Próximos concursos da RTP, com documentários favoráveis a cada posição:

Os mais maravilhosos feitos da humanidade:
1. A construção das pirâmides do Egipto
2. A descoberta do fogo
3. Os Descobrimentos
4. A conquista do Espaço
5. O Holocausto

O maior líder do Século XX:
1. Roosevelt
2. De Gaulle
3. Churchill
4- Hitler
5. Estaline

Veja os documentários em defesa de cada posição. Você decide. Ligue para os números indicados no ecrã e vote (0,60€+IVA).


Sem respostas ao post “Contra a censura”  

  1. 1 1  Sinfonia do disparate consonante

    Isto parece-me mais um programa das produções fictícias. Pelo menos, é bastante ridículo!

  2. 2 2  Duncan

    Já se fez um filme muito criticado que mostraria a face humana de Hitler…por acso até acho que mostrava a insanidade dele. Há um bem melhor que foi dividido em dois telefilmes. Não se deixaram de ouvir vozes iradas contra. E depois? O homem saiu limpo da tentaiva de humanização? Eu acho que não.
    Fazer um panegírico do holocausto seria uma contribuição extraordinária para conhecer até que ponto pode chegar a crueldade, o mesmo se poderia dizer dos progroms sovieticos.
    Mais uma vez, tem medo do quê?
    Já agora e que tal um documentário a favor desse outro doente mental de nome Trosky? Já não tinha graça? Claro que tinha.

    Quanto ao Losse Change, convenhamos, vç percebe como o caso é bem diverso é lançar a confusão para disfarçar a falta de argumentos, embora se toque num ponto com a defesa entusiasmada de Salazar ou de Castro, cai por si na falta de sustentação.

  3. 3 3  JV

    Oh Sinfonia, das Produções Fictícias não, senão a votação é falseada!!!

  4. 4 4  JV

    Já agora: porque é que o DO não incluiu na lista de líderes o grande Enver Hoxha?

  5. 5 5  Pedro Botelho

    Teste rápido numa simples pergunta: quais seriam os tópicos censurados?

    Há que pensar, Daniel Oliveira, há que pensar porque é que certos tópicos estão sob vigilância, no seu blogue como por toda a parte…

    Comece por somar 2 e 2 para chegar à pergunta que vale milhões. E depois pergunte: a quem serve?…

  6. 6 6  bliue

    ISTO: http://31daarmada.blogs.sapo.pt/
    (o post “o aborto é só o começo”)

    É VERGONHOSO

  7. 7 7  Max Mortner

    Mas qual é o problema que o Daniel tem com a liberdade de escolha das pessoas?
    Se estivéssemos num regime totalitário (fascista, comunista, etc) eu compreendia…Mas estamos numa democracia!D E M O C R A C I A! Veja se a entende e se a respeita!

  8. 8 8  Daniel Oliveira

    JV, está lá o Estaline. Bem sei que o senhor é um pouco ignorante, mas eu não tenho nem nunca tive nada a ver com os dois. E nem nunca fui de um partido que tivesse alguma simpatia por Ever Hoxa.

    De resto, não se trata de censurar. Na Alemanha, em Itália e na Espanha este mesmo concurso não teve a participação de qualquer dos ditadores destes países. Trata-se de ter memória. Os fascistas conseguiram transformar (aquilo não é uma verdadeira eleição, sabem disso, não sabem?) um concurso da televisão pública numa acção de propaganda sua. O que era previsivel.

  9. 9 9  Lopes

    “ISTO: http://31daarmada.blogs.sapo.pt/
    (o post “o aborto é só o começo”)

    É VERGONHOSO”

    O humor nunca foi o forte dessa senhora, mas, meu amigo/a bliue, qualquer mentecapto vê que a autora a conhecida Rititi) do texto tenta ironizar a questão…

  10. 10 10  JV

    Bem sei que o senhor é um pouco ignorante

    Já estivemos a falar melhor: não há necessidade de recorrer a linguagem. Eu sempre fui delicado consigo, e se o DO não é por natureza bem educado, tente ao menos disfarçar.

    mas eu não tenho nem nunca tive nada a ver com os dois.

    E eu porventura disse que teve? Apenas achei que Enver Hoxha tem lugar nessa lista.

    E nem nunca fui de um partido que tivesse alguma simpatia por Ever Hoxa.

    E eu disse que foi? Que necessidade tem você de se justificar?

    De resto, não se trata de censurar. Na Alemanha, em Itália e na Espanha este mesmo concurso não teve a participação de qualquer dos ditadores destes países.

    Estabelecer que determinada opinião não pode ser expressa tem outro nome que não seja censura?

    Trata-se de ter memória.

    Bem, se a questão é ter memória proibamos também a presença de Fernando Pessoa na lista (não esquecer que tinha simpatias fascistas) e de Aristides Sousa Mendes (que pertencia ao Integralismo Lusitano). Há que ter memória, de acordo, mas não memória selectiva.

    Os fascistas conseguiram transformar (aquilo não é uma verdadeira eleição, sabem disso, não sabem?) um concurso da televisão pública numa acção de propaganda sua.

    Interprete como quiser. Mas é engraçado como os fascistas conseguiram fazer de Salazar um dos mais votados (provavelmente o mais votado, não se sabe). Serão assim tão poucos?…

  11. 11 11  Max Mortner

    Caro Daniel,

    Eu sinceramente não acho que a eleição tenha sido falseada. Quantas pessoas é que iriam ligar para um numero de valor acrescentado só porque recebem uma mensagem desse número no telemovel?Eu não iria…
    Não se preocupe que o fascismo não ganha nada aqui em Portugal a não ser o concursozeco…Basta ver o número de votos o PNR…E ´digo-lhe que há muita gente a votar no Salazar só para chatear pessoas como o Daniel!!!
    E mais: já reparou que são dois extremos que estão nos primeiros lugares do concurso?É que onde há extremismos há fanaticos e daí o grande número de votos em Salazar e Cunhal.

  12. 12 12  Daniel Oliveira

    JV, não se faça de sonso. Já aqui me insultou várias vezes.

  13. 13 13  JV

    Avance uma.

  14. 14 14  Max Mortner

    “Próximos concursos da RTP, com documentários favoráveis a cada posição”

    Não seja demagógico e não se preocupe que só fazem documentários favoraveis a cada posição se as pessoas VOTAREM nessa posição!

  15. 15 15  Pedro Botelho

    Daniel: «JV, não se faça de sonso. Já aqui me insultou várias vezes.»

    JV: «Avance uma.»

    Posso avançá-la eu? Então cá vai: o Daniel não tem medo dos fáxistas que não têm poder nenhum, mas corta-as dos sionistas, ai não que não as corta… senão não tolerava que lhe censurassem o blogue em matéria de ligações holocáusticas sem lhe pedir licença…

  16. 16 16  maria João F

    É uma sondagem que vale o que vale, e não se esqueça que são necessários 60 cêntimos para votar. Apesar de não ser uma pelintra, considero que seria dinheiro mal gasto - já agora votaria no Fernando Pessoa, podia lhe dizer que adoro Camões (mas se calhar acharia que sou uma fascista conotada com o antigo regime, acho o Daniel muito exagerado, mesmo fleumático). Já os dez primeiros eleitos são para mim bastante redutores – Natália Correia (nem entrou na votação).

  17. 17 17  JV

    Pedro Botelho, adiante aí um link que prove que fui eu quem disse essa alarvidade ao DO, se faz favor.

  18. 18 18  JV

    Pedro Botelho, adiante aí um link que prove que fui eu quem disse essa alarvidade ao DO, se faz favor.

  19. 19 19  Daniel Pereira Fernandes

    Só mesmo uma mente com muitos complexos pode comparar um Hitler ou um Estaline a uma pessoa como Salazar.

    Se o salazar foi assim tão cruel e o estado novo um periodo tão mau da nossa história então não se preocupe caro Daniel Oliveira porque niguém que tenha visto o programa a “propagandear” o antigo regime vai ter qualquer tipo de saudosismos…ou não!

    Se a tal ideologia salazarista era tão criticável porquê o medo de se falar nela?

  20. 20 20  Pedro Botelho

    JV: «Posso avançá-la eu?» queria dizer que o insultante ia ser eu, não que tivesse sido você. Mas não se preocupe que o Daniel percebeu. O que ele ainda não percebeu é isto

  21. 21 21  JV

    Então, peço desculpa.

  22. 22 22  Miguel Madeira

    “E eu porventura disse que teve? Apenas achei que Enver Hoxha tem lugar nessa lista.”

    Para quê por uma personagem insignificante na lista?

  23. 23 23  JV

    Para quê por uma personagem insignificante na lista?

    Em representação de todas as personagens insignificantes.

  24. 24 24  priolo

    Isto é um disparate pegado.

    Toda a gente sabe que as pirâmides não foram construídas pela humanidade, mas sim compradas a Marte por um antepassado de Alberto João Jardim.

    Também o fogo nunca foi descoberto, é sim uma invenção, por sinal panteteada, de um outro antepassado do mesmíssimo Alberto João Jardim.

    Já os Descobrimentos nunca existiram, tendo sido a revelação dos caminhos para a Índia, Brasis e Europas revelados ao mundo por um terceiro antepassado do Alberto João Jardim.

    E quem disse que o Espaço foi conquistado, caraças? Foi apenas uma cedência graciosa à humanidade de um quarto antepassado, curiosamente também de Alberto João Jardim.

    E, finalmente, o Holocausto só existiu dada a tenra idade do próprio Alberto João Jardim na altura dos funestos acontecimentos, caso contrário, Hitler e toda aquele cambada de gajos do contnente tinha apanhado com uns valentes tabefes além dumas crónicas num conhecido jornal madeirense.

    E se pensam que isto que digo é disparate, por favor atentem às últimas citações shakespeareanas de Alberto João e adiantem uma explicação racional alternativa.

    Para concluir, é revoltante que a escolha do maior líder do século vinte esteja reduzida a protagonistas da 2ª guerra mundial. Compreendo que não esteja representado Alberto João Jardim, até para não retirar interesse e credibilidade à competição, mas… nem um treinador do Marítimo ao menos?!

    Vê-se mesmo que DO é do contnente…

  25. 25 25  JV

    Como é, Daniel? Vai dizer onde o insultei, ou isso foi uma calúnia?

  26. 26 26  Daniel Oliveira

    JV,

    «Faz gala de se proclamar anti-fascista: no entanto, se usam as mesmas práticas do fascismo, que moral têm vocês para falar?»

    Considero dizer que alguém usa de métodos fascistas um insulto. Para si não é?

    Já agora, para vemos a sua coerência: escreveu o meu caro JV, aqui neste mesmo blogue, há uns meses, sobre a proibição francesa de negar a morte dos arménios, quando me insurgi contra delitos de opinião:

    «É mera questão de respeito pelos Arménios que foram trucidados pelos turcos proibir que se negue este horror; é mero respeito pelos Judeus trucidados pela extrema-direita Nazi não permitir que se negue Auschwitz; é mera questão de respeito pelos dissidentes soviéticos proibir a negação dos Gulags, etc.»

    O que escreve agora?

    «Estabelecer que determinada opinião não pode ser expressa tem outro nome que não seja censura?»

    Em que ficamos? É que eu, ao contrário de si, não quero proibir nada. Só não queria que fosse a televisão pública a patrocinar e produzir a mentira. Já o senhor, aplaude nuns casos a criminalização da opinião (uma opinião ou disparatada ou bárbara, no caso), mas perante a minha critica a um documentário chama-me censor. Ou gosta apenas de me contrariar ou é conforme para o lado para que dorme ou acha que o sofrimento de uns merece mais respeito do que o de outros.

  27. 27 27  Pedro Botelho

    Daniel Oliveira: «ou acha que o sofrimento de uns merece mais respeito do que o de outros»

    Mas então não é essa a sua definição do «Holocausto»?

    Talvez não. Não digo que seja. Vejamos algumas definições para ajudar a assentar ideias:

    HOLOCAUSTO: O que é o «Holocausto»? É a suposta tentativa deliberada de extermínio total dos judeus pelos alemães, processada em segredo através de armas de destruição maçica chamadas «câmaras de gás», sem planeamento central detalhado para além de subreptícias palavras codificadas e piscadelas de olho em almoços de trabalho, na esperança de que a prévia existência histórica de toda uma raça misteriosamente desaparecida fosse rapidamente esquecida e ninguém desse pelo monumental crime («o maior crime da História» como todo o habitante do planeta que não viva isolado na encosta mais inacessível da Nova Guiné continua a ter oportunidade de ouvir pelo menos três vezes por dia, 60 anos depois dos supostos acontecimentos).

    Por exemplo:

    – Se Hitler gaseou em segredo um judeu no seu apartamento de Munique, isso é um homicídio, mas não é o «Holocausto».

    – Se um Einsatzgruppe massacrou uma aldeia de judeus durante a guerra da retaguarda contra os partisans, isso é um crime de guerra, mas não é o «Holocausto».

    – Se no decurso da maior guerra da História, os judeus (como os nipo-americanos ou os alemães do Volga), sofreram violências, confiscações de bens e deportações, isso é uma consequência da supostamente mais virtuosa, e certamente mais festejada, guerra de sempre, mas não é o «Holocausto».

    – Se nos campos alemães de concentração ou trabalho forçado morreram muitos judeus de tifo veiculado por piolhos, apesar das câmaras de gás para desinfestação construídas pelos mesmos alemães para os combater, isso é um resultado de epidemias não desejadas, mas não é o «Holocausto».

    – Se nos últimos meses de guerra, num país em situação catastrófica, destruído por incessantes bombardeamentos aéreos terroristas, as condições nos campos se degradaram em extremo e daí resultou um grande número de mortos (que não só continuou a verificar-se durante as primeiras semanas posteriores à libertação, mas até aumentou catastroficamente, como em Dachau), apesar de apelos de comandantes desses campos aos seus superiores impotentes para deter a catástrofe (ver os apelos desesperados do comandante Kramer do campo de Bergen-Belsen, de onde provém a quase totalidade das fotografias dos «esqueletos humanos»), isso é um resultado da guerra à outrance sem possibilidade de armistício ou rendição condicional de uma das partes, mas não é o «Holocausto».

    Retomemos as definições, na esperança de que algum dia se consiga patentear aos ideólogos emprenhados pelos ouvidos que não se consegue falar de nada se não se procurar falar de alguma coisa.

    O debate sobre o «Holocausto» não se processa em termos de mais ou menos 6 milhões, mas sim em termos dos mágicos 6 milhões definidores do culto (que vem de trás) contra os prováveis números reais de 200 a 500 mil mortos nos campos e guetos (sobretudo nos parcialmente industriais como os de Auschwitz e de Maly-Trostinets). Esse número constitui uma parte importante do número total de mortos judeus de todas as causas devidos à Segunda Guerra Mundial, que, incluindo as baixas judaicas no seio dos exércitos aliados regulares e irregulares (importantes sobretudo na frente Leste), não excede provavelmente um milhão.

    O que fica então do «Holocausto» para se poder dizer que ele «aconteceu» em toda a sua magnificência ontológica, mas que os números e os factos históricos rigorosos — sejam eles quais forem — tanto devem fazer como ter feito ao perfeito imbecil satisfeito?

    Ficam decisões, a nível superior e comprovadas documentalmente, de um extermínio global falhado que, por incompetência, possa ter redundado em milhões de sobreviventes? Não ficam.

    Ficam câmaras de gás homicidas ou meios industriais de genocídio? Não ficam.

    Fica o desaparecimento de um número de judeus conciliável com os milhões da fábula, determinado por algum meio demográfico ou de extrapolação estatística? Não fica.

    O que fica é esta nova sugestão de definição que passo a apresentar.

    HOLOCAUSTO HISTÓRICO: O que é o Holocausto histórico (com qualificativo e maiúscula, e sem aspas)? É o processo propagandístico iniciado durante a Segunda Guerra Mundial, e incessantemente prosseguido até hoje, através do qual:

    1) As potências aliadas vitoriosas no infame descalabro civilizacional que se designa por Segunda Guerra Mundial justificaram, e procuram continuar a justificar, os seus crimes abomináveis (verificados sobretudo entre 1943 e 1948) contra um inimigo ainda hoje perseguido sem a mais ténue hipótese de defesa, crimes esses semelhantes aos cometidos por todas as partes em conflito, sem excepção.

    2) Os judeus sionistas conseguiram fundar o estado de Israel, concretizando a sua empresa histórica de espoliação dos palestinianos, que prossegue graças ao seu domínio da opinião pública mundial através de uma nova religião de matriz judaica para consumo comum de judeus e gentios (sobretudo daqueles cristãos para quem a constante auto-humilhação masoquista é um prazer pelo menos tão grande como o da sua inflicção para o crente judeu).

    3) Miríades de judeus (e compagnons de route) fizeram, fazem, e esperam continuar a fazer para sempre, fortunas à custa de fábulas, anedotas e outras historietas tão ridículas que precisam de leis censórias que as protejam dos investigadores revisionistas, apesar da quase completa ausência de meios de expressão destes últimos e do clima de terrorismo intelectual que se exerce sobre a totalidade dos historiadores que, mesmo antes da instauração das censuras oficiais, sabiam muito bem que o exame objectivo do pretenso «Holocausto» não conduzia ao avanço das suas carreiras, dado o poder judeu sobre as instituições culturais e os media ocidentais.

  28. 28 28  Rouxinol

    “Esta é a altura que se abana com a cabeça a dizer que sim, se olha para o lado para mostrar o enfado e espera-se que conversa acabe depressa.” Daniel Oliveira

    Não vale a pena tentares atravessar essa discussão aqui outra vez. Já se sabe que a ciência deixa de ser ciência, quando se fala no Holocausto. A matemática e a demografia passam a ser crime.
    As pessoas ficam com tanto medo que as outras pensem que estamos a reabilitar o racismo e o anti-judaísmo por tentarmos apurar os factos, que preferem “esperar que a conversa acabe”. Não as censuro, a vida está difícil e nem todos nos podemos dar ao luxo de dizer o que pensamos.

  29. 29 29  JV

    Considero dizer que alguém usa de métodos fascistas um insulto. Para si não é?

    Seria um insulto, mas no caso trata-se de facto objectivo. As votações foram de facto falseadas, e isso é um expediente fascista.
    Quanto ao resto, lamento, mas não fui em quem lho disse: há muitas Marias na Terra, e essa deve ter-lhe sido dita pelo mesmo JV que dizia opor-se a que fosse o Estado a definir o salário mínimo, ou coisa que o valha.
    Todavia,se o DO não quer proibir nada, ainda não me respondeu à primeira pergunta que lhe fiz: já propôs aos deputados do Bloco que proponham a legalização de partidos fascistas?

  30. 30 30  JV

    Considero dizer que alguém usa de métodos fascistas um insulto. Para si não é?

    É. Mas não tem razão para ficar ofendido: a votação do Eixo o Mal foi falseada - isso constitui facto objectivo, e há provas. Ora, falsear votações é um expediente fascista: e o DO, demitiu-se do programa em razão disso? Creio que não…
    Quanto ao resto, lamento desapontá-lo, mas não fui eu quem lho disse. Ele há muitas Marias na Terra, e quem disse isso deve ter sido o outro JV que por aí andou (um que chegou a alvitrar que o Estado não tinha direito de estipular um salário mínimo). Mas enfim, se o DO não quer proibir nada, responda à primeira pergunta que lhe fiz: já propôs aos deputados do seu partido que façam um projecto-lei visando legalizar a criação de partidos fascistas?

  31. 31 31  Daniel Oliveira

    JV, Folgo em saber que resolveu não responder à sua contradição.

  32. 32 32  JV

    Mas qual contradição, Daniel? Não fui quem disse o que citou: lamento muito, mas não vou aceitar que me impute a imbecilidade de outros só para o deixar contente… E se você folga, eu tenho pena que não responda ao que já lhe perguntei, salvo erro, quatro vezes.

  33. 33 33  Pedro Marinho

    Só espero que o Salazar ganhe. Pode ser que as pessoas começem a procurar um novo rumo, porque a vermelhidão do 25 de Abril, já deu. Uma nomenculatura que nos suga até ao mais intímo de nós, que no fim do mês nos leva em descontos uma boa fatia do ordenado, uma nomenculatura que nos tira a saúde, que nos tira o privilégio de sermos portugueses. Por isso espero que o Salazar ganhe e que as pessoas finalmente abram os olhos para uma mediocridade que já tem 30 anos.

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