Depois do Reino Unido, Holanda, Bélgica, Canadá e Espanha, a África do Sul legalizou o casamento entre homossexuais.
Por Daniel Oliveira 16 Nov 06 em Sem categoriaDepois do Reino Unido, Holanda, Bélgica, Canadá e Espanha, a África do Sul legalizou o casamento entre homossexuais.
Por Daniel Oliveira 16 Nov 06 em Sem categoria
Fantástico! Agora para ser um país desenvolvido só falta mesmo acabar com a chacina dos portugueses que lá trabalham.
Calma, Daniel. Tudo tem o seu tempo político. Primeiro é preciso vencer a luta pelo aborto, que ainda está longe de estar ganha. Se não conseguirmos vencer essa luta, que teoricamente até deveria ser simples, muito menos conseguiremos vencer a do casamento gay.
Mal vencermos a luta do aborto, poderemos assestar baterias para o casamento gay. E, depois, para a eutanásia.
(A “cultura da morte”, como lhe chama a ICAR.)
Daniel,
Gostei muito do “The corporation”, que não conhecia nem sequer através do teu artigo no Expresso. Obrigado pela excelente e perturbante oportunidade de ver o dito comentário.
Filipe Rosas
Caro Luís Lavoura,
Colocar o aborto ou a eutanásia no mesmo plano que o casamento entre homossexuais parece-me despropositado.
Enquanto nos primeiros se levantam questões que têm a ver com a definição de vida, no caso do casamento entre homossexuais levantam-se apenas questões morais, carregadas de subjectividade e preconceito.
Mas porque acham que o casamento gay é um marco civilizacional? Eu diria que é uma degenerescência.
Não é casamento entre homossexuais, é casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se elas são homossexuais ou não, isso é outra história.
Nem mais, Luís Lavoura! Vamos a eles. Metodicamente e com calma. Mas vamos!!
tamém, pa k precisamos?
oh, juntemo-nos no remanso apaziguador do leito sem esse molde gasto, chato, do casamento
tá a brincar, de certo, eduardo, porque o termo ‘homo’ de homossexual (do mesmo sexo), não restringe o género, não releva a palavra ‘homem’, por oposição a ‘mulher’, pois significa ‘igual’ e ‘o mesmo’ ou ’semelhante’, como em matéria diferente se diz palavras ‘homófonas’, com o mesmo som, mas escrita diferente (ex. cozer arroz ou coser um pano) e ‘homógrafas’, da mesma escrita e significado diferente (ex. sentido da vista, sentido Norte, ficar em sentido, etc), ao contrário de ‘hetero’, a significar ‘oposto’, ‘diferente’ e ‘vário’, como em “heterossexual”, mas também noutras circunstâncias, ex. dos heterónimos (vários nomes) para F Pessoa
termos derivados do Grego, ‘hetero’ (diferente) e ‘homo’ (igual), não se confunde com ‘Homo, hominis’, do Latim, para dizer Homem, ainda aqui no sentido genérico de humano que no sentido estrito de ‘macho serve o termo ‘Vir, viris’, também a significar Força, de que deriva a palavra Virtude, apesar de nem todos os homens serem por aí além virtuosos
e então “casamentos entre homossexuais” diz bem “casamentos entre pessoas do mesmo sexo”, indiferentemente de se tratar de homens ou mulheres, machos ou fêmeas, só que de forma mais sucinta, consensual e prática
eu vivi na Africa do Sul em 72-73.Nao obstante o horrivel Apartheid,era um pais desenvolvido,muito mais avançado do que Portugal:com grandes centros comerciais,havia coca-cola(coisa aqui proibida),havia mega-stores para se comprarem discos e livros(tudo sem censura),debates politicos plurais na TV,enfim uma democracia ocidental para brancos.Nao admira que no pos-apartheid essa cultura de uma sociedade avançada tenha perdurado e agora tenham dado estes passos “fracturantes”.
o charles é uma pessoa cheia de sentido de humor. parabéns!
Contei 6 países na lista do Daniel. E as outras centenas? Não contam para nada?
Era só mais essa desgraça que nos faltava.
Avançar a sério seria no sentido de abolir o estado civil…
Daniel, como é que faço para lhe mandar um mail?
Rui, o m eu e-mail é danielo arroba netcabo ponto pt
De resto, suponho que o casamento entre pessoas do mesmo sexo acontece apenas entre homossexuais e que não há casamento entre homossexuais quando são pessoas de sexo diferente. Parece-me, não sei.
“não há casamento entre homossexuais quando são pessoas de sexo diferente”
Bem,poder até pode, mas implica uma certa hipocrisia de ambas as partes (de certeza que o casamento entre um homem homossexual e uma mulher homossexual não se baseia na atracção mútua)
Ok, é verdade, Miguel. Mas esse casamento já é legal.
Vamos lá ver se a gente se entende.
Ninguém impede os homossexuais de se atrelarem como bem entenderem. Não há nenhuma polícia de costumes que os prenda e os separe.
São livres e têm o direito de serem homossexuais.
O que não tem é o direito de me pedirem dinheiro para a vaselina, e é justamente disso que se fala quando vêm com esta conversa sonsa do casamento “gay”.
O que eles querem é ter acesso aos benefícios fiscais e legais do casamento, ou seja, querem que alguém lhes pague a opção sexual.
Fará sentido?
É que quando o Estado protege e favorece a família tradicional, tem razões fortes para o fazer….esse núcleo é a base da sociedade e é potencialmente “produtor” e “educador” de filhos, sem os quais a sociedade se extingue.
Faz sentido que o contrato heterossexual seja premiado e incentivado pela sociedade politicamente organizada
A família heterossexual é um bem.
De um modo geral (há casos “anormais”), estabiliza a sociedade, garante solidariedade, “produção” e educação das novas gerações.
E o casamento “gay”, que vantagens significativas traz à sociedade?
Porque carga de água é que os meus impostos hão-de ser servir para premiar um contrato que, pelo que se entende, só é vantajoso para quem o firma?
Lidador, nem devia perder tempo consigo e a história da vaselina, tirnando dizer que mesmo sendo heterossexual tem pouca imaginação. Mas adiante.
Afirma: «o que eles querem é ter acesso aos benefícios fiscais e legais do casamento, ou seja, querem que alguém lhes pague a opção sexual.» Eu, que não sou casado, pago ou não a opção sexual e de vida de quem se casa. Porquê? Diz você que o Estado deve promover a forma de vida que você acha melhor. Ou seja, que os solteiros, os que vivem em união de facto e os homossexuais devem ajudar a proteger a sua escolha porque ela é melhor do que a deles. Não sei como contradizer isto. Você acha que é e ao que parece isso chega para ser lei. A diferença é que eu não quero que você favoreça as outras opções e você acha que tem o direito a exigir que favoreçam a sua.
Eu no me queixo. Não caso porque não quero. Mas, se há benefícios para quem casa, então todos devem ter a possibilidade de se casar. Homossexuais incluidos. Não gosta da escolha deles? Ninguém quer saber.
Será que o estado deve intervir na vida afectiva das pessoas?
Pessoalmente, moralmente, esteticamente, eticamente, nunca entendi a homossexualidade , quanto ao casamento homossexual, sejam imaginativos esta palavra é para os casamentos heterossexuais quando falamos em casamento vem esta ideia hetero a memória ate o modelo de vida que querem é o dos heteros. inventem outra para saber que casamento é quando se fala em casamento e esta em referència. Mas deixando isto de lado.
O Estado não deve ter nada a ver com a liberdade individual de cada um nas suas opções de vida afectiva.
O Estado não deve ter nada a ver com a intimidade de cada um.
O Estado não deve ter nada ver com as escolhas de vida intima de cada um Desde que se mantenham na intimidade.
Não existe algum modelo de felicidade oficial que o estado, a religião ou a maioria dos cidadãos devam adoptar por ser o melhor para eles por critérios éticos, estéticos, morais etc. e impor aos restantes concidadãos como norma genérica e abstracta.
Mas o estado deve ter um modelo de família ( eu pessoalmente acho que sim só que não pode ser imposto e ser motivo de discriminação em relação a outros modelos mas deve ser apoiado) que é um modelo natural e é aquele que unicamente permite a preservação da espécie e este modelo por muito que queriam contestar é o único válido. Caso contrario dentro de uns tempos a espécie extinguir-se ia. Por isso deve apoiar um modelo de família que é o heterosexual.
Não deve descriminar os outros, devem ter acesso ao mesmo regime de bens ou outro a criar para protecção e defesa do seu património como os heteresexuais, serem herdeiros legais etc. mas não passar dai.
A felicidade que é individual e varia de pessoa para pessoa, num universo multicultural podemos imaginar o pandemónio que isto pode provocar nos valores instituídos por uma sociedade que se rege por eles há milénios. Podemos imaginar para alem do clássico, vários tipos de “casais” conforme as variantes.
Mas sendo a felicidade individual e não colectiva cada pessoa deve procurar ser feliz, se isso não põe em causa nem os valores instituídos de outros, nem a própria sociedade, nem terceiros.
Por fim, nunca mas nunca os homossexuais devem ter o direito de adoptar.e aqui sim faz todo o sentido que os poderes instituídos não permitam isso, pois já ultrapassa a esfera intima de dois para abranger uma terceira pessoa que pode ser condicionada no seu desenvolvimento e suas opções por tal vivência ao faltar elementos de identificação, porque no crescimento de uma pessoa não basta só a atenção e o carinho.
«Não existe algum modelo de felicidade oficial. (…)
Mas o estado deve ter um modelo de família»
E eu que julgava que a familia e a felicidade tinham relação entre si…
O Estado não deve promover nenhum tipo de familia. A familia que cada um constrói faz parte das suas opções individuais.
Já agora, se o Estado deve promover a sobrevivência da espécie, não seria aconselhavel o Estado não permitir o casamento de pessoas estéreis com pessoas que não o são? Ou neste caso já acha que se trataria de uma violência e de uma intromissão na vida pessoal de cada um?
Porque decide você, que é heterossexual, aquilo em que os homossexuais devem inovar e mudar? Eles perguntaram-lhe como devem viver? Se devem casar ou inventar uma coisa nova? Se um homossexual quer casar, porque raio é você a dizer que isso não é o ideal para ele? Ficou com a patente?
Por fim, basta estudar um bocadinho de antropologia para saber que não exitem formas “natrais” de familia. A que é usual tem uma história e ainda hoje há outras formas noutras sociedades. Na nossa cultura nada é “natural”.
Daniel, vamos ter calma e usar a cabeça.
A sociedade organiza-se politicamente para melhor sobreviver. Os indivíduos abdicam da total liberdade para terem segurança.
As leis são, todas elas, restrições à liberdade indivual, para que seja possível a vida em sociedade.
São criadas estruturas sociais que todos temos de pagar, e o racional é o de que elas visam o bem colectivo.
É o caso de uma força armada. É paga com os nossos impostos e visa um bem colectivo essencial: a segurança.
O indivíduo A, pode não concordar, mas uma vez que vive em sociedade e colhe os seus frutos, tem de submeter-se à opinião maioritária.
No caso da família, goste-se ou não, a nossa civilização assenta no núcleo familiar heterossexual. O modelo deu bons resultados e é natural que a opinião de que deve ser incentivado e premiado, seja maioritária, mesmo que o Daniel não concorde.
A nossa sociedade ache que sim e premeia o contrato de casamento.
Na minha opinião, bem.
Quanto ao contrato “gay”, é uma opção meramente individual que não aquece nem arrefece à sociedade.
As leis não se devem imiscuir neste tipo de contrato e muito menos fazer chover sobre ele o dinheiro dos contribuintes.
A ver se entende:
Cada um acasala como quer e com quem quer.
Não é proibido…É LIVRE!
Não basta?
Que querem mais?
Porque razão não posso também eu pedir ao Estado que pague a minha especial relação com a mosca que m anda aqui a poisar no ecran?
Francamente não percebo a esquerda tonta.
Há uns anos davam pinotes nas ruas em manifes contra o casamento, essa instituição “retrógrada e burguesa”
Agora querem-na!
Decidam-se óstia!
Ou é só uma obsessiva vontade de ser “do contra”?
Isso não passa aos 18 anos?
A sua argumentação é tão estéril que tentar rebate-la é perda de tempo
O estado deve sim promover um modelo de família como fazem todos os estados e estou a falar por exemplo em politicas de natalidade esta a ver a coisa. como funcionaria com os homosexuais não esta? E não venha falar de casais heterosexuais que tem a infelicidade de serem estéreis é mau gosto e não tem nada a ver com homosexualidade Mas o estado não deve proibir os homosexuais de serem felizes se isso lhes da felicidade não descriminando-os através de leis
E na nossa cultura nada é natural ate concordo consigo, mas infelizmente para a sua argumentação na questão do acasalamento ainda há um método que é natural é aquele que permite a sobrevivência da espécie, quanto ao resto não vai longe com a sua argumentação e então juridicamente tem muito que cavar.
Anónimo, vou perder mais um minuto consigo para dividir uma informação que é capaz de o abalar um pouco: para reproduzir não é preciso casar, para casar não é preciso reproduzir. Não há qualquer relação entre a reprodução da espécie e o casamento.
Eu sou solteiro e tenho uma filha. Contibui para a reprodução da espécie sem precisar que o Estado promovesse qualquer tipo de família. Não acha extraordinário?
“Não há qualquer relação entre a reprodução da espécie e o casamento.”
Por acaso há…a correlação é quase 0,8.
Se agarrar nos números do IPQ e fizer umas contas simples, verificará abismado que a esmagadora maioria dos portugueses nasceram no seio de nucleos familiares ortodoxos.
Não é o seu caso? E então?
Que se saiba não é a sua experiência pessoal que define o umbigo do mundo.
Quanto a raciocínios falaciosos desse tipo, aqui vai mais um:
Dizem que 1 em cada 5 pessoas são chinesas…deve ser mentira porque EU não tenho nenhuma como vizinha.
“Contibui para a reprodução da espécie sem precisar que o Estado promovesse qualquer tipo de família. Não acha extraordinário?”
É inteiramente livre de o fazer. Mas eu pago para isso…o Daniel tem benefícios fiscais que derivam do facto de a sociedade premiar a sua contribuição.
Porque não recusa as deduções nos impostos?
Quanto ao contrato gay, o Daniel ainda não logrou explicar porque carga de água é que a sociedade há-de largar graveto em benefício exclusivo de uma anormalidade (estatística, atenção) relativamente à qual não colhe qualquer benefício.
Essa informação abalou-me mesmo pode crer o que eu gosto no arrastão são estas querelas inúteis mas vivazes. Da gosto discutir por discutir.
Quem foi que disse que para se reproduzir era preciso casar? Era esse o tema da conversa, Não era? O tema era o casamento homosexual e dai derivou para o caso da reprodução não isoladamente mas em casal. O senhor não entendeu nada disto e mistura tudo de propósito ou não daquilo que uma pessoa diz.
Bem com o exemplo dos pais e mães solteiras nada a opor, mas não são casais, nem homosexuais. Porque deriva para ai a conversa? Já agora se é para confissões eu sou casado e tenho um filho o oposto de si.
O que eu quis dizer e se não entendeu devia ter entendido é que os governos tem modelos de família que estruturam a sociedade quer goste quer não.
E a partir desses modelos também tem politicas de natalidade que se dirigem a esses casais não a homosexuais, como subsídios, abatimentos nos impostos, facilidades na aquisição de terrenos ou casas em certas zonas para fixar população.
A propósito aqui em Portugal houve quem tentasse isto com brasileiros, caiu meio mundo da extrema direita em cima, nós também queremos, nos também queremos, primeiro nós. Os brasileiros vieram e foram serviu de trampolim, os portugueses tem agora a oportunidade.
Eu cheguei a viver no Canada e havia incentivos a fixar as pessoas oferecendo casas, mas não a homosexuais. Primeiro porque a taxa de reprodução nestes casos é nula e segundo porque a taxa de substituição é negativa -2 compreende não compreende quando morrem a população reduz em dois o numero. Já agora isto também não contribui nada para o equilíbrio da segurança social com a dimuição da população.
Mas não veja em mim um opositor ao homosexuais. Sejam felizes que tem futuro
Estou a ficar cansado: os homossexuais podem reproduzir-se. Está a perceber. Mesmo sem ser entre eles.
A sua argumentação deixa-me banzado os Homosexuais podem reproduzir-se? Alguém abjectou o contrario? Podem sim, mas praticando actos não Homosexuais se quer ir por ai. você deturpa tudo o que uma pessoa diz. Sabe que mais não se canse.
Quanto a ser entre eles a reprodução. explique homo com homo mas por mim nem quero ler mais nada
Você é que não parece saber o que diz. Disse: «O estado deve ter um modelo de família que é um modelo natural e é aquele que unicamente permite a preservação da espécie»
Releia os dizparates que escreve, por favor. Você acha que há um modelo de familia que garante a preservação da espécie. E eu disse que isso não é verdade. Que a preservação da espécie está garntida com qualquer modelo de familia, desde que haja reprodução.
Escusa de se mostrar tão cansado. Eu estou a responder a um anónimo no meu blogue. Não quer conversa, não fale. Quer ser respeitado, assine.
Meu caro só vou responder mais esta vez, porque o Sr. “merece.”
O senhor enterrou-se neste tema de comentário para comentário ao vir discutir aqui questiúnculas que não tem nada a ver com o tema do casamento homossexual ao trazer a colação casos esporádicos e que não fazem a norma numa sociedade, nem tem nada a ver com a questão que o Sr. levantou. O Sr. enterrou-se com analogias que o não são.
Vem acusar-me a mim de dizer disparates e não se da conta da ignorância que demonstrou logo de inicio em relação ao casamento heterossexual e começou a entrar por desvios ao tema despropositados.
Eu depois de ver o seu comentário ao meu primeiro comentário já lhe tinha dito que a sua argumentação não ia longe e que juridicamente tinha muito que cavar.
O meu primeiro comentário que o Sr. Contestou e que eu até nem me expressei contra o casamento homossexual, é me indiferente não me favorece nem me prejudica. Mas você quis comentar e começou logo por revelar ignorância que eu ate nem contestei limitei-me a dizer que a sua argumentação era estéril.
Ai o Sr. enterrou-se no conceito de casamento, que eu tinha dito para serem mais imaginativo pois esse conceito aplicava-se e traduzia o casamento heterossexual.e quando se fala em casamento este traduz uma relação homem / mulher com os correspondentes direitos, disciplina e protecção patrimonial
O senhor vem com argumentos falaciosos, se eu tinha o direito de dizer a eles como deviam viver etc, etc, etc. e se eu tinha a patente.
Tenho sim, tenho a patente e só não lho disse na altura porque pensei que as coisas parassem por ai e não precisava de ver que o senhor não sabe onde esta a patente.
Mas como casado heterossexual, tenho essa patente e o senhor como pessoa responsável devia saber disso que tem séculos de historia e define uma relação entre homem e mulher com os correspondentes direitos obrigações definições jurídicas de filiação e patrimonial e não se quer que esta definição passe a ser ambígua não sabendo de que sujeitos estamos a falar quando se pretende criar outro tipo de relacionamento.
Se o Sr não sabe onde esta a patente eu posso lhe dizer mas leia o Código Civil e verá que o casamento é a união entre duas pessoas de sexo diferente entende, nada de confusões com pessoas do mesmo sexo, por isso sempre que falamos de casamento temos este conceito na memória os Homos criem outra para a sua situação jurídica como: união, parceria, coabitação etc não me compete a mim perder tempo com isso
O senhor perdeu um bom tema que merecia ser discutido juridicamente porque por agora vocês não vão longe para já. È que não basta mudar a lei civil é necessário alterar também a constituição e isso exige maiorias qualificadas e só em determinadas legislaturas. Como vê não é assim tão fácil o querer e o poder.
Quanto ao modelo de família não vale a pena partir mais pedra ou perder tempo sequer consigo não vê, não vê.
Mas tal como o senhor levantou a questão no post, trata-se de casamentos homossexuais que não é reprodutivo por si a não ser que os homos para se reproduzir aceitem o vicio dos heteros e passem a imita-los, renunciando a sua homossexualidade nem que seja ocasionalmente e pratiquem actos hetero. E pelos vistos isto para si não é condenável nem ética nem moralmente porque há de ser.
O casamento homo não é natural, se é um desvio uma doença é me indiferente não sei. Acho que essas pessoas tem o mesmo direito de ser felizes com elas mesmo e desde que sejam aceites pelos seus parceiros. O estado não deve descrimina-los mas dai a apoia-los vai alguma diferença o estado deve apoiar sim e antes as mães solteiras ou pais solteiros.
E era este a tema que devia ter sido abordado o casamento homo por contraponto ao hetero. Não a reprodução fora deles mesmo que ocasionalmente, o que levanta um problema de moral e promiscuidade que nem vale a pena abordar.
Quanto a questão que o Sr. levantou do anonimato. O anonimato não dá nem tira qualidade ao que se diz ou escreve. O que se diz ou escreve é que valoriza independentemente do anonimato. Grandes escritores, políticos, usaram pseudónimos, não é anonimato é um nome mas fictício, mas por vezes é necessário utilizar o anonimato, por isso eu valorizo mais a substância do que a forma. Já vi os melhore comentários sob anonimato e os mais simples e ignorantes sob nome ou nick. não é o meu caso de ter que estar sob anonimato e nem aquece nem arrefece resolve-se já isso chamo-me Alberto e sou jurista. Problema resolvido.
Passe bem