“A Câmara do Porto decidiu impor regras na atribuição de subsídios, condicionando a sua atribuição à assinatura de um protocolo no qual as instituições ficam impedidas de criticar o município.”
“O primeiro subsídio (15 mil euros) ao abrigo deste novo protocolo foi concedido à Fundação Eugénio de Andrade, que ficou obrigada a “abster-se de, publicamente, expressar críticas que ponham em causa o bom-nome e a imagem do município do Porto, enquanto entidade co-financiadora da actividade da sua representada”.” (Público)

Pobre do político que tem de subsidiar o elogio. Rio Rio, que o nosso bom Pacheco Pereira sempre considerou um modelo de autarca, é como qualquer ditadorzeco. Ainda não percebeu que o dinheiro da Câmara não lhe pertence. Pertence aos contribuintes. Aos que gostam dele e aos que não gostam dele.
Por Daniel Oliveira 30 Jun 06 em Sem categoria


Mais nada! Sem elogiozinho, não há dinheirinho.
A prática é ocritério da verdade.O PP é da mesma laia dos R Rios,Valentins,Delarues(lembram-se?), A.Pretos e todos os vigaristas que enchem o partido dos vigarios.Só isto!Eheheheh
este rio não é muito diferente de outros…
mais dissimulados…
ou que controlam a informação, para que as partes badalhocas não sejam divulgadas!
O grande Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa é que o topou bem!
Já nem se dão ao trabalho de serem políticos
Pelos vistos, os ditadores ganham eleições.
O Poder local em Portugal é uma vergonha. Uma vergonha como a justiça, uma vergonhas como as contas públicas.
Desde um Fernando Ruas que adora um bom trabalho de calcetagem, até um Rio que corre para um mar de vergonha.
É o país que merecemos, porque o culpado é quem o elegeu
Eis como um rio pode desaguar num pântano…
1) Proibir críticas é diferente de impôr elogios. A Câmara do Porto não comprou elogios, apenas proibiu a crítica.
2) A Câmara do Porto faz aquilo que todas as outras fazem ou fizeram. Muitas, aliás, compram de facto elogios: pagam revistas e publicações cuja principal utilidade é aplaudir e difundir a imagem da Câmara e do seu presidente. Não é justo singularizar a Câmara do Porto neste item.
Os dois últimos períodos deste post são muito interessantes. Será que o Daniel Oliveia se está a coverter ao (neo-)liberalismo? Então o dinheiro da Câmara pertence aos contribuintes? Então a Cãmara não tem o direito de, livremente, subsidiar aquilo de que gosta, sem se preocupar com os gostos dos contribuintes? Estará o Daniel disposto a aplicar esta mesma lógica a outros casos?
Parece que a situação não é tão a preto e branco quanto isso:
o protocolo não institui o dever de elogiar, institui - isso sim - o dever de não ofender a Câmara enquanto “entidade co-financiadora da actividade”.
Mas ainda tinham dúvidas?
O que é o “site” da CMP senão o orgão oficial de propaganda desse ditadorzeco?
Quais terão sido as verdadeiras razões para o encerramento do “Comércio do Porto”
O que está por trás da campanha do R.Rio (ver site) contra o “Jornal de Notícias”?
Só os ceguinhos (e os que não querem ver) é que ainda se deixam enganar.
AM
Acredita em tudo o que lê na comunicação social? Claro que sim, é do Bloco de Esquerda.