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	<title>Comentários em: Contra a censura</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 02:22:54 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Pedro Marinho</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/contra-a-censura/#comment-8297</link>
		<dc:creator>Pedro Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2007 19:56:54 +0000</pubDate>
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		<description>Só espero que o Salazar ganhe. Pode ser que as pessoas começem a procurar um novo rumo, porque a vermelhidão do 25 de Abril, já deu. Uma  nomenculatura que nos suga até ao mais intímo de nós, que no fim do mês nos leva em descontos uma boa fatia do ordenado, uma nomenculatura que nos tira a saúde, que nos tira o privilégio de sermos portugueses. Por isso espero que o Salazar ganhe e que as pessoas finalmente abram os olhos para uma mediocridade que já tem 30 anos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só espero que o Salazar ganhe. Pode ser que as pessoas começem a procurar um novo rumo, porque a vermelhidão do 25 de Abril, já deu. Uma  nomenculatura que nos suga até ao mais intímo de nós, que no fim do mês nos leva em descontos uma boa fatia do ordenado, uma nomenculatura que nos tira a saúde, que nos tira o privilégio de sermos portugueses. Por isso espero que o Salazar ganhe e que as pessoas finalmente abram os olhos para uma mediocridade que já tem 30 anos.</p>
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		<title>Por: JV</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/contra-a-censura/#comment-8298</link>
		<dc:creator>JV</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 15:56:45 +0000</pubDate>
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		<description>Mas qual contradição, Daniel? Não fui quem disse o que citou: lamento muito, mas não vou aceitar que me impute a imbecilidade de outros só para o deixar contente... E se você folga, eu tenho pena que não responda ao que já lhe perguntei, salvo erro, quatro vezes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas qual contradição, Daniel? Não fui quem disse o que citou: lamento muito, mas não vou aceitar que me impute a imbecilidade de outros só para o deixar contente&#8230; E se você folga, eu tenho pena que não responda ao que já lhe perguntei, salvo erro, quatro vezes.</p>
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		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/contra-a-censura/#comment-8299</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 12:55:31 +0000</pubDate>
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		<description>JV, Folgo em saber que resolveu não responder à sua contradição.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JV, Folgo em saber que resolveu não responder à sua contradição.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: JV</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/contra-a-censura/#comment-8300</link>
		<dc:creator>JV</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 10:27:14 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;Considero dizer que alguém usa de métodos fascistas um insulto. Para si não é?&lt;/i&gt;

É. Mas não tem razão para ficar ofendido: a votação do Eixo o Mal foi falseada - isso constitui facto objectivo, e há provas. Ora, falsear votações é um expediente fascista: e o DO, demitiu-se do programa em razão disso? Creio que não...
Quanto ao resto, lamento desapontá-lo, mas não fui eu quem lho disse. Ele há muitas Marias na Terra, e quem disse isso deve ter sido o outro JV que por aí andou (um que chegou a alvitrar que o Estado não tinha direito de estipular um salário mínimo). Mas enfim, se o DO não quer proibir nada, responda à primeira pergunta que lhe fiz: já propôs aos deputados do seu partido que façam um projecto-lei visando legalizar a criação de partidos fascistas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>Considero dizer que alguém usa de métodos fascistas um insulto. Para si não é?</i></p>
<p>É. Mas não tem razão para ficar ofendido: a votação do Eixo o Mal foi falseada - isso constitui facto objectivo, e há provas. Ora, falsear votações é um expediente fascista: e o DO, demitiu-se do programa em razão disso? Creio que não&#8230;<br />
Quanto ao resto, lamento desapontá-lo, mas não fui eu quem lho disse. Ele há muitas Marias na Terra, e quem disse isso deve ter sido o outro JV que por aí andou (um que chegou a alvitrar que o Estado não tinha direito de estipular um salário mínimo). Mas enfim, se o DO não quer proibir nada, responda à primeira pergunta que lhe fiz: já propôs aos deputados do seu partido que façam um projecto-lei visando legalizar a criação de partidos fascistas?</p>
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	<item>
		<title>Por: JV</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/contra-a-censura/#comment-8301</link>
		<dc:creator>JV</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 10:23:35 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;Considero dizer que alguém usa de métodos fascistas um insulto. Para si não é?&lt;/i&gt;

Seria um insulto, mas no caso trata-se de facto objectivo. As votações foram &lt;i&gt;de facto&lt;/i&gt; falseadas, e isso é um expediente fascista.
Quanto ao resto, lamento, mas não fui em quem lho disse: há muitas Marias na Terra, e essa deve ter-lhe sido dita pelo mesmo JV que dizia opor-se a que fosse o Estado a definir o salário mínimo, ou coisa que o valha.
Todavia,se o DO não quer proibir nada, ainda não me respondeu à primeira pergunta que lhe fiz: já propôs aos deputados do Bloco que proponham a legalização de partidos fascistas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>Considero dizer que alguém usa de métodos fascistas um insulto. Para si não é?</i></p>
<p>Seria um insulto, mas no caso trata-se de facto objectivo. As votações foram <i>de facto</i> falseadas, e isso é um expediente fascista.<br />
Quanto ao resto, lamento, mas não fui em quem lho disse: há muitas Marias na Terra, e essa deve ter-lhe sido dita pelo mesmo JV que dizia opor-se a que fosse o Estado a definir o salário mínimo, ou coisa que o valha.<br />
Todavia,se o DO não quer proibir nada, ainda não me respondeu à primeira pergunta que lhe fiz: já propôs aos deputados do Bloco que proponham a legalização de partidos fascistas?</p>
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	<item>
		<title>Por: Rouxinol</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/contra-a-censura/#comment-8302</link>
		<dc:creator>Rouxinol</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 03:18:24 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;"Esta é a altura que se abana com a cabeça a dizer que sim, se olha para o lado para mostrar o enfado e espera-se que conversa acabe depressa."&lt;/i&gt; Daniel Oliveira

Não vale a pena tentares atravessar essa discussão aqui outra vez. Já se sabe que a ciência deixa de ser ciência, quando se fala no Holocausto. A matemática e a demografia passam a ser crime.
As pessoas ficam com tanto medo que as outras pensem que estamos a reabilitar o racismo e o anti-judaísmo por tentarmos apurar os factos, que preferem "esperar que a conversa acabe". Não as censuro, a vida está difícil e nem todos nos podemos dar ao luxo de dizer o que pensamos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Esta é a altura que se abana com a cabeça a dizer que sim, se olha para o lado para mostrar o enfado e espera-se que conversa acabe depressa.&#8221;</i> Daniel Oliveira</p>
<p>Não vale a pena tentares atravessar essa discussão aqui outra vez. Já se sabe que a ciência deixa de ser ciência, quando se fala no Holocausto. A matemática e a demografia passam a ser crime.<br />
As pessoas ficam com tanto medo que as outras pensem que estamos a reabilitar o racismo e o anti-judaísmo por tentarmos apurar os factos, que preferem &#8220;esperar que a conversa acabe&#8221;. Não as censuro, a vida está difícil e nem todos nos podemos dar ao luxo de dizer o que pensamos.</p>
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		<title>Por: Pedro Botelho</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/contra-a-censura/#comment-8303</link>
		<dc:creator>Pedro Botelho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 02:21:26 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;Daniel Oliveira: «ou acha que o sofrimento de uns merece mais respeito do que o de outros»&lt;/b&gt;

Mas então não é essa a sua definição do «Holocausto»?

Talvez não. Não digo que seja. Vejamos algumas definições para ajudar a assentar ideias:

&lt;b&gt;HOLOCAUSTO: O que é &lt;i&gt;o «Holocausto»&lt;/i&gt;? É a suposta tentativa deliberada de extermínio total dos judeus pelos alemães, processada em segredo através de armas de destruição maçica chamadas «câmaras de gás», sem planeamento central detalhado para além de subreptícias palavras codificadas e piscadelas de olho em almoços de trabalho, na esperança de que a prévia existência histórica de toda uma raça misteriosamente desaparecida fosse rapidamente esquecida e ninguém desse pelo monumental crime («o maior crime da História» como todo o habitante do planeta que não viva isolado na encosta mais inacessível da Nova Guiné continua a ter oportunidade de ouvir pelo menos três vezes por dia, 60 anos depois dos supostos acontecimentos).&lt;/b&gt;

Por exemplo:

-- Se Hitler gaseou em segredo um judeu no seu apartamento de Munique, isso é um homicídio, mas não é o «Holocausto».

-- Se um Einsatzgruppe massacrou uma aldeia de judeus durante a guerra da retaguarda contra os &lt;i&gt;partisans&lt;/i&gt;, isso é um crime de guerra, mas não é o «Holocausto».

-- Se no decurso da maior guerra da História, os judeus (como os nipo-americanos ou os alemães do Volga), sofreram violências, confiscações de bens e deportações, isso é uma consequência da supostamente mais virtuosa, e certamente mais festejada, guerra de sempre, mas não é o «Holocausto».

-- Se nos campos alemães de concentração ou trabalho forçado morreram muitos judeus de tifo veiculado por piolhos, apesar das câmaras de gás para desinfestação construídas pelos mesmos alemães para os combater, isso é um resultado de epidemias não desejadas, mas não é o «Holocausto».

-- Se nos últimos meses de guerra, num país em situação catastrófica, destruído por incessantes bombardeamentos aéreos terroristas, as condições nos campos se degradaram em extremo e daí resultou um grande número de mortos (que não só continuou a verificar-se durante as primeiras semanas posteriores à libertação, mas até aumentou catastroficamente, como em Dachau), apesar de apelos de comandantes desses campos aos seus superiores impotentes para deter a catástrofe (ver os apelos desesperados do comandante Kramer do campo de Bergen-Belsen, de onde provém a quase totalidade das fotografias dos «esqueletos humanos»), isso é um resultado da guerra &lt;i&gt;à outrance&lt;/i&gt; sem possibilidade de armistício ou rendição condicional de uma das partes, mas não é o «Holocausto».

Retomemos as definições, na esperança de que algum dia se consiga patentear aos ideólogos emprenhados pelos ouvidos que não se consegue falar de nada se não se procurar falar de alguma coisa.

O debate sobre o «Holocausto» não se processa em termos de mais ou menos 6 milhões, mas sim em termos dos mágicos 6 milhões definidores do culto (que vem de trás) contra os prováveis números reais de &lt;i&gt;200 a 500 mil mortos&lt;/i&gt; nos campos e guetos (sobretudo nos parcialmente industriais como os de Auschwitz e de Maly-Trostinets). Esse número constitui uma parte importante do número total de mortos judeus de todas as causas devidos à Segunda Guerra Mundial, que, incluindo as baixas judaicas no seio dos exércitos aliados regulares e irregulares (importantes sobretudo na frente Leste), não excede provavelmente &lt;i&gt;um milhão&lt;/i&gt;.

O que fica então do «Holocausto» para se poder dizer que ele «aconteceu» em toda a sua magnificência ontológica, mas que os números e os factos históricos rigorosos -- sejam eles quais forem -- tanto devem fazer como ter feito ao perfeito imbecil satisfeito?

Ficam decisões, a nível superior e comprovadas documentalmente, de um extermínio global falhado que, por incompetência, possa ter redundado em milhões de sobreviventes? Não ficam.

Ficam câmaras de gás homicidas ou meios industriais de genocídio? Não ficam.

Fica o desaparecimento de um número de judeus conciliável com os milhões da fábula, determinado por algum meio demográfico ou de extrapolação estatística? Não fica.

O que fica é esta nova sugestão de definição que passo a apresentar.

&lt;b&gt; HOLOCAUSTO HISTÓRICO: O que é o &lt;i&gt;Holocausto histórico&lt;/i&gt; (com qualificativo e maiúscula, e sem aspas)? É o processo propagandístico iniciado durante a Segunda Guerra Mundial, e incessantemente prosseguido até hoje, através do qual:

1) As potências aliadas vitoriosas no infame descalabro civilizacional que se designa por Segunda Guerra Mundial justificaram, e procuram continuar a justificar, os seus crimes abomináveis (verificados sobretudo entre 1943 e 1948) contra um inimigo ainda hoje perseguido sem a mais ténue hipótese de defesa, crimes esses semelhantes aos cometidos por todas as partes em conflito, sem excepção.

2) Os judeus sionistas conseguiram fundar o estado de Israel, concretizando a sua empresa histórica de espoliação dos palestinianos, que prossegue graças ao seu domínio da opinião pública mundial através de uma nova religião de matriz judaica para consumo comum de judeus e gentios (sobretudo daqueles cristãos para quem a constante auto-humilhação masoquista é um prazer pelo menos tão grande como o da sua inflicção para o crente judeu).

3) Miríades de judeus (e &lt;i&gt;compagnons de route&lt;/i&gt;) fizeram, fazem, e esperam continuar a fazer para sempre, fortunas à custa de fábulas, anedotas e outras historietas tão ridículas que precisam de leis censórias que as protejam dos investigadores revisionistas, apesar da quase completa ausência de meios de expressão destes últimos e do clima de terrorismo intelectual que se exerce sobre a totalidade dos historiadores que, mesmo antes da instauração das censuras oficiais, sabiam muito bem que o exame objectivo do pretenso «Holocausto» não conduzia ao avanço das suas carreiras, dado o poder judeu sobre as instituições culturais e os media ocidentais.&lt;/b&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>Daniel Oliveira: «ou acha que o sofrimento de uns merece mais respeito do que o de outros»</b></p>
<p>Mas então não é essa a sua definição do «Holocausto»?</p>
<p>Talvez não. Não digo que seja. Vejamos algumas definições para ajudar a assentar ideias:</p>
<p><b>HOLOCAUSTO: O que é <i>o «Holocausto»</i>? É a suposta tentativa deliberada de extermínio total dos judeus pelos alemães, processada em segredo através de armas de destruição maçica chamadas «câmaras de gás», sem planeamento central detalhado para além de subreptícias palavras codificadas e piscadelas de olho em almoços de trabalho, na esperança de que a prévia existência histórica de toda uma raça misteriosamente desaparecida fosse rapidamente esquecida e ninguém desse pelo monumental crime («o maior crime da História» como todo o habitante do planeta que não viva isolado na encosta mais inacessível da Nova Guiné continua a ter oportunidade de ouvir pelo menos três vezes por dia, 60 anos depois dos supostos acontecimentos).</b></p>
<p>Por exemplo:</p>
<p>&#8211; Se Hitler gaseou em segredo um judeu no seu apartamento de Munique, isso é um homicídio, mas não é o «Holocausto».</p>
<p>&#8211; Se um Einsatzgruppe massacrou uma aldeia de judeus durante a guerra da retaguarda contra os <i>partisans</i>, isso é um crime de guerra, mas não é o «Holocausto».</p>
<p>&#8211; Se no decurso da maior guerra da História, os judeus (como os nipo-americanos ou os alemães do Volga), sofreram violências, confiscações de bens e deportações, isso é uma consequência da supostamente mais virtuosa, e certamente mais festejada, guerra de sempre, mas não é o «Holocausto».</p>
<p>&#8211; Se nos campos alemães de concentração ou trabalho forçado morreram muitos judeus de tifo veiculado por piolhos, apesar das câmaras de gás para desinfestação construídas pelos mesmos alemães para os combater, isso é um resultado de epidemias não desejadas, mas não é o «Holocausto».</p>
<p>&#8211; Se nos últimos meses de guerra, num país em situação catastrófica, destruído por incessantes bombardeamentos aéreos terroristas, as condições nos campos se degradaram em extremo e daí resultou um grande número de mortos (que não só continuou a verificar-se durante as primeiras semanas posteriores à libertação, mas até aumentou catastroficamente, como em Dachau), apesar de apelos de comandantes desses campos aos seus superiores impotentes para deter a catástrofe (ver os apelos desesperados do comandante Kramer do campo de Bergen-Belsen, de onde provém a quase totalidade das fotografias dos «esqueletos humanos»), isso é um resultado da guerra <i>à outrance</i> sem possibilidade de armistício ou rendição condicional de uma das partes, mas não é o «Holocausto».</p>
<p>Retomemos as definições, na esperança de que algum dia se consiga patentear aos ideólogos emprenhados pelos ouvidos que não se consegue falar de nada se não se procurar falar de alguma coisa.</p>
<p>O debate sobre o «Holocausto» não se processa em termos de mais ou menos 6 milhões, mas sim em termos dos mágicos 6 milhões definidores do culto (que vem de trás) contra os prováveis números reais de <i>200 a 500 mil mortos</i> nos campos e guetos (sobretudo nos parcialmente industriais como os de Auschwitz e de Maly-Trostinets). Esse número constitui uma parte importante do número total de mortos judeus de todas as causas devidos à Segunda Guerra Mundial, que, incluindo as baixas judaicas no seio dos exércitos aliados regulares e irregulares (importantes sobretudo na frente Leste), não excede provavelmente <i>um milhão</i>.</p>
<p>O que fica então do «Holocausto» para se poder dizer que ele «aconteceu» em toda a sua magnificência ontológica, mas que os números e os factos históricos rigorosos &#8212; sejam eles quais forem &#8212; tanto devem fazer como ter feito ao perfeito imbecil satisfeito?</p>
<p>Ficam decisões, a nível superior e comprovadas documentalmente, de um extermínio global falhado que, por incompetência, possa ter redundado em milhões de sobreviventes? Não ficam.</p>
<p>Ficam câmaras de gás homicidas ou meios industriais de genocídio? Não ficam.</p>
<p>Fica o desaparecimento de um número de judeus conciliável com os milhões da fábula, determinado por algum meio demográfico ou de extrapolação estatística? Não fica.</p>
<p>O que fica é esta nova sugestão de definição que passo a apresentar.</p>
<p><b> HOLOCAUSTO HISTÓRICO: O que é o <i>Holocausto histórico</i> (com qualificativo e maiúscula, e sem aspas)? É o processo propagandístico iniciado durante a Segunda Guerra Mundial, e incessantemente prosseguido até hoje, através do qual:</p>
<p>1) As potências aliadas vitoriosas no infame descalabro civilizacional que se designa por Segunda Guerra Mundial justificaram, e procuram continuar a justificar, os seus crimes abomináveis (verificados sobretudo entre 1943 e 1948) contra um inimigo ainda hoje perseguido sem a mais ténue hipótese de defesa, crimes esses semelhantes aos cometidos por todas as partes em conflito, sem excepção.</p>
<p>2) Os judeus sionistas conseguiram fundar o estado de Israel, concretizando a sua empresa histórica de espoliação dos palestinianos, que prossegue graças ao seu domínio da opinião pública mundial através de uma nova religião de matriz judaica para consumo comum de judeus e gentios (sobretudo daqueles cristãos para quem a constante auto-humilhação masoquista é um prazer pelo menos tão grande como o da sua inflicção para o crente judeu).</p>
<p>3) Miríades de judeus (e <i>compagnons de route</i>) fizeram, fazem, e esperam continuar a fazer para sempre, fortunas à custa de fábulas, anedotas e outras historietas tão ridículas que precisam de leis censórias que as protejam dos investigadores revisionistas, apesar da quase completa ausência de meios de expressão destes últimos e do clima de terrorismo intelectual que se exerce sobre a totalidade dos historiadores que, mesmo antes da instauração das censuras oficiais, sabiam muito bem que o exame objectivo do pretenso «Holocausto» não conduzia ao avanço das suas carreiras, dado o poder judeu sobre as instituições culturais e os media ocidentais.</b></p>
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	<item>
		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/contra-a-censura/#comment-8304</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 01:51:40 +0000</pubDate>
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		<description>JV,

«Faz gala de se proclamar anti-fascista: no entanto, se usam as mesmas práticas do fascismo, que moral têm vocês para falar?»

Considero dizer que alguém usa de métodos fascistas um insulto. Para si não é?

Já agora, para vemos a sua coerência: escreveu o meu caro JV, aqui neste mesmo blogue, há uns meses, sobre a proibição francesa de negar a morte dos arménios, quando me insurgi contra delitos de opinião:

«É mera questão de respeito pelos Arménios que foram trucidados pelos turcos proibir que se negue este horror; é mero respeito pelos Judeus trucidados pela extrema-direita Nazi não permitir que se negue Auschwitz; é mera questão de respeito pelos dissidentes soviéticos proibir a negação dos Gulags, etc.»

O que escreve agora?

«Estabelecer que determinada opinião não pode ser expressa tem outro nome que não seja censura?»

Em que ficamos? É que eu, ao contrário de si, não quero proibir nada. Só não queria que fosse a televisão pública a patrocinar e produzir a mentira. Já o senhor, aplaude nuns casos a criminalização da opinião (uma opinião ou disparatada ou bárbara, no caso), mas perante a minha critica a um documentário chama-me censor. Ou gosta apenas de me contrariar ou é conforme para o lado para que dorme ou acha que o sofrimento de uns merece mais respeito do que o de outros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JV,</p>
<p>«Faz gala de se proclamar anti-fascista: no entanto, se usam as mesmas práticas do fascismo, que moral têm vocês para falar?»</p>
<p>Considero dizer que alguém usa de métodos fascistas um insulto. Para si não é?</p>
<p>Já agora, para vemos a sua coerência: escreveu o meu caro JV, aqui neste mesmo blogue, há uns meses, sobre a proibição francesa de negar a morte dos arménios, quando me insurgi contra delitos de opinião:</p>
<p>«É mera questão de respeito pelos Arménios que foram trucidados pelos turcos proibir que se negue este horror; é mero respeito pelos Judeus trucidados pela extrema-direita Nazi não permitir que se negue Auschwitz; é mera questão de respeito pelos dissidentes soviéticos proibir a negação dos Gulags, etc.»</p>
<p>O que escreve agora?</p>
<p>«Estabelecer que determinada opinião não pode ser expressa tem outro nome que não seja censura?»</p>
<p>Em que ficamos? É que eu, ao contrário de si, não quero proibir nada. Só não queria que fosse a televisão pública a patrocinar e produzir a mentira. Já o senhor, aplaude nuns casos a criminalização da opinião (uma opinião ou disparatada ou bárbara, no caso), mas perante a minha critica a um documentário chama-me censor. Ou gosta apenas de me contrariar ou é conforme para o lado para que dorme ou acha que o sofrimento de uns merece mais respeito do que o de outros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JV</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/contra-a-censura/#comment-8305</link>
		<dc:creator>JV</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2007 23:30:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/uncategorized/contra-a-censura/#comment-8305</guid>
		<description>Como é, Daniel? Vai dizer onde o insultei, ou isso foi uma calúnia?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como é, Daniel? Vai dizer onde o insultei, ou isso foi uma calúnia?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: priolo</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/contra-a-censura/#comment-8306</link>
		<dc:creator>priolo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2007 23:25:05 +0000</pubDate>
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		<description>Isto é um disparate pegado.

Toda a gente sabe que as pirâmides não foram construídas pela humanidade, mas sim compradas a Marte por um antepassado de Alberto João Jardim.

Também o fogo nunca foi descoberto, é sim uma invenção, por sinal panteteada, de um outro antepassado do mesmíssimo Alberto João Jardim.

Já os Descobrimentos nunca existiram, tendo sido a revelação dos caminhos para a Índia, Brasis e Europas revelados ao mundo por um terceiro antepassado do Alberto João Jardim.

E quem disse que o Espaço foi conquistado, caraças? Foi apenas uma cedência graciosa à humanidade de um quarto antepassado, curiosamente também de Alberto João Jardim.

E, finalmente, o Holocausto só existiu dada a tenra idade do próprio Alberto João Jardim na altura dos funestos acontecimentos, caso contrário, Hitler e toda aquele cambada de gajos do contnente tinha apanhado com uns valentes tabefes além dumas crónicas num conhecido jornal madeirense.

E se pensam que isto que digo é disparate, por favor atentem às últimas citações shakespeareanas de Alberto João e adiantem uma explicação racional alternativa.

Para concluir, é revoltante que a escolha do maior líder do século vinte esteja reduzida a protagonistas da 2ª guerra mundial. Compreendo que não esteja representado Alberto João Jardim, até para não retirar interesse e credibilidade à competição, mas... nem um treinador do Marítimo ao menos?!

Vê-se mesmo que DO é do contnente...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto é um disparate pegado.</p>
<p>Toda a gente sabe que as pirâmides não foram construídas pela humanidade, mas sim compradas a Marte por um antepassado de Alberto João Jardim.</p>
<p>Também o fogo nunca foi descoberto, é sim uma invenção, por sinal panteteada, de um outro antepassado do mesmíssimo Alberto João Jardim.</p>
<p>Já os Descobrimentos nunca existiram, tendo sido a revelação dos caminhos para a Índia, Brasis e Europas revelados ao mundo por um terceiro antepassado do Alberto João Jardim.</p>
<p>E quem disse que o Espaço foi conquistado, caraças? Foi apenas uma cedência graciosa à humanidade de um quarto antepassado, curiosamente também de Alberto João Jardim.</p>
<p>E, finalmente, o Holocausto só existiu dada a tenra idade do próprio Alberto João Jardim na altura dos funestos acontecimentos, caso contrário, Hitler e toda aquele cambada de gajos do contnente tinha apanhado com uns valentes tabefes além dumas crónicas num conhecido jornal madeirense.</p>
<p>E se pensam que isto que digo é disparate, por favor atentem às últimas citações shakespeareanas de Alberto João e adiantem uma explicação racional alternativa.</p>
<p>Para concluir, é revoltante que a escolha do maior líder do século vinte esteja reduzida a protagonistas da 2ª guerra mundial. Compreendo que não esteja representado Alberto João Jardim, até para não retirar interesse e credibilidade à competição, mas&#8230; nem um treinador do Marítimo ao menos?!</p>
<p>Vê-se mesmo que DO é do contnente&#8230;</p>
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