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	<title>Comentários em: Concurso do disparate</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 03:10:01 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Maria Spínola</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/concurso-do-disparate/#comment-38708</link>
		<dc:creator>Maria Spínola</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 13:36:59 +0000</pubDate>
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		<description>"MACACO VÊ, MACACO FAZ" e o Enorme Poder dos Media 

( Nota: Eu sei que este comentário é longo, mas vale a pena ler! )

O maior disparate disto tudo é o facto dos media não terem consciência do poder que têm!

Noticiam até à exaustão os recentes disparos na Quinta da Fonte, Loures em Portugal. Entendo que eles têm de "vender" o que "supostamente" as pessoas querem consumir, mas quais são as consequências disso?

Aconteceu o que eu já estava à espera!

Em 17/07/2008 quatro indivíduos encapuzados dispararam do interior de uma
viatura vários tiros hoje de madrugada na Quinta das Sapateiras em
Loures (e note-se, que também em Loures! mais abaixo explico porque
fiz a chamada de atenção sobre o facto de serem ambos em Loures ).

E porquê é que eu já estava à espera que isto acontecesse? Porque
"MACACO VÊ, MACACO FAZ!".

Todos os profissionais ligados aos meios de comunicação, deveriam ler
obrigatoriamente o livro "Influence - Science and Practice" de Robert
B. Cialdini, pois o conceito de "MACACO VÊ, MACACO FAZ!", além de ser
de senso comum, é cientificamente explicado nesse livro, e chama-se
"SOCIAL PROOF".

O que o conceito de "SOCIAL PROOF" diz, é que o ser humano tem a
tendência de fazer o que vê os outros a fazer, pois pensa que se
existem outros a fazer certos actos, então esses actos são aceitáveis,
e então "eu também posso fazer"! No fundo nós vamos atrás do que vemos
os outros a fazer.


Seguem-se alguns exertos do livro "Influence - Science and Practice"
de Robert B. Cialdini, sobre o poder que os media sobre a população (
seja em casos de suicídio, seja em casos de violência, isso não é
importante, o que é importante é que "MACACO VÊ, MACACO FAZ!" )

Sobre copycat suicides:

"... research has demonstrated that, immediately following a
front-page suicide story, the suicide rate increases dramatically in
those geographical areas where the story has been highly publicized.
It is Phillips's argument that certain troubled people who read of
another's self-inflicted death kill themselves in imitation. In a
morbid illustration of the principle of social proof, these people
decide how they should act on the basis of how some other troubled
person has acted."

"... within two months after every front-page suicide story, an
average of 58 more people than usual killed themselves. In a sense,
each suicide story killed 58 people who otherwise would have gone on
living. Phillips also found that this tendency for suicides to beget
suicides occurred principally in those parts of the country where the
first suicide was highly publicized. He observed that the wider the
publicity given the first suicide, the greater
the number of later suicides"

"In fact, ... all the excess deaths following a front-page suicide
incident can be explained as the same thing: copycat suicides. Upon
learning of another's suicide, an uncomfortably large number of people
decide that suicide is an appropriate action for themselves as well.
Some of these individuals then proceed to commit the act in a
straightforward, no-bones-about-it fashion, causing the suicide rate
to jump."

Agora sobre copycat crime:

"Perhaps nowhere are we brought into more dramatic contact with the
unsettling side of the principle of social proof than in the realm of
copycat crime. Back in the 1970s, our attention was brought to the
phenomenon in the form of airplane hijackings, which seemed to spread
like airborne viruses. In the 1980s, our focus shifted to product
tamperings, such as the famous cases of Tylenol capsules injected with
cyanide and Gerber baby food products laced with glass. According to
FBI forensic experts, each nationally publicized incident of this sort
spawned an average of 30 more incidents (Toufexis, 1993). More
recently, we've been jolted by the specter of contagious mass murders,
occurring first in workplace settings and then, incredibly, in the
schools of our nation. For instance, immediately following the bloody
rampage by two Littleton, Colorado, high-school students on April 20,
1999, police responded to scores of similar threats, plots, and
attempts by troubled students. Two of those attempts proved
"successful": A 14-year-old in Taber, Alberta, and a 15-year-old in
Conyers, Georgia, killed or wounded a total of eight classmates within
10 days of the Littleton massacre."


E agora a conclusão:

"It is a regrettable constant of modern life that many people live
their lives in psychological pain. How they deal with the pain depends
on numerous factors, one of which is a recognition of how others just
like them have chosen to deal with it. As we saw in Phillips's data, a
highly publicized suicide prompts copycat suicides from similar
others—from copies of the cat. I believe the same can be said for a
highly publicized multiple murder."

E saliento o seguinte:

"As is the case for suicide stories, media officials need to think
deeply about how and how prominently to present reports of killing
sprees. Such reports are not only riveting, sensational, and
newsworthy, they are malignant."

Todos os profissionais ligados aos meios de comunicação, deveriam ler
obrigatóriamente o livro "Influence - Science and Practice" de Robert
B. Cialdini!

Muito Obrigada, e podem contar comigo no que eu lhes puder ser útil,
Maria Spínola
http://www.crescimentoempresas.com


P.S. Apelo a todos para divulgar este assunto, e como disse no início,
não estou a "disparar" contra ningúem em particular, e peço desculpas
se ofendi alguém, não era essa a minha intenção!

P.P.S. Aconselho todos a comprar e ler o livro "Influence - Science
and Practice" de Robert B. Cialdini, e para quem quiser saber mais
sobre o tema de influência (para usar no sentido positivo, e não no
negativo!), deixo também alguns links sobre o trabalho de Robert B.
Cialdini:

- Six "Weapons of Influence" :
http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_Cialdini#Six_.E2.80.9CWeapons_of_Influence.22

- sites "oficiais" de Robert B. Cialdini :
http://www.influenceatwork.com/ e
http://www.insideinfluence.com/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;MACACO VÊ, MACACO FAZ&#8221; e o Enorme Poder dos Media </p>
<p>( Nota: Eu sei que este comentário é longo, mas vale a pena ler! )</p>
<p>O maior disparate disto tudo é o facto dos media não terem consciência do poder que têm!</p>
<p>Noticiam até à exaustão os recentes disparos na Quinta da Fonte, Loures em Portugal. Entendo que eles têm de &#8220;vender&#8221; o que &#8220;supostamente&#8221; as pessoas querem consumir, mas quais são as consequências disso?</p>
<p>Aconteceu o que eu já estava à espera!</p>
<p>Em 17/07/2008 quatro indivíduos encapuzados dispararam do interior de uma<br />
viatura vários tiros hoje de madrugada na Quinta das Sapateiras em<br />
Loures (e note-se, que também em Loures! mais abaixo explico porque<br />
fiz a chamada de atenção sobre o facto de serem ambos em Loures ).</p>
<p>E porquê é que eu já estava à espera que isto acontecesse? Porque<br />
&#8220;MACACO VÊ, MACACO FAZ!&#8221;.</p>
<p>Todos os profissionais ligados aos meios de comunicação, deveriam ler<br />
obrigatoriamente o livro &#8220;Influence - Science and Practice&#8221; de Robert<br />
B. Cialdini, pois o conceito de &#8220;MACACO VÊ, MACACO FAZ!&#8221;, além de ser<br />
de senso comum, é cientificamente explicado nesse livro, e chama-se<br />
&#8220;SOCIAL PROOF&#8221;.</p>
<p>O que o conceito de &#8220;SOCIAL PROOF&#8221; diz, é que o ser humano tem a<br />
tendência de fazer o que vê os outros a fazer, pois pensa que se<br />
existem outros a fazer certos actos, então esses actos são aceitáveis,<br />
e então &#8220;eu também posso fazer&#8221;! No fundo nós vamos atrás do que vemos<br />
os outros a fazer.</p>
<p>Seguem-se alguns exertos do livro &#8220;Influence - Science and Practice&#8221;<br />
de Robert B. Cialdini, sobre o poder que os media sobre a população (<br />
seja em casos de suicídio, seja em casos de violência, isso não é<br />
importante, o que é importante é que &#8220;MACACO VÊ, MACACO FAZ!&#8221; )</p>
<p>Sobre copycat suicides:</p>
<p>&#8220;&#8230; research has demonstrated that, immediately following a<br />
front-page suicide story, the suicide rate increases dramatically in<br />
those geographical areas where the story has been highly publicized.<br />
It is Phillips&#8217;s argument that certain troubled people who read of<br />
another&#8217;s self-inflicted death kill themselves in imitation. In a<br />
morbid illustration of the principle of social proof, these people<br />
decide how they should act on the basis of how some other troubled<br />
person has acted.&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230; within two months after every front-page suicide story, an<br />
average of 58 more people than usual killed themselves. In a sense,<br />
each suicide story killed 58 people who otherwise would have gone on<br />
living. Phillips also found that this tendency for suicides to beget<br />
suicides occurred principally in those parts of the country where the<br />
first suicide was highly publicized. He observed that the wider the<br />
publicity given the first suicide, the greater<br />
the number of later suicides&#8221;</p>
<p>&#8220;In fact, &#8230; all the excess deaths following a front-page suicide<br />
incident can be explained as the same thing: copycat suicides. Upon<br />
learning of another&#8217;s suicide, an uncomfortably large number of people<br />
decide that suicide is an appropriate action for themselves as well.<br />
Some of these individuals then proceed to commit the act in a<br />
straightforward, no-bones-about-it fashion, causing the suicide rate<br />
to jump.&#8221;</p>
<p>Agora sobre copycat crime:</p>
<p>&#8220;Perhaps nowhere are we brought into more dramatic contact with the<br />
unsettling side of the principle of social proof than in the realm of<br />
copycat crime. Back in the 1970s, our attention was brought to the<br />
phenomenon in the form of airplane hijackings, which seemed to spread<br />
like airborne viruses. In the 1980s, our focus shifted to product<br />
tamperings, such as the famous cases of Tylenol capsules injected with<br />
cyanide and Gerber baby food products laced with glass. According to<br />
FBI forensic experts, each nationally publicized incident of this sort<br />
spawned an average of 30 more incidents (Toufexis, 1993). More<br />
recently, we&#8217;ve been jolted by the specter of contagious mass murders,<br />
occurring first in workplace settings and then, incredibly, in the<br />
schools of our nation. For instance, immediately following the bloody<br />
rampage by two Littleton, Colorado, high-school students on April 20,<br />
1999, police responded to scores of similar threats, plots, and<br />
attempts by troubled students. Two of those attempts proved<br />
&#8220;successful&#8221;: A 14-year-old in Taber, Alberta, and a 15-year-old in<br />
Conyers, Georgia, killed or wounded a total of eight classmates within<br />
10 days of the Littleton massacre.&#8221;</p>
<p>E agora a conclusão:</p>
<p>&#8220;It is a regrettable constant of modern life that many people live<br />
their lives in psychological pain. How they deal with the pain depends<br />
on numerous factors, one of which is a recognition of how others just<br />
like them have chosen to deal with it. As we saw in Phillips&#8217;s data, a<br />
highly publicized suicide prompts copycat suicides from similar<br />
others—from copies of the cat. I believe the same can be said for a<br />
highly publicized multiple murder.&#8221;</p>
<p>E saliento o seguinte:</p>
<p>&#8220;As is the case for suicide stories, media officials need to think<br />
deeply about how and how prominently to present reports of killing<br />
sprees. Such reports are not only riveting, sensational, and<br />
newsworthy, they are malignant.&#8221;</p>
<p>Todos os profissionais ligados aos meios de comunicação, deveriam ler<br />
obrigatóriamente o livro &#8220;Influence - Science and Practice&#8221; de Robert<br />
B. Cialdini!</p>
<p>Muito Obrigada, e podem contar comigo no que eu lhes puder ser útil,<br />
Maria Spínola<br />
<a href="http://www.crescimentoempresas.com" rel="nofollow">http://www.crescimentoempresas.com</a></p>
<p>P.S. Apelo a todos para divulgar este assunto, e como disse no início,<br />
não estou a &#8220;disparar&#8221; contra ningúem em particular, e peço desculpas<br />
se ofendi alguém, não era essa a minha intenção!</p>
<p>P.P.S. Aconselho todos a comprar e ler o livro &#8220;Influence - Science<br />
and Practice&#8221; de Robert B. Cialdini, e para quem quiser saber mais<br />
sobre o tema de influência (para usar no sentido positivo, e não no<br />
negativo!), deixo também alguns links sobre o trabalho de Robert B.<br />
Cialdini:</p>
<p>- Six &#8220;Weapons of Influence&#8221; :<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_Cialdini#Six_.E2.80.9CWeapons_of_Influence.22" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_Cialdini#Six_.E2.80.9CWeapons_of_Influence.22</a></p>
<p>- sites &#8220;oficiais&#8221; de Robert B. Cialdini :<br />
<a href="http://www.influenceatwork.com/" rel="nofollow">http://www.influenceatwork.com/</a> e<br />
<a href="http://www.insideinfluence.com/" rel="nofollow">http://www.insideinfluence.com/</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/concurso-do-disparate/#comment-38702</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 12:45:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3317#comment-38702</guid>
		<description>Pois e .
Os ciganos dizem que querem uma casa longe dos pretos.
Os negros dizem que querem ficar longe dos ciganos.
Os "inteligentes" querem sentar-se longe dos "estupidos"  e os "literatos "a distancia dos "iliteratos", os "cultos nao querem misturar-se com os ""incultos" e os "normais" acham que os "anormais" sao lixo.
De tudo isto se retiram verdades mas a que mais doi começou por vir dos ricos que nao querem de modo algum aproximar-se dos pobres.

Discriminaçao, desprezo, falta de tolerancia, falta de sentido humanitario e total falta de sensibilidade social e o que se depreende do que que ve e do que se le a cada passo e a proposito de muito do que se passa na actual sociedade portuguesa.
Claro que para os que tem mais educaçao , para os que sao mais versados nas artes que a boa sociedade ensina , e mais facil .Podem fingir-se muita coisa e parecer muitas outra que quase ninguem percebe salvo os que tendo a mesma educaçao , recusaram a hipocrisia, mas para os pobres , os que nao tem acesso a cultura sob nenhuma das suas formas, para os que nao tem ocupaçao de tempos livres, nem acesso a nenhum tipo de reconhecimento, para os que continuam a viver de modo degradado e as maos de poderes injustos , restam as lutas de rua , de bairro , os gangs o roubo e sobretudo as agressoes racicas e a incapacidade de compreender que a cada dia que se atacam entre si e aos outros perdem ainda mais do pouco que ja tinham.
 E natural.As pessoas tem tendencia a reproduzir comportamentos portanto reproduzem nos outros todos os comportamentos de que sao vitimas.
E a verdade e que o comportamente dos priveligiados em relaçao aos que nao o sao , nao podia ser mais injusto nem mais hipocrita.Assim nao admira que nao sociedade portuguesa, cada vez mais injusta , aconteçam episodios cada vez mais violentos.E depois e assim, ano se devem atira pessoas para bairros seja porque motivo for , sem respeito pelas suas culturas, habitos e modos de vida .Nao se podem retirar comunidades inteiras de sitios para os depositar noutros sitios , passem embora a aparente melhoria de condiçoes , sem lhe proporcionar acompanhamento debvido que os eduque e os respeite em todos os aspectos das suas vidas.Essa deveria ser afinal a funçao de instituiçoes como a segurança social , por exemplo.
Mas ao que parece nada disso e feito e os resultados estao a vista nesse e em todos os outros bairros chamados de sociais quando sao na verdade exactamente o contrario disso.Esta coisa das sociedades viverem de forma descriminatoria e de alguns acharem que sao melhores do que os outros da quase sempre muito mau resultado.Esta a vista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois e .<br />
Os ciganos dizem que querem uma casa longe dos pretos.<br />
Os negros dizem que querem ficar longe dos ciganos.<br />
Os &#8220;inteligentes&#8221; querem sentar-se longe dos &#8220;estupidos&#8221;  e os &#8220;literatos &#8220;a distancia dos &#8220;iliteratos&#8221;, os &#8220;cultos nao querem misturar-se com os &#8220;&#8221;incultos&#8221; e os &#8220;normais&#8221; acham que os &#8220;anormais&#8221; sao lixo.<br />
De tudo isto se retiram verdades mas a que mais doi começou por vir dos ricos que nao querem de modo algum aproximar-se dos pobres.</p>
<p>Discriminaçao, desprezo, falta de tolerancia, falta de sentido humanitario e total falta de sensibilidade social e o que se depreende do que que ve e do que se le a cada passo e a proposito de muito do que se passa na actual sociedade portuguesa.<br />
Claro que para os que tem mais educaçao , para os que sao mais versados nas artes que a boa sociedade ensina , e mais facil .Podem fingir-se muita coisa e parecer muitas outra que quase ninguem percebe salvo os que tendo a mesma educaçao , recusaram a hipocrisia, mas para os pobres , os que nao tem acesso a cultura sob nenhuma das suas formas, para os que nao tem ocupaçao de tempos livres, nem acesso a nenhum tipo de reconhecimento, para os que continuam a viver de modo degradado e as maos de poderes injustos , restam as lutas de rua , de bairro , os gangs o roubo e sobretudo as agressoes racicas e a incapacidade de compreender que a cada dia que se atacam entre si e aos outros perdem ainda mais do pouco que ja tinham.<br />
 E natural.As pessoas tem tendencia a reproduzir comportamentos portanto reproduzem nos outros todos os comportamentos de que sao vitimas.<br />
E a verdade e que o comportamente dos priveligiados em relaçao aos que nao o sao , nao podia ser mais injusto nem mais hipocrita.Assim nao admira que nao sociedade portuguesa, cada vez mais injusta , aconteçam episodios cada vez mais violentos.E depois e assim, ano se devem atira pessoas para bairros seja porque motivo for , sem respeito pelas suas culturas, habitos e modos de vida .Nao se podem retirar comunidades inteiras de sitios para os depositar noutros sitios , passem embora a aparente melhoria de condiçoes , sem lhe proporcionar acompanhamento debvido que os eduque e os respeite em todos os aspectos das suas vidas.Essa deveria ser afinal a funçao de instituiçoes como a segurança social , por exemplo.<br />
Mas ao que parece nada disso e feito e os resultados estao a vista nesse e em todos os outros bairros chamados de sociais quando sao na verdade exactamente o contrario disso.Esta coisa das sociedades viverem de forma descriminatoria e de alguns acharem que sao melhores do que os outros da quase sempre muito mau resultado.Esta a vista.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel Monteiro</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/concurso-do-disparate/#comment-38698</link>
		<dc:creator>Manuel Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 10:22:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3317#comment-38698</guid>
		<description>A todos
As ideias que defendemos,sejam de esquerda ou de direita (e mais uma vez reafirmo: não incluo aqui as ideias fascistas) só ficam a perder se, em vez de argumentos entrarmos no campo do insulto. E aqui faço auto- crítica porque não estou isento, mesmo neste debate, deste pecado.
Assumindo-me eu como um comunista radical, não estando ligado a nenhum partido, procuro ir ao encontro da polémica com o espirito aberto, porque, sabendo alguma coisa, não sei tudo e há problemas novos para que não tenho resposta.
Ainda agora estive a falar com jovens negros e um cigano que me deram uma visão real dos verdadeiros problemas destas etnias. E são jovens que sabem do que falam porque estão inseridos em associações culturais da margem sul,  Amadora (e aqui na Cova da Moura), em Loures. É sobre estes jovens comprometidos que recai a solução das contradições que afectam as duas comunidades. Um destes jovens é um conhecido raper (penso que assim que se escreve).
Para acabar. Quem me quiser conhecer melhor as minhas ideias pode consultar o meu blog:
http://m-monteiro.blogspot.com/

Manuel Monteiro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A todos<br />
As ideias que defendemos,sejam de esquerda ou de direita (e mais uma vez reafirmo: não incluo aqui as ideias fascistas) só ficam a perder se, em vez de argumentos entrarmos no campo do insulto. E aqui faço auto- crítica porque não estou isento, mesmo neste debate, deste pecado.<br />
Assumindo-me eu como um comunista radical, não estando ligado a nenhum partido, procuro ir ao encontro da polémica com o espirito aberto, porque, sabendo alguma coisa, não sei tudo e há problemas novos para que não tenho resposta.<br />
Ainda agora estive a falar com jovens negros e um cigano que me deram uma visão real dos verdadeiros problemas destas etnias. E são jovens que sabem do que falam porque estão inseridos em associações culturais da margem sul,  Amadora (e aqui na Cova da Moura), em Loures. É sobre estes jovens comprometidos que recai a solução das contradições que afectam as duas comunidades. Um destes jovens é um conhecido raper (penso que assim que se escreve).<br />
Para acabar. Quem me quiser conhecer melhor as minhas ideias pode consultar o meu blog:<br />
<a href="http://m-monteiro.blogspot.com/" rel="nofollow">http://m-monteiro.blogspot.com/</a></p>
<p>Manuel Monteiro</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mouzinho</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/concurso-do-disparate/#comment-38690</link>
		<dc:creator>Mouzinho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 22:00:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3317#comment-38690</guid>
		<description>Caro Manuel,

o Studio deve ser um perigoso neo-novilingua-tipologia-nazi-fascista-racista que devia ser preso por ousar por em causa os dogmas do Daniel...esse iluminado que por ter argumentos e a superioridade moral da esquerda, e do Bloco não ousou vir aqui rebater argumentos....porque ele não debate com fascistas...só com o José Falcão...que é daquela associação que só acode a um certo racismo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Manuel,</p>
<p>o Studio deve ser um perigoso neo-novilingua-tipologia-nazi-fascista-racista que devia ser preso por ousar por em causa os dogmas do Daniel&#8230;esse iluminado que por ter argumentos e a superioridade moral da esquerda, e do Bloco não ousou vir aqui rebater argumentos&#8230;.porque ele não debate com fascistas&#8230;só com o José Falcão&#8230;que é daquela associação que só acode a um certo racismo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel Monteiro</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/concurso-do-disparate/#comment-38664</link>
		<dc:creator>Manuel Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 01:03:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3317#comment-38664</guid>
		<description>Daniel Oliveira
A propósito do Studio: de facto não sei com quem estou a falar. Quer esclarecer-me?
Manuel Monteiro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel Oliveira<br />
A propósito do Studio: de facto não sei com quem estou a falar. Quer esclarecer-me?<br />
Manuel Monteiro</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mouzinho</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/concurso-do-disparate/#comment-38613</link>
		<dc:creator>Mouzinho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 10:18:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3317#comment-38613</guid>
		<description>Engraçado....perante comentários que expressam bem a dificuldade e recusa de alguns que se dizem "exluídos" em serem "integrados", perante evidências de racismo não branco, da existência que professa e pratica actos contrários à nossa sociedade não vimos UM argumento do Daniel Oliveira...só ofensas

"é fascista", "não conhece bairros sociais", com o caricato de me ter lançado a segunda "acusação" de forma leviana e acertando ao lado, fazendo-lhe ricochete as palavras que lançou inicialmente "Mas sobre isso podem falar antes de mais os especialistas e quem conheça o bairro em causa. Os políticos podiam esperar. Não têm de dizer o que lhes vem à cabeça de cada vez que um jornalista saca de um microfone. Costuma sair disparate." Na mouche Daniel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado&#8230;.perante comentários que expressam bem a dificuldade e recusa de alguns que se dizem &#8220;exluídos&#8221; em serem &#8220;integrados&#8221;, perante evidências de racismo não branco, da existência que professa e pratica actos contrários à nossa sociedade não vimos UM argumento do Daniel Oliveira&#8230;só ofensas</p>
<p>&#8220;é fascista&#8221;, &#8220;não conhece bairros sociais&#8221;, com o caricato de me ter lançado a segunda &#8220;acusação&#8221; de forma leviana e acertando ao lado, fazendo-lhe ricochete as palavras que lançou inicialmente &#8220;Mas sobre isso podem falar antes de mais os especialistas e quem conheça o bairro em causa. Os políticos podiam esperar. Não têm de dizer o que lhes vem à cabeça de cada vez que um jornalista saca de um microfone. Costuma sair disparate.&#8221; Na mouche Daniel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/concurso-do-disparate/#comment-38608</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 09:27:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3317#comment-38608</guid>
		<description>Manuel Monteiro, perguntar se o The Studio dialogava com o Hitler e com o Salazar ou os combatia é a demonstração de que não sabe com quem está a falar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Manuel Monteiro, perguntar se o The Studio dialogava com o Hitler e com o Salazar ou os combatia é a demonstração de que não sabe com quem está a falar.</p>
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		<title>Por: Manuel Monteiro</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/concurso-do-disparate/#comment-38598</link>
		<dc:creator>Manuel Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 04:56:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3317#comment-38598</guid>
		<description>Sr Studio
Eu discuto com argumentos, o senhor entra na provocação com comparações insultuosas. Bem me saiu um discípulo do cónego Melo!
Eu não odeio direitistas.Tenho familiares e amigos que são de direita. Combato e não quero conversas com nazi-fascistas. Você dialogava com o Hitler e com o Salazar ou combatia-os?
Manuel Monteiro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr Studio<br />
Eu discuto com argumentos, o senhor entra na provocação com comparações insultuosas. Bem me saiu um discípulo do cónego Melo!<br />
Eu não odeio direitistas.Tenho familiares e amigos que são de direita. Combato e não quero conversas com nazi-fascistas. Você dialogava com o Hitler e com o Salazar ou combatia-os?<br />
Manuel Monteiro</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/concurso-do-disparate/#comment-38592</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 23:31:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3317#comment-38592</guid>
		<description>«O Daniel já foi, por exemplo a Israel, saber como é lá?»
Sim, fui, mas não é disso que se trata. Antes deste acontecimento, não sabiamos (eu não sabia) nada sobre este bairro. Entretanto, depois deste post, muitos especialistas falaram e muitos moradores também. Já podemos todos dizer qualquer coisa, o que não era o caso do próprio dia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«O Daniel já foi, por exemplo a Israel, saber como é lá?»<br />
Sim, fui, mas não é disso que se trata. Antes deste acontecimento, não sabiamos (eu não sabia) nada sobre este bairro. Entretanto, depois deste post, muitos especialistas falaram e muitos moradores também. Já podemos todos dizer qualquer coisa, o que não era o caso do próprio dia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Rafael Ortega</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/concurso-do-disparate/#comment-38591</link>
		<dc:creator>Rafael Ortega</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 23:23:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=3317#comment-38591</guid>
		<description>"Talvez haja muito para dizer sobre política de realojamento, sobre a profusão de armas, sobre as várias variáveis dos índices de criminalidade no país ou sobre fenómenos de racismo e tensões raciais nestes bairros. Mas sobre isso podem falar antes de mais os especialistas e quem conheça o bairro em causa."

Daniel explique-me uma coisa. Porque é que neste caso só interessa quem tem um conhecimento do que se passa no terreno e não quem lê sobre isso? É que me parece um argumento estranho vindo de quem escreve sobre tanta coisa. O Daniel já foi, por exemplo a Israel, saber como é lá?
Não leve a mal a pergunta, mas é que a sua argumentação tem algumas brechas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Talvez haja muito para dizer sobre política de realojamento, sobre a profusão de armas, sobre as várias variáveis dos índices de criminalidade no país ou sobre fenómenos de racismo e tensões raciais nestes bairros. Mas sobre isso podem falar antes de mais os especialistas e quem conheça o bairro em causa.&#8221;</p>
<p>Daniel explique-me uma coisa. Porque é que neste caso só interessa quem tem um conhecimento do que se passa no terreno e não quem lê sobre isso? É que me parece um argumento estranho vindo de quem escreve sobre tanta coisa. O Daniel já foi, por exemplo a Israel, saber como é lá?<br />
Não leve a mal a pergunta, mas é que a sua argumentação tem algumas brechas.</p>
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