Por Daniel Oliveira

Nos próximos sete dias não andarei por aqui. Irei para Maputo e, pela primeira vez em alguns anos, poderei viajar sem computador. Ou seja, ficarei mesmo longe daqui. O Vieira e o Sales cá estarão para tomar conta da casa até ao reforço, para a arrumar para os novos inquilinos e, por fim, para os receber com uma fanfarra. Quando voltar, a casa vais estar diferente. Dou por isso antecipadamente as boas vindas a quem vem por bem. E agora vou para o quentinho. Até já.
37 comentários 29 Dez 09 em Sem categoria


Daniel
Boa viagem e que tenha umas óptimas entradas
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Meu caro Daniel
Desejo-te o mesmo que o amigo Rui F (antecipou-se outra vez mas, já sei que ele me “perdoa” o “plágio”).
Eu é que, ainda, vou pensar se te “perdoo” estares a fazer-nos uma “inveja do caraças”.
Tudo de bom para ti e para a tua família.
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Mas que “porra” de inveja! Boas entradas de Laurentinas no Piri Piri e que seja bafejado pelo Xicuembo de Maputo.
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Boa viagem e boas braçadas/abraços no Índico.
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7 dias? Isso não dá para nada! Espero (lol) que veja com olhos de ver! Cuidado com a caganeira (chá de araçá) e a malária! boa viagem!
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sortudo! Boas férias.
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Boa Viagem. Perdoamos a tua “ausência” de casa por ralatório pormenorizado da semana…
Um forte abraço, Paulo
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leve o psl consigo… e deixei-o lá.
um bom 2010 para si e para os seus colegas do blog.
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maputo????
onde é que isso fica?
Maputo não existe, não há tal cidade, apenas um gigantesco bairro de lata (vale a pena a vista aérea para se perceber isso).
A única coisa que por lá ainda existe são as ruinas de uma algo que outrora se chamou Lourenço Marques.
Enfim, para uma coisa serve: maputo é um excelente teste de honestidade para a esquerda radical…
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Já agora, mais uns plágios
Boa viagem, uma óptima entrada em 2010 e de certeza que alguns notarão a sua ausência.
Tenha umas óptimas mini-férias.
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Até num “post” deste tipo, tinha que aparecer um “tipo” (por “acaso” habitual) a demonstrar ressabiamentos “do passado”.
“Onde é que isso fica?”, “Maputo não existe…”.
Zacarias, você não existe, não há tal pessoa, apenas um gigantesco amontoado de ideias colonialistas. A única coisa que por aí existe são as ruínas de algo que se chamou salazarismo.
Maputo, afinal existe. Como um excelente teste de honestidade para TODOS.
Desonestidade é atribuir todos os “males” à descolonização, “esquecendo” que esta só aconteceu porque (Oh!espanto, dos espantos), houve colonização. Pelos “vistos” exemplaríssima, durante quase 500 anos…
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Dois apontamento, vamos a ver se passam:
leve o psl consigo… e deixei-o lá.
Com isto o senhor parece querer dizer que é pior viver em Mozambique do que em Lisboa pois presumo que está a castigar PSL.
Pelos “vistos” exemplaríssima, durante quase 500 anos…
Há duas coisas sobre a colonização, quem mais fala dela é quem nunca a viveu por dentro e dentro quinhentos, perdão, mil anos ainda havemos de ser culpados de Mozambique estar como está.
Se não sabe como está e se o senhor Daniel Oliveira quiser e deixar posso colocar aqui uns blogs muito elucidativos.
Adenda: Vivi trinta anos em Mozambique.
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Que ódioooooooooo.
Diverte-te, boas entradas, um beijo.
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Milhares e milhares de jovens portugueses foram arrancados às suas famílias, morreram, ficaram estropiados e, hoje, passados mais de 35 anos, continuam a sofrer os efeitos de uma guerra para onde foram mandados à força.
Posso compreender o drama de quem teve que regressar a Portugal, depois de ter a sua vida organizada, com planos para o futuro, etc.
Não aceito é que muitos desses, continuem com o espírito revanchista que manifestam. Não foram para as ex-colónias à força. Foram em busca de uma vida melhor que, o Portugal de então, não lhes dava. Como, muitos mais, optaram pela emigração para os mais variados pontos do Mundo.
Estes “heróicos” revanchistas só desejavam que a juventude portuguesa continuasse a sacrificar-se (e às suas famílias), para que eles continuassem a usufruir daquilo que tinham.
Só estou a referir-me aos revanchistas, note-se bem. E dispenso-me de me alongar noutras considerações acerca do seu regresso a Portugal.
Adenda: Não gosto de “puxar pelos galões”. Mas, ás vezes, é necessário, principalmente, quando há quem “puxe pelas divisas”. Só um “galão”. Eu e a “minha” mulher (terríveis esquerdistas, mesmo antes do 25 de Abril), readaptámos a nossa casa e a nossa vida para receber 3 pessoas que tinham regressado de uma das ex-colónias. E tínhamos uma filha pequena.
Espero ficar por aqui, porque, como já escrevi noutro “post”, há “coisas” que nunca “direi em público”.
Um bom 2010 para todos mas, mesmo TODOS.
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Grande prosa cafc, com uma lição de vida a rematar. Pena é que os que dela mais precisam não aproveitem e se sintam confortáveis e satisfeitos a contemplar apenas até onde chega a sua ignorância. Parabéns.
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Só posso desejar boa viagem, boas férias e boas entradas.
Um bom ano de 2010 para si, para todos que colaboram e para todos os comentadores anónimos que visitam este blogue.
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Boas férias!
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Eu já visitei Maputo a trabalho e fiquei muito admirado com a infra-estrutura existente, toda ela do período de adminsitração portuguesa.
Quando se olha para aquilo e escuta-se o povo comum, letrado ou não, falar com saudades dos tempos da colônia só se pode ter asco das atitudes politiqueiras de quem só se importa com ideologias.
Independente da discordância com a forma de governo, o sistema de administração dos territórios sob a posse de Portugal e a maneira como o mantinham, o fato é que cabia aos portugueses manter a ordem e proporcionar um transição tranquila.
Tal fato não ocorreu unicamente porque as forças políticas portuguesas que consquistaram o poder resolveram privilegiar forças congêneres em território africano.
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14 cafc
Caro amigo, diga-me lá o que o incomoda nos retornados ?
Não se esqueça que os Portugueses que estavam nas ex-colónias, só saíram de lá porque a isso foram obrigados, sob pena de serem assassinados.
Se Portugal tivesse evitado a guerra e tivesse feito como os ingleses muitos deles ainda hoje estariam por lá.
E foram os “seus” amigos comunistas que deixaram milhares e milhares de Portugueses à sua sorte e nem vale a pela descrever o resto.
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A ignorância sobre o que foi a “colonização” portuguesa e sobre a guerra em África é tremenda.
Não é admirar pois o PCP mandou publicar uma verdade oficial que ninguém pode contestar.
Durante décadas a chamada Metrópole viveu à custa das “colónias” de lá importando todas as matérias premias que depois de transformadas (dando empregos e gerando riqueza) eram devolvidas mais caras.
Salazar, uma grande estúpido, nunca deixou as “colónias” desenvolveram-se para criaram uma verdadeiro estado. Basta dizer que quando abriu o primeiro banco moçambicano ele era na verdade português, pertencia ao Banco Totta & Açores.
Quanto à guerra, é verdade que morreram portugueses, é verdade que apenas um terço em combate, os outros das mais variadas maneiras sendo que os acidentes de carro eram a maioria.
Hoje durante dois anos morrem mais tugas nas estradas do que soldados em quinze e ninguém se preocupa, até este senhor que sabe imensas coisas perigosas que não quer contar já ultrapassou os limites de velocidade sem se dar por isso.
Acresce que para milhares de tugas foi a maneira de abrirem um bocadinho os olhos para o mundo, ontem como hoje uma percentagem enorme era analfabeto funcional, vieram de lá mais espertos e conseguiram ir transformado a Metrópole com os novos conhecimentos.
Isto não se pode dizer e o senhor Oliveira vai mandar tudo para o caixote do lixo, porque não vão conseguir contraditar o que aqui digo.
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Meu caro António Cunha
Reparou, com certeza, que não usei essa expressão. Nem o farei, porque “ganhou” um significado com o qual muitos dos nossos compatriotas se sentem insultados.
Quem me “incomoda” são os revanchistas (neste e em todos os casos).
Esses, meu amigo, nunca aceitarão (nem lhe perdoarão) a grande verdade que escreveu:
“Se Portugal tivesse evitado a guerra e tivesse feito como os ingleses muitos deles ainda hoje estariam por lá.”
A esmagadora maioria, felizmente, não é revanchista. Reorganizou a sua vida, sem nunca ter “visto um tostão” do IARN (ai a “mama” que aquilo foi, inclusivamente, para muito “menino” que nunca tinha saído de Lisboa).
O resto, foi o resultado de uma “Guerra Fria” que foi “Escaldante”, por exemplo, em África. E não foi por causa do clima. Com consequências trágicas para os nossos compatriotas e, principalmente, para os Povos desses Países.
Os “meus” amigos comunistas faziam parte desse “xadrez”. Por, exemplo, o MRPP (numa altura em que aí militava o “grande cherne”) organizou o boicote ao embarque dos soldados que iriam render os seus camaradas de armas.
Portanto, como vê, até tenho uma grande admiração por aqueles que mencionei no terceiro parágrafo. Entre os quais tenho familiares e muitos amigos.
Meu amigo, renovo os votos de um grande 2010.
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20 cafc
Muito havia que falar sobre esse assunto meu amigo. Muito mesmo.
Mas agora deixou-me curioso com essa do revanchismo. Não quer aprofundar um pouco mais ?
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Se para além de Maputo, passar por Porto Amélia e/ou pela Ilha do Ibo ( nomes antigos ) por favor tire umas fotos e coloque no site…
Boas Férias!
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Meu caro António Cunha
Não tenho dúvidas que muito havia, há e haverá para falar sobre esse assunto. Como não tenho dúvidas que, pelo menos entre nós, seria um debate “intelectualmente honesto”.
Sobre o revanchismo, é, basicamente, um sentimento de vingança. Que se torna trágico quando, nos seus vários níveis (neste caso, o político), se pode concretizar materialmente. Aí surgem fuzilamentos,etc. (como o meu amigo sabe).
Se essas condições materiais não surgirem, vão sendo interiorizadas ( e, se houver oportunidade, expressas, oralmente ou por escrito).
Dou-lhe o exemplo contrário. O de muitos que, infelizmente, continuam a atribuír os “males” do nosso País ao regresso dos nossos compatriotas.
Não “alinho” com nenhuma dessas “teses”. Ambas são revanchistas, no sentido de terem descoberto um “inimigo” do qual têm que se “vingar”. Nem que seja psicologicamente.
Mas, vamos continuar a “falar”, com certeza e, pela minha parte, com o mesmo prazer que o meu amigo já manifestou.
Um grande abraço.
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Exmo. Sr. Fado Alexandrino
Refiro o seu pseudónimo por 3 vezes. A 1ª, a única e a última.
Para quem tem um blogue sob pseudónimo, com todas as referências que nele indica, “tudo bem”.
Para quem “justifica” tal facto por ter um nome raro (parece-me mais “avis rara”), e o receio que a família possa ser prejudicada, “tudo bem”.
Que venha aqui fazer os seus comentários, desde há uns tempos, com a insinuação de que não os vão deixar passar, “tudo bem”.
Que a ideologia que “transparece” nesses comentários o possam candidatar a (no próximo 28 de Maio) ver os “piquenos do 31 da Armada) “erigir uma estátua ao blogger anónimo”, “tudo bem”.
“Este senhor” (eu) nunca escreveu o que “esse senhor” (você) afirmou. O que escrevi foi “há “coisas ” que nunca “direi em público”.
V. Exa. como “exímio especialista na matéria”, “traduziu” para “sabe imensas coisas perigosas que não quer contar”.
Sintomático. “Perigosas”. Lindo. O meu avô, marinheiro “mercante”, foi denunciado à PIDE por um dos grandes “defensores do amor pátrio”, vulgo “bufo”. Acusação: leituras perigosas (O Marinheiro Vermelho). “Safou-se”, porque, o bom homem, não conhecia uma letra do “tamanho de um combóio”.
Ontem, como hoje, os “tiques” são como o azeite.
Já revelei, em muitos “posts”, situações da minha vida que dão, para quem me tenha conhecido, indicações de quem eu sou.
Vou dar mais duas, para o estimular a ficar só pelo “meio-anonimato” e saír um bocadinho da “toca”. Embora eu não tenha qualquer blogue.
Carlos Alberto (nome próprio), FC (apelidos), residente na Amadora.
Vá lá, decida-se agora V. Exa. a sair da sua “coragem” totalmente anónima.
Um bom 2010, com uma coragem a sério.
Cafc
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Meu senhor, os meus parabéns.
Nunca tinha lido um texto com tantas “aspas” pelo meio.
Quando, como no tempo do saudoso SNI voltar a haver Jogos Florais, concorra.
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Cafc e isagt
Especialmente para si um grande abraço de saída e que o 2010 o mantenha no caminho da inspiração. Para mim é sempre uma delicia ler os seus post’s.
Isagt, que as suas frases curtas, cirúrgicas e certeiras venham ainda mais pujantes amanhã. Abraço fraterno.
(o Arrastão não me vai levar a mal a publicidade)
Por falar em verdade e azeite (sem tiques), e se passarem por Montemor-o-Novo – terra de gente rija e de trabalho – procure pela cooperativa “caminhos do futuro”, uma relíquia que conseguiu sobreviver a todos os capitais. Nela encontrará provavelmente o MELHOR NECTAR de azeitona que se faz actualmente no mundo (agora já sou eu a falar com o coração). Tem um problema: só podem comprar aos garrafões de 3 e 5l
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CAFC
Os fados desafinados de má memória ainda se fazem ecoar no presente colectivo dos Portugueses e as feridas por sarar serão sempre passadas religiosamente de geração em geração como se de um bem hereditario em testamento se trata-se.
O ressabiamento é uma das principais caracteristicas dos revanchistas, portanto, não tem melhor exemplo do que por um Fado Alexandrino a tocar o tal disco riscado de um tempo que teima em não passar e onde a culpa sempre teve um nome e uma cor.
E ai daqueles que pensem o contrario «porque não vão conseguir contraditar o que aqui digo.»
Assim, CAFC, só me resta desejar-lhe para si e para todos um novo ano cheio de coisas boas e apraz-me saber que somos vizinhos aqui … na Porcalhota
ps- Daniel, boa viajem e não deixe de fazer nada que eu não fizesse ……………..
Aquele Abraço
A.R.A
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Meu caro Rui F
Agora, deixou-me “encavacado” (ai, as aspas).
O seu coração falou com o meu. Tive a oportunidade de viver, cerca de 2 anos e meio, em Vendas Novas. Conheci toda essa vasta região alentejana do distrito de Évora (e Montemor-o-Novo, mesmo ali ao lado).
Aí conheci o que significava o latifúndio e as suas “maravilhas” (ai, as aspas). Conheci a vida das gentes sofridas por esses montes fora. Com elas me identifiquei e nunca esquecerei o que vi e ouvi. Os “saudosos” (ai, as aspas) latifundiários só fazem falta a quem tem saudades deles (sem aspas).
Meu amigo, retribuo tudo o que me escreveu. Com a certeza que, amanhã, cá estaremos, com a mesma determinação.
Um grande abraço.
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isagt
Para si, “isagtamente” o que o Rui F escreveu.
Um grande abraço e até amanhã, com o mesmo espírito de sempre. Um grande 2010.
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#29 cafc:
Sem qualquer tipo de cinismo: aproveite para se inteirar agora sobre os minifundiários, dois dias serão suficientes.
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Por dolorosos motivos pessoais que não interessam a ninguém a não ser ao próprio vou ser o mais breve possível.
Então é assim:
Não conseguiram alinhavar um único argumento para contraditar o que afirmo, ponto final.
Já agora no sentido empregue, escreve-se tratasse e não trata-se.
Se nem sequer sabem português porque é que não fazem apenas chinelas.
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Meu caro Dazulpintado
Se bem notou, referi-me a uma época específica.
Que eu conheci “in loco”. Depois disso, não tive a oportunidade de lá voltar.
O conhecimento que hoje tenho é via comunicação social que, como sabe, é, pelo menos, contraditória. Acreditar em quê e em quem? Sinceramente, não sei. Só vendo e ouvindo e, se calhar, dois dias não chegavam.
A dimensão geográfica é a mesma. A divisão dos solos agrícolas, naturalmente, será diferente. Infelizmente, não tenho possibilidades físicas de lá voltar (e isso o meu caro não podia supor).
Um bom ano de 2010 para si e para todos os nossos companheiros do Arrastão.
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Caro Fado Alexandrino
Falto ao que prometi, porque, acima de tudo, somos Seres Humanos.
Manifesto-lhe a minha solidariedade em relação ao momento que está a passar.
Que 2010 seja muito melhor.
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Meu caro A.R.A.
Já tinha aproveitado um outro “post” para comunicar consigo. Só agora, vi que o meu amigo também tinha “entrado” neste.
Portanto, meu amigo e vizinho da Porcalhota, os votos de um grande 2010 para si, todos os seus entes queridos e para todo o Mundo.
Aquele abraço.
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FADO ALEXANDRINO
É que não existe como contradita-lo, pois mesmo que alguem com a generosa paciencia e a sapiencia qb lhe mostre o quanto esta errado, como é apanagio do Fado, costuma ignorar quem o contesta.
Por ultimo só tenho que lhe agradecer a correcção pois a lingua de Camões de tão maltratada que esta não me foi nada abonatorio enviar uma resposta sem a necessaria revisão mas apraz-me relembra-lo que volta e meia é a si que lhe foge a discussão para o chinelo, embora fique registado o seu empenho em me conseguir novo oficio.
Contudo, aceite o meu pesar pelo que neste momento o aflige.
A.R.A
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talvez o revanchismo venha da sensação que a maioria das pessoas têm que la viveram, de que tinham uma vida bastante melhor lá, do que têm agora cá. sobre a descolinização não foi boa para ninguem, nem para os que morreram, nem para os que de la voltaram, para as pessoas que se viram sem nada tendo de recomeçar do zero, nem para aqueles que ficaram que tinham de fazer um pais novo. enfim a “coisa” foi mal feita, á bom portugues, a desenrascar.
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