Por Daniel Oliveira
Há televisões que têm correspondentes em Israel. A SIC tem um correspondente de Israel. Cymerman não falha. Pouco interessa que haja uma invasão de Gaza e que por lá já tenham morrido, em 10 dias, meio milhar de pessoas. Ele compra a agenda do governo israelita sem se deixar influenciar pelos acontecimentos.
92 comentários 5 Jan 09 em Sem categoria



É verdade.
Hoje na TVI aquele senhor que lê as notícias perguntou ao correspondente se “aquele guerra não era uma desgraça que não levava a parte nenhuma e se o povo de Israel blah blah blah”.
E então o correspondente, que deve ser familiar deste que tantos engulhos faz aqui ao senhor Daniel Oliveira, respondeu que o apoio a esta guerra pelo povo é esmagador.
Dentro desta desgraça foi um momento hilariante.
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os “soldados” dos Media são tão ou mais importantes que os de carne para canhão que andam fardados no terreno. “Jornalista” que aceite colaborar com meios de desinformação grosseiros, mentirosos e infames não deviam usar essa (antigamente) prestigiada designação.
Agora deram-lhe para explicar como é que o Hamas fabrica perigosissimos rockets na cozinha como se fossem crepes suzette flamejados. Ora a gente gostava é que nos explicassem como é que a General Motors (que agora se faz crer estar praticamente falida) se converteu no 4º maior fornecedor de armamento para o complexo industrial militar.
Mas essa zona já não é abrangida pelo jornalismo. Senão lá se vai o emprego.
Ele há com cada tanga
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Há quem não tivesse gostado de ver cassete vídeo do Hamas em que se vêem os “heróis” de cara tapada a produzir os mísseis, os tais túneis onde passam armas em vez de comida, já que são tão carenciados e os disparos em direcção a Israel.
Ora, comunicação social isenta é aquela que está em Gaza e que só por mero acaso, só mostra imagens de crianças a chegar aos hospitais. Se estão a morrer militantes do Hamas a comunicação social isenta que está em Gaza não consegue captar nenhuma imagem deles a chegar aos hospitais ou está a haver censura por parte do Hamas.
Agora a culpa é do Henrique Cymerman, que já fez ene reportagens até com elementos do Hamas noutras alturas.
A cassete vídeo desmascara a demagogia duma certa esquerda na Europa e por isso elas são tão incómodas.
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Cada vez há mais mercenários em todas as profissões.
Boa noite, abraço.
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Cheira-me que o Obama vai ser semelhante ao Bush em muitas coisas. Será que vai mudar apenas o necessário para que tudo fique na mesma? Passei eu noites em claro inspirado e esperançado, mais valia ter ido dormir, podia ter tido algum sonho melhor.
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Os escravos não se submetem. Roubados na terra, na água, electricidade e gás, além da liberdade, não se submetem nos seus guetos. Os gazeanos, população mais densa no mundo, a viver sob as ordens dos esbirros judeus, que os sujeitam à média diária de 1.20€ por cabeça, não se submetem e não desistem de acusar os invasores esclavagistas, teimando que podem morrer, mas que hão-de lutar, à pedra e ao que seja, contra os calhões da besta. E é grande lição, neste século XXI, a desses massacrados de Gaza, que o mundo, na voz dos Cymermans e Márcias da 1, além da Condolezza e do Bush, teimam que ainda hão-de submeter-se.
E Israel já é o país mais odioso da terra, depois dos States-eheheh.
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http://bandeiranegra1.wordpress.com/2009/01/05/respeitosamente-ide-vos-fornicar-e-com-voces-a-vossa-vidinha-de-pes-rapados-a-fazer-de-gente/
Xatoo: já me fez rir. Acredite que é raro. Lapidar.
Boa noite.
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Daniel: o Sr. Cymerman é jornalista, como penso que também você é. Obviamente, por serem colegas não devem ter a mesma opinião. Obviamente, que, enquanto jornalista, o Sr. Cymerman deve relegar para segundíssimo plano a sua opinião. Certamente merece, contudo, o benefício da dúvida.
Claramente, não isentas são as suas opiniões sobre a guerra e sobre o seu colega em questão. Mas, o Daniel não está aqui como jornalista está como “analista”. É mais confortável. Não consigo é deixar de o imaginar a si na posição dele…
É que as análises são mais interessantes e inteligentes quando conseguimos – bem sei que não é possível faze-lo na totalidade – tirar os nossos óculos e despirmo-nos de preconceitos.
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Os carcereiros preparam-se para massacrar os detidos nos campos de concentração,com mais prisioneiros do mundo.
Depois de um levantamento contra as condições dos campos onde vivem cativos.
É uma vergonha para a humanidade que tenta desculpar esta realidade.
E para mim que sou Portugues um choque a reação de uma grande maioria do povo do meu país, que acaba por explicar porque nunca seremos uma nação prospera.
jojoratazana
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Convérm relembrar que iSSrael proibe TODOS os media de entrarem em Gaza, desobedecendo expressamente a uma ordem o Tribunal Supremo que anulava essa decisão. Se o mundo pudesse ver em directo os horrores suportados pelos palestinianos, a guerra acabaria imediatamente…
Silêncio, em Gaza massacra-se…e isso é muito feio para um telejornal…
O sionista Cymerman faz o seu trabalho de sabujo com tanto mais eficiência quanto, de vez em quando, até dá o microfone à outra parte (em questões anódinas, é claro…)
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O Daniel OLiveira todo se arrenega por alguns jornalistas não comprarem a sua agenda sectária.
O facto de ele a considerar a “boa” agenda”, diz bem do pequeno Robespierre que ronrona, cada vez mais ruidosamente, naquele peito inflamado pelo amor à “causa palestiniana”, de resto na razão inversa do ódiozinho aos judeus, perdão aos “sionistas”.
Mandasse o Daniel OLiveira e teríamos aí um Ministério da Verdade, para nos educar sobre as “boas” agendas: as dele.
By the way, na Bolívia, Morales vai lançar uma televisão e um jornal com “boas” agendas, com o apoio do Irão e da Venezuela.
A propósito, DO, quem pagou a sua deslocação ao Hamastão, aqui há uns tempos?
Não me diga que foi do seu bolso, porque é falso….
Que agenda era a sua? E a de quem lhe subsidiou a excursão?
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Ó Xatoo cada vez que te sacodes é pulgas por todo o lado. Vou mas é pirar-me daqui.
P.S.: ó pá, o teu blog é intragável, tu vives onde, na idade da pedra?
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O Cymerman pareceu-me, apesar de tudo, sensível ao drama. Posso estar enganada, mas foi o que me pareceu. Afinal, ele tem efectuado óptimas reportagens nos dois lados da fronteira e sempre revelou isenção jornalística e um grande profissionalismo.
Já a orientação dominante da Sic, não sei… parece-me claramente pró-Israel, a começar nos analistas e comentadores.
Cumprimentos. Ana
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Espantoso. Basta um jornalista que tenha um pouco de isenção e o Daniel já não gosta. Pallywood é que é bom.
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http://www.petitiononline.com/semsem/petition.html
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-O sr Henrique Cymerman deveria merecer bastante mais respeito a todos .
Por muitas e variadas razões, talvez a principal das quais seja a de se encontrar num meio dos mais perigosos que existem no mundo neste momento para dar as noticias num fundo de guerra a que poucos se arriscam.
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A concepção típicamente sionista, é a do egocentrismo comunitarista. O judeu, na perspectiva sionista, é sempre a favor do judeu, tenha ele ou não razão, seja ele o perseguido e massacrado ou o carrasco e ocupante. O direito e a moral estão ausentes deste pronunciamento. Apoia-se o judeu porque ele é judeu. Só por isso. E rouba-se a terra do outro só porque se tem a força para o fazer, o que não dá resposta satisfatória a esta questão: e se a força mudar ?
Ora isso é profundamente racista e incompatível com a idiossincrasia europeia. Na nossa cultura política pós-45, todos os povos do mundo são iguais e os conflitos resolvem-se tomando por referência normas ético-jurídicas universalizáveis (que possam ser reconhecidas como justas por todos), segundo a lição de Kant. O europeu da UE (culto e não cretino, ça va de soi) é assim pró-judeu, não sistematicamente, mas apenas quando o judeu é vitima de discriminação e genocídio, e anti-sionista quando o sionismo oprime, massacra e ocupa. Só assim há coerência e justiça. Não vivemos num mundo de aliados e inimigos imutáveis, ao sabor de alianças baseadas, não no direito, mas num prescrito estado de necessidade pré-45. É isso que o poder sionista e o seu lacaio buhista esquecem, perfilhando o unilateralismo e a irrelevância do direito internacional, e com isso fazendo perigar a paz do mundo, já que o unilateralismo legitima o unilateralismo oposto e nem sempre o que parece mais forte o é…
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Há quem o acuse de ser judeu.
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Agora já percebemos. A não gosta dos States… e porque não gosta dos States, não gosta de Israel… e porque não gosta dos States gosta da al-Qaeda… e porque não gosta dos States deve ter adorado o que aconteceu às Torres Gémeas. O Daniel, bastante mais moderado, mas pensa da mesma forma.
Mas é compreensível… Repararam que a Ondina fala em submissão e outras coisas do género… Mas já é aceitável a submissão ao Hamas… As associações livres são perigosas…
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Resposta ao Eurolibral: …
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Maria… essa é mesmo muito boa.
Devemos respeitar como? Estando de acordo? Só porque o senhor tem coragem para ir para um cenário de guerra?
Fantástico. A lógica da razão a ser substituida pela lógica dos colhões.
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Zenóbio, isso é irrelevante.
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Já repararam que o DO só responde ao que não é relevante!!! Para fazer de onta que existe debate…
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Hoje na TVI aquele senhor que lê as notícias afirmou que aquela derrota foi miserável!
estava a referir-se a outro tipo de guerras!
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DO passou a não dar troco aos provocadores.
acho bem!
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Não, não é irrelevante, o que agrava mais a coisa.
De qualquer maneira eu acho que há uma pontinha de inveja neste post, o que o Daniel queria era ser convidado para correspondente da SIC na faixa de Gaza.
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O Sr. Henrique Cymerman consegue exclusivos juntos dos palestinos porquê ? Será porque é isento ?
Daniel, voce como jornalista mete dó.
É por isso que Jornalistas como voce e economistas como o louçã são uma laraxa.
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na mesma medida em que o daniel oliveira faz parte do grupo daqueles que considera a trupe do hamas como “activistas”…
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A blogosfera apodera-se da literatura, e imita-a. Aqui, não é náusea que chega sorrateiramente e se instala, até se apoderar da acção, como na novela de Sartre: aqui, é o “pensamento “do Euroliberal que se vai infiltrando, clandestinamente, até que o Daniel Oliveira começa a tirar conclusões semelhantes ao dito, isto é- Cymerman é judeu ; judeu é sabujo; judeu é venal; logo, Cymerman é sabujo e venal, e acha-se ao serviço da conspiração sionista internacional. É claro que o Daniel disse acima que o facto de Cymerman ser judeu é irrelevante – mas não refere qualquer facto ( reportagem que tenha feito, por exemplo) que firme a sua opinião, isto é, que o mesmo está “vendido” ao governo israelita. Logo, e até melhor concretização, sou forçado a concluir que se baseia naquilo que é ostensivo: que Cymerman é jornalista, judeu e residente em Israel há largos anos. É claro que não acredito que o Daniel seja anti-semita. Mas escusa de produzir “posts” aptos a figurarem em “Os protocolos dos sábios do Sião explicados a totós”. Valham-nos Jeová, Alá, o panteão hindu todo, Buda e os Orixás !!!!( só para não ferir sensibilidades religiosas…). Vá lá, Daniel, posso não concordar consigo, mas tenho-o na conta de pessoa inteligente. Elabore um bocadinho, e diga lá que mal o homem lhe fez.
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sugiro que passem pelo blogue de José Manuel Rosendo, enviado especial RTP/Antena 1
http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/bombas-em-gaza/
Ricardo Martins
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20 Duda
5 Jan 2009 às 22:38
“Fantástico. A lógica da razão a ser substituida pela lógica dos colhões.”
Sim senhor, esse veio na realidade acrescentar qualidade aqui ao Arrastão.
Deve ser o que o autor entende por acto de coragem, lol.
Palavras para quê–falou um artista português.
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Grande Balsemão! Tem empregados de todas as facções!
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Daniel, fica-lhe mal. Primeiro porque, qualquer que seja a sua opinião, o Cymerman tem direito à dele. Já pensou que se fosse ao contrário o Daniel nem uma palavra diria. Segundo, como é óbvio não vi todas as intervenções do dito jornalista, mas das que vi não vi nenhuma defesa sectária dos interesses israelitas. Posso ter visto uma simpatia, natural de alguém que tem fortes laços com israel. A não ser que o queira mandar uns anos para o deserto para ver se o homem se esquece de quem é, e depois volta a pô-lo como correspondente impoluto. O pior é se ele vinha dizer o mesmo…
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Daniel
Bem respondido. Agradecia que se pronunciasse mais vezes sobre alguns dos comentários manifestamente anti-semitas que sao feitos regularmente no seu blog. Claro que o Daniel nao é responsável pelas comentários primários dos outros. Mas uma intervençao sua (como esta em relaçao ao Zenóbio) tem um efeito simbólico importante.
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Este vídeo foi colocado no sábado, 3/1/2009, e era um dos mais vistos do site nesse dia. Entretanto, retiraram-no dos destaques.
http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/7809371.stm
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…E mal irá o debate por aqui ,se para se defender ideias ou opiniões tiver que se recorrer ás partes pudendas do alheio, demonstrando falta de classse mas sobretudo muita falta de cabeça.
Da superior cabeça é claro, que e donde nos vem a razão.Ou no caso desse ilumindao poste nãonão.
E isto e num pais que diz que esta em pais , imagine-se se fosse no tal sitio onde esta o Sr Cymerman lol havia de ser lindo havia
.
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O dito repórter já fez muitas peças em que torci o nariz, mas mesmo assim não deixa de ser um repórter num cenário de guerra. Agora as pessoas têm de perceber que aquele cenário de guerra foi criado por muitos países, e é um cenário que “dá jeito a muita gente”.
Agora, um miúdo atirar uma pedra, a um tipo num tanque, a ocupar um território que não é dele, e receber um obus, é obra.
Podem-me chamar de anti-semita, mas estes israelitas tiveram um bom professor…É um pensamento macabro, mas sinceramente o que eles andam a fazer é um total desrespeito pelo ser humano.
Não me admira que sejam um dos povos mais odiados no mundo, e na historia deste.
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Gostaria de saber que propostas apresentaria a nossa esquerda ao Hamas para resolver a crise, com que pontos da sua agenda se identifica e quais os que renega. Qual a sua posição sobre as dezenas e dezenas de rockets enviados de Gaza para o sul de Israel entre o fim do cessar-fogo e o início da ofensiva israelita. Qual a sua proposta, da nossa esquerda, para resolver o problema palestiniano e qual acha essa esquerda que seria a resposta do Hamas a essa proposta. Finalmente, uma resposta a algumas questões básicas: deve ser assegurado o direito de regresso aos milhões de palestinianos exilados (e, se a resposta for sim, quem lhes dá depois de comer?)? Tem Israel direito a existir? E o Hamas?
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Esse tal correspondente da Sic, é um mero porta voz dos interesses das linhas mais extremistas de Israel não só por ser mercenário mas também por completa insensibilidade aos outros que não os da sua tribo ou raça. E é pena que o I canal também já esteja apanhado por outra senhora ainda mais raivosa contra os malditos dos árabes, tão petulante na sua loirice insensível a outras cores e corações. Muito mal servida está a informação pública com jornalistas desse gabarito, parcialidade e falta de piedade e amor, que só têm uma vantagem:a de zarparmos para outro canal onde não se esteja a manipular ou ulcerar tanto as pessoas… Paz, Shalom, Salam Alek
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Não é mesmo nada irrelevante, Daniel.
Aliás: que raio de democracia é aquela em que todos os jornalistas europeus (americanos ça va sans dire) que cobrem o conflito israelo-palestina são de origem judaica? Escolhidos a dedo, obviamente. Ora isto não é uma democracia. Imagine que todos os jornalistas a cobrirem o reino de Putin eram de origem Russa e por aí afora.
Que o facto de Cymerman não ser isento nas suas análises poder estar estreitamente associado ao “facto de ser Cymerman” coloca sérias reservas em relação ao seu trabalho.
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Ficas muito ofendido por te chamarem nazi, mas passares um atestado de incompetência a outra pessoa só porque não anda com os mesmos lenços no pescoço que tu, para isso estás prontinho… Deplorável!
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O Henrique Cymerman (o irmão saiu da RTP?) é um senhor, tem muito prestigio na opinião pública e entre pares. É do melhor que existe, segue uma política de falar verdade e de relatar com bravura arriscando a própria vida o que se tem passado por aquelas bandas. Eu queria ver o senhor Daniel Oliveira a estar lá agora (o jornalismo do sofá não chega), nem o reconheciam como jornalista quanto mais um de destaque como Cymerman. O Daniel está a ser redutor em relação a este jornalista pois se existe alguém que tem mostrado em português para os portugueses o que é aquela terra é este senhor de uma forma imparcial e a ouvir os anseios, desejos e sonhos de todos os povos da região.
Eu estava a vê-lo e ouvi-lo a falar sobre o Hamas estar entrincheirado na sala de cirurgia do hospital e estava a pensar que esta esquerda ia atacar. Dito e feito o Daniel não falha!
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resista DO!
Não responda, hoje, às provocações!
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Hoje na TVI aquele senhor que lê as notícias afirmou que aquela derrota foi miserável!
Acho que o que ele leu foi que a exibição tinha sido miserável.
Acho bem, o linguarejar na televisão deve acompanhar o linguarejar que se ouve por todo o lado.
É bué de giro, brother!
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”E Israel já é o país mais odioso da terra, depois dos States-eheheh.”
Caríssima Ondina,
Tenho cá um palpite quais são os países MENOS odiados da terra: a Arábia Saudita, o Paquistão, a Rússia, a China, o Sudão, o Zimbabué ?
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Hoje a BBC começou uma série (mais uma) sobre o diário de Anne Frank e 2 horas depois (tudo horário nobre), deu um pequeno doc. sobre o holocausto. Coincidência?
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6 ondina
“Os gazeanos, população mais densa no mundo,…”
Ninguém venha dizer que na blogosfera não se aprende.
“mas que hão-de lutar, à pedra e ao que seja, contra os CALHÕES da besta.”
A palavra por mim assinalada em maiúsculas é obviamente um lapso, a minha dúvida é se o engano é no “L” ou no “A”.
Se a entendo, seguindo a sua classificação da tabela dos países odiosos temos:
1º USA
2º Israel
Espero que na sua avaliação tenha considerado por exemplo, Coreia do Norte, Irão ou Sudão.
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‘People Are Being Killed in Their Homes’
An Eyewitness Account of Conditions on the Ground in Gaza
RAFAH, Gaza, Jan. 5, 2009 —” ABC News — The Israeli assault in Gaza is taking a particularly cruel toll on children who have been caught in the crossfire.
Gaza’s hospitals are said to be at a breaking point, with medical supplies running low and paramedics among the many attacked. Western media have not been allowed into Gaza so far to witness and report on the situation there…”
http://www.informationclearinghouse.info/article21644.htm
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O estado mais nojento do mundo ?
É a entidade nazi-sionista, condenada a desaparecer das páginas da história.
A tal ponto que eu já não uso papel higiénico….
Tenho uma bandeira de israel no quarto de banho…
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só fico contente quando vir um jornalista de nome Qasim ou Abdul a cobrir a invasão de Gaza (e não, não me refiro à Aljazeera)
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6 ondina
5 Jan 2009 às 21:16
a viver sob as ordens dos esbirros judeus, que os sujeitam à média diária de 1.20€ por cabeça
Olhe Ondina, Israel saiu de Gaza em 2005. O povo de Gaza vive há 3 anos (contando o tempo em que também havia Fatah, mas o Hamas matou-os …) sobre a alçada do Hamas. Está a lembrar-se de alguma coisa que o Hamas tenha feito pelo povo?
Apesar de não terem parado de provocar Israel, com o envio de milhares de rockets e morteiros, (onde será que um povo tão pobrezinho vai arranjar dinheiro para tanto rocket??) e sabendo de antemão que Israel iria retaliar, construíram algum abrigo ? Pelo que diz, calculo que não saiba, mas eu respondo-lhe: NÂO !!
E também lhe explico porquê: porque precisam das vitimas civis , para enganar a opinião pública, ignorante e fanática, sobre os factos.
Mostre-me lá um operacional do Hamas fardado, e eu dou-lhe razão ! Mostre-me um aquartelamento do Hamas separado da população civil, e eu dou-lhe razão !! Mas não se esforce demasiado a procurar: não há.
Agora que os USA elegeram um novo presidente, e que a extrema-esquerda não ousa ainda dizer grandes coisas durante o período de transição, um estado soberano como Israel, que, usando do direito de auto-defesa, tenta acabar com um bando de terroristas, provoca o histerismo: as saudades do muro são tantas, que até um jornalista irrepreensível, serve para ser achincalhado, difamado e odiado.
Bravo, é assim mesmo! Convêm é não esquecer, que sharia e esquerdas não se dão lá muito bem….e costumam ser os últimos a ter de vergar.
Já agora: sabe o que é a sharia? Hmmm bem me parecia…
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Jornalista independente é aquele que só mostra a miséria de gaza e dos palestinianos e diz mal dos israelitas.
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Judeus sul-africanos chocados com visita ao apartheid israelita…
http://www.lemonde.fr/proche-orient/article/2008/07/19/des-militants-anti-apartheid-juifs-sud-africains-choques-par-leur-visite-en-cisjordanie-occupee_1075157_3218.html
Andrew Feinstein n’était jamais venu en Israël et dans les territoires palestiniens occupés. Sud-Africain et juif, il a perdu sa mère et ses dix frères et soeurs dans l’Holocauste. Il a été très impressionné par le mémorial de Yad Vashem et l’évocation d’Auschwitz, où a péri sa famille. Cet ancien député de l’ANC (African national Congress) a également été très marqué par ce qu’il a vu à Hébron : les colons qui insultent et jettent des pierres sur les Palestiniens, qui s’en prennent à cette délégation venue se rendre compte sur place de la réalité des choses. “Comment, au nom du judaïsme, peut-on se comporter de cette manière ? Comment peut-on transformer en ville fantôme un quartier commerçant arabe pour protéger quelques centaines de colons ?”, s’interroge-t-il.
Avec un groupe de 22 Sud-Africains, défenseurs des droits de l’homme, membres de l’ANC, magistrats, journalistes, syndicalistes, écrivains, blancs, noirs, indiens, une dizaine de juifs, Andrew Feinstein a, pendant cinq jours, du 6 au 10 juillet, sillonné les territoires occupés de Hébron à Naplouse, en passant par Jérusalem et la “barrière de sécurité”, rencontré des organisations de défense des droits de l’homme, visité Tel Aviv, tenté d’appréhender le conflit israélo-palestinien. Il ne s’agissait pas de trouver des solutions, ni de juger, encore moins de faire des comparaisons avec le régime de l’apartheid que tous ont connu et subi.
“Il n’est pas question de dénier à Israël le droit d’exister, mais je dois avouer que je suis choqué par ce que j’ai vu”, déplore Geoff Budlender, lui aussi juif. Ce juriste a été frappé par l’extension de la colonisation, par “la façon de traiter un peuple comme s’il était de seconde classe, par les pesanteurs de l’occupation militaire et le contrôle de tous les aspects de la vie quotidienne des Palestiniens, par la séparation de plus en plus marquée de deux communautés”.
Geoff Budlender se refuse à “faire l’analogie avec le système d’apartheid”, estimant que ce n’est pas “approprié”. Mais Barbara Hogan, qui a passé huit ans dans les prisons sud-africaines parce qu’elle protestait contre la ségrégation raciale, a été stupéfaite de constater qu’existaient en Cisjordanie des routes séparées pour les colons et pour les Palestiniens, que ces derniers devaient obtenir des permis de l’administration israélienne pour se déplacer, ce qui lui a rappelé le système des “pass” pour les Noirs en Afrique du Sud.
“Les non-Blancs vivaient dans des zones séparées, mais il n’y a jamais eu en Afrique du Sud de routes séparées, de “barrière de sécurité”, de check-points, de plaques d’immatriculation différentes, de cantonnements dans des zones délimitées”, s’étonne cette députée de l’ANC. “Tout cela est absurde et je me demande jusqu’où cela va aller, ce que ça va donner”, s’interroge Barbara Hogan, qui se dit “choquée” par ce qu’elle a vu dans les rues de Hébron : “l’injustice, la haine, le désespoir”. Elle se souvient de “la crainte dans les yeux des enfants”, du silence régnant dans les rues du camp de Balata, à Naplouse. “Cette ville est assiégée. Les militaires contrôlent toutes les collines, tous les check-points. On ne peut pas entrer et sortir comme l’on veut. Cela n’a jamais existé en Afrique du Sud”, ajoute Nozizwe Madlala-Routledge, ancienne vice-ministre de la santé et députée de l’ANC.
Ce qui a frappé ces vétérans de la lutte anti-apartheid est le poids de l’occupation, l’importance des restrictions et la volonté d’établir une séparation complète. “La présence de l’armée partout, ces files d’attente aux check-points, ces raids de soldats sont pour moi pire que l’apartheid. Cela ne fait aucun doute. C’est plus pernicieux, plus sophistiqué grâce aux ordinateurs, qui n’existaient pas à l’époque. Ce sont des méthodes déshumanisantes”, insiste le juge Dennis Davis. Ce n’est pas son premier voyage et il trouve la situation “plus sombre qu’elle n’a jamais été”. “J’ai l’impression que nous sommes en 1965 en Afrique du Sud, lorsque la répression s’est intensifiée après la condamnation de Nelson Mandela. Il a passé vingt-sept ans en prison. A Naplouse, Saïd Al-Atabeh (membre du Front populaire de libération de la Palestine, condamné à perpétuité pour des attentats perpétrés en 1977 et qui avaient fait un mort et des blessés) est incarcéré depuis trente et un ans. Après le jugement de Mandela, il a encore fallu vingt ans pour que des sanctions internationales soient imposées contre le régime de l’apartheid. Ici, je ne vois aucune solution en perspective”, dit-il.
“Le bout du tunnel est plus noir que noir”, renchérit Mondli Makhanya, rédacteur en chef du Sunday Times, l’hebdomadaire dominical le plus populaire d’Afrique du Sud, avant d’ajouter : “Nous, nous savions qu’un jour, cela allait se terminer, que les lois de l’apartheid allaient disparaître. Ici, ce n’est pas codifié, c’est l’occupation qui fait que le Palestinien est un être de seconde zone.”
Le terme d’”apartheid”, considéré comme un outrage en Israël, est utilisé avec précaution par ces hommes et ces femmes qui se souviennent qu’il n’y a pas si longtemps, ils étaient encore qualifiés de “terroristes” par le gouvernement blanc sud-africain, rappelle Barbara Hogan. Ils se refusent aussi à parler de “racisme”, de “colonialisme”, “car nous ne sommes pas là pour juger mais pour nous informer”, se défend Geoff Budlender, qui se déclare surpris de constater que “les Palestiniens veulent encore croire à une solution”. “Mais, ajoute-t-il, lorsque vous voyez ce chapelet de colonies sur la route de Naplouse et que vous vous heurtez partout au “mur de séparation”, on se dit que cela ne va pas être simple.”
Dans l’est de la Cisjordanie, la petite troupe de Sud-Africains s’est rendue à Biddo, à Bilin et à Budrus pour voir de près à quoi ressemble la “barrière de sécurité” dont Dorit Beinisch, président de la Cour suprême, leur avait dit qu’elle avait permis d’éliminer les attentats-suicides. A peine sur place, le groupe a été prié de reculer à bonne distance par des militaires israéliens arrivés immédiatement à bord de jeeps. “Si vous ne vous dispersez pas, cela sera considéré comme une manifestation et nous devrons agir en conséquence”, a lancé au mégaphone le plus gradé. Les Sud-Africains sont repartis écouter les responsables des villages qui leur ont raconté de quelle manière ce qu’ils appellent le “mur de l’apartheid” avait “pourri” leur vie. “Je comprends parfaitement la peur des juifs, mais elle ne peut justifier ce qui se passe”, conclut Andrew Feinstein avant d’ajouter : “Et je trouve très triste que cela se fasse au nom du judaïsme.”
Michel Bôle-Richard
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na Cisjordânia o apoio da população ao heróico Hamas é TOTAL. Os colaboracionistas da Fatah do fantoche Abbas estão descredibilizados.
«En Cisjordanie, l’Autorité Palestinienne est totalement décrédibilisée»
Le témoignage de notre envoyé spécial en Cisjordanie Jean-Pierre Perrin sur le soutien au Hamas de la population du deuxième territoire palestinien….”
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Não deixa de ser irónico que, a comparar com os padrões europeus, o Hamas seria sempre um partido da pior e mais fanática extrema-direita.
E ainda ninguém me respondeu à pergunta: porque é que o Egipto não abre as portas a Gaza?
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Dar tiros nas pessoas agora chama-se “descredibilizar”? Também é neologismo,é?
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adorei a terminologia da ondina. já não lia nada assim praí há uns vinte anos. na mouche, camarada ondina…
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Alguns de voces sao mesmo tristes. Parece que so vem descarregar o mau humor ou os pontos de vista nojentos que nao tem coragem de dizer normalmente.
Fossem os vossos filhos a estar a ser assassinados, e as vossas vidas esmagadas, e ai ja se calavam.
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Turquia faz declarações violentíssimas contra os nazi-sionistas…
“Meanwhile, Turkish Justice Minister Mehmet Ali Sahin charged in Antalya on Saturday that “Israel is the world’s greatest terrorist provocateur. The war on terror cannot succeed as long as Israel continues its provocations.”
He was followed on Sunday by Turkish Prime Minister Recep Tayyip Erdogan, who, during a visit to Saudi Arabia, blamed Israel for the outbreak of fighting. “Hamas observed the truce for six months, but Israel did not honor the agreement to lift the embargo on Gaza,” he said. “People in Gaza live in a sort of prison. Essentially, all of Palestine is a prison.”
Also on Sunday, Jordanian Prime Minister Nader Dahabi said Jordan was liable to reconsider its relations with Israel in light of the Gaza operation.”
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Não Nuno Cruz, pelos padrões europeus, os islamistas árabes e turcos (Erdogan) seriam “democrata-cristãos”… democratas, incorrutptíveis, anti-secularistas, pró-europeus, liberais em economia e nacionalistas e patriotas face aos terroristas cruzados e sionistas…
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o texto aqui postado pelo euroliberal é um belíssimo texto e diz o essencial sobre este conflito. depois de o ler não percebo como é que ainda se fica indiferente perante o que Israel está a fazer…
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É por tudo isto que os turcos nunca irão entrar na UE! Eles que façam uma união de rafeiros com os seus amigos árabes.
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Contra o fanatismo e contra a intolerancia só existe uma maneira.
Deixá-los matarem-se uns aos outros.
Já agora alguem houviu o RCP de manha ? O Luis Filipe Borges tinha uma tirada que demonstra bem isto.
“E agora vamos ouvir as declarações da delegação Palestina e Israelita sobre um acordo de cessar fogo:
ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha
Estamos nós aqui a gastar latim e a levar com o Liberal pra quê ? Eles querem guerra. Querem aniquilar-se uns aos outros.
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Sé queria perguntar uma coisa: como é que um tipo que se chama a si próprio “Euroliberal” escreve “o poder sionista e o seu lacaio buhista”, entre outros chavões proto-marxistas-leninistas? Os nomes já não valem nada?
Quanto ao Daniel Oliveira… Bem, gostava de o ver no posto do Cymerman, para perceber o que será a tal isenção jornalística. Tipos assim é que dão um mau nome à esquerda.
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“chavões proto-marxistas-leninistas?”????
O José Couto é que está tão agarrado a chavões que ainda não percebeu que este senhor é de extrema-direita.
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Camarada Daniel Oliveira, desculpe mas o seu Berloque de Esquerda é que é normalmente associado à EXTREMA-esquerda, enquanto que o meu PSD quando muito será de centro-direita… Extremista será então você, se não se importa…o seu a seu dono…
Quanto aos partidos democrático-islamistas no mundo muçulmano são da direita democrática (Turquia, Palestina, Irão, Iraque, e potencialmente quase todos os países islâmicos se aí houvessse eleições limpas…) e afastaram (democraticamente) do poder os socialistas árabes (nasseristas, Baaths, FLN’s) que resvalaram para o totalitarismo, a corrupção e o colaboracionismo com os ocupantes cruzados e nazi-sionistas…
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Ó Couto Nogueira, você ainda não ouviu falar de direita europeísta e ferozmente anti-neoconeira (atrelado nazi-sionista incluído) ?
Por onde é que tem andado ?
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Esta pode publicar:
Desculpe a confusão; é que, não sendo político, não consigo acompanhar todos ismos com a devida atenção; mas não são os p-ml que acham o sionismo uma componente do imperialismo americano e o budismo uma filosofia retrógrada que impede a felicidade do povo tibetano?
De qualquer modo, euroliberal é que aquele senhor não será…
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”O José Couto é que está tão agarrado a chavões que ainda não percebeu que este senhor é de extrema-direita.”
O Daniel Oliveira tem razão, mas esta razão não me calha nada bem porque o Euroliberal farta-se de afirmar que eu é que sou de extrema-direita – passo imediatamente, vade retro Satanás, a ser o amigo ideológico dele!
Mas o irónico nesta discussão é que o Islão (do Hamas) e o Socialismo (de Daniel Oliveira) pouco têm em comum, para não dizer nada. Na minha opinião os ideais do Socialismo e do Islamismo são praticamente contraditórios – até depois da morte isto se verifica: os mártires têm direito a 72 virgens mas as mártires têm que fazer apelo à imaginação! Não está certo. Ou comem todos (por exemplo na peida – é apenas uma sugestão!) ou há moralidade…
Mas os socialistas querem à viva força proteger os desprotegidos, os coitadinhos deste mundo, e o muçulmanos não querem outra coisa do que serem vistos como coitadinhos, como oprimidos. E pelos vistos estes dois sentimentos são tão fortes que ultrapassam todas as diferenças ideológicas. Vá lá uma pessoa entender isto?
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Não dá para reduzir as vezes que o Euroliberal comenta aqui? É chato o tipo… parece um daqueles tresloucados em cima de um caixote aos gritos na rua.
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ò santinho, o nazi-sionismo é simplesmente um crime contra a humanidade, e estes crimes não são de direita nem de esquerda. São para julgar, enforcar e já está. Ou, se eu defender as execuções dos nazis em Nuremberga, sou necessariamente comuna ? E De Gaulle também ?
Bush, idem. Não é direita. É um criminoso de guerra a executar, que já devia há muito estar a fazer tijolo. E dizê-lo não é ser de direita nem de esquerda. É defender o estado de direito e o direito internacional. E a PAZ MUNDIAL, já agora… Percebido ?
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“O José Couto é que está tão agarrado a chavões que ainda não percebeu que este senhor é de extrema-direita”
O Daniel ainda não percebeu que a agenda da extrema -direita é quase completamente coincidente com a de esquerda de que ele faz parte, a saber:
Anti-”sionismo”; contra a globalização; contra a democracia liberal; a favor do big governement; apoiantes do fascismo islâmico;
Há algumas coisas que os separam?
Há…o nacionalismo exacerbado de uns e o ijnternacionalismo desenfreado de outros; a xenofobia total de uns e a xenofobia parcial de outros ( o ódio aos judeus é partilhado).
Exemplos: basta atentar neste blogue e nestas caixas de comentários. Quem ler cuidadosamente os arrotos do “euroliberal” e do “xatoo”, não pode deixar de reparar que um islamofascista convicto e um marxista de cepa estão basicamente de acordo.
E o Daniel, tb, embora, porque é mais inteligente, tenha de prestar tributo à correcção política.
É por isso que ele paga a taxa e avança rapidamente para os “mas”.
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Uma coisa tem que se reconhecer, o homem é mais chato que esses apregoadores de calamidades.
Diz que é do PSD, mas usa chavões da estrema-esquerda. Foi nomeado de direita, mas quer o Bush a arder.
Não me leve a mal, mas ser livre pensador é uma coisa, outra é ser assim tipo tolinho.
Onde arranjou voce tamanho palavreado ? Que sites anda a vasculhar ?
E depois ainda diz o outro que o Google faz censura. Olha se não fizesse.
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Já agora é frutuoso destacar a seguinte afirmação sobre JPP tecida anteriormente pelo insigne autor deste blog que tanto prazer me a ler:
«Que não consiga passar das “bocas” só espanta quem não leia as futilidades que vai escrevendo sobre o assunto, ao sabor dos seus conflitos políticos, ou quem, como ele, apenas se preocupe em tratar de “ajustes de contas”.»
Siderados? Eu cá também…
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O Euroliberal não deve fazer mais nada na vida do comentar ad nauseam as postas do Arrastão e do Blasfémias.
Get a life dude!!
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O Euroliberal é um ser poluente, de dramática toxidade, venenoso, que traz conversa de iludir polícia.
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Eu diria que o Euroliberal veio para aqui reinar – ou isso, ou já distribuíram o “Magalhães” na ala psiquiátrica de algum hospital.
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Talvez fosse preferível ter o ministro da defesa de Israel como correspondente. Poderia ser que tivesse uma “gaffe” monumental e que lhe escapasse qualquer coisa com interesse para o “Youtube”.
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Cymerman = jornalista = valente gargalhada
O homem não tem pingo de imparcialidade. Obviamente tem direito às suas opiniões, mas então que escolha ter outra profissão, porque o que nos faz chegar é demasiadas vezes tendencioso.
Para o Zab, e sobre o direito de auto-defesa de Israel, recomendo-lhe vivamente o post do joão galamba no jugular (agora não estou a conseguir linkar).
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Nazi-sionistas atacam escola da ONU em Gaza e matam 40 pessoas, a maioria crianças…
Heil iSSrael !
“Israel air strike on Gaza school ‘kills 40′
The US has called for an ‘immediate’ ceasefire in Gaza as up to 40 Palestinians were reported dead in an Israeli strike at a United Nations-run school. The US State Department said the ceasefire should be ‘durable, sustainable and not time limited’.
The latest round of deaths came as hundreds of Palestinians were taking shelter at al-Fakhora school in Jabalya refugee camp after fleeing fighting between Israeli soldiers and Hamas fighters. “
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«A propósito, DO, quem pagou a sua deslocação ao Hamastão, aqui há uns tempos?
Não me diga que foi do seu bolso, porque é falso….
Que agenda era a sua? E a de quem lhe subsidiou a excursão?»
Daniel, no comentário 11
o Lidador indaga-o e o sr não responde. Faz mal.Tem consciência que não o fazendo fica no ar uma certa suspeição e que no limite pode por em causa o seu voluntarismo pela causa palestiniana, que eu sinceramente acredito genuíno.
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Ó Daniel, o Cymerman é simplesmente um agente da Mossad.
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O traidor e fantoche dos sionistas Abbas está isolado, todos os palestinianos estão com o heróico Hamas !
“Le cœur de Ramallah bat pour Gaza… et le Hamas
REPORTAGEEn Cisjordanie, l’Autorité palestinienne et le Fatah au pouvoir ont perdu toute crédibilité. Les habitants leur reprochent de ne pas soutenir suffisamment les Gazaouis.
JEAN-PIERRE PERRIN, envoyé spécial à Ramallah (Cisjordanie)
Des partisans du Hamas à Ramallah en Cisjordanie, le 2 janvier. (REUTERS)
Jamais Qaddura Fares, un leader du Fatah, n’avait imaginé que sa mère, une femme de 78 ans, puisse un jour, après avoir regardé les bombardements sur Gaza à la télévision, lui jeter à la figure: «Que la honte soit sur vous, Fatah!» Et qu’il découvrirait sur le cahier d’écolier de sa propre file, âgée de 8 ans, des dessins représentant les guérilleros du Hamas affrontant les chars israéliens, toujours à Gaza.
Pour Fares, qui fut lui-même emprisonné par l’Etat hébreu et préside l’association des détenus (politiques) de la société palestinienne, ces deux anecdotes familiales sont accablantes pour son organisation. Elles témoignent que, loin de s’affaiblir, le Hamas, le parti rival, se renforce en Cisjordanie. Et, à l’inverse, que le Fatah, pour n’avoir pas choisi de le soutenir ouvertement dans l’épreuve et se montrer trop lié à l’Autorité palestinienne, risque de disparaître.
«Toute la génération des 16-20 ans se range derrière le Hamas. La guerre ne profite qu’à lui seul. Si elle continue, les gens vont voir en Ismaël Hanieh (qui dirige le gouvernement Hamas à Gaza, ndlr) un prophète», lance-t-il depuis son bureau de Ramallah, sous les photos de Yasser Arafat et d’un jeune leader du parti emprisonné par l’Etat hébreu, Marwan Baghouti, qui brandit ses menottes comme un flambeau…”
http://www.liberation.fr/monde/0101309867-le-c-ur-de-ramallah-bat-pour-gaza-et-le-hamas
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Eurotáliban vai já imediatamente defender os porcos dos teus amigos. Faz-te mártir ah aha ha.
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Iiii, o Euroliberal anda por aqui – ó muadié, não devias estar na faixa de Gaza, pronto a imolar-te pela causa? Podemos abrir uma subscrição para te comprar uma passagem de avião e uma garruncha? Acho que até o Daniel contribuía.
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Eurotaliban
como social democrata que és devias ir imediatamente para Gaza e defender o teu amado povo dos nazis, porcos e restantes membros da flora animal
Vai, pá….. Porque aqui já todos percebemos que falas muito mas fazes pouco.
Cada um tem o que merece, e o pessoal de Gaza tá a ver que se calhar fez mal em votar no Hamas
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Boa m&m
Será que foi o seu amigo Portas. O mais velho tá claro !
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gosto deste Cunha, é um tipo smart!
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Eu apostava mais no Balsemão – já deve estar farto do Daniel lhe dar cabo dos microfones com os perdigotos, quando se põe a falar de árabes e judeus
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portela menos 1
o agente “Smart” e a sua braço direito, a agente “99″, eram aqueles idiotas dos serviços secretos que baralhavam tudo
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É idiota mas chega para ver aquilo que está à frente dos olhinhos.
“mais idiota (ou cego) é aquele que não quer ver”
Abre os olhos mula !!!
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