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	<title>Comentários em: De pé, ó vitimas da fome!De pé, famélicos da terra!</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 02:49:12 +0000</pubDate>
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		<title>Por: sebastiao dias</title>
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		<dc:creator>sebastiao dias</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Mar 2007 05:07:41 +0000</pubDate>
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		<description>Ao contrário do que diz o ditado popular, afinal é nos extremos que se encontra a virtude - nos pobres. Enquanto o centrão enche o bandulho, O bloco anda a pé e o PP faz greve da fome. É foleiro fazer greve da fome, mas se esta afinal se chamesse de GDF e fosse feita por elementos do bloco de esquerda em estabelecimentos de saúde autorizados, estou certo de que seria uma acção muito fashionable (a ideia até que é boa não fosse o maldito caviar).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que diz o ditado popular, afinal é nos extremos que se encontra a virtude - nos pobres. Enquanto o centrão enche o bandulho, O bloco anda a pé e o PP faz greve da fome. É foleiro fazer greve da fome, mas se esta afinal se chamesse de GDF e fosse feita por elementos do bloco de esquerda em estabelecimentos de saúde autorizados, estou certo de que seria uma acção muito fashionable (a ideia até que é boa não fosse o maldito caviar).</p>
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		<title>Por: Kane</title>
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		<dc:creator>Kane</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 13:58:53 +0000</pubDate>
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		<description>Atitude bizarra, extremada, esta de um democrata-cristão! Pôr em risco a própria vida, já não é pecado?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Atitude bizarra, extremada, esta de um democrata-cristão! Pôr em risco a própria vida, já não é pecado?</p>
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		<title>Por: maria João F</title>
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		<dc:creator>maria João F</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 13:29:21 +0000</pubDate>
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		<description>Lembrei-me de Gandhi, deitado na esteira, magro e esquálido, rodeado pela mulher e pelos amigos, na sua luta inabalável e até ao final “A força não provém da capacidade física, mas da vontade férrea” . Quando já não acreditava que alguém desse a vida altruisticamente por uma causa, surge do nada uma réstia de esperança. Estoicamente um português resolve repetir o mesmo acto heróico, num sala de espera do Centro de Saúde, este homem de carnes roliças, é acompanhado pelos meios de comunicação social, recebendo incontáveis mensagens de apoio e de solidariedade que lhe chegam, essencialmente, via telemóvel e imaginem vai “até onde a minha saúde me deixar ir". A sua mulher o aguarda ansiosa em casa, com a promessa de um cozido com todos que ele tanto adora, e velando no coração a esperança que o seu homem recupere o porte atlético que tinha quando se casaram. Se não conseguir os seus propósitos, este bravo Guerreiro lusitano, vai jogar a parada de luta ainda mais alto, entrando em “greve de tabaco”, com o devido acompanhamento e com pensos “nicureti”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lembrei-me de Gandhi, deitado na esteira, magro e esquálido, rodeado pela mulher e pelos amigos, na sua luta inabalável e até ao final “A força não provém da capacidade física, mas da vontade férrea” . Quando já não acreditava que alguém desse a vida altruisticamente por uma causa, surge do nada uma réstia de esperança. Estoicamente um português resolve repetir o mesmo acto heróico, num sala de espera do Centro de Saúde, este homem de carnes roliças, é acompanhado pelos meios de comunicação social, recebendo incontáveis mensagens de apoio e de solidariedade que lhe chegam, essencialmente, via telemóvel e imaginem vai “até onde a minha saúde me deixar ir&#8221;. A sua mulher o aguarda ansiosa em casa, com a promessa de um cozido com todos que ele tanto adora, e velando no coração a esperança que o seu homem recupere o porte atlético que tinha quando se casaram. Se não conseguir os seus propósitos, este bravo Guerreiro lusitano, vai jogar a parada de luta ainda mais alto, entrando em “greve de tabaco”, com o devido acompanhamento e com pensos “nicureti”.</p>
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		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
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		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 13:22:55 +0000</pubDate>
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		<description>Isto é um recado para pessoas que vocês não lêem, apesar de elas (cada vez menos) escreverem:

Há uma malta que me insulta aqui, eu não aprovo o comentário e depois fica muito irritada e exige publicação. A ver se nos entendemos: este espaço é meu e no meu espaço não deixo que me insultem. Isto dá-me trabalho e ninguém usa o meu trabalho para me pôr mal disposto.

Por isso, caros anónimos com muito tempo livre: não vale a pena darem-se ao trabalho de me insultar nestas caixinhas. Estão a perder o vosso tempo com uma coisa que ninguém vai ler porque eu não vou publicar. Nem isso, nem os protestos posteriores. Se me querem bater, força. Mas com respeito. Ou então, podem sempre criar o vosso próprio blogue, trabalhar para que alguém o leia e aí chamarem-me de tudo. Parasitas é que não! Todo o prazer exige algum esforço. Façam-se à vida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto é um recado para pessoas que vocês não lêem, apesar de elas (cada vez menos) escreverem:</p>
<p>Há uma malta que me insulta aqui, eu não aprovo o comentário e depois fica muito irritada e exige publicação. A ver se nos entendemos: este espaço é meu e no meu espaço não deixo que me insultem. Isto dá-me trabalho e ninguém usa o meu trabalho para me pôr mal disposto.</p>
<p>Por isso, caros anónimos com muito tempo livre: não vale a pena darem-se ao trabalho de me insultar nestas caixinhas. Estão a perder o vosso tempo com uma coisa que ninguém vai ler porque eu não vou publicar. Nem isso, nem os protestos posteriores. Se me querem bater, força. Mas com respeito. Ou então, podem sempre criar o vosso próprio blogue, trabalhar para que alguém o leia e aí chamarem-me de tudo. Parasitas é que não! Todo o prazer exige algum esforço. Façam-se à vida.</p>
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