
Na abertura dos telejornais o líder de de um partido com um por cento nas sondagens para as eleições em Lisboa e três por cento de intenções de voto para eleições nacionais teve direito a um directo de quase um quarto de hora para anunciar o seu candidato para Lisboa. Um candidato que corre sérios riscos de nem sequer ser eleito. No entanto, em directo, ficámos a conhecer a lista completa.
Gostei, ainda assim, de ver Paulo Portas dizer que o centro-direita “não vai lá” enquanto os seus eleitos abandonarem os mandatos a meio. Não deve ser o Paulo Portas que jurou que ficava e nem aqueceu o lugar na Câmara de Lisboa e que abandonou o lugar de deputado europeu a meio. Lata não lhe falta, já sabíamos.
Sá Fernandes, que ficou à frente de candidata do CDS nas últimas eleições e que tem sete vezes mais intenções de voto do que o CDS, apresentou a sua candidatura hoje. Entrou muitíssimo mais tarde na TVI e na SIC. Na SIC, com direito a vinte segundos para picar o ponto. No canal de Serviço Público entrou quase ao fim de uma hora, mas só depois de se regressar ao congresso do CDS, com a reacção de Telmo Correia ao anúncio da sua própria candidatura, explicando que não pretende sair do parlamento se por acaso for eleito vereador. Para Sá Fernandes, pouco mais de um minuto de uma peça cheia de erros. Todas as sondagens dão Sá Fernandes como futuro vereador. Nenhuma sondagem dá o CDS sequer a aproximar-se disso, numa cidade onde é o quinto partido.
Nenhum critério pode explicar este alinhamento. Nem político, nem de relevância, nem jornalístico. No caso da RTP, trata-se de uma vergonha. Não gosto deste tipo de suspeitas. Mas quando a inversão dos critérios chega a este ponto, não podemos deixar de nos recordar que o CDS rouba votos ao PSD e Sá Fernandes os rouba ao PS.
Por Daniel Oliveira 19 Mai 07 em Sem categoria


eu estava À espera que o daniel, como comentador politico me conseguisse explicar isso… pq para mim é um mistério! a atenção que é dada ao PP, quando eles têm 3% das intencoes de voto.
O principal motivo jornalístico para isto suceder é que a apresentação da candidatura do CDS é de facto uma notícia, já que niguém sabia quem ia ser o candidato, a apresentação da candidatura de José Sá Fernandes não foi nenhuma surpresa.
FV, Espero que o MRPP aprenda com isto e terá um directo a abrir o telejornal. Não vejo o critério para fazer um directo de um anúncio só porque é novidade. Espera-se que anuncie e dá-se a notícia. É completamente desproporcionado.
Aqui dou-lhe razão, mesmo que tenhamos em conta que o CDS está em congresso e quando há congressos, há sempre estas ligações por alturas dos telejornais.
Isto já parece a repetição do que fizeram ao Manuel Alegre nas presidenciais, um candidato que sempre foi apontado para, mais ou menos os valores que obteve e no entanto, deram muito mais cobertura a outros candidatos residuais.Tudo tinha em vista levar o Mário Soares à segunda volta e evitar aquela derrota humilhante. A única coisa reconfortante, é que como provaram as presidenciais, não há-de ser por estas manobras ou critérios jornalísticos esquisitos, que a grande maioria dos elitores se vai deixar influenciar. E para Lisboa também vai acontecer, por mais que a Srª Torradinhas do governo civil quisesse tramar muitos eleitores de Lisboa.
José Rodrigues, nunca houve um directo de nenhum congresso do BE. E que me lembre agora, pelo menos nos últimos anos, do PCP também não. Do CDS, há sempre imensos. Diziam que era porque a liderança estava em causa. Neste caso, nem isso é verdade.
Essa e boa…por essa ordem de ideias o bloco so poderia ter 4% de tempo de antena no caso das leslistalitvas, ja o PS com a sua maioria absoluta poderia usofruir de mais tempo que todos os outros partidos juntos!! oh Daniel, voce as vezes lembra-se de cada coisa. O interessante é que ja ouvi essa quiexa umas mil vezes, ao longo dos ultimos anos, pela forma como a comunicaçao social dava importancia a um partido como o BE, apesar do seu peso parlamentar!!!
Infelismente para o país o CDS não é um partido de Direita organizado, com gente capaz em numero suficiente e uma politica de Direita digna desse nome, um partido de governo que sirva de verdadeira alternativa à ditadura de esquerda que tem vigorado neste páis nos ultimos 34 anos, com os resultados que se vêem.
De qualquer forma a vereadora do CDS na câmara de lisboa, no ultimo mandato, provou ser uma excelente técnica, com obra feita, e com grande visão.
Foi para mim o melhor elemento da câmara e talvez a unica que realizou obra, cito o pojecto de reabilitação da zona baixa-chiado.
Com certeza que ninguém acreditaque o Sá Fernandes seja pessoa com capacidade para governar o que quer que seja. Teve a sorte de aparecer um înteligente que, alegadamente, se propôs suborná-lo, o que foi a melhor coisa que lhe poderia ter acontecido em termos de exposição mediatica. Em termos de trabalho concreto, dele, não vi nada.
Não acredito que as pessoas de esquerda, com politicas de esquerda, sejam capazes de governar o que quer que seja. É muita teoria, muita despesa publica improdutiva, mas obras são poucas. A realidade comprova-o.
Quem se safa com eles, geralmente, são os funcionários públicos que, à conta da demagogia e do estatismo, sempre vão acumulando mais uns privilégios que a geração seguinte irá ter de pagar.
António, pode ter ouvido, mas nunca na sua história de oito anos o BE ou o PCP abriram um noticiário com um directo. Nem um. Nesses mesmos oito anos já perdi a conta das vezes que tal aconteceu com o CDS. O CDS tem uma cobertura noticiosa quase ao nível do PSD e do PS. Não quero que as notícias sejam proporcionais ao peso político. Quero que sejam relevantes. E o candidato do CDS, pelo seu peso em Lisboa e pela probabilidade da direita ganhar as eleições, é o mais irrelevante de todos os candidatos. Segundo as sondagens não fará maiorias e tem fortes probabilidades de não ser eleito. Tem direito a toda a cobertura. Mas um pouco de bom-senso não faria mal. O que escreveria aqui se o anúncio da candidatura do candidato do BE abrisse, durante 15 minutos e em directo, os três telejornais, e esse candidato fosse o número dois do partido?
Lino,
Que obra, realizou Maria José Nogueira Pinto. Do que sei, apesar de ela ter um pelouro não houve mais do que um estudo. Quanto às suas considerações sobre a esquerda diria que dizer que a esquerda não pode governar nada transforma a história da Europa Ocidental no século XX numa coisa inexplicável. Diria que o senhor, como já deu para perceber noutros comentários, é um nadinha faccioso.
Directos quer do BE quer do PCP já houve já. Podem não ter sido nos telejornais, mas já houve. Da Festa do Avante então nem se fala, dos tempos para encher chouriços nas emissões.
Agora ainda sobre as eleições de Lisboa, o Daniel, afirmou hoje (no dia em que foi gravado) no Eixo do Mal que o eleitorado do Sá Fernandes era idêntico ao de Helena Roseta. Idêntico como? Socialmente? Em número de possíveis votantes?
É melhor esperarmos pelos resultados, mas tenho quase a certeza que se é pelo número de votantes, o Daniel está equivocado. A primeira amostra já deu mais do dobro, vamos ver no dia das eleições.
Sabe caro Daniel Oliveira, a história da Europa, após a guerra não foi construida pelo socialismo, foi-o, quando muito, pela social-democracia.
E, no caso português, a Esquerda tem sido uma miséria. Estes ultimos 34 anos foram um desastre governativo. É preciso que as pessoas tenham consciência disso. E foram 34 anos dominados pelo pensamento de esquerda, pela ideologia da esquerda e pela má governação da esquerda. Isto é indesmentível.
Uma total incapacidade de de decisão, um constante ceder aos lobbies corporativos, e aqui falo dos sindicatos, especialmente os da admnistração pública, uma total ausência de refornmas que deixassem o país preparado, laxismo, incompetência. Houve de tudo isto.
E sabe quem está a pagar ? As novas gerações ! Os que não têm lugar nem emprego garantido no conforto da admnistração pública. As novas gerações estão a pagar os desvarios que a Esquerda cometeu nestes 34 malfadados anos.
Eu não ligo a partidos. Eu exijo é que governem bem o dinheiro que meto no Estado, em impostos.
Não posso conceber que um país seja governado a partir da rua. Não posso admitir que um governo deixe de fazer o que tem de fazer só porque 150 mil privilegiados vão para a rua ou ameaçam com uma greve geral. Isso não pode acontecer mais neste país.
Não posso admitir que haja 700 mil pseudo-trabalhadores que tenham uma fórmula de cálculo de reforma especial para eles, que trabalhem menos horas que os outros e que os partidos de esquerda considerem esses privilégios, porque são privilégios, uma vez que eu não usufruo deles, e também sou português, direitos adquiridos pelo 25 de abril.
Não há direitios adquiridos. Qualquer país só pode distribuir o que produz. E tem de o fazer para todos não sómente para alguns.
Este país tem de ser bem governado, com competência e com determinação quando se trata de tomar medidas dificeis. Não pode ser mais adiado.
E a Esquerda não o faz porque é demagoga e cede ao facilitismo e à caça ao voto.
Como ainda li hoje, algures, os Funcionários Públicos estão a ser usados, com intuitos politico partidários para desestabilizar, para criar o quanto pior melhor, ao serviço do PCP e, em menor grau, do BE.
E prestam-se a isso alegremente porque querem manter a todo o custo os privilégios.
É possivel, mas ha de convir que o peso historico do CDS, na democracia portuguesa e relativamente superior. Talvez para o caso isso seja, ou devesse ser, irrelevante, no entanto parece-m normal que assim aconteça. No caso do PCP,a explicaçao parece bastante obvia…Ninguem sabe o que se passa dentro dequele partido, sao os proprios que assim o querem. Como o Daniel bem sabe, dos congressos, comites,ou la o que aquilo e, com aqueles conceitos de democracia que so eles entendem, nunca se consegue retirar grande informaçao que seja relevante para ser noticiada. Veremos se tem razao quando vier o congresso do BE….
É possivel, mas ha de convir que o peso historico do CDS, na democracia portuguesa e relativamente superior. Talvez para o caso isso seja, ou devesse ser, irrelevante, no entanto parece-m normal que assim aconteça. No caso do PCP,a explicaçao parece bastante obvia…Ninguem sabe o que se passa dentro dequele partido, sao os proprios que assim o querem. Como o Daniel bem sabe, dos congressos, comites,ou la o que aquilo e, com aqueles conceitos de democracia que so eles entendem, nunca se consegue retirar grande informaçao que seja relevante para ser noticiada. Veremos se tem razao quando vier o congresso do BE….
“pode ter ouvido, mas nunca na sua história de oito anos o BE ou o PCP abriram um noticiário com um directo. Nem um.”
O Daniel está agor a perceber que sempre esteve do lado errado da baricada e que só com uns blogues não vai lá…
É para ver o interesse que a comunalha tem…
Quanto aos critérios da RTP tem razão no que diz.Mas já agora diga-me lá qual é o critério que o Daniel usa para escolher os comentários que publica ou não,porque eu já por várias vezes deixei comentários na sua página e o Daniel nem uma vez sequer os publicou
Assim se vê o pluralismo da Comunicação Social.Como são tão imparciais,como no panorama mundial não se vê um unici orgão de comunicação social de Esquerda.Da ex-URSS falava-se de quê?Do momopólio.E,agora não vêem nada?Apparatchiks não existem?É esta a Democracia a que temos direito?A democracia liberal(a do capitalismo,of course.Espíritos imparcais onde estais agora?Tretas,só tretas descaradas.Ao menos haja Cuba e,agora a Venezuela para lhes dar na cara
«o peso historico do CDS, na democracia portuguesa e relativamente superior. Talvez para o caso isso seja, ou devesse ser, irrelevante, no entanto parece-m normal que assim aconteça. No caso do PCP,a explicaçao parece bastante obvia…»
Que grande cambalhota.
De resto, eu falei de directos a abrir telejornais.
Quando falei em peso historico, falava relativamente ao BE. Em relaçao ao PC e a pouco visibilidade que tem nos directos, parece-me a mim que tambem é justa a argumentaçao que usei…Nao sei se o Daniel percebeu ou nao, o que e certo é que as suas repostas tambem nao sao das melhores que encontro por ai!!!
gostava que o sr lino josé reflectisse sobre o conteúdo das suas reflexões e ponderasse quantos dos seus previlégios (por muito mais baixos que sejam comparados com a função pública) se devem ao facto da fasquia laboral ter sido elevada por medidas “socialistas”.
E já agora a quem serve este tipo de conflitualidade entre os trabalhadores privados e os públicos, visto que a política é normalizar as coisas “por baixo”. Já agora para sermos justos ao nível do mais miserável trabalhador, o que não me parece ser o caso do sr. lino josé.
Lino José, começo por aconselhá-lo a ler on line uma entrevista do Sá Fernandes HOJE domingo no Correio Da Manhã( talvez para se limparem da canalhisse que fizeram sexta-feira).
Depois pode ver on line no site Lisboa é Gente, a apresentação publica da candidatura do Sá Fernandes, onde ele expõe com toda a clareza, os dois anos de sua actução na Camara.
Depois de se ter informado então poderá dizer de sua justiça.
Quanto á Mario José Nogueira Pinto, considero que ela tambem apresentou propostas, algumas com que não concordo, como o plano Baixa Chiado, que tinha contornos de transformar a Baixa num condomino de luxo, mas foi isso mesmo , propostas, por isso realizações concretas, ela não teve.
Mas ao contrario do senhor , que não reconhece ao Sá Fernandes capacidades de chefiar alterações em Lisboa, eu considero que Nogueira Pinto tem algumas caracteristicas que fazem dela uma boa gestora, independentemente, de muitas das ideias que ela propõe para a cidade, eu estar em desacordo com elas.
Mas sabe, eu sou Lisboeta, quase sempre vivi nesta minha cidade, conheço-a como as palmas das minhas mãos, há… e voto cá , por isso sei dar o valor a quem o tem, mesmo aqueles com quem possa discordar.
Podesse o senhor dizer o mesmo….
Lino José, começo por aconselhá-lo a ler on line uma entrevista do Sá Fernandes HOJE domingo no Correio Da Manhã( talvez para se limparem da canalhisse que fizeram sexta-feira).
Depois pode ver on line no site Lisboa é Gente, a apresentação publica da candidatura do Sá Fernandes, onde ele expõe com toda a clareza, os dois anos de sua actução na Camara.
Depois de se ter informado então poderá dizer de sua justiça.
Quanto á Mario José Nogueira Pinto, considero que ela tambem apresentou propostas, algumas com que não concordo, como o plano Baixa Chiado, que tinha contornos de transformar a Baixa num condomino de luxo, mas foi isso mesmo , propostas, por isso realizações concretas, ela não teve.
Mas ao contrario do senhor , que não reconhece ao Sá Fernandes capacidades de chefiar alterações em Lisboa, eu considero que Nogueira Pinto tem algumas caracteristicas que fazem dela uma boa gestora, independentemente, de muitas das ideias que ela propõe para a cidade, eu estar em desacordo com elas.
Mas sabe, eu sou Lisboeta, quase sempre vivi nesta minha cidade, conheço-a como as palmas das minhas mãos, há… e voto cá , por isso sei dar o valor a quem o tem, mesmo aqueles com quem possa discordar.
Podesse o senhor dizer o mesmo….
É extraordinário que este blogue nao fale agora de outra coisa que não seja Lisboa,como se nao houvesse casos de maior premencia para o país.Querem exemplos?Dois atentados graves á democracia:a suspensao de um professor por um organismo governamental porque disse uma graçola acerca de Sua Excelencia o PM;a lista obrigatória de grevistas na funçao publica.Você,Daniel, que ás vezes se insurge contra as violaçoes dos direitos,liberdades e garantias,agora está calado?E já agora,o BE tambem…enfim!
Referiu aqui o Daniel, que só apresentaram os assessores de Sá Fernandes no CM. Agora já publicaram todos os outros. Tirando os que foram eleitos com Carmona Rodrigues, aqui fica lista de assessores da oposição. Olhando para estes números, convenhamos que o BE através de Sá Fernandes não serve de exemplo para ninguém e o rigor torna-se uma palavra sem sentido.
Maria José Nogueira Pinto que teve pelouro atribuído, tinha o mesmo nº de assessores que o Sá Fernandes. O do PS apresenta mais um (10)o que é normal no PS e Ruben Carvalho tinha 5.
Confesso que sempre esperei que o BE neste ponto, estivesse em condições de agora dar lições de moral e rigor. Afinal não está e bem podia estar, mesmo que argumente que tinha os que lhe deram.
São estes pequenos “pormaiores” que no dia das eleições também vão contar junto dos eleitores.
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=243027&idselect=181&idCanal=181&p=0
MARIA JOSÉ NOGUEIRA PINTO
Pelouro: Habitação Social
N.º de assessores: 9
Despesa mensal com 5 assessores: 9515 euros
DIAS BAPTISTA
Pelouro: PS tinha 5 vereadores sem pelouro
N.º de assessores: 10
Despesa mensal com 7 assessores: 19 150 euros
RUBEN CARVALHO
Pelouro: CDU tinha 2 vereadores sem pelouros
N.º de assessores: 5
Despesa mensal com 2 assessores: 5000 euros
JOSÉ SÁ FERNANDES
Pelouro: Não tinha
N.º de assessores: 9
Despesa mensal com 9 assessores: 15 150 euros
O de Ruben de Carvalho está errado. Não foram contabilizados os que estão requisitados à Câmara e trabalham no gabinete, que são a maioria. Estão apenas os externos. Acontece que os que são funcionários na Câmara não só recebem ordenado como até saem mais caros, já que não estão a recibos verdes. O trabalho está, aliás, cheio de erros.
O que, sendo o “Correio da Manhã”, não espanta.
O do PS irei ver, mas imagino que aconteça o mesmo.
Antonio, o que quer que lhe diga quando usa esses critérios e um diferente e conntraditório para cada um? O BE é porque é novo o outro é porque é secreto. Pode até escolher critérios ao calhas, mas não fazem sentido.
Boa tarde,
Serve o presente apenas para relembrar ao Sr. Lino José o seguinte : quando diz que a Esquerda governou durante 34 anos I(pós 25 de Abril), deve estar a incluir, concerteza, os 12 anos de governo do Prof. Cavaco Silva e os anos de governo (nem sei bem quantos, já que foram tão bons)do Dr. Durão Barroso e do Dr. Santana Lopes (nos quais também se destacaram, entre outros, o Dr. Bagão Félix e o Dr. Paulo Portas), todos eles personalidades marcantes da Esquerda portuguesa.
Cumprimentos,
Henrique
P.S. : ah..e até já me esquecia dos governos do Bloco Central…mas isso agora não interessa nada.
Daniel, os meios de comunicação não querem dar atenção ao bloco porque está tudo com muito medo do bloco. «É o rato que ruge». Todos tremem como varas verdes.
Sem querer desculpar a imprensa ou sequer justificar as suas opções editoriais, penso que o que se deve interrogar é a importância de uma Assessoria de Imprensa.
Pessoalmente conheço os dois candidatos e a nível pessoal gosto dos dois.