Sem respostas ao post “Debate YouTube”  

  1. 1 1  john

    Quem realizou e filmou o vídeo do Louçã?Putos de 5 anos? Perde-se o rumo ao texto e à mensagem no meio de tamanha descoordenação de camaras. Que tal repetirem a coisa com uma camara fixa?

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  2. 2 2  Margarida

    Caso ganhe o SIM, se participarem mais de 50% dos eleitores inscritos nos cadernos eleitorais a Assembleia da República deve aprovar uma nova lei pois o resultado é vinculativo; se votarem menos de 50%, a Assembleia da República pode aprovar uma nova lei, já que o resultado não é vinculativo.

    Se o SIM ganhar isso significa que se concordou com a urgência de se aprovar uma nova lei que acabe com a criminalização das mulheres, com o risco de julgamentos e condenações, e que garanta condições de segurança para a sua saúde caso haja necessidade de interromper uma gravidez até às dez semanas.

    Se o SIM ganhar isso significa respeitar diversas opções e convicções pessoais sobre esta questão, já que a aprovação de uma nova lei não afrontará a consciência individual de cada um, nem obrigará nenhuma mulher a tomar decisões contra a sua vontade e a sua decisão.

    É por isto tudo que é preciso votar SIM em 11 de Fevereiro.

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  3. 3 3  Lopes

    Ó Margarida, mas você quantos anos tem? Anda toda excitadinha… Está a fazer campanha por e para si, é? Mais uns degraus galgados no aparelho partidário, certo? Tenha juízo que a era da k7 (pirata) já deu o que tinha a dar…

    Quero ouvi-la quando a flexigurança for imposta e começarmos a ver o número de abortos a disparar “por livre e espontânea vontade da mulher”… Ou será que para a questão do aborto já não há patrões opressores e ganaciosos que não respeitam os seus trabalhadores?

    Para além de ingénua, saiu-se uma bela néscia inepta!

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  4. 4 4  john

    E que tal a Margarida no «vanity fair» aliás blogue aliás «vanity fair» – sim-referendo – ? Ou o consenso ideológico não é extensível a comunas?…

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  5. 5 5  Margarida

    Que trabalheira que me dá Lopes por ainda nem ter percebido que a pergunta do dia 11 de Fevereiro é: “Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado” e não a treta da “livre e espontânea vontade da mulher” que refere. Repito, a pergunta é: “Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado”.

    Jonh: eu prefiro surfar onde me apetece e quando me apetece.

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  6. 6 6  Simão dos Reis Agostinho

    “por opção da mulher”/”livre e espontânea vontade da mulher”.
    Mas qual é a diferença???
    ser opção da mulher não é livre e espontâneo???

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  7. 7 7  Lopes

    A Margarida deve pertencer a uma maioria de pessoas que pensam que ler é juntar palavras e que para as interpretar basta procurar os significados no dicionário…

    Que eu saiba a pergunta coloca várias questões, não é só uma… digo eu, claro! Eu respondo SIM à primeira, e NÃO às outras três… Ganha a maioria, claro que vocês ala de esquerda têm alguma dificuldade em perceber este conceito!

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  8. 8 8  jb

    São ambos bons comentadores.

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  9. 9 9  john

    Margarida,
    You can’t handle the irony…

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  10. 10 10  hugo

    Fico com a sensação de que pelo vídeo o Sr. Francisco quis imitar o estilo do Sr. Marcelo… fica mal! Dá ar de quem não sabe inovar… e não esclarece a minha eterna dúvida… despenalizar ou liberalizar!? Porque na lei a ser aprovada é isso que se trata…
    h

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  11. 11 11  Margarida

    Porque uma decisão de abortar nunca é espontânea é sempre muito muito pensada e sofrida.

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  12. 12 12  Simão dos Reis Agostinho

    Margarida. Isso fica-lhe tão bem de dizer, mas não é argumento. E a Margarida sabe disso. Trata-se da sua crença nas mulheres em como nunca farão aborto pelos motivos errados.
    Pois deixe-me dizer-lhe que, primeiro, o próprio acto abortivo é já de si errado. Segundo, que incorre numa falácia enorme, daquelas do “toda a gente sabe”, ao considerar que qualquer intenção abortiva será sempre pelas “melhores” razões.
    Mas o que acontece é que este referendo questiona acerca da legalização do aborto por opção da mulher, sem qualquer condicionante.Por mais voltas que dê nunca conseguirá garantir, nem a Margarida nem ninguém, que o que diz é verdade. E mesmo que fosse…

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  13. 13 13  Margarida

    Eu nem falei de motivos, limitei-me a dizer o óbvio, que a decisão de abortar é sempre muito pensada a dolorosa. E as razões, cada uma tem as suas.

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  14. 14 14  Simão dos Reis Agostinho

    A decisão é pesada e dolorosa dependendo dos motivos. Ou consegue provar-me que todos os motivos possíveis e imaginários (e repare que são mesmo todos, já que a lei não os limita) são conducentes à tal dor?
    Como imagino que não, e como diz que as razões cada um tem as suas (depreendendo-se dai que concorda na perfeição com a não restrição dos motivos) temos de concluir que poderá haver motivos que não provoquem essa dor.
    É que o que está aqui em causa é a liberalização do aborto independentemente daquilo que o justifica, cabendo a decisão à mulher.

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  15. 15 15  steve

    Bem sei que as pessoas ligadas ao bloco serão, aparentemente, dadas a experimentalismos criativos. Mas, à laia de ajuda a esforços futuros, esses saltos de plano do chico são das primeiras coisas que se aprendem a NÂO fazer em qualquer livro/escola de imagem em movimento: Na passagem de um plano para outro em que se filma a mesma pessoa este deve variar pelo menos trinta graus. Não que o do MRS esteja muito melhor filmado. só mais esforço…

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  16. 16 16  Sinfonia do disparate consonante

    Margarida,
    “E as razões, cada uma tem as suas.”

    Ainda que me desse jeito eliminar meia dúzia de superiores para subir na carreira, não o poderia fazer. Por que motivo é que posso eliminar o meu próprio filho? Só porque não veio na hora certa?

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  17. 17 17  Sinfonia do disparate consonante

    Margarida,
    “E as razões, cada uma tem as suas.”

    Um argumento ad baculum talvez a fizesse duvidar disso.

    [Responder]

  18. 18 18  Sinfonia do disparate consonante

    Quem é o asno do vídeo de baixo que está a tentar imitar o professor do vídeo de cima?

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  19. 19 19  Arrastado

    Só quem é ressabiado e não percebe, nem está um pingo perto, de política é que pode chamar asno a alguém que tem tanto valor como o cavalheiro de cima. O mesmo para o Portas, para o Sócrates, ou para o Mendes.
    É claro que para o povinho isto da politiquice toma proporções de bancada de jogo de futebol em que se pode chamar nomes ao adversário. É típico, mas não deixa de ser triste.

    [Responder]

  20. 20 20  dlm

    “Quem é o asno do vídeo de baixo que está a tentar imitar o professor do vídeo de cima?”

    Não vamos ser tão facciosos. O de baixo não tem nada de asno

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  21. 21 21  Margarida

    Sim, quanto às razões, cada uma tem as suas. Onde está o problema? É-lhe assim tão difícil aceitar que as mulheres possam ter as suas razões para levarem até ao fim ou para interromperem uma gravidez? Não consegue conceber que elas têm capacidade de discernimento?

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  22. 22 22  dlm

    Margarida, o direito da mulher à sua liberdade de escolha acaba quando começa o direito à vida de um novo ser humano

    [Responder]

  23. 23 23  Margarida

    Tem todo o direito à sua opinião tal como eu tenho todo o direito à minha. Mas ambas são isso mesmo, opiniões.

    [Responder]

  24. 24 24  Simão dos Reis Agostinho

    A Margarida continua a não compreender.
    O que acho errado é afirmar-se que todos os motivos apresentados serão plausíveis. A Margarida pode até acreditar nisso, na sua presumível ingenuidade, mas nunca conseguirá prova-lo por A mais B. Toda a argumentação que formularmos para defender tal ideia acabará sempre por recorrer à falácia da generalização.
    Bem sei que será o seu presumível optimismo antropológico que a leva a crer em tal hipótese de todas as mulheres terem razões encaradas como justificativas da prática abortiva. Mas terá de reconhecer que não passa de uma opinião que em nada confirma o futuro.
    O que a vitória do Sim traria era a possibilidade das mulheres fugirem a esse seu pressuposto falacioso de que todas estariam bem intencionadas, o que não pode ser permitido segundo o seu erro de raciocínio (i)lógico.

    [Responder]

  25. 25 25  Margarida

    Mas quem é que sabe melhor da sua própria vida do que a mulher que tem que tomar essa decisão? É que decidir ter um filho é um compromisso para toda a vida, é a decisão mais importante da vida da mulher.

    [Responder]

  26. 26 26  Simão dos Reis Agostinho

    Para que fique claro: o que me está a dizer é que todos os motivos são plausíveis para a prática abortiva desde que seja a mulher a decidir?

    [Responder]

  27. 27 27  Miguel Nascimento

    O diácono loicinha, além de caricato, aborrecido e repetitivo, teve uma péssima realização.
    O Marcelo ganhou, e com ele, mais uma vez, o “NÃO”!!!´

    Eh! Eh! Já ninguém tem paciência para estes trotskistas. Já ninguém sério os ouve e já todos entenderam a seu desinteresse. Dia 11 levam mais uma estocada!

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  28. 28 28  Arrastado

    Miguel Nascimento, a estocada leva o touro. Comporte-se fedelho.

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  29. 29 29  Alves

    Que montra!
    Que melhor forma de destinguir a integridade, eloquência e seriedade do primeiro emtrelacção à falsidade, desonestidade e naftalina do segundo, do que com estes dois vídeos lado-a-lado.
    Obrigado.

    [Responder]

  30. 30 30  Margarida

    O que lhe estou a dizer é que os motivos são da responsabilidade de cada mulher.

    [Responder]

  31. 31 31  Miguel Nascimento

    Pelos vistos ainda há arrasados que se deixam arrastar…
    Fedelho é quem lhe fez as orelhas ó comuna!

    [Responder]

  32. 32 32  The Studio

    Nem sequer vou comentar o video do professor Marcelo… mas o do Louçã está impagável. Parece um dos videos da Al Quaeda gravado em alguma caverna do Afeganistão, com a câmara a bambolear e sempre descentrada. Bem, acho que até os camaramen da Al Quaeda fazem melhor. Quanto ao conteúdo, é a demagogia bacoca ao melhor estilo Louçã. Começa por debitar banalidades como quem se dirige a uma criança de 2 anos, até que por fim afirma que é contra “ser o tribunal que decide quando uma mulher tem um filho”. Se calhar foi é por isso que o Louçã tem um filho e o Portas não: Recebeu uma ordem do tribunal. E o Daniel, também está à espera de alguma decisão do tribunal para ter um filho?
    Haja paciência para aturar estes disparates.

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  33. 33 33  Simão dos Reis Agostinho

    Não. O que a Margarida quer dizer é que a mulher nunca acabará por assumir a responsabilidade, porque nunca será julgada mesmo que o motivo seja errado. Ou não será errado se uma mulher apresentar como razão “querer matar um ser humano”. E não me venha dizer que isso é impossível porque para futurologia basta a Maia.
    É que se uma mulher não assumir a responsabilidade desta hipótese no banco dos réus, assumirá onde?

    [Responder]

  34. 34 34  Arrastado

    O seu problema é que não sou arrasado, não fui arrastado, e não são comunista. Sou um centrista, graças à irmã Lúcia e aos anjinhos, mas não caio na estroinice. Vá ver a bola, fedelho, e quando as hormonas estiverem calminhas diga alguma coisa. Esta bodeguice ainda não é um jogo de futebol.

    [Responder]

  35. 35 35  Arrastado

    *são = sou

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  36. 36 36  Margarida

    Afinal o que quer mesmo é o que nunca ninguém conseguiu mesmo com a lei que há (com prisão até 3 anos) ou com a anterior (com prisão até 12 anos): que as mulheres levem gravidezes até ao fim CONTRA a sua vontade. O que quer é que continuem os abortos clandestinos.

    [Responder]

  37. 37 37  António Bastos

    Oh, Guidinha como eu tenho pena de si. A leviandade com que você acha que se pode suprimir vidas humanas por “dá cá aquela palha”, porque é isso que vai acontecer não se iluda, porque foi assim que se passou em todos os lados em que o aborto foi liberalizado. Em França depois da aprovação da lei Veil os abortos dispararam, há casos de mulheres que abortam porque já têm as férias marcadas para essa data, é verídico. Dispor da vida de um ser humano por razões subjectivas lembra-me a seleção de prisioneiros á entrada de Aushwitz (quem ia logo para o “duche” ou podia viver um pouquito mais) ou holocausto dos camponeses ucranianos pelo Staline, tudo se torna “tão natural como a sua sede”. Há algo de profundamente podre num país que assassina os seus próprios filhos e até vê nisso um “progresso”, é um fenómeno totalitário.

    [Responder]

  38. 38 38  Simão dos Reis Agostinho

    A Margarida continua a não me responder, nem a apresentar um argumento plausível.
    Eu queria era que houvesse prevenção a sério.
    Mas eu já percebi. Não sabe como responder ao que lhe perguntei.

    [Responder]

  39. 39 39  Simão dos Reis Agostinho

    Ó António, a Margarida quer a primazia da vontade sobre o do valor da vida. Tão simples como isso. Ela acha, depreendo eu, que a vontade subjectiva e incontrolável de alguém vale mais que uma Vida humana.

    [Responder]

  40. 40 40  Daniel Oliveira

    Como é que você sabe se eu tenho filhos ou não?

    [Responder]

  41. 41 41  Margarida

    Sempre houve abortos, quando são clandestinos não protestam, agora que há uma probabilidade de acabar com os abortos clandestinos até invocam Aushwitz. Nem reparam nas barbaridades que dizem? Que tal pensarem um pouco e concederem que as mulheres são seres responsáveis e conscientes, nesse aspecto (de capacidade de decisão) nem muito diferentes de vocês?

    [Responder]

  42. 42 42  Alves

    Viva o sexo livre de contraceptivos! Nada de artificialidades. Se emprenhar, mata-se e fica pronto para outra.
    (Schh! Até dia 12 de Fevereiro não digam estas coisas muito alto e comportem-se como democratas para não perdermos isto outra vez e termos que esperar mais 8 anos para ter sexo sem limites!)

    [Responder]

  43. 43 43  Margarida

    Quem mais quer “prevenção a sério” pode ter a certeza que são as mulheres, mas como toda a gente sabe não há nenhum método 100% seguro. Todos, absolutamente todos falham.

    [Responder]

  44. 44 44  Arrastado

    Às vezes, na trivialidade de uma ida ao centro comercial, pergunto-me se o gajo que passa por mim, não é um Alves, desses que à noite diz umas anormalidades num blogue, e pensa coisas tão estúpidas como tal dito…

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  45. 45 45  Simão dos Reis Agostinho

    E a Margarida também concordaria em acabar com o crime legalizando-o? Acaso se resolvem os problemas permitindo-os, dando-lhes condições, sustentando-os?
    É que eu também quero acabar com o aborto. A Margarida só se for clandestino…
    E a pobreza de uma mulher resolve-se com o aborto? Acaso tem consciência dos cortes orçamentais do estado no apoio à mulher gravida e dos custos do aborto no SNS e nos privados a quem teremos de pagar?
    E ainda reclamam coerência… tenham dó!

    [Responder]

  46. 46 46  Margarida

    Não diga disparates Alves, tenha algum respeito pela inteligência alheia. Faz alguma ideia dos riscos para a vida e saúde que trazem todas as interrupções voluntárias da gravidez? Pensa mesmo que é algo que se recomende? Cresça!

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  47. 47 47  costa

    cadeia com essas putas que não sabem fechar as pernas e só querem facilidades.

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  48. 48 48  Margarida

    Porque é que sempre que se fala da interrupção voluntária da gravidez há uns que logo que podem derivam? Para o crime, para a pobreza, para a droga, etc.? Ou é preciso lembrar outra vez que todas as mulheres de todas as idades, condições, profissões, situação civil, situação social, habilitações, correm o risco de por mais cuidado que tenham duma gravidez não planeada? E que isso pode acontecer à vossa mãe (e mesmo à avó), irmã, companheira, namorada, mulher, amiga, filha, neta, sobrinha, vizinha, prima, afilhada?

    [Responder]

  49. 49 49  dlm

    Margarida, assim de repente veem me à memoria a pedofilia, o estrupo ou o roubo. De que adianta punir, são praticas corriqueiras. Pois que começemos por despenalizar a pedofilia, não pode o cidadão comum fazer turismo sexual na tailandia à custa da miseria indigena? E o roubo, não é uma prática milenar? despenalize-se então. O estrupo, tão velho quanto a especie humana. Pois que despenalize-se

    [Responder]

  50. 50 50  Simão dos Reis Agostinho

    Porque matar um ser humano é crime (ou devia sê-lo, menos para si!) e um dos motivos mais recorrentes do aborto é a pobreza. Sim, aquela que o aborto remedeia e ajuda a manter, já que rouba os últimos tostões que o estado poderia aplicar para resolver a situação.
    Fim de linha. Falar com gente intelectualmente desonesta é cansativo…

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  51. 51 51  Margarida

    Então compara fazer amor à “pedofilia, estupro e roubo”? É que é a fazer amor que as mulheres engravidam, relembro. Sabe que mais? Começo a ter pena de si.

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  52. 52 52  Margarida

    Lá vem você com a do “ser humano”. Já nem dá credibilidade ao que disse o bispo de Beja, que às dez semanas de gestação um feto não tem “alma” e que portanto não é uma pessoa?

    [Responder]

  53. 53 53  Arrastado

    Tal associação é facilmente negada. Basta um pouco de honestidade.
    A pedofilia, o roubo, etc, são “actividades” vistas de forma extremamente negativa pela generalidade (para não dizer totalidade) da sociedade. O aborto não é comparável a nenhum desses actos, já que muitas pessoas “de bem”, e que não são criminosas, fariam um aborto se necessitassem, se algo lhe corre-se mal, etc. Ninguém que seja bom da cabeça quer apedrejar mulheres, ou manda-las para a cadeia (afastando-as dos seus filhos por exemplo).
    É disso que este referendo se trata. Já se sabe que o feto é um ser vivo (não comparável a «nós). Já se sabe que o aborto é moralmente errado, que é difícil. Condená-lo, porém, é uma hipocrisia, e é fazer ainda pior à mulher e à sua família.

    [Responder]

  54. 54 54  dlm

    Não margarida, comparo, via pratica abortiva, a morte de um ser humano

    [Responder]

  55. 55 55  Arrastado

    Correcção do post anterior:

    Tal associação é facilmente negada. Basta um pouco de honestidade.
    A pedofilia, o roubo, etc, são “actividades” vistas de forma extremamente negativa pela generalidade (para não dizer totalidade) da sociedade. O aborto não é comparável a nenhum desses actos, já que muitas pessoas “de bem”, e que não são criminosas, fariam um aborto se necessitassem, se algo lhe corresse mal, etc. Ninguém que seja bom da cabeça quer apedrejar mulheres, ou manda-las para a cadeia (afastando-as dos seus filhos por exemplo).
    É disso que este referendo se trata. Já se sabe que o feto é um ser vivo (não comparável a «nós»). Já se sabe que o aborto é moralmente errado, e que é difícil. Condená-lo, porém, é uma hipocrisia, e é fazer ainda pior à mulher e à sua família.

    [Responder]

  56. 56 56  Um gajo que passou por aqui

    Que raio de vídeos! Nem forma nem conteúdo convencem.

    Ao de Louçã, só falta um ruído de motor para parecer que foi feito no interior de um ferry da Transtejo em dia de mau tempo. Pelo menos o operador de câmara estava mareado, e não era pouco.

    E o do Professor, com aquela entrevistadora telecomandada, como ele parece gostar, por pouco não me atirava para o hospital com um ataque de bocejos a rebentar nos ouvidos.

    Mas nos conteúdos a coisa ainda foi menos famosa.

    Marcelo parece que ficaria bem de consciência se as mulheres que praticam o aborto deixassem de ser presas por tal acto. E chega! É um avanço notável, sim senhor! Nem a senhora que vai à Clínica de Luxo, nem a gaja desgraçada, que não tem outro remédio senão tratar do assunto com agulhas lá em casa, irão parar à cadeia. E está tudo bem! Estamos conversados.

    E Louçã não reparou que a questão não está exactamente em ser ou não a mulher a decidir. Haja despenalização com apoio do serviços públicos de saúde, ou sem apoio dos serviços públicos de saúde, o problema não está na decisão da mulher. Será sempre a mulher que decide. Seja porque foi violada, porque tem uma malformação no feto, porque não tem dinheiro, ou porque sim, é sempre ela que decide, por mais tramada de tomar que seja a decisão. A questão não está aí. O problema é que com a visão de Marcelo, ou tem dinheiro para abortar em condições de saúde aceitáveis, ou está lixada porque não iria ter apoio dos serviços públicos de saúde para abortar, pois que não dando o aborto direito a prisão, continuaria a ser uma opção vista como censurável pelo Estado. Ou seja, abortar em segurança continuaria a ser uma questão de dinheiro. Aliás, passaria a ser apenas uma questão de dinheiro.

    (Ou então, se calhar, Louçã até falou no assunto, mas no meio daqueles solavancos perdeu-se frase…)

    [Responder]

  57. 57 57  dlm

    A comparação é uma hiperbole. Não faço o mesmo juizo de valor à pedofilia que faço ao aborto. No ultimo há um claro conflito de interesses, entre o direito à vida do embriao, e o direito à escolha da mulher

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  58. 58 58  Margarida

    Ninguém defende o direito ao aborto, mas o aborto clandestino é uma realidade. A lei que temos é injusta e desumana e penaliza mais fortemente as mulheres e raparigas das classes mais desfavorecidas que acabam por sofrer as consequências do aborto clandestino.

    Com o SIM no referendo defende-se a saúde das mulheres, garantindo as condições de um aborto em segurança. O aborto é SEMPRE um último recurso e não é um método de planeamento familiar. É o que resta quando os outros falham.

    Ser mãe não é apenas um acto biológico, dar à luz uma criança, levar ao fim uma gravidez, para fazer dela, da criança, um ser humano completo, implica condições afectivas, psicológicas, económicas e sociais para o seu desenvolvimento harmonioso. E o que a maioria (todas?) as mulheres gostariam era de terem condições para levarem a gravidez até ao fim mas todos sabemos que nem sempre isso é possível. Respeitemos pois a decisão da mulher de precisar de abortar porque acreditem é sempre uma decisão muito pensada e muito, muitíssimo dolorosa.

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  59. 59 59  nelio

    eu acho piada a esta hipocrisia toda. na concepção de alguns cavalheiros, a mulher se engravida deixa de ser pessoas e passa a ser durante 9 neses uma mera incubadora sem vontade própria. gostava de perguntar a esses cavalheiros o que é que na sua vida já fizeram para ajudar as mulheres com problemas socio-económicos a resolverem esses problemas e acreditarem que têm condições materiais e sociais para uma criança se desenvolver. é que agora são todos pelas crianças, mas depois delas nascerem, as mães que cuidem delas, se não as podiam ter não as tivessem feito. como se este país fosse um país solidário e sem exclusão social. como se as mulheres não fossem despedidas por estarem grávidas. como se os homens não fugissem constantemente às suas responsabilidades, negando paternidades e abandonando mulheres e descendência só porque são irresponsáveis. já para não falar dos pais que expulsam as filhas grávidas porque não aguentam a vergonha. eu acho que os homens nesta questão deviam ouvir o que as mulheres têm para dizer e tentar aprender qualquer coisa.

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  60. 60 60  Pedro Botelho

    Alguém me explica como é que se «despenaliza» o aborto sem automaticamente o passar a permitir? É que sinceramente não percebo as tais alternativas citadas pelo prof. Martelo. Muito agradeceria se esta original campanha do «ASSIM NÃO» pudesse explicar o «ENTÃO COMO?»…

    [Responder]

  61. 61 61  CausasPerdidas

    Realmente…
    Quem realizou o vídeo do Louçã deve odiar o Manuel de Oliveira, mas podia demonstrá-lo de outra maneira. Não aguentei.
    Se o “media” é a mensagem… ruído a mais, não passou.
    O do outro senhor de cima, bem, já basta o que ele recebe à custa da percentagem dos meus impostos que vão para lhe pagar a homilia semanal na RTP. E além disso: não tenho pachorra para cobardes – prefiro os argumentos dos bispos, ao menos estes são consequentes com quem descobriu há pouco que a Terra gira à volta do Sol e que o que aconteceu na Alemanha nazi merecia – também há muito tempo – um pedido de desculpas da ICAR aos judeus.
    “Direito à vida”? Ficam desde já convidados para a próxima manifestação anti-guerra.
    Entretanto dêem uma palavrinha ao Bagão Félix sobre o prolongamento dos horários laborais, a possibilidade de transferência de trabalhadores para longe do local de trabalho e habitação, perguntem como é que uma criança pode funcionar em famílias desfuncionadas pela necessidade de sobrevivência…
    O primeiro direito de uma criança é ser desejada! Já bastam aquelas, vivinhas da silva, a quem eu vejo diariamente ser-lhes roubado o direito a terem uma infância, uma vida feliz.

    [Responder]

  62. 62 62  Rafael Graça

    … pois é. De facto, Louçã não suportou a ideia de não ser ele o mais moderno, e imitou o Marcelo. Criou-se, então, um “debate” you tube. Pela originalidade, pelos argumentos, pela ciência… ganha Marcelo

    [Responder]

  63. 63 63  Anónimo

    Rafael, pela originalidade e qualidade do vídeo também acho que ganha Marcelo.

    [Responder]

  64. 64 64  ASSIM NAO, OBVIO.

    Então como, pergunta-se neste debate nos Comentários. Fácil: despenalizando sem liberalizar. Aborto permitido segundo a lei actual (que tem previstas EXACTAMENTE as mesmas razões que em Espanha), sem prazos (que isso de 2, 10, 15 semanas é só uma definição formal). Desde que haja motivo, pode haver aborto. Custa-me que alguns aqui façam por não entender isto.
    Querem que uma adolescente precise de uma autorização para um passeio da escola, mas n precise de dar conhecimento de um aborto. Belo país teriamos se a lei algum dia fosse aprovada. Bloco? Só se for contra a mulher, que isso de serem de esquerda, não me parece. O meu voto (que sempre tiveram), não têm mais.

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  65. 65 65  Daniel

    Se o Sim vencer neste referendo, o aborto passará a ser uma actividade menos regulamentada que:

    * o consumo de tabaco (taxas elevadas, proibição da publicidade, consumo proibido a menores, campanhas públicas contra)
    * a venda de medicamentos (limites à publicidade, limites à propriedade de farmácias)
    * a advocacia (limites à publicidade)
    * a condução automóvel (proibida a menores, campanhas públicas pela segurança)
    * o consumo de alcool (proibido a menores e condutores; publicidade limitada; impostos elevados, campanhas públicas contra)
    * espécies em vias de extinção (proibido caçar e traficar, proibido destruir habitat)
    * caça (proibida fora de época)

    Questões a regulamentar em breve:

    * passagens de modelos de anoréticas
    * publicidade à alimentação para crianças
    * junk food
    * fumo nos restaurantes

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  66. 66 66  Margarida

    Esta comparação de uma alteração legislativa que visa salvaguardar a saúde das mulheres à regulamentação da venda do tabaco e do álcool e de actividades como a advocacia, defesa de animais em vias de extinção e caça é importante para expor a desumanidade (mesmo crueldade) dalguns fundamentalistas do “não”. Será que esta gente não tem nem mães, nem irmãs, nem avós, nem mulheres, nem namoradas?
    Se calhar até têm, mas que não as respeitam, não respeitam.

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  67. 67 67  Sinfonia do disparate consonante

    Margarida,

    “Sempre houve abortos”, logo liberalize-se.

    “Sempre houve homicídios”, liberalize-se.

    Cada um tem as suas razões…

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  68. 68 68  Margarida

    Cada um tem as suas razões…e as suas são ad baculum, lembra-se? Se calhar é dos que tem mãe, irmãs, avós mas está-se marimbando para a dignidade delas, se calhar é dos que trata ad baculum mulher ou namorada.

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  69. 69 69  a.pacheco

    Eça se fosse vivo, teria certamente como modelo de uma versão actualizada do seu Conde de Abranhos, Sua Excelência o Senhor Doutor Professor, Marcelo Rebelo de Sousa.

    O pregador dos domingos á noite da RTP, o dito Sr, Dr. Professor Marcelo , beato , redundante, defendendo uma ideia, e o seu oposto, tudo isto embrulhado numa retórica balofa, e seráfica,qual Abranhos a desenrolar a sabatina,tem para certos portugueses o efeito entorpecedor de um opiaceo, e bebem deslumbrados as frases, de Sua Excelencia o Senhor Doutor Professor Marcelo Rebelo De Sousa , como se fossem leis imutáveis, principios inquestionáveis, ou até digo eu, setenças proferidas do ALÈM ( seja ele qual fôr).

    Ainda não perdi a esperança, de numa destas noites de domingo o excelso Marcelo reencarnando o Abranhos original, nos venha declamar essa quadra inolvidável:

    Deus existe! Tudo o prova
    Tanto tu, altivo Sol,
    Como tu, raminho humilde
    Onde canta o rouxinol !

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  70. 70 70  Margarida

    “(…) Se percebêssemos esse silêncio interior da maternidade, mesmo quando dilacerado pelo aborto, seríamos menos arrogantes, menos estridentes, menos obscenos nas campanhas.” (José Pacheco Pereira, 25/01/07)

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  71. 71 71  Sinfonia do disparate consonante

    Margarida,
    não sou misógeno. Tenho um grande respeito pela dignidade da mulher. Mas julgo que nenhuma dignidade (masculina ou feminina) pode ser sustentada na sua infantilidade, na sua alminha de carniceira mal disfarçada, no seu mimo: “cada um tem as suas razões. nha nha nha nhã”

    Tem de concoradar que o “cada um tem as suas razões” que a menina defende, que o “cada um faz o que lhe apetece”, não pode cimentar nenhuma democracia. Tem de haver algum respeito por aqueles que ainda não podem manifestar as suas razões.

    Dê às crinças que tão diligentemente quer abortar a possibilidade de desenvolverem a sua racionalidade durante trinta anos. Depois pergunte a cada uma delas se gostaria de ter sido abortada. Dê-lhes liberdade para que decidam em consciência.

    Quanto ao argumento da paulada não se aflija, não lhe posso bater na Internet. O argumento foi sempre associado à ideia de que nem tudo está previamente determinado ou é relativo. E foi só isso que pretendi ilustrar. Não caia na trenguice de sugerir que lhe dei umas valentes arrochadas. Apenas a fiz admitir aquilo que não queria admitir: nem tudo é relativo. E o desejo de estar vivo, assim como o desejo de não ser violentamente espancado têm pouco de relativo nos seres humanos. É porque todos temos em nós um forte de desejo de estar vivos, que eu não sou a favor do aborto. A vontade de viver do feto deve sobrepôr-se ao desejo dos pais em quererem ser pessoas sem mancha, com uma vidinha muito bem parecente, boas possibilidades de subirem mais na carreira e um melhor poder de compra.

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  72. 72 72  Sinfonia do disparate consonante

    a.pacheco,
    não me leve a mal, mas agora que fala de Eça, devo dizer-lhe a que me soam o seus comentários. Tenho a impressão de que são escritos por um velhote, intelectualmente amorfo, que outrora foi o menino Eusebiozinho.

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  73. 73 73  Apagador

    Ia a passar por aqui, quando vi esta pérola deixada por um utilizador chamado Margarida:
    “as mulheres são seres responsáveis e conscientes”.

    Gostava de dizer isto:
    Em todo o rebanho pode ser achada uma ovelha negra. mesmo admitindo que a frase de margarida que cito era maioritariamente verdade, o utilizador Margarida estaria a mentir descaradamente se dissesse se impossivel uma louca qualquer desejar abortar porque estava dia de chuva. Não adianta dizer que não acontece. Ninguém pode garantir. Estupidez, imbecilidade, loucura podem-se achar em qualquer meio, em qualquer sexo. Isto para já deita por terra a regra universal q o utilizador Margarida desejou deixar assente, a de que AS mulheres serão TODAS competentes e capazes. É mentira. Hás burras, estúpidas, imbecis, imorais assim como há homens nas mesmas condições.

    Passamos pois ao m+erito das justificações em si. Se a Margarida concordar que é boa ideia abortar por se partir uma unha, certo, considero uma imbecilidade, não concordo, mas é coerente, isso reconheço. Agora se reconhecer que há uma hipótese de alguma “maluca” usar a lei de forma imbecil e reprovável, então está a ser imensamente incoerente (ou então a dizer que há vidas mais importantes que outras…).

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