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O grupo promotor do apelo firmado por 42 personalidades e entregue na passada sexta-feira nas embaixadas de Espanha e de Marrocos, decidiu, em colaboração com a Amnistia Internacional-Portugal, convocar uma vigília de solidariedade com Aminetu Haidar.
É hoje, dia 15 de Dezembro, às 18:30h, em frente ao Centro Jean Monet, em Lisboa. Amanhã, dia 16, será no Porto, no Largo do Bolhão (esquina Sá Bandeira com Fernandes Tomás), às 18.00h.

Apelo peço retorno de Aminetu Haidar à sua terra

Aminetu Haidar corre perigo de vida. Privada do seu passaporte e impedida, por isso mesmo, de regressar ao convívio dos seus familiares, Aminetu Haidar está gravemente debilitada e pode morrer a qualquer momento.

Na semana em que a comunidade internacional celebra mais um aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanas e reitera a convicção de que as razões de Estado não podem, em nenhuma circunstância, sobrepor-se ao respeito pelos direitos fundamentais de cada pessoa, permitir o retorno de Aminetu Haidar à sua terra é não só um gesto imperioso de grandeza humanitária como uma expressão da validade efectiva dos direitos humanos.

Animados por este espírito e profundamente preocupados com esta situação, juntamo-nos ao apelo da Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos aos Reinos de Espanha e de Marrocos para que sejam criadas, com a máxima urgência, condições para que Aminetu Haidar regresse à sua terra.

Ver em baixo os subscritores do apelo no link em baixo.

Alfredo Bruto da Costa, professor universitário
Ana Vicente, investigadora
André Jorge, editor
Anselmo Borges, Padre
António Filipe, deputado
Boaventura de Sousa Santos, sociólogo
Carvalho da Silva, sindicalista
D.Januário Torgal Ferreira, Bispo
Duarte Cordeiro, deputado
Eduarda Maio, jornalista
Eduardo Nery, pintor
Eduardo Cabrita, deputado
Fernando Nobre, médico
Freitas do Amaral, professor universitário
Helena Roseta, Arquitecta
Isabel Allegro de Magalhães, professora universitária
João Galamba, deputado
José Manuel Pureza, deputado
Lucília Justino, dirigente da Amnistia Internacional
Luis Afonso, cartoonista
Luís Fazenda, deputado
Luis Moita, professor universitário
Luísa Jacobetty, jornalista
Luísa Teotónio Pereira, dirigente associativa
Manuel Alegre, escritor
Manuel Gusmão, escritor
Maria Ângela Pires, dirigente da Amnistia Internacional
Maria João Seixas, directora da Cinemateca Nacional
Marinho Pinto, advogado
Miguel Real, escritor
Miguel Vale de Almeida, deputado
Nuno Teotónio Pereira, arquitecto
Paula Escarameia, professora universitária
Paula Santos, deputada
Pedro Bacelar de Vasconcelos, professor universitário
Pedro Chorão, pintor
Pedro Krupenski, dirigente da Amnistia Internacional
Pezarat Correia, militar aposentado
Teresa Beleza, jurista
Teresa Morais, deputada
Vera Jardim, deputado
Víctor Nogueira, activista pelos direitos humanos


6 respostas ao post “Dar força a Aminetu”  

  1. 1 1  The Studio

    O Daniel nao subscreveu?

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  2. 2 2  Jonas

    Só tenho pena que os promotores desta acção na minha cidade, o Porto, tenham escolhido um local onde se passa fome e dorme ao relento não por escolha, nem por luta por ideais, mas porque não há que comer, nem local para abrigar.

    Há pessoas que têm muito por ainda poderem fazer a escolha de passar fome.

    Com a fome não se brinca.

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  3. 3 3  fado alexandrino

    The Studio
    15 Dez 2009 às 10:51
    O Daniel nao subscreveu?

    Não, e nem pode.
    Este tipo de subscrições tem 20 a 50 residentes permanentes.
    Quem assinar no número 51 já não consta dos jornais.
    Veja lá o número 6 e encontre uma em que ele não tenha a assinatura.

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  4. 4 4  José Bastos

    Ás vezes há campanhas que me intrigam.

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  5. 5 5  anon

    Que Aminetu regresse ao seu país e que este conquiste a sua independencia e já agora que se libertem os presos politicos de Euskal Herria, ou estes já não merecem a simpatia?? é por não soar a exotico?

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  6. 6 6  Mário

    Gostava bem de saber quantas dessas pessoas que alegadamente subscreveram esse documento conhecem de facto esta região (Laayoune, etc), bem como todo o seu contexto histórico e político. As relações da Argélia com a Frente Polisário, os seus interesses estratégicos…enfim.

    Já agora, a alegada Saaráui, não passa de uma cidadã marroquina nascida em Tata. Tanta hipocrisia e desconhecimento da realidade histórica.

    Este caso não é comparável com Timor-leste e quem alegar que é, está a ser altamente demagógico. Antes de se meterem a defender causas, conheçam-nas bem para não caírem no ridículo e alimentarem preconceitos.

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