Estou tão chocado como quando se deu o atentado.
Passou na 2, anteontem, não vi algum destaque, prévio nem posterior, e toda a gente deve ver aquilo. Pode ser enganada, pode tirar as suas conclusões, pode fazer miuita coisa, mas deve ver aquilo.
Ou não?
Confesso que cá em casa já não entrava o Expresso desde há cerca de um ano, por aí em Novembro de 2005 deixei de comprar, pois esse “jornal” fez para mim a mais suja campanha que um jornal fez em Portugal contra um candidato Presidencial, e não precisei, nem esperei pelos “case studies” -argumento que dá muito jeito cá na terrinha devido á abundância de cobardia-para ver que a media Balsemão tinha vergonhosamente escolhido um candidato (o que não tem mal nenhum) sem o dizer aos seus leitores/espectadores preferindo a manipulação e distorção dos outros candidatos á frontalidade e assumpção de uma escolha editorial e adulta.
Visto isto deixei de dar dinheiro para uma data de folhas onde o principal propósito é “educar” as massas na sua forma de ver o mundo, da esquerda á direita o que o Expresso faz é controlar e condicionar o espirito critico indigena, com missas e peças de onde depois se tiram reportagens televisivas e se fazem inumeros debates e talk shows televisivos e radiofónicos, mas tudo bem alinhadinho e subserviente conforme manda “a lei”.
Até que…este fim de semana um familiar me entrou pela porta dentro e disse “Olha comprei o “Lost in translation” por 3€”, eu duvidei e pensei logo que tinha sido comprado numa feira qualquer, mas quando me disse que tinha comprado com o Expresso disse , Eh Pá! Já gora deixa ver o jornal, e vi, e digo que é uma autêntica “porcaria”, não sei se é da minha desabituação, mas aquilo já não me convence e parece editorialmente a linha reformadora da Primavera Marcelista, ali dá para ver quanto Portugal precisa mudar, dá para ver o “preconceito”, o atraso, a mesquinhez, a irresponsabilidade,etc…
Para quem como eu já está habituado a fazer o seu “clipping” editorial e noticioso aquilo é de bradar aos céus, vetusto , cheira a musgo.
Salva-se (como no Público aliás)o DVD, que não é jornalismo, é marketing.
É caso para dizer “Ich bin nicht ein Berliner”!
Mas o que é mais importante neste Post é o comentário do José Luis Pereira sobre o LooseChange911. Eu tambem vi, e se já tinha algumas dúvidas, agora são maiores. Ali estão perguntas muito pertinentes sobre o avião do Pentágono, as explosões no WTC e a forma como ruiu, bem como o célebre vôo que se despenhou de que não existem provas. E para provar que não é nenhuma teoria da conspiração é tudo apoiado por gravaçãoes de reporteres e jornalistas bem como por pessoas que presenciaram os incidentes. Está ali um caso sólido e pertinente que merece ser investigado e que provoca uma duvida mais que razoável.E aquela sim é a América que eu amo, o espirito americano no seu melhor, de inquirição dos poderes publicos, de pioneirismo na análise, de guerra aos Trusts e ao Estado.
Aquele alem do mais é um filme documentario sobre o pensamento acritico que se apoderou das pessoas e principalmente dos media.
Os media dão hoje em dia “os limites” do pensamento do cidadão, tudo o que não aparece nos media não existe, não merece ser analisado, e quem o quiser fazer é “excomungado”. As sociedades estão como que sujeitas á prestidigitação
dos media, estão como que num “passe”.
Mas cá em portugal ainda é pior, se alguem duvida da otodoxia está lixado, os censores do pensamento estão alerta, e os jornalistas prestam-se á mais baixa subserviência.
Nos blogs a mesma coisa, excepção feita ao NRA nos Cadernos…
Sem dúvida.
O estranho mundo dos tugas, onde a especulação é rainha…
Esta iniciativa do Expresso “renovado” redundou em fracasso, como aliás já se esperava.
Os leitores do Expresso mereciam mais consideração.
“Lost in Translation”, um must sem dúvida .
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
A propósito, hoje, em 4 quiosques da baixa de Coimbra, por volta das 9h30 da manhã, os vendedores diziam-me já n terem mais jornais “Expresso” quando, por trás do balcão, era possível ver uma pilha de sacos com estes jornais. Lá disseram que já estavam reservados. Só no quinto quiosque a que me dirigi é que a senhora, a muito custo, me vendeu um, não sem antes dizer “olhe, vendo-lhe então um, para não se ir embora sem nada”. Juro que não percebo. Teriam, por ventura, a ideia de vender os dvd, avulso, na próxima semana? Se é que tal atitude está relacionada com o “brinde” do jornal. Se estiver, a única coisa que se conseguiu com esta campanha de “marketing” foi a de não terem qualquer tipo de consideração pelos leitores habituais. Mas sei que essa culpa não pode ser imputada ao Expresso. Só gostava era de perceber esta gente. É um país muito estranho…
Um belo filme.
Ah é… E que saco é esse??
O Murray e a Scarlet dizem-me pouco. Conheço, mas…
Já li coisas suas sobre a América.
Que pode dizer-me deste documentário Loosechange911, brutal e quase inacreditável, contra a verdade feita do atentado ao WTC? Nunca li nada sobre isto, sei agora que surgiu em Junho, mas havia Mundial e as férias e…
Estou tão chocado como quando se deu o atentado.
Passou na 2, anteontem, não vi algum destaque, prévio nem posterior, e toda a gente deve ver aquilo. Pode ser enganada, pode tirar as suas conclusões, pode fazer miuita coisa, mas deve ver aquilo.
Ou não?
Será que a ideia era simplesmente que estavam mesmo reservados (por causa do DVD)?
Esta mania das teorias da conspiração…
Confesso que cá em casa já não entrava o Expresso desde há cerca de um ano, por aí em Novembro de 2005 deixei de comprar, pois esse “jornal” fez para mim a mais suja campanha que um jornal fez em Portugal contra um candidato Presidencial, e não precisei, nem esperei pelos “case studies” -argumento que dá muito jeito cá na terrinha devido á abundância de cobardia-para ver que a media Balsemão tinha vergonhosamente escolhido um candidato (o que não tem mal nenhum) sem o dizer aos seus leitores/espectadores preferindo a manipulação e distorção dos outros candidatos á frontalidade e assumpção de uma escolha editorial e adulta.
Visto isto deixei de dar dinheiro para uma data de folhas onde o principal propósito é “educar” as massas na sua forma de ver o mundo, da esquerda á direita o que o Expresso faz é controlar e condicionar o espirito critico indigena, com missas e peças de onde depois se tiram reportagens televisivas e se fazem inumeros debates e talk shows televisivos e radiofónicos, mas tudo bem alinhadinho e subserviente conforme manda “a lei”.
Até que…este fim de semana um familiar me entrou pela porta dentro e disse “Olha comprei o “Lost in translation” por 3€”, eu duvidei e pensei logo que tinha sido comprado numa feira qualquer, mas quando me disse que tinha comprado com o Expresso disse , Eh Pá! Já gora deixa ver o jornal, e vi, e digo que é uma autêntica “porcaria”, não sei se é da minha desabituação, mas aquilo já não me convence e parece editorialmente a linha reformadora da Primavera Marcelista, ali dá para ver quanto Portugal precisa mudar, dá para ver o “preconceito”, o atraso, a mesquinhez, a irresponsabilidade,etc…
Para quem como eu já está habituado a fazer o seu “clipping” editorial e noticioso aquilo é de bradar aos céus, vetusto , cheira a musgo.
Salva-se (como no Público aliás)o DVD, que não é jornalismo, é marketing.
É caso para dizer “Ich bin nicht ein Berliner”!
Mas o que é mais importante neste Post é o comentário do José Luis Pereira sobre o LooseChange911. Eu tambem vi, e se já tinha algumas dúvidas, agora são maiores. Ali estão perguntas muito pertinentes sobre o avião do Pentágono, as explosões no WTC e a forma como ruiu, bem como o célebre vôo que se despenhou de que não existem provas. E para provar que não é nenhuma teoria da conspiração é tudo apoiado por gravaçãoes de reporteres e jornalistas bem como por pessoas que presenciaram os incidentes. Está ali um caso sólido e pertinente que merece ser investigado e que provoca uma duvida mais que razoável.E aquela sim é a América que eu amo, o espirito americano no seu melhor, de inquirição dos poderes publicos, de pioneirismo na análise, de guerra aos Trusts e ao Estado.
Aquele alem do mais é um filme documentario sobre o pensamento acritico que se apoderou das pessoas e principalmente dos media.
Os media dão hoje em dia “os limites” do pensamento do cidadão, tudo o que não aparece nos media não existe, não merece ser analisado, e quem o quiser fazer é “excomungado”. As sociedades estão como que sujeitas á prestidigitação
dos media, estão como que num “passe”.
Mas cá em portugal ainda é pior, se alguem duvida da otodoxia está lixado, os censores do pensamento estão alerta, e os jornalistas prestam-se á mais baixa subserviência.
Nos blogs a mesma coisa, excepção feita ao NRA nos Cadernos…
Sem dúvida.
O estranho mundo dos tugas, onde a especulação é rainha…
Esta iniciativa do Expresso “renovado” redundou em fracasso, como aliás já se esperava.
Os leitores do Expresso mereciam mais consideração.
“Lost in Translation”, um must sem dúvida .
Hoje, o “Não li nem quero ler” tem o prazer de destacar Rita Ferro e Margarida Rebelo Pinto.
http://naolinemqueroler.blogspot.com/