Voltei mas tenho de esperar umas horas para escrever. O que vi e ouvi, sobretudo no último dia desta minha curta viagem, em que visitei o gueto de Gaza, é demasiado. Dêm-me umas horas para digerir. É que quando digo “Gueto de Gaza” não estou a socorrer-me de nenhuma metáfora. Venho de um filme com mais de sessenta anos. E como no passado, ninguém quer saber.

PS: quando se sai de casa o lixo acumula um pouco. Foi o que aconteceu às caixas de comentários aqui. Já estão limpas.


Sem respostas ao post “De volta, vindo do Gueto de Gaza”  

  1. 1 1  agitador

    gostei do pormenor do post scriptum.

    um abraço.

  2. 2 2  a.pacheco

    Daniel, eu cada dia que passa, mais me espanto com o despudor, e a impunidade, desse estado pária chamado Israel.

    Ele é invasões do Libano, ele é utilização de armas condenadas pelas convenções internacionais, ele a violação continuada do espaço aereo do Libano, ao arrepio daquilo que o mesmo Israel disse aceitar, ele é monobras bélicas junto á fronteira com o Egipto.

    Ele é o assassinio continuado de palestinos, a ocupação da Faixa de Gaza, e a continuação de construção de colonatos.

    Em suma ao abrigo do guarda chuva americano, e da cobardia dos estados europeus, Israel continua a seguir uma politica de terra queimada, sem que neste caso, ninguem tome medidas ou fale em sanções.

    Parece que um esgoto se abriu nos últimos dias no Arrastão, tal o timbre de certos comentários que por aqui começaram a surgir….

  3. 3 3  Anónimo

    Ele é tudo isso, é verdade, mas também é preciso ter uma falta de visão imparcial das coisas e de não saber como foi fundado formalmente o Estado de Israel na época de Golda Mayer. que só teve o auxilio americano como ajuda e que militarmente ajudou as forças armadas israelitas. Não tendo sido fundado como Estado agressor teve que tornar-se agressor com as sucessivas guerras de eliminação física que lhe moveram. O que levou na guerra dos seis dias a ocupar vastas áreas de território inimigo que serviriam no futuro de zonas tampão e que só lentamente demoradamente e após negociações prolongadas lá ia cedendo à pressão internacional esses territórios ocupados. O que faz um estado rodeado de vizinhos hostis que desde a nascença sempre pugnaram pela eliminação física de Israel? Defende-se? Ataca os nichos de terroristas que pretendem a coberto da soberania e protecção de outros estados ai acolitar-se para poderem atingir Israel, mesmo que para os destruir tenha que avançar por território de outros Estados. E deve depois confiar nos poderes do respectivo Estado que invadiu para não permitir que se venham a instalar ai novamente bases hostis que ameaçam a sua segurança interna ou deve antes manter ai a sua presença para evitar a formação dessas mesmas bases? O que faríamos nós se porventura a Espanha permitisse que bases terroristas se instalassem junto a nossa fronteira para nos atacar? Assobiavamos para o lado?
    Vocês são uns líricos.

  4. 4 4  Censor

    O daniel tem um prazer enorme em exercer o seu poderzinho de apagar alguns comentários.
    Se o BE subisse ao poder seria o Ministro da Informação.

  5. 5 5  Daniel Oliveira

    Censor, detesto usar esse poder. Mas aqui não há lixo. Habitue-se.
    Anónimo, falamos quando eu publicar tudo o que por lá vi, o que espero que seja hoje. O que vi não se justifica de nenhuma maneira. Nenhua.

  6. 6 6  a.pacheco

    Anonimo, deve ser por isso, que um senhor que NASCEU na Russia, e que resolveu ir viver para Israel, foi chamado ao novel governo de Israel,e começou logo por dizer, que Gaza deveria ser tratada como a Russia trata a Tchecenia.

    Elucidativo……

    Quanto ao resto caro senhor, aqueles que lutam por uma Patria palestina, são terroristas hoje, e amanhã serão os Herois de um país livre, veja o Mandela veja o Xanana só para citar dois exemplos.

    Quanto aos paises hostis, bom aí seria mais uma vez malhar em ferro frio, é que os paises são hostis porque Israel é acima de tudo um estado agressor, e a existência do arsenal atómico ao arrepio de todas as convenções internacionais, é a melhor prova de que Israel não é país que respeite quaisquer convenções.

    Mas claro o Anonimo faz parte daquele grupo de portugueses que quando se fala dos CRIMES de Israel, não houve, não vê,e se fala é só para dizer o que a propaganda israelita tenta vender.

  7. 7 7  Anónimo

    O Anónimo unicamente tem a dizer o seguinte:
    Quanto a Israel ter sido fundado como estado agressor.
    A Inglaterra como potência administrante na Palestina, tinha anteriormente à fundação formal do estado israelita tentado um acordo entre árabes e judeus devido a afluência de judeus a palestina.( não interessa aqui focar a tentativa de impedir que esses navios ai chegassem por força da Grã Bretanha no pós segunda guerra mundial)
    Gorada esta tentativa, a Grã-Bretanha transferiu esta decisão para a ONU, que nomeou uma comissão para tomar uma decisão, em 29 de Novembro de 1947 era aprovada a partilha da palestina em dois estados independentes um judeu e outro árabe.
    Nessa votação todos os países árabes votaram contra e declararam logo de seguida que não acatariam a decisão e se oporiam a ela pela violência. Assim começou a guerra da independência israelita que enfrentou os exércitos do Egipto, Síria, Transjordânia, Líbano, Iraque e os próprios palestinos.
    Segundo consta, o Secretario Geral da Liga Árabe afirmava: «Esta será uma guerra de extermínio e de grandes massacres, da qual se falará como dos massacres mongóis e das cruzadas».
    Israel a partir daqui passou a defender a sua existência é só isto. São factos históricos que se verificaram nas seguintes guerras da iniciativa sempre dos árabes, guerra dos seis dias, yom kippur, etc não são argumentos, não podemos ver a história sempre do lado das vítimas inocentes de um só dos lados em contenda
    E o não se justificar eu tenho outra visão do problema
    Infelizmente justifica quando se esta em hostilidades, e um estado tem que procurar em territórios vizinhos aqueles que lhe querem fazer mal e não usam uniforme ocultando-se entre a própria população, as vitimas inocentes serão sempre inevitáveis.
    Infelizmente isso acontece propositadamente, sabendo como sabem que do lado ocidental há uma sensibilidade muito grande em relação a essas cenas de vítimas civis e com isso é possível manobrar a opinião pública ocidental no sentido de condenar antecipadamente até quem tem razão.e até cativa-la para as suas posições. Que não são nada democráticas nem representam nenhum avanço civilizacional.
    Quanto a Israel não respeitar as resoluções da ONU e ter armamento nuclear. Isso tem a ver com toda esta historia é preciso entender isto e perceber que Israel no fundo sempre esteve sozinho nunca teve ajuda para a sua defesa a não ser dos EUA mas somente militar fornecimento de armamento. Isto funciona como dissuasor, jamais estaria a ver Israel utilizar armamento desse contra os seus vizinhos mas impede estes de extravagâncias. Já o inverso pode ser perigoso. Por isso Israel atacou o Iraque no tempo do Saddam e destruiu todas as infraestruturas que poderiam contribuir para o fabrico de armamento nuclear caindo a partir dai as pretensões iraquianas de vez .
    Quanto a terroristas hoje e amanha heróis, não vejo assim mas analiso com um critério civilizacional um terrorista será sempre um terrorista
    Mandela não foi terrorista mas idealista, Xanana igualmente que ligação há entre estas pessoas e quem coloca um cinturão de explosivos e se faz explodir no meio de inocentes.

  8. 8 8  a.pacheco

    Mandela idealista….caro amigo por onde andam as suas informações.

    Foi acusado de terrorismo e condenado por isso.

    Quanto á sua PSEUDO-VERSÂO do que foi o inicio do estado de Israel,há outras versões menos positivas para os sionistas.

    Como as alianças com Hitler, os pagamentos a certas figuras para se obterem favores na ONU, ou os ACTOS TERRORISTAS dos sionistas contra civis, o rapto, assassinato e armadilhagem de cadavares de soldados ingleses, levados a cabo pelos sionistas fundadores do estado de Israel .

    Em suma meu amigo, o problema é que foram os nazis que provocaram o holocausto, e são os palestinos que estão a pagar as consequências.

    Já agora sabe que houve negociações, para levar parte das pessoas de religião judaica para o Sul de Angola, onde constituiriam uma comunidade aurtonoma, as negociações com o ditador Salazar falharam, mas como vê, a patria das pessoas de religião judaica teve VÁRIAS hipoteses.

  9. 9 9  Anónimo

    Pacheco chega de insinuações sem qualquer validade histórica, estude a história do sionismo
    Pseudo versão da origem do estado de Israel? O senhor duvida da historia e da resolução 181 na Assembleia Geral da ONU 1947. Qual sua versão? Quem lhe fez a cabeça.
    E comece por Theodor Herzl fundador do sionismo politico moderno, que acompanhou Processo Dreyfus em França ( Paris) enquanto jornalista do Neue Freie Presse. Testemunhou numerosos actos de anti-semitismo que surgiram com varias ligações a esse processo. Tendo se auto convencido que era necessária uma solução nacional uma pátria para por fim ao problema judaico derivado da diáspora com a queda de Jerusalém no tempo do império romano, e consequente dispersão dos judeus pelo mundo por imposição dos romanos. Dedicou-se então a partir daí à causa do sionismo, mantendo contactos com as principais personalidades do seu tempo para convencer os grandes do mundo da necessidade de criar um estado judeu.
    Com a habitual saudação entre eles “ para o ano em Jerusalém”
    Deixe se de teorias da conspiração
    Quanto ao Mandela ( o senhor por acaso pensa que eu não sei quem foi Nelson Maldela? Enfim.) ser um terrorista meu caro, lutava contra o apartheid a favor dos direitos da raça preta, para mim isso não é terrorismo mas admito que a administração na altura da africa do sul assim não entendesse, como não queria permitir isso o acusasse de terrorismo. Assim como a Indonésia a Xanana assim como Salazar a Amílcar Cabral Agostinho Neto ou outros que lutavam pela autodeterminação dos seus povos consegue ver a diferença entre a qualificação e condenação de uma das partes em conflito com a diferença dos objectivos a levar a cabo.

  10. 10 10  a.pacheco

    Anonimo apoiante de Israel, fiz algumas afirmações, que o caro amigo nem tocou, o terrorismo SIONISTA , as alianças com Hitler, rapto , assassinato e armadilhamento de soldados ingleses, grupos de fanaticos sionistas,que praticaram actos de barbarie contra os palestinos, para obrigá-los a fugir, e as suas terras serem ocupadas. Tudo está decumentado, tudo está disponivel, só não vê que não quer ver ou deliberadamente ignora.

    A construção de Israel
    foi tortuosa, sangrenta, repleta de actos TERRORISTAS SIONISTAS , e das mais abomináveis atitudes contra as populações que não seguiam a religião judaica.

    Mas vamos a uma conversa que nos pode tocar mais de perto.

    O meu amigo era possuidor de um monte no Alentejo, monte que tinha sido do seu pai, do seu avô , do seu bisavô, etc. etc.

    Um dia um individuo que o meu amigo nunca tinha visto, entra pela sua casa dentro, e diz:

    Este terreno e esta casa são minhas, pois um avoengo meu de quem eu sou descendente era dono desta terra, e foi expulso em 1500 pelo rei Manuel I, por isso ponha-se na rua, que isto é meu….

    È claro que o meu amigo lhe responderia:

    Por quem é caro senhor, esteja á sua vontade, faz favor de tomar posse dos seus bens, que eu saio já…

    Ninguem é parvo , que vá entregar de mão beijada aquilo que é sua pretença de gerações , só porque alguem invocando direitos contestáveis, assim o exige.

    Esta história poderia aplicar-se ao Estado de Israel, só que neste caso falamos em 2000 anos, e a uma hipotetica descendência de um povo que terá habitado nessas paragens.

    Com papas e bolos se enganam os tolos, lá diz o povo, e aqui o tolo ( desculpe a expressão) é o meu caro Anonimo pró-Israel.

  11. 11 11  Anónimo

    É verdade caro Pacheco. Mas todos os estados foram fundados mais ou menos assim na violência os invasores expulsando os invadidos ou mesclando-se. Por ai não vai a lado nenhum. Claro que a civilização evoluiu e o caso foi decidido pela ONU. Agora o que o senhor não consegue negar é que um estado é fundado onde há raízes étnicas actuais e/ou outras históricas mais ou menos longínquas dessas etnias. O povo judaico era originário dali e muitos judeus ai continuaram vivendo mesmo depois da expulsão pelos romanos.
    Se se puser a questão de uma Pátria para o ciganos vamos procurar a sua origem étnica ou atiramos ao calhas e onde sair saiu os vizinhos que se amanhem?
    Não sou nenhum defensor do estado judaico só acho que tem parte da razão e mesmo que queiram viver em paz há entre eles mesmos grupos de judeus ortodoxos que jamais tolerarão amizades com árabes é só ver o que aconteceu aos primeiros ministros israelitas que tentaram uma aproximação negocial. O mesmo se passa do lado árabe mas isto muitos não querem ver.

    Quanto aos casos que você menciona “de as alianças com Hitler, rapto , assassinato e armadilhamento de soldados ingleses, grupos de fanáticos sionistas, que praticaram actos de barbárie contra os palestinos, para obrigá-los a fugir, e as suas terras serem ocupadas”

    Não comento, não vale a pena, nenhum historiador de renome perdeu tempo com essas bagatelas só posso mencionar que muitas dessas terras foram transaccionadas não roubadas A instalação dos judeus fez-se muitas vezes comprando as terras, inicialmente baldios, terras desocupadas ou não cultivadas, e mais tarde na aquisição de terras já cultivadas. Era muito fácil: os judeus pagavam bom preço por elas e os donos, que eram proprietários muitos deles que não produziam nem se dedicavam as terras (a maior parte – 73%) viviam, aceitavam de boa vontade a transacção. E os judeus fizeram daquelas terras autênticos pomares entenda isto e percebe muita coisa.
    Durante a guerra da independência muitos dos palestinianos foram induzidos a abandonar seus lares e respectivas terras, na expectativa de um próximo retorno com a vitória dos exércitos árabes.

    Por ultimo posso lhe dizer que o caso que você menciona de um estado judaico em Angola tem razão só nisto. Essa questão levantou-se na primeira republica e antes da primeira guerra mundial a pedido da comunidade judaica e da colonização que se estava fazendo em Angola. Foi depois aflorada no tempo de Salazar em virtude da afluência massiva de judeus refugiados vindos de França e que foram salvos graças a acção do humanista e cônsul em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes. Mas preferiram seguir para a América.
    Mais nada do que isto e referia-se a uma questão judaica nacional não a criação de um estado judaico. Que mesmo depois de formado e reconhecido de facto e de direito pela comunidade internacional ainda não era para Portugal e ainda não é para países árabes.
    Se quiser pode ver esta questão aqui

    http://www.ipri.pt/publicacoes/revista_ri/pdf/MF_RI11.pdf

    http://www.esferadoslivros.pt/pdfs/judeus.pdf

  12. 12 12  aminhapele

    Ainda bem que chegou o Departamento de Higiene.

  13. 13 13  l.rodrigues

    Enquanto o tema não é desenvolvido, deixo aqui uma referência ao cartoon vencedor do concurso promovido pelo presidente Iraniano, na sequência do caso Dinamarquês.

    http://www.eurotrib.com/story/2006/11/3/8387/57718

  14. 14 14  a.pacheco

    Caro anonimo já aconselhei noutro blogue a leitura atenta de Pierre Stambul, está na net, é facil de encontrar.

    E tambem meditar nas palavras sábias ,ditas num documentário da RTP 2, transmitido não há muito tempo ,dessa grande figura que se chamou

    YEHUDI MENUHIN

  15. 15 15  ezer

    Caro,a. pacheco,para calar os wise guys aconslho-o a ler (e a eles,também) o artg de Georges Adda,judeu berbere, sobre a pretensa herança semita e,logo a herança da terra da Palestina.Aqui vai o hiperlink http://resistir.info/palestina/liberation_palestine_pt.html

  16. 16 16  Anónimo

    j.carvalho + psr + 1989, igual a facada.

  17. 17 17  Anónimo

    Pois é caro Pacheco vamos parar por aqui
    De pierre Stambul ? mas eu conheço, artigo interessante
    http://lesogres.org/article.php3?id_article=2129

    Resistir info ?
    Que vontade de rir onde esta a historicidade a validade cientifica disso. Também podia remeter para este
    http://politicaedireito.tripod.com/id123.html

    E chega desta treta da história de Israel.
    Claro que se nós formamos as nossas opiniões a partir de obras ideológicas ou de obras panfletárias vamos beber a ideologia e a pedagogia de quem as escreveu com um determinado fim.
    Mas se nos formarmos as nossas opiniões a partir de obras históricas que obedecem a critérios e validade cientifica de conhecimento ai a nossa visão será mais imparcial porque os factos são nos apresentados cronologicamente por quem os praticou inseridos numa determinada maneira de pensar que não podemos fazer corresponder ao presente mas enquadrando na respectiva época. com que fim e sem nos dizer ou dar qualquer lição de moral a seguir, nós é que a partir dos factos e pelos nossos critérios formaremos uma opinião.

    Os factos que eu apresentei são reais históricos a formação do estado de Israel a sua luta para sobreviver no meio hostil, as guerras que lhe moveram e que ele com sucesso suplantou e inclusive alargou o território ocupando o dos vizinhos por causa dessas guerras enfim não vale a pena continuar. Quem quiser desmentir isto terá que desmentir a historia mas então apresente livros de historia e não obras ideológicas.

    Depois vem a propaganda como o resistir info e o comentário de alguns sobre a pretensa herança da terra da palestina. Contra isto nada é demasiada pedra para partir
    Nem indo buscar toda a documentação existente desde a antiguidade e a permanência de judeus nessa terra desde sempre até a actualidade.

    (“A propósito dos judeus, Heinrich Heine defini-os de uma forma muito bela como “o povo cuja pátria é um livro. Com efeito, desde a destruição do Templo no ano 70, até à criação de Israel em 1948, os judeus não tiveram mais pátria que a Bíblia.”)
    e por ultimo nós também tivemos muita discussão a volta deste tema em 74 em que se discutia o reconhecimento do estado israelita
    Eu partilho desta opinião expressa na época por uma personalidade.
    “ Aprovar a equiparação pura e simples do sionismo ao racismo equivale á negação do direito à existência do estado de Israel. E é uma posição racista”

  18. 18 18  a.pacheco

    Mas tem duvidas de que o sionismo, é racista…., o que é isso de uma patria SÒ para as pessoas de religião judaica, a genese do apartheid, era a mesma.

    E tem razão o que nos separa ,é a forma como olhamos para Israel.

    Por isso lhe falei de Menuhin, que verberava os CRIMES cometidos em nome da religião judaica, e da forma como as autoridades de Israel tratavam os palestinos.

  19. 19 19  Anónimo

    Tenho meu caro, porque a nacionalidade deles acima de tudo sempre foi a religião. Nem convertidos a força

    Não pode comparar isto nem de longe com apartheid. O apartheid não queria uma pátria para brancos e outra para negros mas dentro da mesma pátria havia descriminação conforme as raças.

    Os judeus querem uma pátria para eles mas não impediram os outros de ter a sua isso foi decidido assim na resolução da ONU em 1947 que criou dois estados na Palestina Israel e Palestina, simplesmente os árabes e palestinianos foram os primeiros a não respeitar essa resolução, são factos. A historia a partir dai é que complicou-se

    Por isso, mantenho
    “ Aprovar a equiparação pura e simples do sionismo ao racismo equivale á negação do direito à existência do estado de Israel. E é uma posição racista”

    Por isso o senhor comunga da ideia racista que em 1 de Outubro de 75 na assembleia da ONU, Cuba Somália e Benim submeteram uma emenda a resolução da terceira comissão sobre racismo e apartheid no sentido de juntar o sionismo equacionando-o com racismo Portugal votou a favor essa resolução declarando que o sionismo e uma forma de racismo e descriminação social.
    Isto esta neste livro que eu já mencionei não sei se viu refere-se a Portugal pág 12
    http://www.ipri.pt/publicacoes/revista_ri/pdf/MF_RI11.pdf

    Por mim assunto encerrado

  20. 20 20  Rodrigues

    Segundo notícia da AP, os sacanas dos “sionistas” limparam o sebo a 2 sacos de batatas com pés.

    Ora bolas…então o Alá é grande grande como o caraças, e os “mujahidin” não são uns heróis do caneco e depois em vez de lutarem com o inimigo “sionista” desatam a berrar pela mãe e metem-se debaixo da burga?

    Ai…ui…que medo dos “sionistas”…Mãeeeeeeee!

    Então estes é que são os “gloriosos mujahidin”?

    E as mulheres islâmicas, seres humanos de 2ª categoria, segundo o Corão, obedientes como escravas, lá vêm em bando, oferecer o corpo ao manifesto para servir de escudo humano a este tipo de cobardes de Alá

    Não admira que estes covardolas que se escondem atrás dos fracos, levem porrada de criar bicho dos israelitas.

    Só se perdem as que caiem no chão…o que me faz comichão é esta esquerda pacóvia, a pôr-se do lado do que mais retrógrado produz a espécie humana.
    Não tarda havemos de ver aqui o Daniel com um niqab e com um pin do Arafat.

  21. 21 21  Anónimo

    daniel - estalinismo, nao obrigado.

  22. 22 22  ti burçio anti-traidores de gema

    camarada rodrigues,comcordo comtigo.

  23. 23 23  Rodrigues

    Olha lá, ó andapacheco,sabendo nós que o sionismo era o movimento que visava a criação de um estado para os judeus na terra de Sião, e uma vez que isso já foi concretizado há mais de meio século, que queres dizer com essa coisa de seres “anti-sionista”?
    Queres tu, pobre borrabotas, destruir o Estado de Israel (tens de te por na fila…) ou não passas de um racista furibundo e impotente?
    Anda pacheco, explica-te lá e deixa-te de bacoradas.

  24. 24 24  Raquel

    Custa a crer que o cenário seja assim tão negro como o pintas. Se o retratto fosse esse, as televisões já há muito o tinham exibido.

  25. 25 25  a.pacheco

    O Grande Israel , o espaço vital, a patria de todos aqueles que seguem a religião judaica, eis os proncipios do estado de Israel,que continuam a nortear a politica dos actuais governantes.

    Os 40 palestinos mortos no últimos dias, a ocupação da Faixa de Gaza, são só duas provas evidentes, das atitudes criminosas dos governantes Israelitas.

    Quanto ao resto é pura propaganda, que Israel sabe vender bem, mas que só compra quem fôr ingenuo .

    Daniel aguardo que escreva um pouco sobre a sua mais recente experiência em Gaza.

  26. 26 26  a.pacheco

    Muito se tem escrito sobre Israel aconselho dois livros, um da cada lado da barricada

    Simon Epstein
    Histoire du peuple juif au XX eme siecle ( editado pela Hachette na coleção Pluriel n. 993 )

    Dominique Vidal
    O pecado original de israel
    ( editado pela Campo de Comunicação na coleção Ideias+Historia)

  27. 27 27  Rouxinol

    “que queres dizer com essa coisa de seres “anti-sionista”?”

    1º A separação entre o Estado e a religião, para estes pacóvios, ainda é uma brincadeira.

    2º O sionismo viola leis judaicas

    3º O sionismo não pretende combater a descriminação, pretende apenas que os judeus aceitem a sua existência e arranjem o seu cantinho para se esconderem dela. Isto é rebaixar a humanidade.

  28. 28 28  Anónimo

    Rouxinol tem razão meu caro. Mas infelizmente só para si.

    A separação entre religião e estado é mesmo uma brincadeira, só é valida para nos ocidentais, como fazemos? obrigamos os outros também a fazer isso a força “ exportando a democracia” e a separação entre igreja e estado. No meio de teocracias esta mesmo a resultar. Não somos nós que temos que obrigar os outros a aceitar os nossos padrões ocidentais mas convence-los de que são melhores que os deles e serem eles por si mesmos a implanta-los na sua civilização e cultura

    O sionismo viola as leis judaicas é verdade. O judaísmo tem correntes
    no seu interior sendo um dos grupos que existiu e existe onde há bastante debate sobre estes temas, sustentando-se na vontade democrática do Estado de Israel, única democracia do Médio Oriente que não descarta nem sequer historicamente o tema do próprio Estado e do seu direito a existência. De começo houve judeus que questionaram a existência do próprio Estado baseados na própria religião, considerando-o um acto limitado na blasfémia, O que só por intermédio de um Messias poderia vir a ser implantado. E que o sionismo (movimento político) pretende ultrapassar isto e implantar de uma forma ímpia, cá esta viola leis judaicas. Mas apesar disso eles na maioria querem um estado.

    O sionismo não pretende combater a descriminação como o apartheid correcto. O sionismo é um movimento politico que visava a criação de um estado só para… sendo só para e sendo aceite pela comunidade não viola não descrimina mas pretende combate-la através da criação de um estado só para judeus em virtude de terem sido descriminados ao longo de séculos so por serem judeus, terem andado ao pontapé dos outros por serem diferentes e não se integrarem, nós tivemos disso os cristãos novos.
    O sionismo movimento politico surgiu por contraponto ao anti-sionismo, esta ideia surgiu do jornalista austríaco Theodor Herzl (1860-1904) publicou um livro, Der Judenstaat (O País dos Judeus), em que defendia que apenas com a criação de um estado independente seria possível aos judeus praticarem a sua religião e viverem a sua cultura em segurança.

    O não conseguir conceber a ideia de que na humanidade pode haver comunidades diferentes com religiões diferentes que se podem organizar em estados e querer viver conforme os seus costumes e sua fé e ser reconhecidas pela restante comunidade internacional, isto sim, a negação de que estas pessoas se podem organizar em estados pode não corresponder ao conceito clássico de formação dos estados com certeza, mas só a não admissão desta ideia, implica a negação da possibilidade de existência destes estados com o consequente racismo contra estas pessoas que assim se pretendem organizar.
    Este caso já deu que falar em Portugal e ate na ONU. Com equiparação de sionismo a racismo. E posterior alteração desta mentalidade.

    Por isso esta mentalidade existe ainda não foi absorvida por muitos e principalmente pelo mundo árabe.

    e não é rebaixar a humanidade é viver as diferenças em paz e sossego

  29. 29 29  rui_david

    a “qualidade” dos comentadores racistas e fascistas pró-Israel quase que faz empalidecer (para nosso bem, e por enquanto, apenas em palavras) o racismo e o fascismo que Israel pratica diariamente para tragédia dos palestinianos.

  30. 30 30  Rouxinol

    “A separação entre religião e estado é mesmo uma brincadeira”
    Como é que eu advinhei…

    “obrigamos os outros também a fazer isso a força”
    À força não!! Quando os cidadãos de Israel quiserem, pedem para isso ser referendado. Mas apesar de aceitar que a maioria em Israel prefira esta situação, não concordo com isso. Daí, e não só, ser anti-sionista.

    “O sionismo viola as leis judaicas é verdade [...] O sionismo não pretende combater a descriminação como o apartheid correcto.”

    “Rouxinol tem razão meu caro. Mas infelizmente só para si.”

    Em que ficamos?

    Não vamos entrar na retórica de que se eu discordar da ideologia sionista, sou anti-semita ( o que quer que isto queira dizer ). Nunca te esqueças que “uma vaca na Palestina, vale mais que todos os judeus da Polónia”…quem terá sido o malvado anti-semita que disse isto??

  31. 31 31  Anónimo

    rouxinol eu não sei se você lê tudo o que se escreve nos comentários não é que isso interesse mas não me vou repetir só vou relembrar um comentário que eu coloquei aqui em diálogo com outro comentador
    A resposta serve para si.

    (“porque a nacionalidade deles (judeus) acima de tudo sempre foi a religião. Nem convertidos a força

    Não pode comparar isto nem de longe com apartheid. O apartheid não queria uma pátria para brancos e outra para negros mas dentro da mesma pátria havia descriminação conforme as raças.

    Os judeus querem uma pátria para eles mas não impediram os outros de ter a sua isso foi decidido assim na resolução da ONU em 1947 que criou dois estados na Palestina Israel e Palestina, simplesmente os árabes e palestinianos foram os primeiros a não respeitar essa resolução, são factos. A historia a partir dai é que complicou-se

    Por isso, mantenho
    “ Aprovar a equiparação pura e simples do sionismo ao racismo equivale á negação do direito à existência do estado de Israel. E é uma posição racista”

    ou seja o racismo através da religião

    Por isso o senhor comunga da ideia racista que em 1 de Outubro de 75 na assembleia da ONU, Cuba Somália e Benim submeteram uma emenda a resolução da terceira comissão sobre racismo e apartheid no sentido de juntar o sionismo equacionando-o com racismo Portugal votou a favor essa resolução declarando que o sionismo e uma forma de racismo e descriminação social.
    Isto esta neste livro que eu já mencionei não sei se viu refere-se a Portugal pág 12
    http://www.ipri.pt/publicacoes/revista_ri/pdf/MF_RI11.pdf

    Por mim assunto encerrado “)

    Só acrescento que você se associa a este pensamento racista, e que esta resolução racista que comparava sionismo a racismo foi revogada pouco depois alias só foi aprovada por árabes e países do terceiro mundo.

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