Num Curdistão Iraquiano supostamente libertado pelos americanos, uma adolescentes pertencente à minoria yezidi foi apedrejada por querer casar-se com um homem de religião diferente. A cena foi filmada. A verdade perturbante é que a ditadura sanguinária de Saddam era mais tolerante com os direitos das mulheres do que o Iraque que o Ocidente julgava ter convertido. De boas intenções está o Iraque cheio. Talvez seja altura de nos convencermos que a defesa dos direitos das mulheres muçulmanas e da tolerância religiosa depende pouco a ira bélica e da lógica do confronto e mais de algum bom-senso e inteligência. Que com vanguardismos militaristas, apenas podemos ter a certeza que tudo piorará. Houve, no Curdistão, manifestações de mulheres contra esta barbaridade. São elas as aliadas de uma luta universal pelos direitos das mulheres. Se o Islão for tomado como um inimigo, elas ficarão sós, do lado de lá.
Por Daniel Oliveira 14 Mai 07 em Sem categoria


Que eu saiba os Estados Unidos não foram para o Iraque para serem governo. Até porque se o fizessem, lá teríamos a esquerda trauliteira a acusá-los de ingerência, imperialismo e neo-colonialismo.
Os Estados Unidos, como a comunidade internacional, não pode é aceitar regimes de terror, patrocinados por quadrilhas de criminosos comuns como são os ligados à Al-Quaeda, e cujos exemplos vemos no Iraque, no Afeganistão e no Darfur.
A luta pelos direitos das pessoas, que não sómente das mulheres, começa por aí. Pelo direito à segurança, antes de mais nada.
Donde, intervenções militares patrocinadas pela comunidade internacional, em locais onde esses grupelhos de criminosos querem impôr a sua lei e subjugar as pessoas, é perfeitamente justificada e até exigida.
As questões de governação será com os respectivos governos, eleitos em liberdade e em segurança.
“A verdade perturbante é que a ditadura sanguinária de Saddam era mais tolerante com os direitos das mulheres do que o Iraque que o Ocidente julgava ter convertido.”
O actual regime político do Iraque é mais sanguinário do que o regime do que o regime de Saddam???
Este apedrejamento foi uma decisão judicial baseada em leis do novo regime?
O novo regime é favorável ao extremismo islamista, ou tenta combatê-lo?
A minoria curda vivia mais feliz com Saddam???
Oh Daniel…
Se o Islão é inimigo ? O Islão e os islâmicos é que sabem das suas intenções e o Ocidente deve avaliá-las.
O que o Ocidente não pode fazer é pôr-se de cócoras.
A auto-censura que certas forças ocidentais, como por exemplo a esquerda dita progressista advoga, isto a propósito das gravuras islâmicas, é totalmente inaceitável, por exemplo.
A Liberdade de Expressão total é um bem da cultura ocidental, ignorada pelos regismes totalitárioa islâmicos, e que não pode ser posta em causa pelo medo face ao islamismo.
Era o que faltava que nós, nos meios meios de comunicação, ou seja onde fôr, no nosso espaço, não pudéssemos caricaturar o Alá, o Maomé ou seja quem fôr.
Existem forças fundamentalistas de carácter ultra-totalitário que são inimigas do Ocidente ? Pois existem.
O Ocidente deve ceder a essas forças ? Não não pode.
A propósito deste assunto, recomendo esta entrevista de Ghada Jamshir, uma activista da defesa dos direitos das mulheres, ao canal de TV Al-Arabiya.
http://povodebaha.blogspot.com/2007/05/ghada-jamshir.html
A propósito deste assunto, recomendo a entrevista de Ghada Jamshir, uma activista da defesa dos direitos das mulheres, ao canal de TV Al-Arabiya. (está no meu blog e no metacafe[ponto]com)
J, eu não disse que este regime que era mais sanguinário. E se disse que o anterior era sanguinário. Não vejo que possa concluir daí que acho que o povo vivia feliz antes. Concluo apenas, tal como dizem todos os estudos, que continua a viver muito infeliz. Religiosamente, este regime é evidentemente mais intolerante. Quer dizer que é pior? Quem dera que o mundo fosse assim tão simples.
Lino José, então foram para o Iraque para quê? A expressão “em liberdade e segurança” é uma piada, não é?
“They brutally killed a young Yazidi girl in pursuit of out-of-date tribal rites,” said Tahsin Saeed Ali, emir of the Yazidis in Iraq and the world and head of the Supreme Yazidi Spiritual Council, in a statement.
Ali condemned the murder and called on Muslims not to retaliate. When news of Aswad’s murder surfaced last month, it triggered an apparent revenge attack.
On April 23, gunmen stopped a bus carrying workers to her community, the village of Beshika 10km outside Mosul, dragged out 23 Yazidis and shot them dead.
While it is a Kurdish speaking area, Beshika lies outside northern Iraq’s Kurdish autonomous region, whose administration has urged the national government in Baghdad to carry out an investigation into the murder.
Last week the UN’s quarterly report on human rights in Iraq expressed serious concern over a rapid rise in so-called “honour killings” of women deemed to have betrayed their families in Kurdish Iraq.
“The killing of Doaa is a great tragedy for her family and the Kurdish community. It is a crime and religiously, socially and ideologically unacceptable,” a statement from the Kurdish authority said
“While we condemn this crime, we demand that it be not used in arousing sedition among the components of the Kurdish people.” Yazidis - who number some 500,000, mainly in northern Iraq - speak a dialect of Kurdish but follow a pre-Islamic religion and have their own cultural traditions.
Nevertheless, the community has survived for centuries alongside its Muslim and Christian neighbours. Now, however, with sectarian war gripping much of Iraq, extremists have begun to threaten them
Como se vê não era dificil, o Daniel ler um bocadinho antes de exercer a sua extraordinária capacidade de eleger os seus próprios preconceitos e total ignorância ao nivel de opinião.
Que aproveite um crime com estas circunstâncias, para criticar a politica externa americana, sublinha como Daniel é um dos mais mal preparados e oportunistas comentadores da blogosfera portuguesa.
Duncan, confesso que não o percebi. Tem dúvidas que a intervenção americana foi a responsável pela explosão de intolerância? Se tem, é o único, já nem sequer acompanhado pelos EUA. O ideal é mesmo reler o meu post. E reler o que aqui escreveu: “Nevertheless, the community has survived for centuries alongside its Muslim and Christian neighbours. Now, however, with sectarian war gripping much of Iraq, extremists have begun to threaten them”. Não custava ler o que você próprio copia.
Se os Estados Unidos estavam preocupados com o Bin Laden então deveriam atacar quem o apoia financeiramente a Arabia Saudita.
Se queriam atacar um regime ditatorial com ligações estreitas com a Al Qaida , então deveriam pensar no Sudão.
Se pretendiam atacar o terrorismo islamico então deveriam pensar no seu principal suporte o Paquistão.
O Iraque não se incluia em nenhum destes pressupostos, mas tinha petroleo, e os amigos da famila Bush do Texas precisavam de ser recompensados pelo apoio constante ao clã.
Quanto ao nosso amigo Lino José,a liberdade e segurança de que hoje gozam os iraquianos, é a melhor prova das asneiras dos Bush Blair Aznar e Barroso.
Compete aos povos decidirem do seu destino, e não a qualquer policia do mundo de impôr o seu diktat ás nações .
Saddam era um entre muitos ditadores, que os EUA apoiaram ,e com quem depois se zangaram.
“O Inferno é a impotencia da razão”…
Mas claro que um ataque como o que Saddam lançou no Curdistão em 1982 com armas quimicas é um exemplo claro de tolerancia!
Sim! Aquelas armas que Saddam destruiu durante a 2ª guerra do Iraque de forma a não deixar provas (lembro-lhe que até aviões foram descobertos em bunkers subterraneos no meio do deserto, mas isso se calhar não sabe!?!?).
Mas dizia eu, o ataque de Saddam foi um exemplo de tolerância, não?
Só se for de tolerância ZERO.
Não vale a pena começar já a insultar-me que eu não sou neo-conservador nem nada que se pareça!!!
Fui contra a intervenção no Iraque, devido aos intervenientes envolvidos (pouco credíveis na zona) e processo tudo menos claro.
Mas a verdade é que houve uma intervenção e, actualmente, está uma coligação de países a tentar ajudar o governo iraquiano, eleito democraticamente, a tentar impôr a ordem na região.
As forças insurgentes (grupos extremistas sunitas e xiitas) recebem ajudas encampotadas externas de grupos com interesses políticos na região. O irão, por um lado, e grupos extremistas sunitas (como a al-qaeda), pelo outro.
O governo e as forças da coligação estão enfraquecidas e têm capacidade limitada de ajudar o governo iraquiano.
A fraqueza das tropas da coligação não resulta tanto das operações no terreno, mas mais da pressão política interna dos países que a constituem.
A pressão da comunicação social anti-americana (e anti-republicana) dá um destaque enorme aos reveses, amplia os insucessos, põe em causa a moralidade da intervenção, ignora e esconde os sucessos.
O “Ocidente” não deveria estar no Iraque. Foi uma má opção. Mas está. E agora o melhor que tem a fazer é apoiar o governo iraquiano a controlar e desmantelar as milícias e grupos extremistas.
O desfecho do Iraque pode balançar para 2 possibilidades.
A) A estabilização da situação, o descrédito dos grupos extremistas, o seu desmantelamento, a evolução gradual do Iraque para um governo laico e democrático que controla o seu território.
B) O crescimento gradual das facções extremistas, a saída precipitada da coligação, a implosão do governo, o controlo de facto do país por milícias, guerra civil com perigo de se alastrar a conflito regional.
Artigos com o tom “isto está a correr mal, eu não disse…americanos malvados…” dão força ao desfecho B), que é o que menos interessa aos iraquianos.
Para quem de facto está preocupado com o que vai acontecer ao povo iraquiano, já é mais do que altura de pôr ideologias e anti-americanismos de lado, e não querer ver apenas o copo meio vazio.
No Iraque uma jovem foi apedrejada por querer casar-se com um homem de religião diferente. Na União Europeia, jovens vão sendo assassinadas regularmente por querer casar-se (ou namorar) com homens de outra religião.
Qual a diferença? No primeiro caso o Daniel consegue responsabilizar os Americanos. No segundo teria que responsabilizar as comunidades Islâmicas, por isso olha para o lado, assobia e faz como o macaco: Não vê, não ouve, não fala.
Mas que mania assumir que todos devem viver em democracia… Porquê? A propósito de quê se pensa que a democracia é “universalisável”? É um preconceito comum da esquerda para a direita. E errado. Não podemos nem devemos impor o nosso estilo de vida ou regime. Claro que o apredejamento é horrível. Claro que dá vontade de lá ir com armas moralizar as bestas. Só que… não funciona. Até porque há bem pouco tempo começámos a sair da nossa bestialidade ocidental… E ainda não estamos fora. Preocupemo-nos com o que podemos resolver.
A razão dá-nos consciência do inferno. Mas o inferno já lá está antes e estará depois. Não precisa de nós para nada.
“Era o que faltava que nós, nos meios meios de comunicação, ou seja onde fôr, no nosso espaço, não pudéssemos caricaturar o Alá, o Maomé ou seja quem fôr”.
Exactamente. Temos esse direito inalienável, indiscutível, essencial. E devemos orgulhar-nos disso. Mas a pergunta que me faço é se, no uso da nossa liberdade, será producente ou contraproducente caricaturar Maomé num tempo em que as crispações religiosas são evidentes e em que se pressente o choque entre culturas, por algum motivo, diferentes. De qualquer forma, mesmo que para alguns tais caricaturas não tenham graça, e que de facto às vezes contribuam mais para crispar os ventos do que outra coisa qualquer, entendo que as pessoas têm todo o direito a fazê-las e a difundi-las. Não podemos é ficar admirados com as consequências. Sendo que contar uma anedota, ou fazer uma caricatura, me parece de alguma forma diferente de afirmar categoricamente a negação de um facto.
E encetar o diálogo será porventura mais producente do que continuar a insistir na via do taekwondo.
O Iraque sem filtro
Um blog em inglês bastante actualizado e discutido desde 2003, com muitos atalhos para outros blogs:
http://www.healingiraq.blogspot.com/
As últimas entradas são sobre o muro e o êxodo de 15% da população.
Se não há liberdade nem segurança no Iraque, a responsabilidade é deles, não é dos americanos. Que eu saiba estamos perante uma guerra civil entre facções islâmicas que se dispõem a fazer-se explodir para matarem o maior numero possivel de outros iraquianos.
É que ainda por cima se trata de gente que se escuda no meio da população.
Os americanos procuraram e fizeram tudo para que houvesse eleições. Estas aconteceram, no meio daquela confusão mas aconteceram. Portanto agora existe um governo, governo esse que tem a responsabilidade de assegurar a segurança às populações, como qualquer governo. É nesse sentido que os americanos trabalham.
Porque aquilo não pode ser deixado nas mãos das seitas criminosas da Al-Quaeda !
Quero lembrar que o regime do Saddam era muito bom, muito tolerante, mas que mantinha aquilo unido na base do gazeamento e do assassinio de xiitas.
Quero lembrar também que invadiu o Kowait, assim sem mais.
Os americanos foram para lá por causa do petróleo ? Mas se eles quiserem petróleo têm que o pagar, como todos os outros.
E que para além dos americanos há os chineses, os brasileiros, os europeus, todos a fazerem exploração de petróleo, por concessão, nas mais diversas partes do mundo, não são só os americanos.
Será que também andam a roubá-lo ?
Uma coisa é certa, o petróleo é um bem estratégico. A humanidade depende dele e o Ocidente não pode permitir que ele seja usado como arma de chantagem nem muito menos que caia nas mãos de seitas terroristas.
Se isso acontecer tem de intervir militarmente.
Para proteger os interesses do Ocidente (e da humanidade), pois evidentemente, onde é que está o problema ?
Daniel, comenta este homicídio também:
http://www.thesun.co.uk/article/0,,2-2007220117,00.html
Concordo plenamente com o Daniel.
Se por um lado é óbvio que com a invasão do iraque a violencia aumentou exponencialmente e portanto a vida passou a “valer menos”, este caso particular nao me parece que tenha a ver com isso. Não sei se havia mais ou menos casos destes no tempo do Saddam, nem me parece que se possa daqui extrapolar alguma coisa. Não me parece honesto aproveitar esta situação (dramática para dizer o mínimo) para criticar a invasão. Acho que agora, com essa mesma invasão, torna-se mais dificil apoiar essas mulheres, porque há uma grande instabilidade, nisso dou-lhe razão. Acho que dizer que os americas é que têm a culpa directa do apedrejamento é um exagero. Talvez a tenham, mas acho que é indirectamente.
não há dia que não se use este mesmo exemplo, noutros lugares, para criticar tudo e umas botas (até os que são contra a guerra), mas quando há uma relação directa (nem me refiro ao valor da vida, mas ao sectarismo religioso e aos direitos das mulheres) cai o carmo e a trindade.
Lino José, até os americanos aceitam hoje que a guerra civil foi responsabilidade sua.
Para mim a liberdade de expressão é um dos direitos mais importantes da civilização ocidental.
A liberdade de expressão pode ter consequências para quem a exerce ? Pois pode. A começar por processos judiciais. Liberdade de expressão não significa desresponsabilização.
O que não pode acontecer é vir um governo ou o estado, à priori, proibir quem quer que seja de se expressar livremente.
Os islâmicos manifestaram o seu desagrado nas ruas ? Estavam no seu direito. Até podiam ter posto os jornalistas em tribunal, na Dinamarca.
Censura é que não pode haver !
Quanto à democratização à força de certas sociedades, por via das armas, não é bem disso que se trata, em muitas situações.
No Afeganistão e no Darfur, nem é democratização que estamos a falar, é da garantia do mais essencial dos direitos a que aquela tem direito : o direito à vida.
Porque se há dúvidas quanto à intervenção no Iraque, no caso do Afeganistão não há dúvidas nenhumas, como não deveria de haver em relação ao Darfur.
Nessas duas regiões, estamos a falar de quadrilhas de criminosos a querer impôr a lei do terror às pessoas, cerceando-khes todos e quaisquer direitos.
E isso o mundo não pode permitir !
A guerra do Afeganistão é uma guerra mais do que justa.
Porque só há uma forma de lidar com criminosos como os talibans : matá-los !
Bolas, leia outras vez. Se calhar é melhor mesmo traduzir.
A violência sectária é dos mulçumanos e cristãos sobre aquela seita, minoritária, tida há muito como adoradora do diabo. Um entendimento que vem do facto de essa seita eleger como figura principal um arcanjo, representado na figura de um pavão dourado, em conjunto com percepções ligadas ao antigo testamento e zoroastro e que as restantes religiões na região, incluindo a judaica, entedem ser o anjo da luz ou lucifer.
Mas o Daniel nem isso sabe, pois como imagina, a violência agora exercida nada tem de novo. Há menos de um mês uma rapariga mulçumana fugiu com um mebro daquela seita e um grupo mulçumano persegiu-os e incendiou as casas das suas famílias, numa longa história de perseguições e ostracismo a que a seita foi votada há inúmeras gerações. A aparente paz vivida durante a ditadura de Sadam deve-se hà ausência de relatos nos media mas os representantes dessa comunidade falam de sobrevivência e não de vidvência com outras religiões, há séculos, com ou sem americanos, com ou sem Sadam.
A suspeita de que não sabia o que era a minoria yezidi confirma-se, se soubesse, não pegava no que é o acto barbáro de uma seita que vem “sobrevivendo” sobre permanente suspeita em mais um exemplo da falhas na operação militar americana.
Note bem, tive o cuidado de não mostrar qual era a minha opinião sobre esta operação porque ela é indiferente para este caso, pois percebi e bem que o Daniel não sabia do que e de quem falava. Tinha razão.
Mais uma vez, leia, estude e escreva, para não ter de fazer o contrário.
Esquece-se de traduzir o fim do texto, sobre o aumento da violência. Ódios religiosos há em todo lado. Não é em todo o lado que eles chegam a este ponto. De resto, as várias minorias religiosas (sejam pré-islâmicas, cristãs de vário tipo ou islâmicas) do Iraque não me são completamente estranhas, mas tenho pouca paciência para a arrogância quando ela nada tem a ver com o que foi escrito: o aumento da violência sectária no Iraque. Era disso, e não das divergências religiosas que falávamos. Mas se se sente mais importante com a fanfarronice, sirva-se. Até porque a wikipédia tornou a arrogância bastante democrática na Internet. Ainda bem. Assim ficam os argumentos ou a falta deles.
O Daniel esquece-se de falar dos 23 homens que foram mortos a seguir.
Será que por serem homens não contam?
Dos 23 homens, mortos por membros dessa seita.
O Daniel esquece-se de falar dos 23 homens que foram mortos a seguir.
Será que por serem homens não contam?
Dos 23 homens, mortos por membros dessa seita.
De qualquer forma, a comunidade tem sobrevivido, durante séculos junto dos seus vizinhos mulçumanos e cristãos. Agora, com a guerra entre diferentes seitas dominando boa parte do Iraque, os extremistas fazem ameaças.
… pronto já está? Com as algumas diferenças, mas não sou técnico de traduções, sendo o sentido o mesmo. Mudou alguma coisa?
Daniel, escolha a parte do seu texto que quiser para justificar o que quiser, acuse-me de arrogância presumindo, sem nenhuma arrogância claro, que tenho de recorrer à wikipedia para argumentar, se isso o deixa feliz, mais descansado, seja. Longe de mim perturbar o mundo de fantasia em que vive.
É óbvio que haverá um aumento de violência sectária, depois de tantos anos de repressão é a única coisa que se pode esperar. Ainda não aprenderam a viver em liberdade uns com os outros. Tal como o que aconteceu com as ex-colónias em África, muitos anos de guerra que se sucederam à independência. Ainda há um longo caminho a percorrer, mas este é mesmo o único caminho.
Os yezidi não são muçulmanos/islâmicos (conforme queiram chamar).
São “praticantes” de uma outra religião, o yazidismo que faz parte do grupo do yasdanismo juntamente com o alevismo e o yarsanismo, sendo minoritária em relação a estes.
Indiscutivelmente depois da invasão norte-americana ao território iraquiano, o país ocupado apresentou um incremento notável da violência. Não só das guerrilhas da resistência iraquiana contra as forças de ocupação, mas também de grupos religiosos entre si. Essa violência, constatada pela mídia, pelas estatísticas e por organismos internacionais, passou a ser o mais veemente atestado da incapacidade de uma potência estrangeira impor uma ordem a um país ocupado. Mesmo os nazistas, com toda a brutalidade que usaram, não conseguiram sufocar a resistência nos países que invadiram. A direita norte-americana alçada ao poder no governo Bush parece haver aprendido pouco com as lições de história. Hoje ninguém duvida do fracasso da expedição Bush ao Iraque.