O ensino de português no estrangeiro vai sofrer um corte de 8%. Se as nossas crianças agora aprendem inglês, para que precisamos nós que os outros saibam português?
Por Daniel Oliveira 17 Out 06 em Sem categoriaO ensino de português no estrangeiro vai sofrer um corte de 8%. Se as nossas crianças agora aprendem inglês, para que precisamos nós que os outros saibam português?
Por Daniel Oliveira 17 Out 06 em Sem categoria
Não seja demagogo. É uma questão de prioridades.
quando é que começam a cortar as pernas às chefias no publico?
é que há chefias a mais, e com privilegios upa upa…
olha os gestores publicos por exemplo. há gajos que tem reformas pornograficas.
Desculpe lá, Daniel Oliveira, mas, pela lógica (ou pela ausência dela…), este parece mesmo um post do João Miranda.
Sou Australiano e Grego, e o momento que os brasileiros ou os fadistas comecam cantar em ingles, vai ser o fim do portugues.
Aprendi o que aprendi por causa de capoeira, e sigo aprendendo por causa da musica (Jorge Amado e Machado de Assis ajudam tambem).
O ensino formal nao faz nada. Os produtos culturais valem mais, e isso e uma das razoes importantes mas esquecidas que ingles e o mais importante idioma do mundo ao momento.
Em vez de professores de português é muito melhor gastar esse dinheiro em missões militares, muitas vezes em situações que não nos dizem directamente nada, só para fazer favores a terceiros… (EUA, Nato…)
O dinheiro pode ser pouco, mas existe, temos professores e militares a mais, mas quem o recebe são sempre os mesmos…
Por quanto tempo mais teremos de pagar a guerra colonial e manter um exército que continua a estar manifestamente sobredimensionado…
Filho da p… do Salazar e de quem não é capaz de cortar definitivamente com a sua política.
Quanto aos professores, depois de toda a campanha que o Governo e os meios de comunicação social estão a fazer, já toda a gente sabe que são uns malandros tão inúteis como a própria Educação…
Estou desconfiado de que os professores devem estar a soldo de um plano qualquer de dominação mundial, devem ser pagos, sei lá, pela Mossad e tem de ser exterminados antes que as pessoas aprendam a pensar…
E então lá se destrói todo o trabalho de uma data de Ministérios da Educação que fizeram todos os possíveis para evitar que eles pudessem ensinar seja o que for…
Milhões de “Reformas”, cada ministro c-a-g-a uma ou duas, que nem eles sabem a quantas andam e depois admiram-se dos resultados…
Resultados? O melhor até é escondê-los…
Este ano alguém sabe os resultados dos exames a nível nacional?
Havemos de ficar à espera que os jornais façam as contas e publiquem os rankings ou o que eles quiserem, que o Ministério lava daí as suas mãos e desde 2004 que não actualiza sequer o seu Roteiro das Escolas… e depois para quê, ainda alguém começava a pensar em avaliar as Reformas do Ensino…
O que é preciso é abrir mais uns cursos, mesmo sem programas homologados, sem equivalências durante três, quatro ou cinco anos… (para os alunos perderem anos às voltas com as mudanças dos cursos…)
Um aluno dos cursos nocturnos precisa de ser formado em direito para se entender com tanta legislação confusa e contraditória…
Prioridades? Prioridades? Há pessoas a quem a carta saiu na Farinha Amparo e quanto a prioridades…
Simples, tenho uma resposta certa e objetiva, o português é um idioma desvalorizado e os países que usam esse idioma também.