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	<title>Comentários em: Com o dedo não, que é feio</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 04:43:34 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Fragmentada</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/com-o-dedo-nao-que-e-feio/#comment-11066</link>
		<dc:creator>Fragmentada</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Apr 2007 14:32:49 +0000</pubDate>
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		<description>Concordando ou não com o conteúdo do post há uma informãção que me parece importante dar neste espaço: aquando da guerra do Vietnam, soldados americanos estavam  a morrer de forma dramática, isto porque não conseguiam chegar ao campo de batalha e disparar a matar. Descobriu-se que as pessoas que o conseguiam fazer sofriam, normalmente de perturbações do foro psiquiátrico. O exército americano criou então simuladores de guerra via jogos (os antecedentes dos actuais jogos de computador) e... Pasme-se!! O número de baixas americanas baixou drásticamente. A familiaridade com o contexto e a banalização da violência fizeram com que a capacidade de reacção no campo de batalha aumentasse. Imagine-se se tinha descoberto isto antes...

Já agora, sabemos que, sobretudo as crianças tendem a imitar o que veem na TV e que, por exemplo, faleceram crianças a tentar imitar o comportamento de voo do super-homem, crianças que foram colocadas dentro da máquina de lavar roupa por outras crianças (imitando um anúncio de detergentes)...

Por outro lado, psicólogos/as e psiquiatras têm muito muito cuidado em falarem em público ou na TV (por exemplo) acerca de suícidio e das suas motivações, exactamente porque pessoas com algum tipo de desiquílibrio (mesmo que momentâneo) tendem a imitar esse tipo de comportamento.

Estes dados e outros apresentados pela literatura fazem-me pensar que há que, pelo menos, reflectir seriamente acerca dos conteúdos que são veiculados pelos Média.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordando ou não com o conteúdo do post há uma informãção que me parece importante dar neste espaço: aquando da guerra do Vietnam, soldados americanos estavam  a morrer de forma dramática, isto porque não conseguiam chegar ao campo de batalha e disparar a matar. Descobriu-se que as pessoas que o conseguiam fazer sofriam, normalmente de perturbações do foro psiquiátrico. O exército americano criou então simuladores de guerra via jogos (os antecedentes dos actuais jogos de computador) e&#8230; Pasme-se!! O número de baixas americanas baixou drásticamente. A familiaridade com o contexto e a banalização da violência fizeram com que a capacidade de reacção no campo de batalha aumentasse. Imagine-se se tinha descoberto isto antes&#8230;</p>
<p>Já agora, sabemos que, sobretudo as crianças tendem a imitar o que veem na TV e que, por exemplo, faleceram crianças a tentar imitar o comportamento de voo do super-homem, crianças que foram colocadas dentro da máquina de lavar roupa por outras crianças (imitando um anúncio de detergentes)&#8230;</p>
<p>Por outro lado, psicólogos/as e psiquiatras têm muito muito cuidado em falarem em público ou na TV (por exemplo) acerca de suícidio e das suas motivações, exactamente porque pessoas com algum tipo de desiquílibrio (mesmo que momentâneo) tendem a imitar esse tipo de comportamento.</p>
<p>Estes dados e outros apresentados pela literatura fazem-me pensar que há que, pelo menos, reflectir seriamente acerca dos conteúdos que são veiculados pelos Média.</p>
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		<title>Por: Vítor Pimenta</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/com-o-dedo-nao-que-e-feio/#comment-11067</link>
		<dc:creator>Vítor Pimenta</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2007 14:53:20 +0000</pubDate>
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		<description>Grande Post Daniel. Continuo a achar que o humor é a melhor forma de luto, e muito estamos mal quando qualquer coisa se torna um tabu humurístico. Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Post Daniel. Continuo a achar que o humor é a melhor forma de luto, e muito estamos mal quando qualquer coisa se torna um tabu humurístico. Abraço</p>
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		<title>Por: FuckItAll</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/com-o-dedo-nao-que-e-feio/#comment-11068</link>
		<dc:creator>FuckItAll</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2007 10:33:27 +0000</pubDate>
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		<description>David, o massacre foi feito com armas a sério, não foi com dedos...

O surreal é o cerco a encenações como a deste anúncio, ou à famigerada violência nos jogos, para depois se permitir que toda a gente tenha armas em casa (incluindo pessoas com evidentes perturbações mentais).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>David, o massacre foi feito com armas a sério, não foi com dedos&#8230;</p>
<p>O surreal é o cerco a encenações como a deste anúncio, ou à famigerada violência nos jogos, para depois se permitir que toda a gente tenha armas em casa (incluindo pessoas com evidentes perturbações mentais).</p>
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		<title>Por: Jorge Rosa</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/com-o-dedo-nao-que-e-feio/#comment-11069</link>
		<dc:creator>Jorge Rosa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2007 01:08:38 +0000</pubDate>
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		<description>Está tudo paranóico, mas a paranóia já é bem antiga, pelo menos desde que começou a descobrir-se mensagens satânicas no «Highway to Heaven» tocado de trás para a frente. As proporções é que talvez sejam outras, como bem o provam alguns comentários imbecis a este post.
A única relação provada entre os videojogos e «flash murders» como o da Virginia é que os gajos que «video-jogam» têm sempre melhor pontaria. (E agora os mesmos comentadores  hão-de vir a correr dizer que eu não tenho respeito pelas vítimas o_O).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Está tudo paranóico, mas a paranóia já é bem antiga, pelo menos desde que começou a descobrir-se mensagens satânicas no «Highway to Heaven» tocado de trás para a frente. As proporções é que talvez sejam outras, como bem o provam alguns comentários imbecis a este post.<br />
A única relação provada entre os videojogos e «flash murders» como o da Virginia é que os gajos que «video-jogam» têm sempre melhor pontaria. (E agora os mesmos comentadores  hão-de vir a correr dizer que eu não tenho respeito pelas vítimas o_O).</p>
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		<title>Por: David Silva</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/com-o-dedo-nao-que-e-feio/#comment-11070</link>
		<dc:creator>David Silva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 21:51:42 +0000</pubDate>
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		<description>O coreano que matou as 33 pessoas na universidade é que levou o anúncio demasiado a sério... Os coreanos são assim, loucos por e com video-jogos.

Seria de esperar que qualquer adolescente soubesse distinguir a realidade da ficção, mas, realmente, se olharmos bem, vemos que todos os cuidados são poucos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O coreano que matou as 33 pessoas na universidade é que levou o anúncio demasiado a sério&#8230; Os coreanos são assim, loucos por e com video-jogos.</p>
<p>Seria de esperar que qualquer adolescente soubesse distinguir a realidade da ficção, mas, realmente, se olharmos bem, vemos que todos os cuidados são poucos</p>
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		<title>Por: l.rodrigues</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/com-o-dedo-nao-que-e-feio/#comment-11071</link>
		<dc:creator>l.rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 18:45:52 +0000</pubDate>
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		<description>Confesso que sendo publicitário, jogador de jogos e psicólogo amador ainda não tenho uma opinião definida sobre estes assuntos.

A lei proibe também que nos anuncios de automóveis não se incite à condução perigosa. Algumas marcas importam-se mais com isso do que outras, claro, porque cá a lei só se aplica quando calha...

Depois de ver o que é possivel fazer com estimulos subliminais, não tenho a certeza de que seja tudo tão inócuo assim.

Quanto á inteligência das pessoas... está a ver burrice do cidadão médio? Metade das pessoas são mais burras do que isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que sendo publicitário, jogador de jogos e psicólogo amador ainda não tenho uma opinião definida sobre estes assuntos.</p>
<p>A lei proibe também que nos anuncios de automóveis não se incite à condução perigosa. Algumas marcas importam-se mais com isso do que outras, claro, porque cá a lei só se aplica quando calha&#8230;</p>
<p>Depois de ver o que é possivel fazer com estimulos subliminais, não tenho a certeza de que seja tudo tão inócuo assim.</p>
<p>Quanto á inteligência das pessoas&#8230; está a ver burrice do cidadão médio? Metade das pessoas são mais burras do que isso.</p>
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		<title>Por: palhaçadas</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/com-o-dedo-nao-que-e-feio/#comment-11072</link>
		<dc:creator>palhaçadas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 18:35:03 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel,
estou-me borrifando para uma cambada de putos xarilas que anda por aí a esticar o dedo a meio mundo.
Contudo, uma pergunta:
achas que é absolutamente clara para toda a gente a diferença entre ficção e realidade?
Alembra-me um programa que passava num conhecido canal generalista e que era uma espécie de 'juíz decide' versão ainda mais xunga. Por razões profissionais, contactei com alguns dos 'figurantes especiais' que participaram nessa bosta de programa e acredita que não era claro para a grande generalidade do público que aquelas histórias de faca e alguidar não passavam de ficção. Como também não é claro para uma data de gente que o Kleber é uma espécie de Nero alucinado num circo de actores. Por isso, não deixo de achar que é redutor remeter automaticamente todas as tentativas de reflexão sobre este assunto para o estigma da censura ou da auto-censura, como queiras. O ser humano não nasce a priori ensinado para perceber a lógica de funcionamento dos media. Ou achas que nasce?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel,<br />
estou-me borrifando para uma cambada de putos xarilas que anda por aí a esticar o dedo a meio mundo.<br />
Contudo, uma pergunta:<br />
achas que é absolutamente clara para toda a gente a diferença entre ficção e realidade?<br />
Alembra-me um programa que passava num conhecido canal generalista e que era uma espécie de &#8216;juíz decide&#8217; versão ainda mais xunga. Por razões profissionais, contactei com alguns dos &#8216;figurantes especiais&#8217; que participaram nessa bosta de programa e acredita que não era claro para a grande generalidade do público que aquelas histórias de faca e alguidar não passavam de ficção. Como também não é claro para uma data de gente que o Kleber é uma espécie de Nero alucinado num circo de actores. Por isso, não deixo de achar que é redutor remeter automaticamente todas as tentativas de reflexão sobre este assunto para o estigma da censura ou da auto-censura, como queiras. O ser humano não nasce a priori ensinado para perceber a lógica de funcionamento dos media. Ou achas que nasce?</p>
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		<title>Por: FuckItAll</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/com-o-dedo-nao-que-e-feio/#comment-11073</link>
		<dc:creator>FuckItAll</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 18:19:10 +0000</pubDate>
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		<description>Já agora, vale a pena, por contraste, espreitar o vídeo deste post:
&lt;a href="http://coisasquenoschateiam.blogspot.com/2007/04/tarde-em-famlia.html#links" rel="nofollow"&gt;http://coisasquenoschateiam.blogspot.com/2007/04/tarde-em-famlia.html#links&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora, vale a pena, por contraste, espreitar o vídeo deste post:<br />
<a href="http://coisasquenoschateiam.blogspot.com/2007/04/tarde-em-famlia.html#links" rel="nofollow">http://coisasquenoschateiam.blogspot.com/2007/04/tarde-em-famlia.html#links</a></p>
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		<title>Por: radiomafia</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/com-o-dedo-nao-que-e-feio/#comment-11074</link>
		<dc:creator>radiomafia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 09:52:16 +0000</pubDate>
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		<description>há por aí uns puristas, armados em psicologos, que julgam as pessoas burras...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>há por aí uns puristas, armados em psicologos, que julgam as pessoas burras&#8230;</p>
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		<title>Por: FuckItAll</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/com-o-dedo-nao-que-e-feio/#comment-11075</link>
		<dc:creator>FuckItAll</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 09:12:47 +0000</pubDate>
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		<description>Mais uma vez, são a ficção, a fantasia e a criatividade a pagar a factura das realidades e das nossas más consciências sobre elas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez, são a ficção, a fantasia e a criatividade a pagar a factura das realidades e das nossas más consciências sobre elas&#8230;</p>
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